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Kid M

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Sobre Kid M

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    Veterano
  • Data de Nascimento 14-06-1952

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    Masculino
  • Nome + Sobrenome (obrigatório)
    Agenor Pedreira de Freitas
  • Sobre mim
    Qualquer pescaria esportiva

Informações de Perfil

  • Localização
    Salvador - BA
  • Interesse
    Pesca, Futebol, Gastronomia

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6.787 visualizações
  1. Muito bom seu tópico Jorge Da mesma forma com que se registram críticas, as coisas boas também merecem citação. Sou suspeito de falar do Angatu, pois sempre usei esse excelente barco hotel. Na minha derradeira ida (no barco Açu) lá em SIRN (uns anos atrás) a coisa estava meio "sem comando" o que me motivou a retratar isso para a Fernanda e o próprio Andreas. Fico satisfeito que as coisas entraram nos eixos por lá ! Com a pesca cada vez mais difícil por conta dos fatores climáticos, o esquema do barco hotel precisa ser excelente para segurar as frustrações de espera para aquela semaninha...
  2. O problema não é chover em Barcelos, e sim mais para cima, na região de SIRN...
  3. Uma boa alternativa para uma pescaria "quase raiz".
  4. Parabéns Vagner, É sempre bom ver a alegria do grupo em torno de belas capturas.
  5. Sempre IMPORTANTE avaliar as ofertas e sempre que possível verificar com alguém que já tenha usado e possa dizer o que achou ! Não é fácil, mas ajuda muito a não entrar num "barco furado"...
  6. Vou dizer o que já falei (e repito) há tempos. Quando se está em busca de algo específico num dos componentes do conjunto, é hora de avaliar se não é momento de fazer um investimento mais personalizado e duradouro. É preciso coerência nessas escolhas (opções) pois de nada adianta um material customizado se as demais peças do conjunto não acompanharem essa qualidade que vem com o produto customizado. Entendo também que um material customizado é para sempre, e não algo que se "tenha que trocar / evoluir" a cada pescaria. Pense em menos quantidade e maior qualidade do que for usar. Já fiz varas customizadas com diferentes pessoas, cada uma com suas formas de atender a demanda, e quase sempre resultaram em ótimos equipamentos, dentro do que foi especificado (essa é a questão). As pessoas precisam saber (ou identificar) o que estão querendo customizado, até para valer a pena no investimento que será feito.
  7. Apenas com base numa hipótese a ser considerada. Linhas multifilamento muito finas existem na catalogação de "superfinas" (Spectra braid). Independente de resistência à tração (cada marca parece quererem superar as demais), sobre as mais espessas... Nestas condições, linhas muito finas (espessas) levam desvantagem em ambientes onde existam a possibilidade de galhadas ou outros objetos que provoquem o "esgarçamento" dos fios trançados... Outra consideração a ser levada em conta, é que no ambiente marinho (ressalvado as pescarias em locais de pedra) o importante é ter quantidade de metros para cansar o peixe, diferentemente dos rios e enseadas de açudes... Tucunarés tendem a "tirar linha" uma vez ferrados, mas esse esforço não chega a ser tão expressivo em termos de quantidade de metros necessários e disponíveis no carretel. Arrancada forte, algumas investidas adicionais, e, se não houver engancho, é trabalhar para recolher... Os peixes de "próximos aos dois dígitos" são mais trabalhosos que os tucunões. Ter um material que ajude a sustar a corrida para o enrosco é o papel dessa linha em uso ! Resistência e eventualmente possiblidade de alguma abrasão (na ausência de líder - na pescarias dos "bitelos" não vejo ser usado sequer o snap !). Vai direto na linha e com nó de confiança... (vai mudar a isca, faz novo nó...). Não estou advogando marca de linha ou forma de pescar, respeitando as diversas preferências e crenças pessoais. Recomendo "tão somente" que a origem dessas linhas seja conclusiva de que está usando o que desejou comprar (até por ser um artigo caro). Sucesso sempre
  8. Também já tive boas experiências com esses... Acima de 80 lb é melhor ir mesmo de Capella ! Não esqueça do alicate de bico... no dedo é difícil !
