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Wilson Jurupoca

Mocorongos
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Sobre Wilson Jurupoca


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  1. Wilson Jurupoca

    DESAPROVADO - Manutenção de carretilhas na “Custom By Marco”

    Grande Kid, Sabias palavras. :bompost: De minha parte o caso está encerrado. Wilsão
  2. Wilson Jurupoca

    DESAPROVADO - Manutenção de carretilhas na “Custom By Marco”

    Sra. Bete, Agradeço suas palavras e sua compreensão da minha posição como consumidor. Reconheço o renome que vocês têm e sempre fiz questão de frisar isso. Porem, como consumidor, reservo o direito de dar nova oportunidade, ou não, a quem me prestou um serviço ou vendeu um produto que não atendeu às minhas expectativas. Entenda, por favor, que resolver meu problema só seria possível (ou melhor, era impossível) se alguém arrumasse as carretilhas enquanto eu estava no rio Negro. Resolver o problema agora, que já retornei, não adianta. Sem querer dramatizar o que não é dramático, aqui todos são pescadores e tenho a mais absoluta certeza que a esmagadora maioria ficaria chateado como fiquei. Vocês já pensaram em como se sentiriam estando no meu lugar????? Se alguém naquele momento me falasse – calma Wilson, você resolve isso facilmente quando estiver novamente em casa......... O que vocês acham que eu responderia????? Mas voltando ao problema - Tenha certeza de que não era assim tão simples, eu não sou tão novato no uso de carretilhas..... Além disso, haviam outros pescadores ainda mais experientes no grupo e ninguém conseguiu fazer as carretilhas funcionarem. Concordo que todas as pessoas que trabalham com manutenções podem ter algum tipo de problema, não se consegue agradar a 100% dos clientes. Entretanto se você tem um problema na manutenção preventiva de seu carro, por exemplo, é sua escolha voltar naquela concessionária ou não. Eu não voltaria. Gostaria apenas de corrigir um item em seu registro, a carretilha que fazia barulho ao enrolar e que continua fazendo exatamente o mesmo barulho, é a BSF 201 e não uma das Curado. Exatamente – as duas Curados apresentaram o problema com o freio, e a BSF (que eu nem havia mencionado) continuou fazendo o mesmo barulho, mas assim como a Calais, seu freio funcionava normalmente. Agradeço sinceramente sua disposição para resolver o problema, isso demonstra a seriedade da sua empresa. Mas no meu caso não se preocupe que resolverei a meu modo. Ao companheiro Cazzadinho gostaria de esclarecer que em nenhum momento descarreguei insatisfação da pescaria em cima do problema das carretilhas, até porque, a pescaria foi um ESPETÁCULO. Nada poderia tirar o brilho de uma pescaria como a que realizamos, mas nem por isso tudo funcionou a contento, existiram problemas que chatearam mais ou menos os participantes. No meu caso, ter que pescar com equipamento emprestado porque o meu não funcionava a contento, me decepcionou. Para finalizar, gostaria de colocar duas conclusões: - A Marco By Custom (na pessoa da Sra. Bete), demonstrou muito profissionalismo no trato desse problema colocando a empresa a minha disposição para solucionar o problema. - No meu caso, mantenho a desaprovação ao serviço realizado, já que as carretilhas não funcionaram como deveriam após a manutenção preventiva. Um abraço a todos.
  3. Wilson Jurupoca

    DESAPROVADO - Manutenção de carretilhas na “Custom By Marco”

