Ir para conteúdo

O FTB foi atualizado e otimizado.

Antes, para visualizar todas as nossas salas, era preciso descer a barra de rolagem por muito tempo. Isto dificultava a nossa vida, principalmente a dos novos usuários, que não encontravam as salas/assuntos de interesse.

Agora as salas foram transformadas em "sub salas" e incluídas em grandes fóruns.

Esperamos que tenham gostado. :amigo:

Kid M

Moderador
  • Total de itens

    10.891
  • Registro em

  • Última visita

  • Dias Ganhos

    51

Tudo que Kid M postou

  1. Me parece que estamos constantemente desejando "mudar" algo que já satisfaz, ou pelo menos "cumpre sua função". Entendo que o importante é ter um conjunto equilibrado, onde a linha é um dos componentes desse material. Já uso Power Pro há anos, e o máximo que fiz foi passar de 4x para a Slick. Vai de cada um, tal qual acreditar na maior eficácia de modelos e cores das iscas.
  2. Importante ter em mente que pescar de forma esportiva (com pesque e solte) é uma alavancagem positiva ao tema preservacionista. Claro que haverão aqueles que se sentirão "donos do pedaço" e desrespeitarão o processo educacional, mas mudança de cultura é assim mesmo, dia após dia, com pequenas vitórias sendo somadas a cada instante. Manter o segmento da pesca amadora ativa no centro do país é algo que me parece positivo demais, e certamente servirá de exemplo para outros estados acompanharem... Não estou falando apenas de pescar, mas tudo aquilo que está atrelado à essa atividade, desde fornecedores, hotéis, piloteiros, economia do local, enfim, coisa muita... Não tenho receio em afirmar que serão esses mesmo usuários que se tornarão os principais defensores das regras ribeirinhas em Goiás ! Isso é garantia de uma alternativa que antes era parcialmente anulada (ou represada) para a vida de todo esse conjunto de ações. Vamos esquecer de tirar o peixe (cota zero) para ser transportado (mesmo aquele para ser comido em casa...) e voltar mais vezes para o local da alegria, onde os cardumes irão crescer a cada piracema ou repovoamento das espécies. Parabéns àqueles que conseguiram VER e APROVAR essa "nova forma de manejo" pró-pescador amador ! Tem tudo a ver...
  3. Sempre afirmei que o início de uma pescaria é a escolha (ou confirmação) dos parceiros que irão desfrutá-las. Da mesma forma que nós, também eles podem (e devem) avaliar-nos sobre essa convivência que existirá. Muito dos prós e contras já foram mencionados (e estão mais que certos). Há pouco o que incluir ! Passa-me apenas a lembrança da necessidade de ampliarmos o nosso teor de paciência com o que ocorre numa vida comunitária. Ter em mente (SEMPRE) que essas ações são direcionadas para a alegria, mudança de cenário cotidiano, e principalmente diversão. Um bom grupo de pesca inicia-se por um ótimo grupo de amigos que pesca, mas faz outras coisas também... (carteado, bebida, dominó, piadas, etc...)
  4. Amigos, Estamos numa fase de transformações nesse nosso país ! Nem todas são direcionadas para o que consideramos "melhor"... Possivelmente teremos a abertura dos diversos mercados (dentre eles o das empresas aéreas) e com isso novos voos. Certamente que a malha aérea do Norte será melhor aquinhoada, pois gente para usar não falta. A falta de regulamentação "protetora" poderá acelerar o processo de implementação de novas empresas aéreas mais competitivas. Desde que me entendo como "aprendiz de pescador", esses problemas de locomoção aérea para Barcelos e SIRN sempre foram problemáticos... O estresse sempre esteve presente, embora sempre se arranjasse "um jeito" (não o previsto) para chegarmos aos pontos de pesca... Complicado isso e nem mesmo com o fretamento de aviões tínhamos a certeza de que iria funcionar a contento... Desejo que equacionem essas situações que vão se tornar presentes ainda nesta temporada... Boa sorte 🌝
  5. Caro Angelo, Muito bom ver sua participação aqui no FTB, e mais ainda com temas e linguagem que permitem a inserção de outros pescadores... O esquema de vida das pessoas sempre passa por estágios, prioridades e necessidades. A vida é feita disso por mais que não venhamos aceitá-la da forma como se apresenta. Alguns de nós conseguem energias e motivação para desafiar o tempo e suas realidades. Gosto do que faço, mas tem horas que o "saco enche"... meu remédio é "desaparecer" um pouco... Lendo o que tem postado, me obriguei a postar esse reconhecimento à sua percepção dos fatos da vida. Parabéns pelo "olfato" ! Felicidades sempre.
