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Michel

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Sobre Michel

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    Pescador
  • Data de Nascimento 25-02-1982

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    Michel

Meu contato

  • Website URL
    http://www.ibama.gov.br/pndpa

Informações de Perfil

  • Localização
    Brasília - DF
  • Interesse
    pesca

Últimos Visitantes

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  1. Rodrigo, a IGFA não possui regra contra a isca viva. O recorde do black bass, o mais icônico dos EUA, durou mais de 50 anos, 70 eu acho (preguiça de consultar), e foi igualado (batido por pouco) por uma captura no Japão com isca viva. E registrou-se o feito.
  2. Cícero, meu conjunto é o mesmo que o seu, com um 40 Mercury parafusado, desde 2009 ( ta na sala de barcos do fórum). A carreta tem suporte para a rabeta. Ele ficava na fazenda do meu sogro, e andava 8km na terra ruim para chegar na água. Algumas idas à cidade (45km) para revisões e manutenções. Esse ano veio para Campo Grande. Até aqui, tudo certo com o barco.
  3. Cícero, meu conjunto é o mesmo que o seu, com um 40 Mercury parafusado, desde 2009 ( ta na sala de barcos do fórum). A carreta tem suporte para a rabeta. Ele ficava na fazenda do meu sogro, e andava 8km na terra ruim para chegar na água. Algumas idas à cidade (45km) para revisões e manutenções. Esse ano veio para Campo Grande. Até aqui, tudo certo com o barco.
  4. Meus pitacos: ao por a escama para baixo, que é impermeável, a carne acima dela fica cozinhando na água do próprio peixe, q vai evaporando. Se vc colocar o lado da carne para baixo, ou seja, direto no fogo, ela vai queimar rapidinho "selando" o interior. Depois vira para assar do outro lado. Assim fica mais suculento.
  5. Pessoal, peço ajuda aos mais experientes. Para navegar em rios de correnteza, barco de alumínio tipo semi chata vai bem ou seria melhor bico fino? O meu e um brasuka 500, penso em utilizá-lo no rio Paraguai. Abraços a todos
  6. Amigo, meus sentimentos. Fraterno Abraço
  7. O gênero é hemiodus. No Paraná, não sei o nome popular dele. No norte, chamam de voador, avoador. Uma espécie do mesmo gênero, mas bem menor, é comum em lojas de aquário, sob o nome de cruzeiro do sul
  8. Grande Marlucio, blz? Seguinte, não tenho Facebook, então não consigo ler o anúncio. Pode copiar as informações aqui? Abraços Enviado de meu GT-I9500 usando Tapatalk
  9. Kid, vou preprar a ficha sim. Estou viajando hoje, então faço isso na segunda feira. Eu lembro de ver suas estatísticas em alguns relatos seus. E digo: é exatamente aquilo! Sobre a sugestão do Celso, eu concordo que esse seria o melhor dos mundos. A dificuldade que eu vejo é em desenvolver (programar) o sistema, porque isso custa muito. Se for possível, ótimo. Se não for possível, usamos uma planilha no google docs (ou similares) para armazenar os dados, e eu (e claro, quem mais puder contribuir, o Tiago Furlan já se prontificou) me encarrego de fazer uma planilha com as fórmulas todas, daí basta que cada um alimente com os dados para visualizar automaticamente os resultados. Abraços a todos, vamos em frente!
  10. Legal, gostei da adesão. Para tentar motivar ainda a mais galera, vou colocar aqui, a título de exemplo, a que tipo de resultados podemos chegar com esse negócio: Essa é da Serra da Mesa, de um relatório do Ibama, com as capturas anotadas pelos guias de algumas pousadas (Germano, rancho da Ni, Zé Mineiro). Está com a legenda: Também da Serra da Mesa, a distribuição de mais de 10mil tucunarés azuis por tamanho: Essa é uma relação peso comprimento de tucunaré açu de três rios diferentes da bacia amazônica (todos os peixes juntos na mesma equação): Assim, para estimar o peso de um peixe cujo comprimento é conhecido (ou vice versa), basta usar a equação: Peso= 0,0074*(comprimento)^3,1261 (o acento circunflexo significa elevado à, potência). Sem entrar em detalhes sobre regressão, que fique claro que a equação descreve aquela linha preta ali no meio do gráfico. É notório que há pontos acima e abaixo da linha, ou, dito de outra forma, peixes com pesos diferentes para o mesmo comprimento (vice versa). A seguinte é um resumo da captura em cinco rios diferentes. Trata da média da captura por barco por dia, medida em número de peixes (CPUEn) e em peso(g) (biomassa-CPUEb): E essa última é a frequência relativa acumulada da captura por comprimento: Interprete-se assim: Por exemplo, no rio 5, metade da captura foi composta por peixes menores que 39cm (e a outra metade, obviamente, por maiores) . Já no rio 4, metade da captura foi composta por peixes menores que 73cm. Não citei os nomes dos rios porque o artigo com esses dados não foi publicado. Por fim, Fabrício, o que acha da idéia de abrirmos uma sala lá nos grupos chamada "Monitoramento"? Assim, vamos colocando o conteúdo todo lá, separando em tópicos. Procedimentos, arquivos, regras, dúvidas, resultados, etc. Isso aí pessoal, abraços.
  11. Edson, então, o(s) local(ais) vai depender dos participantes. O único requisito é que nele sempre tenha alguém pescando ao longo do ano, para cobrir bem as variações temporais. E outra, como é um "experimento" colaborativo, acho que assim também devam ser as decisões. Podemos falar com os moderadores aqui para abrir uma sala no espaço para os grupos aqui do fórum, aí decidimos essas questões por lá. Valeu aí, abraços.
  12. Pessoal, especulo aqui sobre a possibilidade de realizarmos um monitoramento de pesca voluntário. A ideia inicial é saber quem/quantos animam participar, para ver se dá um quórum mínimo. Esse assunto já apareceu em outros tópicos, sempre de forma não muito aprofundada. Tentarei resumir a história a seguir: 1 – Monitorar para que? Primeiro, para matar a nossa própria curiosidade. Se hoje usamos adjetivos para descrever uma pescaria (boa, média, etc), monitorando conseguiremos qualificar um pouco mais essa descrição, com números (quantitativamente). Segundo, para poder comparar tempos e locais distintos, tentar observar tendências. A pesca está piorando, os peixes estão diminuindo? Novamente, isso poderá ser descrito de forma mais objetiva, e não na base do achismo. 2 – Monitorar como? Escolhida a espécie/local, cada voluntário precisa anotar o comprimento de todos os peixes capturados em sua pescaria. Uma pequena amostra (alguns indivíduos) precisa ser pesada. Só isso. Bolamos uma ficha-padrão, e uma planilha-padrão para receber os dados. Depois analisamos e consolidamos os resultados, de várias formas possíveis. Enfim, há muitos outros detalhes a serem esclarecidos, mas acho melhor discuti-los em um segundo momento. Afinal, se ninguém animar, nem haverá segundo momento! Abraços galera.
  13. Alceu, eu assinei o birds eye por um ano (não renovei). Mas nesse período, baixei todas as imagens que eram de meu interesse, no sudeste, centro oeste e norte. A maioria delas estava sim bem atualizada. Eu achei que valeu muito a pena. Meu gps é o montana, que tem a tela em tamanho razoável. Tem que ver se, primeiro, o etrex 30 aceita os mapas bidrseye(acho que sim), e segundo, se a visualização em sua tela ficará boa, por causa do tamanho da tela. Espero ter ajudado, abraços.
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