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Kid M

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Sobre Kid M

  • Rank
    Super Pescador
  • Data de Nascimento 14-06-1952

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  • Sexo
    Masculino
  • Nome + Sobrenome (obrigatório)
    Agenor Pedreira de Freitas
  • Sobre mim
    Qualquer pescaria esportiva

Informações de Perfil

  • Localização
    Salvador - BA
  • Interesse
    Pesca, Futebol, Gastronomia

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6.003 visualizações
  1. Rafael, Se puderem mudar a origem da pescaria para Goiânia, é o recomendado. Terão mais opções de traslados e uma estrada melhor e mais bonita de se viajar. Várias ótimas opções de paradas, inclusive para lanches. A depender do grupo, dois ou três carros alugados resolverão a questão. Acredito que vão parar os veículos em Fio Velasco e subir o rio de lancha rápida. O serviço do Carlinhos, bem como suas estruturas de pesca são excelentes
  2. Rafael, Já estive diversas vezes pescando no Cristalino e a cada ano sempre existiram "surpresas" com as iscas artificiais... Nada de iscas acima de 10 cm (nem leve). Cores que sempre são pegadeiras, com foco nas iscas claras pois representam as fontes de alimentação na região Gosto muito das osso e até mesmo as transparentes que mimetizam nas águas dos rios de lá. Indicaria sem medo a sub-walk de 9 cm da rapala, mas também as twich baits nacionais, que são ótimas ! Os principais fabricantes certamente terão algo nesse foco = lelé, birutinha, flash (ótima), pinda, etc... Encontrar os peixes nos lagos da região é quase como "pescar com bomba", tem sempre muita fartura. Nada de peixe (tucunarés) acima de 4 quilos (se pegar algo acima de 3 kg - festeje) Aruanã e traíra também tem bastante. Se der sorte de encontrar os cardumes dos dourados Apapás, será excelente (anzol pequeno, chumbadinha e isca branca pequena - "branquinha") pescaria na correnteza (tente os locais entre os bancos de areia e drop off - pegam com profundidade de até dois palmos e brigam muito !) Encontrar pirarucu pode acontecer, mas pegar um é outra coisa - normalmente são ariscos, mas nada que um bom piloteiro não resolva. Boto é o inimigo de todos, sejam pescadores ou peixes. Tem demais mesmo e será preciso dar sorte de escapar do assédio (ouça seu piloteiro) Boa sorte e bom proveito nesse rio fantástico desse nosso Brasil.
  3. Ótima contribuição Betho Num momento em que o preço dessa medicação acompanhou a indexação do dólar, é importante ter em vista suas considerações, que aliás, endosso integralmente.
  4. Permita-me buscar um esclarecimento a mais; Essa frota informada é da Voe Amazon ? Vocês buscam preencher "vagas existentes" em outras operações de traslado?
  5. Sempre me pergunto se essas iscas de "plástico mole" têm resistência para nossos peixes... Não me refiro a uma bocada, mas a sua continuidade... depois da primeira ferrada ! Ambientes como os nossos, onde as traíras estão presentes, é risco certo. De qualquer forma, a julgar pelo trabalho apresentado, devem ser ótimas com aruanãs.
  6. Bom dia Hellison, Seria interessante que esclarecesse mais de como é essa sua operação. Muitos dos operadores de pesca já estão atrelados com outros operadores, muitos deles já tradicionais e conhecidos. Quais seriam seus diferenciais para uma opção de mudança ? Claro que o valor é importante, mas e a incerteza de um funcionamento, não gera dúvidas nos seus clientes ? Enfim, essas provocações foram feitas com a intenção de que possa diminuir as dúvidas de seus futuros clientes... Sucesso
  7. Arthur, Dentre as opções "em madeira", essa da Yara é bastante interessante... (irmã da que foi idealizada para mar) A depender do local da pescaria na Amazônia, a existência de trairões deve ser verificada (não são muito constantes...)
  8. John, Não me lembro de ter visto aqui no FTB algum customizador de Fortaleza. Claro que devem haver diversos, mas não alguém que possa indicar. Suspeito que vc deseje unir o fato de estar indo lá, para ver acontecer (ser feito). Interessante, mas não sendo isso, especificar o desejado e falar com algum outro e tirar as dúvidas que existirem por zap me parece ser a melhor alternativa. Boa sorte e Sucesso !
  9. Amigos, todas as iscas indicadas são excelentes... (já as usei e são fantásticas) Por uma questão de lembrança, agrego duas outras iscas que sempre funcionaram bem comigo, inclusive na Amazônia. Verificar a rigidez das garatéias é importante, mas não a questão do tamanho... (Rebel), pois funcionaram sempre com os açus
  10. Pois é Marcelo, não há como deixar de "voltar no tempo" Já fiz muita coleção dessa "literatura" de pescarias... (temo que tenham acabado por conta da internet...) Legal Edmar, apenas um compartilhamento nesse tempo de tantas incertezas Valeu Viapiana. Esse tempo "antigo" sempre foi muito alegre e saudoso... Cristiano, pescaria de acampamento é muito legal, MAS é preciso idade para superar as dificuldades (de falta de conforto). Gente mais jovem consegue superar, mas os mais idosos (como eu) já não conseguem recuperação sem que haja uma noite bem dormida. Com a idade, chega o conceito de menos e melhor... e nos adaptamos a buscar por uma melhor qualidade nas opções escolhidas. Pois é Carlos, concordo com suas apreciações. Na verdade temos - a cada ano - tentado estreitar as possibilidades de insucesso do prazer / lazer desse período de pesca. Não tem como pensar em "prever" período sem riscos climáticos, por motivos óbvios, mas dá para TENTAR buscar um período onde historicamente o sucesso se mostra constante. Além disso, o melhor a fazer para minimizar as ansiedades (quem não as tem?) é tentar reduzir ao máximo ações que possam ser previamente previstas. Normalmente o uso de uma "check list" para se verificar pontos positivos e negativos já cria "uma ambientação" de início de pescaria. Tubo, varas, tralhas, passagens aéreas, hotéis, traslados, etc... ajudam bastante
