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Kid M

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Tudo que Kid M postou

  1. Minha experiência com o Giovani Papa também não foi boa... "Descobrimos" que a semana de pesca contratada (e paga) era um dia depois do deslocamento feito para Porto Velho. Conseguimos contornar a questão dos custos (inclusive do dia parado em Porto Velho) e fazer uma semana de pesca mais curta. Não recomendaria seus serviços de coordenação e venda a pessoas interessadas.
  2. Cristiano, Apenas apontando alguns pontos que me parecem anteceder esse ponto de vista de "exclusividade de rios". A questão primordial é sabermos (e aceitarmos) que este é um país de muitas desigualdades, em qualquer dos aspectos avaliados... Isto posto, vem agora a questão do que é correto nos repasses que chegam aos municípios, e por consequências às populações que por lá vivem. Dinheiro NUNCA DEIXA DE TER, mas falta um pouco de consequência nas esferas de corrupção e/ou má gestão com o dinheiro público. A pergunta que fica no ar, é porque estão "privatizando" alguns dos rios, tornando-os locais de gestão dos povos ribeirinhos que lá habitam... Sempre tive essa mesma visão "deturpada" dessas ações de "áreas silvestres terem donos", até poder comparar situações similares de comunidades ribeirinhas, onde uma passou a ter uma gestão da operação de pesca e a outra, uma maneira de benefício próprio, principalmente dos fornecedores. Apenas alguns (como você) se permitem a enfrentar um "acampamento" e fazer uma pescaria raiz, com todo ganho de convivência (e dificuldades) a serem superadas (AC, banho quente, comida saudável, bebida gelada, e por aí segue), mas o custo certamente será menor (assim como os segmentos de apoio) No caso de uma comunidade apoiada por um contrato de gestão (ganho em licitação - ainda que tendenciosa, se for o caso), existem uma série de obrigações a serem cumpridas pelo operador, fiscalizados por órgãos municipais, e a própria comunidade que interage... Alguns fatos me surpreenderam (e compartilho alguns deles), principalmente por uma dessas "exclusividades" estar entranhada na bacia do rio Negro, em local quase fronteiriço, onde certamente ninguém se interessa ir "para acampar". Para não fazer suposições, quis visitar a comunidade (no que fui atendido) de uns 120 moradores (de recém nascidos à idosos). O conceito de "preservação" certamente era anterior à negociação entre as partes, mas não a distribuição de celulares (todos passaram a ter um e com isso, ter mais independência pessoal, acessando bancos), comunicando-se com outros locais de interesse... (claro que após a instalação da TVLink ser disponibilizada de forma livre para qualquer acesso). Claro que os guias de pesca foram recrutados (e treinados) para um atendimento primoroso e compatível aos custos de ir buscar a emoção desejada. Da mesma forma, os equipamentos são novos e completos nos diversos botes utilizados. Ainda falando da "co-participação", importante lembrar as instalações de placas de energia solar, os conceitos de área sanitária e, pasmem, a visita semanal de uma equipe de suporte médico (com a presença do profissional médico de 15 em 15 dias). A parte da educação também se coloca nesse esquema, pois diariamente as inúmeras crianças da região chegam para ter seu aprendizado cultural. Acho que já está de bom tamanho... Perdoem-me se atingi alguns que não conseguem ver esses benefícios de gestão coletiva (mesmo que com um operador privado), num local tão esquecido pelos governos municipais e estaduais... Novamente, e os recursos repassados pelo governo federal (instituídos pela constituição) não surgem ou são distribuídos pelos que deles necessitam? É muito dura observar que com um pouquinho de "boa vontade" daria para "consertar", mas será que desejam?
