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Pedro Dominguete

Peixe Panga - Cuidado

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Recebi este e-mail hoje e achei interessante compartilhar, ja que esse peixe foi citado recentemente no FTB

ESTÁ À VENDA NA REDE BOM PREÇO, G.BARBOSA, HIPER IDEAL, EXTRA...

Caros amigos

e amigas,

Em algumas oportunidades tive o desprazer de observar o malfadado peixe branco, sempre servido em self-services e/ou "à la carte." (Entre os restaurantes onde pode ser encontrado o "gourmet" o cliente faminto terá mais opção do se pensa em self-services)

Em um self-service, tive a curiosidade de ver melhor o peixe no meu prato. Ao abrir a posta do peixe notei que a massa estava impregnada de filamentos.

Encostei o prato, retirei guardanapo parte do peixe e levei para analise. Os filamentos, na verdade, eram vermes de até dois cm.

Procurei me informar, lá mesmo no caixa, da origem do peixe e fui informado que se tratava de peixe asiático.

Após análise da porção amostrada tirei minhas conclusões que são coincidentes com as informações prestadas: - peixe asiático de água doce, proveniente de rios extremamente poluídos de excrementos, dejetos e toda sorte de poluição biológica, física e química devido, entre fatores diversos, à maciça ocupação de barcos que servem de vias e moradias que constituem aglomerados populacionais de pessoas carentes de serviços sanitários e salutares. Esse ambiente condiciona por si só o desenvolvimento e procriação de víveres adaptados a esse habitat degenerativo. O nível de poluição dessas águas é tamanha magnitude que as próprias pessoas que, por lá convivem, têm nojo e repugnância dos víveres dessa água. Essas condições associadas viabilizam a proliferação exacerbada de peixes que ressalta aos olhos dos especuladores inescrupulosos que conseguem com tremenda facilidade realizar farta e rentável "pescaria" para a venda dos seus produtos no terceiro mundo afora - de quebra no Brasil.

CUIDADO COM OS PRODUTOS SERVIDOS POR ESSES ESTABELECIMENTOS

SÓ ESTOU REPASSANDO, MAS É BOM TER CAUTELA!!!

ASAE - SOCIEDADE AMERICANA DE ENGENHEIROS AGRÔNOMOS

Peixe Panga - PERIGO para a SAÚDE PÚBLICA

Há pouco tempo descobri um novo peixe, aparentemente perfeito: filetes muito branquinhos, frescos ou congelados, sem espinhas e a bom preço no supermercado... claro que decidi experimentar...

A minha primeira impressão do sabor do peixe não foi a melhor, (embora fosse a única a encontrar algo estranho, pois é um sabor muito ténue...)

Hoje voltei a comer, e tal como da primeira vez que provei este peixe não melhorou a impressão do sabor...

Acabei de almoçar e pesquisei e encontrei o texto que envio abaixo.

NOTA - achei por bem enviar, porque muitos de vocês já terão provado e gostado... L

Abra e leia no site abaixo:

http://isafromaveiro.blogspot.com/2009/02/o-peixe-gato-ou-panga-nova-aberracao-da.html

O Peixe Panga: a nova aberração da globalização

O panga é um peixe de cultura intensiva/industrial no Vietname, mais exatamente no delta do rio Mekong e está a invadir o mercado devido ao seu preço.

Eis o que deve saber sobre o Panga:

Os Pangas estão infestados com elevados níveis de venenos e bactérias. (arsénio dos efluentes industriais e tóxicos e perigosos subprodutos do crescente setor industrial, metais pesados, bifenilos poli clorados (PCB), o DDT e seus (DDTs), clorato, compostos relacionados (CHLs), hexaclorocicloexano isómeros (HCHs), e hexaclorobenzeno (HCB)).

O rio Mekong é um dos rios mais poluídos do planeta.(Na guerra do Vietnã o último recurso americano foi jogar o "agente laranja"(desfolhante e cancerígeno).

Ao comprar pangas estamos colaborando com empresas gigantes sem escrúpulos e gananciosas que não se preocupam com a saúde e o bem-estar dos seres humanos.

Este comercio está sendo aceito por países que os vendem ao público em geral, sabendo que estão vendendo produtos contaminadas.

Fernando BarrosoBioquímico-CRF-4 15148851-0131

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como eu ate gostei de comer esse peixe, rsrsrsrsrsrs, tbem pesquisei ... achei coisas boas e coisas ruins ... heheheh

tambem nao tou de nenhum dos lados, e nem vendo panga !!! rsrsrsr ... só vou repassar o que achei.

abs a todos

boas :

E-Farsa:

E-mail afirma que o peixe Panga ou peixe gato importado faz mal a saúde dos brasileiros e pede para que o consumidor não compre o alimento. Será verdade?

Em outubro de 2011, um texto alarmista começou a circular pela web! O autor estaria desesperado para que avisássemos para o maior numero de pessoas a notícia de que não deveríamos comer o tal peixe Panga. Segundo o texto (que, na verdade, surgiu aqui no Brasil em 2009), o tal peixe estaria contaminado com altos níveis de venenos e bactérias nocivas à saúde humana!