  6. Leonardo e amigos, Muito já foi dito sobre os barco hotéis mencionados assim como seus operadores, alguns dos quais conhecidos de muitos de nossos usuários (onde me incluo). Neste momento em que cresce a busca de "vagas" por conta da "alta temporada" de pesca na região do rio Negro e adjacentes, é tão importante como conhecer com quem estará indo o rumo que será tomado. Claro que a área de pesca em torno desses locais (SIRN e Barcelos) é bastante grande para se encontrar "um canto" onde se ache o troféu procurado (seja ele de dois dígitos, seja de cardumes famintos), porém não nos esqueçamos que junto com a temporada de "rio baixo", há também a questão da pressão de pesca semanal nos lugares ditos "tradicionais" de serem fustigados pelos operadores / piloteiros. A conta pode ser bastante simples de ser imaginada, já que a quantidade de barco hotéis é crescente, bem como o das pousadas que também colocam duplas de pescadores diariamente dentro das águas escuras da região - "ouso-me calcular mais de 500 botes no circuito com 1.000 pescadores a cada dia na alta estação". Com as restrições crescentes (pelas comunidades ditas indígenas) em alguns afluentes, os destinos se tornam cada vez mais disputados! Ir a essa região da Amazônia continua sendo uma maravilha, mesmo que com uma "produtividade pesqueira" decrescente e um "quase engarrafamento" de pescadores nas cidades e nos lagos batidos. O alerta (ou sugestão) que faço é de buscar com o seu operador escolhido (ou indicado) as alternativas para que venha encontrar aquilo que espera ter na sua pescaria. Ter consciência disso previamente sempre é recomendado para que o verdadeiro desfrute desse esforço financeiro que é ir até lá, seja diluído em outras coisas tão boas (ou quase tão boas) quanto encontrar o peixe desejado. Não pense que apenas o "controle do repiquete" (se é que isso seja possível) é a "porta do sucesso", pois é realidade é diferente. Operadores que estejam nesse papel há tempos sempre terão possibilidade de buscar algo diferenciado, desde que saibam ser esta a SUA opção! Melhor dizendo, se estiver disposto a navegar mais e pescar menos, os locais poderão ser mais promissores e isso terá que ser previamente acordado, pois envolve uma logística diferente. Lembrar SEMPRE que quando em Grupo a "transparência das ações" precisa ser uma constante para minimizar os efeitos da adrenalina e/ou frustrações dos integrantes, principalmente quando atrelados a um mesmo destino (barco hotéis). Conversar sempre com quem está sendo contratado (previamente) é de fundamental importância, assim como transmitir a todos do grupo o que deve ser esperado.
  7. Marcos, Também na linha do "palpite", entendo que tanto o tucunaré quanto as traíras são predadores por essência. Se não existir abundância de alternativas alimentares (lambaris, tilápias, etc...) para funcionarem como presas, a tendência será o "canibalismo" e/ou o ataque aos alevinos nascidos. É muito difícil que represas onde existam traíras não possuam também lambaris (parece que os ciclos dessas duas espécies estão interligados). Para melhor garantia, a implementação de tilápias poderá ajudar nesse equilíbrio presa x predador - sabendo do risco do elevado teor de reprodução da tilápia
  8. Ricardo, Já que foi por lá e ficou no Angler, sabe que tudo isso é um fato normal... Estive no Camaiú Camp (por engano) e também fiquei com vontade... mas é um outro tipo de pescaria ! Sucesso Fernando, Mais do que a própria pescaria, o lugar foi top demais ! Acredito que os Mocorongos vão retornar por lá em 2020...
  9. Herbet, Sem dúvidas esse é o lugar de plena diversão ! Obrigado pelo elogio ! Recomendo conhecer por lá ! Xandego, Deve ter ficado com as orelhas quentes ! Falamos muito sobre você, mas vc não anda mais conosco, só pensa em recordes... (e índios)
  10. Danilo, Esquema do Victor é mesmo sensacional ! Tinha certeza de que o "grupo seguinte" se daria bastante bem ! Legal Marcos, O relato "elaborado" seria um em que a proposta já teria um "roteiro prévio" na cabeça... Este foi feito com as lembranças e fotos dos integrantes, com uma pitadinha de prosa... Calma Wagner ! Menos...menos...