  3. Prezado LucaoCR, Já inicio essa postagem agradecendo-lhe pela observação que postou... Até então os planos de aposentadoria me acompanham, mas como todos que pescam sabem, não é simples parar... A redução contudo, é algo que se impõe, principalmente pelo condicionamento físico daqueles que - como eu - já estão próximos "do lucro". Tenho pensado bastante sobre esse tema (dentre outros) já com um foco mais direcionado a "viver das lembranças" de ótimas temporadas. Acredito que posso falar em "legado", não apenas no grupo "Mocorongos", pelas oportunidades de convívio e participação de diversos amigos... O FTB não deixa de ter suas lembranças (quase sempre muito boas), mesmo com enorme redução de minhas postagens mais recentemente. Continuo com o hábito de "dar uma passada" pelo FTB quase que diariamente, mas agora com mais tolerância e maturidade (talvez). Pelo lado positivo, estar com meu apelido (Kid M) entrelaçado ao FTB, sempre me geraram oportunidades de conhecer pescadores e mais que isso, pessoas que se tornaram alinhadas num mesmo propósito de acompanhamento da conservação da vida silvestre brasileira. Pescar & Soltar no seu início foi motivo de muita "resistência" daqueles que pescavam, mas hoje tem uma filosofia entranhada naqueles que nos sucederão. Ter conversado com esses caras que hoje se tornaram "ícones" da pesca, é algo que deixou um resultado inesquecível... Não vou nominar essas pessoas pela enorme possibilidade de deixar "alguns de fora", sem serem citados (a idade é cruel nesse quesito) Ressalvo apenas o incentivador / administrador Fabrício Biguá e o também moderador Xandego, com quem desenvolvi ao longo desse tempo, amizades robustas e verdadeiras, que superaram a rotina de moderação do FTB... Esses caras encarnam o espírito dos Mocorongos, e mais que isso, já fizeram parte de nossos grupo de pesca, e se tornaram sempre presentes nas nossas resenhas... Já estivemos juntos aqui em Salvador (Praia do Forte), Goiânia e Brasília... Essa não é uma postagem de despedidas, mas uma oportunidade de passar para os que chegaram há menos tempo, que "manter vivo" (ativo) o FTB é algo muito positivo para aqueles que ainda estão "no início" de conhecimento prático das tralhas e das manhas a serem superadas... Por fim, fica também o reconhecimento (e aplauso) ao LucãoCR pelas considerações postadas sobre a evolução da pesca na bacia do rio Negro.
  4. Comprei essa há bastante tempo (nos EUA) e valeu cada dólar (que não foram poucos...) Na verdade são direcionadas aos pescadores de Fly Fishing, mas são muito confortáveis Claro que são feitas com material de proteção solar (talvez um UV+ diferenciado). Quem usar uma dessas, terá dificuldade de usar outra... Acho que tem à venda no Bass Pro Shop, ou na própria Orvis (a meca do Fly)
  5. Apenas para dar um pouco mais de ênfase ao que postei acima. Voltamos a buscar solução desse tema com a "contrapartida" de empresários que operam nesses locais de pesca. O grande problema (apenas minha opinião de pescador) é que essas operações estão se transformando em algo muito requintado para o que se deseja, ou seja, um período de convívio com amigos, com a natureza e uma forma de relaxar - claro que a pescaria é a ambição de todos, ainda mais com promessas de troféus... A abordagem do declínio da utilização dos "ribeirinhos" e/ou antigos pescadores profissionais, já foi bem enfocada pelo Vitor, mas estamos visualizando a falta de outras oportunidades para esse tipo de "mão de obra" e com isso uma maior pressão de "pescarias ilegais" (não respeitadas as regras de exclusividade e contrapartida dos operadores...)
