-
Postagens
11711 -
Registro em
-
Última visita
-
Dias Ganhos
229
Tipo de Conteúdo
Fóruns
Galeria
Eventos
Tudo que Kid M postou
-
Apenas para dar um pouco mais de ênfase ao que postei acima. Voltamos a buscar solução desse tema com a "contrapartida" de empresários que operam nesses locais de pesca. O grande problema (apenas minha opinião de pescador) é que essas operações estão se transformando em algo muito requintado para o que se deseja, ou seja, um período de convívio com amigos, com a natureza e uma forma de relaxar - claro que a pescaria é a ambição de todos, ainda mais com promessas de troféus... A abordagem do declínio da utilização dos "ribeirinhos" e/ou antigos pescadores profissionais, já foi bem enfocada pelo Vitor, mas estamos visualizando a falta de outras oportunidades para esse tipo de "mão de obra" e com isso uma maior pressão de "pescarias ilegais" (não respeitadas as regras de exclusividade e contrapartida dos operadores...)
-
Mesmo com um pouco de antecedência, é preciso aproveitar o momento atual, que é do início de festividades de final do ano. Acredito que cada um de nós (usuários ou não do FTB) tem suas queixas anuais, independente de serem (ou não) de pescaria. Nesse próximo ano, que tem Copa do Mundo de Futebol, eleições majoritárias, entre outras "coisas", tem também a continuidade de "sonhos de pescador" para fotografar e exibir um exemplar considerado recorde e que vire seu troféu... 🏆 Será tempo também de não nos esquecermos que a vida é uma sequência de bons e maus momentos e precisamos encará-los. Nós do FTB estaremos sempre buscando aquilo possa possa interessar nossos usuários, inclusive para que apareçam mais... Desejamos a todos (usuários ou não do FTB) que este final de 2025 propicie novos planos (ainda melhores) para 2026
-
Acredito que isso será "um tiro no pé", caso se confirme. Independente do 'benefício político" de demarcação da "terra indígena", parecem esquecer que o impulso existente em Barcelos foi causado (basicamente) pelo desenvolvimento da pesca esportiva na região. Muito da economia municipal dessa região e alternativa de trabalho (que não é extrativista) é "algo a ser esquecido"... Entendo que "a posse" dos rios e suas exclusividades de "aluguel" é algo absolutamente bizarro e inoportuno. O benefício de algumas "representações indígenas" irá sufocar as já instaladas operações e suas utilizações de população ribeirinha. Certamente que esse movimento - caso avance neste sentido - será o "começo do fim" das possibilidades de pescadores esportivos menos bonificados financeiramente, possam conhecer e usar a região da bacia do rio Negro e afluentes. Correrá o sério risco de imitar o destino da área do Pantanal, onde os investimentos em Pousadas e barco hoteis "quebraram" essas operações.
-
Pesca de robalos na Baia de Todos os Santos
Kid M respondeu ao tópico de LucaoCR em Assuntos Gerais (água salgada)
Lucão, Acredito que o Beto possa lhe sugerir algumas respostas, pois além de morar "no lado de lá", gosta de pescar no mar... Tenho pescado pouco (praticamente nada) e mesmo assim restrito à água doce. Todo o litoral do Ne é muito piscoso, principalmente nas proximidades de foz de rios de água doce. A pesca hoje está muito mais conscientizada e vigiada, daí - talvez - essa fartura de robalos e assemelhados. Já as pescarias em mar aberto, também são muito interessantes com bons resultados no jig. Saídas de Salvador, Guarajuba, Praia do Forte são operações sempre muito disputadas pelos interessados. Para fazer "a média" com a esposa, qualquer desses locais se transformam em ótimas opções. Precisa sim, se for na temporada (verão e férias escolares) fazer reserva com um pouco de antecedência. -
Boa tarde Edmar, Já pescamos duas vezes na região do Nhamundá. Em ambas vezes encontramos "fartura", mesmo que esta não se comparasse aos resultados do rio Negro. Contudo, os peixes Vazorelli - mesmo sem serem aqueles troféus desejados, honraram suas capturas com muita luta. Nas duas vezes que fomos (uma por Parintins e outra por Terra Nova), usamos os serviços do PESCAMAZON do operador Nelson Laje. Não sei se ainda opera por lá, pois tinha uma outra operação na ilha do Marajó, onde os objetivos eram os pirarucus... Apesar do tempo decorrido, o local era pouco pressionado, embora o rio Nhamundá tenha canal com boa profundidade para barcos maiores. Em ambas as vezes que fomos, o acesso na foz do rio era feito por botes c/motorização de 30 HPs - guias da região. Embarcamos bastante peixes, mas o destaque foi um Vazorelli de 6 kg que não resistiu a uma isca de meia água... Logística não é (ou era) boa, mas é uma alternativa a ser mais pesquisada. Lembrei também que quem tinha uma operação excelente na boca do Nhamundá (acho que o rio era o paracutú - ou algo parecido) era o Marcel Werner (ele é do FTB), que poderá lhe passar dicas e indicações mais adequadas - ele não opera mais por lá, mas deve ter boas informações.
