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Kid M

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Tudo que Kid M postou

  1. Grande Guto, A bem da verdade esse "preconceito" diminuiu, mas ainda existe, principalmente num grupo de pesca "não exclusivo", onde a "turma da carretilha" olha com um "ar de superioridade" (claro que ). Também não devemos deixar de levar em conta, que a depender da pescaria que se pretende fazer, há opções direcionadas primordialmente para os molinetes, pois usando iscas pequenas, a versatilidade dos molinetes nos lançamentos é bem superior... Mas o que manda mesmo é aquilo que o pescador faz para se sentir a vontade com suas tralhas...
  2. Gabriel, O Guto já pontuou diversas coisas importantes no uso dos molinetes. Digo isso por ser pescador de molinete e não de carretilhas ! Antes de me "jogarem pedras", entendam que sempre usei molinete nas minhas pescarias, desde sempre, e mudar para carretilha seria desperdiçar minhas tralhas colecionadas ao longo desses anos. Não fosse isso, talvez tivesse migrado para as carretilhas... mas permaneci fiel ao equipamento ! Já usei muito as ótimas Daiwa, Penns e mais recentemente (10 anos) as Zauber, que fecharam minhas buscas por algo melhor... No Araguaia, usamos sempre um material mais pesado, sempre com linhas de multi com lider de monofilamento. Sempre funcionou muito bem... Tenho sempre o pensamento que a arrancada inicial do troféu (couro) é que existe uma maio9r demanda de linha, mas depois, passa a ser a manha do pescador / guia para cansar e embarcar o troféu. Sou adepto às tralhas mais leves e esportivos, inclusive para os peixes de fundo, usando molinetes 5000 ou 6000 (tranquilo). Vara de 100 lb (para garantia...) já chega a ser complicado, mas reconheço que ajuda a cansar o oponente... Sucesso nas suas escolhas !
  3. Boa sorte André, As águas do Araguaia são sempre generosas nos peixes desejados... Ficar alerta com os botos e/ou piranhas... No rio Cristalino, as opções de pescaria com artificiais são melhores... Se tiver oportunidade, tente nos lagos do Cristalino que são inúmeros e apresentam diversos tipos de peixe. Sucesso !
  4. André, O básico já foi descrito pelo Cristiano e o Guto. Contudo, e navegando com um olhar inverso, ousaria lhe recomendar a operação da Asa Branca (Carlinhos). Independentemente de já termos ido algumas vezes na Pousada que fica bem próxima do rio Cristalino, quase sempre com sucesso, trata-se de um ponto em que a alternativa do tipo de pesca lhe propicia uma boa expectativa de sucesso. Nas iscas artificiais os tucunarés, aruanãs e traíras são fartos, mesmo não sendo grandes, mas dá para muita diversão (rio Cristalino) Claro que vai encontrar os botos, as piranhas e bastante muruins (e/ou muriçoca), como é comum na região. Entretanto, você terá um serviço de alimentação e dormida acima da média, bons piloteiros e botes com manutenção. A questão dos "custos" é algo que precisa ser melhor avaliado, pois após um enorme esforço para chegar lá, é normal esperar um bom atendimento. Acredito que se (quando) for para a região do Araguaia, provavelmente será no Asa Branca.
