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Weberton Pascuoti

Estiagem e bancos de areia - quem já pegou? não vale fugir da resposta!

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Vamos dar umas boas risadas e compartilhar as experiências vividas e adquiridas. 

 

Eu navego desde pequeno com meus tios e cunhado, sempre na bacia do piracicaba ou tiête, nunca havia visto um banco de areia nesses locais, sempre topavamos com pedras nos rios no período das estiagens, ou em troncos e galhos de enormes árvores submersas nas represas, mas nunca havia sequer lido a respeito de bancos de aréia.

 

Uma das minhas primeiras pescarias em rios fora da minha região, fomos ao norte de minas em São Romão no rio são francisco.

 

Lá o dono da pousada e os guias falaram pra gente tomar cuidado em certos pontos com os bancos de areia, pra mim tudo normal  seila::

 

nosso grupo é constituído em média de 20 integrantes, dos quais apenas 6 pescam todos os dias, tem neguinho que nem foto do rio vai tirar, o cara quer mesmo é estar longe do chefe e da patroa só isso. Um dos dias fui levar um companheiro que não "gosta de pescar" e não tem a menor intimidade com água :gorfei: fui levá-lo fazer um tour descemos o rio uns 45 minutos de motor no talo, acabei passando do ponto até o qual havia ido com um dos guias, de repente notei que a água ao longe parecia espelhar um deserto vermelho, diminui um pouco o giro para averiguar e não havia nenhum sinal de canal, sorte que havia diminuído e o motor estava destravado, era um banco de areia só, havia uma lamina d'água de parcos 30 cm e algum ponto menos. achei uma calha com meio metro aproximadamente de água e passamos, mas foi um baita susto :choquei: , o Joaquim acho que teve que descartar a cueca aquele dia. Na volta foi sussa. vergonha::

Uma judiação a erosão dos barrancos que está assoreando o velho chico, isso sem que haja a tal da transposição, que vai matá-lo caso realmente ocorra, isso é fato!

Pra quem tiver oportunidade, vale apena uma pescaria lá, muito lindo, muito piscoso, água transparente, gelada, vindo direto dos montes e nascentes, lugar mais bonito que já pesquei, nenhum outro se compara na minha modesta opinião.

 

Em porto murtinho tb me deparei com muitos bancos de areia, mas como a água estava bem clara dava pra perceber muito facilmente. O problema daquela região são os paraguaios e os mestiços índios, pescam de arrastão com redes de malha fina, o que entra na rede morre, e a marinha não faz nada, só enche o saco de quem está regular, com licença, arrais e tudo o mais, fica embaçando, e pra piorar tem turista que compra os peixinhos, é de cortar o coração vc ver um pintado de 3 a 4 kilos morto. 

 

Araguai não precisa nem falar né??? Naonao::  o lugar pra ter bancos de areia, uma verdadeira judiação aqueles barrancos que vc já vê que o rio mudou o curso uns 500 mts, tinha lugar que se não saíssemos de dentro do barco não passava e isso que eram todas chatas. agora onde haviam os canais fundos o correnteza, muito lindo, só indo pra se saber. Fazer churras nas praias do araguai é muito top!!! O legal são as família que vão e monta acampamento mesmo, levam gerador, freezer, bomba p chuveiro e pia e chegam a passar 20 a 30 dias na "praia" central do brasil. Uma pena que nunca tive oportunidade de vê-lo cheio, deve ser fantastico! Outro local que vale muito a pena conhecer meus caros amigos. ::tudo::

 

Coxins, o lugar pra ter banco de areia tb, tudo bem que só fui na época da estiagem, já fomos em pontos que vc fica tolido entre 2 cascatas de tão baixo que fica o rio, tb no periodo de chuvas chega a variar 5 mts, e os barrancos todos sendo erodidos, quem quiser conhecer que se aprece, logo o assoreamento vai impedir-nos de navegar por suas águas, ao menos nos períodos de seca.

