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Marcos A Cavalcanti

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Sobre Marcos A Cavalcanti

  • Rank
    Já consegue zarar
  • Data de Nascimento 10-11-1945

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    Masculino

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  • Localização
    Curitiba - PR
  • Interesse
    PESCA EM GERAL

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  1. Olá pescadores! Embora muitos possam preferir comprar este acessório nas lojas de pesca, que aqui em Curitiba, podem custar de R$ 10 até 20 reais, no meu caso, tenho alguns, porém, depois de ver um vídeo na internet , que ensinava como fazê-los, para passar o tempo de aposentado, fiz cinco deles, com pequenas mudanças. Material Necessário: 1 metro de tubo de esgoto de 40 ou 50 milímetros; 5 barras de ferro chato com 5mm de espessura, por 1,5 cm de largura e 50cm de comprimento; 10 parafusos com porca, sendo 5 deles de 1,5 cm e outros cinco de 4 ou 5 cm. Como confeccionar: a) Corte o tubo de esgoto em pedaços de 20cm; b) fure as barras de ferro com uma broca de 5 ou 6mm, sendo que o furo superior deve ficar 1,5cm da borda superior e o outro furo, 18 cm abaixo desta barra; c) Marque nos pedaços do tubo o local onde será feito os furos existentes na barra de ferro e para tanto, você pode usar a mesma broca ou se preferir aquecê-la e furar; d) Usar os parafusos com porca, unindo os pedaços do tubo com as barras de ferro, ou seja, o parafuso menor na parte superior da barra e os maiores na parte inferior e estes servirão de apoia para o cabo da vara. Como eu já tinha o tubo de esgoto e consegui com um amigo serralheiro de graça as barras de ferro e ele ainda fez pontas na parte inferior e os furos nos locais indicados, minha única despesa foi comprar os parafusos e porcas, onde gastei a FORTUNA de R$ 2,00. Para quem não tem o material, o metro do tubo de esgoto deve custar em torno de uns R$ 10,00 reais, o ferro, geralmente é sucata nas serralherias e podem não ser cobrados, os parafusos e porcas custam aquela fortuna, portanto, cada suporte poderá custar em torno de pouco mais de R$ 2,00 reais. Então, deixem a preguiça de lado e mãos à obra.
  2. Olá! Em outras oportunidade em que participei deste fórum, sempre narrei minhas pescarias de tilápia na represa do Capivari, que infelizmente nesta última temporada, por dois motivos, não fui pescar na mesma, ou seja: O primeiro estava ligado à problemas de saúde e o outro, por que infelizmente no meu local preferido de pesca, a Copel determinou ao proprietário que desmanchasse toda infra- estrutura existente, ou seja: duas casas, os quiosques que usávamos para acampar, onde tinha luz, água, banheiro, mesas,bancos e churrasqueiras avulsas que havia nos bosques acima do limite de água da represa. Pena porque segundo meus companheiros, a última temporada foi atípica, fazia anos que não se capturavam tilápias de bom porte e em quantidade. Más como nem tudo é alegria, lamentavelmente, muitos tilapeiros, inclusive alguns de minha turma, apelaram para pesca predatória, ou seja: pescar de lambada usando garateias. Na verdade não deixei de pescar minhas favoritas tilápias, só que nas cavas de areia do pesqueiro S.Cecilia. Bem, a temporada acabou e agora no inverno, segundo pescadores é a época da pesca de carpas. Evidentemente, não sou pescador deste peixe, então, procurei na internet, as dicas e macetes necessárias, bem como, comprei o material de pesca que faltava para a prática. Entre os mesmos, massas prontas, chuveirinho,boias, chumbadas, linhas adequadas, bem como, procurei fazer massas caseiras segundo as receitas e fomos à luta, eu e um amigo. Procuramos os famosos "pague e pesque, existentes na região metropolitana de Curitiba, onde havia vídeos na internet, produzidos pelos programas de pesca. Num deles, o proprietário foi honesto, na chegada informou que "carpas cabeçudas", nosso objetivo, não estavam pegando, somente outras carpas e bagres americanos. De fato, foram pegos 6 bagres na minhoca e uma carpinha na massa de mais ou menos 3 quilos. Na semana seguinte, fomos em outro e nada pegamos nas horas que por lá ficamos. Aliás, diga-se de passagem, que os demais pescadores que estavam no local, experientes sem dúvida alguma, tiveram a mesma sorte de nós, conversando com um deles, me foi dito que naquele pesqueiro pode-se capturar muito peixe, só que nas últimas semanas a coisa estava de fato devagar. As vantagens destes pague e pesque é que são bem cuidados, oferecem uma boa infra- estrutura e acima de tudo, segurança, pois ficam alguns quilômetros de rodovias. Evidentemente como pescar não é só capturar os peixes, de fato, eu e meu amigo passamos algumas horas curtindo a natureza. Estamos aguardando que o "maravilhoso" dia ensolarado volte aqui em Curitiba, para irmos nas cavas do pesqueiro S.Cecilia, que também existem carpas nativas. Abraço á todos.
