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Tudo que Kid M postou
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Operação de barco hotel (Black Fish) em Barcelos
Kid M respondeu ao tópico de BrunoCesardePaulaSilva em Assuntos Gerais (água doce)
Seria este ? Barco regional adaptado ? Desconheço... De repente minha pesquisa foi no alvo errado... -
Melhorias nos "transfers" amazônicos...
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Assuntos Gerais (água doce)
Caro Vagner, Não há como não concordar com suas observações. Incomoda-me - quase sempre - pelo pouco caso junto aos clientes de praticamente todas as empresas aéreas. Empresas cancelam voos com muita simplicidade (claro que não o fazem sem razão de ser), esquecendo-se dos sus clientes. Na região amazônica, desde que pescamos por lá, a dificuldade de ter tranquilidade de que tudo sairá conforme acertado é imensa. Já passamos por atrasos, cancelamentos e até retorno por "questões técnicas". Claro que os custos de manutenção são elevados, mas também aviões velhos (Bandeirantes) não são substituídos com frequência. Até mesmo as aeronaves ATR que haviam chegado para diminuir essa lacuna, também pararam de voar por lá... Neste nosso país de "assistencialismo e picanhas" não há muito a esperar de melhorias nesse setor... -
Certamente uma atitude de respeito ! 🏆 Parabéns Charles
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Beleza de retorno Esses "caras" (Charles & Cia) sempre foram muito cuidadosos nesse aspecto. Pelo visto, tudo resolvido ! Suponho que ele tenha substituído as iscas defeituosas...
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Bruno, Acho difícil terem diminuído a qualidade do produto. Pior ainda quando parece se repetir em vários momentos,.. Entendo que os fabricantes precisam se manifestar sob pena de perderem mercado
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Locais de 80'Up somem os tucunas menores! Por que?
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Assuntos Gerais (água doce)
É por aí mesmo, pelo menos as capturas foram interessantes... -
Locais de 80'Up somem os tucunas menores! Por que?
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Assuntos Gerais (água doce)
Eu não estava, mas já estive com quem foi... Vamos lá ! Operação redonda, com ótimo esquema de transfer (tanto o jato da Azul, quanto as lanchas rápidas para o local do encontro) Tanto o "flutuante" quanto o acampamento avançado foram excelentes. Comida boa, mas não o que se esperava... (podia ser mais criativa) Botes e equipamentos bons. Destaque especial para os "ajudantes" além dos piloteiros ! Foram muito bem ! Esquema de comer no rio funcionou bem - dentro das limitações, mas poderia ser mais variado. O "garçom" fez a diferença ao entardecer. Algumas boas estruturas para peixes grandes, mas nada de quantidade a cada dia. Local para buscar o troféu acima de 80 cm. Os borboletas são uma sensação não apenas pelo tamanho, mas pela força e resistência para concluir o embarque. Pouquíssimos "pacas" de qualquer porte. Acho que conseguiram pegar um de 55 cm. Algumas traíras e quase nenhuma piranha. Iscas que funcionaram foram as de hélice, com destaque para as High Roller (como de hábito). Acho que 70% das capturas foram de hélice. Acredito que seja o que possa lhe adiantar... Quando estiver junto com quem foi, aparecerá mais a ser dito, mas aí você já estará postando seu relato com um 90 UP fotografado no seu bote. Aproveite sua semana... -
Locais de 80'Up somem os tucunas menores! Por que?
