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Kid M

Moderador
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Sobre Kid M

  • Rank
    Super Pescador
  • Data de Nascimento 14-06-1952

Profile Fields

  • Nome + Sobrenome (obrigatório)
    Agenor Pedreira de Freitas

Informações de Perfil

  • Sexo
    Masculino
  • Localização
    Salvador - BA
  • Interesse
    Pesca, Futebol, Gastronomia

Últimos Visitantes

1.807 visualizações
  1. Kayro, Chama os caras para mostrar a realidade ! Tem muito investimento realizado pelo grupo ! Vai ser "sofrido" chegar lá e encontrar uma realidade totalmente inversa da esperada... Se for para tomar cachaça, mais perto de casa sai mais em conta ! Entendo que toda pescaria tem "um risco" ! Nesse caso, é certeza de que não irá ser legal ! Fala com os caras e mostre a eles que é melhor renegociar agora do que ficar arrependido depois.
  2. Marcos, Se postar o Gráfico dessa forma abaixo, as evidências de tendências serão muito mais visíveis ! Muito bom que continue alimentando os dados... Assim como você, acho que essa temporada já foi...
  3. Kayro, Se tiver condições de adiar e não ir a SIRN nesse momento, aguardando pela próxima temporada, será o melhor a ser feito ! Temporada desse ano, já era... Vai dar uma secadinha mais para frente, mas o risco de não acertá-la não compensa !
  4. Vicente, Por que não compra um outro Altima, só que 3000 ! Se você gosta do que tem (ou tinha), vai mudar por que ? http://www.iscaecompanhia.com.br/p/MOLINETE-MARINE-SPORTS-ALTIMA-3000-NOVO/1056/4/ Apenas para sua avaliação (como sugestão) !
  5. Querido JCK, Mesmo "na arquibancada", agindo como o 12º jogador, não posso deixar de postar algo... Insisto que a questão da "legalidade" é sempre importante, até por conta de se ter um "norte" a ser seguido. Mas continuo "avesso" ao processo (hoje existente) de colocar a raposa dentro do galinheiro ! Certamente que muitos dos "técnicos ambientalistas" são mais radicais que desejaríamos num processo de "construção", mas me parecem ser indispensável na fronteira do "achômetro", tão presente aos apenas "bem intencionados" (me incluo dentre esses...). Você bem se lembra do Michel, técnico do Ibama, que por bastante tempo frequentou o FTB e tinha um balizamento e visão dos dois lados (dos inúmeros) da questão da pesca esportiva. Gente como ele, sempre seria mais que bem vinda a qualquer condução de debate, ou mesmo de construção de um arcabouço legal a ser proposto. Mas também essas pessoas devem ter "enchido o saco" após tantas idas e vindas desse nosso país. Não quero entrar no mérito desse embrólio político das últimas décadas, exatamente na contramão do crescimento dos adeptos da pesca esportiva, até por considerar isso um fato cíclico e que não possibilita qualquer ação externa fora dos que se dizem nossos representantes parlamentares... Discussão sobre "população indígena" fica no mesmo nível de "religião, futebol e política", onde consenso é algo inconcebível ! Direitos e obrigações das partes é algo sempre "enfadonho", quando não se consegue sequer ter qualquer nível de exemplificação a ser seguido, quanto mais ser "doutrinado". As terras brasileiras, na sua grande maioria foram sempre "griladas" ao longo do tempo, mudando-se apenas os contextos de "capitanias hereditárias" para os enormes feudos ainda existentes, alguns dos quais bastante produtivos e economicamente rentáveis ! Não prego "reforma agrária" (até por não acreditar nela), mas precisamos ter alguma coisa que nos balize a voltar a acreditar no espírito empreendedor das populações ribeirinhas (indígenas ou não) dentro do atual contexto em que vivem. Não consigo (e isso pode e deve ser algo pessoal) enxergar algo isento de interesse lucrativo em toda essa movimentação em torno desses temas ! Não vejo "ganha ganha" em nada do que se faz, mas uma cobrança constante naqueles que nada tem a ver com a questão ! Simples assim ! Não vejo como considerar o "índio" (ou qualquer outro "grupo de indivíduos") como algo diferenciado dentro do contexto, sem que este contexto seja tratado de forma isolada do todo ! Nação indígena com acesso a todas as comodidades dos chamados "civilizados" e com "mesadas federais", por conta do que ? Qual a contribuição para merecer esse tipo de benesse ? Por essas e por outras, é que prefiro a rigidez do concreto da arquibancada, aos macios campos de grana, ops, grama, trazidos pelo tema ! Mas torcida (e vigilância) não faltam...
  6. Se prepare que essa será uma realidade a ser enfrentada... E ainda tem os esquemas de traslado para apimentar um pouco mais...
  7. Obrigado!

