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Kid M

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Tudo que Kid M postou

  1. Também já tive boas experiências com esses... Acima de 80 lb é melhor ir mesmo de Capella ! Não esqueça do alicate de bico... no dedo é difícil !
  2. Vagner, O informado sobre o equipamento mais leve é correto. De fato um dos principais problemas existentes (em termos de linha / equip) é a força da batida e a corrida inicial Um freio bem ajustado ajuda bem, embora a força de um tucunaré grandão é imensurável (mas é do jogo esportivo pegar ou perder...) Também o fato de acompanhar as iscas até perto do bote é puro risco de perda ! Nesse caso não tem essa questão de maior resistência... (na minha opinião) Claro que uma vara de 25 lb irá exercer mais resistência que uma de 17 lb, embora operar o dia todo com uma de 25 lb irá cansar muito mais... Prefiro usar nos locais onde possam aparecer "os brutos" (o piloteiro poderá indicar isso) conjunto de 8 à 20 lb com multi de 50 lb ! Tem funcionado
  3. Vicente, Nos atuais tempos, opções não lhe faltarão... Minha opção "predileta", em não usando o insuperável Capela, é o Berkley de 70 lb, mas tem MUITA COISA tão boa quanto estas... Os dedos agradecem a "luta para abrir os Capelas"...
  4. Arthur, olha eu de novo entrando na conversa... Entendo um pouco de sua "ansiedade" em querer um mínimo de "certeza" de que a tralha irá aguentar o tranco... Quase todos nós "sofremos" um pouco com essas incertezas de usar uma característica de conjunto mais leve e esportivo. Tenho observado aqueles que saem em busca de um troféu, não querem nem ouvir falar em "estouro" (não sem motivos) Em função disso (apenas minha opinião) trocam a esportividade e técnica pela certeza de que o "bruto" seja embarcado com algo mais estruturado. Não tem crítica, pois as opções dos pescadores são pessoais, havendo eventualmente uma convergência do que utilizar... Ainda por conta de observações em diversos relatos de "pegadores de 2 dígitos" (alguns amigos fraternos), vejo que a linha mais presente na composição desses conjuntos é a de 65 lb (multifilamento), de fabricantes diversos. Vara de 25 lb é quase uma repetição de todos e conjuntos de carretilha (ou molinete) mais parrudos com freios poderosos para brecar a corrida desses peixes que pesam em torno dos dois dígitos (objetivo permanente desse grupo de pescadores). Na minha forma de pescar (e desfrutar de um período mágico na Amazônia), um dos objetivos perseguidos é buscar pelo peixe, independente do seu porte. Claro que os maiores são quase sempre mais competitivos e prazerosos de serem fotografados (não há dúvidas quanto a isso). Contudo, existe sempre uma forma a ser avaliada em "rebocar um tucuna borboleta" (como exemplo) com uma tralha preparada para a captura de algo com dois dígitos. Ainda nesse escopo, claro que você terá a convicção de que usando uma tralha "mais parruda", você estará pronto quando o "troféu" aparecer, mas quantas serão essas vezes ?? Retorno ao comentário feito anteriormente sobre o foco na pescaria do grupo, com sua "quase obsessão" em pegar os grandes troféus. Para esses pescadores (e piloteiros) a escolha prévia já irá direcionar os pontos a serem batidos, quase sempre sem a presença de cardumes de exemplares menores... Já para aqueles que preferem "pescar quantidade", não me parece coerente "abrir mão" das técnicas de arremesso e recolhimento das iscas utilizadas. Junto com elas, a natural possibilidade de utilização de um conjunto bem mais ele e esportivo, de até 20 lb (vara rápida), linha de 30 ou 40 lb (melhor 40 lb - multifilamento), e carretilha (ou molinete) de grande rapidez no recolhimento, até porque serão muito mais arremessos a serem dados em cada dia de pesca. São pescarias "parecidas" mas com objetivos totalmente diferentes ! Quem vai pescar um troféu, se irrita se não embarcá-lo (até mesmo não achá-lo). Quem vai pescar quantidade, pegar um maiorzinho com tralha mais leve poderá ser o estímulo e adrenalina que faz a pescaria se tornar inesquecível ! Por fim, o "cabo de guerra" que mencionou é praticamente algo sempre presente quando se está na Amazônia. Como lidar com ele é uma escolha de cada um.