  3. Aqui no fórum já houve uma matéria falando disso: Pescadores Profissionais aproveitadores - A casa caiu.Criado por Fabrício Biguá, Abr 27 2011 21:47- Não é novidade que o problema em nosso País, não é somente a corrupção e sim a impunidade. Fica difícil senão impossível fiscalizar o meio ambienta, por nossa extensão territorial, bem como, o número insuficientes de fiscais, fiscalização, etc. Quem frequenta as praias paranaense em especial Guaratuba na temporada, indo comprar pescados e frutos do mar no mercadinho do peixe na praia central, vai observar que boa parte dos pescadores estão nos barzinho próximos, tomando uma cervejinha, uma pinguinha, enfim "festando". Poucos deles estão preocupados em guardar algum dinheiro para quando a temporada acabar e garantir o sustento da família, mesmo porque, existe o seguro defeso, sem falar no conluio com algum político local, que dá um "jeitinho" de favorecer inclusive aqueles moradores que nem sequer pescaram um dia na vida. Más este não é o único problema, não raro, pode ser visto aqueles que realmente pescam, usando redes sem respeitar a distância determinada por lei, afinal, a fiscalização também e ineficiente. Tente pescar na praia fora da temporada,. Você fica horas lavando a isca, pois, as redes de arrasto para camarão, acabam com tudo.
  4. Uma das vantagens de estar aposentado é ter bastante tempo disponível principalmente para pescar, mas ultimamente as pescarias estão paradas, então, encontrei esta maneira de passar o tempo: No site http://ahduvido.com.br/ está relacionado os 12 principais defeitos do brasileiro, como que estes fossem também, a parte negativa do jeitinho brasileiro. Então, fica a critério de cada um ler a explicação de cada item, bem como, concordar ou não com o que foi exposto: O Brasileiro e seus 12 defeitos: Adora dar reconhecimento para quem não merece - Não sabe a própria Língua- É o câncer da Internet- Acha que os EUA é o melhor em tudo- Não sabe resolver um problema de cada vez - Não admite a própria culpa - Tem o pé no extremismo para babaquices-Não sabe lidar com o politicamente correto e politicamente incorreto- Gosta da hipocrisia- Acha que a vida é resumida em futebol, fofoca, carnaval, cerveja e putaria - São um bando de maria-vai-com-as-outras- Reclama de tudo e não resolve nada. -x-x-x-x-x-x-x-x-x- Para melhor explicar o lado positivo do jeitinho brasileiro, tomei emprestado o texto à seguir: Quando se fala em jeitinho brasileiro, a primeira coisa em que pensamos é esperteza, suborno, ambição, embora essa não seja a única maneira de definir o jeitinho. Mas, o lado negativo dessa prática tão disseminada em nossa sociedade é o que mais se evidencia. O brasileiro seria, então, um anarquista, um fora-da-lei? Não. O brasileiro não nega a existência da lei, o que ele nega é a aplicação da lei naquele momento. Simples assim. Justificamo-nos com todos os rigores da razão: se podemos pagar menos imposto de renda a um governo que não retribui adequadamente em benefícios sociais para seus contribuintes, por que não fazê-lo? Por que pagar uma multa de trânsito – altíssima – se podemos dar um jeito de cancelá-la? Mas nem todo jeitinho é negativo, a inventividade e a criatividade são algumas das facetas mais relevantes do lado positivo. O brasileiro possui uma alta capacidade de adaptação às situações mais inesperadas, que muitas vezes pode significar a diferença entre viver ou morrer, entre estar desempregado ou arranjar uma profissão alternativa para manter a si próprio e à família. O jeitinho brasileiro também tem o lado conciliador, permitindo que se crie uma solução favorável para uma situação a princípio impossível. É o caso do operário que substitui o colega em seu turno enquanto aquele participa de um curso no supletivo, para ganhar o tempo perdido. Enquanto o lado negativo do jeito brasileiro gera situações delicadas e comprometedoras da conduta ética, o lado positivo muitas vezes vem aliviar o brasileiro da vida oprimida que ele precisa vencer. E é aqui que se estabelecem os dilemas éticos do jeitinho. A inconsistência da ação governamental em áreas como a segurança pública, a fiscalização e o planejamento da política tributária e financeira leva o cidadão a uma situação tal que sua única saída no momento é o jeito, a driblada, sob pena de perder o emprego ou inviabilizar sua empresa. A legislação no Brasil, vinculada ao Estado sob o domínio da elite capitalista, impõe sobre a população normas rígidas e formas de punição para os que não cumprem a lei. A distância entre a lei e a conduta das pessoas na realidade social é uma resposta ao formalismo instituído pelo Estado, através das estruturas social, política e econômica. O jeitinho funciona como válvula de escape individual diante das imposições e determinações. Os interesses pessoais tornam-se mais importantes do que a coletividade. Com o modelo centralizador de poder em nosso país, o jeitinho pode ser visto como mecanismo de controle social. Torna-se um instrumento de manipulação quando utilizado pela autoridade instituída para subjugar a população com menor grau de instrução. Exemplo disso, é a prática do paternalismo e do assistencialismo inspirado nos coronéis, que se confundem com a própria lei. "Você sabe com quem está falando"? É a expressão da autoridade, que pode conceder benefícios usando as brechas e os favores da lei, confirmando a desigualdade e a dependência social. No estágio próximo ao jeitinho, encontra-se a corrupção, tema diariamente mencionado na mídia escrita e falada. Ela está presente naquele jeito de conseguir uma concorrência, no jeito de apressar um processo numa repartição pública, no jeito de driblar o fiscal, sempre apoiada em algum tipo de pagamento ou suborno. A corrupção não se contenta apenas em transgredir a norma mas envolve ganho monetário além de prejudicar terceiros, que lhe confere a diferença para o jeitinho, culturalmente brasileiro. Em suma, o descaso das autoridades públicas quanto às reais necessidades do povo e as leis impostas pela elite estatal, gera o salve-se quem puder, que por sua vez alimenta o jeitinho e incentiva a transgressão das normas. Desta à corrupção é apenas um passo. Tão logo se estabeleça, a corrupção generalizada aumenta a impunidade. Para todos que acham que nos demais países do mundo não há algo parecido com o “jeitinho brasileiro”, sugiro apenas a leitura de uma matéria no sitehttp://jornalggn.com.br, que fala da corrupção nos EUA. Abraço à todos.
