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Betho

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Sobre Betho

  • Rank
    Pescador de Lobó
  • Data de Nascimento 15-04-1973

Profile Fields

  • Sexo
    Masculino
  • Nome + Sobrenome (obrigatório)
    Roberto PF Filho
  • Sobre mim
    A técnica é o grande troféu.

Informações de Perfil

  • Localização
    Norte - ES
  • Interesse
    Lagoa, Rio, Mangue, Praia, Costão, Jig, Rig, Carpa, Fly, Técnicas, Iscas Vivas, Meteorologia, Cevas e cevadores, Linhas, Varas.

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  1. quais são as melhores? https://pt.aliexpress.com/item/1005001463148791.html?spm=a2g0o.cart.0.0.24f13c00Fkxn7W&mp=1
  2. Vou deixar registrado neste fórum também, algumas informações sobre as funções do antireverso dos molinetes, a quantidade de perguntas sem resposta ou insuficientes são inúmeras, existem mais funções, mas estas são as mais usadas. Se alguém souber algum livro, website ou conteúdo de youtube, fórum, ainda que internacionais, etc que dê as explicações a seguir, ficarei grato, pois nunca encontrei e também não sei o motivo porque estas informações não estão reunidas em lugar somente de fácil visualização. 1) A mais conhecida, é o de travar o molinete somente em um sentido, forçando o peixe a usar o freio (drag) do molinete. Utiliza-se este método quando: 1a) Tem-se completamente confiança que o conjunto está a 75% da configuração, permitindo a fisgada para o drag/freio configurado e a corrida do peixe, desde que a boca do peixe não seja óssea o bastante para não permitir a auto fisgada, inclusive, com a linha esticada e isca natural, deixa-se uma pouco de linha a um palmo, perto do molinete para facilitar o tranco da fisgada, ou um conjunto com drag máximo (freio máximo), vara, linha, etc e que esteja na potência acima dos peixes a serem pescados, que posso segura-los sem prejuízos. 1b) Quando se tem certeza que os peixes são menores do que a capacidade máxima da configuração do conjunto, evitando rompimento de linhas, nós, anzóis, quebra de varas e estrangulamento das partes internas do molinete... 2) A segunda é a de regular a distância de retorno a areia na pesca de praia, isto é, entra-se dentro da água para ajudar a distância do arremesso, depois, destrava o antireverso e vem retornando, regulando a tensão da linha com a mão, deixando a linha sempre esticada para não se perder os momentos preciosos, técnica utilizada geralmente em competição da escola japonesa. 3) A terceira é a liberação do anti-reverso, isto permite a corrida do peixe, com a linha tensionada, podendo inclusive ir recolhendo a linha quando percebe-se uma folga, geralmente é a técnica predileta da escola americana embarcada e para carpas, depois da corrida, vai-se até o peixe com o barco, ou mesmo a pé, se for possível, recolhendo a linha, e trava-se o anti-reverso, voltando novamente a briga, fazendo o uso desta técnica quantas vezes for necessária, até que o peixe se canse totalmente. Esta é a técnica utilizada na ultralight. 4) A quarta, é a liberação do anti-reverso, geralmente quando não se confia plenamente na configuração conjunto, para evitar quebra da vara e rompimento da linha, trabalha-se manualmente com as mãos. Esta técnica é inviável no mar, pois o peixe corre em distância longas para buracos no fundo que ocasionaram o rompimento do líder, exigindo conjuntos equilibrados e compatíveis com drag altos e carreteis com alta capacidade de linha, a estrutura do molinete deve-se compatível também, caso contrário ele vai se retorcer complementarmente, ficando as estruturas abaladas.
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