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Kid M

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Sobre Kid M

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    Masculino
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    Agenor Pedreira de Freitas
  • Sobre mim
    Qualquer pescaria esportiva

Informações de Perfil

  • Localização
    Salvador - BA
  • Interesse
    Pesca, Futebol, Gastronomia

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  1. Rapaz, TEMO que dificilmente teremos um novo lançamento, embora o Fabrício por vezes me surpreende com alguma novidade...
  2. Guilherme, A vazante dos rios que desaguam no Negro à esquerda (partindo da nascente) tendem a ser os que secam por último ! Março já é uma época de bastante chuvas na região, de modo que se for nesse período busque por alternativas de rios que estejam bem mais para cima no mapa. Apenas meu ponto de vista. Boa sorte
  3. Guilherme, Com todo respeito pelos pontos abordados, e que não estão totalmente equivocados, acredito mesmo que o equilíbrio desejado por qualquer pescador que leve a sustentabilidade a sério, reflete-se basicamente na forma pela qual grande parte dos pescadores (ditos esportivos) agem nas suas pescarias. Já foi um quadro pior há não muito tempo atrás e graças ao rigor de uma legislação de pesca atuante na região, os estoques voltaram a crescer. O boto faz parte desse equilíbrio e precisa de ter "inimigos naturais" (que não o homem) que minimizem sua atuação, da mesma forma que o mesmo se aplica aos jacarés, as ariranhas, etc... O conceito de "equilíbrio" (na minha opinião) é a possibilidade de existirem presas e predadores em número suficiente para um convívio entre as espécies, até porque todos vivem num mesmo eco-sistema.
  4. REPIQUETE Este é o "inimigo mais assustador" de qualquer pescador que se dispõe a enfrentar uma ida à Amazônia... O planejamento prévio da pescaria parece ter mitigado grande parte dos riscos, ou do que possa "não dar certo". Mas em se tratando de Amazônia, essa possibilidade nem sempre pode ser prevista (ou prevenida) ! Chuva fora de época (dentro da tradição anual) nas cabeceiras dos rios são o "calafrio" que bate nos pescadores. Pescar com chuva não é (e não será jamais) um problema, mas mexeu no ph da água e/ou fazer o fluxo de descarga parar, ou pior ainda, virar nível crescente, é trágico ! Peixe fica inativo quando não passam a "rabanar" as iscas em defesa de ninhos ou da filhotada recém nascida. A troca das iscas e tentativa de "tudo que se tem disponível" é insuficiente para reverter esse quadro negativo. É preciso não perder o "fair play" e buscar outras formas de desfrute desses dias tão intensamente programados com antecedência. A pesca dos peixes é uma alternativa, embora o "repiquete" também desacelere a caça desse grupo de peixes no rio. Àqueles que estiverem em barco hotéis, devem desfrutar mais do que essas embarcações lhes oferecem - sempre relegadas quando o peixe está comendo... Almoçar embarcado, descanso pós almoço minimizando os efeitos do sol do meio dia são sugestões a serem pensadas e talvez utilizadas ! Aproveitar melhor os momentos do grupo junto para fazer a "resenha" e tentar evitar que o desânimo possa ser o condutor dessas conversas ! Estar na Amazônia já é para ser visto como uma realidade