  5. Boa tarde Vitor, É sempre com muita adrenalina o preparo de uma pescaria amazônica... Até mesmo os mais experientes que pescam com maior frequência, tem esse perfil de "ficar ansiosos" Alguns pontos são básicos e se aplicam na maior parte das operações de pesca, independente de onde aconteçam. 1 - Nível das águas, melhor época para a pesca - impossível acertar em cheio o melhor período com tamanha antecedência. Busque informações junto ao local onde irá encontrar com seu operador (ou guia de pesca) do comportamento do local em anos anteriores... 2 - Navegar num local onde existe um controle exercido por uma represa, tende apresentar um comportamento favorável para a pesca. Lembre-se que existem fatores naturais que aparecem (ou não) no período de sua estadia no local (trovoadas, chuvas intermitentes, etc...) 3 - Não conheço esse local informado - Pousada das Pedras Uatumã - mas já fui dar uma olhada nele pela internet e me surpreendi. Boas instalações, com uma proposta interessante para os pescadores de iscas artificiais e algumas belas imagens das redondezas do local 4 - Material de Pesca - difícil sintetizar o que deve ser levado... Quase sempre os "pescadores menos experientes" exageram as quantidades... Novamente, saber do operador quais são as recomendações, ajuda muito a regular o tamanho das tralhas / bagagem ! O básico seriam 3 ou 4 conjuntos (15, 17, 20 e 25 lb) por segurança (irá usar as varas de 17 e 20 lb), com linhas multi de até 50 lb As iscas são sempre as mais tradicionais (zaras tipo T20, sub-walks, jigs, meia água, etc) com pesos até 30 g e tamanhos até 12 cm Sem querer me estender muito, a recomendação primordial que faço (e pratico) é saber que "o peixe" é alvo secundário ! O que mais importa - sempre - é desfrutar daquilo que normalmente passa desapercebido ! Barulho das águas, canto dos pássaros, hábitos alimentares - a gastronomia regional é fantástica - os momentos de retorno após um dia de pescaria e as "resenhas" no meio das bebidas, risadas & alegria (tudo incluso)
  6. Guto, Esse poço da Saionara era certeza de captura, embora mais de 50% dos peixes eram "Armau", mas peixes de 5 quilos... Também tinha uma pescaria de pacu prata com ceva que era campeã, principalmente com tralha super leve ! Certamente local de muitas lembranças...
  7. Algum tempo atrás, fizemos uma pescaria no Rancho Xingu, do amigo Ataualpa Cataplan, que ficava quase em cima da junção dos rios Culuene e 7 de setembro. Chegamos de mini-ônibus (num primeiro momento, até o veículo quebrar e precisar ser rebocado para a cidade de Canarana). Seguimos na boleia do caminhão do Rancho que vinha trazendo os mantimentos, combustível, iscas vivas, etc... Estrada de muita poeira, e nós curtindo a noite sem luzes no caminho. Lembro bem que foi a primeira pescaria do meu filho, na época com 15 anos (inesquecível). O Rancho era rustico mas nem por isso deixava de ser confortável (estou procurando as fotos de lá...), ainda mais depois de uma viagem muito cansativa... Amanhecemos na beira do Culuene e já buscando os peixes da região. Muita fartura de diversas espécies, principalmente cachorras, surubins (cacharas), enormes matrinxãs, e até mesmo um lago entupido de tucunarés de até 2 kg... Comida do rancho era fenomenal com os pratos deixados sobre um enorme fogão a lenha para que pudessem ser repetidos e apreciados pelos mais gulosos. Havia um outro rancho (acho que chamava "Pousada do Mutum") bastante próximo, que dividia a utilização da pista de pouso de aviões pequenos (voltamos neles - 20' até a cidade de Canarana). Retornamos no mini-ônibus já consertado, na direção de Goiânia (salvo engano) para pegar o voo de volta e ficar nas saudade de mais uma emoção e alegria de estarmos juntos. Soube que o Ataualpa comprou a Pousada do Mutum e pouco tempo depois foi "invadido" pelos índios que moravam na região e teve que deixar (abandonar) ambos os pontos de pesca...
  8. Parabéns Magrão Mais um relatinho top ! Nem sempre precisa ser com itens especiais... Muito bom !
  9. Kid M

    Varas cabo de Madeira

    Warles, A premissa das atualizações dos conjuntos de pesca (principalmente esportiva) é material cada vez mais leve, sem contudo perder resistência. As madeiras usadas nas varas eram boas (para a época), mas pesavam muito e o conjunto formado se tornava "incômodo" de ser usado em pesca com artificiais. Para pesca de espera, esse tipo de equipamento ainda serve, embora a tendência é que desapareça com as novidades dos fabricantes. Contudo, vou lhe sugerir a busca de um customizador que trabalhe com a madeira "molongó", bastante frequente na Amazônia. Tenho algumas com esse acabamento, que além de resistente, fica bonito e é muito leve para a pesca esportiva. Minha indicação (recomendação) de customizador é o Léo da Custom by Marco, que mora em São Paulo, mas atende pedido de qualquer lugar. Acredito que ele possa lhe atender nessa demanda. Essa vara é para ser usada (preferencialmente) com um molinete leve, mas as especificações são suas... Se precisar de algum tipo de orientação, me avise que tentarei lhe ajudar...