Bem aqui foi o banco de areia mais top que escalei  :gorfei:  eu e 2 parças  ::bassboat:: navegando rio a baixo, cabo enrolado seguindo o canal, de repente um frondoso galho aparecendo no canal, desviei o curso coisa de um metro e meio, não foi mais que isso, mas como a água é muito turva não percebemos nada, o barco parou com tudo, os parça até foram pra frente, o barco entrou inteiro no banco e colou ao ponto de o motor nem chegar a tocar no banco de areia. Foi cômico, no meio do rio, correnteza e nós de pé no banco de areia removendo o barco de volta para a calha, os parça não acreditavam, foi muito engraçado, era cedinho, estávamos indo para o 1º ponto de parada ::fisherman , foi só risada, valeu o dia, e a grande sorte de ng se machucar.  danca::

 

Bem, é isso aí, tá dado o início do tópico, agora é aguardar os causos dos amigos.

 

forte abraço  :amigo:

 

  

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Fomos na araguaia, com nossa black bass com motor 150 hp,  é estamos com alguns parentes que já estavam lá a 4 dias, é já sabiam dos bancos de areia, eles com motor 25.

No primeiro dia, como fomos atras deles seguindo um 25, em baixa velocidade nosso motor estava andando muito baixo, pegamos no minimo uns 6 bancos de areia a umas 25 mp/h, no outro dia aprendemos rs, andando a 45 mph+ 50 cm de água passávamos liso, mas no primeiro dia, sofremos e ficamos preocupados se daria para navegar.

 

Foi um susto no primeiro dia  :gorfei:  :gorfei:

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Feliz de vcs que estão pegando banco de areia, aqui no Rio Grande é pedra mesmo, arrebentando hélice, rabeta e até o motor inteiro, tenho evitado pescar lá até se normalizar.

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Por aqui além de seco é prudente saber ler...

 

SECA2014_zps63b42240.jpg

Antes era proibido saltar do pier. Agora mais do que nunca kkkkk :gorfei:  :gorfei:  :gorfei:  :gorfei:  :gorfei:

 

:amigo:

 

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ''proibido saltar do pier''

 

Quero ver quem vai saltar...  :gorfei:  :gorfei:

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Weberton...

Vou sempre no véio Chico um pouco acima de Pirapora... em Maio último, não teve jeito, tava navegando no meio do rio e quando olhei pro lado, meu amigo, não deu tempo, uns 30 cm de água. Minha hélice ficou parecendo um queijo suiço. Muita pedra naquela região e o rio dava dó de ver em Maio, muita pouca água, imagino como esteja agora. Nesse mesmo local descendo um outro dia, me deparei com várias ilhas de areia no meio do rio, tinha que ficar desviando pra lá e pra cá. Outros companheiros que desceram a frente ficaram todos atolados. Era até engraçado de ver, pra quem olhava de longe (estava a uns 5 minutos pra trás) via de longe eles literalmente "andando" sobre a água no meio do rio.

 

Lamana, minha última vez no Rio Grande, na região de Colômbia, subi o rio no pau sozinho com meu Sea Pro e uma canoa de aluminio de 5 metros, só ia a hélice dentro da água, chegando próximo a barragem com a luz contra, inventei de olhar para o lado, cara, quase caguei na cueca, tinha muita pouca água e muito daquele mato que eles chama de "rabo de macaco" acho.

 

Foi o tempo de desligar o motor e levantar ele, a hélice tava inteira cheia deles. Desci o rio uns 20 minutos rodando até sair da moita, olha quanto tempo andei sobre aquilo e nem tinha visto.

 

"Causo" é o que não falta. Rs...

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Por aqui além de seco é prudente saber ler...

 

SECA2014_zps63b42240.jpg

Antes era proibido saltar do pier. Agora mais do que nunca kkkkk :gorfei:  :gorfei:  :gorfei:  :gorfei:  :gorfei:

 

:amigo:

 

Rapaizzzzzz   :gorfei: 

 

é a represa de pereira barreto ou avanhandava? tiête certo?

 

em promissão tá igualzinho recuou uns 40 metros há pontos que chega a 50 mts recuada a água, deve estar baixa uns 2,30 mts, muita alga e um odor terrível.

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Weberton,

 

Quem poderá dizer que "nunca passou por um aperto desses" ?

Ao longo de nossas pescarias, não foram poucos os "sustos" de navegação !

Com isso, o processo de "planejamento" e conhecer as origens dos "guias e seus práticos" sempre se tornou um importante ponto a ser previamente estabelecido na escolha da pescaria !