-
Pois é Gabriel, Dentro do atual cenário que enfrentamos no dia a dia, melhor mesmo tentarmos ficar focados nas pescarias... Nada contra a manifestação de quem quer que seja, embora esse espaço seja direcionado aos "causos" e "relatos" das nossas pescarias...
-
Tagueamento dos tucunarés no rio Uneiuxi
Kid M respondeu ao tópico de LucaoCR em Assuntos Gerais (água doce)
Pois é Lucas, Essa é um notícia que tem tudo a ver com a melhora de conhecimento da espécie. Particularmente fico esperançoso que uma ação conjunta entre um operador de renome (Zaltana) com o IBAMA, seja para valer e dar início a outros aspectos... Independentemente das características coletadas através do "tagueamento", o exemplo que isso poderá significar na conscientização da preservação ambiental Sem pretender "me alongar" nesse tema, comparo-o (medidas as proporções) ao conceito de "Pesca & Solte" nos seus primórdios... Esses "passos" de lideranças da pesca esportiva foram importantíssimas para essa sedimentação do conceito até a transformação de uma política de pesca. -
Crescimento de oferta no rio Negro
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Assuntos Gerais (água doce)
Lucão, As resistências dessas espécies é mesmo muito grande. Encrenca certa para o conjunto e o pescador -
Crescimento de oferta no rio Negro
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Assuntos Gerais (água doce)
Concordo Cristiano, não apenas com essa sua afirmativa, como o texto postado. -
Crescimento de oferta no rio Negro
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Assuntos Gerais (água doce)
Rockenbach, Já estivemos no Nhamundá por mais de uma vez e concordo parcialmente com sua postagem. Na verdade são operações diferentes, até por conta das características dos diversos rios de lá. A atração dos "açus", nessa região da divisa do Pará com o Amazonas, oferece uma boa diversidade de espécies, mas que não são os "grandes açus do Negro" Não conheço essa operação do Amazon Spirit, que parece ser boa o suficiente para ser usada diversas vezes por um mesmo grupo. Quem teve uma operação que parecia ser muito bem estruturada foi o Marcel Werner, nosso usuário, na entrada do "Lago da lua". Importante ter a realidade em que a cada ano que se passa, a idade "vinca mais o corpo", daí a busca de alternativas mais confortáveis. Não me refiro a "luxos", mas algumas coisas que são quase que uma necessidade para quem viaja para tão longe... -
Crescimento de oferta no rio Negro
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Assuntos Gerais (água doce)
Bruno, Concordo com essa mesma tese de pescarias feitas por "pescadores esportivos" em operações com guias e coordenadas por quem faz disso um meio de vida. Não nos esqueçamos que o grande "matador de peixes" são os profissionais que capturam e vendem as capturas. Para estes, os grandes peixes sempre serão o foco da oferta. Mas esses começam a ser "fiscalizados", principalmente por aqueles moradores que já entenderam que o peixe vale bem mais vivo que morto... -
Crescimento de oferta no rio Negro
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Assuntos Gerais (água doce)
Lucão, Entendo assim também, mas essa alternativa de pesca "abaixo de Barcelos" é algo que somente agora parece estar sendo oferecida, possivelmente pela pressão das áreas acima de Barcelos. -
