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Encontrado 9 registros

  1. Restam 02 vagas da promoção de lançamento TROMBETAS BUDGET Abril de 2017 11 a 17 – 02 vagas Pacote de pesca ideal para quem procura funcionalidade e objetividade aliada à um excelente custo-benefício. Venha conhecer essa nova opção no Rio trombetas 05 dias de pesca – R$ 4.900,00 com Taxi aéreo incluso ida e volta partindo de Manaus. Informações e detalhes Pelo whatsapp 19 99811-7796 Contato por telefone: (19) 3562-6964 Email:contato@pimentafishing.com.br
  2. Ultimas vagas da promoção de lançamento TROMBETAS BUDGET Abril de 2017 11 a 17 – 02 vagas Pacote de pesca ideal para quem procura funcionalidade e objetividade aliada à um excelente custo-benefício. Venha conhecer essa nova opção no Rio trombetas 05 dias de pesca – R$ 4.900,00 com Taxi aéreo incluso ida e volta partindo de Manaus. Informações e detalhes Pelo whatsapp 19 99811-7796 Contato por telefone: (19) 3562-6964 Email:contato@pimentafishing.com.br
  3. TROMBETAS BUDGET PROMOÇÃO DE LANÇAMENTO!!! ULTIMAS VAGAS PARA ABRIL 2017 ABRIL - Peixes: Couro (Todos), pacu, trairão, cachorra entre outros Datas disponíveis 12 a 18 - 5 dias de pesca - qua/qua (em aberto) – falta 4 vagas 18 a 25 - 6 dias de pesca - qua/ter (em aberto) – falta 2 vagas 25 a 01 - 5 dias de pesca - qua/ter (em aberto) – falta 8 vagas Acesse e confira nossa operação ou Informações e detalhes Pelo whatsapp 19 99811-7796 Email:contato@pimentafishing.com.br
  4. TROMBETAS BUDGET LODGE RESTAM POUCAS VAGAS PARA A PROMOÇÃO DE LANCAMENTO! ABRIL - Peixes: Couro (Todos), pacu, trairão, cachorra entre outros R$ 4.900,00 (05 DIAS DE PESCA) Translado manaus/pousada/manaus (Táxi aéreo incluso) Datas: Abril 2017 19 a 25 - 5 dias de pesca - qua/ter (em aberto) – falta 8 vagas 25 a 01 - 5 dias de pesca - qua/ter (em aberto) – falta 8 vagas Incluindo também: - Refeições - Chumbadas e iscas brancas ( peixes ) inclusas. - Lanchas com bancos estofados e plataformas para bait casting. - Bebidas: água, cerveja* e refrigerante. - Pousada com ventiladores e duas camas por quarto *Taxi aéreo e Cerveja conforme especificado em contrato Objetivo Trombetas Budget Lodge é ser o pacote de pesca ideal para quem procura funcionalidade, aliada à um excelente custo-benefício.
  5. TROMBETAS BUDGET UMA NOVA OPÇÃO DE PESCA NO RIO TROMBETAS PROMOÇÃO de lançamento TEMPORADA ABRIL E SETEMBRO / 2017 Descrição do pacote: O Trombetas Budget é o pacote de pesca ideal para quem procura funcionalidade e objetividade aliada à um excelente custo-benefício. Vagas Disponíveis Abril 2017 "Operação exclusiva para peixes de couro" Peixes: Couro (Todos), pacu, trairão, cachorra entre outros 12 a 19 - 6 dias de pesca - falta 4 vagas 19 a 25 - 5 dias de pesca - falta 2 vagas 25 a 01 - 5 dias de pesca - falta 8 vagas Setembro 2017 "Variedade, esportividade com iscas artificiais" OBS. Grupos somente de 8 pessoas, optando por 6 dias de pesca será cobrada uma diária e será concedido um desconto. Fale conosco: Contato por telefone: (19) 99811-7796 watts Email:contato@pimentafishing.com.br Aproveite e confira todas as nossas operações de pesca em nosso site. www.pimentafishing.com.br
  6. Pimenta Fishing agora no FTB Amigos, é com grande prazer que anuncio a todos os pescadores do FTB que agora a Pimenta Fishing estará aqui, oferecendo a todos vocês, um novo e fantástico destino de pesca no coração da floresta amazônica. Apesar de possuímos uma dezena de destinos nacionais e internacionais fantásticos, iniciamos nossa conversa apresentando a nossa empresa para todos vocês. A Pimenta Fishing é uma empresa focada no turismo de pesca, localizada em Pirassununga interior de São Paulo, desde o início a ideia é levar a possibilidade de uma grande pescaria aos pescadores, organizando operações de pesca nos mais diferentes destinos. Somos uma operadora de turismo 100% voltada a pesca esportiva, criada sobe esse conceito, o que permite atender de forma eficaz e organizada o interesse de nossos clientes. Quando se fala em pescaria amazônica é difícil não falar em FTB, mas imaginem o que é, num mesmo roteiro de pesca, conseguir fisgar tucunarés amazônicos (Thyororus), piraíbas, trairões gigantes, jaús e cachorras largas enormes e muitos, muitos outros peixes superesportivos. Sim, resolvemos criar a Pimenta Fishing para leva-los a lugares pouquíssimos conhecidos, onde a piscosidade é tão grande que mesmo em situações adversas, a certeza do sucesso é quase que uma certeza. Finalizando, apresento-lhes inicialmente um um roteiro imperdível e que se enquadra perfeitamente com a maioria dos pescadores do fórum. Um local único, pouco pescado e com preço muito, muito acessível. Com vocês, a operação Pimenta Fishing / TROMBETAS - PARÁ. A pedido do Fabrício, não estarei postando informações mais específicas sobre a operação (a qual comentarei na sala Pacotes de Pesca), mas abaixo estarei postando algumas fotos dos peixes capturados em nossa última pescaria no Trombetas. Nossos clientes descrevem o sonho e o local de pesca (região de pesca e espécies a serem pescadas) e fazemos o melhor roteiro, mas sempre voltado a preservação ambiental. Temos alguns locais selecionados para roteiro de pesca, porém sempre deixamos o cliente bem à vontade para a escolha. Clique aqui e confira nosso preço de inauguração. Você se surpreenderá com o valor da diária completa de pesca. E em nosso pacote o voo de Manaus até a pousada, ida e volta, já está incluso. Você não se preocupa com nada. Temos apenas 07 semanas disponíveis. Fale conosco: Contato por telefone: (19) 99811-7796 watts Email:contato@pimentafishing.com.br Aproveite e confira todas as nossas operações de pesca em nosso site. www.pimentafishing.com.br
  7. Olá, Cabras da Pesca! Em janeiro de 2016, iniciei minha busca por um lugar inexplorado na Amazônia – uma vez morando em Manaus, é hora de realizar meus sonhos, então “mãos à pesca”. Queria encontrar um rio distante e de difícil acesso, para colocar em prática um conceito que vinha mexendo com minha mente. Algo que já não vemos atualmente com tanta frequência e que traz uma interação diferenciada com a natureza: o acampamento selvagem. Também estava interessado em alguma outra espécie de tucunaré que atingisse grande porte (os “outros açus”), já que a calha do médio rio Negro e seus afluentes é propícia apenas para barcos hotéis. Então, minha ideia principal era descobrir um bom ponto de Pinimas (Cichla pinima), mas a região que este peixe ocupa é gigantesca, e eu mal sabia por onde começar. Mas quando a gente trabalha com vontade, prazer e persistência, podemos ser surpreendidos – de forma positiva! Fui convidado a conhecer o tucunaré Vazzoleri (Cichla vazzoleri), saindo por Parintins. Recebi um convite para ir ao rio Nhamundá, o que aceitei prontamente, mais por falta de opção do que qualquer outro motivo. Já tinha visto as fotos e vídeos desse peixe na região de Balbina e rio Uatumã, mas com tamanhos nada estimulantes. Aqui alguns Vazzoleri que seriam considerados ótimos exemplares nesses destinos. Contudo, na região do Trombetas, do qual o Nhamundá é afluente, o tamanho era um pouco melhor, de forma que já poderia proporcionar boas brigas. Um pouco contrariado por só ter em mãos equipamentos dimensionados para o açu do rio Negro (C. temensis), parti rumo ao Nhamundá, achando que aqueles equipamentos estavam desproporcionais aos peixes que encontraríamos. Pousei no aeroporto de Parintins e seguimos para o rio Nhamundá, subindo em dois botes. Ao chegarmos na região do Espelho da Lua, onde alguns pequenos barcos regionais (moradores da região) estavam presos devido à seca, a meia hora da cidade mais próxima, fiquei sabendo que não pescaríamos no Nhamundá, e sim no Rio Paratucu, seu afluente. Organizando, para o amigo pescador entender: o rio Paratucu é afluente do Nhamundá, que é afluente do Trombetas, que é afluente do Amazonas. Adentramos o Paratucu e constatamos o nível baixíssimo de água, somado a uma praticamente ausência de canais de navegação. O rio é completamente raso de uma margem a outra, formando uma barreira natural contra a entrada de embarcações maiores. Em vários trechos, tivemos que arrastar o bote com água no tornozelo. Numa parada, já preparei um conjunto, para tentar fisgar meu primeiro Vazzoleri. O cenário era deslumbrante: água cristalina que