Kid M postou um tópico em Assuntos Gerais (água doce)
Recentemente parte do nosso grupo foi pescar em locais de peixes grandes, especificamente no rio Curicuriari, onde os tucunas capturados eram vitaminados ! Os exemplares de Borboleta eram enormes e muito brigadores, embora não estivessem em diversos locais dos pontos de pesca. Já os Açús (inclusive os ainda "pacas") eram sempre grandes e dotados de muita força no "cabo de guerra" travado até seus embarques (claro que os "maiores" fugiram, como de hábito). Mas e os peixes de porte menor ? Nada abaixo de 40 cm foi pego, ou melhor, foi visto em termos de Açús. Não me refiro a ataques nas iscas oferecidas, mas de serem vistos ao longo da semana... O rio Curicuriari é um local de extrema beleza, mas detém uma estrutura reprodutiva bastante inferior ao que se possa esperar (foram vistos inúmeros "ninhos", mas nada de filhotes). O que será que acontece, ou melhor, como é que se dá o ciclo reprodutivo dos Açús nessa região? Não há muitos encontros de igarapés e/ou outros rios que se juntam ao Curicuriari (pelo menos no local da operação) e até mesmo as praias de areias brancas não apresentam "drops", seguindo de forma natural até o canal do rio. Sem presas para a alimentação dos predadores, como é que os "troféus" 🏆 (os diversos 80 UP's embarcados) chegaram a esse tamanho (estou me referindo a peixes gigantescos, chegando aos 87 cm) ! Alguém tem alguma explicação para essa situação ? -
Rio Arirarrá e Rio Negro - Amazon Xplor - Setembro/2025
Kid M respondeu ao tópico de Fernando_Oliveira em Relatos de pescaria (água doce)
Certamente foi a melhor estratégia, até para preservar aqueles que são mais afetados com essa situação. Em termos de segurança de voo, essa situação não se classifica como "erro" e sim como CAGADA ! Vida que segue... -
Uma nova tendência ou só um "modismo"...?
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Assuntos Gerais (água doce)
Edmar, Concordo com "OPÇÃO DE TENDÊNCIA", embora "a modernidade" venha estabelecer essa nova alternativa com maior frequência nos pontos de venda... Apenas para complementar, as antigas iscas de hélice estão se popularizando, mas nem por isso vejo soluções "in line" nas pescarias e relatos... Vamos adiante que é papo para muitas opiniões, convergentes, ou não ! -
Rio Arirarrá e Rio Negro - Amazon Xplor - Setembro/2025
Kid M respondeu ao tópico de Fernando_Oliveira em Relatos de pescaria (água doce)
Bom dia Rockenbach, Mesmo sem nunca ter encontrado com o Eriberto, gostaria de retratar algo em sua participação. Desde os tempos em que ele tinha uma operação em Goiás, sempre se destacou pelo foco nos seus clientes. Sempre se destacou por oferecer uma opção mais operacional que viabilizasse a fidelidade de seus clientes. Além dos conjuntos de bote & motores, seus piloteiros eram bastante exigidos em coisas simples, mas eficientes, como máquinas de retrato nas mãos dos piloteiros (guias de pesca) especificamente para registrar as capturas e oferece-las posteriormente aos clientes... Chegamos a buscar uma data operacional do nosso grupo (Mocorongos), intermediadas pelo Fabrício e o Xandego, mas não aconteceu... O fato é que ele buscou um novo patamar na sua operação e se mudou para a Amazônia e deu início a um projeto muito ousado, que foi (é) o Amazon Explor. Estrutura de operações que estabeleceu na "boca do Arirarrá" é inacreditável, principalmente pela dificuldade de abastecimento e mão de obra. A bem da verdade, a qualificação dos prestadores de serviços na Amazônia chega a ser um "pesadelo", pois parece não existir qualquer fidelização e/ou reconhecimento de ambas as partes (ressalva para uns poucos...). Na terceirização de alguns dos serviços necessários às operações, é de se esperar alguns problemas, dentre eles a questão dos traslados aéreos (até mesmo náuticos). A pressão de pescadores cresce a cada ano e as companhias aéreas não conseguem se manter nessas rotas, mesmo em épocas em que as procuras de voos são intensas (faz parte), pois estão dentro da temporada. Entendo que as preocupações do Eriberto tem sido de "equacionamento