  10. Astra, Essas colheres eram muito usadas ! As conheci pescando nos arredores de Santarém... Depois "ampliei" o leque com as de outros fabricantes, embora essas fossem excelentes.
  11. Quem já usou ou viu essa colher funcionando ? Há muito tempo atrás (bota tempo nisso), as pescarias na Amazônia eram sinônimo de corrico e colheres... Essas colheres eram excelentes para serem corricadas a 20 / 30 m de distância do motor, e próximas as margens. Em Manaus, eram encontradas nas lojas de pesca e disputadas a cada recebimento do exterior... Ainda possuo algumas na caixa, mas não mais as uso há bastante tempo... De qualquer modo, as lembranças ficaram ! E com vocês ?
  12. Tenho observado que as ofertas crescentes de lugar em grupos que costumam fazer as pescarias de forma exclusiva. Algumas "leituras" e certamente justificativas para esses fatos, sempre na linha de percepções, não de "verdades". "Ficou caro" é algo que permeia (sempre) essas avaliações. Na verdade, está muito caro ir pescar nas operações ofertadas. "Custo Brasil" cada vez mais defasado à concorrência externa, que participa sempre dos "melhores pontos". Não me refiro apenas à diferença cambial, mas também ao "empobrecimento" do nosso país (a despeito de dizerem o inverso) Também a questão climática, com inversões de tempos de cheias e seca, terminam afastando alguns de "correr o risco". Pescaria na Amazônia nunca será algo "ruim", mas cada vez mais se afasta da nossa realidade de viajar até ela... Outra característica interessante é que "quem já conhece uma operação top, não aceita voltar a trás..." Vamos aguardar os relatos das incursões de 2026, até para dar uma animada e voltarmos a sermos meninos na beira d'água.
  13. Bom dia Tiago Entendo que as duas perguntas poderão ser "equacionadas" por um customizador. Mesmo que seja para uma simples "consulta" da viabilidade do seu propósito. De repente, ele (customizador) pode lhe informar se faz, ou quem pode lhe auxiliar nisso. Desejo-lhe boa sorte.
  14. Tem muita "cópia" da T20. A mais próxima no corpo da isca é a da KV, mas ninguém imita o "chocalho" (de som agudo) desenvolvido pela Rebel.
  15. Concordo com você de forma integral ! O problema é muito mais "emocional", onde o ímpeto se sobrepõe à maturidade da avaliação... Essa sim, é a "verdadeira cópia" da Saruna ! Isca excepcional...
  16. Fui dar uma conferida nas iscas mostradas, já que (no passado) cheguei a comprar algumas delas no mercado do AliExpress... Lhes confesso que foram produtos "inferiores" às matrizes originais, mas funcionaram, desde que "tropicalizadas" com troca de garateias e pitões... Dessas que foram indicadas, tentei captar algumas, mas não me pareceu serem fidedignas das originais...