 

Mas situações de encalhe (ou similares) são "ótimas" - depois de passadas...  :gorfei:

Só para ilustrar :

arrow:: 1. Pescávamos (eu e meus 2 irmãos) no rio Curuá-Una (perto de Santarém) lá nos idos de 1989, num esquema que só existia na nossa cabeça... um bote de 5,5 m com um Yamaha de 25 hp (salvo engano), pilotado por um aficionado em corrida, que "conhecia" todas as curvas do rio (o que era verdade). Voltávamos já no anoitecer, e por conta da pouca luz, o motorzinho vinha no máximo, e o rio tranquilo, já acinzentado pelo horário, dava ao local um aspecto de "lusco fusco". Eram, curvas para a direita, ora para a esquerda até que - de repente - uma curva de praticamente 90º, com água entrando no bote, tralha dentro d'água e um susto enorme produzido por uma fila de búfalos atravessando placidamente - em linha indiana - na nossa frente. Cinza contra cinza, foi um mimetismo que fez com que o coração chegasse na boca ! Se o piloteiro não fosse ágil, poderíamos ter sofrido um sério acidente...

arrow:: 2. De outra feita, navegando para alcançar o rio Nhamundá (que faz divisa entre os estados do Pará e Amazonas), desta feita numa "quase chalana", enfrentamos um banco de areia que fez com que perdêssemos várias horas (de pesca - que é o mais grave) esperando ajuda de outro barco para ajudar a puxar contra a correnteza, que era intensa e maior que a força do motor ! Da raspagem do fundo da chalana até sua imobilidade, foram segundos de alvoroço, pois o barulho parecia ser de algo muito maior que o que terminou sendo... Com a corrente, o banco de areia "mudou de lugar"... Demos sorte de estar perto de uma cidadezinha (Terra Nova) e um barco regional passar por nós... Sufoco !

arrow:: 3. Lá para os lados do rio Trombetas, depois de Oriximiná, fomos colhidos por uma tempestade daquelas, e em questão de minutos, o bote encheu de água ! Pensem numa chuva de não se ver o parceiro a frente... pois é ! Buscar um local abrigado para parar o bote nas margens elevadas ao longo desse trecho do rio era a solução, não estivéssemos num enorme lago descampado ! Na verdade com a aproximação das nuvens carregadas, começamos o retorno, mas a chuva chegou primeiro... Foi complicado trazer o pequeno bote com o "peso extra" da água de chuva, e o motorzinho vinha reclamando, e nós "encagaçados" com o risco do mesmo parar, pois não havia qualquer vislumbre de que a chuva iria passar... 30 minutos angustiantes até a chegada de um ponto onde pudemos encontrar uma praiazinha com os destroços de um antigo barco regional encalhado. Foi o tempo de subir o bote, amarrar a proa e buscar refúgio naquela peneira que antes fora um barco regional ! O complicado mesmo eram os raios que estalavam sob nossas cabeças ! Estávamos no "olho da tempestade"... Isso durou quase hora e meia, e só parou quando vimos as luzes do barco hotel a nossa procura... Nunca me senti tão molhado assim na minha vida !

 

Causos são temas que não se concluem, mas nos fazem rever as aventuras e riscos a que nos expomos ao longo das nossas vidas ! Adrenalina e "irresponsabilidade" (vista com idade mais madura) são os legados que passamos aos nossos filhos e netos... Tem algo melhor que isso ???    ::bassboat::  :choquei:  ::fishing  aplauso::  anjo::

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Weberton...

Vou sempre no véio Chico um pouco acima de Pirapora... em Maio último, não teve jeito, tava navegando no meio do rio e quando olhei pro lado, meu amigo, não deu tempo, uns 30 cm de água. Minha hélice ficou parecendo um queijo suiço. Muita pedra naquela região e o rio dava dó de ver em Maio, muita pouca água, imagino como esteja agora. Nesse mesmo local descendo um outro dia, me deparei com várias ilhas de areia no meio do rio, tinha que ficar desviando pra lá e pra cá. Outros companheiros que desceram a frente ficaram todos atolados. Era até engraçado de ver, pra quem olhava de longe (estava a uns 5 minutos pra trás) via de longe eles literalmente "andando" sobre a água no meio do rio.

