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Seja muito bem vindo ao novo Fórum Turma do Biguá.

Como vc pode perceber, o fórum passou por mais uma atualização, além da busca constante por melhorias, a segurança do conteúdo postado por todos nós é levada a sério. 

Torcemos para que você goste do novo visual e, caso encontre algum erro no fórum, por gentileza nos comunique através do fbigua@gmail.com

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Moderação do FTB.

Felipe Reinehr Faganello

Vício e doença mental ou é normal?

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Amigos como me envergonho de ir a um profissional em psicologia. E não sei se existe um grupo anônimo do tipo CCIA (compradores compulsivos de iscas artificiais). Tenho que fazer a seguinte pesquisa pra eu me sentir melhor ou obedecer Minha esposa kkkk.  

Sou só eu ou tem mais gente viciada em comprar iscas artificiais?  As caixas ou estojos estao abarrotados. Temos sempre 3 ou 4 prediletas. Mas sempre encontramos espaço pra torrar a grana suada. As quantidades passam de centena... E ainda tem jeito de nos interessarmos por mais. Kkkkk.... É normal ou estou doente? 

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Olá, Felipe. 

Isso tudo é normal. Todos passamos por esta fase. 

Para alguns, cujo fator financeiro não é um impeditivo, o monte de iscas e outras tralhas pode até se tornar coleção, ou mesmo um amontoado num quartinho. 

Para os demais (certamente a maioria), a maturidade nesse sentido dos gastos com pesca é atingida ao perceber que "a qualidade da pescaria está mais relacionada à qualidade do ponto de pesca do que a qualquer outro fator" (li isto escrito por uma mulher muito educada e inteligente que costumava aparecer por aqui e não a tenho mais visto, infelizmente; tem um nome curto do qual não me recordo agora) e também que "uma boa pescaria traz mais emoções e boas memórias do que qualquer tralha de pesca" (um quase-consenso entre os pescadores mais viajados). 

Isto posto, sugiro mesmo que avalie se o valor gasto em material que não usa seria suficiente para fazer as pescarias que deseja e que te proporcionará memórias muito mais valiosas. É provável que possibilite fazer aquela viagem que tanto gostaria e "acha" que não tem dinheiro. Claro que há também a questão de conseguir as folgas e o aval da patroa, caso ela não o acompanhe. 

Por fim, apenas como exemplo: quando eu pescava por hobby, tinha mais de 20 carretilhas, 50 varas e cheguei a 3500 iscas. Hoje pesco metade dos dias do ano, e contando com as relíquias que não uso, tenho 10 carretilhas e 5 molinetes, umas 15 varas das mais diversas modalidades e certamente não mais que umas 500 iscas de todos os tipos e tamanhos, muito bem selecionadas e abrangendo as várias pescarias diferentes que faço. E posso afirmar que é um baita arsenal, dado o refinamento através de duas décadas, das varas de Bambu quando era criança até chegar nas custom de 80 gramas de hoje. 

Se você está refletindo sobre o assunto, já é um bom caminho rumo à direção certa. 

Forte abraço. 

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8 horas atrás, Marcel Werner disse:

Olá, Felipe. 

Isso tudo é normal. Todos passamos por esta fase. 

Para alguns, cujo fator financeiro não é um impeditivo, o monte de iscas e outras tralhas pode até se tornar coleção, ou mesmo um amontoado num quartinho. 

Para os demais (certamente a maioria), a maturidade nesse sentido dos gastos com pesca é atingida ao perceber que "a qualidade da pescaria está mais relacionada à qualidade do ponto de pesca do que a qualquer outro fator" (li isto escrito por uma mulher muito educada e inteligente que costumava aparecer por aqui e não a tenho mais visto, infelizmente; tem um nome curto do qual não me recordo agora) e também que "uma boa pescaria traz mais emoções e boas memórias do que qualquer tralha de pesca" (um quase-consenso entre os pescadores mais viajados). 