positiva para cada vez menos novos pescadores pelos custos de chegar nesses pontos ! Em momento algum há a sugestão de "deixar de" lançar as iscas, mas talvez fazer isso sem aquela "ansiedade" de a cada arremesso uma batida. Desfrutar do entorno nos locais onde o piloteiro lhe levou é uma boa sugestão, pois ele é um dos principais interessados no seu sucesso que se refletirá na gratificação. Trabalhar as iscas com mais técnica e menos alvoroço costuma dar algum resultado. Lembre-se que "da próxima vez" será muito melhor...
  5. Começando esse "bate papo" com o diferencial desses dois "quase sempre presentes" pescadores... Quem disser que já não se enraiveceu com as contínuas investidas dos botos nas iscas de fundo não estará sendo verdadeiro. Claro que isso só vale para aqueles pescadores que "dividiram" o local da pescaria com esses astutos animais ! E não pensem que isso se restringe aos peixes de fundo, pois não há mais "respeito" onde quer que seja... Os danados parecem acompanhar onde são deixadas as iscas (muitos piloteiros usam o expediente de ir até o local de onde pretendem pescar, soltam a isca e retornam navegando par ao ponto de espera - quase sempre num barranco) e quando menos se imagina já estão arrastando a isca, sempre com eficácia de não serem fisgados pelos quase sempre poderosos anzóis 10/0 ou ainda maiores... Não tem outra solução que não procurar outro ponto e "pretender" não esbarrar nos botos... (ficar só com as piranhas...) Pois bem, nas últimas pescarias de tucunaré que fiz na Amazônia, os botos também não nos deram descanso ! Mas com muito mais esperteza agregada. Ao ouvirem (ou sentirem) os motores (gasolina ou elétrico) do bote já os associaram à comida e passam a se colocar estrategicamente em pontos próximos de soltura dos peixes ! Em várias oportunidades eles ficavam sob o bote aguardando o local da soltura para então investir ! O mais curioso é a ausência de ataques aos peixes ferrados que estivessem brigando para serem embarcados, como se tivessem certeza de que seria muito mais fácil pegar as presas depois... A solução adotada é praticamente colocar o peixe que está sendo solto na margem, de preferência com galhada, para dar tempo do peixe se recuperar e buscar "seu caminho de casa" Claro que existe um equilíbrio natural na natureza, mas me pergunto quem seria o predador dos botos ? Investigando com os piloteiros (que não suportam a presença deles), a informação recolhida seria a de que o topo da cadeia alimentar seria a "onça", e só ! Já ficou fácil antever que esses bichos irão proliferar mais do que deveriam...
  6. Discordo de alguns posicionamentos que li ! Comprar linhas "originais" por preços mais baratos é possibilitar a chance de receber material falsificado. Não estou advogando para quem quer que seja o vendedor (ou revendedor), mas reiterando uma prática dentro do chamado "bom senso". Fala-se muito de algumas das características da Power Pro, quase nunca no aspecto positivo. Me parece ser uma questão de opinião. Há bastante anos que venho usando as PP (normal e slick) e não tenho qualquer intenção de mudar já que me atendem muito bem. Respeito o direito das pessoas buscarem produtos mais novos e de "melhor qualidade", mas será mesmo que se justifica isso ? Entendo que para alguns pescadores, suas preferências tem a ver com o equipamento que usam, ora com linhas mais sedosas, ora mais duras. Mais importante (ou tanto quanto) é estar com um conjunto equilibrado e com bastante confiança em todos os seus elementos.