 

Lamana, minha última vez no Rio Grande, na região de Colômbia, subi o rio no pau sozinho com meu Sea Pro e uma canoa de aluminio de 5 metros, só ia a hélice dentro da água, chegando próximo a barragem com a luz contra, inventei de olhar para o lado, cara, quase caguei na cueca, tinha muita pouca água e muito daquele mato que eles chama de "rabo de macaco" acho.

 

Foi o tempo de desligar o motor e levantar ele, a hélice tava inteira cheia deles. Desci o rio uns 20 minutos rodando até sair da moita, olha quanto tempo andei sobre aquilo e nem tinha visto.

 

"Causo" é o que não falta. Rs...

 

eeee Thiago se estava assim em maio tô na lama então, meu grupo vai em setembro, vamos alí na região de 3 marias... já ouvi relatos de que está muito baixo.

 

em maio acho que é uma boa época, tava dando peixe apesar da pouca água? 

 

cara tem uns animal da minha turma que quer parar nos bancos de areia pra tomar cerveja, pensa que é praia  :gorfei:

 

uma vez em são josé dos bandeirantes o rio estava tão baixo e o calor tão absurdo que os caras colocaram mesinhas dentro do rio em frente a pousada e sentaram pra tomar cerveja de tão calor que tava.

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Weberton,

 

Quem poderá dizer que "nunca passou por um aperto desses" ?

Ao longo de nossas pescarias, não foram poucos os "sustos" de navegação !

Com isso, o processo de "planejamento" e conhecer as origens dos "guias e seus práticos" sempre se tornou um importante ponto a ser previamente estabelecido na escolha da pescaria !

 

Mas situações de encalhe (ou similares) são "ótimas" - depois de passadas...  :gorfei:

Só para ilustrar :

arrow:: 1. Pescávamos (eu e meus 2 irmãos) no rio Curuá-Una (perto de Santarém) lá nos idos de 1989, num esquema que só existia na nossa cabeça... um bote de 5,5 m com um Yamaha de 25 hp (salvo engano), pilotado por um aficionado em corrida, que "conhecia" todas as curvas do rio (o que era verdade). Voltávamos já no anoitecer, e por conta da pouca luz, o motorzinho vinha no máximo, e o rio tranquilo, já acinzentado pelo horário, dava ao local um aspecto de "lusco fusco". Eram, curvas para a direita, ora para a esquerda até que - de repente - uma curva de praticamente 90º, com água entrando no bote, tralha dentro d'água e um susto enorme produzido por uma fila de búfalos atravessando placidamente - em linha indiana - na nossa frente. Cinza contra cinza, foi um mimetismo que fez com que o coração chegasse na boca ! Se o piloteiro não fosse ágil, poderíamos ter sofrido um sério acidente...

arrow:: 2. De outra feita, navegando para alcançar o rio Nhamundá (que faz divisa entre os estados do Pará e Amazonas), desta feita numa "quase chalana", enfrentamos um banco de areia que fez com que perdêssemos várias horas (de pesca - que é o mais grave) esperando ajuda de outro barco para ajudar a puxar contra a correnteza, que era intensa e maior que a força do motor ! Da raspagem do fundo da chalana até sua imobilidade, foram segundos de alvoroço, pois o barulho parecia ser de algo muito maior que o que terminou sendo... Com a corrente, o banco de areia "mudou de lugar"... Demos sorte de estar perto de uma cidadezinha (Terra Nova) e um barco regional passar por nós... Sufoco !

arrow:: 3. Lá para os lados do rio Trombetas, depois de Oriximiná, fomos colhidos por uma tempestade daquelas, e em questão de minutos, o bote encheu de água ! Pensem numa chuva de não se ver o parceiro a frente... pois é ! Buscar um local abrigado para parar o bote nas margens elevadas ao longo desse trecho do rio era a solução, não estivéssemos num enorme lago descampado ! Na verdade com a aproximação das nuvens carregadas, começamos o retorno, mas a chuva chegou primeiro... Foi complicado trazer o pequeno bote com o "peso extra" da água de chuva, e o motorzinho vinha reclamando, e nós "encagaçados" com o risco do mesmo parar, pois não havia qualquer vislumbre de que a chuva iria passar... 30 minutos angustiantes até a chegada de um ponto onde pudemos encontrar uma praiazinha com os destroços de um antigo barco regional encalhado. Foi o tempo de subir o bote, amarrar a proa e buscar refúgio naquela peneira que antes fora um barco regional ! O complicado mesmo eram os raios que estalavam sob nossas cabeças ! Estávamos no "olho da tempestade"... Isso durou quase hora e meia, e só parou quando vimos as luzes do barco hotel a nossa procura... Nunca me senti tão molhado assim na minha vida !