  11. Tenho uma Fenwick Legacy (para molinete) de 6' que é um verdadeiro xodó ! Quem tem não troca nem vende... Estou surpreso com essa oferta ! Não vai demorar para ela se mudar de endereço...
  12. Pessoal, Vou pedir licença ao pessoal do Pesca Amadora (www.pescamadora.com.br) e transcrever um texto e imagens sobre o assunto no sentido de facilitar (ou não) o entendimento das espécies existentes... Segundo o Wellerson Santana, em material publicado em 28.04.17, "Existem 15 espécies diferentes no Brasil. O nome tucunaré tem origem indígena, porém incerta, especula-se que seu significado seja “olho para trás” ou “olho para a água”, devido à presença de uma mancha em forma de olho (ocelo) na cauda, típica da espécie. O tucunaré pertencem à família Cichlidae, considerada a mais rica em espécies de peixes de água doce do mundo e uma das maiores famílias de vertebrados, com pelo menos 1.300 espécies registradas e estimativas de aproximadamente 1.900 existentes. O nome do gênero, Cichla, tem origem na palavra kichla, que os gregos antigos usavam para denominar diversos peixes. Em 1801, quando Cichla foi descrito, muitas espécies de várias partes do mundo (incluindo o tucunaré), foram incluídas neste gênero. Com o passar dos anos e aumento dos estudos, muitas mudanças taxonômicas ocorreram, e hoje apenas os tucunarés são chamados de Cichla. O Tucunaré é uma espécie carnívora, alimentando-se principalmente de peixes e camarões. No Brasil, encontramos 15 espécies diferentes distribuídas no Amazonas e nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. Ele habita principalmente açudes e represas no sudeste e os rios da bacia Amazônica. Sua reprodução na natureza ocorre no período chuvoso, mas em ambientes como reservatórios e lagoas artificiais, onde há pouca variação no nível da água, a espécie pode se reproduzir várias vezes ao ano. Este peixe não realiza piracema, mas na época reprodutiva os adultos formam pares, constroem ninhos em ambientes lênticos como fundo de lagos, remansos de rios e embaixo de troncos submersos, onde cuidam de sua prole. Possui escamas pequenas, com corpo alongado e um pouco comprimido. Sua coloração varia de acordo com a espécie e a região, com manchas pretas distribuídas regularmente pelo corpo. Todos os Tucunarés apresentam uma mancha redonda (ocelo) no pedúnculo caudal. É bastante rápido, agressivo, forte e até estúpido. Também é muito sedentário (não realizando migrações). Tem hábitos diurnos. A espécie açú pode chegar a pescar 15 kg e medir mais de 1 m de comprimento total. Por serem peixes muito apreciados na pesca esportiva, as espécies de tucunarés vêm sendo, ao longo das últimas décadas, introduzidas em ambientes onde não ocorriam naturalmente. Esta introdução ocorre quando os peixes chegam às lagoas e rios após o rompimento de tanques de piscicultura, ou pela soltura direta por parte de alguma pessoa. Introdução da Espécie A introdução de espécies exóticas (não-nativas daquele local específico) traz sérios problemas para a conservação ambiental, e é hoje junto com a construção de barragens e hidrelétricas, um dos maiores responsáveis pelo declínio e extinção de espécies nativas. O tucunaré-amarelo, foi introduzido em diversas localidades onde não estava presente naturalmente. Hoje, há registros da espécie em áreas dos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e até no Paraguai. A Maioria Foi Descrita Apenas em 2006 Das quinze espécies de tucunarés reconhecidas atualmente, nove foram descritas pela ciência apenas em 2006, após um amplo estudo realizado por um pesquisador sueco e outro brasileiro. Várias dessas novas espécies vinham sendo confundida com outras que já eram conhecidas, como Cichla ocellaris e Cichla monoculus.
  13. Olha aí Caio ! A impressão que tinha se verifica na prática já testada ! Acho que se justifica sim !
  14. Pois então Caio, Me parece que esse tipo de dúvida você vai tirar com alguém que seja customizador de varas ! Aqui no FTB temos diversos que também são usuários ! Escolha um deles e encaminhe uma MP com sua dúvida ! Tenho certeza de que qualquer um deles terá conhecimento para lhe responder sobre o tema ! Boa sorte