  5. Arthur, Pergunta difícil de responder ! Teoricamente os "afluentes reservados" deveriam ser melhores de peixe, mas há controvérsias do "custo x benefício" disso. Essas operadoras (pelo menos algumas delas) precisam "chegar no preço" dos ribeirinhos e com isso repassam o custo aos pescadores. Não gosto muito de participar desse esquema por achar que não se trata de um "pesque & pague" e sim algo que deveria ser público. Uma coisa é ajudar os ribeirinhos com comida, remédio e até combustível (coisas que sempre são feitas), outra é *pagar para pescar*. Importante também *não generalizar* pois há operações que são caras pelo local onde ocorrem, e aí é de se esperar maior preservação ecológica. Continuo preferindo o histórico exibido, bem como a estrutura disponível desses operadores, até porque quem vai quer tudo show no período de pesca.
  6. Arthur, Impossível determinar isso com antecedência ! A variação dos níveis de água são inclementes a cada temporada... Historicamente o mês de outubro vinha sendo o período "menos instável" de chuvas e repiquetes... Neste ano as águas ainda estão muito elevadas e os repiquetes se superam... O melhor de um operador estruturado é que ele saberá onde é o local promissor para irem ! Marcar com antecedência do destino é quase um "tiro no pé". Busque seu operador de preferência (conversar com os caras antes é sempre interessante), que é mais acertado.
  7. Arthur, É sempre "complicado" sugerir, pois nem sempre as coisas acontecem dentro de uma expectativa, ou, pior ainda, funcionaram de uma forma com um e o inverso com outro... A grande maioria de pescarias que fiz na região do rio Negro foi com o pessoal do Angatu. Poucas reclamações e muitos agradecimentos. Pescaria, contudo, nem sempre se retrata apenas pela qualidade e histórico do piloteiro e serviços da operação. Contra repiquete não há como "não perder a graça" Entendo que suas pesquisas deverão sempre ser direcionadas à operações que já estejam funcionando há diversas temporadas, pois os piloteiros trocam continuamente de barco hotel, mas o pacote de pesca precisa ser bem atendido junto ao cliente, principalmente pela infra-estrutura de material de reserva a ser utilizado (inclusive piloteiros). Tenho visto algumas ofertas de "novas operações" e longe de achar que não funcionam, prefiro apostar (no final acaba se tratando disso) em algo que me inspire maior confiança. Quem faz investimentos expressivos na operação, precisa manter um serviço que possa atrair novos clientes. Custa mais caro sim, mas oferece um pouco mais de tranquilidade.
  8. Pedro, Ali para "não dar certo" só com um tsunami de repiquete !! Muita coisa a ser aproveitada, pois as alternativas de desfrute são inúmeras, sempre com muita qualidade.
  9. Arthur, Tradicionalmente SIRN é um local cujas estruturas dentro do rio privilegiam os grandes tucunarés ! A questão de lá é que esses pontos nos rios que são afluentes do Negro são controlados por diversas operadoras... Por outro lado, saindo de Barcelos (rio acima) as chances de tropeçar com um bruto desses também são bastante boas. Nossas pescarias na região próxima de SIRN não foram as melhores, embora os peixes fossem grandes. Sempre digo que existem dois tipos (pelo menos) de pescaria naquela região : 1 - a busca é de um troféu (talvez até de 2 dígitos) - nessa situação prepare-se para navegar muito batendo os bons pontos sugeridos pelo piloteiro. Nada menor que o troféu interessa... 2 - a busca é por alegria do pescar e SE ENTRAR O BRUTO melhor ainda ! Nessas circunstâncias os pesqueiros próximos de Barcelos são mais indicados pela quantidade. Não há qualquer tipo de "descrédito" em qualquer das opções, precisando apenas saber qual a pretendida (lembrar que é uma dupla) para escolher o piloteiro com o melhor viés na escolha desejada.
  10. Fala Pedro Furlan, Já estivemos algumas vezes no Arirarrá, sempre com muito sucesso ! Não sei se está indo para a novíssima pousada do Eribert (parece ser espetáculo) Fica na foz do Arirarrá com o Negro. Sempre teve muito peixe, principalmente os "paquinhas" abusados nas entradas... Diversão garantida !! Bote fé e boa sorte ! 🍀
  11. ATENÇÃO Pessoal Os que já pescam a partir de Barcelos não necessitam de informações sobre os BH Angatu ! Pescamos inúmeras vezes com esses operadores, só tendo elogios crescentes a cada ano. Me parece que foram feitos "ajustes finos" para tornas a operação no rio Negro ainda melhor ! O "benefício x custo" é muito mais que positivo e a data (pelo comportamento do nível do rio) é ótima. Quem estiver com o pensamento em ir para a Amazônia neste ano, é uma oportunidade excelente.
