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Tudo que Kid M postou
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Acabou a resenha - Vivo conectada na starlink
Kid M respondeu ao tópico de VitorMorais em Assuntos Gerais (água doce)
Pois é Magrão, Também conheci esse "orelhão" que era muito requisitado para fluir as notícias... Tempo em que as estradas eram de terra e chegavam até as Pousadas (já existiam algumas) Hoje isso "mora no passado" e passamos por mentirosos se falarmos daquela realidade. Tempos de muito mais entusiasmo e alegrias ao encontrarmos os cardumes subindo o Araguaia. Muita fartura de peixes e lembranças dessa época. -
Retorno aos rios Sucunduri e Camaiú !
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Relatos de pescaria (água doce)
Eduardo, Pelo que pude apurar, o "negócio" do Vitor (Vilanova) foi passado para alguns de seus clientes, mas ele continua participando das decisões e planejamento de suas "ex-operações". A operação ficou ainda mais exclusiva com um serviço (botes, gastronomia, guias, alojamentos, etc...) sensacional. Também estive nessa reunião anteriormente para me hospedar no barco hotel que já estava funcionando apenas para hospedagem dos clientes enquanto a Pousada era edificada (ficou um SHOW). Lhe confesso que tivemos um período excepcional na nossa semana de pesca. Voltaria (ou voltarei) fácil, fácil... -
Retorno aos rios Sucunduri e Camaiú !
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Relatos de pescaria (água doce)
É sempre muito mais distante que se espera... Mas ele termina chegando ! Boa sorte -
QUAL TAMANHO DE MOLINETE IDEAL PARA AMAZÔNIA?
Kid M respondeu ao tópico de Marcos Kiyoshi em Carretilhas e Molinetes
Seja bem vindo Marcos, Os usuários de molinetes (como é o meu caso), tem um pouco mais de dificuldades com essa questão de tamanho... A recomendação que faço é equilibrar o conjunto, não só usar um molinete menor e mais leve... Os peixes amazônicos tem um explosão inicial e depois terminam se entregando, ou melhor, não exigem muita linha no carretel. Com base nesta premissa, a maioria busca o 4000, embora um molinete 2500/3000 que tenha freio, faz o papel desejado ainda mais facilmente. E os Açús, onde ficam nessa avaliação ? Diria que no mesmo raciocínio já exposto, não precisa de MUITA linha. Nas iscas de hélice, onde existe um requisito de maior pegada na vara (25 lb ou até mais), o equilíbrio desejado, impõe um "peso" (tamanho maior) Hoje em dia, também os fornecedores vão criando modelos com menor peso & tamanho, mas nem por isso relaxam no freio ! Tenho usado dois molinetes Ryobi Zauber 4000, que são menores que seus concorrentes, mas produzem resultados mais esportivos e confiáveis. -
Retorno aos rios Sucunduri e Camaiú !
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Relatos de pescaria (água doce)
Amigo Éder, "Relato a moda antiga" é a que conheço... Nestes tempos de tanta correria, parece não haver mais como "investir" nesses comentários e compartilhá-los com outros pescadores... Sei da sua ligação com o Victor e essas operações da Vilanova, o que aumenta o significado do propósito do feedback encaminhado. Espero (num futuro próximo) poder retornar a esse local que nos fez retornar "às pescarias a moda antiga" Tudo funcionando a contento e uma gestão de serviços sensacional ! Parabéns aos envolvidos... -
Começo com um agradecimento especial ao João Medeiros (História de Pescador), que viabilizou a nossa ida para a então conhecida Operação Aracú, que hoje passou a se chamar Camaiú Camp (passaram a ser duas Camaiú - Lodge e Camp), por estratégia dos novos proprietários (Vitor vendeu essas operações da Vilanova Amazon para um novo operador). Diante da desistência de um grupo que havia reservado o período, houve a possibilidade de (mesmo num grupo menor de apenas 6 integrantes) desfrutarmos esse belo local (tanto no visual, quanto na fartura dos peixes). Semana anterior a viagem, é tempo de buscar as derradeiras providências com a dificuldade permanente de insônia pelo aguardar da data/momento de embarque ! Éramos 5 da BA e 1 de SP/Rib Preto, com horário de chegada em Manaus por volta das 11:00 h. Limitados pelo peso de embarque no hidroavião (15 kg por pessoa com o tubo...) não houve qualquer problema às 04:30 h nos aeroportos. Dia de sexta feira é sempre pegar o contra fluxo para Brasília, mas o voo estava cheio, principalmente no segundo trecho por outros grupos de pesca embarcados na etapa de Brasília para Manaus. Voos bastante tranquilos (GOL) com aquela "delícia" de serviço de bordo... (me parece uma falta de respeito diante dos custos dessas passagens...) Com as bagagens retiradas, foi hora de providenciarmos o nosso transfer (também providenciado pelo João Medeiros) que foi uma VAN que nos levou ao hotel (DA VINCE), já conhecido de idas anteriores, para um rápido check in, deixar as tralhas e seguir para o almoço (Tambaqui de banda) que estava sensacional ! Para quem não conhece, fica na praça do Teatro Amazonas. Escolher entre uma banda de tambaqui (costela) e uma matrinxã (sem espinhas) feitas num braseiro e acompanhadas com farofa e banana da terra frita, com chopp super gelado era - indiscutivelmente - um dos momentos de muitos agradecimentos... Ainda houve tempo de uma passada pelo sorvete regional (também na mesma praça) e retorno ao hotel, em busca de um ar condicionado, pois o calor manauara é sempre muito intenso, e o suor escorria por todo o corpo... Antes de retornar, uma parada (obrigatória) na Sucuri, cada vez melhor estruturada com opções de pesca incríveis... Muito difícil encontrar material que não seja de excelente qualidade e não me refiro apenas às iscas, carretilhas, molinetes e varas, mas na variedade de produtos (camisas e calças UV+, sacolas, chapéus, bonés, facas, alicates, boga grip, etc...). Loja sempre cheia de grupos de pescadores circulando nos diversos ambientes e estandes de apresentação. É sempre um teste de "autoconvencimento" não levar alguma coisa, ainda que seja desnecessário e/ou já estivesse dentre as tralhas dos viajantes Finalmente no hotel e no frescor do quarto, conseguimos finalmente relaxar... A localização do hotel é bastante próxima do Shopping Manauara