    Abs Flavio

  8. Grande JCK, Gostei demais dessas frases ! Não que as pratique como gostaria, mas pelo "conjunto da obra" ! E quanto ao meu posicionamento, nada tem a ver com qualquer de vocês, e sim (talvez) com os "pés fora da cama"... Acredito que possa ser uma curva senoidal de "azedume" que às vezes me impregna de impaciência ! Em breve, já poderá ter sido superada...
  9. Deixo de postar, mas não sumo... até por continuar (como Moderador) a cobrar-lhe o avatar...
  10. Prezado Gilbertinho, Uma das características que percebo na chegada da idade "madura" (melhor idade para alguns sádicos...) é a "ranzinisse" que se apodera do cotidiano de pessoas que pescam menos do que gostariam... Perdoe-me por conta disso... Na verdade, deveria ter evitado a exposição desses pontos de vista, já que são por demais conhecidos aqui no FTB. Da mesma forma, os temas que debate com o JCKruel, e agora com a adesão do Fabrício, são num nível de conhecimento muito acima do que pretenda alcançar (na verdade não desejo mais do que já possuo, que apesar de pouco, já me gera um enorme dissabor pela impossibilidade de provocar qualquer alteração). Voltarei ao estágio de "observador", deixando o campo de registros desses tópicos para os que verdadeiramente estão inteirados de uma visão mais completa. Nada de zanga, até pelo contrario, mas "perdi o ânimo" de seguir falando (escrevendo) sobre isso ! Mas continuarei lendo...
  11. Prezado amigo, Uma das características que percebo na chegada da idade "madura" (melhor idade para alguns sádicos...) é a "ranzinisse" que se apodera do cotidiano de pessoas que pescam menos do que gostariam... Perdoe-me por conta disso... Na verdade, deveria ter evitado a exposição desses pontos de vista, já que são por demais conhecidos aqui no FTB. Da mesma forma, os temas que debate com o Gilbertinho, são num nível de conhecimento muito acima do que pretenda alcançar (na verdade não desejo mais do que já possuo, que apesar de pouco, já me gera um enorme dissabor pela impossibilidade de provocar qualquer alteração). Voltarei ao estágio de "observador", deixando o campo de registros desses tópicos para os que verdadeiramente estão inteirados de uma visão mais completa. Nada de zanga, até pelo contrario, mas "perdi o ânimo" de seguir falando (escrevendo) sobre isso ! Mas continuarei lendo...
  12. Ajuda bastante, mas não resolve... Minimiza o transito, mas não a comercialização das indústrias de pescado ! É preciso que existam autorizações prévias (licença fiscalizada) da origem do pescado, e que estas venham de "granjas de peixes", não "do silvestre" !
  13. Grande Gilbertinho, o "sem face"... "Esse Kid", engenheiro operacional civil, que é baianíssimo (com escala no Rio de Janeiro), aprendeu que em "debate" nesse quilate, o melhor é ouvir (no caso ler) do que ficar atrasando o rumo dos temas... Vez por outra, uma intervenção onde algo possa (na minha modesta visão) agregar algum ponto de vista diferente. Nesse enfoque, é que continuo aguardando que a chegada de verdadeiros "exemplos" possam consolidar propósitos efetivos, e não apenas exercícios de retórica, quase sempre ignorados pelos mais necessitados e que "pagam" por esses desmandos... Tornar um "hábito" a consolidação de algumas ações, é uma forma inteiramente eficiente de mudança cultural, seja ela qual for ! Mas para isso, tem que querer mesmo... Amigo gaúcho, Bem sabes que uma das "principais bandeiras" que defendo a favor do aspecto conservacionista, é mesmo a questão da comercialização do animal silvestre em outros locais que não nos pontos de sua captura. Não vejo como possível que a perda desses indivíduos possa causar um dano irreparável no equilíbrio existente ! Sem mercado consumidor pressionando pela demanda, as retiradas seriam infinitamente reduzidas. Se aliarmos a isso a aplicação do pesque & solte, aliado à cota zero por um período aos pescadores "de fora", daríamos um enorme passo na contribuição do pretendido. Ficarei atento aos seu "resumo" das novas instruções pesqueiras... A propósito, substituir o "silvestre" pelo "criado" é apenas uma alternativa inteligente (e fácil) de preservação ! Que tal pensar nos aviários...
