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Marcello

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Sobre Marcello

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    Pescador de Lobó
  • Data de Nascimento 10-04-1946

Informações de Perfil

  • Localização
    Rio de Janeiro
  • Interesse
    pesca esportiva

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  1. Caros amigos, apesar da pesca predatória e da falta de fiscalização das autoridades competentes, as ilhas ( arquipélago das Cagarras, Redonda , Filhote e Rasa ) em frente a cidade do Rio de janeiro ainda atraem e mantém um farto e variado estoque de peixes. Ontem, sábado , saímos na Mar e Mar apenas eu e o Almir para uma pescaria variada. pretendíamos nós: arremessar para as enchovas, jigar para olhetes e afins e também dar uma linguiçada a procura dos badejos, chernes, namorados e etc. Tivemos êxito em todas as etapas como mostrarão as fotos abaixo relacionadas. Logo de manhã cruzamos com um seleto grupo de pescadores,no barco do Firmino e liderados pelo Garrido( em pé na proa). Abordamos a mesma pedra, eles por um lado e eu pelo outro. Pois bem do lado deles estavam os olhudos e para minha sorte do meu lado só havia enchovas. Pelo rádio um amigo me comunicou que os olhetões estavam muito ativos na Rasa. Lá não fui pois a minha rota não incluia este pesqueiro no entanto avisei ao Garrido. Não sei se eles foram lá mas os peixões realmente estavam comendo naquela área pois o amigo que me deu o alerta voltou para o clube com belos exemplares embarcados. As fotos mostram sómente o Almir com os peixes porque o parceiro é ótimo pescador mas péssimo fotógrafo. Almir e uma enchova. Agora com um badejo. Um namorado. Chernotes. O olhete do sashimi.
  2. Caros amigos, mês de maio de férias. Como sempre dei uma chegada nos Estados Unidos com uma passagem por NY sem pescarias e um período maior na Flórida, aí sim, com algumas incursões, sempre com muito sucesso ,mas sem fotos pois seria replay dos anos anteriores . Os peixes foram os de sempre: kingfish (cavala),sailfish, grouper ( badejo), red snapper ( pargo ), snook ( robalo) e etc. Tive a oportunidade de conhecer e conversar muito com o Joe( Novomarine). Infelizmente não pescamos juntos, mas já ficou marcado para o ano que vem. No retorno ao Rio encontrei os ollhos de boi e saltões ainda de plantão , reencontrei as enchovas que andavam sumidas mas para validar este relato mostrarei aos amigos pescadores a foto de um belo exemplar de namorado ( 14,750kg) que fisguei na terça feira passada. O curioso é que a pescaria era de badejo com camarão vivo e como êles estavam meio manhosos resolvemos filetar alguns parguinhos que tínhamos embarcado, já com esta finalidade, para tentar os chernes e namorados. Sucesso total! Eu e o bruto. Agora de lado.
  3. Caro Felipe,não tá valendo não! Como comandante e dono da lancha estou sempre controlando e " segurando" os meus companheiros no sentido de evitar a matança desenfreada. Desta vez não foi diferente pois embarcamos três exemplares para cada pescador e passamos a liberar daí em diante.
  4. Caros amigos, eu, Zé Cláudio , Mauro e Almir aproveitamos o feriado de quinta feira passada para uma incursão nas Cagarras e arredores em busca dos ôlhos de boi haja vista que na última saída eu já tinha conseguido um bom exemplar na área. Como sempre iniciamos pela cata de lulas pois elas vivas se constituem no prato predileto de nossa presa. Lulas no viveiro , partimos à procura deles. Roda daqui e dali e eis que em pouco tempo deparamos com um bom cardume deles. Foram vários exemplares embarcados, todos na faixa de 4 a 6kg. Neste período da pescaria tivemos a companhia da Centropomus que tinha no comando o Célio e na tripulação o Diniz e o Rodrigo. Êles também embarcaram seus peixes . Vale registrar que as artificiais , tais como gotchas e metais também foram usadas com sucesso mesmo porque a lula viva acabou logo , a ponto de nos obrigar posteriormente a voltar no Leme para dar sequencia a pescaria. Eu tive a felicidade de fisgar um belo galo de penacho ( xaréu branco ) que vocês verão abaixo na foto seguro pelo Zé Cláudio. Saindo das Cagarras e indo para a Redonda ainda conseguimos uns olhetes para fechar mais esta boa jornada. Como as fotos não foram feitas no momento da captura , alguns peixes apresentam a pele com a pigmentação falhada. Zé Cláudio mostra o galo e um ôlho de boi. Almir e êles. Eu e mais um. Mauro e um big baiacu. Almir "levantando" um olhete.