Isto posto, sugiro mesmo que avalie se o valor gasto em material que não usa seria suficiente para fazer as pescarias que deseja e que te proporcionará memórias muito mais valiosas. É provável que possibilite fazer aquela viagem que tanto gostaria e "acha" que não tem dinheiro. Claro que há também a questão de conseguir as folgas e o aval da patroa, caso ela não o acompanhe. 

Por fim, apenas como exemplo: quando eu pescava por hobby, tinha mais de 20 carretilhas, 50 varas e cheguei a 3500 iscas. Hoje pesco metade dos dias do ano, e contando com as relíquias que não uso, tenho 10 carretilhas e 5 molinetes, umas 15 varas das mais diversas modalidades e certamente não mais que umas 500 iscas de todos os tipos e tamanhos, muito bem selecionadas e abrangendo as várias pescarias diferentes que faço. E posso afirmar que é um baita arsenal, dado o refinamento através de duas décadas, das varas de Bambu quando era criança até chegar nas custom de 80 gramas de hoje. 

Se você está refletindo sobre o assunto, já é um bom caminho rumo à direção certa. 

Forte abraço. 

Caro amigo Marcel. Extremamente interessante seu relato e brilhante sua forma de pensar. 

Rsrsrs vou me esforçar pra buscar as pescarias e não às tralhas. 

Obrigado 

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2 horas atrás, Felipe Reinehr Faganello disse:

Caro amigo Marcel. Extremamente interessante seu relato e brilhante sua forma de pensar. 

Rsrsrs vou me esforçar pra buscar as pescarias e não às tralhas. 

Obrigado 

 Penso da mesma forma, entre molinete e carretilhas nunca deixo passar de 10, quando  por algum motivo decido adquirir algo que preciso,  vendo algo que não preciso, assim tem funcionado :good:.

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11 horas atrás, Marcel Werner disse:

Olá, Felipe. 

Isso tudo é normal. Todos passamos por esta fase. 

Para alguns, cujo fator financeiro não é um impeditivo, o monte de iscas e outras tralhas pode até se tornar coleção, ou mesmo um amontoado num quartinho. 

Para os demais (certamente a maioria), a maturidade nesse sentido dos gastos com pesca é atingida ao perceber que "a qualidade da pescaria está mais relacionada à qualidade do ponto de pesca do que a qualquer outro fator" (li isto escrito por uma mulher muito educada e inteligente que costumava aparecer por aqui e não a tenho mais visto, infelizmente; tem um nome curto do qual não me recordo agora) e também que "uma boa pescaria traz mais emoções e boas memórias do que qualquer tralha de pesca" (um quase-consenso entre os pescadores mais viajados). 

Isto posto, sugiro mesmo que avalie se o valor gasto em material que não usa seria suficiente para fazer as pescarias que deseja e que te proporcionará memórias muito mais valiosas. É provável que possibilite fazer aquela viagem que tanto gostaria e "acha" que não tem dinheiro. Claro que há também a questão de conseguir as folgas e o aval da patroa, caso ela não o acompanhe. 

Por fim, apenas como exemplo: quando eu pescava por hobby, tinha mais de 20 carretilhas, 50 varas e cheguei a 3500 iscas. Hoje pesco metade dos dias do ano, e contando com as relíquias que não uso, tenho 10 carretilhas e 5 molinetes, umas 15 varas das mais diversas modalidades e certamente não mais que umas 500 iscas de todos os tipos e tamanhos, muito bem selecionadas e abrangendo as várias pescarias diferentes que faço. E posso afirmar que é um baita arsenal, dado o refinamento através de duas décadas, das varas de Bambu quando era criança até chegar nas custom de 80 gramas de hoje. 

Se você está refletindo sobre o assunto, já é um bom caminho rumo à direção certa. 

Forte abraço. 

O amigo @Marcel Werner disse muito bem e concordo plenamente. Muitas vezes não calculamos os gastos para acumular uma tralha que talvez nem vá para água e se colocar na ponta do lápis já paga fácil por exemplo mais de um pacote de pesca, como por exemplo do empreendimento do próprio Marcel (diga-se de passagem ele trabalha com preços super atrativos).