  7. As minhas foram : Superfície Rebel T20 / T10 NN ZigZarinha Rapala X-Rap KV Dr Spock Maria Pop Queen Sub superfície /meia água Rapala SubWalk NN Curisco Deconto Biruta Rapala X-Rap Borboleta Perversa
  8. Não sei se é possível, mas atrase sua ida em um mês ! Acredito que vá ter melhores chances... Boa sorte
  9. Meu ponto de vista é de que qualquer prestação de "melhor serviço" tem um custo agregado a ser pago. Certamente que em diversos locais (bh, pousadas, etc...) existe o contato direto, inclusive para contratação do pacote. Mas imaginemos (hipoteticamente) que deseje fazer uma pescaria no rio Trombetas, e após pesquisa na internet, descobri algumas opções a escolher. Iria até um pouco adiante, que tenha conseguido manter contato com essas opções e que delas tenha recebido "o caminho as pedras". Naturalmente que existe a questão da "empatia", da impressão visual das imagens recebidas, além dos testemunhos de que é "tudo de bom"... (não pode ser diferente disso). E agora, como fazer para escolher aquela que melhor possa representar a expectativa do pescador (ou pior, do Grupo de Pesca) ? Através de um operador (e não descarto que seja o próprio dono do negócio) se torna possível buscar melhores informações (com outros que já tenham ido), bem como procedimentos a serem usados que simplificam e ajudam (muito) a logística do pacote ofertado. Vou um pouco além para lembrar que a vivência de um operador é algo que possibilita ter respostas para situações já vivenciadas anteriormente. Voltando ao exemplo fictício "trombetas", como são os "atalhos" para se chegar lá ? E a questão da segurança (inclusive de eventuais acidentes), é tratada de que forma ? Há operações mais luxuosas com serviços mais estruturados e preços mais elevados, assim como outros menos sofisticados (sempre), mas qual será sua aposta e/ou desejo ? O mais barato pode ser fantástico, mas também pode (por um problema técnico) colocar em risco a pescaria (quebra de motor, faz como ?). Já deu para entender, não ? Finalizando, independente de quem será seu operador, é fundamental que faça uma pesquisa prévia do que precisa ser perguntado a quem quer que seja o responsável pela venda. A negociação faz parte do processo e não envolve apenas "custos", mas garantias que podem ser previamente avaliadas ! Ex. Tem comunicação por rádio ou celular internacional ? Pescaria é bem mais do que peixe na ponta da linha. Passei anos coordenando essas idas do Grupo de Pesca criado por mim e meus irmãos, e a cada ano eram mais itens incorporados aos "questionários" que realizávamos (sem esquecer do material de feedback que também incorporamos no retorno para o operador). Facilidade apenas para quem usufrui, jamais para quem "corre atrás". Por fim, as operadores independentes estão cada vez mais "perdendo espaço" no mercado, principalmente pelos custos operacionais dos pacotes oferecidos aos clientes, que passaram a ser diretamente ofertados pelos proprietários e/ou "sócios" de pontos de operação. Qualquer que seja sua opção, seja cauteloso e "investigue" a trajetória daqueles com quem está tratando o "seu tempo de alegria".
  10. Kid M