 

Causos são temas que não se concluem, mas nos fazem rever as aventuras e riscos a que nos expomos ao longo das nossas vidas ! Adrenalina e "irresponsabilidade" (vista com idade mais madura) são os legados que passamos aos nossos filhos e netos... Tem algo melhor que isso ???    ::bassboat::  :choquei:  ::fishing  aplauso::  anjo::

 

bom dia meu caro

 

Kid, essa dos búfalos tem que ir no prefácio do seu livro de bordo/biografia, rapaz que situação inusitada.... isso sim é desbravar os rincões atrás do troféu.

 

com certeza, até mais que para nós, deve ser história e prosa muito mais gostosa e valiosa aos filhos e netos. Fantastica história, obrigado por compartilha-las conosco.  ::thanks

 

forte abraço :amigo:

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Fomos na araguaia, com nossa black bass com motor 150 hp,  é estamos com alguns parentes que já estavam lá a 4 dias, é já sabiam dos bancos de areia, eles com motor 25.

No primeiro dia, como fomos atras deles seguindo um 25, em baixa velocidade nosso motor estava andando muito baixo, pegamos no minimo uns 6 bancos de areia a umas 25 mp/h, no outro dia aprendemos rs, andando a 45 mph+ 50 cm de água passávamos liso, mas no primeiro dia, sofremos e ficamos preocupados se daria para navegar.

 

Foi um susto no primeiro dia  :gorfei:  :gorfei:

 

é João, praquelas bandas tem que se ter um exímio guia, pois achar os pequenos canais em meio a tantos bancos de areia só para os práticos da região.

::tudo::  :amigo:

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Feliz de vcs que estão pegando banco de areia, aqui no Rio Grande é pedra mesmo, arrebentando hélice, rabeta e até o motor inteiro, tenho evitado pescar lá até se normalizar.

tão baixo assim Lamana? que pena.

 

não conheço esse trecho do rio a baixo de miguelopolis, fui até alí apenas, lindas águas e mata exuberante, pena que só "restaram" se é que restaram a faixa legal....

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tão baixo assim Lamana? que pena.

 

não conheço esse trecho do rio a baixo de miguelopolis, fui até alí apenas, lindas águas e mata exuberante, pena que só "restaram" se é que restaram a faixa legal....

Este trecho do rio fica entre Icem e Orindiúva, é o que sobrou do rio Grande como era sem as represas, com mata ciliar e tudo, é muito bonito. Todo pescador tem um rio, o meu é o Grande.

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Eu tambem tive uma situação de perigo por conta de pedral... Foi em 2002 no Rio Cinza em uma região do municipio de São Felix conhecida por nós aqui como " sudoeste". Voltavamos com um rabeta numa canoa de madeira de um remanso chamado de " arrebenta linha", e o céu se fechava rapidamente. Era setembro e naquele ano as primeiras chuvas que geralmente são fortes, acompanhadas de raios, chegaram naquele mes. De repente o céu desaba em aguas e pela presa e falta de conhecimento do piloto, encalhamos numas pedras! Pense num sustos do diabo! Mas o pior estava por vir...com muita luta tiramos a canoa do encalhe uma meia hora depois e chuva caindo, quando encostamos num pedaço de barranco cheios de corvaras de pau.

Quando de repente um jacaré-açu brota por debaixo das galhas submersas e investe na nossa canoa! Estavamos com duas espingandas conhecidas aqui como " por fora", mas quem conhece sabe, que por-fora molhada não funciona... Foi na base da remada e facãozada que conseguimos espantar o bicho, tempo suficiente para acabarmos de subir no seco e escapar.

Resumo da historia: toda tralha perdida,pois a canoa havia virado e umas seis horas depois que conseguimos chegar a canoa de novo!!!!

Tivemos o azar de encostar no ninho do bicho! E jacaroa-açu parida é brava pra dedel!!!!

Tenho arrepios só de lembrar....

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