Surpreende-me bastante as informações das operações que se realizam na bacia do rio Negro. Claro que se trata há muito previsto e anunciado, mas me parece que estamos diante de um "novo Pantanal". Melhor explicando essa conversa de "pantanal", já que por muito tempo foi a meca das pescarias e sonho de muitos. É preciso reconhecer que os cenários são parecidos, mas diferentes, face algumas tentativas de proteção ao tucunaré. Quando se menciona o Pantanal, é preciso lembrar que além da pesca liberada, tinham - também - os pescadores profissionais com diversas indústrias montadas para a comercialização do pescado... claro que ficou "água arrasada"... Posso estar sendo "alarmista", mas a incidência de pescadores nos aeroportos & cidades ribeirinhas é muito elevada. Somando isso ao complemento dos que chegam pelo próprio rio Negro em transporte regional, fica ainda "pior"... Como comparação (nada além disso), Barcelos era a capital mundial dos peixes ornamentais, com uma economia girando em torno dessa atividade que tinha até "grupos rivais" no folclore regional. O escoamento dessa "matéria prima" era colossal, não importando as enormes perdas dos peixes "exportados" (era muito barato o milhar desses alevinos ou juvenis comercializados). Hoje é difícil encontrar referências disso, e mais ainda, interesse em reativar o negócio... (certamente por conta de outras alternativas dos compradores) No caso dos tucunarés da bacia do rio Negro (e arredores), ações de proteção estão sendo implementadas (acabaram as incursões de "barcos geleiras" para transporte do pescado até Manaus - centro consumidor). A obrigatoriedade do "pesque e solte" (nas espécies protegidas) e a conscientização dos ribeirinhos (incluídos os piloteiros e mão de obra disponível para as operações de pesca) muito tem feito nessa preservação, MAS é preciso lembrar que o tempo de crescimento dos troféus é lento, insuficiente para atender esse imenso grupo de pescadores que se desloca para "aqueles dias maravilhosos". A economia regional passa por uma adaptação de "novas fontes de renda", seja através de taxação (licenças metropolitanas de pesca), exclusividade em rios secundários através de "contrato" entre as comunidades, operadores e o estado (município). Já presenciei alguns lugares APÓS essas medidas serem implementadas e se tornarem operacionais, e constato que é uma diferença enorme nos resultados obtidos... Contudo, a demanda de grupos de pesca aos operadores é algo constante, imperativo, que começa a ser tratado com muita antecedência (falar em 12 meses de antecedência é quase um lugar comum). Destinos variados, resultados também variados e o mais importante, o crescimento dos custos necessários para atender às especificações apresentadas na venda do produto. Outra coisa presente é a capacidade criativa dos inúmeros "ex-pescadores profissionais" em montar suas próprias operações, já com uma "oferta de acessórios" bem inferior aos grupos tradicionais. Refiro-me ao "bate e volta", as acomodações mais simples, os acampamentos em pontos do rio, além da interligação de toda essa operacionalização ofertada. Venho observando (essa é minha dedução) que em tempo não tão distante assim, teremos sinais mais evidentes do que essa "superlotação" de botes pescando irá gerar mais frustração do que o próprio "repiquete", que não pode ser controlado, apenas servir de "justificativa" para a diminuição dos resultados esperados para aqueles que esperaram e disponibilizaram "uma grana" para seus sonhos de pesca.
-
Isca danificada no sol, tem reparo?