Mas será que o texto é verdadeiro ou falso?

Analisando o e-mail – que sofreu várias alterações com o passar do tempo – podemos verificar que ele possui vários indícios que caracterizam uma boa farsa da web:

?Cita nomes de entidades para dar mais crédito à notícia;

?É impreciso e contraditório em vários pontos;

?Apela para o lado emocional do leitor;

?Usa em certos trechos letras maiúsculas para chamar a atenção do leitor;

?Não cita as fontes de onde a tal noticia foi retirada;

?Não é datado;

?Trata de um assunto que interessa a muitos leitores: a saúde;

?Pede para ser repassado para o maior numero de pessoas possível;

Logo no primeiro parágrafo, o texto afirma:

“REPASSANDO COM URGÊNCIA – FATO COMPROVADO – REPASSEM PARA TODOS OS SEUS CONTATOS…”

Já começa bem! Repasse para todos os seus contatos um fato comprovado. Comprovado por quem?

Mais abaixo, o texto cita a ASAE (Sociedade Americana de Engenheiros Agrônomos), mas não mostra nenhum link ou recorte de jornal para comprovar que a tal Sociedade tenha publicado tal notícia.

O autor (ou quem acrescentou o texto na mensagem original) ainda mistura o perigo do consumo do peixe Panga (Pangasius hypophthalmus) a uma contaminação que teria ocorrido na época em que o presidente do Brasil era o Sarney. Trecho igualmente sem datas ou fatos concretos que atestem a veracidade da informação.

Quem escreveu o texto afirmou que um dia estava comendo em um restaurante self-service quando teve a curiosidade de examinar um dos filés de peixe. Na verdade, o autor afirma que levou o peixe para análise, mas não apresenta nenhuma prova ou o resultado dessa análise. Será que teria levado a um laboratório? Será que a análise foi feita ali mesmo, no restaurante?

O texto prossegue e afirma que dentro das postas do peixe servido havia filamentos e esses filamentos eram vermes de dois centímetros. Será mesmo?

E ainda: Ao analisar o peixe, o autor concluiu que a amostra era “de água doce, proveniente de rios extremamente poluídos de excrementos, dejetos e toda sorte de poluição biológica, física e química devido, entre fatores diversos, à maciça ocupação de barcos que servem de vias e moradias que constituem aglomerados populacionais de pessoas carentes de serviços sanitários e salutares”! Que análise, hein?

Uma dúvida: Será que essa análise feita em apenas um filé vale para todos os peixes Panga?

Mais adiante, o e-mail afirma que:

“Os Pangas estão infestados com elevados níveis de venenos e bactérias. (arsênio dos efluentes industriais e tóxicos e perigosos subprodutos do crescente setor industrial, metais pesados, bifenilos policlorados (PCB), o DDT e seus (DDTs), clorato, compostos relacionados (CHLs), hexaclorocicloexano isómeros (HCHs), e hexaclorobenzeno (HCB)).”

Um parágrafo com tantos nomes complicados e com muitas siglas. Com tantas informações assim dá até preguiça de verificar se o parágrafo é real! É mais fácil repassar o texto. Mas será que tudo isso é verdade?

De acordo com uma análise feita em novembro de 2009 pela DECO Proteste (Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor) – onde foram testadas 5 marcas de filé de Panga congelado – foi encontrada uma bactéria chamada Listeria monocytogenes, porém em uma quantidades tão insignificantes que não chegam a ameaçar a saúde de ninguém!

Além disso, a DECO também não encontrou metais pesados e tampouco resíduos de medicamentos anti-infecciosos.

Também é bom ressaltar que, conforme observado pelo site Agrolink, “O Panga é cultivado há mais de mil anos no Rio Mekong, no Vietnã, um dos maiores rios do mundo, localizado no sudeste asiático. Há muitos anos, é exportado para mais de 240 nações, entre elas os Estados Unidos, todos os países da Comunidade Européia, Japão, Rússia, Austrália, entre outros. Só este fato bastaria para atestar sua qualidade e segurança para o consumidor. Ainda assim, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do Brasil realizou uma série de análises nesta espécie, com o objetivo de confirmar a alta qualidade do produto, que foi aprovado sem restrições.”.

Notícias sobre intoxicação

Pesquisando por noticias sobre o peixe Panga nas versões online dos jornais A Folha de São Paulo e do Estadão não encontramos nada sobre casos de intoxicações ou envenenamento relacionados ao consumo do dito peixe. Será que a mídia estaria escondendo o fato? A troco de quê? Se algum leitor do E-farsas.com encontrar alguma notícia a respeito, favor enviar o link pra nós!

Continuando.

O e-mail ainda afirma no próximo parágrafo que não há nada de natural nos Pangas! Sinceramente, não dá para entender o que querem dizer com isso. Não é natural um peixe que come restos de peixes mortos?