refletia um verde azulado, parecido com algumas regiões marinhas. A quantidade de aves ainda impressiona. Um ambiente fantástico, eu tinha quase certeza que iria pegar pelo menos um peixe que brigasse bem com as varas de 25 lb e tomassem linha... Será? Uma Turma de Biguás! Lembrei imediatamente dos amigos aqui do fórum! Começamos a pescaria e o guia nos levou a um bom lago. Meu parceiro usou de toda a sua experiência e logo pegou uns 5 paquinhas, então apareceu um monstro na linha dele. Fiquei em êxtase, nunca imaginei que veria um Vazzoleri gigante tão rapidamente. Minha euforia contrastava com a indiferença dos outros, habituados a verem troféus ainda maiores, o que dava um nó na minha cabeça. Aqui temos o registro do primeiro peixão da pescaria. Então retomamos a pescaria, neste dia só acertamos mais paquinhas, que nem têm cara de Vazzoleri, então para mim não contava ainda. Decidimos subir ainda mais no dia seguinte. Meu parceiro pega um peixão no pedral, no visual, devido à água incrivelmente cristalina. A força deste peixe na linha foi algo absurdo, tucunaré gigante na corredeira, só pegando um para saber o desafio que é. Confiram mais este monstro de Vazzoleri e o cenário ímpar, notem como a água é cristalina. Resolvemos repassar o ponto, pedimos pro guia jogar uma twitch, a fim de cobrir nossos arremessos. Logo no começo do ponto, antes de começar o pedral, a galhada deu ao guia um peixe grande. Ele forçou e logo escapou, mas enquanto recolhia, o par do peixe acompanhou e pegou junto ao bote, muita briga (na correnteza é demaaaaais!!!!) e o guia embarcou seu peixão também. Aqui as fotos do troféu dele. E eu, nada. O parceiro segue dando show, entramos num lago e enquanto eu brigo com um belo paca, ele fisga o peixe que acompanhava. Eu perdi e ele tirou o dele, aqui o registro (não perca a conta, é o terceiro gigante do dia!). Assim que ele soltou o peixe, coloquei uma hélice de 15 cm e comecei a jogar para o meio do lago. O parceiro arremessa para a galhada e imediatamente ferra outro monstro (estava demais o garoto!), observo um pouco e quase arremesso para o meio, quando vi uma onda perto do peixe dele. Arremessei 2 metros para o lado e notei o gigante partindo em direção à minha isca, dei uma puxada, veio a paulada no meio da segunda puxada, uma explosão espetacular e o equipamento que me parecia superdimensionado gemia e bebia água com aquele trator na ponta da linha. Pegamos um dublê incrível!!! O peixe do parceiro, com uma coloração magnífica. E o meu peixe, meu primeiro Vazzoleri gigante, uma libra a menos do que o recorde mundial atual, na traaaaaave. Um único peixe e a pescaria já estava ganha. Um peixe incrível!!! Assim, encerramos o segundo dia com 5 gigantes. Eu não conseguia acreditar, mas o guia achava tudo tão normal que chegava a me assustar. Que lugar era aquele? Seriam reais as possibilidades de bater o recorde? Resolvemos que no terceiro e último dia, subiríamos o máximo possível. Então começou o último dia e já notamos que, lá para cima, estava raso demais, arrastamos muito e os lagos totalmente secos. Viramos para a jusante e descemos pescando. Numa parte rasa do rio, notei uma sombra com “cara de peixe” e lancei a T20 por baixo das árvores. Vim trabalhando, quando a isca saiu da sombra, notei o monstro dourado embaixo acompanhando - com 1 metro de profundidade se acha até uma moeda de 1 centavo no fundo deste rio, tamanha a limpidez da sua água – continuei trabalhando firme (apesar da adrenalina), e naquele mergulhinho da isca, pude ver a bocarra branca se abrir e a isca sumir lá dentro. Dei uma ferrada moderada pra cima e soltei bem a fricção da carretilha, desci o rio brigando com aquele peixe incrível, brilhando suas cores intensas e saltando demais. Consegui embarcar o gigante e aproveitei para refrescar o calor naquelas águas tão piscosas. Novamente, uma libra me separava do recorde mundial. Na traaaaaaaave! Falando em refresco, vejam aqui um dos muitos igarapés de água gelada, perfeitos para um pit stop regado a ceviche e cerva trincando. Então retomamos a pescaria e chegamos à boca de um lago bem mais fundo. Cansado e sentado no bico do bote (ponta da