  6. Mesmo com um pouco de antecedência, é preciso aproveitar o momento atual, que é do início de festividades de final do ano. Acredito que cada um de nós (usuários ou não do FTB) tem suas queixas anuais, independente de serem (ou não) de pescaria. Nesse próximo ano, que tem Copa do Mundo de Futebol, eleições majoritárias, entre outras "coisas", tem também a continuidade de "sonhos de pescador" para fotografar e exibir um exemplar considerado recorde e que vire seu troféu... 🏆 Será tempo também de não nos esquecermos que a vida é uma sequência de bons e maus momentos e precisamos encará-los. Nós do FTB estaremos sempre buscando aquilo possa possa interessar nossos usuários, inclusive para que apareçam mais... Desejamos a todos (usuários ou não do FTB) que este final de 2025 propicie novos planos (ainda melhores) para 2026
  7. Acredito que isso será "um tiro no pé", caso se confirme. Independente do 'benefício político" de demarcação da "terra indígena", parecem esquecer que o impulso existente em Barcelos foi causado (basicamente) pelo desenvolvimento da pesca esportiva na região. Muito da economia municipal dessa região e alternativa de trabalho (que não é extrativista) é "algo a ser esquecido"... Entendo que "a posse" dos rios e suas exclusividades de "aluguel" é algo absolutamente bizarro e inoportuno. O benefício de algumas "representações indígenas" irá sufocar as já instaladas operações e suas utilizações de população ribeirinha. Certamente que esse movimento - caso avance neste sentido - será o "começo do fim" das possibilidades de pescadores esportivos menos bonificados financeiramente, possam conhecer e usar a região da bacia do rio Negro e afluentes. Correrá o sério risco de imitar o destino da área do Pantanal, onde os investimentos em Pousadas e barco hoteis "quebraram" essas operações.
  8. Lucão, Acredito que o Beto possa lhe sugerir algumas respostas, pois além de morar "no lado de lá", gosta de pescar no mar... Tenho pescado pouco (praticamente nada) e mesmo assim restrito à água doce. Todo o litoral do Ne é muito piscoso, principalmente nas proximidades de foz de rios de água doce. A pesca hoje está muito mais conscientizada e vigiada, daí - talvez - essa fartura de robalos e assemelhados. Já as pescarias em mar aberto, também são muito interessantes com bons resultados no jig. Saídas de Salvador, Guarajuba, Praia do Forte são operações sempre muito disputadas pelos interessados. Para fazer "a média" com a esposa, qualquer desses locais se transformam em ótimas opções. Precisa sim, se for na temporada (verão e férias escolares) fazer reserva com um pouco de antecedência.
  9. Boa tarde Edmar, Já pescamos duas vezes na região do Nhamundá. Em ambas vezes encontramos "fartura", mesmo que esta não se comparasse aos resultados do rio Negro. Contudo, os peixes Vazorelli - mesmo sem serem aqueles troféus desejados, honraram suas capturas com muita luta. Nas duas vezes que fomos (uma por Parintins e outra por Terra Nova), usamos os serviços do PESCAMAZON do operador Nelson Laje. Não sei se ainda opera por lá, pois tinha uma outra operação na ilha do Marajó, onde os objetivos eram os pirarucus... Apesar do tempo decorrido, o local era pouco pressionado, embora o rio Nhamundá tenha canal com boa profundidade para barcos maiores. Em ambas as vezes que fomos, o acesso na foz do rio era feito por botes c/motorização de 30 HPs - guias da região. Embarcamos bastante peixes, mas o destaque foi um Vazorelli de 6 kg que não resistiu a uma isca de meia água... Logística não é (ou era) boa, mas é uma alternativa a ser mais pesquisada. Lembrei também que quem tinha uma operação excelente na boca do Nhamundá (acho que o rio era o paracutú - ou algo parecido) era o Marcel Werner (ele é do FTB), que poderá lhe passar dicas e indicações mais adequadas - ele não opera mais por lá, mas deve ter boas informações.
  10. Pois é Gabriel, Dentro do atual cenário que enfrentamos no dia a dia, melhor mesmo tentarmos ficar focados nas pescarias... Nada contra a manifestação de quem quer que seja, embora esse espaço seja direcionado aos "causos" e "relatos" das nossas pescarias...