  17. João Paulo, Acredito que tenha feito uma avaliação muito boa, a julgar pelo que postou... Vou fazer algumas observações (dentro do propósito colaborativo) 😞 SIRN = local de grandes peixes, ótimas estruturas de pesca e área um pouco menos pressionado Sua opção pelo Super Açu (Premium) é excelente. Estivemos por lá num passado recente e foi show ! Equipamentos bons, guias atenciosos e conhecedores, "acampamento" (antes do flutuante) sensacional. Gastronomia sem defeitos, bebidas abundantes e serviço próximo de impecável da tripulação. Local que - se fosse pescar - voltaria com a tranquilidade de um grande programa, mesmo com os preços praticados... Barcelos = Seguramente as suas opções (leituras) estão lhe induzindo para operações tradicionais e que funcionam. Ambos os barcos mencionados (Tayaçu e Kalua) têm operações há tempo suficiente para fugir dos locais pressionados. A questão da piscosidade de Barcelos deve-se a enorme área em que os igarapés jorram para os lagos, lagoas e locais de proteção dos alevinos. Acredito também que muito mais que um local de desova, a região deve ter um nível de ph que atraem os cardumes... Também a interligação dos muitos lagos nas proximidades de rios afluentes do Negro, devem colaborar nessas "disponibilidades". Op via João Medeiros = A amplitude de ofertas de operações para todos os gostos/gastos diminui bastante os "riscos" de operações inadequadas, Com uma "grade de ofertas" tão ampla, até mesmo acompanhar as expectativas dos grupos se tornam + um ganho para os que não tem hábito amazônico. Acho que há uma boa possibilidade de ingresso em grupos já formados que detêm boas datas reservadas, mas exclusividade sempre é mais divertido. Com a amplidão das áreas onde o tucunaré se tornou presente, as "apostas" se tornam presentes na busca de algo que se considera um troféu. Bacia do Água Boa / Negro = trata-se de um local que (reza a lenda) que é de "8 ou 80". Não posso ratificar isso, mas já ouvi falar disso sim A existência de insetos (não é água "coca cola/chá") sempre chateia um pouco, mas em condições de rio na caixa, ninguém lembra do mosquito. As notícias que tenho dessa região (não a conheço) informam que as alternativas de mudança de local são em menor número do que na bacia do rio Negro. Entendo que a busca pelas pescarias ditas "perfeitas" começam a se distanciar do nosso cotidiano, não apenas pela pressão de pesca, mas por nossas expectativas. Ou mudamos as nossas exigências do que vamos esperar encontrar, ou teremos mais decepções que alegrias com esses resultados.
  18. Guilherme, Muito boa sua pescaria... Da que fiz nesse rio, não consegui ter boas lembranças... Parabéns
  19. Algumas observações... Estamos presenciando um "novo tempo" nas programações de pesca, principalmente das turmas que usam "semanas fechadas" com seus grupos. Já falei sobre isso antes, de modo que não se sintam "provocados" com isso... mas é de se esperar que muitas dezenas de pescadores navegando simultaneamente nos diversos rios que abrigam os grandes troféus, é motivo de mudança do que esperar nessas viagens... Não bastam apenas as incertezas dos "repiquetes" fora de uma série histórica - parece até se tratar de algo direcionado justo quando se está por lá... No que pese a incidência de um quantidade inimaginável de operações de pesca saindo de Barcelos, a quantidade de rios que desaguam nessa região do rio negro fazem com que ótimas pescarias se realizem em locais nem tão distantes assim... Contudo, é necessário estar preparado para curtir o local, a operação, a gastronomia, as brincadeiras com os amigos, para somente então tratar dos "troféus". Nos dias atuais, "correr atrás" de troféus de 80 cm é algo repetitivo, embora não tenhamos a lembrança do tempo que leva para o "bitelo" chegar nesse porte. Acredito que seja necessário diminuir as expectativas (muitas delas insufladas pelos operadores / guias de pesca) de encontrar (e embarcar) peixes assim. Com a idade (ou maturidade), as adaptações nas tralhas são inevitáveis, tornando-as mais leves para gerar a sensação procurada ao fisgar um exemplar... Para muitos dos atuais pescadores, peixes de porte médio não entram nas estatísticas de captura, só os acima de "tantos centímetros". Usar tralhas mais leves, permitem que a esperada sensação da adrenalina se faça presente em cada batida, independente de seu porte. Claro que encontrar o lugar onde o peixe esteja ativo e presente é missão e tarefa dos guias de pesca (ainda que por conta das gorjetas). Aproveitar o entorno onde se pesca é algo mágico, permitindo aos "bem aventurados" a oportunidade de embarque de peixes que permanecem nas nossas lembranças, independente do seu porte ou peso. Preste atenção que esse é um meio seguro de assegurar dias inesquecíveis onde quer que esteja pescando.