  5. Olá Beto, quantos as fotos, sugiro dar uma olhada na Internet, videos produzidos pelo programa Pesca Dinâmica, "Pesca da Tainha com anzol", através dele vc terá uma noção de como é a pescaria lá na Colônia Descoberto e mais: As tainhas já estão acostumadas com a ceva colocadas nos pesqueiros e por isso, não adianta colocá-las esporadicamente, conforme vc citou. Aliás, até nos locais cevados constantemente, se as tainhas não encostarem na mesma, não se pega nada.
  6. Olá Kleyson- a última vez que estive por lá, evidentemente no Recanto do Sabiá, foi no final de maio, num sábado em que meus filhos queriam pescar lambarí e na oportunidade encontrei um companheiro que me falou estar saindo boas tilápias a noite usando minhoca puladeira. Tb tive notícias de alguns de m/turma que foram posteriormente, mas como não tiveram a coragem de pescar até de madrugada, cairam do cavalo, pois, quem enfrentou o frio de mesma, se deu bem. Pelo que estou sabendo por parte de outros pescadores, que este ano até agora no inverno as tilapias maiores estão saindo em quase todos os pesqueiros públicos. A propósito para quem não sabe, a Copel exigiu a demolição de todas as estruturas e até casas que estavam em sua área de domínio, lá no Sabiá, duas casas foram demolidas, mais todos os quiosques com cobertura, mesa, banco, banheiros e churrasqueiras que haviam ao longo da propriedade, bem como, inúmeras churrasqueiras e mesas que haviam nas matas das margens. Soube tb que o Tadeu está construindo uma área coberta fora da faixa de domínio da Copel, porém, com certeza vai ser difícil conseguir ocupá-la na temporada, pela quantidade de pescadores que frequentam o local. Más até outubro, pelo menos de minha parte, pretendo pescar as tainhas. Um grande abraço.
  7. Marcelo, já participei deste fórum no passado, falando da pesca da tilápia, que pratico a mais de 15 anos na Represa do Capivari e postei matéria informando as dicas para a pesca da mesma e uma delas, foi destacar o movimento sutil que as tilápias grandes fazem ao atacar as iscas, assim se o tilapeiro não observa-la, já era, no entanto vale lembrar, que pescar em represa a água é parada, entretanto, o ataque da tainha é inúmeras vezes mais sutil, com o agravante da movimentação da maré. Por outro lado, a maior tilapia que capturei foi de 2 quilos e oitocentas e cinquenta gramas, cuja briga não durou nem 5 minutos e parecia uma eternidade, por outro lado a maior tainha que já capturei não passava de um quilo e meio, mas demorou muito mais para se entregar. Agora imagine uma tainha de 5 quilos, conhecida como tainha IMPERIAL? Numa pescaria, duas delas bateram nas varas de um amigo e aconteceu o seguinte: Nas duas vezes, elas arrebentaram todo conjunto turbinados e ainda partiram as vara, uma de carbono e a outra de fibra comum. Eu nem quero que isto aconteça comigo nas próximas pescarias;
  8. Provavelmente para aqueles que já praticam este tipo pescaria, os macetes abaixo são conhecidos, entretanto, minha intenção é orientar os novatos, alias, “ sou um deles”, fui “tentar” pescar tainhas na Colonia Descoberto em Guaratuba/Pr, pela segunda vez e descobri que não é fácil, como alguns vídeos existentes na internet fazem parecer, sem “desmerecer” aqueles postador pelo programa Pesca Dinâmica na TV. Por isso tenho procurado informações práticas com pescadores experientes do local, pois são eles que podem realmente nos orientar, então, vou repassar as INÚMERAS dicas que me deram à saber: Condições das águas da Baia de Guaratuba: Nestas duas semanas de fim de mês de Julho, as chuvas acontecidas na serra do mar, influíram muito, pois as águas dos rios na linguagem dos ribeirinhos ficaram “doces” e a tainha prefere quando as água está “salobra” portanto, ninguém está conseguindo capturá-las. Fases