  15. Caio, Me parece que a questão maior ainda é o hábito de usar varas inteiriças que inibe o uso dessas de várias partes. Também acredito que o mecanismo de engate não retira a resistência do blank, permitindo que a ação seja similar a da vara de uma só peça. A questão sempre é saber o que está buscando na pescaria ! Vara de 25 lb certamente terá a resistência desejada. Por fim não possuo esse equipamento em várias partes (duas no máximo), mas o usaria com tranquilidade ! Aos menos crédulos, lembro que as varas de fly são capazes de feitos bem superiores aos que encontramos na Amazônia, ressalvando (desde já) que são situações diferentes...
  16. Amigo Fabrício, Não tenho dúvidas que toda essa explanação se deve ao fato de acompanhar (e sentir) o problema na região ! Pessoalmente encaro as pescarias de uma outra forma, ou melhor, com um outro objetivo ! Claro que gosto de pescar na bacia do Negro com tantos afluentes cheios de açus... Mas gosto muito mais de desfrutar de algo que não me traga estresse e/ou desapontamento ! Barcelos se tornará muito em breve num imenso atracadouro de barco-hotéis, muitos dos quais falidos... Não aprendemos com o ocorrido na região do pantanal e vamos repeti-la na bacia do Negro. Os operadores podem fazer seus pacotes de pesca, MAS precisam ser bem mais transparentes no que vendem ! Felizmente tenho ótimas (assim como péssimas) lembranças dessa região onde já pretendi levar meus netos...
  17. Vixe que Barcelos vai ficar uma verdadeira "feira livre" nas áreas de embarque e desembarque ! Melhora se forem num dia de menor fluxo de chegada e saída de lá (sem ser nos sábados ou domingos). Vai ser conturbada essa temporada de pesca na bacia do Negro ! Pelo menos é grande para atender a tanta demanda ! Sucesso para quem está esperando por isso há um ano !
  18. Octávio, Cuidado para não entrar na esparrela de que "irão dar um jeito", pois poderá não acontecer ! Tudo indica que vão descer para a região mais próxima de Barcelos ! Seria mais interessante - NESTE CASO - que embarquem por Barcelos Boa sorte
  19. Trata-se de algo que teria mesmo que acabar acontecendo ! Me refiro à confusão envolvendo áreas "privadas" de pesca ! Não entro no mérito do processo de "concessão" (se é ou não legal). Como tudo que envolve "esquema de dinheiro", a ausência de transparência é algo presente. Estive a última vez em SIRN em 2017 com o Angatu Açu e me jurei não mais retornar lá. Fizemos (seguramente) a pior pescaria de nossas vidas no afluente Téa e no próprio Negro. Os demais acessos estavam interditados aos barcos, salvo "determinados" que puderam seguir adiante. Já virou "coisa do passado", mas nitidamente há esquema montado para privilegiar alguns operadores. Se esse "privilégio" foi obtido de forma legal, menos mal, mas terá sido mesmo... ? Já estou esperando manchetes de crimes de violência física na região... CUIDADO aos que irão se aventurar lá !
  20. Pois é meu amigo, assim é o reconhecimento do seu trabalho ! E quanto a ser mais comentado no exterior, faz parte de sua internacionalização ! Parabéns e SUCESSO !
  21. Gostaria de me dirigir especificamente ao meu amigo Marcão ! Perdoe-me por ter duvidado da realidade do material postado ! Me pareceu tão incrível que JAMAIS imaginaria que pudesse ser usado da forma como o fez ! Você bem sabe que sou daqueles que sempre admirou o seu trabalho, e não é por acaso que já possuo diversos conjuntos que VOCÊ me possibilitou possuir ! Me preocupa contudo que esse meu infeliz comentário (se arrependimento contasse) possa lhe trazer algum tipo de desconforto pessoal e/ou profissional. Muito mais que qualquer rótulo, quero ser visto - SEMPRE - como seu amigo, até porque assim me considero. Aquele mesmo cara que você conheceu em SP tempos atrás numa reunião que preparou para mim com o Robertão. Seu trabalho é sempre de excepcional qualidade (já lhe disse isso diversas vezes) e não me culpo por conviver tão pouco com as montagens que prepara com o Leo. Talvez por conta disso é que me sinta tecnicamente despreparado para "duvidar" das suas técnicas e produtos finais apresentados, não apenas no FTB, mas também no Facebook ! Por fim, e já me repetindo, peço-lhe desculpas pelo postado, realçando ainda mais a qualidade do trabalho da MARBELE. Temos uma história muito legal que vem sendo construída ao longo dos últimos 12 anos, e não será (espero) que algo como o ocorrido venha atrapalhar isso.
×
×
  • Criar Novo...