proa), arremessava a hélice de 15 cm pra frente do bote, enquanto o parceiro e o guia varriam as outras direções. Logo no começo do lago, tomo uma linda porrada de um peixe amarelão, mas não muito grande, ele toma um pouco de linha na direção do fundo e, de repente, fica muito pesado. Forço um pouco para cima e a uns 2 metros da superfície conseguimos ver que a isca foi atacada por outro peixe muito maior. Os dois se embolam e, perto da superfície, o menor se desvencilha da isca e fico só com o grande. O que ficou, salta duas vezes e corre em direção a uma praia, encalhando sozinho. Desço e vou até ele, que não resiste muito e posa bonito para as fotos. Agora cheguei ainda mais perto. Apenas meia libra abaixo do recorde mundial, essa foi no travessão! Aqui o registro desse peixe. Pouco mais à frente o parceiro engata um monstro que não vemos nem a cara, vai pro pau e deixa a isca lá. Eu ainda perdi dois peixes enormes em ataques fenomenais em pleno leito do rio, mas estava com a isca de hélice e eles erraram. Contabilizamos apenas 80 tucunarés em 3 dias, porém 8 foram troféus, ou seja, uma proporção de 10%. A cada 10 peixes, saiu um troféu. Fui embora com a sensação de que, no rio Paratucu, bater o recorde mundial é uma possibilidade real. Logo os amigos me confessaram seu desejo de levar mais pessoas para pegar estes peixes incríveis e, para isso, confiariam a mim a missão de divulgar o Paratucu. Após um mês de conversas e muitas interferências minhas no projeto, resolvi voltar lá para mais 3 dias de caçada ao recorde mundial e averiguar todas as possibilidades e acertar os detalhes de um possível novo destino de pesca. Desta vez, o parceiro não pôde ir e o guia optou por não pescar, apenas me observar e pegar mais experiência nesta função. Achei ótimo e seguimos. Acampamos no mesmo lugar e iniciamos a pescaria nos lagos que estavam secos um mês antes, afinal o rio tinha subido um metro. Então eram 29 de fevereiro de 2016, amanheceu chovendo e esperamos passar. Enfim, navegamos rio acima e paramos no primeiro ponto, onde fiz alguns arremessos fora do lago com a hélice. 2 paquinhas abriram os trabalhos. Então, ainda de fora do lago, troquei de vara e arremessei a zara Realis Pencil 110 longe lá dentro dele. Exatamente 10 horas da manhã. Tic Tac Tic Tac Tic Tac POOOOOOWWWWWW O peixe correu a favor da linha e eu recolhendo o mais rápido possível, ele passou pela boca do lago ganhando a correnteza e finalmente mostrando toda a sua fúria, ao mesmo tempo em que nós tínhamos acabado de passar para a água calma dentro do lago. O guia girou a canoa e o peixe voltou e subiu a corrente. Giramos novamente e ele adentrou o lago, foi quando correu no limpo e eu liberei metade do drag para não correr riscos desnecessários. Fomos atrás dele e ele girando ao redor da canoa, uma briga alucinante. Levou mais de 10 minutos até perceber que era um peixe gigantesco. Liberei mais ainda o freio e finalmente o embarquei. Emocionado, gritei que era o recorde. 16 LIBRAS de Vazzoleri, 3 libras a mais do que o recorde atual, peixe de 13 libras do meu amigo e grande pescador Ian-Arthur de Sulocki. Não tenho palavras para descrever a emoção de pegar um peixe desse. Fizemos todo o registro como mandam as regras da IGFA e liberamos o gigante dos gigantes. Aqui as fotos desse incrível animal. Primeiro peixe da minha Antares HG foi o Recorde Mundial. Reflexo usado para fazer a foto. Após a soltura do peixe da minha vida até agora, seguimos lentamente lago adentro conversando e achando incrível tudo aquilo, começar já batendo o recorde mundial. O guia afirmou insistentemente que o Paratucu tem peixes ainda maiores, mas isso nem passava pela minha cabeça. Então, em meio ao papo, enxergo um peixão naquela água cristalina. “Olha o gigante que tá ali, vou jogar na cara dele.” A isca tocou na água 1 metro à sua frente e instantaneamente POOOOOOWWWWWW, tomou mais de 20 metros de linha, achei que não ia parar nunca, entrou na galhada e eu parei de segurar. Chegando perto, fui trazendo bem devagar e ele desfez o caminho. Depois brigou limpo e eu embarquei. Outro gigante, esse com 11 libras, assim, em arremessos seguidos. Liberei o peixe