e dar um circulada por lá é quase uma obrigação de quem está atoa... Felizmente o local tinha bastante gente (sexta à noite), mas dava para circular com tranquilidade. Acabamos indo onde era a Cachaçaria do Dedé, (sob nova direção - bem pior que a anterior...) e depois de uns copos de cerveja e uns beliscos, retornamos para o hotel para o merecido descanso e preparo para seguir adiante na madrugada seguinte. O sono superou as ansiedades / expectativas e não demorou muito para os "alarmes do celular" nos acordarem (ainda escuro) para dar sequência nesse procedimento de check out do hotel e esperar a VAN do transfer (ainda rolou um cafezinho no hotel, com uns pães de queijo recém assados) Horário marcado, horário respeitado e rapidamente entramos na VAN com direcionamento ao aeroporto, buscando o local do check in da Rico (fica num local comum ao das companhias comerciais de maior porte - GOL, LATAN e AZUL), para equacionarmos a questão do peso e dos tubos, que terminou sendo bastante simples pela disponibilidade de assentos (éramos 6 + a cozinheira que iria de carona), de modo que não houve problemas até por conta de um "peso extra" de reposição para nossa estadia na Pousada (frutas, pães, bolos, etc...). Já com a claridade do dia, hora de embarcar no hidroavião CARAVAN (sempre excelente) para seguir ao nosso destino. Piloto meio "marrento", mas não foi empecilho para superar 1 h 20' de voo com céu de nuvens sem atrapalhar os "menos corajosos". Observando do alto, as barrancas mostravam que o rio não apenas estava na caixa, mas que o nível das águas estava bastante baixo, o que poderia nos facilitar a encontrar os "bocudos". Na chegada um pouco de emoção, pois o avião pareceu ter arremetido na sua tentativa de pouso, quando na verdade se tratava de uma medida normal de aproximação para ver as condições do nível das águas para o pouso com segurança (isso poderia ter sido informado pelo aviador, mas "marrento" é assim mesmo...). A aeronave encostou no cais onde fica a escada de acesso à Pousada, onde a turma que passara a semana por lá (# 01 de 2026) esperava ansiosa para retornar à Manaus. Tive a oportunidade de reencontrar o amigo de outras datas (no passado) Johnny Hoffmann que estava fazendo umas filmagens no local. Esse momento foi uma "festa", com direito a fotos e "promessas" de novos encontros (talvez de caça e pesca...) O CARAVAN não demorou a levantar voo com sua carga de pescadores felizes pelos dias de pescaria. Subimos as escadas para chegar à Pousada, onde encontramos um café da manhã de assustar, tamanha diversidade e fartura (fato que se repetiu durante todos os dias em que estivemos lá). Pessoal sempre prestimoso (talvez um dos fatores marcantes e merecedores de reconhecimento), logo nos deixou a vontade... A localização da Pousada (para quem não a conhece) é privilegiada ! SHOW Também nós, mesmo com o "cansaço e ansiedade" da viagem, colocamos as camisas "ouro" confeccionado para este ano ! Claro que os tubos foram abertos, as linhas esticadas nos passadores, bem como o exagero de iscas se revelou nesse primeiro momento (depois passam ser usadas as "matadeiras" e as demais ficam em compasso de espera). O almoço foi servido pouco depois do meio dia, com uma comidinha absolutamente fantástica, que se repetiu por todo o período, constando sempre duas opções de proteínas, saladas, arroz, farofa, macarrão, feijão, purê de batata, etc... sobremesas variadas, além de sucos regionais... Comida para engordar qualquer um ao longo desse período - registro feito, não ficarei me repetindo... (comida na Pousada era pela manhã e à noite, pois o almoço era sempre nas barrancas e praias de areias brancas). Fomos aconselhados a esperar para sair às 14:30 h, mas pouco depois das 13 h já estávamos nos botes com as duplas pré-estabelecidas (dentre os 6, tínhamos 2 novatos de pesca de rio, que eram "tutorados" nesses primeiros momentos - deu tudo certo). O sol estava ativo, mas no começo de pescaria não tem essa "de calor", permitindo aos nossos guias (Romário, Samuel e Francisco) nos direcionar aos pontos onde foram embarcados os primeiros exemplares, alguns já crescidinhos... O tempo pareceu voar, pois rapidamente o entardecer se mostrou presente nos induzindo ao retorno para as resenhas imperdíveis... O tratamento gourmet foi uma marca permanente, pois as iscas de pirarucu à milanesa (dentre outras) eram sempre muito disputadas ! Bebidas sempre no ponto certo de serem consumidas, eram constantemente oferecidas pelas pessoas do apoio (foram bem eficientes). Os jantares eram disponibilizados bastante cedo (teve dia de comermos antes das 19 h), propiciando um deitar mais cedo para a recuperação do dia (sempre muito desgastante) e um preparo adequado para o dia seguinte. Quartos são grandes, com uma refrigeração excelente, um chuveiro sensacional na parte da área do sanitário e camas box para conforto grau 10. Também registrar logo que o serviço de lavanderia e arrumação não ficou abaixo dos demais serviços, funcionamento SHOW No domingo, 1º dia de pescaria em tempo integral, encontramos os peixes comendo forte ! Ataques surpreendentes de exemplares maiores e estruturas de pesca absolutamente convidativas às nossas iscas. Foi muito peixe mesmo ! Começar a pescaria com essa realidade era mais do que esperávamos encontrar... Apareceram alguns exemplares acima dos 60 cm, mas o impressionante mesmo era a força apresentada após serem fisgados ! Pareciam ser peixes enormes, que se revelavam "médios" ao serem embarcados. Não apenas os "pinimas", mas os "pacas" não deixavam de aparecer. Os "borboletas" estavam sumidos e os "popocas" apareceram em alguns momentos / lugares, assim como as "traíras", as "saicangas", alguns "jacundás" e até mesmo pouquíssimas "piranhas", mas podemos dizer que havia uma diversificação do peixes nessa região. Também encontramos alguns "jacarés" boiando ou nas praias de areias, além dos sempre inconvenientes "botos", que predavam a soltura dos embarcados (tivemos que soltá-los nas margens). Almoço dos 3 botes em local pré-agendado com aquele churras feito pelos guias com direito à um descanso nas redes montadas nesses locais. Um registro importante ! Nada de insetos no decorrer