Eu não tem grana para ficar investindo em tanta tralha, tenho na verdade poucas iscas e poucos conjuntos, mas já faz minha alegria. Se eu tivesse grana com toda certeza teria que me segurar para não ser um acumulador, kkkk.

Abraço e sucesso neste processo de libertação que não é fácil  @Felipe Reinehr Faganello.

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O tema está pra lá de bem discutido.

No meu pensar, fazendo uma auto-crítica sobre o que fiz em quase 50 anos (tenho 69 atualmente), conclui que reagimos até exageradamente em certos casos, segundo a atração exercida por alguma coisa, o que nos leva a ocultar os brinquedinhos que sorrateiramente compramos, quando dá, e quando não é possível recorremos à toda sorte de argumentos para justificar as aquisições, inclusive a nós mesmos, quando nos apercebemos que extrapolamos o limite do bom senso. Pessoalmente, já experimentei essa sensação de arrependimento, mas o que fazer, se num certo momento essa reação aflorou e acabei por comprar mais e mais do que já era suficiente? Alguém pensa que essa mania tem fim? De fato tem, é quando a gente morre, porque na verdade, substituímos uma coisa por outra no decorrer do tempo. Se de um lado coloquei num segundo plano as tralhas e quinquilharias da pesca, de outro me fixei em barcos, motores e veículos, tudo de uma forma exagerada, pois minhas necessidades apontam exatamente em sentido oposto, já que bastaria apenas uma unidade de cada um para atender minhas demandas. A meu ver, quem fez referência ao termo "acumulador", passou  muito perto da resposta. Se isso for uma doença, sou mais um membro do clube, porque achar que isso é normal, no sentido lato do verbete, considero equivocado. Esse assunto me fez lembrar uma frase engraçada dita por um ancião alasquiano, dono de um ferro-velho (episódio da Grande Família do Alasca). Ele disse mais ou menos assim: "eu troco uma coisa que não preciso por outra que também não preciso, vendo outra coisa que não preciso para depois comprar outra que também não preciso". Acho que a gente meio que se enquadra nessa situação porque, ao menos no meu caso, já troquei iscas por iscas, comprei tantas outras que nunca usei, já tive inúmeros barcos ao longo do tempo e hoje tenho "apenas" quatro, quando só preciso de um, tenho cinco carros de uso pessoal, e se aparecer algum desses itens que me agrade...sei não! A cada besteira dessas que faço, minha filha (sou viúvo) indaga: outro? pra quê? E lá vou eu a dizer que é investimento, coisa e tal.

Dileto amigo, não se preocupe, todos neste Fórum sofrem da mesma enfermidade, que aliás nos traz sempre muita alegria, chiadeira das briguentas à parte, sempre dá pra contornar, desde que atendamos também e bem todas as demandas delas e da filharada.

Abraços do Gilbertinho 

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Putz , descobri que estou doente também , kkkkkkk.

Iscas são complicadas mesmo , fora as que compramos e não usamos com medo de perda ou estragar ,dessas tenho algumas também , quanto a varas carretilhas e molinetes ,tenho uma coleção bem mais ou menos, mas esses JURO para vocês que uso todos !!!!!!!

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Boa noite

acredito q uma boa parte disso se deve a ansiedade que temos , de porventura não pescarmos ou embarcarmos peixe por não termos o material "adequado". Aí queremos cobrir todas as possibilidades de uma pescaria com material de sobra. Da uma sensação positiva de "estar preparado". Além disso , pra quem não pode pescar semanalmente, comprar tralha é um "aperitivo" , mata um pouco a saudade do ambiente de pesca. De qq forma , como em tudo , consumir demais é um erro nosso e acho q devemos usar cada vez mais os escambos.

abraco 

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2 horas atrás, Marcos Juliano disse:

Boa noite

acredito q uma boa parte disso se deve a ansiedade que temos , de porventura não pescarmos ou embarcarmos peixe por não termos o material "adequado". Aí queremos cobrir todas as possibilidades de uma pescaria com material de sobra. Da uma sensação positiva de "estar preparado". Além disso , pra quem não pode pescar semanalmente, comprar tralha é um "aperitivo" , mata um pouco a saudade do ambiente de pesca. De qq forma , como em tudo , consumir demais é um erro nosso e acho q devemos usar cada vez mais os escambos.

abraco 

Marcão, quando fala em escambo, vejo uma coincidência com a historieta que contei na postagem logo acima: "troco uma coisa que não preciso por outra que também não preciso..." . Todo o resto de sua fala é correto, embora discorde da justificativa de comprarmos tralhas como medida preventiva. Somos viciados e insaciáveis mesmo, é preciso reconhecer.

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21 horas atrás, Eder Nascimento disse:

O amigo @Marcel Werner disse muito bem e concordo plenamente. Muitas vezes não calculamos os gastos para acumular uma tralha que talvez nem vá para água e se colocar na ponta do lápis já paga fácil por exemplo mais de um pacote de pesca, como por exemplo do empreendimento do próprio Marcel (diga-se de passagem ele trabalha com preços super atrativos).

Eu não tem grana para ficar investindo em tanta tralha, tenho na verdade poucas iscas e poucos conjuntos, mas já faz minha alegria. Se eu tivesse grana com toda certeza teria que me segurar para não ser um acumulador, kkkk.

Abraço e sucesso neste processo de libertação que não é fácil  @Felipe Reinehr Faganello.

Obrigado caro amigo pescador. Vou me esforçar. Tudo precisa ser dosado. É como equilibrar uma tralha, vara, carreta, linha e etc, quem que estar equilibrado pra ter sucesso e o exagero é o inicio do desequilíbrio.

Abraço e boas pescarias 

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17 horas atrás, Gilbertinho disse:

O tema está pra lá de bem discutido.

No meu pensar, fazendo uma auto-crítica sobre o que fiz em quase 50 anos (tenho 69 atualmente), conclui que reagimos até exageradamente em certos casos, segundo a atração exercida por alguma coisa, o que nos leva a ocultar os brinquedinhos que sorrateiramente compramos, quando dá, e quando não é possível recorremos à toda sorte de argumentos para justificar as aquisições, inclusive a nós mesmos, quando nos apercebemos que extrapolamos o limite do bom senso. Pessoalmente, já experimentei essa sensação de arrependimento, mas o que fazer, se num certo momento essa reação aflorou e acabei por comprar mais e mais do que já era suficiente? Alguém pensa que essa mania tem fim? De fato tem, é quando a gente morre, porque na verdade, substituímos uma coisa por outra no decorrer do tempo. Se de um lado coloquei num segundo plano as tralhas e quinquilharias da pesca, de outro me fixei em barcos, motores e veículos, tudo de uma forma exagerada, pois minhas necessidades apontam exatamente em sentido oposto, já que bastaria apenas uma unidade de cada um para atender minhas demandas. A meu ver, quem fez referência ao termo "acumulador", passou  muito perto da resposta. Se isso for uma doença, sou mais um membro do clube, porque achar que isso é normal, no sentido lato do verbete, considero equivocado. Esse assunto me fez lembrar uma frase engraçada dita por um ancião alasquiano, dono de um ferro-velho (episódio da Grande Família do Alasca). Ele disse mais ou menos assim: "eu troco uma coisa que não preciso por outra que também não preciso, vendo outra coisa que não preciso para depois comprar outra que também não preciso". Acho que a gente meio que se enquadra nessa situação porque, ao menos no meu caso, já troquei iscas por iscas, comprei tantas outras que nunca usei, já tive inúmeros barcos ao longo do tempo e hoje tenho "apenas" quatro, quando só preciso de um, tenho cinco carros de uso pessoal, e se aparecer algum desses itens que me agrade...sei não! A cada besteira dessas que faço, minha filha (sou viúvo) indaga: outro? pra quê? E lá vou eu a dizer que é investimento, coisa e tal.