tão rápido que esqueci de posar com ele, tamanha a confusão em minha cabeça pelo peixe anterior. Mas não faz mal, aqui a medida do monstro. Ao terminar de bater o lago do Recorde, o guia nos conduziu a uma pequena praia em frente ao lago. “É aqui que quero fazer o acampamento.” Fiquei atônito! “Aqui? E nós pegamos o recorde bem ali em frente?” Inacreditável! Analisamos o local e definimos que sim, será ali a nossa base, no melhor da pescaria, num ambiente completamente isolado e inacessível por outros meios. E de onde poderá ser visto o local da captura do recorde. Vou até colocar uma plaquinha lá. Seguimos pescando no rio, mas nada de peixe. Subimos para outro lago muito bom. O guia falou que tinha um “morador” muito grande na entrada desse lago, mas que ninguém conseguia pegar. Ele parou o motor antes e se aproximou devagar. “Marcel, joga nessa esquina e vem trazendo que ele tá lá, mas faz ele pegar, que ninguém acertou fisgar ele ainda.” Eram 16 h em ponto. Arremessei e vim trabalhando a zara bem provocante, bem estralado ao invés do TIC TAC. Dito e certo, uma onda enorme se formou atrás da isca e ela “surfou” uns 30 cm pra frente, folgando a linha. Assim que recolhi a folga e a isca estralou novamente, o peixe abocanhou a isca de baixo pra cima numa porrada incrível, todo o seu corpo saiu quase um metro fora da água, aquela barra dourada gigantesca quebrando o silêncio do lago com um estrondo era de arrepiar, eu já sabia que era gigante, brigou sujo e eu tive que segurar, quando finalmente cansou eu liberei mais o freio e administrei. Chegando perto, a água cristalina já mostrava que este peixe também daria recorde. Ao embarcar o peixe gordo de lindas cores, pesei o bicho e... 16 LIBRAS de novo!!!! Eu não cabia em mim de felicidade. Vejam que peixe maravilhoso! PoOoOoOoOoOoOoOwWwWwWwW!!!!! Para agilizar a soltura do monstro, resolvi fazer o registro para tentar o recorde de comprimento, já que é mais rápido e não precisa desembarcar. Fiz as fotos na câmera e filmei a soltura obrigatória no celular – infelizmente, ao chegar a Manaus, na correria para ir fazer rapel, não fiz backup dos vídeos e, na volta, perdi meu celular. Fiquei arrasado, porque este segundo peixe não vai arriscar um merecido certificado de comprimento da IGFA, além das lindas solturas dos dois gigantes anteriores (todos os 3 peixes me deram banho na saída, parecia combinado entre eles). Mas o primeiro de 16 lb está completamente registrado e será submetido a recorde de peso e os amigos do FTB, o melhor fórum de pesca do Brasil, estão tendo a notícia em primeira mão. O melhor dia de pesca da minha vida havia terminado (apenas 12 tucunarés, porém 3 gigantes, uma taxa de 25%!), debaixo da chuva pesada que ameaçou cair o dia inteiro, mas nos permitiu pegar estes peixes espetaculares. Mas daí a chuva não parou mais, tínhamos batido o recorde mundial de tucunaré Vazzoleri no último dia daquele verão prolongado (seca histórica), o melhor dia de pesca da minha vida, e nos dois dias seguintes comemos picanha e peito de frango, porque não dava pra pegar nem pro almoço. Chuva pesada e praticamente ininterrupta. Água subindo a olhos vistos e muito suja. Mas voltamos mais que satisfeitos: pegamos o recorde mundial como havíamos sonhado e avaliamos in loco todos os aspectos necessários para nosso acampamento selvagem. Em breve, aqui no FTB, estará a divulgação dessa nova opção para pescadores esportivos apaixonados pelo tucunaré, com oportunidade de conhecer os maiores Vazzoleri que existem, enfrentá-los em água corrente, que é um desafio à parte, e com possibilidades reais de bater novamente o Recorde Mundial para a espécie. No mínimo, você sabe que estes dois peixes estarão lá, crescendo para que você os capture novamente. O Vazzoleri é muito maior do que estamos acostumados a ver, é muito maior e mais interessante do que eu poderia imaginar, e agora quero dividir esta emoção com os amigos pescadores. Aguarde só mais um pouco, o exclusivíssimo acampamento selvagem no rio Paratucu estará disponível em breve. Finalizo este relato pedindo a torcida dos amigos pela homologação de mais um recorde do Brasil, do FTB! Grande abraço em todos!