das suas operações", e isso (até então) seria a disponibilização desses transfers aéreos até Barcelos, coisa que é feita através da contratação (frete) de empresas aéreas regionais. Acontece que essas empresas de fretamento aéreo não tem capacidade financeira de investimento para substituir suas aeronaves obsoletas, que continuam voando (insere-se nisso os aviões Bandeirantes, que tem idade de serem tratados como "avôs", de tão velhos que são). Os riscos são elevados, mas a expectativa dos viajantes que se prepararam para essas "semaninhas de pescaria", induzem ao aceite dessas aeronaves (claro que voam, até por serem reconhecidamente funcionais, tem manutenção, MAS SÃO OBSOLETAS - não há como fugir dessa realidade). Tenho a quase certeza que o Eriberto, cuidadoso que é, irá ampliar seu "check list" de providências pré-operacionais, para esse importante item conhecido como segurança aérea, gerando uma situação de controle e conforto de seus clientes. Bandeirantes - Bimotor fabricado pela Embraer - ótimo para sua época! Sky Carrier (derivado dos confiáveis monomotores Caravans) Os Bandeirantes deixaram de ser produzidos em 1971, ou seja, seguramente há mais de 50 anos... Precisa de mais que isso ? -
Rio Arirarrá e Rio Negro - Amazon Xplor - Setembro/2025
Kid M respondeu ao tópico de Fernando_Oliveira em Relatos de pescaria (água doce)
Parabéns pelo relato, principalmente com as transparências postadas... Difícil encontrar o peixe, não o divertimento, com um nível d'água tão elevado. Felizmente os novos aviões bimotores (Sucessores do ótimo Caravan) já estão começando a voar na Amazônia. A possibilidade de embarcar num bandeirantes (esses aviões devem ter + de 40 anos de serviço) é pior que não encontrar o peixe. Felizmente tudo correu bem e voltaram em segurança. Belas imagens dos peixes capturados ! E o Arirarrá é um dos mais belos rios afluentes do rio Negro! Puro show ! -
Vara para Stick/Zaras na Amazônia - 2025 ! Minha experiência
Kid M respondeu ao tópico de VitorMorais em Varas
Estou nesse filme! Na minha opinião, ter um conjunto equilibrado reduz (e muito) os riscos de quebra da vara. Como já foi mencionado, os "descuidos" são maiores que os técnicos ! Quantas são as varas que se partem no "fechar das portas", "colocação inadequado dentro dos tubos", "irritação com o macaco", etc... Estou num grupo "diferente, pois ainda pesco só com molinetes", mas consegui me adaptar (sem invejas das carretilhas) e não fazer feio... Cheguei numa etapa em que a substituição de 2 a 3 varas comerciais por uma customizada se tornou uma realidade. Esse é um "up grade" excelente. Fazer com que a vara possa ser "construída" dentro dos seus pré-requisitos de conforto e confiança é muito mais que "meio caminho andado". Não foi exclusividade, mas as varas preparadas pelo Marco e o Leo da CBM, me trouxeram a buscar (e usar) detalhes até então desconhecidos. -
Uma nova tendência ou só um "modismo"...?
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Assuntos Gerais (água doce)
Amigo Edmar, Muito legal a sequência de experiências que relatou ! Praticamente faltou "apenas" a pesca de bomba ☀️ (claro que é brincadeira) Também tive um longo caminho com experiências, quase sempre retratadas nas informações de terceiros, mais adiantados... Época de "matar o peixe", época de "trazer peixe para casa", época de competição em quem pegava mais, e por aí seguindo até a maturidade chegar e fazer com que entendêssemos que o peixe vivo sempre valeria mais que morto... Ao longo desse "passar de tempo", encontramos também grandes dificuldades de entendimento e fiscalização das regras estabelecidas. Num pais como o nosso, a "corrupção" de pequenas vantagens somadas, sempre incomodou quem pescava pelo prazer, não pelo resultado. As experiências na água doce sempre foram mais visíveis que as de água salgada, mas ambas sempre desafiaram o que podia ou não ser feito... Ainda hoje, aqui em Salvador, dentro da Baía de Todos os Santos - BTS, a pescaria através bomba continua acontecendo... (não é sobrevivência, é deseducação). -
Uma nova tendência ou só um "modismo"...?