da Lua: É na minguante e na crescente as melhores luas para a pesca naquele local, exceto se nelas existir as condições acima ou muito vento, entretanto, se nada disso estiver ocorrendo o que pode influir é simplesmente o peixe não encostar nas cevas existentes nos pesqueiros. Alguns pescadores já passaram por esta situação sendo que numa determinada pescaria “lavaram a égua” num pesqueiro e ao retornar ao mesmo em outra ocasião, ficaram dando banho nas iscas. As Iscas: No local o pessoal tem usado peito de frango, figado, músculo, testículo de boi, cortadas no tamanho de 4mm e sagu pequeno, etc, más outra vez uma isca que funcionou numa pescaria, não funciona em outra. Apenas como curiosidade, tem pescadores que até usam bolinhas de isopor ou pedacinhos de espuma (pode ?) Cevas: Elas são de responsabilidade de quem leva os pescadores aos pesqueiros e dizem que os mesmos estão cevados, entretanto, sempre é bom se certificar disto pedindo para cevar o local na hora de chegar ou então pedir para eles levantarem a corda onde o saco da mesma está amarrado, afinal, está se pagando o custo das mesmas. Anzóis, Linhas, Chumbo e boias: a) Anzóis: Recomenda-se o uso de anzóis pequenos porem reforçados (marusseigo, chinú ou cristal 6), pois a boca da tainha é pequena; b) Linhas: Como não se sabe qual o tamanho ou peso do peixe que será fisgado, recomenda-se o uso de linha 40mm até o girador e abaixo do mesmo chicotes com dois anzóis com linha 30 e 35mm; OBS: O uso de linha mais fina após o girador é para facilitar arrebentá-las quando o anzol enrosca no saco de ceva e pode crer que isto acontece, portanto é preciso levar uma boa quantidade de anzóis. c) Boias, Penas e Chumbada: Tudo irá depender da boia utilizada,tanto as de isopor, bem como as de madeira e estas devem ser adequadas para sustentar o chumbo á elas indicado. Algumas lojas em Curitiba dão a indicação correte destes acessórios. d) Profundidade do pesqueiro: Com certeza, esta é a diferença entre o fracasso ou sucesso na pescaria, já que no local existem inúmeros pesqueiros e cada um deles com profundidade variável, então é necessário as seguintes providências: 1ª) prender um chumbo triângulo mais pesado que o normal no girador e lançar a linha na água, onde a pena ou boia fiquem até uns 10cm abaixo da flor da água; 2ª) Acertando esta profundida, levantar o flutuador naquela medida. 3ª) Devido a constante variação da maré esta operação, deve ser repetida á todo momento, onde o anzol deve ficar até 10cm do fundo do pesqueiros que é onde as tainhas costumam atacar as iscas nele colocadas Varas: Recomenda-se aquelas de 4,5 a 5 metros de emenda longa, se possível de carbono que são mais leves que as de fibra, porem elas devem ser “turbinadas”. OBS: Ver em outro artigo anterior como turbinar as varas. É preciso levar em consideração que se estará pescando próximo aos manguezais com a possibilidade de existência daqueles mosquitos ( porvinha ou marui), portanto, há necessidade de levar “repelente”. Roupas e acessórios: vestir aquelas que dificultem a ação dos mesmos, chapeus, guarda sol, em caso de chuva levar capa ou roupa de motoqueiro, botas, etc Orientações finais: Naquele local é costume os piloteiros deixar os pescadores nos pesqueiros pela manhã e só ir buscá-los no entardecer, assim sendo é preciso levar água fresca, sucos, alimento ( sanduíche ou outros), frutas, etc. Diante de todas informações, a mais CONTUNDENTE é a seguinte: O cardume costuma estar próxima aos sacos de ceva, bem como, a tainha ataca a isca de cima para baixo, más é preciso lembrar que a boia ou pena estará se movimentando de acordo com a corrente, fazendo com que a “beliscada” seja sutil e percebe-la é o “pulo do gato”. Pescar tainha é tão fácil quanto dar rasteira em sapo. Abraços.