O autor do texto também compara o Panga às vacas loucas que, segundo ele, seriam vacas que se alimentavam de vacas. Segundo o Como as Coisas Funcionam, acredita-se que nos anos 1990 a doença que atacou as vacas teria sido causada pelo consumo de ração contaminada. Como boa parte da ração britânica era composta por ossos de carneiros (e a doença surgiu primeiro nesses bichos), deduziu-se que a doença teria se propagado dessa forma. Em carneiros. Não em vacas!

A seguir, o texto alerta:

“Basicamente, são peixes com hormônios injetáveis (produzidos por uma empresa farmacêutica na China) para acelerar o processo de crescimento e reprodução. Isso não pode ser bom.”

Apesar do e-mail não dizer o nome da empresa farmacêutica chinesa, e importante avisar que o tratamento de peixes com o uso de hormônios não é exclusividade do Panga. Outros peixes também recebem essa “ajudinha” de seus criadores com hormônios naturais e/ou sintéticos. Será que esses hormônios fazem mal apenas ao Panga? A solução seria banir todos os peixes das refeições?

No trecho abaixo, o autor do texto alarmista conta que:

“Ao comprar Pangas estamos colaborando com empresas gigantes sem escrúpulos e gananciosas que não se preocupam com a saúde e o bem-estar dos seres humanos.”

O parágrafo acima talvez sintetize uma insatisfação de muitos produtores nacionais que estariam tentando boicotar a

importação do peixe vietnamita. Um exemplo disso é a notícia publicada no JusBrasil mostrando que a importação do peixe Panga teria sido suspensa em 2010 em Santa Catarina (e no resto do Brasil). O motivo: O preço do peixe importado estava abaixo do valor do peixe produzido aqui no nosso país. O mesmo motivo também é apontado por Jomar Carvalho Filho em seu artigo sobre a concorrência desleal que o importado teria sobre os nacionais.

Essa briga com os importados também ocorre em outros países: A agência de notícias BBC conta que nos Estados Unidos as autoridades do comércio decidiram impor tarifas extras sobre importações de produtos vindos de 2 países da Ásia.

Origem

Ao que tudo indica, o texto foi escrito em um blog de uma moça chamada “Pris” em junho de 2008. O texto não está mais online, mas é possível resgatá-lo com a ajuda do WebArchive nesse link. Pris, conforme ela mesma afirma em sue blog, está (ou estava) morando no Vietnã e escreveu esse texto baseando-se em um documentário em francês e também nesse texto sobre o Panga. Alguém, em algum momento, traduziu o tal artigo e espalhou em português.

Conclusão:

Até onde se sabe o peixe Panga não é venenoso e não faz mal para quem o consome. Todavia, assim como todos os alimentos, é preciso que se tenha higiene ao prepará-lo. Verifique também a procedência de tudo que vai comer.

Desmistificando a origem do peixe Panga (agrolink)

05/04/10 - 14:04

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o brasileiro consome, por ano, cerca de 7kg de peixe, sendo que a recomendação é de 12kg. Esse cenário pode ser atribuído, entre outros fatores, ao custo elevado do pescado no Brasil.

Nesse contexto, iniciou-se, em 2009, a importação do peixe Panga, uma opção de excelente custo-benefício (25% mais barato que outras espécies, como a Merluza) ao consumidor, que ocasionou a forte aceitação do produto no mercado. Porém, o Panga começou a sofrer retaliações e a ser alvo de falsas atribuições com relação à sua origem, principalmente na internet, o que vem dificultando a sua consolidação no Brasil.

O Panga é cultivado há mais de mil anos no Rio Mekong, no Vietnã, um dos maiores rios do mundo, localizado no sudeste asiático. Há muitos anos, é exportado para mais de 240 nações, entre elas os Estados Unidos, todos os países da Comunidade Européia, Japão, Rússia, Austrália, entre outros. Só este fato bastaria para atestar sua qualidade e segurança para o consumidor. Ainda assim, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do Brasil realizou uma série de análises nesta espécie, com o objetivo de confirmar a alta qualidade do produto, que foi aprovado sem restrições.

O Panga tem as características que o consumidor brasileiro sempre desejou em um peixe: tem textura firme, cor branca, sabor suave e sem espinhas. É muito versátil, permite vários tipos de preparos (grelhado, frito, assado e ensopado) e possui um ótimo custo-benefício, por conta das técnicas avançadas de criação e processamento utilizadas pelo Vietnã. Além disso, destaca-se a praticidade do peixe congelado, comercializado limpo e em filés.

Desmistificar a origem do Panga pode ser um passo importante para atingir o consumo per capita de pescado indicado pela OMS. Sendo assim, gostaríamos de propor uma pauta que abordasse as qualidades desse peixe, bem como seu fácil preparo e sugestões de receitas.

A Leardini Pescados, um dos maiores fornecedores de pescado do Brasil, foi a primeira empresa a importar o peixe Panga. As informações são de assessoria de imprensa.

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