  11. Estive pensando sobre o título dessa postagem e me parece que acabei escolhendo algo adequado Transportemo-nos para os idos de 1989 / 1990, quando pescar esportivamente era visto com reservas... Não de ir pescar, mas de não trazer o produto de árdua missão de superação e adequação das dificuldades. Permitam-me esclarecer que "nesse tempo", os ecos das premissas do Rubinho (esse mesmo que hoje está na Fish TV) de "pesque & solte" chegavam a ser ridicularizados nas rodas de pescadores, principalmente daqueles mais antigos (os também chamados hoje "de raiz"). Assistir ao Pesca & Cia era uma verdadeira dádiva e mais que isso, buscar usar algumas das dicas (e locais) dos programas uma "obsessão" para muitos. Mas voltemos a realidade de então, quando não existiam "operadores" (como hoje) que possibilitavam escolhas, mas as aventuras de esquematizar (quase sempre à distância) algumas consultas baseadas em pré-indicações de amigos que já haviam experimentado... Grande parte de nosso entusiasmo (além de encontrar os sonhados cardumes) eram mesmo que os quase sempre "avariados motores de popa" resistissem ao período em que os utilizávamos, pois claro que não haviam motores e/ou botes reservas. Inicialmente frequentando as "pousadas" (nada a ver com pesca) e depois embarcando nos barcos regionais "alugados" para nos servir de base... Dormida em rede (o mais comum), cozinheira que "se virava nos trinta", piloteiros cuja diversão era correr a qualquer tempo, remo e não motor elétrico (???), cerveja quase sempre menos gelada que o desejado, mais mentiras que conversas, porém uma animação quase juvenil nos grupos. Num passado onde a captura de tucunarés era feita no corrico e através do uso de colheres, as opções de pesca eram complicadas. Depois chegaram os primeiros "plugs" (quase sempre as Faria e tempos as Rapalas) e a "evolução" para pesca de arremessos (pinchos) dos botes. Melhorou muito a adrenalina das pescarias e mesmo com a "fragilidade" dos equipamentos & piloteiros, a diversão ficou garantida a cada dia. O que antes tinha um destino quase sempre obrigatório de Amazônia, passou também a ter outros pontos como Pantanal, Araguaia, Madeira, Xingú, Liberdade, etc... Não muito distante desse período, as "comodidades" começaram a nos possibilitar verdadeiras expedições de grupos formados por amigos, onde pescar era uma das atividades, somadas à gastronomia, conversas e brincadeiras inesquecíveis durante aqueles sempre muito disputados... Passamos a selecionar locais com maior nível de exigência de conforto e alimentação, sem esquecer das bebidas geladas, equipamentos de reserva (bote e motores - popa e elétricos), piloteiros mais profissionais, histórico de atividade no ramo, etc... Sempre era feito um processo de feedback ao operador, reportando as coisas positivas e negativas encontradas na operação e com isso fizemos ótimas amizades que foram excelentes em diversos retornos realizados nos anos seguintes... Isso sempre foi algo muito prazeroso... Ao finalizar, 30 anos após esse início tão saudoso, reconheço que hoje essas alternativas são praticamente um patamar de todos os operadores de pesca na busca de seus clientes, seja em Barcelos, Pantanal, SIRN, Araguaia, Xingú, Trombetas, Madeira, Paraná, etc... Os conceitos e práticas hoje de pesca esportiva (Pesque e Solte) já são bastante difundidos e praticados pelos pescadores - e não pode ser diferente disso. Com toda essa "modernidade", ainda fica na lembrança de qualquer pescador o abocanhar das iscas pelos tucunarés, independente do seu porte. Felizmente essas sensações (e adrenalina) nos acompanham sempre ao lançarmos nossas iscas na espera de um esticar de linha e cantar no equipamento. Que assim continue.
  12. Amigos, Cada qual tem o direito de escolha, mas desde que usei Power Pro, fiquei muito satisfeito. Claro que vai de expectativa de cada um, mas sugiro testarem essas indicações abaixo...
  13. Victor, Uma das características dos tucunarés (açús principalmente) é a questão da oxigenação da água. Além disso, a origem desse peixe é o clima tropical, podendo - algumas espécies como azuis, amarelinhos, etc... - serem adaptados a locais de temperaturas mais amenas. Tudo isso é mesmo uma questão de aclimatação. Lembre-se também que torna-se necessário haver bastante oferta de comida para esses exímios predadores... Os lambaris são tão predadores (de ovos) quanto os tucunarés, daí muitas vezes não conseguirmos a reprodução em cativeiro de forma natural... Se estiver mesmo disposto a tê-los na sua represa, sugiro que os compre já como "juvenis" (maiores que alevinos) por conta das traíras que devem por lá existir... Tenho a impressão que já existe oferta deles (tucunarés azuis e amarelos) nesses projetos de pisciculturas que anunciam (vá pelo Google) Boa sorte 🍀
  14. Pois é, pescamos tantas vezes a partir de Barcelos, mas não me lembro de uma pescaria assim ! Parabéns aos que puderem desfrutar de uma aventura tão especial assim !
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