  9. Pois é pessoal, como todos sabem, sou um inveterado "metido á pescador de tilápias" e nesta última temporada as coisas mudaram radicalmente, pelo menos no Capivari e nas cavas de areia do pesqueiro santa Cecília. Ora, os aficionados na pesca da tilápia tem por experiência própria, que normalmente capturar os maiores exemplares, sempre foi difícil, devido a quantidade excessiva das menores, mais até elas, mudaram o comportamento, tanto que nas três únicas pescarias que fiz no Capiva, em três dias e noite consecutivas, em termos da tilápia, nada de pitibiriba e mesmo os lambaris, só começaram a sair a partir do fim de janeiro passado, portanto, nem estes alegraram meus dias de tilapeiro, exatamente porque deixei de ir á represa e lá no outro pesqueiro, as cavas, dava para encher o samburá, mais os lambaris do local são de um espécie tão pequena que a cabeça quase encostava com o rabo. A quantidade dos minúsculos era tanta, que se fosse para usar o sagú, por menor que fosse, bastava cair na água e nem dava para perceber a beliscada dos bichinos ladrões, então, para quebrar o galho, com muita sorte, de vez em quando saia um maiorzinho usando pequenos grãos de milho verde, era a forma de se distrair, esperando que alguma tilápia desse o ar da graça, o que na verdade, não deram, tanto que nas inúmeras pescaris que fiz nas cavas, ao todo durante esta temporada, consegui capturar não mais que uma dúzia das mesmas e todas em torno de umas 300 gramas, que obviamente eram devolvidas após cada pescaria. Agora que chegou o inverno, tentar pescar tilápias, será só daqui uns 8 meses e quantos aos lambarís, pelo menos lá no Capivari, meus companheiros estão informando que eles estão ativos, porém, o problema maior é que a represa está no mínimo uns 20 metros abaixo do nível normal, portanto, tem dois agravantes: 1) 20 metros somados a mais 10 que era normal descer, tudo bem, para baixo todo santo ajuda, agora prá subir os barrancos de acordo com a necessidade; mata o véio. 2) No frio geralmente os lambarís, costumam sair melhor durante a tarde, assim, não compensa ir para ficar somente durante o dia, pois, devido o trânsito, para não pegar o sufoco das horas do rusch é melhor passar a noite no pesqueiro, más para isso, a velharada cada ano que passa, não quer enfrentar os sacrifício de subir os barrancos e passar a noite gelada dentro das barracas, então, a saída é esta, ficar aqui, enchendo linguiça no computador, como estou fazendo agora e para os viciados na pesca do lambari, dou uma sugestão: Nunca fiquem velhos, exceto se quiserem fazer o mesmo que estou fazendo neste momento. Então piazada, até a próxima.
  10. Certamente escrever sobre a pesca da tilápia, só vai interessar aos afccionados aqui do fórum, entretanto, ao longo do ano passado, sempre recebi e-mails de pessoas interessadas na pesca deste peixe, razão pela qual, fui movido á passar aos mesmo um pouco da minha experiência. Não é novidade alguma afirmar que em matéria de pescaria, cada pescador tem a preferência á algum tipo de peixe e modalidade de pescá-los, de forma que, como na vida, sempre estaremos aprtendendo algo com a experiência dos outros. Como já mencionei anteriormentre e volto á destacar, meu aprendizado á alguns anos atrás, foi deveras angustiante, pois no meu início, encontrei muita resistência por parte de muitos tilapeiros mais experientes, que não raro se omitiam, quando não se negavam á dar as dicas e macetes para os principiantes, assim como eu, naquela época em que lá no Recanto do Sabiá da Represa Capivari Cachoeira, tornou-me como um viciado em drogas, só que esta da boa, que representava e ainda representa a pesca da tilápia. Em comum com eles, depois de "duras penas" nada daria resultado se não fosse e continua sendo a "dedicação", então, este é o fator fundamental que nutria a expectativa daqueles tilapeiros experientes e de suas atitudes. Grosso modo, sempre estou pesquisando sobre este nosso esporte e percebo que muitas informações são dadas, imaginando-se estar trocando experiência por quem conhece da "arte de pescar", situação esta, que nem sempre contempla uma realidade. Assim sendo, já disse e repeto, nas pesca de qualquer peixe, cada qual tem suas dificuldades e o mínimo de nossa responsabilidade é passar as informações que sirvam de base para os iniciantes, levando-se em conta que não existem "milagres", exceto é claro, aqueles patrocinados pela prática constante. É nisto que os "aprendizes em geral devem focar", afinal, qual a modalidade de esporte que o atleta chegará á um nível razoável se declinar deste objetivo? Assim, como minha praia é a pesca da tilápia, certamente este é o caminho, mais nem toda experiência do mundo, serve para explicar o que vem acontecendo aqui em nossa região: Estamos em plena temporada da pesca da tilápia, mais agora, alguma coisa está interferindo na mesma e minha suspeita é que tal fato acontece em função da influências climáticas, mesmo porque, estamos vivendo dias de "calor intenso", porém , a partir do anoitecer, a temperatura cai e isto certamente tem sido nosso problema, mesmo poque, é sabido que nossas queridas "meninas", só se movimentam quando a temperatura da água, fica na média de 18 graus centígrados. E por falar em temperatura, estive lendo em alguns sites, que é possível capturar-se tilápias do "inverno", mais chego á duvidar que tal afirmação seja apenas propaganda enganosa e explico: Duvido que num clima frio como aqui da região sul, isto aconteça, quiças em P&P, muito mais em represas e lagos, pelo menos, nos meus longos anos de pescarias, nunca capturei nenhuma tilápia de bom porte, exceto aquelas "miudinhas" que estão presentes o ano