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Assuntos Gerais (água doce)
A tese seria a de "machucar menos" o peixe. Apesar de se mostrar com um mínimo de veracidade, pode-se retrucar com a tese de que as garateias "furam menos" e deixam menos sequelas... Começo a suspeitar que estamos derivando para situações de exagero... (mas isso é apenas meu ponto de vista) O balanceamento das iscas, quando em fase de projeto, leva em consideração a ação das garateias (ou anzóis) tracionadas para melhor trabalho da isca. -
Tenho observado o crescimento de utilização de anzóis "in line" na substituição das garateias tradicionais em algumas iscas... Vejo também que não apenas "por curiosidade" dos pescadores, mas pela insistência de alguns ícones (pessoas e operações), que não apenas "enfatizam" essa substituição, mas determinam que apenas iscas de anzóis "in line" são permitidos em algumas operações. Não sou contra a mudança, mas terminantemente avesso à imposição desse esquema, pois é de se supor que os pescadores esportivos (os verdadeiros) são os primeiros a zelar pelo pesque & solte com peixes mais saudáveis retornando ao estado silvestre. Acredito inclusive, que algumas das iscas hoje em uso, perdem alguma eficácia quando as garateias são substituídas pelos anzóis "in line". Claro que será mais um desafio para a indústria das iscas artificiais, mas nem tão complicado assim... Basta lembrar que já existem iscas originais que trazem essa mudança antes de sua comercialização. Acho cedo para fazer um juízo de valor se uma é melhor que outra (ou vice versa), pois "as manhas" decorrentes dos recolhimentos realizados pelos pescadores não são uniformes. Por fim, acredito que existe de fato "uma tendência" no lançamento de algumas iscas artificiais por parte da indústria. Se essa mudança será algo que sustentará uma "nova forma" de pesca com iscas artificiais, somente o tempo dirá. E vocês, como estão observando essas "novidades" ?
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Gustavo, Não tenho "marcas" para indicar, mas sugestões de tralha para que possa refletir no que irá lhe interessar. O comprimento da vara deverá ser na faixa de 6'6", se pretende usar esse equipamento em outros locais que não "barranco". Ainda sobre a vara, a recomendação é de que a mesma tenha um blank médio ou (no máximo) medium heavy - estamos falando de flexibilidade. Pode ser para carretilha ou molinete, a escolha é sua, ou melhor, com qual delas você se sente mais confiante ? Importante que seja leve (compatível ao peso da vara) e contenha uns 100 m de linha (pelo menos isso, mas não precisará mais que isso) Linhas - atualmente todo mundo busca nas multifilamento a solução dos problemas de espessura e resposta às "ferradas" Na verdade, para quem está iniciando, acho até que as linhas mono (de boa procedência) funcionarão melhor. Depois passa para a multi. Por fim, a distância do lançamento dependerá exclusivamente a sua técnica de como fazê-lo (acredite, pois faz a diferença). A maneira de atingir essa plenitude dependerá do treino que fizer, lembrando que iscas muito leves precisam ser arremessadas por varas muito flexíveis. Finalizando, uma das melhores partes evolutivas das técnicas de pesca será a sua descoberta de como funciona melhor. Claro que os equipamentos certos facilitam, mas o primordial será (sempre) sua crença de se superar a cada pescaria.
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João Paulo, Nunca troquei assim como tive problemas com ela ! As versões "metalizadas" geravam um barulho de lata excelente. As garateias (desde sempre) eram propositalmente resistentes. O mercado direcionado sempre foi o interno. Já a Trairão, que sempre nadou muito, vinha com garateias grandes, mas não tão resistentes... Vejo muita especulação de que as iscas precisam ser grandes, mas acrescentaria serem de hélice. As iscas que sempre funcionaram bastante bem na superfície não passavam de 13 cm, mas as que sempre foram atacadas eram as de 10 cm.
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Nova Operação de Pesca em Paraibuna!