da semana ! Os retornos nos entardecer eram vistos com um certo alívio (para os braços) depois de tantos arremessos ao longo dos dias. Quem pesca sabe que o condicionamento físico resiste melhor nos inícios das pescarias, mas a cada dia vão enfraquecendo... Surpreendentemente, enfrentamos dias de menor presença dos peixes, talvez até por queda de pressão (variação era pouco representativa - estava com um barômetro), mas não chegavam a prejudicar o desempenho de todos no acumulado (felizmente não foi alvo de estatísticas, pois isso gera uma competitividade maior dentre os pescadores, mas creio que embarcávamos - os seis - mais de 150 peixes por dia). Mas a régua esteve presente diversas vezes com as capturas acima dos 60 (o maior embarcado foi de 66 cm). Mas todo mundo pegou peixes maiores (para a região) e pode chamar de "seu troféu" (faz parte). O trabalho dos guias já estava ficando focado nas preferências dos pescadores (temos o hábito de fazer rodízio de botes e dos guias nas nossas pescarias) e com isso, a procura era mais direcionada... ora em lagos, pontas de praias, drops, ressacas, etc... Acho interessante mencionar as iscas que deram mais resultado neste período, sendo a efetivamente predileta a T20 osso. Grande parte das capturas foi feita em iscas de superfície (zaras), assim como nas poppers, sub-superfícies (corisco osso), alguns embarques na meia água, alguns jigs e plásticos (sempre as preferidas das piranhas). A Zig Zarinha do NN foi bastante eficaz (abaixo contudo da T20). Também iscas com o dorso verde, amarelo e laranja pegaram bem. Mais uma vez as "bravinhas" contribuíram, nos modelos transparentes... Desconheço alguma captura feita com iscas de hélice (curioso...). Adiantando essa questão de equipamento, usamos varas diversas, quase sempre de até 20 lb, mas com as de 17 lb próximas para um rebojo... As linhas eram de multifilamento (8x) na sua grande maioria Power Pro, mas tinha gente satisfeita usando a "fisherman's" (está na mídia com promoções para a venda). Quase sempre as linhas eram multi de 30 e 40 lb. Líder só para os mais "teimosos", pois não havia necessidade. Grampos diversos, com preferência nos que podiam ser abertos com os dedos e não de alicate... Num dos dias em que o sol estava muito forte e o calor enorme, desejei dar uma parada numa ponta de rio, que na verdade era o entroncamento dos rios Camaiú com o Sucunduri, para tomar um banho e minorar os efeitos do calor. Ainda que distantes, reconheci num outro bote (da Pousada Sucunduri) que se aproximou relativamente próximo a figura do "mestre" Rubinho Almeida Prado, que ali teve uma operação de pesca cuja base era naquele ponto. Na verdade não havia qualquer vestígio de que já existira uma edificação, pois o efeito das cheias acaba levando tudo que encontra pela frente... Infelizmente não houve oportunidade de um encontro, pois ele se retirou rapidamente e passou a pescar de fly num ponto adiante do rio Sucunduri. Neste local terminamos nos encontrando (os três botes) para o almoço e descanso nas redes (merecido) - Local é muito belo. Nas nossas incursões em locais um pouco mais distantes, chegamos a "gastar mais gasolina" numa navegação mais demorada (de 30 à 40 min) para os arredores desta outra Pousada (Sucunduri), também já operando há bastante tempo por lá. Encontramos alguns pontos com bastante ação, sempre de indivíduos fortes e brigadores. Nada de peixes acima dos 65 cm. Também enfrentamos algum desconforto para acessar alguns lagos próximos, pois o nível das águas já estava bem abaixo do que seria um padrão para a época. Puxar barco, subir barranco e ficar só no remo produziram alguns resultados, sempre nas primeiras horas do dia, já que a partir das 10 h, nem passarinho cantava, quanto mais peixe caçando nos arredores... Também fomos à Cachoeira, onde já havíamos estado na pescaria anos atrás em que fomos ao Sucunduri, que é sempre um local mágico, quase que um colírio para os olhos com um volume de água expressivo formando uma corredeira rápida e tendo seu piso de areia branca - excelente para um banho (a água era gelada). Almoçamos neste local, sempre um assado acesso na hora com as comidas trazidas da Pousada para essa finalidade. Apenas uma vez comemos tucunaré, pois as costelas de Tambaqui e a Matrinchã, com um acompanhamento (arroz, farofa, vinagrete - além da pimentinha) era sempre uma certeza de ser feliz com aqueles sabores amazônicos. O que impressiona sempre era a qualidade do silêncio que nos envolvia... Incrível No penúltimo dia de saída para pesca (qui), estava com um dos meus irmãos atrás de peixe (e quando é que não estamos) e num dia de extremo calor, os peixes pararam de comer, mesmo com troca de iscas e lançamentos mais precisos... O dia que tinha tudo para ser ótimo, ficou mais para razoável, pois peixe sempre se pega (inclusive traíras) para aplacar a vontade da fisgada e embarque para retirada da garateia. Visualizamos uma formação de chuva no horizonte que veio chegando de forma rápida, tomando a visão do horizonte e transformando o que era azul, num cinza cada vez mais chumbo. A ventania que veio junto era violenta, mas até então era apenas vento sem chuva... foi só pensar nisso que a trovoada chegou chegando, com pingos grossos, trovões cada vez mais próximos e raios em abundância... Estávamos relativamente perto da Pousada e não demoramos a nos abrigar (assim como os outros 2 botes - vantagens de se pescar perto da Pousada). O que era ameaça se tornou uma realidade, com raios caindo próximos com trovões ameaçadores e pouca visibilidade do rio à frente, tamanha a cortina de chuva... Presenciamos o eficiente funcionamento do para raios da Pousada num momento em que toda a energia foi desligada (não demorou 5 minutos para voltar a funcionar). Da mesma forma que começou, terminou e ainda tivemos visão da lua no céu... No último dia (sex), o combinado previamente foi de ser 1/2 turno para dar um descanso aos guias e funcionários que no dia seguinte receberia uma nova turma, desta feita de 16 integrantes (que é o padrão da operação). No turno da tarde teríamos o tempo necessário (confortável) para arrumar as tralhas, tubos, roupas, bagagens, etc... Assim sendo, saí com o