inteiro. Voltando ao assunto: Tal diferença entre calor e frio, ainda não produziu tal resultado, tanto lá na represa, bem como nas cavas de areia do pesqueiro Santa Cecilia. Aliás, tenho ido com frequência á este local, que, grosso modo, daria para afirmar que eu e meia dúzia de tilapeiros, somos mesmos "masoquistas". Normalmente o mais tardado, chegamos no local, em torno das 8 da matina, não raro, mantidos cevados, armamos as "pegadeiras" e aguardamos. Aguardar é o resultado diante das horas que passam, debaixo de um sol escaldante, que mesmo protegidos por guarda sol , protetor solar e muita água mineral e até "torneiral" aos poucos vai nos deixando com aquela cara de ótarios. Lá no Santa Cecília existem muitas cavas, porém, escolhemos aquelas que sempre deram algum resultado nos anos passados e em cada um dos pesqueiros, a experiência nos faz usar varas de comprimentos diferentes, em alguns é suficiente aquelas de 2,40 em outras, a partir de 4,oo metros em diante. Mais deixando de lado "esta tragédia grega", estes dias encontrei um tilapeiro lá do Capivari numa loja de pesca e em nosso "bate papo" ele me deu uma dica que por incrível que pareça, não conhecia e vou repassá-las aos interessados: Como é de conhecimento de quem pesca em represas, geralmente os barrancos dos pesqueiros são íngremes, portanto, recomenda-se o uso de varas curtas, até 3 metros, pois, especialmente na pesca noturna, a tendência das tilápias maiores é encostarem nos mesmos. Entretanto, justamente por esta questão, muitas vezes não levamos em conta que as cevas utilizadas, também tender á se deslocar e por outro lado, as tilápias costumam movimentar as nadadeiras inferiores junto as cevas, empurrando-as para parte mais funda do pesqueiro. Resultado: os anzóis nãoi atingem tal profundidade, portanto, eles acabam se alimentando das cevas jogadas e rejeitam as iscas colocadas. A solução que este companheiro encontrou, que adotei e outros podem fazer o mesmo é simplesmente aumentar o comprimento das varas, o que equivale afirmar? Toda regra tem sua excessão, certo? Como afirmei, adotei tal mudança, mais nem por isso deu resultado, pela situação acima exposta, mais ela será posta em prática em outras eventuais pescarias lá no Capivari. Para finalizar, uma última orientação: Tenho lido em alguns sites e foruns de pesca que participo, dicas de iscas e cevas utilizadas, cuja variedade é enorme, no entanto, para os iniciantes é preciso não se deixar "iludir" que exista aquela isca ou ceva milagrosa, elas só são assim, de acordo com o local de pesca. Resumindo: aquelas de preferência das tilápias, então, não adianta "inventar", pois, não raro, a decepção é maior, portanto, o único meio para se obter uma "certeza" é pedir informação ou observar atentamente qual as iscas e cevas utilizadas pelos demais pescadores, mais nem assim, está garantido o sucesso, entendeu ou quer que eu desenhe? Abraços á todos os viciados.
  11. Resposta ao Hudson. Não encontrei nenhum vídeo para orientá-lo, entretanto, se vc entrar em "IMAGENS" na Internet e procurar Varas Teçescópicas de mão para a pesca da tainha, irá encontrar uma vara com passadores, aquelas utilizadas para a pesca em praia, que corresponde a primeira parte de meu artigo, bem como, outra imagem de um lacre de latinha de cerveja e refrigerante que servira como braçadeira, onde se prenderá o elástico recomendado, mais vou tentar explicar o segundo sistema novamente: 1) Peque uma vara telescópica de mão, tanto fáz ser de emendas curtas, retirando a ponteira da mesma; 2) Para facilitar a passagem da linha de monofilamento no diâmetro indicado, desenrole uma certa quantidade da mesma do próprio carretel sem cortá-la e mantendo as emendas desta vara fechada, introduzindo a linha pela emenda mais fina, até chegar ao cabo da vara, onde obviamente a tampa foi rerirada; 3) Estique as emendas da vara e antes e é bom vc introduzir um pedacinho de uma pena de madeira no interior do elástico, que servirá de base para amarrar a linha indicada e na seqência, na outra extremidade, depois de fazer um furo na tampa da mesma vara, no diâmetro do elástico, passe o mesmo pelo furo e useo lacre como braçadeira; 4) Com as emendas da vara esticada, certamente o pedaço do elastico estará introduzido no interior da vara, bem como, a quantidade da linha necessária até chegar na ponteira da mesma. Então, vc deve ter o cuidado de l esticar a linha alguns centímetros, o suficiente para amarrar o girador na mesma, sendo que este naturalmente deve ser de um diâmetro um pouco maior que o da própria ponteira; 5) Ora, naturalmente como o elastico esticou um pouco, o pedaço de linha necessário para prender o girador deve ficar preso, senão, a linha voltará para o interior da vara, sacou? 6) Resolvida esta questão, com a linha devidamente amarrada no girador e evidente que na outra extremidade do mesmo, você irá amarrar outra quantidade de linha necessária para montar o restante do conjunto, ou seja: Colocar o flutuador de madeira, o chumbo de correr de peso proporcional ao flutuador, amarrar um novo girador, que na outra extremidade do mesmo o pedaço de linha necessário para amarrar o anzol. Pô cvompanheiro, como é complicado colocar em palavras todo o processo, porisso se vc ainda não entendeu, me passe um e-mail com seu telefone, que eu ligo, explicando melhor ( marcãocapivari@ymail.com).
  12. Pô Alessandra! Parabéns, só falta você afirmar que é "paraiba" mulher macho sim senhor, mais mesmo que não seja, na minha turma de jovens senhores com mais de 60 anos, temos algumas companheiras na mesma faixa de idade que são porretas, elas é que passam a perna em muitos de nós e não é por mero acaso. Um grande abraço.