  14. Querido amigo gaúcho ! Permita-me esclarecer "melhor" minha pretensão, até para que não passe (efetivamente) a ser considerado um "anarquista" ! Refiro-me a um critério de "bom senso", do tipo, medida máxima e mínima para captura, defenso (se bem que com águas altas isso já se torna natural), licenças de pesca com aplicação da receita naquilo que gerou o pagamento, avaliação da comercialização do pescado em região que não onde o peixe foi capturado (especificamente as "geleiras" com suas toneladas de peixe retirados sem qualquer controle), e por aí vai... Mesmo sem a obrigação, mas o incentivo espontâneo, fazer do fornecimento de uma cesta básica por semana / pescador, é algo que dificilmente deixaria de ser atendido por qualquer grupo de pesca esportiva que se preze, mas não como forma de "cobrança" e sim de "contribuição" (é diferente). Não estamos tratando de "ilegalidades", e sim de simples e antigos hábitos de "bom senso", isso que hoje se encontra em desuso pela maioria das pessoas, ainda estigmatizadas pela infeliz "lei de Gérson". Claro que a forma efetiva de tornar real grande parte dessas sugestões é por meio legal, isso é inquestionável, mas já até concordamos que esse estágio de cumprimento e fiscalização pelos "infratores" é absolutamente ineficaz ! Não temos fiscalização eficiente, e mais que isso, não temos sequer respaldo moral para achar que essas medidas possam ter consequências reais, imersos que estamos em tamanho descrédito político em praticamente todas as classes de poder. Busco tão somente o restabelecimento de algo que antes (para os "antigos" - já começo a me tornar um deles) era uma coisa absolutamente natural e consciente, que era o respeito à natureza, seja na pesca, caça, flora e fauna. Sempre aprendi com esses "antigos" que na época do acasalamento, a natureza precisava e era respeitada, fosse relativamente a fauna terrestre ou aquática. Acredito até que ainda sem os conceitos atuais de preservação ambiental, o passado (consciente) era muito mais responsável do que o atual, bem verdade de o descalabro de uma sociedade miseravelmente desassistida era infinitamente menor (olha minha veia anarquista aparecendo). "Chorar" sobre coisas passadas não resulta sequer em "aprender a lição" do ponto a que chegamos nos dias de hoje ! Vamos adiante...
  15. Prezados Gilbertinho e JCK, Permaneço "atônito" diante desse tema, não que o mesmo não seja importante, muito pelo contrário, mas pelo absoluto desconhecimento de qualquer notícia sobre mudanças tão "profundas e estruturadas" como as que estão sendo mencionadas. Permito-me falar no termo "atônito", pois sou apenas um usuário eventual dos rios da região, e como tal, apenas observador das coisas que posso presenciar, independentemente de "certas ou erradas". Como "usuário" desse sistema de "pesca esportiva", mesmo me interessando pelo comportamento e vivência ribeirinha (ainda como observador), mantenho as mesmas "desconfianças" que tenho sobre a efetividade dessas medidas. Propósitos são sempre válidos, mas a efetividade de nossas leis é que nos (me) leva a descrença de seus resultados ! Deixando claro que "torço" para que venha existir um critério (legal ou não) para a exploração da bacia do rio Negro (assim como a de qualquer outra), não consigo enxergar a vontade política (em qualquer dos poderes envolvidos) de fazer com que isso venha acontecer de fato ! Tem uma cadeia de interesses envolvidos, antigos, quase a tanto tempo quanto as capitanias hereditárias, onde o extrativismo sempre deixou sua indelegável marca da destruição. Pouco irá assegurar um "nova lei" num local onde as ações individuais tem mais respaldo que as "impostas pela justiça". Bacia protegida do que ? de quem ? Qual o conceito maior que existe por trás de todos esses estudos ? Garantir a "soberania indígena" nas terras e rios, quando parte deles próprios os interesses de comercialização de acesso e utilização dos pontos pelos operadores ? Imaginar nos dias de hoje que as "tribos indígenas" permanecem sobrevivendo desse processo de extrativismo é - na minha opinião, não necessariamente "verdade" - acreditar em "contos de fadas e assemelhados". Não quero entrar nesse mérito, mas tão somente expressar minha visão de pescador (ainda esportivo) que torço para uma mudança, mesmo que não seja a ideal para todos os envolvidos nas atuais práticas. Mas quando falo em "mudanças", só serve o termo se mais do que aplicadas, forem cumpridas e devidamente fiscalizadas por todos os envolvidos, se possível com transparência. Não consigo (falta de capacidade jurídica mesmo) entrar no mérito das "regras" postadas, sejam as antigas, sejam as que poderão ser criadas, pois sempre me parecem quase que antagônicas as realidades que encontro nos locais por onde passo (e isso não é exclusivo ao tema postado). Preciso readquirir minha crença de que a "justiça triunfará", mas - convenhamos - não está sendo algo fácil de acreditar desde 1500... Um ótimo 2017 para ambos.

Sobre nós

O Fórum Turma do Biguá (FTB) surgiu no ano de 2006. Na época os poucos fóruns de pesca que existiam estavam voltados a divulgação de produtos e marcas, ocasião em que o FTB foi criado com a intenção de reunir amigos e grupos de pesca de todo o Brasil sem vinculação a qualquer empresa ou produto..

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