  11. Pois é Lucas, Essa é um notícia que tem tudo a ver com a melhora de conhecimento da espécie. Particularmente fico esperançoso que uma ação conjunta entre um operador de renome (Zaltana) com o IBAMA, seja para valer e dar início a outros aspectos... Independentemente das características coletadas através do "tagueamento", o exemplo que isso poderá significar na conscientização da preservação ambiental Sem pretender "me alongar" nesse tema, comparo-o (medidas as proporções) ao conceito de "Pesca & Solte" nos seus primórdios... Esses "passos" de lideranças da pesca esportiva foram importantíssimas para essa sedimentação do conceito até a transformação de uma política de pesca.
  12. Lucão, As resistências dessas espécies é mesmo muito grande. Encrenca certa para o conjunto e o pescador
  13. Concordo Cristiano, não apenas com essa sua afirmativa, como o texto postado.
  14. Rockenbach, Já estivemos no Nhamundá por mais de uma vez e concordo parcialmente com sua postagem. Na verdade são operações diferentes, até por conta das características dos diversos rios de lá. A atração dos "açus", nessa região da divisa do Pará com o Amazonas, oferece uma boa diversidade de espécies, mas que não são os "grandes açus do Negro" Não conheço essa operação do Amazon Spirit, que parece ser boa o suficiente para ser usada diversas vezes por um mesmo grupo. Quem teve uma operação que parecia ser muito bem estruturada foi o Marcel Werner, nosso usuário, na entrada do "Lago da lua". Importante ter a realidade em que a cada ano que se passa, a idade "vinca mais o corpo", daí a busca de alternativas mais confortáveis. Não me refiro a "luxos", mas algumas coisas que são quase que uma necessidade para quem viaja para tão longe...
  15. Bruno, Concordo com essa mesma tese de pescarias feitas por "pescadores esportivos" em operações com guias e coordenadas por quem faz disso um meio de vida. Não nos esqueçamos que o grande "matador de peixes" são os profissionais que capturam e vendem as capturas. Para estes, os grandes peixes sempre serão o foco da oferta. Mas esses começam a ser "fiscalizados", principalmente por aqueles moradores que já entenderam que o peixe vale bem mais vivo que morto...
  16. Lucão, Entendo assim também, mas essa alternativa de pesca "abaixo de Barcelos" é algo que somente agora parece estar sendo oferecida, possivelmente pela pressão das áreas acima de Barcelos.
  17. Surpreende-me bastante as informações das operações que se realizam na bacia do rio Negro. Claro que se trata há muito previsto e anunciado, mas me parece que estamos diante de um "novo Pantanal". Melhor explicando essa conversa de "pantanal", já que por muito tempo foi a meca das pescarias e sonho de muitos. É preciso reconhecer que os cenários são parecidos, mas diferentes, face algumas tentativas de proteção ao tucunaré. Quando se menciona o Pantanal, é preciso lembrar que além da pesca liberada, tinham - também - os pescadores profissionais com diversas indústrias montadas para a comercialização do pescado... claro que ficou "água arrasada"... Posso estar sendo "alarmista", mas a incidência de pescadores nos aeroportos & cidades ribeirinhas é muito elevada. Somando isso ao complemento dos que chegam pelo próprio rio Negro em transporte regional, fica ainda "pior"... Como comparação (nada além disso), Barcelos era a capital mundial dos peixes ornamentais, com uma economia girando em torno dessa atividade que tinha até "grupos rivais" no folclore regional. O escoamento dessa "matéria prima" era colossal, não importando as enormes perdas dos peixes "exportados" (era muito barato o milhar desses alevinos ou juvenis comercializados). Hoje é difícil encontrar referências disso, e mais ainda, interesse em reativar o negócio... (certamente por conta de outras alternativas dos compradores) No caso dos tucunarés da bacia do rio Negro (e arredores), ações de proteção estão sendo implementadas (acabaram as incursões de "barcos geleiras" para transporte do pescado até Manaus - centro consumidor). A obrigatoriedade do "pesque e solte" (nas espécies protegidas) e a conscientização dos ribeirinhos (incluídos os piloteiros e mão de obra disponível para as operações de pesca) muito tem feito nessa preservação, MAS é preciso lembrar que o tempo de crescimento dos troféus é lento, insuficiente para atender esse imenso grupo de pescadores que se desloca para "aqueles dias