  13. Diante daquele ditado em que muitos afirmam, que quem se aposenta, levanta mais cedo, para ficar sem fazer nada, imaginava eu, que poderia mudar tal conceito, aproveitando o tempo disponível para fazer muitas coisas, antes não permitidas pela obrigação de comparecer ao trabalho todos os dias. Este dia chegou e no começo, dava para comparar àqueles períodos em que se goza das “merecidas férias”, sair da rotina estressante de todos os dias, que certamente todos conhecem e sem sombra de dúvidas, são momentos gratificantes na vida, porém na realidade, as férias hão de acabar e só de ter consciência disto, também é decepcionante, concordam? Mais no meu caso, até que finalmente, tive o privilégio de tirar férias permanentes com minha aposentaria, que agora faz aproximadamente 10 anos e realmente muitos outros projetos surgiram, que obviamente aproveitei, inclusive, não me preocupar em arranjar tempo para pescar. Mais aqui em Curitiba, a época de inverno não é propícia para a pesca do meu peixe preferido a tilápia, bem como, por outro lado, o importante na pescaria não é só o peixe e sim a companhia da minha turma de “jovens senhores” na faixa dos 6.0, que nestes últimos dois anos, mesmo querendo, o famigerado fenômeno La Nina, tem tornado o nosso clima chuvoso e frio, o que certamente desanima o mais inveterado pescador entre nós. No entanto, na última segunda feira, como de costume levantei no raiar das 6 da matina e olhando o tempo, estava nublado, aguardei algumas horas, ele mudou, saiu um sol maravilhoso, o céu se tornou num azul de brigadeiro e pensei: é hoje. Foi só o pensamento, pois alguns companheiros escolhidos da minha galera tinham compromissos, então, fiquei só na vontade. Como diz o “velho deitado” há males que vem para o bem. É verdade, pesquisando na internet sobre a previsão do tempo, não deu outra, o bicho ia pegar chuva e frio no restante da semana, inclusive nesta sexta feira, portanto... É melhor combinar com a “corriola” ir pescar na próxima semana, porem? Está previsto chuva e frio até a próxima sexta feira. Mais contrariando o fato de que aposentado fica mais tempo sem fazer nada, meu passatempo é ficar no computador parte do dia, pesquisando sites de pesca e não resta dúvida, que sempre se encontram novidades e isto é um alento. No entanto, ocupo meu tempo lendo sobre nossa política, coisa que nem pretende me estender agora, mais que não é agradável saber de uma última novidade: “O aumento dos aposentados para 2012”. Então, prepare-se você como eu, aposentado pelo INSS: “Aposentado que ganha acima do piso só deve receber a inflação”. Vocês lembram de uma antiga propaganda do Bamerindus? Aquela que dizia: “O tempo passa, o tempo voa e o Bamerindus continua numa boa”? Acabou! Então, o tempo passa, o tempo voa e o aposentado do INSS continua... Entra e sai ano, entra e sai ministro e nós na mesma, para não dizer na pior, pois, a ministra do Planejamento, Míriam Belchior, disse ontem em Curitiba que não deverá ser possível dar aumento acima da inflação para os aposentados do INSS que ganham acima de um salário mínimo em 2012, contrariando as declarações do ministro da Previdência, Garibaldi Alves, defendendo o reajuste acima da inflação para todos os beneficiados. Pimenta nos olhos dos outros é refresco, concordam? Pensando bem é até bom que o tempo esteja uma “merreca”, daí sobra uma graninha da aposentadoria para poder ir pescar quando ele melhorar, não sei até quando, mais vale um alerta: Só se aposente no dia que tiver certeza que estará com o pé na cova, pois, por pior que seja, deixará uma pensãozinha á sua viúva. O tempo passa, o tempo voa.....
  14. Meu caro Ramon Paz e demais: "Paz amigos", pois julgo procedente tentar explicar nossas mazelas por outro ângulo: A provável explicação, das diferenças entre o povo Uruguaio e Argentino, remonta na forma como foram colonizados, descritos na Wikipédia, em relação á nós brasileiros, conforme explica Darci Ribeiro no site “www.scribd.com › Research › History-“ da qual destaco o pequeno trecho abaixo: As classes sociais no Brasil lembram um funil invertido e não uma pirâmide, como em outros países. O Patronato, o Patriciado e o Estamento gerencial são as classes dominantes. O Patronato, empresários que exploram economicamente empregados, O Patriciado, tem poder de mando devido a seu cargo, como generais, deputados, bispos, líderes sindicais, O Estamento gerencial de empresas estrangeiras, tecnocratas competentes que controlam a mídia, forma a opinião pública, elege políticos. Abaixo desta cúpula, estão as classes intermediárias ou os “setores mais dinâmicos”, são propensas a prestar homenagem às classes dominantes, mantém a ordem vigente e são constituídas de pequenos oficiais, profissionais liberais, policiais, professores, baixo-clero, etc. A seguir, vem as classes “subalternas” ou “núcleo mais combativo”, composta por operários de fábricas, trabalhadores especializados, assalariados rurais, pequenos proprietários, arrendatários, etc. Preocupam-se em proteger o que conquistaram. Depois, há uma grande massa de oprimidos, o “componente majoritário” (que predomina), enxadeiros, bóias-frias-, empregadas domésticas, serviços de limpeza, pequenas prostitutas, biscateiros, delinqüentes, mendigos, etc, em geral, analfabetos. Para Darcy Ribeiro, os escravos de hoje são essas pessoas “subassalariados”, que infundem, com sua presença, “pavor e pânico” pela ameaça de insurreição (revolução) social e só são capazes de “explosões” de revolta, mas, em geral, aceitam seu destino de miséria, pois são incapazes de se organizarem politicamente, como em sindicatos. Apesar dos pesares termina ele dizendo: O Brasil é já a maior das nações neolatinas, com magnitude populacional e começa a sê-lo também por sua criatividade artística e cultural. Precisa agora sê-lo no domínio da tecnologia da futura civilização, para se fazer potência econômica, de progresso auto- sustentado. Estamos nos construindo na luta para florescer amanhã como uma nova civilização, mestiça e tropical, orgulhosa de si mesma, mais alegre, porque mais sofrida. Melhor, porque incorpora em si mais humanidade, mais generosa, porque aberta à convivência com todas as nações e todas as culturas e porque está assentada na mais bela e luminosa província da terra. Assim, devemos crer que ainda resta a esperança, certo?