  5. É mesmo Xandego!Além de bonito, é muito esportivo ( brigão) e saborosíssimo.
  6. Caros amigos, foi isto mesmo, apesar dos alertas nas TV's e jornais para o ciclone extra tropical que iria entrar no sábado oriundo do sul , trazendo com êle ondas de até 5 metros a Mar & Mar foi pro mar pescar. Nada foi programado e até pelo contrário eu já tinha desistido de sair no sábado face ao maragal que se apresentaria mas ao acordar chateado e meio cabisbaixo pelos acontecimentos ruins da véspera decidi que era hora de refrescar a cabeça e ir assim mesmo. Liguei para o Almir para convocá-lo e pouco depois já estaríamos partindo para o ICRJ aonde o hangarista já estaria descendo a lancha pois o meu marinheiro está de férias . Exatamente às 10:00h da manhã estávamos zarpando para o que seria um desafio e mais uma aventura com o mar em fúria. A estratégia a ser adotada seria pescar afastado das ilhas ou seja, metal jig e lulas frescas seriam as "armas" a serem utilizadas na batalha. Decidimos também restringir a área de "trabalho"ao arquipélago das Cagarras evitando assim um sofrimento maior qual fôsse o de ir até a Redonda e as Tijucas. Começamos a procurar o peixe arrastando lula fresca morta no fundo e pouco tempo depois já tínhamos embarcado um belo xaréu branco ( galo de penacho ) e dois bons pitangolas. Partimos para o metal mais nesta etapa não fomos felizes pois o peixe estava escasso e espalhado. Voltamos a corricar com umas " balinhas cromadas" que são vendidas lá no Manéu e conseguimos uns atrevidos xereletes. A boa surpresa nos estava sendo reservada para o final pois achamos no fundo as sumidas anchovas. Aí foi festa! Utilizando metais de 40g e material leve, embarcamos várias e demos por encerrada a jornada pois já eram quase 4 da tarde e o mar crescia assustadoramente. Almir e o galo de penacho. Eu e um pitangola. Quando retornávamos ao clube cruzamos, na boca da barra, com os veleiros da regata de volta ao mundo que partiam do Rio para mais uma etapa. Torben Grael rumo à Boston.
  7. Parabéns Bete, Não só pela pescaria como também pelo programa familiar. Meus filhos não gostam de pescar e minha mulher enjoa a toa.
  8. Caro Marco, pescar na Flórida realmente é tudo de bom. Além de tudo que você mostrou e escreveu neste seu ótimo relato há também muito por lá o espírito de preservação das espécies e quando algum malandro tenta burlar a lei quase sempre é pego e punido pois lá existe muita fiscalização e é séria.
  9. Para quem quiser conhecer melhor o lirio: http://www.revistapesca.com.br/noticias ... c44bbe7b81
  10. Sim, mas qual foi a resposta para a pergunta acima... diabo:: Caro amigo,a princípio fiquei em dúvida. Ahahahah!! Depois optei pelo peixe.
  11. Caro Kid,Você não foi o único a perguntar, pois um gaiato carioca ao olhar a foto perguntou: " Qual dos dois é o namorado ? " Ah ah ah !
  12. Caros amigos, Apesar da meteorologia na ultima hora apontar para algum (?) vento lá fora, não desistimos da empreitada e partimos eu, Mauro, Dr. André geofísico e o experiente Almir para uma prospecção e pesquisa de pontos de pesca e se possível trazer algum peixe para o Carnaval. Vale registrar que a lancha utilizada foi a " Mar & Mar "que apesar de possuir uma parelha de ETEC 150hp, é apenas uma 24'. Pescar acima das 50mn com muito vento e mar de 1,60m numa 24', sem dúvida foi uma aventura. O fato que nos encorajava era que a área a ser pesquisada tinha sido alvo de estudos de batimetria do Dr André na sua tese de doutorado e tinha se mostrado muito promissora quanto a forte ocorrência de relevos no fundo