maravilhosos". A economia regional passa por uma adaptação de "novas fontes de renda", seja através de taxação (licenças metropolitanas de pesca), exclusividade em rios secundários através de "contrato" entre as comunidades, operadores e o estado (município). Já presenciei alguns lugares APÓS essas medidas serem implementadas e se tornarem operacionais, e constato que é uma diferença enorme nos resultados obtidos... Contudo, a demanda de grupos de pesca aos operadores é algo constante, imperativo, que começa a ser tratado com muita antecedência (falar em 12 meses de antecedência é quase um lugar comum). Destinos variados, resultados também variados e o mais importante, o crescimento dos custos necessários para atender às especificações apresentadas na venda do produto. Outra coisa presente é a capacidade criativa dos inúmeros "ex-pescadores profissionais" em montar suas próprias operações, já com uma "oferta de acessórios" bem inferior aos grupos tradicionais. Refiro-me ao "bate e volta", as acomodações mais simples, os acampamentos em pontos do rio, além da interligação de toda essa operacionalização ofertada. Venho observando (essa é minha dedução) que em tempo não tão distante assim, teremos sinais mais evidentes do que essa "superlotação" de botes pescando irá gerar mais frustração do que o próprio "repiquete", que não pode ser controlado, apenas servir de "justificativa" para a diminuição dos resultados esperados para aqueles que esperaram e disponibilizaram "uma grana" para seus sonhos de pesca.
  18. Existem algumas situações em que manter as iscas que não estiverem em uso guardadas em local "coberto" é sinal de experiência. Quase sempre retiramos as iscas que serão usadas inicialmente (que muitas vezes são as escolhidas para o dia todo) para um local onde possam ser usadas sem maior dificuldade. existindo em algumas embarcações, um "porta iscas" (em que as iscas ficam penduradas no sentido vertical) ou mesmo um "recanto no bote" em que "ameacem" menos a se ter a dor de uma "furada". Aprendi (tempos atrás) que "a tralha reserva" (incluindo as iscas) deve permanecer num local onde não apresente risco (inclusive de caírem no rio). Com essa providência, não haverá insolação nas superfícies da iscas plásticas, evitando que essas deixem de apresentar o que delas se espera. Outro momento a ser observado é na parada para o almoço (às vezes lanche), quando poucos se dão ao trabalho de retirá-las do conjunto. Dependendo do tempo dessa "parada física", as iscas poderão apresentar o início de danificação do "molde plástico", se tornando inúteis Certamente que também já passei por esse tipo de problema, quase sempre nas iscas consideradas "pegadeiras"... Lembrar também que a evolução da indústria desses moldes vem sendo aprimorada, não apenas na fidedignidade da aparência externa, mas também do comprometimento indesejado de eventuais estragos, sem esquecer que a partir do momento em que uma experiência for negativa, fica difícil mudar essa "sensação de fragilidade" de desempenho e resistência dessa isca utilizada. Me lembrei agora de um exemplo que abrange essa situação. Todo mundo já deve ter usado a T20 (Jumping minnow da Rebel). Quem deixou de trocar as garateias de fábrica por outras consideradas como "tropicalizadas", com dureza de até 6x do original fornecido...? Já estão tentando melhorar essas garateias para o mercado sul americano, por conta da força de nossos peixes. Porém, você arriscaria pescar na Amazônia com uma isca original dessas sem trocar as garateias e split rings ? Pois é...
  19. Grande Betão, também conhecido como Caranha ! Essas nossas pescarias sempre deixam boas lembranças ! Não me recordo desse "furto", mas que tenha lhe favorecido... Essa época foi um tempo em que as "sub walk" ainda estavam chegando... (as da Rapala eram imbatíveis) Voltando ao "tema" das "Big Bates", me considero um "conservador", pois prefiro - sempre - material mais leve. Abro muitas vezes de ir com "artilharia pesada" para um troféu , em troca de bons peixes pegos no material médio. Entendo que vai de cada um (nem preciso falar nos fominhas das hélices), mas o que importa é a satisfação de estar pescando. Peixe sempre será algo secundário num grupo de pesca - mesmo que tentem mudar esse conceito para as capturas... O melhor do dia é - muitas vezes - a resenha da chegada, onde as brincadeiras & relatos fazem bem ao coração...
