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  1. Em itaibate-AR, alguém tem informações de como estão os serviços da pousada Don Vidal? Algum tempo atrás me disseram que tinha caído muito a qualidade.
  2. Tô pensando em pescar os açus, alguém conhece esta pousada, Recanto do Maçarico, alguém recomenda?
  3. A POLÊMICA E CONTROVERSA PESCA DE SANTA CATARINA Pergunte a qualquer pescador em Santa Catarina como está a pescaria, a resposta será um termo entre ruim e péssimo. Com algumas variantes entre já esteve melhor e pode melhorar. Lastimável, é como se define a pesca em Santa Catarina. Um estado que demonstra tamanho altruísmo em diversos setores e assuntos, uma população com invejável desenvolvimento social, econômico e intelectual, mas que se mantém na contramão das praticas e ideias de sustentabilidade e preservação do meio ambiente, principalmente no que tange a pesca, amadora, artesanal e industrial. Não precisa andar muito para se ver em diversas cidades do estado mangues, o berçário de grande parte da vida marinha, cedendo espaço para o progresso e ganancia da maldita herança açoriana. Vide Avenida Beira Mar Norte e rodovia SC 401 em Florianopolis, a instalação de uma mega marina ou ainda as praças e pavimentações da beira rio em Itajaí, as construções ostensivas de Balneário Camboriú, enfim sem berçário onde a vida marinha poderá se renovar? Percebi há algum tempo que muito além de hobby, a pesca é uma ciência. Inexata e muitas vezes empírica, sem qualquer postulado quando tratamos do pescador, o anzol e o peixe. Mas inequivocamente exata quando se trata exclusivamente do peixe, uma vez que, não se respeitando medidas, cotas e temporadas de reprodução, tem-se uma sensível e gradativa queda das populações de peixes, tamanhos dos exemplares, variedades de espécies e consequentemente, a diminuição da atividade da pesca, em qualquer modalidade, da amadora a profissional. Por isso, dentre outras razões, a importância de fortalecer órgãos de regulamentação e fiscalização já existentes no intuito de conscientizar a pesca e o pescador. Em Santa Catarina, baseando-se na cultura e atitude dos pescadores, focada basicamente na quantidade de peixes pescado, quanto mais, melhor. Incapazes de devolver para água os peixes fora de medida e tampouco respeitam os períodos de reprodução. Aliás, é notável a agressividade até mesmo das tradições no estado. Os catarinenses são ávidos por uma espécie de peixe, a tainha, que é pescada aos milhares no inverno. Esta espécie de peixe não é natural da costa catarinense, e justamente ocorre neste período do ano devido ao seu processo migratório de reprodução. O que instiga ainda mais sua pesca, pois a tainha que é mais valorizada ao paladar dos “barriga verde” é justamente a tainha ovada. Com essa fome, a tragédia é presumível. Não existe qualquer tipo de consciência por parte dos pescadores e/ou consumidores. Eles acreditam veementemente que os peixes, principalmente oceânicos, são inesgotáveis. E sem nenhum tipo de educação, fiscalização e punição seguem com seu processo de esgotamento dos recursos pesqueiros pela costa catarinense. Cena comum por aqui é o pescador e sua tarrafa. Em tempo, corrigindo essa conotação bucólica gerada pelo singular, pescadores e suas tarrafas e redes. Estão em qualquer barra de rio, ponta pedra, trapiches, em cima de pontes, em embarcações e o que é pior, também em manguezais lançando incansavelmente suas tarrafas e estendendo suas redes de pesca e fazendo, o nada seletivo arrasto. Ainda que artesanal, essa pesca merecia um olhar mais apurado dos órgãos regulamentadores e de fiscalização. As tarrafas e redes, mesmo que feitas a mão, geralmente não dão chance ao peixe em qualquer tamanho, de qualquer espécie e em qualquer época. Regulamentar e restringir o uso de tarrafas e redes seria uma saída racional, todavia o mais adequado atualmente seria uma atitude radical como banir o seu uso. Há hoje muitos países pelo mundo e não distante, alguns estados brasileiros já têm a pesca esportiva como considerável item de sua planilha financeira. Como o caso, do Black Bass no norte dos EUA, dos Dourados na Agentina, da grande diversidade de peixes no Panamá, na Costa Rica, dos Robalos no norte e nordeste do Brasil, do Pantanal mato-grossense, da Amazônia, dos Tucunarés da serra da Mesa, de Três Marias, do Lago do Peixe e inúmeros outros lugares e espécies. Claro que isso veio de empenho, disciplina, conscientização e colaboração entre governo e população para o desenvolvimento do turismo de pesca esportiva atraindo para o setor uma expressiva experiência na preservação e respeito ao meio ambiente além de alta lucratividade não só no setor de turismo como em toda economia. Já que existe para essas operações há uma demanda de passagens aéreas e/ou terrestres, translado terrestre, restaurantes e rede de hotéis, alugueis de barcos e motores, contratação de guias de pesca experientes, rede de lojas e profissionais de fornecimento e manutenção de itens específicos de pesca, casas e bares de lazer, etc. O que dizer da pesca esportiva em Santa Catarina? Dizer que ela praticamente inexiste, pois qualquer peixe que entre nos anzóis e garateias dos ditos pescadores esportivos de Santa Catarina serão soltos sim, soltos no óleo quente de suas frigideiras. E medida de peixe nesta hora se torna até uma piadinha para eles, que quando interrogados se aquele peixe, fora da medida, não estaria pequeno para o abate, prontamente respondem: se fosse maior não caberia inteiro em sua frigideira. E se é você quem solta o peixe perto deles, logo lhe nomeiam idiota. Justificam seus atos ostentando o seu alto investimento feito no equipamento de pesca. E dessa forma, grandes matrizes, responsáveis pela manutenção populacional daquela determinada espécie considerada esportiva além de uma promissora fonte turística para o estado terminam por virar janta na casa do desleal pescador esportivo catarinense. Pode se dizer que não fosse pela região do rio Palmital, Baia da Babitonga, especialmente Garuva, arrisco afirmar que o turismo de pesca no estado seria nulo. Frente ao alimento nutritivo e saboroso que é o peixe, não há que se envergonhar em matar um ou outro para se alimentar ou mesmo tomar aquela cerva querida. O que não dá é para fazer essa matança desenfreada que acontece em Santa Catarina. Há quem defenderá os que dependem da pesca para comer. E são estes, tanto os que dependem da pesca para comer quanto os que defendem esta bandeira, que devem ser os primeiro a se conscientizar e difundir ideias e atitudes sustentáveis. Preservar hoje para ter amanhã. Pescador que não deve não teme, pequenas atitudes como pesque e solte podem sim fazer a diferença. Somente permanece o que muda e a mudança começa por você. Grande abraço e boas fisgadas a todos.
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