outro irmão (tão "fominha" quanto o anterior). Ambos pescam muito bem, mesmo entre provocações e gozações que são a base das duplas. O guia resolveu nos levar para um ponto em que poderíamos encontrar uns peixes de bom tamanho, e nessa crença rasgamos as águas do rio atrás desses pontos... Claro que os grandes não apareceram, mas tivemos muita diversão no embarque dos pinimas de 1 a 1,5 kg, que pareciam ser bem maiores (como já foi dito anteriormente). Aparentemente um bom cardume que nos permitiu ter (levar) uma boa lembrança desse local mágico. O melhor era que os peixes estavam se alimentando na flor d'água e com isso era pancada para todo lado... UMA FESTA ! Confesso que já estava com o braço / ombro detonado e com dor... Ainda fomos num ponto perto da Pousada, já no nosso retorno (eram uma 11:30 h) pegar uns "pacas" que costumavam aparecer no local (meu irmão pegou 3 deles), mas novamente fomos surpreendidos pela chegada da chuva, desta feita sem os efeitos de trovoada, mas com chuva intensa com gotas que pareciam ser "granizo", tamanho o "estrago" das batidas na pele humana. Mesmo estando próximo (talvez 5 minutos) da Pousada, chegamos completamente encharcados, de forma similar aos dois outros botes... Fim de festa à altura, pois não deixa de ser belo apreciar a força da natureza na sua essência básica que é a renovação dos rios e lagos com um volume impressionante de chuvas. À tarde, céu limpo e uma bonita lua cheia no horizonte. Almoço com tranquilidade pelo fato de já termos encerrado o período de pesca e as pessoas da operação já estarem comprometidas nos preparativos dos novos grupos (16 integrantes no total). Isso contudo em nada nos atrapalhou no decorrer da tarde na arrumação de nossas tralhas, principalmente na arrumação das varas dentro dos tubos. Com persistência nas soluções de problemas não esperados (roupas molhadas que não tiveram como secar), chegamos para o jantar (churrasco) com participação de todos da Pousada, criando um momento de agradecimento por tudo aquilo que tivemos nesse período. Hora também de gratificarmos esses funcionários, tanto os guias como o pessoal de suporte (cozinha, lavanderia, arrumação, etc...). Temos um procedimento antigo nas gratificações, acrescendo um valor a mais para aqueles que se destacaram na nossa validação (voto direto e aberto dos 6 integrantes - sem mutreta de "urna eletrônica"...) - mereceu o guia Francisco (foi bem apertado) que também "faturou" um complemento por estar no bote que embarcou o maior peixe da pescaria (66 cm), SHOW Dormida tranquila e amanhecer sem problemas (tipo 06 h), para a liberação dos quartos para serem preparados para os que chegariam em questão de poucas horas... A névoa matinal indicava que o dia seria de calor, mas mesmo assim sempre fica aquela expectativa pelo horário da vinda dos dois hidroaviões, pois estávamos com voos marcados em Manaus no início da tarde. Como era de se esperar, a chegada foi precedida pela rasante de um dos aviões para exame do local de pouso (deve ser uma prática obrigatória) que se tornou em pousos tranquilos de quem estava no comando das aeronaves. Diferentemente do Comandante da vinda, estes eram mais expansivos e comunicativos. O grupo recém chegado era basicamente de Santa Catarina, com alguns do Paraná e São Paulo! Claro que estavam animados e foram se deslocando escada acima para o salão da Pousada para o café da manhã que os esperavam. Certamente que houve uma troca de informações (iscas, cores, locais, etc...) dos que partiam com os que chegavam, como é de praxe nessas oportunidades. Como os dois aviões estavam retornando para Manaus, dividimos o grupo, embarcando 3 em cada um dos hidros (simplificou a subida/voo do avião com menor carga/peso). Nessa "confusão" do desembarque / embarque, acabou ficando uma das nossas sacolas, confundidas pelos funcionários como "carga chegando" e não "carga saindo" - mas isso só foi detectado no aeroporto em Manaus. Mais uma vez, o João Medeiros entrou no "tema" e rapidamente montou uma estratégia de recuperação e envio para Salvador dessa sacola "extraviada". Esse é o cara! Como todos os horários foram obedecidos, ficamos no aeroporto esperando a abertura do check in da GOL para nos liberar das bagagens e irmos almoçar por perto (O Laçador é sempre o nosso preferido, pois é um buffet que evita perda de tempo, além de ficar bem próximo do aeroporto). Nessa espera em que estávamos constatamos uma enorme concentração de grupos de pesca, com suas tralhas e tubos circulando pelo aeroporto (quase a maioria retornando) - não havia muitas opções de voos nessa época em Manaus (disseram que a partir de Out passaria haver quase o dobro de ofertas). Nessas "conversinhas" de pescadores, acabamos encontrando o Francisco Cavalcante, retornando para o Piauí, onde reside. Conversa vai, conversa vem, apareceu o nome dos Mocorongos e com ele a minha identificação de Kid M, moderador do FTB. Acabamos tirando uma foto (no celular dele), que espero seja postada. Gente da melhor qualidade ! Lembrei inclusive de tê-los ajudado a montar um grupo no FTB Recém agregado - Valeu Fco ! Despedimo-nos do irmão que mora em Ribeirão Preto (LATAM) e seguimos para nosso check in que estava (como de costume) um caos ! Filas intermináveis, poucos atendentes e uma algazarra desnecessária, mas além de pescadores tinha um enorme grupo da "melhor idade" fazendo o despacho múltiplo... Fomos os últimos a ser atendidos (mas com assentos pré-marcados, deu para safar de novos aborrecimentos) e o voo para Brasília estava lotado ! Antes que esqueça, não houve tempo para o almoço pretendido! Tivemos que nos contentar com aqueles biscoitinhos da GOL ! O voo foi tranquilo e tínhamos tempo para usufruir da sala VIP (cartão de crédito), mas lá chegando, a fila parecia ser interminável... Conseguimos entrar e disputar um local para nos acomodarmos e beliscar um pouco do que era oferecido (ficamos nos queijos). o voo para Salvador estava relativamente vazio, pois num sábado à noite, tem muito pouca gente saindo de Brasília... Também foi tranquilo e chegamos bem em Salvador. Impossível deixar de registrar a ansiedade deste Grupo em pensar num destino em 2027 ! Quem sabe isso não ocorrerá ?
