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Kid M

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Sobre Kid M

  • Data de Nascimento 14/06/1952

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  • Sexo
    Masculino
  • Localização
    Salvador - BA
  • Sobre mim
    Qualquer pescaria esportiva
  • Interesse no FTB
    Pesca, Futebol, Gastronomia

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Conquistas de Kid M

  1. Grande Guto, A bem da verdade esse "preconceito" diminuiu, mas ainda existe, principalmente num grupo de pesca "não exclusivo", onde a "turma da carretilha" olha com um "ar de superioridade" (claro que ). Também não devemos deixar de levar em conta, que a depender da pescaria que se pretende fazer, há opções direcionadas primordialmente para os molinetes, pois usando iscas pequenas, a versatilidade dos molinetes nos lançamentos é bem superior... Mas o que manda mesmo é aquilo que o pescador faz para se sentir a vontade com suas tralhas...
  2. Gabriel, O Guto já pontuou diversas coisas importantes no uso dos molinetes. Digo isso por ser pescador de molinete e não de carretilhas ! Antes de me "jogarem pedras", entendam que sempre usei molinete nas minhas pescarias, desde sempre, e mudar para carretilha seria desperdiçar minhas tralhas colecionadas ao longo desses anos. Não fosse isso, talvez tivesse migrado para as carretilhas... mas permaneci fiel ao equipamento ! Já usei muito as ótimas Daiwa, Penns e mais recentemente (10 anos) as Zauber, que fecharam minhas buscas por algo melhor... No Araguaia, usamos sempre um material mais pesado, sempre com linhas de multi com lider de monofilamento. Sempre funcionou muito bem... Tenho sempre o pensamento que a arrancada inicial do troféu (couro) é que existe uma maio9r demanda de linha, mas depois, passa a ser a manha do pescador / guia para cansar e embarcar o troféu. Sou adepto às tralhas mais leves e esportivos, inclusive para os peixes de fundo, usando molinetes 5000 ou 6000 (tranquilo). Vara de 100 lb (para garantia...) já chega a ser complicado, mas reconheço que ajuda a cansar o oponente... Sucesso nas suas escolhas !
  3. Boa sorte André, As águas do Araguaia são sempre generosas nos peixes desejados... Ficar alerta com os botos e/ou piranhas... No rio Cristalino, as opções de pescaria com artificiais são melhores... Se tiver oportunidade, tente nos lagos do Cristalino que são inúmeros e apresentam diversos tipos de peixe. Sucesso !
  4. André, O básico já foi descrito pelo Cristiano e o Guto. Contudo, e navegando com um olhar inverso, ousaria lhe recomendar a operação da Asa Branca (Carlinhos). Independentemente de já termos ido algumas vezes na Pousada que fica bem próxima do rio Cristalino, quase sempre com sucesso, trata-se de um ponto em que a alternativa do tipo de pesca lhe propicia uma boa expectativa de sucesso. Nas iscas artificiais os tucunarés, aruanãs e traíras são fartos, mesmo não sendo grandes, mas dá para muita diversão (rio Cristalino) Claro que vai encontrar os botos, as piranhas e bastante muruins (e/ou muriçoca), como é comum na região. Entretanto, você terá um serviço de alimentação e dormida acima da média, bons piloteiros e botes com manutenção. A questão dos "custos" é algo que precisa ser melhor avaliado, pois após um enorme esforço para chegar lá, é normal esperar um bom atendimento. Acredito que se (quando) for para a região do Araguaia, provavelmente será no Asa Branca.
  5. Boa tarde Vitor, É sempre com muita adrenalina o preparo de uma pescaria amazônica... Até mesmo os mais experientes que pescam com maior frequência, tem esse perfil de "ficar ansiosos" Alguns pontos são básicos e se aplicam na maior parte das operações de pesca, independente de onde aconteçam. 1 - Nível das águas, melhor época para a pesca - impossível acertar em cheio o melhor período com tamanha antecedência. Busque informações junto ao local onde irá encontrar com seu operador (ou guia de pesca) do comportamento do local em anos anteriores... 2 - Navegar num local onde existe um controle exercido por uma represa, tende apresentar um comportamento favorável para a pesca. Lembre-se que existem fatores naturais que aparecem (ou não) no período de sua estadia no local (trovoadas, chuvas intermitentes, etc...) 3 - Não conheço esse local informado - Pousada das Pedras Uatumã - mas já fui dar uma olhada nele pela internet e me surpreendi. Boas instalações, com uma proposta interessante para os pescadores de iscas artificiais e algumas belas imagens das redondezas do local 4 - Material de Pesca - difícil sintetizar o que deve ser levado... Quase sempre os "pescadores menos experientes" exageram as quantidades... Novamente, saber do operador quais são as recomendações, ajuda muito a regular o tamanho das tralhas / bagagem ! O básico seriam 3 ou 4 conjuntos (15, 17, 20 e 25 lb) por segurança (irá usar as varas de 17 e 20 lb), com linhas multi de até 50 lb As iscas são sempre as mais tradicionais (zaras tipo T20, sub-walks, jigs, meia água, etc) com pesos até 30 g e tamanhos até 12 cm Sem querer me estender muito, a recomendação primordial que faço (e pratico) é saber que "o peixe" é alvo secundário ! O que mais importa - sempre - é desfrutar daquilo que normalmente passa desapercebido ! Barulho das águas, canto dos pássaros, hábitos alimentares - a gastronomia regional é fantástica - os momentos de retorno após um dia de pescaria e as "resenhas" no meio das bebidas, risadas & alegria (tudo incluso)
  6. Guto, Esse poço da Saionara era certeza de captura, embora mais de 50% dos peixes eram "Armau", mas peixes de 5 quilos... Também tinha uma pescaria de pacu prata com ceva que era campeã, principalmente com tralha super leve ! Certamente local de muitas lembranças...
  7. Algum tempo atrás, fizemos uma pescaria no Rancho Xingu, do amigo Ataualpa Cataplan, que ficava quase em cima da junção dos rios Culuene e 7 de setembro. Chegamos de mini-ônibus (num primeiro momento, até o veículo quebrar e precisar ser rebocado para a cidade de Canarana). Seguimos na boleia do caminhão do Rancho que vinha trazendo os mantimentos, combustível, iscas vivas, etc... Estrada de muita poeira, e nós curtindo a noite sem luzes no caminho. Lembro bem que foi a primeira pescaria do meu filho, na época com 15 anos (inesquecível). O Rancho era rustico mas nem por isso deixava de ser confortável (estou procurando as fotos de lá...), ainda mais depois de uma viagem muito cansativa... Amanhecemos na beira do Culuene e já buscando os peixes da região. Muita fartura de diversas espécies, principalmente cachorras, surubins (cacharas), enormes matrinxãs, e até mesmo um lago entupido de tucunarés de até 2 kg... Comida do rancho era fenomenal com os pratos deixados sobre um enorme fogão a lenha para que pudessem ser repetidos e apreciados pelos mais gulosos. Havia um outro rancho (acho que chamava "Pousada do Mutum") bastante próximo, que dividia a utilização da pista de pouso de aviões pequenos (voltamos neles - 20' até a cidade de Canarana). Retornamos no mini-ônibus já consertado, na direção de Goiânia (salvo engano) para pegar o voo de volta e ficar nas saudade de mais uma emoção e alegria de estarmos juntos. Soube que o Ataualpa comprou a Pousada do Mutum e pouco tempo depois foi "invadido" pelos índios que moravam na região e teve que deixar (abandonar) ambos os pontos de pesca...
  8. Parabéns Magrão Mais um relatinho top ! Nem sempre precisa ser com itens especiais... Muito bom !
  9. Kid M

