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Kid M

Moderador
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Tudo que Kid M postou

  1. Com certeza não é o mesmo... Já fui "pedir socorro" ao Google Maps...
  2. Arthur, Assim como você, já tive a oportunidade de "andarilhar" bastante atrás de peixe - preferencialmente os tucunarés. Lugares variados em conjunto com emoções não menos intensas com peixes sempre vigorosos (essa é sempre a característica dos tucunas, não?) Se for avaliar pelo "conjunto da obra" (todas as pescarias que fiz), acredito que os tucunarés do rio Negro (AM) são imbatíveis. Não apenas os Açus, mas todos eles... talvez pela necessidade de imposição e disputa pelo alimento, esse peixes são muito vigorosos Não podemos esquecer dos "paquinhas" pegos nas entradas das ressacas, ou mesmo em águas rápidas, onde parecem ter o dobro do seu tamanho. Também a utilização de conjuntos cada vez mais leves, permite que a emoção e adrenalina conduzam lembranças inesquecíveis... Cardume de "borboletas" no entardecer com briga para ver quem fica com a isca é sempre uma ótima emoção, ainda mais com conjunto de 14"
  3. Bruno, Nossas primeiras pescarias (Mocorongos) foram no rio Curuá-Una/PA (estaríamos falando do mesmo rio?) Na verdade saíamos de Santarém num "protótipo" de barco hotel e navegávamos até a foz desse rio. Estamos falando de 1990, ou seja, uma época completamente diferente do que deve ser hoje. Águas muito claras, poucas corredeiras, cardumes com muita fome e lembranças eternas desse tempo. Mesmo sem peixes de tamanho avantajado, os tucunas eram sempre muito brigadores.
  4. Bom dia Tiago O tema levantado me leva a interpretar dois assuntos O transporte da vara até o local da pesca - Cada vez mais complicado com o passar do tempo. As empresas aéreas ainda não se deram conta e trataram esse tema de forma adequada (veja que os critérios usados para viagem com pranchas de surf e coisas do tipo são menos problemáticos). Os tubos de pesca normalmente apresentam um dimensionamento padrão, e deveriam merecer uma realidade na compra da passagem e não uma "torcida" (e estresse) na hora do embarque. Nas últimas oportunidades juntamos diversos tubos (do grupo de pesca) fixados por fita transparente e o despachamos como se fosse uma só unidade... (não sei se esse "artifício" persiste). A utilização de vara com encaixes (partes) - Já não tenho dúvidas que funcionam tão bem quanto as inteiriças, desde que sejam de boa qualidade. Temos o hábito de "projetar receios" naquilo que não temos hábito de manejar. A tecnologia de hoje permite que as varas de múltiplas partes ofereçam um excelente desempenho ao pescador. Acredito que o fato de "pouca popularidade" tenham imposto aos fabricantes extremos a serem lidados, ou seja, um produto mais popular que tem referências padrão e serve para tudo, ou algo customizado e único feito conforme exigência do comprador, "que não permite" que esse modelo seja reproduzido em quantidade (preço, exigências, tamanho e ação) para baratear o seu valor final de comercialização.
  5. Parabéns João, Entrevista objetiva e muito lúcida sobre as ações de pesca. Obrigado por ter postado e permitido que a víssemos.
  6. Kid M

    Me despedindo

    Grande JEF Para com isso... você JAMAIS será órfão com seu "resumèe" de moderador a pescador ! E salve a INTRÉPIDA - um dos fóruns mais desbravadores de uma época ! Aprendi muito com essa turma de feras...
  7. Olha que acabo indo... Grande Carocinho !
  8. Discordo Antonio Contrariamente ao que escreveu, cenas como as que compartilhou conosco são Para Sempre. Perdoem-me aqueles mais novos, que não tiveram a oportunidade de fazer uma "pescaria raiz" como essa que nos foi mostrada. Pescaria não é apenas "peixe" e sim momentos de intensa coparticipação de amigos e conhecidos. Esses vídeos de tanto tempo atrás nos remetem ao espírito aventureiro de um verdadeiro grupo de pesca. Hoje em dia os serviços são tão mais sofisticados e confortáveis que "embaçam" o que venham ser "improvisações" ao longo da pescaria. Importante também destacar a amplitude dos temas e aspectos registrados, mostrando a realidade dos ribeirinhos e seus entornos. Claro que as saudades dos que já se foram são sempre grandes, mas também eles foram partes integrantes dessas lembranças eternas. Não interessa a qualidade da filmagem (que não estão ruins), mas sim o que elas possibilitam enxergar quando vistas pelas pessoas (não necessariamente pescadores). Parabéns Antonio e obrigado por nos estender um pouco dessas emoções que vocês registraram no rio Aripuanã e afluentes em 1997...