  8. Vazzoleri Camp Acampamento Selvagem Rio Paratucu – Temporada 2016 VAGAS PROMOCIONAIS Devido a remanejamentos e remarcações, estas vagas abaixo estão com 10% de desconto. Setembro 2016 11-17 : 4 vagas - R$3.600 cada 18-24 : 4 vagas - R$3.600 cada LOCAL Rio Paratucu, Amazonas. Este rio de águas incrivelmente cristalinas é afluente do rio Nhamundá, na bacia do famoso rio Trombetas, porém é no Paratucu que estão os maiores tucunarés existentes da espécie Cichla vazzoleri. Para os amantes da pesca com mosca (fly fishing), o rio é muito farto em Matrinchã, além de uma infinidade de espécies menores de jacundás, acarás, pacus e até peixes de couro (geralmente pequenos surubins) que poderão atacar as iscas, o que não ocorre com frequência na pesca com iscas plásticas/madeira (baitcasting), focada no tucunaré. As águas cristalinas poderão proporcionar aos praticantes de fly condições extraordinárias para a pescaria, mas em qualquer modalidade tem-se a rara oportunidade de pescar no visual e observar a luta do tucunaré também dentro da água e não apenas nos saltos. O rio Paratucu também é extremamente raso em toda a sua extensão, chegando a não ter canais de navegação em vários trechos do rio, o que impede o acesso dos barcos-hotéis que operam no rio Nhamundá durante a temporada de pesca. PERÍODO A temporada começa sempre em setembro e geralmente finaliza em dezembro. Longas estiagens devido a eventos El Niño podem permitir pescarias em janeiro e até fevereiro. Nesta temporada, dois potenciais recordes mundiais foram capturados no dia 29/2 por mim. Já estou providenciando seu registro junto à IGFA. Em cada bote, estará disponível um Boga Grip original e um tapete de medição (ictiômetro) oficial da IGFA, portanto, caso você capture um novo recorde, eu (Marcel Werner) pagarei as despesas e farei todo o procedimento para o registro do seu Recorde Mundial. ESTRUTURA Apesar de se tratar de um acampamento, haverá uma generosa estrutura de apoio à higiene e segurança, além de um potente gerador elétrico para atender às nossas necessidades. As barracas serão individuais e no tamanho “4 pessoas”, além de possuir colchão e mais itens de conforto. A área terá iluminação e banheiros amplos e confortáveis. Finalmente, um prédio de apoio conterá um pequeno depósito, a cozinha e a mesa para refeições, tudo para proteger a nossa alimentação – do preparo até o consumo – nas melhores condições de higiene e protegidos de besouros, moscas etc., que costumam perturbar nas refeições. Importante: lá não tem pium! Os botes de 5,5m de comprimento terão motor de popa 25 HP e motor elétrico; haverá um quarto bote completo como reserva! ROTEIRO Há vôos diários para Parintins pela Azul e pela Map, tanto vindo de Manaus-AM como de Belém-PA. Recomenda-se a ida para Manaus no sábado e voar para Parintins no domingo de manhã. O serviço começa em Parintins, no domingo (buscando os clientes no aeroporto ou hospedados em hotel, no caso de ter ido antes), e se encerra no sábado seguinte, ao final da pescaria (idem, aeroporto ou hotel). DETALHES DO PACOTE Cada grupo será composto de apenas 6 (seis) pescadores, ou seja, são pouquíssimas vagas para a temporada, então apresse-se em conseguir sua vaga, pois elas esgotarão muito rápido. O local é inexplorado e pretendemos manter uma pressão de pesca baixa. Também há o fato de que o rio é estreito e o trânsito intenso de voadeiras poderia influenciar no comportamento do peixe. Por isto, não trabalharemos com grupos maiores do que 6 pessoas. Pacotes completos saindo de Parintins-AM 5 dias completos de pesca Valor por pessoa: R$ 4.000,00 (Promoção de lançamento temporada 2016) O pagamento deve ser realizado com entrada de 30% (R$ 1.200,00) e o restante parcelado conforme a necessidade do cliente, devendo estar totalmente quitado até 15 dias antes do início da viagem. Todos os pagamentos podem ser feitos via boleto bancário ou depósito/transferência, basta informar a opção escolhida. ESTÁ INCLUSO Pensão completa: acomodação, refeições, água, cerveja, refrigerante e lavagem de roupas. Transfer aeroporto de Parintins/Camp/aeroporto. Embarcação e guia de pesca para cada dupla. Uma diária no Hotel em Parintins (no retorno) e os transfers necessários. Procedimento de registro em caso de recorde mundial junto à IGFA é por nossa conta! NÃO ESTÁ INCLUSO Equipamentos de pesca, licença de pesca, bebidas destiladas, gorjetas e outros itens não citados como incluídos. Temos um telefone via satélite para emergências. Ligações particulares podem ser realizadas ao custo de R$10 por minuto. Atenção: as passagens aéreas de suas cidades até Parintins-AM não estão incluídas nos pacotes, elas deverão ser adquiridas direto com as cias aéreas de sua preferência utilizando milhagens e pagamento facilitado nos seus cartões de crédito. Aqui neste link você pode ler o relato que resume as pescarias de prospecção do rio Paratucu e ver os Vazzoleri enormes que capturamos, inclusive os dois recordes no mesmo dia: http://www.turmadobigua.com.br/forum/topic/39822-rio-paratucu-%E2%80%93-os-maiores-vazzoleri-do-mundo-wrec/ Além de mensagem privada no FTB, você também pode falar comigo através do Whats App ou me telefonar neste número (é um Vivo): (92) 994 951 987 Boas pescarias!