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Amigos, De fato essas observações são absolutamente verdadeiras ! Conseguimos estabelecer um pequeno grupo (6 integrantes) para retornar aos rios Sucunduri / Camaiú ! Estivemos por lá 1 ano antes da Pousada ser inaugurada, ainda como Aracú (hoje virou Camaiú Lodge) Tivemos uma semana de muitas alegrias e resenhas, com o encontro de vários amigos "notáveis". Revi meu amigo Johnny Hoffman (este já jantou em minha casa em Salvador, na época da inauguração do Fish TV), que é sempre cordial e brincalhão, agora com múltiplas atividades e patrocinadores (pesca, gourmet e caça). Pessoa da maior relevância... Ainda que a distância, "estava na área" (na verdade na Pousada Sucunduri) o Rubinho Almeida Prado, que foi rever o local onde anos atrás tinha uma operação de pesca (famosa, segundo reza a lenda). Não estivemos com ele, mas vimos (há distância) ele trabalhar o fly... Soube também (lá na Pousada) que o Vitor havia vendido suas operações para um grupo que arrematou todas as opções da Vilanova ! Importante registrar que o que já era bom, se tornou ainda melhor, com uma série de inovações já implementadas ou em fase disso, que permitem um melhor custo x benefício aos grupos que forem por lá... Mesmo que rapidamente, é necessário parabenizar o João Medeiros (Historia de Pescador) pelo acompanhamento e providências para que nossa semana fosse inesquecível. Já tínhamos algum contato pelo FTB, que agora se trans formou numa amizade cada vez mais sólida. Somente agora identifiquei o Francisco Cavalcante, companheiro antigo de postagens no FTB. A informação de que era do Piauí não me despertou a lembrança. Tiramos inclusive uma foto juntos no celular dele (se puder, poste aqui...). Foi de fato algo inusitado, mas por isso mesmo muito legal esse registro. Já havia encontrado com o Eder anteriormente, mas é sempre mais um a encorajar essas operações que mexem com nossa alma. Refreiem essa expectativa de relato minucioso, pois preciso me re-educar a escrever menos, sob o risco de virar prolixo...
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CUSTO BENEFÍCIO DE SE PEGAR UM PEIXE NA AMAZÔNIA
Kid M respondeu ao tópico de Bruno Rodrigo Nogueira em Assuntos Gerais (água doce)
Guilherme, Nada mais verdadeiro do que o que postou ! Peixe é apenas uma possibilidade e assim deve ser tratado ! Pesco desde 1989 e já vivenciei diversas e inúmeras pescarias, algumas ruins e diversas ótimas... Por "pior" que fossem os resultados (não só de peixe, mas de organização), sempre concluímos questionando quando seria a próxima... Isso reforça bastante o que indicou. Tive a sorte (ou oportunidade) de sempre coordenar os grupos de pesca onde estive. Saber quem faz (ou não) parte do Grupo é o primeiro sinal de que o peixe não é o principal, embora sempre seja um diferencial. Ter pessoas com perfis de comportamento que se encaixem num propósito comum, sempre foi o caminho do sucesso... Hoje temos listados (cadastrados) 50 nomes/amigos que buscam participar de novas operações, mas nem sempre é possível (claro, né !) Privilegiar quem está presente a cada ano é uma forma de permitir que as amizades se tornem cada vez mais fortes e presenciais. Falando sobre os "troféus" embarcados, todos deverão ter uma ou duas lembranças que se eternizaram nas suas lembranças... Participar da resenha do final de tarde, onde os fatos e comentários fazem a prévia do jantar, chega ser tão disputado que é difícil encerrar o papo... Muitos do Grupo já se envolveram com Açús de mais de 80 cm, merecendo a atenção dos demais... e sempre tem os "fominhas" querendo saber "qual a isca" ! Mas o que todos (quase todos) demonstram é poder passar o dia jogando iscas, brincando com os companheiros de bote e "tomando uma gelada". Nada revigora mais que "tropeçar" num cardume de "tucunarés paca" caçando na superfície e perder a conta do número de embarcados... A "idade" ("senioridade") me permite olhar o passado e me encontrar pescando sem soltar as capturas e poder pensar na minha evolução como pescador As áreas de pescaria começam a ficar isoladas pela pressão de muitos pescadores e/ou operações de pesca, mas se soubermos fazer nossa parte, funcionará ! -
João Otavio, Hoje os fabricantes já chegaram a apresentar inúmeros "novos snaps", um pouco menos duros por conta da dificuldade de serem abertos. Mesmo assim, se existem poucas mudanças de iscas, ainda continuo com os da Capella (excepcionais) e os Glicos também funcionam bem. Com o crescimento do mercado de iscas artificiais, os fornecedores (ou industriais locais) vão se adequando às demandas dos pescadores. Observo também que já há um grupo (crescente) de pescadores de açus, que prefere o nó direto na isca, quase sempre com sucesso...
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Apenas os que frequentaram os antigos Fóruns de Pesca é que se lembrarão da CATERVA ! Falar do Nelson era falar da Caterva e vice versa ! Quantos de nós não visitaram essa "instituição"... Para alguns, existia uma certa competição entre os Fóruns de Pesca, mas o entendimento dos moderadores era indiscutível. Depois da partida do Nelson, retornou ao "posto de moderação" o Zeca, colocando a casa em ordem... Nessa fase, o "centro nacional do escambo" já havia fincado raízes e ainda com o Nelson presente, muito se fez... Improvável que os pescadores da época não tenham conhecimento (ou mesmo feito uso) dessa opção de renovação das tralhas Assim como outros Fóruns, era mais que habitual que os cadastramentos ocorressem de forma contínua e nos encontrássemos com muita frequência em temas correlatos... Sem falar pelos demais Fóruns (muitos dos quais já sucumbiram ao Zap), na Turma do Biguá havia respeito e amizade. Dentro da homenagem emocionada feita pelo Zeca aos 22 anos do Caterva, surgiu seu objetivo de renovar os Fóruns ! Certamente é um enorme desafio, já que as "ansiedades" condicionam - cada vez mais - a objetividade nas participações. Nós da Turma do Biguá, entendemos que o acervo existente de anos de participações, representará muito para os iniciantes. Estaremos unificados em buscar, ou melhor, renovar esse processo de postagens, com fotos e textos de pescarias... Quem sabe até se não buscaremos uma maior interatividade de temas num futuro próximo com o Zeca ? Fica também nosso "'tributo" ao Nelson, pela sua crença no Caterva e ao Zeca pela sua obstinação em fazer sempre melhor.