    Caro Leo, Bem que eu gostaria que o problema fosse assim tão simples, mas não era..... Betão, Grato por suas palavras, quem participou do problema entende melhor do que os outros o impacto que uma "besterinha" pode ter. Eu não estava em casa, estava no meio da Amazônia a mais de 4.000 km de distância da loja que fez a manutenção. E evidentemente o material foi testado antes da viagem, mas provavelmente não submetido a todo o esforço requerido por lá. Caro Adhemar, Você tem uma opinião formada em relação aos serviços oferecidos nesse estabelecimento e agora eu também tenho a minha. Se foi "tudo isso mesmo" ou não, infelizmente nem você e nem o Kid tem como saber, pois nenhum dos dois estava na viagem. Caro João Biguá, Sinto muito, mas não farei isso. Existem mudanças que fazemos nos arrependemos e não voltamos atrás. Acabei levando nessa loja também por comodidade, pois sempre faço minhas manutenções via Pesca Pinheiros, sempre com ótimo resultado. Me foge agora o nome da oficina. Vou mandar arrumas as carretilhas, mas será num local de minha confiança. Me deixar na mão em plena Amazônia considero imperdoável. Xandego, Provavelmente você esteja certo. Sua dica é muito válida, eu acabei postergando a manutenção por morar no litoral e temer que algo pudesse oxidar até a data da viagem. Na próxima vez farei com antecedência. Obrigado. Caro Bigão, Postei aqui a mensagem porque na minha avaliação está desaprovado. Nada que for feito agora vai minimizar o incomodo sentido. Mas creio que você esteja correto em relação ao lubrificante, assim como o Xandego. Amigos - VOLTO A INSISTIR QUE RECONHEÇO A QUALIDADE DO TRABALHO FEITO POR ESSE ESTABELECIMENTO EM VARAS E ETC.... RELATEI AQUI O QUE OCORREU NO MEU CASO E A MINHA DESAPROVAÇÃO. CADA QUAL CORRA O RISCO QUE ACHAR QUE DEVE. Um abraço a todos,
  4. Caros amigos, Sou daqueles pescadores que normalmente realizam uma única pescaria amazônica por ano. Essa pescaria é curtida e preparada por meses, de forma que tudo esteja perfeito para a tão esperada semana. Nesse ano não foi diferente, porem em meio aos preparativos, tive a infeliz idéia de mandar fazer uma manutenção preventiva nas minhas carretilhas na oficina do Marco. Sua fama como customizador de varas é grande, os Mocorongos ( grupo que faço parte ) tem algumas varas montadas por ele e me disseram que ficaram satisfeitos com o trabalho e isso me levou ao erro de imaginar que sua oficina teria a mesma qualidade para trabalhar com manutenção de carretilhas. Engano meu............. Levei 4 carretilhas e surpreendentemente as 2 Curado ( modelo básico para qualquer pessoa que trabalha com manutenções ) apresentaram exatamente o mesmo problema – a fricção simplesmente, por mais apertada que estivesse, não oferecia a menor resistência na saída da linha. As duas carretilhas são exatamente iguais e apresentaram exatamente o mesmo problema. Imaginem minha "satisfação" por ter pago R$ 40 ( R$ 20 para cada ) para “ganhar” um problema que elas NUNCA apresentaram. E para quem já pescou os tucunas amazônicos sabe que uma carretilha com um problema desses não serve para nada naquela região. Conclusão – Para minha sorte ainda me restava uma outra carretilha boa e o Bom Amigo Pilolo ( Angatu ) me emprestou uma sua, salvando minha pescaria. PORTANTO CUIDADO – Aconselho a pensarem 100 vezes antes de enviarem carretilhas para essa oficina. Não desejo que isso aconteça com nenhum outro pescador. Não relato isso com a finalidade de denegrir o trabalho de ninguém, reforço que acredito na qualidade do trabalho feito pelo Marco nas suas varas, mas se ele deseja realmente oferecer manutenção em carretilhas, na minha visão, sua loja precisa estar mais bem preparada. Abraços,
  5. Wilson Jurupoca

    CHUVEIRINHO DE TUCUNARÉ

    Caros companheiros, Quando postei esse tópico JAMAIS poderia imaginar quanto “pano para a manga isso daria”. doeu:: Achei interessantíssimos os vários pontos de vista e acabei aprendendo também com quem sabe muito mais. mestre:: Creio que eu tenha deixado claro que não sou um estudioso do tema e que também já mandei a isca em cima de vários chuveirnhos. Não sou um pescador ecopentelho, pesco com garateias com farpas (e vou continuar assim), mato alguns peixes para comer na viagem (não abro mão de um sashimi fresco) e por aí a fora. Meu objetivo aqui foi expor publicamente um ponto de vista, que dentre vários outros, se faz sentido para alguém ótimo, se não, ótimo também. Escrevi o que eu não faço mais, mas jamais vou criticar alguém que o faça. Cada qual, amante da pesca esportiva, faça sua parte. No final das contas, juntando tudo isso, todo e qualquer esforço, acabamos colaborando de alguma forma na perpetuação do nosso esporte. ::tudo:: ::tudo:: ::tudo:: Um grande abraço a todos.
  6. Wilson Jurupoca

