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Pepe Melega

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Sobre Pepe Melega

  • Rank
    Já consegue zarar
  • Data de Nascimento 15-12-1953

Informações de Perfil

  • Localização
    São Paulo - SP
  1. http://www.morofishing.com.br/
  2. Foram dois presentes: Um colete novo Mustang - tipo inflável que vêm substituir meu antigo Bass Pro Shop. E um termômetro digital para água para ir em viagens diversas. Abs
  3. Esse já faz um bom tempo (ano de 2004) estava na companhia do guia Horacio, hospedado nos Gêmeos Pesca Esportiva em Ita Ibaté, AR - mediu 1,96 de comprimento e 98cm de diâmetro, não conseguimos pesar - pois quebrou uma balança de 65 kg - Na época mandei para o Cepta de Pirassununga, SP que respondeu algo entre 72 e 75 kg. Assumi desde então que se tratava de um peixe de 70 kg. Já tive o prazer de capturar outros grandes, mas esse continua sendo meu recorde pessoal para a espécie. O conjunto usado foi uma vara GLoomis - modelo Musky Light com 6' indicada para linhas de 20 lbs montada pelo Greg's, a carretilha uma Shimano Antares abastecida com fio de náilon 0,23mm e um líder, também de náilon marca Grilon de 0,50mm. Foram 40 minutos de embate para encosta-lo na embarcação. Abraços
  4. Boa tarde meu caro Kid M, realmente não está fácil boas opções a custo adequado. Mas, aproveitando e citando o Ricardo, não é fácil manter uma operação de selva com suprimentos, algumas facilidades e bom serviço - isso custa e é muito mais difícil do que manter em funcionamento que o bom resort na nossa costa nordeste e ou até um grande transatlântico com incentivos para atracar em portos espalhados pelo mundo. Parece difícil de entender, mas não é nada fácil e barato ter por exemplo: Garrafas de Campari a disposição dos hospedes numa viagem a barco hotel em Barcelos e quase imaginável em SIRN. A realidade de operar em lugares, aparentemente fáceis, como os mencionados é um pouco mais complicado do que aparenta a quem vai curtir sua semana tão sonhada e de difícil custo financeiro para nossa realidade de cidadãos brasileiros. Uma região que tem me proporcionado boas pescaria, com conforto, peixes troféus e custo adequado é a que ocorre em Corrientes, AR. Sabem com receber, dão valor ao que pagamos e ainda tem a possibilidade de degustar de bons vinhos. Pedrinho Pesca, Gêmeos Pesca Esportiva estão um nível de $$$ acima, mas há outras excelentes opções como Ituzaingo Fishing, Canabãs Puerto Paraizo, Matute Pesca onde é provável uma boa pescaria como você busca. Grande abraço
  5. Bom dia querido Kruel, estamos na estrada a muito tempo, tivemos e temos o prazer de ver o que pequenas atitudes como a cota zero de transporte no estado de Goiás foi benéfica, como o modelo negocio de pesca se tornou um mecanismo de progresso a população ribeirinho no majestoso Araguaia e como o modelo extrativista foi sendo esquecido - mesmo com toda a força - leia político oportunista de plantão, querendo o retorno do antigo sistema que só beneficia os intermediários. É preciso ter vivência, e essa não só pela idade, mas pelo convívio com o povo da beira d'água e entender de fato suas necessidades. É preciso de fato viver a experiência de uma aldeia e entender como ocorre sua política interna - é em cada etnia do Xingu existe também a política e existe a cultura pelo dinheiro fácil. Mas também existe a luta de dignidade de viver dentro das tradições. Quem já viveu sabe, quem já dormiu dentro de oca com acesso a TV HD recebendo imagens via satélite sabe que o silvícola já não é mais o mesmo a muito. Bom que esse tema - gerou um ruído em ti, e o temos ativo novamente. Quem sabe ainda teremos mais lutas que valerão a pena, apesar do que os anos vividos nos mostraram que essas são árduas e nem sempre justas. Abraços
  6. Uebaaa, estava atrás de algo semelhante para comprar. Para mim o primeiro ponto é a temperatura da água, o segundo o Ph dessa - mas a instabilidade como ocorre nessa temporada é o pior que podemos passar. Ficar alto e ou baixar não é o problema - alto temos a dificuldade para acha-los, baixo fica mais fácil, mas sobe e desce se repetindo a cada três ou quatro dias é terrível e o peixe sente e altera seu comportamento normal. Abs