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Nivel do Rio Negro Temporada 2026/ 2027
Kid M respondeu ao tópico de Adalberto Magrao em Assuntos Gerais (água doce)
Uma transcrição - 34° Boletim de Alerta Hidrológico da Bacia do Amazonas Bacia do Rio Negro : As estações de referência nesta bacia permanecem em processo de vazante, apesar da observação de elevações pontuais ocorridas na parte mais alta da Bacia na última semana Em São Gabriel da Cachoeira, o nível apresentou elevação de 10 cm e em Tapuruquara, o rio Negro apresentou redução de 17 cm. Em Barcelos, a descida foi de 68 cm. Na capital do estado, Manaus, registrou-se redução de 72 cm no período. O cenário atual nesta bacia é de níveis abaixo do esperado para a época, exceto na estação de Manaus, devido a confluência com o Solimões, que apresenta níveis próximos à mediana histórica. -
MELHORES ISCAS DE SUPERFÍCIE DE TODOS OS TEMPOS - PESCA DE TUCUNARÉ
Kid M respondeu ao tópico de Edmar Alves em Iscas e Anzóis
Amigos, Passado tanto tempo desde que esta postagem foi feita, observo que o "tema" sempre é de interesse... Acho, contudo, que cada vez mais, os fornecedores de iscas, independentemente de suas origens, trazem belas novidades, principalmente preparadas para nossos peixes, sempre mais agressivos que os do exterior... Também a "indústria local" tem se "desdobrado" no estudo e desenvolvimento de novas iscas... Muito disso vem sendo feito por alguns ícones deste esporte, sempre com sucesso e competitividade. Sobre o assunto postado, tenho uma visão um pouco diferente dessa "eleição" do que sejam "as melhores"... Entendo que o pescador precisa acreditar no potencial que ele (pescador) julga adequado para o momento. A quantidade de modelos assemelhados, reduz a questão de "melhor ou pior", já que as "unanimidades" são copiadas e ajustadas para o que entendemos ser mais efetivo (Hoffmman, Nakamura, Monteiro, Rubinho, Jennerlure, Lori, dentre outros, que comprovam isso...). Seria "uma falsidade" não reconhecer que existem algumas preferidas, mas dentro de algo que termina no sucesso de uma captura pelo parceiro de bote... (pode não ser no primeiro embarque, mas não passa do terceiro...) Minhas preferências seriam : Sub-superficie, Popper, hélice e zara, basicamente ! Mas tem outras que vão apenas passear (jigs, grubs, spinner bait, frogs, etc...) nos locais das pescarias...- 66 respostas
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VC Deixa o Piloteiro Pescar ??? sim ou não ???
Kid M respondeu ao tópico de Adalberto Magrao em Assuntos Gerais (água doce)
Tema postado tempos atrás que sempre se renova... Pescarias com iscas artificiais são mais "sensíveis" e representam mais para os que estão nos botes pescando. Independente da priorização ser do pescador (cliente), o foco do piloteiro (ou guia de pesca) precisa ser no ambiente em que se supõe que o "troféu" (peixe) se encontra ! Os condutores dos botes (guias) são especialistas em indicar os locais de lançamento. Nas pescarias "do passado" (talvez nem tão passado assim), levar o peixe sempre estimulava a mais iscas trabalhando... Nas operações atuais, quando o pescar & pescar acontece em muitos locais, perde o sentido de ter mais um "competindo"... Ter a noção clara que independentemente do vínculo criado com o piloteiro, um é condutor e o outro é cliente. -
CUSTO BENEFÍCIO DE SE PEGAR UM PEIXE NA AMAZÔNIA
Kid M respondeu ao tópico de Bruno Rodrigo Nogueira em Assuntos Gerais (água doce)
Também vou me manifestar ! Existem locais de pescaria que mesmo sediados numa mesma bacia, são bastante diferentes entre si. Já foi dito, mas não custa repetir, que frequentar o rio Negro é coisa para quem precisa desfrutar de um período nessa região e pode pagar... A grande dificuldade é "se satisfazer" com aquilo que imaginou encontrar, com outros "bônus" que vem junto do pacote... Importante se ter em mente, que é possível encontrar "ofertas" mais próximas ao que se deseja pagar, MAS é preciso exercer a "renúncia"... Estar disposto a não ter AC, cerveja meio fria, bote sem confiança de funcionamento, desconhecimento dos piloteiros, e por aí segue... Pegar o peixe precisa estar incluído dentro do contexto de "usufruir os dias de pesca", e não pensar hipocritamente que "nem precisa peixe"... Em se tratando da bacia Amazônica, acredito ser difícil superar essa ambiência, mesmo que as matas inspirem pouca participação. Parar numa praia de areias brancas e desfrutar de um assado (pode ser de carne, mas o de peixe combina melhor) é algo mágico. Montar e/ou participar de um grupo de amigos nesse período de "isolamento" e compartilhamento de amizades é sempre especial ! Claro que existem inúmeros outros cenários a serem desfrutados, outros rios, afluentes e até mesmo igarapés, e essas recomendações não são exclusivas do (para) o rio Negro. -
Temporada de pesca amazônica 2026 / 2027
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Assuntos Gerais (água doce)
Amigos, Pescaria precisa ser feita com alegria - sempre ! Já pude realizar praticamente todas essas "modalidades" de pescaria, sejam elas em pousadas, acampamentos, barco hoteis, flutuantes, bate e volta, etc... O que varia (e faz diferença) é o estado de espírito do pescador (ou do grupo com quem está). Ter paciência com os "entraves" da mesma forma que imensa alegria no sucesso, talvez até mais nos companheiros do que no peixe embarcado... Não há muito como "contestar" os custos dessa nossa diversão, quase que um "jardim de infância", num período de absoluta liberdade... As coisas estão sendo mais caras num valor crescente (não só "dólar" e "inflação"), mas pela amplitude desse esporte que muito nos atrai e os que ingressam... O planejamento e coordenação dessas pescarias, sejam com os barcos, botes, gasolina, óleo, piloteiros, cozinheiras, ar cond, que acaba se tornando cansativo. Cheguei a minha conclusão (talvez pela experiência e idade) de que prefiro pescar menos vezes, mas usufruir mais dos pacotes que escolho(emos). Mais do que o tempo de "dormir em rede", "faltar comida", "geladeira quebrada", "saneamento inexistente" e tantas coisas mais, o que ficam são as lembranças. -