  20. Grande JEF Ter a possibilidade de ler uma postagem sua, já é certeza de um dia de muitas alegrias... Relembro (e como) dos bons tempos da Intrépida, dos contatos via Fórum, e relatos cheios de humor e amizade. Certamente algumas dessas "amizades virtuais" já não mais estão por aqui, mas é impossível não mencionar o "Portuga" (que morava do outro lado da poça), dentre tantos outros... Foram tempos de muitas alegrias, sem qualquer dúvida. Continua "sediado" em Salvador, essa "terra" onde parece que é insuperável (no Carnaval), mas que a realidade do cotidiano é bem diferente... Apareça mais
  21. Apenas como "contra ponto", entendo que muito das dificuldades apontadas (e-commerce), existe mesmo uma forma de descapitalização na grande maioria de pessoas que frequentava a ida nessas lojas e/ou locais. Observem que nas feiras de pesca (nacionais ou internacionais) há público de sobra na visita e convívio nos estandes dos anunciantes. Me parece que estamos falando do "tamanho da escala" onde esses produtos são anunciados / vendidos... No cenário nacional, os tradicionais fabricantes buscam - cada vez mais - antecipar seus lançamentos, seja em iscas e/ou suas cores. Claro que existem as "novidades", até porque é disso que o comprador deseja, mas cada vez mais há restrições na nossa vida cotidiana para "essas visitas físicas". É preciso ampliar o leque de locais (inclusive de lojas virtuais) para atrair o desejo dos compradores - mesmo sem o contato físico com o produto... Por outro lado, quando a "operação" é feita em grande escala com diversos pontos de venda, as atrações crescem, e com elas a maior possibilidade com essa fantasia... Quem já foi a uma das MUITAS lojas da Bass Pro Shop, entenderá ao que me refiro... Nunca é bom perder as referências do passado, principalmente aquelas que nos remetem para situações de enorme saudade. Não preciso nem falar em nomes / marcas, pois os mais "antigos" irão se lembrar das revistas de pesca e suas propagandas que nos incentivavam a obtenção dessas novidades... Hoje é hora de readaptar o foco e (com ou sem saudades) desfrutar daquilo que lhe fez (ou faz) feliz.
  22. Prezado JCK e amigos, Permaneço "resistindo" na moderação do FTB, mesmo que ausente dos rios e pescarias... Acredito que meu ciclo de deslocamentos amazônicos já se concluiu, talvez até o das pescarias. Já faz algum tempo que fui à SIRN (pescaria boa inclusive) e em 2024 me despedi de Barcelos. Longe de desanimar quem quer que seja, minha decisão não tem outra motivação que não a escolha pessoal. Com a idade chegando, a priorização de foco na família passou a ser a escolha feita, aproveitando melhor o convívio com os netos. (quem sabe ainda consigo levá-los a conhecer o rio Negro?) Seus argumentos (e questões) são sempre bem alinhados e conectados a concordância de um ponto de vista ou mesmo a fatos apresentados. O interlocutor precisa ter "bagagem" para debater esses assuntos, principalmente pelo desconhecimento daquilo que ocorre de forma implícita, sem considerar a importância da transparência. Bater na "classe política" (hoje em dia) é parecido com "chutar cachorro morto" (me desculpem a analogia), onde uma minoria amarga o revés da grande maioria corrupta e inoperante, não apenas no cenário da pesca, mas na grande maioria de setores que poderiam minimizar essas compensações de geração de trabalho e riqueza. A chegada da idade quase sempre nos remete a revalidações do que efetivamente se torna importante. Priorizações fazem parte desse cenário, que pode ser abrangente de participações em ações comunitárias. Esse (FTB) é um local que busca a troca de experiências e retrata alguns itens ligados às pescarias por parte de seus usuários. Não dá muito certo "misturar" debates de coisas mais sérias (pontos de vista) com as postagens voláteis de resultados imediatos. Quase sempre os "temas sérios" perdem o interesse e caem no esquecimento... É mais que visível que a postagem no FTB vem diminuindo a cada dia, motivada por outas formas de comunicação, ou mesmo pela diminuição da vontade de compartilhar as experiências. Não há o que fazer (de forma simples) para reverter isso. Vamos (na verdade, o Fabrício) mantendo a plataforma ativa para os que desejarem pesquisar os registros, principalmente os mais antigos, em busca de informações que ainda possam ser úteis nos dias atuais. Fico portanto "na vigília" das postagens, moderando de forma discreta (quando isso é possível)...