    CHUVEIRINHO DE TUCUNARÉ

    Caros companheiros, Tomo a liberdade de escrever a vocês e expressar minha opinião em relação ao tema. Esclareço que não sou um estudioso da reprodução dos tucunarés, sou apenas um pescador amador apaixonado pela pesca esportiva desse peixe espetacular. O que pondero nessas linhas é fruto de algum tempo de pesca esportiva, muita conversa com piloteiros e ribeirinhos, com outros pescadores e alguma lógica natural. Vamos aos fatos; Normalmente um pescador que sonha em travar um duelo com belos exemplares de tucunarés fica muito contente e apreensivo quando naquele belo lago, sem vento, com a água totalmente espelhada, se depara com o famoso “chuveirinho”. Aquela porção de água geralmente arredondada, onde claramente se percebe o “fervilhar” da superfície em função da agitação dos peixinhos logo abaixo. Todos sabem que uma isca lançada naquele espaço vai render uma captura quase garantida, uma briga violenta, normalmente num local limpo com pouca possibilidade do peixe se livrar usando as estruturas naturais e um belo exemplar para ser fotografado (para não dizer abatido, mas vamos considerar puramente pesca esportiva). Ocorre que tudo acima é verdade, porque o “chuveirinho” é um cardume de alevinos sendo transportado, normalmente pelo pai, para outra região provavelmente por melhores condições de proteção e alimentação. Digo que normalmente é o pai que empreita essas mudanças, já que conversei alguns observadores e li matérias que dão conta que o pai permanece mais tempo protegendo a prole do que a mãe. Não sei se verdade ou não, mas dizem ser exatamente esse o motivo dele desenvolver o cupim que é uma reserva extra de gordura já que ficará mais tempo sem se alimentar do que a fêmea, que deixará os filhotes antes. Mas voltando ao chuveirinho, nessa empreitada o pai está disposto a tudo para proteger a prole, já que estará “comboiando” aos filhotes sem nada que possa garantir a proteção a não ser sua própria agressividade. É claro também, que somente os grandes tucunarés se arriscam a essas jornadas, pois os menores, mesmo que já em idade de reprodução, não empreitam tais “migrações” porque eles próprios não têm tamanho suficiente para se defender dos predadores. Sendo assim, está montado o cenário que o pescador se depara. Localização do peixe facilmente identificada pelo “chuveirinho”, normalmente livre de enroscos o que facilita sobremaneira a apresentação na isca no local certo. E a certeza de que ali existe um grande espécie com extrema agressividade. Praticamente irresistível......................... Mas gostaria de propor um minuto de reflexão se não devemos frear nosso ímpeto quando nos deparamos com essa situação e deixar que a natureza siga seu rumo sem nossa interferência. Isso porque, por melhor que sejam as intenções do pescador esportivo, por menor que seja o tempo de briga com o peixe, por menor que seja o tempo para devolvê-lo a água, terá sido tempo demais para os alevinos. Todo o processo, o ataque à isca, a batalha, o pânico, tudo que envolve a captura acaba dissipando os alevinos e mesmo que o pai seja devolvido rapidamente para a água ele, estressado, assustado, extremamente cansado, não tem condições de juntar novamente a prole, que indefesa, certamente vira refeição dos predadores de plantão. Portanto, cada vez que capturamos um tucunaré de “chuveirinho” estamos sentenciando a morte toda sua prole. Muitos pescadores dirão que então não se deve pescar também no período de reprodução, quanto os tucunas estão aos casais, protegendo seus ninhos, sua desova, etc... Até creio que existam prejuízos também na captura nessa situação, mas depois de solto, um peixe capturado nesse período, tem condições de se recompor, retornar ao ninho e voltar a rotina normal. Além disso, quando não são capturados os dois peixes (casal), um deles (normalmente a fêmea) fica no ninho cuidando do espaço até que o macho retorne. Situação que no “chuveirinho” é totalmente diferente, pois normalmente existe um único representante do casal fazendo a travessia e não existe um ponto fixo para retornar depois que ele for solto pelo pescador. Isto posto, gostaria de propor aos amigos que resistam à tentação de uma captura fácil de um tucunaré de “chuveirinho”. Costumo comparar isso a tirar os pais de qualquer filhote que ainda seja indefeso, sentenciando-o à morte. Vamos pensar no tucunaré como qualquer animal silvestre que tenhamos mais familiaridade, pensemos, por exemplo, nos pássaros. Certamente não teríamos coragem de separar os pais de seu ninho deixando os filhotes a disposição dos predadores. E se não fazemos isso com pássaros, porque faríamos com peixes? Será que é porque não conseguimos ver a aflição e vulnerabilidade dos filhotes, então não ficamos sensibilizados? Porque fazer isso justamente com o animal que nos dá tanto prazer ao pescar? Tão nobre combatente. Tão duro oponente. Mas tão frágil como qualquer outro animal. Amigos entendam que meu objetivo é tão somente convidá-los a visualizar o “chuveirinho” de outra forma, não tenho o objetivo de criticar ninguém porque no passado eu fui um pescador que vibrava ao localizar um “chuveirinho”. Hoje também vibro, só de forma diferente. Mais ou menos da mesma forma que vibrava quando abatia um grande peixe para levar para casa e hoje vibro soltando esse mesmo grande peixe para deixar que ele viva a vida. Não existe pesca sem peixe. No meu caso, não imagino pesca esportiva sem o tucunaré. E não existe tucunaré sem reprodutores que protejam suas crias. Pensem nisso.............. Um grande abraço a todos.
  7. Grande Kid e Amigos, Segue minha seleção, embora minha isca predileta não esteja entre as 20 selecionadas. No sudeste e na região do Araguaia / Cristalino a Super Spook JUNIOR é imbatível. 1- Jumping Minnow 2- João Pepino 3- Trairão 4- Macetão 5- Cascavel 6- Fish Nose Abraço a todos
  8. Wilson Jurupoca