  7. Gilbertinho, me permiti chama-lo assim, pois é como se identificou, mantenho minha posição de que há muito ruído e esse gerado por interesses diversos e inclusive externo - e os que lá frequenta, sabem como de fato as coisas funcionam, sabem do que estou falando. Há muito o termo compensação se tornou habitual na região - entendo como correto se for esse usado em áreas onde o controle de acesso é feito por serem TI e ou Unidades de Conservação, que nesse caso não ocorre - nem mesmo para se fotografar, imagine para pescar. Porém é lógico que alguns podem por lá se divertir, afinal são políticos, procuradores, desembargadores entre outros que contam com a famosa carteirada - até o momento que alguém resolve não aceitar a carteirada e o caso vêm a tona como alguns ocorridos em Mato Grosso, Tocantins e até na região por onde andou. Vou ser bem objetivo - não sou diretamente um empresário do turismo de pesca, mas sou envolvimento há muitos anos com a pesca esportiva, inclusive vivendo profissionalmente dessa desenvolvendo materiais para sua pratica e realizando artigos em revistas especializadas. O que vejo é a preparação de um terreno para o que vou chamar de loteamento de áreas com justificativa de ordenamento pesqueiro. Procura-se escutar a todos, sim há reuniões pelos municípios e também nas comunidades e articula-se de forma a parecer adequada, mas de fato parece que se trata de um jogo de cartas marcadas - não se sinta acusado, não é minha intenção de forma alguma. Mas que há um jogo em andamento há! O objetivo é claro, criar uma forma de compensação para o uso da região, algo que não vejo ruim - se esse recurso fosse de fato bem usado. Mas na pratica em nada ajuda a população ribeirinha e nem todos desejam a compensação financeira somente. Há uma corrente que deseja ser inserida no processo do turismo, quer de fato a condição de trabalho, de troca cultural e de remuneração pelo serviço prestado - pode parecer progressivo demais, mas existe. Sim existe mesmo e há casos de quem começou como barqueiro - para usar um termo mais regional (prefiro guias) e hoje são donos de pousadas de selva que se dedicam ao turismo de pesca. Há também aqueles que só queriam a compensação e hoje continuam da mesma forma que no passado e sem recurso para compra do combustível que alimenta o gerador - que veio da compensação. Há um ditado que muito se aplica a região, não dê o peixe, ensine a pescar. A industria do turismo está ai, pode ser ordenada e regulamentada de forma a criar oportunidades, gerando recursos e troca de cultura - não de forma compensatória, mas sim por um serviço prestado. Criar oportunidades de pontos de trabalho remunerado é o melhor incentivo que a região pode ter. Fixa o nativo a sua terra de origem, faz com que os visitantes entendam e aprendam seus costumes e na troca se aprende o que é o lugar de origem dos visitantes - com um impacto pequeno em relação a geração por industrialização. Não sou o dono da verdade, mas minha vivência e andanças por modelos de ordenamento de pesca esportiva indicam ser esse um bom caminho para o equilíbrio. Grato por suas posições e esclarecimentos,
  8. Infelizmente há muito ruído acontecendo, JR Cruel, Fabricio e Gilbertinho de fato há ocorrências na região de SIRN e houve e há um ruído ainda pior acontecendo por parte de operadores de outras regiões querendo colocar lenha nessa fogueira - acha visto o comentário do Cachorão - a quem conheço pessoalmente. De fato há uma consulta de operadores não só de origem externa (fora do Brasil) e também outros antigos que usam o sistema compensatório para se firmar em aéreas que são vendidas como exclusiva de suas operações. Há um atrativo por pescar em aéreas de reservas - como APA e ou TI de difícil compreensão à mim, mas de muito efeito em diversos tipos de turistas pescadores como se isso lhes fosse uma vantagem - de nada adianta estar nesses locais se não sabe o que fazer! E isso é explorada de forma até inadequada por pouco operadores de plantão que sabem atingir essa demanda criando a oferta. Sabemos que isso existe e luto (e outros também) contra essa atividade com a ferramentas que disponho. APA e TI devem ser respeitadas e isso é o que vejo os operadores sérios de SIRN e Barcelos fazerem, até há alguns debates mais sérios por parte de alguns que evitam o desejo de seus clientes em saborear uma culinária regional por contarem com colaboradores que se autorizam a caça-los por serem nativos. Mais o ruído - a qual Fabricio menciona, é o que mais incomoda, pois cria instabilidade