Tenho observado um crescimento de ofertas de vagas em diversas operações para a temporada que se inicia (de forma mais intensa) Surpreende-me constatar que, apesar disso, os preços cobrados nesta temporada são cada vez maiores. Poderia ser um fator... Também me causa surpresa o surgimento de novos "pontos de apoio" (barco hoteis, pousadas, flutuantes, acampamentos, etc...) ao longo do rio Negro e seus afluentes, muitos dos quais com gestão internacional de serviços... Contrariamente a essas percepções, parece-me contudo, que o público estrangeiro (independentemente do país de origem) não acompanha esse crescimento, mantendo-se numa participação constante... (talvez pelo receio da imagem da situação do país) Um dos pontos que começas ser reconhecidos como "impeditivos" dessa demanda existente são os custos agregados às operações. Não se trata "apenas" de maior nível de conforto nesse período de permanência amazônica, mas as "despesas ocultas" que existem e que quase nunca são contabilizadas de forma adequada... Refiro-me aos deslocamentos nos jatos comerciais, os traslados sejam de aviões fretados, sejam de intermináveis horas de deslocamentos rodoviários (incluindo-se aí os de lanchas ditas rápidas), gorjetas (se tornaram um item "obrigatório e caro" a título de ser parte da remuneração de apoio à tripulação / guias), tralhas (poucos são os que não visitam as casas de pesca - Sucuri na preferência dos mais afortunados), bebidas especiais previamente selecionadas (vinhos, scotch, etc...) e por aí vai... (tudo pode em troca da mágica desses dias de pescaria) Voltando ao tema das disponibilidades de vagas nas temporadas que se aproximam, surgem as notícias da "presença & participação" do "El Niño", que promete (ou ameaça) as expectativas de sucesso na viagem aguardada. A bem da verdade, a chegada do El Niño, o nível ideal das águas, os repiquetes, os pontos de pesca - sempre disputados, são itens que já estão no "pacote" comprado e quase sempre pago com antecedência anual. O melhor é tentar se acalmar e desfrutar do que for viável ! Pescar com sucesso na Amazônia é sempre algo a ser procurado, principalmente após as postagens de enormes peixes capturados por grupos anteriores... (é isso que muito influencia o esforço em comprar seu pacote) Também pescadores / operadores que frequentam esses rios por diversas vezes durante a temporada, quase sempre apresentam um saldo positivo que renovam (sempre) a repetição da programação... já os "estrangeiros" precisam de muito mais "ajuda" do que o que a moeda valorizada permite adquirir! Parece que esse fluxo desses "pescadores" tem diminuído (o que não é positivo para aqueles que oferecem operações de pesca).
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Indicação de operação em SIRN
Kid M respondeu ao tópico de JoaoOtavio em Assuntos Gerais (água doce)
João Otávio, Já fomos diversas vezes à SIRN, em áreas ditas "restritas"... A questão do local de pesca é sempre uma "loteria", pois é impossível prever o nível das águas com tamanha antecedência Essas operações que partem de SIRN, de uma maneira geral, são mais exclusivas, até por conta dos seus custos operacionais. Os "guias de pesca" (via de regra) são bastante disputados a cada temporada e poucos são os que permanecem fiéis na temporada seguinte. Contrariamente ao que possa parecer, as pescarias ao longo do rio Negro quase sempre revelam bons resultados aos que insistem nesses locais (quase sempre por conta de dificuldades na área/rio programado). Quanto a qualidade do serviço (botes, motores, equipamentos, alimentação, diversão, bebidas, lavanderia, internet, etc...) a competição dos operadores chega a ficar "empatada", dependendo do que for o "pretendido" pelo grupo de pesca... Um fator importante de ser considerado (sempre) refere-se ao reconhecimento prévio que mais do que uma "pescaria", trata-se de um oportunidade única (que pode se repetir diversas vezes) de desfrute num ambiente absolutamente fantástico, onde pegar o peixe não é o mais importante, mas o compartilhar com os amigos presentes é sempre algo inesquecível... Sucesso para vocês ! -
Pescaria em Barcelos. 3ª Semana de agosto. Boa data???
Kid M respondeu ao tópico de André CS Pereira em Assuntos Gerais (água doce)
Marcio, Acredito que essa realidade (estouro de linha de multi) possa ter sido de um enrosco abrasivo... Peixe (tucuna) estourar linha de 50 lb é algo "atípico", salvo se o balanceamento do freio tenha contribuído para isso... Tenho - na minha prática de pesca - preferido correr o risco de perda por estar usando um conjunto mais leve que ficar usando um guindaste... É tudo de gosto e oportunidade ! Pessoas que pescam menos vezes na Amazônia, chegam com o foco em pegar "uma placa" e não desfrutar de diversos outros tamanhos, tão bons de se embarcar que os "troféus", usando material bem mais leve ! Claro que é um risco, mas se torna um desafio da técnica daqueles que se julgam mais experientes... De todo modo, a questão central é aproveitar esses períodos amazônicos da forma que mais satisfaçam as expectativas... -
Pescaria em Barcelos. 3ª Semana de agosto. Boa data???