  9. Antônio, Nada de chato, diria até "ao contrário disso". Seu relatos são feitos com muita sensibilidade e apresentam os fatos como eles são. Uma enorme oportunidade para aqueles que não tiveram oportunidade de fazer esse tipo de pescaria. Parabéns e poste sempre pois acessa quem estiver com interesse - essa é uma das vantagens do FTB
  10. https://fb.watch/3D-vnTx-jO/ Esse é o Giovanni (Marazzul)! Grande pescador e companheiro !
  11. Brujox, Vamos por partes Camarão vivo só por encomenda e mesmo assim é complicado comprar pela primeira vez... (acho difícil encontrar em Itaparica - veja com os pescadores do lugar) As demais iscas devem ser "pedaços" cortados para iscar os anzóis... pesca com isca natural Comece devagar para encontrar aquilo que melhor seja confortável para seu uso... Esses camarões deve ser acoplados a jigs para fazerem sua função. Não é uma pescaria muito fácil, mas acaba rendendo alguma coisa se os peixes não estiverem muito ariscos... É por aí mesmo ! Maior credibilidade em função de já ter sido testada com sucesso. Evite comprar iscas desconhecidas (independente do preço), economizando para algo melhor ! Como estou acostumado a usar linha multi, trabalho com linhas ainda mais finas que essa. Como sugestão, procure usar linhas abaixo de 0,30 mm (na faixa de 25 mm) para essa pescaria costeira. Claro que sim ! Trata-se da Marazzul que fica localizada numa loja do supermercado BIG no Rio Vermelho. Procure o dono (Giovanni) e diga que fui eu (Kid) que indicou (pode gerar um descontinho mas tenho dúvidas - ele fez parte de nosso grupo de pesca "Mocorongos") Veja com ele a vara mais adequadas ao seu propósito. Os conjuntos que comprei (salvo engano) foram com o molinete Canário 30. Avalie o 100 que pode lhe servir melhor... mas o 30 é bom ! Das relacionadas, acho que a Lubina seria a minha opção. Mas veja tamanho, ação da vara e peso, pois esses são condicionantes básicos. Não tenho como opinar ! Carretilha tem uma forma de trabalho diferente do molinete. Melhor trocar ideia com alguém que use os dois... (pergunte ao Giovanni)
  12. BrujoX, seja bem vindo ! Vou tentar postar alguns "pontos de vista" para responder as questões levantadas. Já se trata de um bom indicador da presença de futuras ações. Esses são peixes típicos do interior da BTS que respondem bem às iscas naturais (se conseguir usar camarão vivo, crescem bastante as possibilidades de sucesso) Suponha que deva existir um motivo por conta disso. Arriscaria a afirmar que pelo peso das iscas usados, o molinete é mais apropriado para isso. Não entendi bem o porque de uma vara tão grande assim ? Principalmente se o objetivo for (como afirma) pescar com iscas artificiais... Entendo que você precisará inicialmente estabelecer um objetivo prático a ser "perseguido", até para insistir numa opção para ter sucesso. Usar varas de até 4 m para puxar plugs, certamente será uma opção inadequada... Uso de iscas artificiais precisa de movimentação no seu arrasto e agilidade, coisa que uma vara desse tamanho irá dificultar suas ferradas (a vara desse tamanho terá uma ação moderada - lenta - ou seja muito flexível) e alguns peixes dificilmente "esperam" pela ação (a boca do xaréu é dura). Conjuntos para esse tipo de pescaria não devem ultrapassar 6'6" (no máximo 7") e terem uma ponta de vara "fast", ou seja, responderem imediatamente ao comando da fisgada. Não confundir "ponta de vara" com ação da vara (capacidade de resposta ao comando - a depender do modelo escolhido deverá ser "moderado" ou ainda melhor "moderado leve") com recomendação do fabricante de até 17 lb de esforço (será uma vara leve, com ótimo poder de ação - muito boa para seus propósitos) Quanto as iscas, aí o universo é amplo e irrestrito. Quase sempre "ferram" o pescador, não o peixe, pela quantidade de cores, tamanhos, e "promessas" na hora da aquisição (essa é parte da magia de usar iscas artificiais - acaba-se virando um colecionar...) De forma mais objetiva, depois de décadas pescando, me tornei mais seletivo com a qualidade e performance do que quantitativo em formas, cores, tamanhos, marcas etc... Existem as iscas já comprovadamente funcionais (quase sempre mais caras) e aquelas que "pegam" quando o peixe está comendo... As que postou tem ótima aparência, mas já foram testadas? Parecerem boas não é determinante para o investimento - independente do preço... Lembre-se sempre que avaliar o tamanho dos peixes que são pegos no local onde irá pescar, pois o tamanho/peso das iscas dependerá disso para haver sucesso Difícil fazer essa pesquisa onde só se utiliza iscas "naturais", mas algumas coisas são sempre bons indicadores... Qual