  12. Grande Cuca, Maravilha esse seu review ! Molinete parece ser algo "diferente" dos que circulam por aí... (material "de ponta") Só estranhei com o preço (mesmo com o dólar elevado), mas pode ser também por me encontrar fora desse mercado. Mas em termos de equipamento, esse promete muitas alegrias... Poste sempre, principalmente neste formato de apresentação que a turma dos molinetes agradecerá sempre !
  13. Me pareceram ser "pássaros can can" que habitam o sertão do nordeste... Mas pode ser que com a "maluquice do tempo" tenham migrado... Através do Google : Gralha-cancã A gralha-cancã é uma ave passeriforme família Corvidae. Também conhecida como cancão (Maranhão, Piauí, Ceará, Pernambuco e Bahia) e quenquém. É considerada a voz da caatinga. Nome Científico Seu nome científico significa: do (grego) kuanos = azul intenso, azul escuro; e korax = corvo; e do (grego) kuanos = azul escuro, azul intenso; e pögön = barba. ⇒ Corvo com a barba azul ou corvo com garganta azul. Características Pássaro de tamanho grande. Possui coloração deslumbrante nas cores branco e preto com linhas azuis que se assemelham com sobrancelha e olheira. Possui um canto alto semelhante a “cancão” e ao cantar levanta a cauda e a crista. Além deste canto “padrão”, possui uma gama variada de outras vocalizações que são utilizadas de acordo com a situação: alerta, chamado, etc. Também conseguem imitar outras aves. Alimentação A gralha-cancã é onívora, comendo tudo, desde artrópodes, insetos, frutos, inclusive de várias cactaceas à ração de galinha, se acessível. Alimenta-se também de pequenos roedores, pequenas cobras, peixes e até outras aves menores; a gralha-cancã é uma ave “fria” que mata suas presas com diversas pancadas na cabeça. Tem o interessante comportamento de “estocar” o alimento que não é ingerido na hora, para isso colhe o alimento, principalmente frutos e sementes, e voa se afastando cerca de 30 metros da fonte alimentar, desce ao solo e aí deposita entre a matéria vegetal ou na terra mesmo o material colhido. Pode também estocar o alimento em ocos de árvores. Repete este procedimento várias vezes. É uma excelente dispersora de sementes. Alimentação A gralha-cancã é onívora, comendo tudo, desde artrópodes, insetos, frutos, inclusive de várias cactaceas à ração de galinha, se acessível. Alimenta-se também de pequenos roedores, pequenas cobras, peixes e até outras aves menores; a gralha-cancã é uma ave “fria” que mata suas presas com diversas pancadas na cabeça. Tem o interessante comportamento de “estocar” o alimento que não é ingerido na hora, para isso colhe o alimento, principalmente frutos e sementes, e voa se afastando cerca de 30 metros da fonte alimentar, desce ao solo e aí deposita entre a matéria vegetal ou na terra mesmo o material colhido. Pode também estocar o alimento em ocos de árvores. Repete este procedimento várias vezes. É uma excelente dispersora de sementes. Distribuição Geográfica É endêmica do Brasil. É uma ave típica das zonas semi-áridas do Nordeste do Brasil, porém, por conta do desmatamento, tem-se expandido no Sudeste do país: já encontra-se instalada no Espírito Santo e tem sido avistada no Estado do Rio de Janeiro.
  14. Luciano, Entendo seu posicionamento, independentemente de concordar (ou não) com ele. Dentro de uma linha democrática de participação, é necessário aprendermos a lidar com todas as formas de manifestação. O intolerável (que não é o caso) restringe-se ao mau comportamento e forma de participação inadequada. Bola para frente.
  15. Suponho que já seja algo testado e praticado, pois chegar e não encontrar as tralhas por qualquer motivo (ou justificativa) é a antítese de qualquer pescaria...
  16. Luciano, Por mais que esteja dando sua opinião, isso pode ser feito de uma forma mais polida. A forma de postagem das pessoas faz com que se gere "empatia" ou "antipatia". Para alguns, qualquer das opções não traduz nada de relevante. Para outros inicia (ou termina) qualquer possibilidade de avanço dos pontos de vista.