  15. Então Amigos: Não é minha intenção canalisar debates para "outros assuntos", mais desta vez, espero que haja a mesma comprrensão dos moderadores, mesmo porque, antes de pescadores, somos brasileiros e com certeza, interessados em defender nossos destinos: O tema acima é o título de uma coluna de nosso jornal, que visa abordar os temas de interesse da sociedade, especialmente na área política. “O de hoje 3/10, está relacionado com a próxima ‘MARCHA CONTRA A CORRUPÇÃO”, que deve acontecer com a mobilização da sociedade em todo País em 12 de outubro e para tanto, está se divulgando um vídeo na Internet que diz: “O conformismo estimula a corrupção”e mais: Manter-se em silêncio diante dos escândalos de desvio de verba pública, do aparelhamento de ministérios ou de comportamentos patrimonialistas, é a melhor forma de incentivá-los, portanto: “Se o comportamento da sociedade se REPETIR, como naquele que aconteceu no dia 7 de setembro passado, estará se DILUINDO a expectativa de um movimento amplo contra a corrupção no Brasil”. É a pura verdade, pois, nele, a mais expressiva manifestação, sem dúvida alguma, foi a de Brasília, onde estimou-se em 30 mil pessoas. Não se conheceu a quantidade de participantes em nível nacional, mais mesmo que se soubesse, certamente o percentual seria ÍNFIMO diante dos 190 milhões de habitantes em nosso País. Da manifestação em Brasília, como se sabe, a maioria dos políticos “CONVENIENTEMENTE”, estava fora da Capital Federal, então, nem mesmo admiti-se que tenha produzido “algo positivo” apesar da repercussão das manchetes nos meios de comunicação nos locais onde se encontravam. Outra reportagem que leio hoje é mais uma vez, a recomendação de que a sociedade VOTE COM CONSCIÊNCIA, nas próximas eleições de 2012, portanto, apontar quais as ações necessárias para tanto, não adianta repetir, porque elas são conhecidas. Razões extremamente necessárias para que a sociedade se posicione existem mais o “FATO DESMOTIVADOR” seja uma outra notícia abaixo: Nos conselhos de Ética Federal, só 8% dos casos terminam em cassações e provam que: a)-Além do corporativismo, as regras de tramitação dos processos por quebra de decoro também colaboram para o baixo índice de punições. Desde 2001, quando o Conselho da Câmara começou a funcionar, foram abertas 129 representações. Dentre elas, apenas 45 chegaram até o Conselho – a maioria das outras acabou arquivada sumariamente pela Mesa Diretora. b)- Segundo consta, isso fica claro quando congressistas que enfrentam problemas na Justiça são escolhidos para compor os conselhos. Atualmente, sete dos 30 membros do órgão no Senado estão envolvidos em processos no Supremo Tribunal Federal. Diante desta realidade, qual o novo “engodo” que nossos nobres representantes estão maquinando para os casos de corrupção? “A Frente Parlamentar em Defesa do Voto ABERTO”. Se depender apenas das adesões a esta frente, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com todas as decisões secretas no Congresso Nacional (inclusive de processos de cassação), dificilmente será aprovada, pois o grupo criado há 12 dias tem o apoio de apenas 265 deputados e 11 senadores, quando na realidade é preciso a adesão de 308 deputados federais e 49 senadores. Ah! Só uma informação complementar: Dos 265 deputados, consta que 166 deles votaram contra a cassação da Jaqueline Roriz. Encerro este artigo tomando emprestado o pensamento de um outro brasileiro: No dia em que o Brasil despertar do seu sono letárgico, e o povo sair às ruas para reivindicar justiça, ética e honestidade e seus direitos fundamentais, teremos um novo e glorioso País para vivermos, e deixarmos para as gerações futuras. QUEM DE FATO, SE COMPROMETE DIANTE DA SUA PRÓPRIA CONSCIÊNCIA , QUE VAI ADERIR Á MARCHA DA CORRUPÇÃO E AINDA MAIS AO VOTO CONSCIENTE?
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