Kid M respondeu ao tópico de JoaoOtavio em Assuntos Gerais (água doce)
Existem algumas situações em que manter as iscas que não estiverem em uso guardadas em local "coberto" é sinal de experiência. Quase sempre retiramos as iscas que serão usadas inicialmente (que muitas vezes são as escolhidas para o dia todo) para um local onde possam ser usadas sem maior dificuldade. existindo em algumas embarcações, um "porta iscas" (em que as iscas ficam penduradas no sentido vertical) ou mesmo um "recanto no bote" em que "ameacem" menos a se ter a dor de uma "furada". Aprendi (tempos atrás) que "a tralha reserva" (incluindo as iscas) deve permanecer num local onde não apresente risco (inclusive de caírem no rio). Com essa providência, não haverá insolação nas superfícies da iscas plásticas, evitando que essas deixem de apresentar o que delas se espera. Outro momento a ser observado é na parada para o almoço (às vezes lanche), quando poucos se dão ao trabalho de retirá-las do conjunto. Dependendo do tempo dessa "parada física", as iscas poderão apresentar o início de danificação do "molde plástico", se tornando inúteis Certamente que também já passei por esse tipo de problema, quase sempre nas iscas consideradas "pegadeiras"... Lembrar também que a evolução da indústria desses moldes vem sendo aprimorada, não apenas na fidedignidade da aparência externa, mas também do comprometimento indesejado de eventuais estragos, sem esquecer que a partir do momento em que uma experiência for negativa, fica difícil mudar essa "sensação de fragilidade" de desempenho e resistência dessa isca utilizada. Me lembrei agora de um exemplo que abrange essa situação. Todo mundo já deve ter usado a T20 (Jumping minnow da Rebel). Quem deixou de trocar as garateias de fábrica por outras consideradas como "tropicalizadas", com dureza de até 6x do original fornecido...? Já estão tentando melhorar essas garateias para o mercado sul americano, por conta da força de nossos peixes. Porém, você arriscaria pescar na Amazônia com uma isca original dessas sem trocar as garateias e split rings ? Pois é... -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Kid M respondeu ao tópico de VitorMorais em Assuntos Gerais (água doce)
Grande Betão, também conhecido como Caranha ! Essas nossas pescarias sempre deixam boas lembranças ! Não me recordo desse "furto", mas que tenha lhe favorecido... Essa época foi um tempo em que as "sub walk" ainda estavam chegando... (as da Rapala eram imbatíveis) Voltando ao "tema" das "Big Bates", me considero um "conservador", pois prefiro - sempre - material mais leve. Abro muitas vezes de ir com "artilharia pesada" para um troféu , em troca de bons peixes pegos no material médio. Entendo que vai de cada um (nem preciso falar nos fominhas das hélices), mas o que importa é a satisfação de estar pescando. Peixe sempre será algo secundário num grupo de pesca - mesmo que tentem mudar esse conceito para as capturas... O melhor do dia é - muitas vezes - a resenha da chegada, onde as brincadeiras & relatos fazem bem ao coração... -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Kid M respondeu ao tópico de VitorMorais em Assuntos Gerais (água doce)
Para não ficar "no ar", permita-me esclarecer que essas brincadeiras dentro do grupo composto de amigos é algo tão bom (ou melhor) que algumas pescarias (vide o reconhecimento feito pelo Fabrício). Entendo - sempre - que há hora para tudo ! Na verdade, todos que vão pescar e tem tralha a ser levada (esquema dos "empréstimos"), via de regra apostam nas duplicadas (ou triplicadas) daquelas que também são conhecidas como "matadeiras"! Os mais antigos nessas idas e voltas de pescarias distantes, apostam em menor variedade das "desconhecidas" e mais das tradicionais. Mas claro que dependerá sempre da composição nos grupos... (no nosso, não pode levar faca ) -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Kid M respondeu ao tópico de VitorMorais em Assuntos Gerais (água doce)
Coisa feia Fabrício, Logo você, que deveria dar o exemplo... -
Boa tarde Vitor, Já abandonei essas compras internacionais. Além do preço do dólar estar elevado, tem o crescimento dos preços na moeda em que se vende e produto, e - ainda pior - a aplicação de impostos, alguns dos quais são uma bitributação no produto importado... Até mesmo as "isquinhas xing lee" que amainavam a ansiedade dos pescadores nos preparos (dificilmente de serem usadas) das tralhas a serem levadas... Mais grave então, é "desistir" da compra quando chega a tributação (como a que postou), pois os Correios (que estão "quebrados") permanecem cobrando e ameaçando inserção nos "SPC da vida" (enchem o saco até dos mais pacientes).
-
Parabéns pela pescaria e as imagens postadas !