    Boas festas 2019/2020

    Para todos aqueles que participam do FTB, com maior ou menor intensidade. Saúde, alegrias, harmonia, companheirismo, amor e muitas linhas esticadas.
  11. Muito oportuno seu posicionamento Jansen. O mercado volta e meia aparece com esses "boatos", mas não passam disso ! Acho importante que tenhamos varas da qualidade das Redais, assim como as preparadas pelos Customizadores, ou até mesmo por fabricantes que as fazem em série com um custo mais reduzido... Temos que buscar o entendimento de que o mercado desse produto é amplo demais para não ter concorrência. O que as pessoas (principalmente as mais ansiosas) precisam lembrar, é que o "início" é feito com coisas simples e com o passar do tempo é que se busca incrementar as tralhas... (essa é a minha forma de ver e valorizar a evolução de qualquer pescador que se ache esportivo). Começando com o mais simples, se valoriza e se aprende a dar valor nas coisas mais elaboradas e mais caras... mas isso é apenas meu ponto de vista. Claro que devem existir outros divergentes a isso...
  12. Prezados, Sem tomar partido de qualquer dos lados (fabricantes x clientes), lembro-lhes que fazendo um comparativo com automóveis (para ficar mais claro). Tem os fabricantes de Ferraris e os da "Jack motors". Ambos funcionam para seus propósitos, mas têm diferenças marcantes... Não podemos ter uma Ferrari, mas não queremos um Jack motors, daí a escolha de um "leque" de alternativas com itens mais marcantes e preços que acompanham esses itens. Quais os "itens" que pretende possuir no seu veículo ? Cada um tem seu preço, e se adequam a uma melhor "satisfação" do comprador/possuidor. Nunca usei uma vara Redai, embora já a tenha manuseado (achei um projeto construtivo muito legal), preferindo optar por uma customizada que me trouxe igual satisfação ! Não comprei uma Ferrari, mas algo que me fez feliz e dentro das minhas possibilidades. Mas não se enganem, claro que gostaria de ter uma Ferrari... Apenas o meu ponto de vista, nada além disso...
  13. O que tem a ver com o final do ano ? Claramente as imagens não tem qualquer traço de festas de final de ano, Natal ou Réveillon ! Isso é mesmo um fato. Mas ao que (ou o que) se brinda nesses eventos ? Seria o festejo pelo ano que se encerra, talvez pelo cunho religioso do evento natalino, ou quem sabe até por conta da esperança (e expectativa) de um novo ano melhor, onde possamos realizar parte dos nossos infindáveis sonhos... Sendo mais objetivo, que pai não deseja para seu filho(a) algo que os fascine tanto quanto a si próprio, independente da idade de todos. Pois então e já buscando uma ligação com as imagens, poder transmitir a eles (filhos) a magia existente num encerramento de dia é incomparável. Nada de "papel picado", de retrospecto anual e essas coisas que vemos no retrovisor de nossas vidas, mas sim a singeleza do aqui e agora. Cada dia mais se torna mais complicado criar filhos (quiçá netos) num mundo competitivo e perigoso onde nos atrelamos diariamente. Buscar por momentos onde a serenidade possa ser desfrutada é uma rara (mas possível) realidade para qualquer um de nós - sempre. Falando de Natal, seria tão incoerente colocar nossos descendentes nessa forma de enxergar uma realidade espiritual presente neles ? E por fim, o que seria mais adequado para um reinício de relacionamento (independente da época) do que essa junção através da pesca entre pais & filhos ? Difícil até de pensar em algo de impacto familiar parecido. Esses são os valores que costumamos desejar sejam herdados por nossos descendentes e que farão deles - certamente - pessoas melhores do que fomos, ou tentamos ser. A renovação das pessoas se faz com seus respectivos dogmas e crenças. Não vamos continuar culpando outros quando o problema é de todos. Tentar restabelecer a ordem das coisas, os valores, a realidade onde vivemos, me parece ser o que há de mais importante (sempre) para todos nós. Que possamos em 2020 resgatar um pouco desses desejos e com eles, sermos mais felizes !
  14. Me parece que estamos constantemente desejando "mudar" algo que já satisfaz, ou pelo menos "cumpre sua função". Entendo que o importante é ter um conjunto equilibrado, onde a linha é um dos componentes desse material. Já uso Power Pro há anos, e o máximo que fiz foi passar de 4x para a Slick. Vai de cada um, tal qual acreditar na maior eficácia de modelos e cores das iscas.
  15. Importante ter em mente que pescar de forma esportiva (com pesque e solte) é uma alavancagem positiva ao tema preservacionista. Claro que haverão aqueles que se sentirão "donos do pedaço" e desrespeitarão o processo educacional, mas mudança de cultura é assim mesmo, dia após dia, com pequenas vitórias sendo somadas a cada instante. Manter o segmento da pesca amadora ativa no centro do país é algo que me parece positivo demais, e certamente servirá de exemplo para outros estados acompanharem... Não estou falando apenas de pescar, mas tudo aquilo que está atrelado à essa atividade, desde fornecedores, hotéis, piloteiros, economia do local, enfim, coisa muita... Não tenho receio em afirmar que serão esses mesmo usuários que se tornarão os principais defensores das regras ribeirinhas em Goiás ! Isso é garantia de uma alternativa que antes era parcialmente anulada (ou represada) para a vida de todo esse conjunto de ações. Vamos esquecer de tirar o peixe (cota zero) para ser transportado (mesmo aquele para ser comido em casa...) e voltar mais vezes para o local da alegria, onde os cardumes irão crescer a cada piracema ou repovoamento das espécies. Parabéns àqueles que conseguiram VER e APROVAR essa "nova forma de manejo" pró-pescador amador ! Tem tudo a ver...
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