a alimentação natural para esses peixes no local ? Pititinga, camarão, siris e outros dessas opções. Suas iscas deverão ser parecidas com eles... quer no tamanho, cor e forma de trabalho na água Lembre-se que não haverá odor e sim movimento, daí a importância do conjunto ser ágil e leve de ser trabalhado. Camarões de plástico (jigs) são uma boa opção. Os plugs devem ser sub superfície (ou meia água) e preferencialmente da cor osso, transparentes e até mesmo mertiolate e verde limão... Novamente, não deixe de reparar as formas de alimentação desses predadores, pois as iscas mais recomendadas devem seguir esse princípio de opção natural. Iria lhe recomendar o uso (inicial) de linhas mono que são mais fáceis de serem "domesticadas", mas se já comprou multi adiantou uma etapa. Usaria também uma linha mono de líder mas assim como a multi, pulou uma etapa. Mas cuidado que as "fluocarbono" são linhas muito duras para evitar a abrasão e com isso a dificuldade do nó a linha normal (no seu caso com a multi) - veja um nó que funcione Outra observação, em águas marinhas, quase sempre não há onde enroscar, daí a preocupação em ter reserva de linha no carretel, sem necessidade de que ela seja MUITO RESISTENTE. O peixe vai se entregar após alguma disputa (essa é a essência da pesca com iscas artificiais), desde que bem fisgado e o pescador tenha a necessária CALMA para trazê-lo até o ponto de recolhimento. Sempre pesquei de molinete (mesmo na Amazônia) e não vejo porque mudar para carretilha embora respeite a escolha de cada um. Existem bons conjuntinhos por preços bem accessíveis. Por conta disso, não tenho O QUE informar da carretilha. Mas isso é apenas uma sugestão. Você deve optar para aquilo que lhe traga um melhor conforto (e não exibição) na utilização. Molinete canário (Albatroz) - bom para água salgada + vara Sammy Presenteei um amigo em Mar Grande e ele ficou super satisfeito. Sugiro avaliar (comprado numa loja do Rio Vermelho nessa faixa de grana que deseja investir) Boa sorte nas suas pescarias !
  13. Acredito que trata-se mesmo de um processo de "azar ou sorte". Não há maior critério na prática observada, ainda mais com a pandemia. O risco permanece - sempre
  14. Antonio, Sugiro que abra um tópico novo (Pescaria nos rios Aripuanã e afluentes) e poste os dois vídeos, pois os interessados poderão ver o que desejarem - provavelmente verão ambos e desejarão mais...
  15. Antonio, Esse tipo de registro é (e será sempre) algo que qualquer pescador (de raiz ou não) gostará sempre de ler. Via de regra temos a tendência de focar a captura dos peixes como "maior prioridade" a ser relatada, e esses detalhes que você tão bem retratou, enriquecem muito o relato. Insisto sempre que "peixe é um complemento" (claro que importante), mas devemos sempre tirar mais partido das condições e fatos que ocorrem ao nosso redor. Tentar entender (e conhecer) a forma de vida dos ribeirinhos, desfrutar de seus hábitos alimentares, entender suas prioridades do "dia a dia" é sempre algo inesquecível. Não gostaria de que "enviasse" os complementos dessa (e outras pescarias) e sim que as postasse para que um número maior de usuários do FTB possam usufruir delas.
  16. Parabéns Antonio, Excelente material e narrativas ! Pena que o material se interrompe antes da pescaria propriamente dita... Mas valeu muito pelo que registrou há tempos atrás. Muito bom
  17. Ricardo, Já tive diversos "tubos" (inclusive os da Plano). Pela minha experiência, os de PVC são os de melhor custo x benefício. Tampone as extremidades com a fita adesiva prateada (mais resistente) após a colocação das varas. Muito importante é usar papel bolha (uma toalha velha fica ainda melhor) para proteger o conteúdo. Distribua as varas de forma a metade delas ficar em sentido oposto às demais - aumenta o espaço a ser usado. Aperte o resultado final desse "pacote interno" com fita de "velcro" para que fique sem movimento. Quanto mais simples for o "tubo", menor será a cobiça dos que os abrem ao longo da viagem até o destino. Boa sorte 🍀
  18. Adalberto, O período que me parece ser o de menos "surpresas" é mesmo Outubro (meio de mês). Claro que nada é matemático, principalmente em termos de meteorologia. Nos últimos anos temos vivenciado um turbilhão de fatos que em muito alteraram as pescarias do rio negro. Diria que se só tiver "uma bala", pensaria bem em marcar fora de Outubro. Boa sorte
  19. Carlos, A chance deles acabarem é perto do impossível ! Neste local as traíras não mostram seus dentes ? Nada é mais predador que o lambari, haja ova de peixe... É mesmo possível que a adaptação dos tucunas esteja incompleta.