Kid M respondeu ao tópico de André CS Pereira em Assuntos Gerais (água doce)
Vamos por partes... A época depende exclusivamente do comportamento do nível do rio. Já fizemos boas pescarias neste período! A questão mais importante (na minha visão) é a atitude do peixe em estar se alimentando... As melhores iscas para ter resultados foram as sub superfície (twitch bait), que não eram de superfície... Pescaria de mais quantidade, embora com exemplares na faixa dos 70 cm. Acredito que esse período (final de agosto) vá estar bom, já com a influência do "El Niño" A operação do Amazon Explorer é bastante conceituada e apresenta (quase sempre) bons resultados... Quanto aos acessórios, sugiro que repense o uso da linha de 65 lb, pois não há necessidade disso... 40 ou 50 lb seria o suficiente. Nas iscas mencionadas, entendo que estejam na sua caixa as T20 (osso), Rapala Sub de 9 cm, entre outras... Ter opções de iscas de meia água (ou fundo - jig) é sempre uma recomendação a ser considerada, -
Rio Courantyne - Suriname. Junho de 2026
Kid M respondeu ao tópico de Fernando_Oliveira em Relatos de pescaria (água doce)
Parabéns Fernando, Aventura garantida E os insetos, deram descanso ? Belos exemplares embarcados. Pescar peixe de couro (desse "calibre") é para poucos. Muito bom o seu relato e fotos.- 14 respostas
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- piraíba
- rio courantyne
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Grande Guto, A bem da verdade esse "preconceito" diminuiu, mas ainda existe, principalmente num grupo de pesca "não exclusivo", onde a "turma da carretilha" olha com um "ar de superioridade" (claro que ). Também não devemos deixar de levar em conta, que a depender da pescaria que se pretende fazer, há opções direcionadas primordialmente para os molinetes, pois usando iscas pequenas, a versatilidade dos molinetes nos lançamentos é bem superior... Mas o que manda mesmo é aquilo que o pescador faz para se sentir a vontade com suas tralhas...
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Gabriel, O Guto já pontuou diversas coisas importantes no uso dos molinetes. Digo isso por ser pescador de molinete e não de carretilhas ! Antes de me "jogarem pedras", entendam que sempre usei molinete nas minhas pescarias, desde sempre, e mudar para carretilha seria desperdiçar minhas tralhas colecionadas ao longo desses anos. Não fosse isso, talvez tivesse migrado para as carretilhas... mas permaneci fiel ao equipamento ! Já usei muito as ótimas Daiwa, Penns e mais recentemente (10 anos) as Zauber, que fecharam minhas buscas por algo melhor... No Araguaia, usamos sempre um material mais pesado, sempre com linhas de multi com lider de monofilamento. Sempre funcionou muito bem... Tenho sempre o pensamento que a arrancada inicial do troféu (couro) é que existe uma maio9r demanda de linha, mas depois, passa a ser a manha do pescador / guia para cansar e embarcar o troféu. Sou adepto às tralhas mais leves e esportivos, inclusive para os peixes de fundo, usando molinetes 5000 ou 6000 (tranquilo). Vara de 100 lb (para garantia...) já chega a ser complicado, mas reconheço que ajuda a cansar o oponente... Sucesso nas suas escolhas !
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[PESCARIA RIO ARAGUAIA 2026 - COCALINHO, BANDEIRANTES OU LUÍS ALVES]
Kid M respondeu ao tópico de AndréZoo em Assuntos Gerais (água doce)
Boa sorte André, As águas do Araguaia são sempre generosas nos peixes desejados... Ficar alerta com os botos e/ou piranhas... No rio Cristalino, as opções de pescaria com artificiais são melhores... Se tiver oportunidade, tente nos lagos do Cristalino que são inúmeros e apresentam diversos tipos de peixe. Sucesso ! -
[PESCARIA RIO ARAGUAIA 2026 - COCALINHO, BANDEIRANTES OU LUÍS ALVES]
Kid M respondeu ao tópico de AndréZoo em Assuntos Gerais (água doce)
André, O básico já foi descrito pelo Cristiano e o Guto. Contudo, e navegando com um olhar inverso, ousaria lhe recomendar a operação da Asa Branca (Carlinhos). Independentemente de já termos ido algumas vezes na Pousada que fica bem próxima do rio Cristalino, quase sempre com sucesso, trata-se de um ponto em que a alternativa do tipo de pesca lhe propicia uma boa expectativa de sucesso. Nas iscas artificiais os tucunarés, aruanãs e traíras são fartos, mesmo não sendo grandes, mas dá para muita diversão (rio Cristalino) Claro que vai encontrar os botos, as piranhas e bastante muruins (e/ou muriçoca), como é comum na região. Entretanto, você terá um serviço de alimentação e dormida acima da média, bons piloteiros e botes com manutenção. A questão dos "custos" é algo que precisa ser melhor avaliado, pois após um enorme esforço para chegar lá, é normal esperar um bom atendimento. Acredito que se (quando) for para a região do Araguaia, provavelmente será no Asa Branca. -
Boa tarde Vitor, É sempre com muita adrenalina o preparo de uma pescaria amazônica... Até mesmo os mais experientes que pescam com maior frequência, tem esse perfil de "ficar ansiosos" Alguns pontos são básicos e se aplicam na maior parte das operações de pesca, independente de onde aconteçam. 1 - Nível das águas, melhor época para a pesca - impossível acertar em cheio o melhor período com tamanha antecedência. Busque informações junto ao local onde irá encontrar com seu operador (ou guia de pesca) do comportamento do local em anos anteriores... 2 - Navegar num local onde existe um controle exercido por uma represa, tende apresentar um comportamento favorável para a pesca. Lembre-se que existem fatores naturais que aparecem (ou não) no período de sua estadia no local (trovoadas, chuvas intermitentes, etc...) 3 - Não conheço esse local informado - Pousada das Pedras Uatumã - mas já fui dar uma olhada nele pela internet e me surpreendi. Boas instalações, com uma proposta interessante para os pescadores de iscas artificiais e algumas belas imagens das redondezas do local 4 - Material de Pesca - difícil sintetizar o que deve ser levado... Quase sempre os "pescadores menos experientes" exageram as quantidades... Novamente, saber do operador quais são as recomendações, ajuda muito a regular o tamanho das tralhas / bagagem ! O básico seriam 3 ou 4 conjuntos (15, 17, 20 e 25 lb) por segurança (irá usar as varas de 17 e 20 lb), com linhas multi de até 50 lb As iscas são sempre as mais tradicionais (zaras tipo T20, sub-walks, jigs, meia água, etc) com pesos até 30 g e tamanhos até 12 cm Sem querer me estender muito, a recomendação primordial que faço (e pratico) é saber que "o peixe" é alvo secundário ! O que mais importa - sempre - é desfrutar daquilo que normalmente passa desapercebido ! Barulho das águas, canto dos pássaros, hábitos alimentares - a gastronomia regional é fantástica - os momentos de retorno após um dia de pescaria e as "resenhas" no meio das bebidas, risadas & alegria (tudo incluso)