-
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Kid M respondeu ao tópico de VitorMorais em Assuntos Gerais (água doce)
João, Concordo integralmente com seu comentário. Para nós, que reservamos toda a adrenalina para uma pescaria anual, não dá para ficar nessa de "só perseguir o troféu". Respeitando aqueles que entendem diferente, as pescarias precisam combinar uma forma de exigir uma maior qualidade do pescador Melhor dizendo, é preciso ter um conjunto que permita a diversão tanto dos peixes maiores, quanto aos candidatos à troféus. Ganhar e perder é a essência da pescaria, principalmente sabendo que o peixe será devolvido à vida. Pescar com equipamento mais leve, permite associar uma necessidade de maior técnica no embarque da presa. Acredito muito nisso, mesmo que precise arriscar a perda da fisgada, mas justifica a emoção. Gosto sempre de defender a utilização de iscas menores (máximo de 12 cm), que nos casos de peixes maiores permitem um "encharutamento"... -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Kid M respondeu ao tópico de VitorMorais em Assuntos Gerais (água doce)
Bom dia Vitor, Esse é um comentário mais que procedente. Existem as convicções pessoais (a pescaria é feita com base nelas) e os comentários com alguma isenção... Claro que nunca é fácil buscar uma visão neutra de um tema como esse, já que o aprendizado nos faz ter preferências... Da mesma forma, observo que "nossas escolhas" passam sempre por alguma motivação de "algo que deu certo" nessa experiência. Estou me referindo aos tamanhos das iscas, pesos, cores, formas de nado e mais que tudo, na crença de que funcionará. Já observou que "nossa crença" faz com que exista mais tempo de insistência em determinadas iscas, quando lançadas nos pontos de pesca. Como exemplo, iscas de hélice dificilmente são substituídas por outras opções, como zaras, poppers, sitick... pois há crença que num momento, funcionarão. Parte do "encanto" em pescar com as iscas artificiais passa pela "disputa" do pescador consigo próprio na escolha (ou insistência) do que usar... Certamente que pescadores com maior experiência podem fazer isso de forma mais presente, ou até mesmo seguirem a "dica" do guia... Em determinado momento, aprendemos algumas regras básicas a não serem desprezadas, dentre elas a "função do guia" na pescaria... -
Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Kid M respondeu ao tópico de VitorMorais em Assuntos Gerais (água doce)
Fala Vitor, blz ? Pois é rapaz, tenho acompanhado essa sucessão de iscas cada vez maiores e não me convenci dessa eficácia esperada. Não tenho qualquer dúvida que ajuda selecionar os predadores, mas chegam a ser exaustivas de serem trabalhadas. Num passado nem tão remoto assim, admirávamos a excelência de atração das colheres, das iscas de meia água, jigs e algumas de superfície. Hoje chega a ser difícil acompanhar o ritmo desses lançamentos, cada vez mais pesados e grandes, impondo mudança de conjuntos. Dificilmente se irá encontrar alguém pescando sem que tenha 3 conjuntos para escolher (não acho isso errado), até por conta das suas escolhas. Refiro-me contudo ao tempo em que uma "boa vara" era quase que suficiente para se encarar alguns dias de pesca com ótimos resultados. Isso, como já foi dito anteriormente, é algo de cada pescador ! Quanto mais "minucioso" no conjunto a ser usado, maior será sua quantidade de tralhas Lembro-me (aí já faz tempo) de que o encontro com pescadores americanos na AM, surpreendíamo-nos com as "enormes iscas de hélice" usadas. Passou o tempo e também nós brasileiros desenvolvemos esse procedimento de pesca que praticamente "engessa o pescador" nessa opção. Acredito que as opções (cada vez maiores) farão com que essas seleções do que ter e usar (não é a mesma coisa) acabarão por acontecer. -
[Relato] Barcelos 2025. Outubro - Pousada Paca Açu Fishing
Kid M respondeu ao tópico de Adalberto Magrao em Relatos de pescaria (água doce)
Grande Magrão ! Sempre nos trazendo um relatinho denso e com muitas imagens ! Parabéns pela pescaria... -
Rio Caracol - Ilha do Bananal Setembro 2025
Kid M respondeu ao tópico de MarcioPaulo em Assuntos Gerais (água doce)
Programa bem divertido, com grande variedade de espécies... Parabéns e grato por compartilhar conosco -
Uma nova tendência ou só um "modismo"...?
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Assuntos Gerais (água doce)
Não sou especialista (ou estudioso do assunto), mas em tese, deveria ter os mesmos motivos das demais iscas... Da mesma forma, também os aspectos "positivos" versus os considerados como "negativos". Entendo que vai muito do pescador e da forma como trabalha essas iscas "modificadas" para o "inline". Essas iscas pertencem ao amigo Marcel Werner, estudioso e ótimo pescador, que exemplificam o tema...