do mar. Tudo isto aconteceu no sábado de Carnaval, com início no ICRJ às 05:30h. Levamos cerca de três horas, com uma navegação bastante difícil, para atingir a área escolhida pelo nosso geofísico . As horas se passavam e nada da sonda acusar a presença de peixes nas lindas torres que apareciam na tela . Chegamos a duvidar que a 220m de profundidade a sonda fosse capaz de mostrar peixe e então por duas ou três vezes o Mauro e o André desceram linha confiando apenas na topografia do fundo . Porém nada acontecia , nem um parguinho sequer. Eu esperava para ir só na "boa" pois a minha elétrica decidiu não funcionar e portanto eu com 63 aninhos teria que recolher cerca de 250m de linha , com um chumbo de 750g , cinco anzóis e peixes (?). Faltando menos de uma hora para voltarmos eis que a sonda finalmente mostra algo que parecia ser peixe. E não deu outra , era mesmo! Foram então embarcados em apenas duas "roladas": olhos de cão, namorados, chernes e um lindo lírio. Retornamos contentes e com aquela sensação de missão cumprida! Que nos esperem pois, breve voltaremos e agora já na certeza . Eu e um cherne de 12kg. Mauro e o seu troféu . Lírio com 9,85kg. Ótimo exemplar! Almir e um namorado.
  13. Caro Kid, o estaleiro ainda está resolvendo se vai me ressarcir . Caso não o façam vou para os tribunais. Quanto ao cigarro do André você tem toda razão , já cansei de falar e ele fica até sem graça de fumar na lancha. O pior é a tosse. É braba ! E o homem é médico.
  14. Caros Alfredo e Adhemar, iria ficar monótono encher o relato com fotos de enchovas. Na realidade eu poderia ter pedido aos parceiros para tirar uma foto minha com uma enchova para também aparecer, mas na hora os caras só pensam em pescar. O fotógrafo sou só eu mesmo!
  15. Caros amigos, já a algum tempo venho sofrendo pelo amadorismo dos estaleiros de lancha brasileiros. Pasmem vocês a minha lancha veio de fábrica, a meu pedido, equipada com um tanque de combustível opcional. Pois bem o suspiro do tanque foi montado de uma maneira tal que permite a entrada de água do mar. Daí em diante todos podem imaginar o que venho padecendo. Feito o intróito, vamos a pescaria de ontem. Saímos às 06:00h do ICRJ na Mar & Mar em monomotor, pois o outro danificado pela água salgada aguarda peças que estão sendo importadas, eu o Dr André e o crack Almir para uma pescaria pelo arquipélago das Cagarras e adjacências. Logo cedo encontramos umas manhosas bicudas que seguiam as iscas mas apesar da troca de tamanho , cores e maneira de trabalho das iscas elas não queriam fisgar de jeito nenhum. Embarcamos apenas uma e desistimos. A saga prosseguiu passando por todas as lages e ilhas do arquipélago, arremessando e corricando, com apenas um serra embarcado. O próximo destino seria as ilhas Redonda , o Filhote e a lage Banco do Brasil mas eis que no caminho cruzamos com a traineira-lancha do Firmino de lá retornando , com uma ilustre tripulação de pescadores a bordo liderada pelo expert Kensuke Matsumoto e seus mosqueiros que lá tinham chegado às 05:00h da manhã e tinham fisgado apenas um obzinho. Ora, ante tal realidade decidi eu, como comandante, abortar o trajeto e partir para a pescaria de fundo. Saímos " batendo "alguns pontos do já meu recheado GPS e num deles o Almir , usando um metal NS rosa de 60g acerta um bela garoupa , que na balança acusou 8,4kg. Prosseguindo pelos pontos de fundo a procura dos badejos, pargos e afins passo ao largo da Rasa e tenho então a feliz idéia de encostar e fazer alguns arremessos a procura das enchovas e etc. Fui feliz elas lá estavam em boa quantidade, tamanho e com uma voracidade e disposição para briga muito caracteristico da espécie. Foi uma festa , embarcamos inúmeras e encerramos a etapa deixando para trás o cardume pois elas já nos tinha oferecido um enorme prazer. Na volta para o clube ainda fisgamos no fundo alguns bons pargos . Os badejos não apareceram. Seguem fotos ilustrativas da jornada. Almir e a garoupa. Dr. André e uma enchova.
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