  20. Saad, Local onde tem traíra, via de regra é complicado colocar tucunaré para que esse se adapte... Claro que com o tempo isso acontece (se as traíras não os comerem...), principalmente se as tilápias estiverem fazendo seu papel de forrageiras. A experiência que tenho sobre isso, é que os tucunas demoram mais de 6 meses para se adaptarem no local onde são soltos. Via de regra precisam se acostumar as condições de ph, oxigenação e da oferta de comida existente no local onde foram soltos. Temperatura fria da água fará com que esses indivíduos se coloquem no fundo do tanque e se alimentem com menor incidência. Verifique também se não há lambaris no local, pois são predadores muito presentes nas ovas dos peixes... Acredito que em dias de sol e calor, as possiblidades de achar os tucunas serão através de jigs ou iscas de fundo... (difícil eles serem vistos caçando na superfície) Muita paciência, lembrando sempre que o peixe precisa do "seu tempo" que não necessariamente é o mesmo de sua ansiedade ou vontade de pescar. Boa sorte e linhas esticadas
  21. Tenho observado que o fluxo de Grupos de Pesca nos deslocamentos para o norte (Barcelos e SIRN prioritariamente) não se reduziram drasticamente como se tinha impressão que aconteceria. Nem por isso deixaram de haver cancelamentos e/ou pacotes de pesca sendo adiados por conta da Covid. A chamada "2ª onda" parece ter se aproveitado de uma menor estrutura médica na região No/NE para se "fazer presente" e ampliar os receios da população. Apesar disso, constantemente vemos multidões em festejos na madrugada sem qualquer atenção para o simples uso de máscaras. Muita gente continua "entendendo" que o ajuste da saúde se dará através da vacinação, fazendo com que os "receios de curto prazo" possam ser "apenas" uma forma de buscar um melhor espaço para convívio (quem diria que teríamos "gente zelosa" aprofundando os custos para experiências ao vivo). Mas sendo pescador, o melhor mesmo (sempre) é esticar as linhas na água...
  22. Bom dia Betho, Muito úteis as observações postadas. Vou transformá-las em postagem fixa. Obrigado pela sua contribuição
  23. Grande Marcel, Já havia postado anteriormente, mas entendi que poderia reforçar um pouco mais... O grande atrativo dos "colecionadores" é justificar as compras como "itens imprescindíveis" para a pescaria seguinte... Mais que isso (e não sou contra ter os equipamentos), é pensar nas dificuldades e riscos em levar (e trazer) a tralha... Entendo que a diversão do pescador é parcialmente esse ato de comprar (mesmo que não possa usar) para "e se precisar"... Precisamos entender que tem gente que não abre mão disso, embora se percam quando o desejado seja desvirtuado (mesmo que inconscientemente) Acredito (isso sou eu) que o prazer maior é buscar o peixe com o material mais leve e flexível que se possa utilizar, arriscando perdas e capturas. Mais do que "usar suas próprias tralhas", o foco a ser procurado é a pescaria propriamente dita, e não a origem do material utilizado, Precisamos - cada vez mais - tratar as tralhas como objetos a servirem apenas como ferramentas e não o inverso disso (não é fácil assumir essa realidade) Não me refiro apenas as iscas (drasticamente reduzidas), mas também aos conjuntos de pesca... há algo mais complicado que levar tubo com varas ? A tensão até chegar no local onde serão ajustados para irem aos pontos de pesca é uma tensão permanente (estresse puro). Será que justifica ? Até admito que as carretilhas e/ou molinetes possam ser próprios (já como uma "concessão"), mas as varas ? Será mesmo que é necessário ? Novamente, todos esses posicionamentos postados têm sustentação quando o material fornecido é da qualidade do mencionado, senão... Pode ser visto como aprendizado nessa "pandemia" que o "lucro" das situações é meramente os instantes de proveito que se consegue obter, não daquilo com que se tem esse prazer... Não quero (nem vou) insistir nessas possibilidades até porque nem sei se houve movimento para avaliar se os clientes abraçaram esse modelo proposto. Se fosse (ou for) pescar com o Marcel, só levaria meus molinetes e cobraria dele as varas para usá-los...
  24. Bruno, Sugiro avaliar essa da própria Shimano - vi no Mercado Livre (baratinha) Vara Pesca Molinete Shimano Solara 1,68m 6' 14 Lbs 2 Partes R$146,02 em 12x R$13,87
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