    Duplas de mulheres no Itapará

    Um espetáculo. A alegria dela é contagiante. E se deu bem como apresentadora de programa, muito melhor que vários marmanjos que vejo por aí. Sorte do marido ou namorado, essa aí viciou. Abraços,
  9. Caro Clodoaldo, Seja bem vindo ao site, e mais bem vindo ainda ao mundo do tucunaré. Evidentemente a Meca da pesca do tucunaré é a amazonia, se quer começar contudo vá para lá (em especial para o Rio Negro e seus afluentes). Mas já da para se divertir e começar a entender um pouco desse peixe nas represas do sudeste ou nas bandas do Araguaia (o que for mais fácil para você). Quanto a semelhanças entre tucunarés e dourados digo que são pouquíssimas, além do fato de serem predadores muito agressivos. Um abraço,
  10. Wilson Jurupoca

    Qual a sua escolha / preferência ?

    Reconheço que a emoção de capturar um peixão é unica, mas sem duvida prefiro as muitas ações. Voto na QUANTIDADE. abraços
  11. Wilson Jurupoca

    Isca Araçatubinha vc conhce ???

    É tudo questão de gosto. Particularmente não gosto da Araçatubinha, tenho algumas e sempre tive resultados melhores com as Tantans e Lelés da Borboleta. A versão maior dessa família é a Perversa, ótima para a amazonia. Abraço,
  12. Wilson Jurupoca

    CARRETILHA TITAN 6000

    A Titan 6000 foi minha primeira carretilha (7 a 8 anos atrás), está comigo até hoje e funcionando perfeitamente. Claro que atualmente ela é reserva, mas fiquei tão satisfeito que ela foi a responsável pela mudança de molinetes para carretilhas. Tenho dúvidas se ela aguentaria o "tranco" na amazonia, mas nas represas do sudeste cansou de pegar tucunas. Um abraço,
  13. Wilson Jurupoca

    SERÁ QUE A LUA É BOA????

    Caros amigos, Eu nunca notei qualquer interferência da lua nas minhas pescarias em rios, lagos ou represas. Mas quando morei na Venezuela tive a oportunidade de pescar uns tucunas de lá e naquele país é voz corrente que o período de lua cheia é a pior época para a pesca dos grandes tucunarés. Segundo eles, quando a lua cheia oferece certa claridade, os grades se alimentam a noite. Nunca ouvi nada disso no Brasil e bem que procurei alguma informação nesse sentido. Mas confesso que fiquei pensativo, já que a pesca do tucuna na Venezuela também é forte e o pessoal de lá tem bastante vivência com o tal Pavon. Alguém ouviu algo a respeito? Um abraço
  14. Wilson Jurupoca

    Apresentação

    Amigos, Meu nome é Wilson e sou conhecido nos Mocorongos como Jurupoca. Moro na cidade de Guarujá (SP), sou separado e tenho uma loja de fotos. Pesco desde os 10 anos e ninguém na minha família entende muito bem de onde veio essa loucura por pescar já que não existe outro pescador na família. Na pescaria de 2002 tivemos a sorte de dividir o barco hotel (Felipana) com os Mocorongos e desse ano em diante tenho procurado participar de todas as pescarias que o grupo organiza. Procuro fazer no mínimo uma boa pescaria por ano e sempre que tenho uma folga jogo uma linha no mar. Minha pescaria predileta (disparado) é a do tucuna com iscas artificiais. Bom, é isso aí. Mais pra frente vamos nos conhecendo melhor. Um grande abraço a todos. Nota : Não resisti... ( Kid )
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