a quem fez e faz um trabalho bastante adequado na região colaborando com a economia local, e comunidades que abastecem com mão de obra e alguns produtos de cultivo local. Artesanato pode ser lindo, bem feito e custar pouco, mas não pode ser tratado como moeda de troca - O turista pescador não é 100% interessado nesse produto, logo não há uma demanda grande a essa oferta - e que sempre é lembrada nas reuniões de ordenamento das regiões pesqueiras existentes. A demanda a ser criada para melhor usufruir do recurso turistico originário da pesca do tucunaré requer treinamento da mão de obra local para exercer atividades a essa industria, mas será que os municípios estão cientes e desejosos por essa atividade? Será que estão prontos a terem mais hotéis, restaurantes em suas ruas? E os ribeirinhos no geral estarão desejosos de uma trabalho real ligado a uma receita justa? Esses são pontos a serem pesquisados e merecedores de atenção. Pois o dinheiro fácil pelo simples fato de autorizar a entrar em suas terras para pescar é comum e usado por alguns oportunistas de plantão que se dizem operadores e nada acrescentam de fato a região Abraços
  9. Bárbaro Rogério, algumas observações - O ocorrido - Dinossauros da Pesca - foi em Guaratuba, PR, por ocasião do Sul Brasileiro de Pesca 2016 - tradicional prova de pesca ao robalo que já comemorou 40 anos de existência. Não considerei o peixe ativo em nenhum um dia - salvo talvez no lago em que Ronaldo achou uma boa quantidade de exemplares, mas mesmo assim tenho duvidas. Peixe ativo não admite invasão de seu território, não dá uma segunda chance a sua isca quando está disputando comida - acerta na primeira, mostra a cara - mesmo que não ataque, para dizer que é seu territorio. Sem querer bajular o grupo e até a mim mesmo foi uma semana de muito trabalho diferenciado com as iscas que acabaram sendo atacadas. Essa temporada 16/17 onde a água sobe e desce está sendo bem difícil para todos e conseguimos até um resultado que surpreendeu, em minha opinião, considerando minha vivencia na região. Nunca tive a sorte e o prazer de fazer uma pescaria com 100 exemplares de porte onde um único pescador pegou 20 exemplares de 20+ lb, sei o quanto é difícil provocar o ataque de um exemplar recorde - afinal eles não são grandes a toa. Muito feliz em dividir o Tucuninha novamente com amigos queridos e excelentes companheiros de pesca. Abs
  10. Essa temporada (2015/2016) de Amazônia estou usando muito uma Chronarch C14 e até o momento não apresentou problemas - vou abri-la em janeiro/2017 para ver como está seu interior e me manifesto aqui. Uma carretilha que "teoricamente" foi feita para ser usada na Amazônia - penso assim pelo seu recolhimento rápido 8.0:1 foi a Venator SE, faz duas temporadas que tenho trabalhado hélice com ela e vêm se portando bem. Curado 200 IHG( nova, a cinza), foi uma decepção - por causa do freio (drag) alteraram o antigo esquema que consagrou a Curado para se usar na Amazônia - hoje usam um disco de carbono bem mais estreito e outro de metal cônico - de fato deixa o freio mais macio e continuo, mas perdeu sua capacidade de força - a única forma de ficar bom e trocar o disco de metal por um plano - não adianta, a meu ver, trocar o disco de carbono - colocando mais largo e ou de maior espessura, pois o disco de metal irá continuar a ter ação em pouco área desse. Gosto das Steez, vejo colegas de pescaria se dando muito bem com elas e recomendando, gente que vai muito atrás de um açu, são boas maquinas que já usei. Mas se for para recomendar uma vencedora, a Metaniun DC 6 é até o momento a melhor carretilha que já usei na região Amazônica. Abraços
  11. Dourado 38 lb (16 kg) na rodada com isca natural (mamacha) em Paso de La Patria, hospedado em Pedrinho Pesca - Foto: Mauricio Souza. Abs
  12. São impecáveis, pesadas para o pensamento atual, mas mecanicamente bárbaras. Abs
  13. OK, obrigado Armando Ito. Minha opinião é que a CVZ são superiores as Calcutas - não dá para comparar apesar das Shimanos serem excelentes. Abs

Sobre nós

O Fórum Turma do Biguá (FTB) surgiu no ano de 2006. Na época os poucos fóruns de pesca que existiam estavam voltados a divulgação de produtos e marcas, ocasião em que o FTB foi criado com a intenção de reunir amigos e grupos de pesca de todo o Brasil sem vinculação a qualquer empresa ou produto..

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