  9. Dizer algo sobre esse lugar é muito dificil, somente quem vive essa emoção saberá, tentarei relatar o que uma equipe liderada pelos irmãos Hoffmann podem fazer para o bem estar e a satisfação de uma boa pescaria. Tudo iniciou em 25/10/2015 quando decolei e parti para um lugar desconhecido, desde o inicio me organizei para fazer uma pescaria sozinho, pois meus parceiros não pode ir e tudo me assustava, nunca tinha feito isso, mas quando cheguei ao meu destino final fui recepcionado pelo então Jack Hoffman, hoje um amigo que estará presente em boa parte de minhas pescarias. Iniciamos então nossa jornada ao ponto de pesca, navegando por 3 horas admirando as mais belas paisagens e ouvindo historias contadas pelo capitão que prendia nossa atenção, ao perceber chegamos em cachoeira porteira onde tivemos o privilégio de conhecer um povo maravilhoso “quilombolas” até então somente estudado nos livros de historias. Da comunidade cachoeira porteira seguimos em um caminhão por mais 31 km de pura festa e descontração, agora em companhia de pessoas que breve se tornaria nossos amigos, sempre nos deixando a vontade. Ao acabar o trecho de 31 km pela estrada chegamos ao igarapé onde colocamos nossas bagagens nos barcos e seguimos para nosso destino de pesca, como o igarapé estava muito baixo foi preciso deixas os piloteiros seguir com nossas bagagens e o grupo cruzar uma trilha em meio à selva cercada por pássaros e muita vegetação, sempre sendo guiado pelo Jack Hoffmann. Todo esse trajeto que iniciou na comunidade Cacheira Porteira é necessário porque a pousada fica acima da cachoeira e não tem acesso diretamente navegando, mas com toda sinceridade, ainda bem! Pois quando tudo passou, a mata, o igarapé, fomos presenteados por um lugar fantástico e deslumbrante, retornado ao Trombetas. Enfim passado por toda essa aventura chegamos à pousada onde fomos recepcionados pelo velho Chico com seu violão e suas composições ribeirinhas, tudo perfeito uma comida fantástica, um ambiente acolhedor e muitas risadas. Mas alguém tem que trabalhar né, iniciou a organização dos meus equipamentos de pesca sempre sendo orientado pelo Jack, para o primeiro dia separei algumas zaras, hélices e meia agua para sair em busca dos famosos tucunaré tirórus das corredeiras, considerado um dos mais fortes da sua espécie devido ao seu ambiente que vive, mas no primeiro dia apenas algumas ações, pois a seca estava judiando a Amazônia, partimos então para um poço, sendo orientado pelo nosso piloteiro Marcão, um poço que é a morada de vorazes do trombetas e essa parte da pescaria prometia grandes surpresas, pois a primeira fisgada imaginando que pela primeira vez ia dar de cara com ele a ação foi de uma cachara linda, mas como todo ribeirinho e conhecedor do que diz queria provar sua sabedoria diante da situação, Marcão preparou uma linhada de mão e arremessou, reparando em suas habilidades fiquei observando como ele trabalhava a isca e quando de repente um emoção tomou conta, e pela primeira vez dei de cara ao famoso trairão do rio trombetas. Ai em diante foi só fisgadas alucinante, como havia reparado nas habilidades do piloteiro comecei a trabalhar a isca igual e a festa ficou ainda melhor, meu troféu nessa modalidade foi um trairão de 9 quilos, gigante, bravo e imponente. Ao retornar a pousada, somos surpreendidos pela insatisfação das outras equipes que tiveram poucas ações e nenhum troféu, mas como estávamos bem assessorados e com profissionais, Jack chamou todos a uma reunião e disse: infelizmente há 40 anos não vemos uma seca dessa forma na Amazônia e isso começou a prejudicar nossa pescaria, pois não temos controle sobre a mãe natureza, infelizmente preciso tomar uma decisão e colocou seu ponto de vista, lhe dou duas opções permanecemos aqui por perto e sofremos para achar os peixes ou subimos o rio para um lugar que tenha mais agua, montamos um acampamento e façamos nossa pescaria lá, quem aceita? Todos aceitaram. No outro dia de manha, Jack disse: estarei indo montar o acampamento hoje, se não voltar até às 20 horas amanha podem subir, pois verificarei as condições e com certeza saberei se valerá a pena ou não, o dia foi passando, subimos para o Rio do velho e obtivemos varias ações dos trairões, mas todos apreensivos se Jack iria ou não voltar com mas noticias, a tarde chegou, anoite também e nada de Jack, foi o que todos esperávamos, amanha de manha partiremos para o acampamento. No 3º dia iniciamos a jornada ao acampamento, 5 horas de navegação conhecendo lugares pouco vista pelo homem até chegar ao ponto marcado. Ao chegar ao acampamento avistamos Jack com o almoço quase pronto, o acampamento montado e preparado com sua equipe de apoio para nos oferecer