  20. Para não ficar "no ar", permita-me esclarecer que essas brincadeiras dentro do grupo composto de amigos é algo tão bom (ou melhor) que algumas pescarias (vide o reconhecimento feito pelo Fabrício). Entendo - sempre - que há hora para tudo ! Na verdade, todos que vão pescar e tem tralha a ser levada (esquema dos "empréstimos"), via de regra apostam nas duplicadas (ou triplicadas) daquelas que também são conhecidas como "matadeiras"! Os mais antigos nessas idas e voltas de pescarias distantes, apostam em menor variedade das "desconhecidas" e mais das tradicionais. Mas claro que dependerá sempre da composição nos grupos... (no nosso, não pode levar faca )
  21. Coisa feia Fabrício, Logo você, que deveria dar o exemplo...
  22. Boa tarde Vitor, Já abandonei essas compras internacionais. Além do preço do dólar estar elevado, tem o crescimento dos preços na moeda em que se vende e produto, e - ainda pior - a aplicação de impostos, alguns dos quais são uma bitributação no produto importado... Até mesmo as "isquinhas xing lee" que amainavam a ansiedade dos pescadores nos preparos (dificilmente de serem usadas) das tralhas a serem levadas... Mais grave então, é "desistir" da compra quando chega a tributação (como a que postou), pois os Correios (que estão "quebrados") permanecem cobrando e ameaçando inserção nos "SPC da vida" (enchem o saco até dos mais pacientes).
  23. Parabéns pela pescaria e as imagens postadas !
  24. João, Concordo integralmente com seu comentário. Para nós, que reservamos toda a adrenalina para uma pescaria anual, não dá para ficar nessa de "só perseguir o troféu". Respeitando aqueles que entendem diferente, as pescarias precisam combinar uma forma de exigir uma maior qualidade do pescador Melhor dizendo, é preciso ter um conjunto que permita a diversão tanto dos peixes maiores, quanto aos candidatos à troféus. Ganhar e perder é a essência da pescaria, principalmente sabendo que o peixe será devolvido à vida. Pescar com equipamento mais leve, permite associar uma necessidade de maior técnica no embarque da presa. Acredito muito nisso, mesmo que precise arriscar a perda da fisgada, mas justifica a emoção. Gosto sempre de defender a utilização de iscas menores (máximo de 12 cm), que nos casos de peixes maiores permitem um "encharutamento"...
  25. Bom dia Vitor, Esse é um comentário mais que procedente. Existem as convicções pessoais (a pescaria é feita com base nelas) e os comentários com alguma isenção... Claro que nunca é fácil buscar uma visão neutra de um tema como esse, já que o aprendizado nos faz ter preferências... Da mesma forma, observo que "nossas escolhas" passam sempre por alguma motivação de "algo que deu certo" nessa experiência. Estou me referindo aos tamanhos das iscas, pesos, cores, formas de nado e mais que tudo, na crença de que funcionará. Já observou que "nossa crença" faz com que exista mais tempo de insistência em determinadas iscas, quando lançadas nos pontos de pesca. Como exemplo, iscas de hélice dificilmente são substituídas por outras opções, como zaras, poppers, sitick... pois há crença que num momento, funcionarão. Parte do "encanto" em pescar com as iscas artificiais passa pela "disputa" do pescador consigo próprio na escolha (ou insistência) do que usar... Certamente que pescadores com maior experiência podem fazer isso de forma mais presente, ou até mesmo seguirem a "dica" do guia... Em determinado momento, aprendemos algumas regras básicas a não serem desprezadas, dentre elas a "função do guia" na pescaria...
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