Dileto amigo, não se preocupe, todos neste Fórum sofrem da mesma enfermidade, que aliás nos traz sempre muita alegria, chiadeira das briguentas à parte, sempre dá pra contornar, desde que atendamos também e bem todas as demandas delas e da filharada.

Abraços do Gilbertinho 

Não Tenho muito a dizer depois desse relato inigualável. Muito obrigado pelas sabiás palavras caro amigo @Gilbertinho. O negócio é admitir, quando possível dosar as compras e brincar com isso sem se cansar, esse é um grupo repleto de sujeitos igualmente doentes.

 

Abraços.

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14 horas atrás, Gilbertinho disse:

Marcão, quando fala em escambo, vejo uma coincidência com a historieta que contei na postagem logo acima: "troco uma coisa que não preciso por outra que também não preciso..." . Todo o resto de sua fala é correto, embora discorde da justificativa de comprarmos tralhas como medida preventiva. Somos viciados e insaciáveis mesmo, é preciso reconhecer.

Sim. Somos mesmo exagerados. Vc tem razão. 

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Muito pouco a acrescentar ao que já foi dito (e bem explicado) ! :read:

Há contudo um "viés" que pode complementar (jamais justificar :blush:) uma parte dessa "obsessão"... surtei::

Em algumas pescarias nos deparamos com uma determinada isca que funcionou bem, e com base nisso, vamos à compulsão de ter mais delas (tamanhos, cores, e repetição - dentro do conceito "quem tem uma, não tem nenhuma") para a próxima vez, que não necessariamente faz com que essas "aquisições" sejam qualificadas como adequadas...

Em outras palavras e sendo mais prático, certa vez fomos atrás de tucunarés nos lagos fechados em torno do Araguaia, e a recomendação prévia foi de usarmos "peninhas" (na verdade, pequenos jigs...). Quem não as levou, teve que ficar "mendigando" por uma dos que as levaram, pois efetivamente era o que funcionava... Resumo, no retorno, antes mesmo de uma "nova pescaria", as caixas se encheram de pequenos jigs, de todas as cores, formatos, pesos, tamanhos, e - com raríssimas exceções - JAMAIS foram usadas. :wild:

Uma das coisas que me apercebo é a "pouca crença" do pescador na insistência nas iscas em que ele acredita funcionarem, e com isso, vai colecionando quantidades absurdas... Na experiência adquirida em várias pescarias realizadas, pode-se dizer que o "problema" não é quando o peixe está comendo (aí não precisa de cor, tamanho ou tipo - caiu na água, tá abocanhado), e sim quando não quer comer... Para isso (respeitando todos os demais pensamentos) é ter na caixa algo que tradicionalmente funciona e acreditar no seu funcionamento ! Exemplificando, alguém tem dúvida da eficácia da João Pepino na superfície, das sub walks ou perversas na sub superfície, de uma boa isca de meia água e de "jigs" para amainar o desespero de "não ficar de dedo" ? Pois então, se o peixe não entrar numa dessas, é hora mesmo de abrir uma cerveja e sair do sol, ou se preferir, arrastar hélice até que o peixe ataque para se livrar do barulho... :blum3:

Como comentado pelo Werner (que sabe das coisas), ao longo do tempo as avaliações do que realmente importa fazem com que as "grandes quantidades de tralhas" comecem a dar vez aos itens mais selecionados e focados naquilo em que se mostram produtivos ! Diminuir o que já se possui, quase sempre representa uma dificuldade com os que são "apegados" à essas coleções ! Não vejo isso como um "problema" tão grande assim ! Ruim mesmo é não segurar a compulsividade e achar que "os investimentos" são permanentes, pois aí não há dinheiro e/ou paciência de esposa que aguente... (sem contar os "custos compensatórios" que somos obrigados a ter... eles sempre acontecem). :girl_prepare_fish:

Finalmente, e já dentro de um enfoque mais "racional" (que nem sempre combina com o entusiasmo dos pescadores), entrei para o "APIA-V" (Associação de Pescadores de Iscas Artificiais - Virtual raivinha::), cujas sessões são feitas "sob a forma de meditação", e lhes confesso que passei a "ser menos cobrado" pela minha cara metade... ::excl:: Fiquei também mais exigente, evitando fazer investimentos em "tralhas razoáveis", optando sempre por coisas boas e caras - quanto mais caras, melhor, pois sempre se tornam um "freio" para efetivar minha desistência (sempre "temporária"  paia:: - para efeitos de "APIA-V"). Outra regrinha que uso é me perguntar nessa hora de "dúvida", se o "objeto de desejo" é tão melhor do que o que já possuo ? Não adianta trocar "seis" por "meia dúzia"... bomba:: E por fim, caso ainda exista um resquício de dúvida, o "cheque mate" é avaliar o "benefício x custo" do investimento dentro do uso real dessa compra ! ninja:: Comprar para deixar guardado ? Ter mais de um com as mesmas funções e porte, e por aí vai... Hoje já existe um bom antídoto para essas "crises de compulsão" chamado internet ! Melhor dizendo, quando chegar a ansiedade de cometer o "delito da compra", lembre-se que graças a internet, você poderá ter o mesmo produto a qualquer tempo, acabando-se a justificativa (quase sempre "falsa" - por mais que não admitamos isso...) de que é por conta da oportunidade...  ::please::   

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Em 09/08/2017 em 21:43, Felipe Reinehr Faganello disse:

Amigos como me envergonho de ir a um profissional em psicologia. E não sei se existe um grupo anônimo do tipo CCIA (compradores compulsivos de iscas artificiais). Tenho que fazer a seguinte pesquisa pra eu me sentir melhor ou obedecer Minha esposa kkkk.  

Sou só eu ou tem mais gente viciada em comprar iscas artificiais?  As caixas ou estojos estao abarrotados. Temos sempre 3 ou 4 prediletas. Mas sempre encontramos espaço pra torrar a grana suada. As quantidades passam de centena... E ainda tem jeito de nos interessarmos por mais. Kkkkk.... É normal ou estou doente? 

kkkkkkkkkkk esta quase doente na minha opiniao... kkkkkkkkkkkkk mais ainda tem cura...  eu nao levo mais de 30 iscas para a amazonia, isso ja contando as iguais, e olha que uso no maximo umas sete seis diferentes e os jigs, quando as coisas estao bem complicadas... e olha que sempre pesco uns 15 dias seguidos, nao adianta ter muita quantidade, mais vale ter qualidade e iscas boas, do que muitas que nao vao nem sair da ccaixa de pesca... abraçosss e boas pescarias... 

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Hj , carretilhas e varas eu só compro se eu vender alguma . Só para repor msm rs .... Não passo além do número de conjuntos que eu já tenho . Neste requisito eu já consegui me controlar kkkkkk .

Agora sobre iscas ... eu não consigo me controlar :gorfei:

este negócio vicia msm kkkk

eu acho que nunca eu vou conseguir parar de comprar iscas kkkkkk

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Sofro desse vicio, pesco bastante ao longo do ano mas acabo sempre levando quase os mesmos conjuntos e iscas deixando

guardadas centenas delas.

Mas se acharem um remédio para esse vício, não me mandem pois não tenho a menor vontade de curar rs

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2 horas atrás, Ivan Miraldo disse:

Sofro desse vicio, pesco bastante ao longo do ano mas acabo sempre levando quase os mesmos conjuntos e iscas deixando

guardadas centenas delas.

Mas se acharem um remédio para esse vício, não me mandem pois não tenho a menor vontade de curar rs

Kkkkkk nao ter vontade da cura é excelente kkkk

👏👏👏

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