o melhor conforto possível diante de uma situação nada corriqueira, mas aventureira. Bom agora vamos ao que interessa, a pescaria! Todas as equipes saíram para achar seus troféus, o famoso tirórus, enfim trabalhando uma zara ouço um barulho e uma explosão sobre as aguas do trombetas, minha vara se enverga, minha linha grita e sou presenteado com um belo exemplar tirórus. E no decorrer da tarde tivemos muitas ações e muitas fisgadas, ao chegar ao acampamento percebi a satisfação de todos ali, pois se não fosse o empenho da “equipe selva” nada disse teria sido possível. Ao anoitecer cobro Jack de uma promessa, tu disse que pescaria comigo! Borá lá agora, pescaria noturna, de cara topei! E foi onde conheci o Jack pai, marido e amigo. No dia seguinte tivemos novamente que escolher ficarmos ou voltar à pousada, todos quiseram ficar e como na tarde anterior as ações e as fisgadas foram maravilhosas e foi nesse dia que fisguei o meu troféu, mas como tudo que é bom passa muito rápido a tarde chegou ao fim e novamente todos se reunimos no acampamento e ficamos trocando experiências vividas nesse lugar magico, coloco agora uma observação importantíssima, o Trombetas é um rio incomum aos outros, pois não temos quantidades de peixes e sim qualidade em tudo que é fisgado, todos que ne pesca com toda certeza não se esquece. No decorrer da noite todos ali foram se deitar cedo, por volta das 21 horas peguei minha lanterna, e foi tomar um banho na agua normo do trombetas, naquele momento comecei a pensar em tudo que estava vivendo, como Deus foi bom e me presenteou com uma viajem linda, voltei preparei minha rede embaixo de uma arvore e me deitei para uma maravilhosa noite de sono, mas isso durou até às 03 horas pois o tempo fechou e veio uma boa chuva e como na Amazônia as chuvas são pesadas corri de baixo de uma lona e ali fiquei, quando percebi já havia novamente pego no sono e acordei com um sol maravilhoso. Ao amanhecer levantamos acampamento e partimos para a pousada, esse seria meu ultimo dia de pesca, a viagem como disse antes é de mais ou menos 4 horas navegando, esse percurso eu e Jack tentamos peixes maiores, peixes de couro mas somente um Jundiá da Amazônia apareceu, que belo peixe, que valente! Às 13 horas chegamos à pousada, toda a equipe já estava lá preparando nosso almoço, logo após a refeição todos se preparavam para voltar e se despedir do trombetas, mas eu resolvi ficar e desfrutar da companhia “Equipe selva” pois a pescaria é importante, mas ali conheci amigos, conheci pessoas maravilhosas que olham para nos não pensando em dinheiro em coisas materiais e sim com nosso bem estar, nossa amizade e o mais importante querendo ser reconhecido como um amigo. Aproveitei esse momento como se fosse único, até mesmo preparei uma deliciosa sobremesa para fechar por completo nossa viajem a um lugar que não existe adjetivos. A noite chegou e todos voltaram e nesse momento a tristeza começou a tomar conta, pois iniciamos a desmontagem de nosso equipamento, a arrumar nossas coisas para no dia seguinte iniciar nossa volta. E assim tudo aconteceu, no dia seguinte começou nosso retorno, e como na vinda tudo passa muito rápido, em breve estarei voltando à realidade, mas a viajem de volta também seria aproveitada com muitas paisagens e uma trilha no meio da mata. Chegando à comunidade cachoeira porteira fomos recepcionados com um delicioso almoço e crianças ao redor, por um tempo fiquei ali observando como precisa-se de tão pouco para ser feliz, pois todos ali importavam mais com nosso bem estar. Para fechar com chave de ouro Jack nos convidou para um banho de cachoeira, feito partimos para Porto trombetas em uma viagem de 3 horas mas passou muito rápido, aquela viagem seria o ultimo contato com o Rio trombetas. Ao chegar a Porto trombetas, nosso hotel já estava reservado e nosso passeio, ou melhor, nossa aventura na floresta amazônica estava chegando ao fim. No outro dia, logo pela manha percebi que esse lugar me fez mudar o modo de pensar, me fez ver que amigos não são aqueles que estão na tela de um celular, amigos são aqueles que compartilham momentos mágicos como esse. Com o avião decolando e Porto trombetas ficando cada vez mais longe em bateu uma vontade de retornar, uma vontade de nunca ter saído dali, agradeço primeiramente a Deus por ter me proporcionado tamanha experiência, agradeço a equipe 3H fishing por todo emprenho de tornar nossa aventura um sucesso, e meus agradecimentos aos novos amigos fiz: Ricardo Ozaki, Sandro Piva, Nelson Piva, Rodrigo Contijo, Fabio Roberto Neves, José Antonio Fogaça, José Luis Puzio da Silvare, Jacques Hoffman e toda equipe de apoio da pousada.

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