  17. Alex, Isso é muito controverso ! Certa feita fomos abordados num local de pesca pela fiscalização (Novo Airão/AM) e foi uma complicação, com direito a recolhimento das tralhas encontradas, vistoria no barco hotel e um trabalhão para liberação das tralhas (- 1 dia de pesca) e uma MULTA PESADA para o operador. Posteriormente soubemos que já havia uma rixa em curso entre pessoas da fiscalização (Ibama) com o operador... Nunca soubemos ao certo se uma coisa levou a outra. Pelo valor que é (ou era) a licença embarcado (R$ 60,00) não vale o risco...
  18. Prezado Vicente, Estamos alinhados quanto às preocupações relacionadas ao problema Covid (e suas variantes) Mesma coisa ao entendermos que passa pelo operador a necessidade de mitigar os riscos de contágio. Minha revolta é com os "espertos" (os que assim se acham), aproveitadores de plantão que sempre aparecem Conscientização é (e será sempre) a palavra básica no combate ao vírus até seu "completo" domínio. Esse não é um papel do Estado (municipal, estadual ou federal) e sim do próprio cidadão, bem como outras ações. Cabe às autoridades legais prover meios onde a população possa ser beneficiada, até porque essa é (ou deveria ser) sua missão. Não há necessidade de demagogia ou exploração e/ou ganho político dessas ações, até porque somos nós que terminamos pagando a conta... Por fim, acredito que todos nós tenhamos que fazer "a nossa parte", sendo da nossa própria opção a avaliação do risco que nos submetemos. Também concordo que é algo a ser superado se o propósito de "ir pescar" se encontra em jogo...
  19. Vicente, Não tenho qualquer dúvida quanto a isso, embora entenda que as pessoas que participam de um Grupo de Pesca saiba de sua saúde - até para viajar. Quando me posiciono contra medidas absolutamente utópicas, é por não acreditar mais nessas "regras pré-estabelecidas" em que os maiores beneficiados não são os que deveriam ser. Mais ainda, medidas que são anunciadas (não necessariamente implantadas) sob um foco emocional, dentro da fragilidade em que as pessoas vivem... Não li em lugar algum qualquer tipo de proteção (e/ou verificação) da população ribeirinha. Também deles é exigida a rigidez dessa obrigatoriedade ? Basta ter um contaminado que o risco se amplia enormemente, independente dos demais estarem (ou não) vacinados... (não adianta fugir dessa realidade, e não sou eu quem diz, basta avaliar os casos de reincidência e pessoas vacinadas pegarem as "variantes"). Sou favorável às medidas de segurança SIM, mas sou CONTRA as demagogias que se ampliam nesses momentos.
  20. Vitor, Por duas vezes o Município de Barcelos (leia-se o Prefeito Beleza) tentou "extorquir" os praticantes da Pesca Esportiva da cidade de Barcelos. Da primeira feita foi a criação ("meio na tora") de um decreto municipal "autorizando a cobrança de uma taxa". Esses recursos seriam geridos pela prefeitura com "transparência"... Logo depois chegou o MP e embargou a farra. Tempos depois uma nova tentativa, desta feita mais estruturada com as medidas ditas legais sendo cumpridas (audiência pública, etc...). As promessas de proibição de pesca predatória sequer entraram em vigor, e desta feita haveria um Instituto a gerir os recursos... Tudo balela, nada foi apresentado, a população contrária as medidas e por aí vai... mais uma enrolação. As intenções podem ser boas (e são), mas os executores já não tem mais qualquer credibilidade de fazer uma atividade positiva. Não temos qualquer COMPETÊNCIA de esperar mudanças nas mentalidades reinantes... até os operadores que deveriam fiscalizar emudeceram... O nosso atraso comportamental é gigantesco, assim como nossa fragilidade educacional naquela região de difícil acesso. Algo tem sido feito (é verdade) MAS as "tentações" e ausência de exemplificação de propósitos sociais vem reduzindo as chances de melhoria...
  21. Tudo isso muito legal, etc... mas o que dizer com as pessoas que terão contato na passagem e/ou nos locais de dormida ! Também eles estão com PCR atualizado ? Me parece mais uma "hipocrisia" (das muitas que tenho visto / ouvido)
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