  9. Vagner, O informado sobre o equipamento mais leve é correto. De fato um dos principais problemas existentes (em termos de linha / equip) é a força da batida e a corrida inicial Um freio bem ajustado ajuda bem, embora a força de um tucunaré grandão é imensurável (mas é do jogo esportivo pegar ou perder...) Também o fato de acompanhar as iscas até perto do bote é puro risco de perda ! Nesse caso não tem essa questão de maior resistência... (na minha opinião) Claro que uma vara de 25 lb irá exercer mais resistência que uma de 17 lb, embora operar o dia todo com uma de 25 lb irá cansar muito mais... Prefiro usar nos locais onde possam aparecer "os brutos" (o piloteiro poderá indicar isso) conjunto de 8 à 20 lb com multi de 50 lb ! Tem funcionado
  10. Vicente, Nos atuais tempos, opções não lhe faltarão... Minha opção "predileta", em não usando o insuperável Capela, é o Berkley de 70 lb, mas tem MUITA COISA tão boa quanto estas... Os dedos agradecem a "luta para abrir os Capelas"...
  11. Arthur, olha eu de novo entrando na conversa... Entendo um pouco de sua "ansiedade" em querer um mínimo de "certeza" de que a tralha irá aguentar o tranco... Quase todos nós "sofremos" um pouco com essas incertezas de usar uma característica de conjunto mais leve e esportivo. Tenho observado aqueles que saem em busca de um troféu, não querem nem ouvir falar em "estouro" (não sem motivos) Em função disso (apenas minha opinião) trocam a esportividade e técnica pela certeza de que o "bruto" seja embarcado com algo mais estruturado. Não tem crítica, pois as opções dos pescadores são pessoais, havendo eventualmente uma convergência do que utilizar... Ainda por conta de observações em diversos relatos de "pegadores de 2 dígitos" (alguns amigos fraternos), vejo que a linha mais presente na composição desses conjuntos é a de 65 lb (multifilamento), de fabricantes diversos. Vara de 25 lb é quase uma repetição de todos e conjuntos de carretilha (ou molinete) mais parrudos com freios poderosos para brecar a corrida desses peixes que pesam em torno dos dois dígitos (objetivo permanente desse grupo de pescadores). Na minha forma de pescar (e desfrutar de um período mágico na Amazônia), um dos objetivos perseguidos é buscar pelo peixe, independente do seu porte. Claro que os maiores são quase sempre mais competitivos e prazerosos de serem fotografados (não há dúvidas quanto a isso). Contudo, existe sempre uma forma a ser avaliada em "rebocar um tucuna borboleta" (como exemplo) com uma tralha preparada para a captura de algo com dois dígitos. Ainda nesse escopo, claro que você terá a convicção de que usando uma tralha "mais parruda", você estará pronto quando o "troféu" aparecer, mas quantas serão essas vezes ?? Retorno ao comentário feito anteriormente sobre o foco na pescaria do grupo, com sua "quase obsessão" em pegar os grandes troféus. Para esses pescadores (e piloteiros) a escolha prévia já irá direcionar os pontos a serem batidos, quase sempre sem a presença de cardumes de exemplares menores... Já para aqueles que preferem "pescar quantidade", não me parece coerente "abrir mão" das técnicas de arremesso e recolhimento das iscas utilizadas. Junto com elas, a natural possibilidade de utilização de um conjunto bem mais ele e esportivo, de até 20 lb (vara rápida), linha de 30 ou 40 lb (melhor 40 lb - multifilamento), e carretilha (ou molinete) de grande rapidez no recolhimento, até porque serão muito mais arremessos a serem dados em cada dia de pesca. São pescarias "parecidas" mas com objetivos totalmente diferentes ! Quem vai pescar um troféu, se irrita se não embarcá-lo (até mesmo não achá-lo). Quem vai pescar quantidade, pegar um maiorzinho com tralha mais leve poderá ser o estímulo e adrenalina que faz a pescaria se tornar inesquecível ! Por fim, o "cabo de guerra" que mencionou é praticamente algo sempre presente quando se está na Amazônia. Como lidar com ele é uma escolha de cada um.
  12. Arthur, Pergunta difícil de responder ! Teoricamente os "afluentes reservados" deveriam ser melhores de peixe, mas há controvérsias do "custo x benefício" disso. Essas operadoras (pelo menos algumas delas) precisam "chegar no preço" dos ribeirinhos e com isso repassam o custo aos pescadores. Não gosto muito de participar desse esquema por achar que não se trata de um "pesque & pague" e sim algo que deveria ser público. Uma coisa é ajudar os ribeirinhos com comida, remédio e até combustível (coisas que sempre são feitas), outra é *pagar para pescar*. Importante também *não generalizar* pois há operações que são caras pelo local onde ocorrem, e aí é de se esperar maior preservação ecológica. Continuo preferindo o histórico exibido, bem como a estrutura disponível desses operadores, até porque quem vai quer tudo show no período de pesca.
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