  23. Prezado amigo Kruel, Você bem sabe que não há qualquer restrição às suas participações aqui no FTB - pelos Moderadores. A questão que sempre me parece haver em "debates" dessa natureza é que não rola o respeito "aos pontos de vista" discordantes. Naturalmente não é para gerar "consenso" (coisa impossível), mas que as formas de interpretação das pessoas sejam lidas e analisadas sem serem avaliadas como "certas ou erradas". Interpretação de leis deveria ser o marco de definição dos fatos e não algo que se "concorda ou descorda". Já fizemos algumas tentativas num passado não muito distante, e - infelizmente - o resultado foi desastroso. Apresentação de fatos (na linha de esclarecimento legal) é algo sempre importante e às vezes interessante. Ruim mesmo é quando existe um posicionamento postado e as "respostas" não relevam essa condição postada. Não há "verdade plena" ! As pessoas interessadas poderiam (deveriam) postar de forma a agregar posicionamentos e não críticas que agregam muito pouco, se é que agregam... Debater pontos de vista é algo edificante, desde que exista um mínimo de educação e respeito para tal.
  24. Prezado amigo Kruel, Obrigado pela manifestação, como sempre alinhada aos princípios legais. Contra fatos, pouco a fazer ! Na observação (e deduções próprias), parece-me que há pouco interesse dos representantes municipais, estaduais e até federais e dar continuidade numa política efetiva nesses assuntos. Diria inclusive que a quantidade de "consertos & ajustes" existentes na nossa realidade termina se tornando uma "justificativa" usada para a manutenção dessa inércia. São tantos problemas socioambientais que existem no país, que fica difícil saber por onde começar... (lá eles). Focando especificamente as regiões ribeirinhas, sempre excessivamente carentes, há poucos alternativas para a fuga extrativista, seja ela de fauna ou flora para aqueles que dependem disso para viver... Não há mérito nisso, mas permite avançar em movimentos mais viáveis de uma participação mais coerente com essas áreas, mesmo que de forma questionável através de parcerias publica privada. Infelizmente a maior parte dessas ações se revestem de uma corrupção intragável, com quase nenhuma transparência e redirecionamento de recursos gerados. Não gostaria (de fato) que "esses cuidados" tenham que ser providos pela parte privada (sempre o questionamento de lucros elevados), mas por ações / projetos que permitam a visibilidade de que é possível SIM, fazer grandes melhorias nisso, principalmente aos ribeirinhos atingidos (sem esquecer que ele passam a ter acesso a uma vida que jamais poderiam ter). Será que as autoridades não enxergam isso, ou melhor, não se importam com isso ? Desculpe pelo desabafo...
  25. A bem da verdade, o crescimento dos custos cobrados nas operações de pesca tem (em contra partida) uma série de "melhorias" (não necessariamente na pescaria) que terminam gerando um "novo patamar" de "pequenos confortos" que terminam se incorporando no que vem com o pacote... Observe que o diferencial da moeda (U$ e R$) ajuda a fazer com que o valor comprado possa significar ser menor do que era no passado... Claro que são "justificativas", não necessariamente dentro da realidade desejada. Por outro lado, o crescimento vertiginoso dos preços poderá representar "um tiro no pé" dos operadores, seja por conta da concorrência de operações (cada vez maior), seja pela ilusão de que se trata de uma atividade que se perpetua pelo Pesque & Solte nas regiões silvícolas (ledo engano). Por fim, o custo de uma operação para o estrangeiro ficar em torno de U$ 5 K, é melhor enfrentada com uma viagem tropical, com custos diários abaixo de U$ 1 K. Lembrando que "esses caras que vem gastar essa grana" por aqui, não se descapitalizam por conta disso - prova é que tem uns que retornam diversas vezes numa mesma temporada. Com nosso potencial de expectativas e sonhos de melhora de país, fica muito abstrato...
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