    Varas cabo de Madeira

    Warles, A premissa das atualizações dos conjuntos de pesca (principalmente esportiva) é material cada vez mais leve, sem contudo perder resistência. As madeiras usadas nas varas eram boas (para a época), mas pesavam muito e o conjunto formado se tornava "incômodo" de ser usado em pesca com artificiais. Para pesca de espera, esse tipo de equipamento ainda serve, embora a tendência é que desapareça com as novidades dos fabricantes. Contudo, vou lhe sugerir a busca de um customizador que trabalhe com a madeira "molongó", bastante frequente na Amazônia. Tenho algumas com esse acabamento, que além de resistente, fica bonito e é muito leve para a pesca esportiva. Minha indicação (recomendação) de customizador é o Léo da Custom by Marco, que mora em São Paulo, mas atende pedido de qualquer lugar. Acredito que ele possa lhe atender nessa demanda. Essa vara é para ser usada (preferencialmente) com um molinete leve, mas as especificações são suas... Se precisar de algum tipo de orientação, me avise que tentarei lhe ajudar...
  10. Astra, Essas colheres eram muito usadas ! As conheci pescando nos arredores de Santarém... Depois "ampliei" o leque com as de outros fabricantes, embora essas fossem excelentes.
  11. Quem já usou ou viu essa colher funcionando ? Há muito tempo atrás (bota tempo nisso), as pescarias na Amazônia eram sinônimo de corrico e colheres... Essas colheres eram excelentes para serem corricadas a 20 / 30 m de distância do motor, e próximas as margens. Em Manaus, eram encontradas nas lojas de pesca e disputadas a cada recebimento do exterior... Ainda possuo algumas na caixa, mas não mais as uso há bastante tempo... De qualquer modo, as lembranças ficaram ! E com vocês ?
  12. Tenho observado que as ofertas crescentes de lugar em grupos que costumam fazer as pescarias de forma exclusiva. Algumas "leituras" e certamente justificativas para esses fatos, sempre na linha de percepções, não de "verdades". "Ficou caro" é algo que permeia (sempre) essas avaliações. Na verdade, está muito caro ir pescar nas operações ofertadas. "Custo Brasil" cada vez mais defasado à concorrência externa, que participa sempre dos "melhores pontos". Não me refiro apenas à diferença cambial, mas também ao "empobrecimento" do nosso país (a despeito de dizerem o inverso) Também a questão climática, com inversões de tempos de cheias e seca, terminam afastando alguns de "correr o risco". Pescaria na Amazônia nunca será algo "ruim", mas cada vez mais se afasta da nossa realidade de viajar até ela... Outra característica interessante é que "quem já conhece uma operação top, não aceita voltar a trás..." Vamos aguardar os relatos das incursões de 2026, até para dar uma animada e voltarmos a sermos meninos na beira d'água.
  13. Bom dia Tiago Entendo que as duas perguntas poderão ser "equacionadas" por um customizador. Mesmo que seja para uma simples "consulta" da viabilidade do seu propósito. De repente, ele (customizador) pode lhe informar se faz, ou quem pode lhe auxiliar nisso. Desejo-lhe boa sorte.
  14. Tem muita "cópia" da T20. A mais próxima no corpo da isca é a da KV, mas ninguém imita o "chocalho" (de som agudo) desenvolvido pela Rebel.
  15. Concordo com você de forma integral ! O problema é muito mais "emocional", onde o ímpeto se sobrepõe à maturidade da avaliação... Essa sim, é a "verdadeira cópia" da Saruna ! Isca excepcional...
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