Kid M respondeu ao tópico de Joao Manoel Leonello Lucas em Assuntos Gerais (água doce)
Ainda na questão de "piloteiros pescarem", certamente que é tema para ser ajustado entre as partes... Já tive piloteiros que se incorporaram nas nossa pescarias e trabalhavam com iscas de hélice sem garateias... O objetivo era trazer os peixes do fundo para "os clientes" terem uma chance... Mais recentemente, observei que "a categoria" está se conscientizando (cada vez mais) em priorizar o cliente e o que se espera dele (piloteiro). Pode parecer "pouco", mas é dessa forma que haverá evolução nas operações de pesca, já que ninguém melhor que o piloteiro para zelar pelo sucesso da operação. -
Nível do Rio Negro em Barcelos - Temporada 25/26
Kid M respondeu ao tópico de Adalberto Magrao em Assuntos Gerais (água doce)
Já está na hora de darmos início da temporada de 25/26 Me aproveito da postagem do Adalberto, que trás o gráfico da evolução dos níveis do rio Negro em Barcelos.- 148 respostas
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- nível rio negro 2024
- tucunaré açu
- (e 1 mais)
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O que se apresenta como uma "construção quadrada na beira do rio", na verdade se trata de um local de muita procura em Barcelos, principalmente na temporada de pesca. Claro que existem outros locais onde existam Pousadas e/ou pontos de aluguel dentro da cidade... Contudo, nada supera o retorno das operações de pesca após diversos dias à bordo de suas embarcações. A estrutura do hotel é bastante simples, mas tem aquilo que se deseja após dias de muito sol e esforço físico. A utilização efetiva do local acontece no sábado à noite (maioria das vezes), quando as operações aquáticas se concluem. Também em função da chegada aérea dos novos grupos, que fazem o "leva e trás" com muita eficiência nos aviões Caravans (monomotores excelentes) e Bandeirantes (bimotores mais antigos). Via de regra com grupos de 9 à 12 passageiros. Estamos falando de um bom ar condicionado, banheiros com água quente, camas confortáveis, TV funcionando, WiFi para contato familiar, e a proximidade a um local que sirva uma boa comida para servir de base para as bebidas derradeiras... Pois então, o Amazonita entrega uma ótima solução de jantar que são boas pizzas, de tamanho avantajado que fazem sucesso. Também conseguir ficar num quarto com vista para o rio (Negro) é vantajoso, mesmo sendo sol poente e o calor ser inclemente. Dependendo da época, aparece alguém tocando uma musiquinha (é raro), mas o forte mesmo são as músicas sertanejas... Também fica o registro evidente que a imensa maioria dos presentes é de homens, grupos de crianças reunidas e felizes. E você, já conheceu Barcelos e sabe do que estou falando ?
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Alguem Conhece "Barco Hotel Temensis"
Kid M respondeu ao tópico de Rodrigoiguassu em Assuntos Gerais (água doce)
Bom dia Rodrigo, Acredito ter visto esse barco quando fui por Barcelos em 2024. Me pareceu ser uma operação com menos pescadores embarcados, o que permite ser menos difícil de ser coordenada. A bem da verdade, esse tipo de operação (com menos pescadores embarcados) acaba possibilitando idas a pontos mais secos, o que, tratando-se de próximo à Barcelos, se torna um diferencial interessante. Importante destacar que nas proximidades da cidade de Barcelos, existem muitos rios e igarapés, que tornam o local muito procurado pelos peixes (berçários) e não é por acaso que existiu (desde sempre) a cata de peixes ornamentais (todos são presas dos peixes carnívoros). Retornando ao bh Temensis, a estrutura apresentada é quase que um padrão das operações na região. Boas cabinas com sanitário, ar condicionado, alimentação e bebidas fartas, baixo calado, botes equipados (não descobri quantos seriam, mas arriscaria serem 4 ou 5 unidades). Interessante, mas nem sempre viável, seria saber de algum grupo que o tenha utilizado, até para ter esse feedback mais real. Pessoalmente entendo que, a depender do custo, pode ser uma ótima oportunidade de fazer um grupo exclusivo, ampliando a sensação de amizades. Boa sorte e sucesso, se for o caso... -
Há algum tempo me passou pela cabeça o desejo de compartilhar algumas das práticas que tínhamos nas pescarias dos Mocorongos, "aquele grupo de amigos que também pescava...". Nem sempre se relaciona às pescarias de forma específica, mas de uma grande oportunidade de nos reunirmos anualmente, num planejamento e objetivo mais "ousado"... Desta feita o objetivo será compartilhar aqui no FTB algumas das ações que sempre geravam uma competitividade entre os mais "fominhas", embora os integrantes (na sua maioria) se respeitassem no final de cada jornada. Por muitas viagens criávamos "brindes" a serem distribuídos e/ou disputados dentro do Grupo que estava numa daquelas "verdadeiras aventuras" na selva amazônica. Íamos desde troféus (pequenos e grandes) á produtos encomendados com exclusividade. Antes que me perguntem, claro que o vestuário do grupo sempre estreava algo novo a cada ano, desde camisetas de algodão "Hering" até as mais recentes (e ótimas) "Faca na Rede" macias e com proteção solar de +50. Bonés, estojos, faquinhas, alicates, etc... eram abundantes... Inicio a postagem por um conjuntinho de iscas Deconto preparadas especialmente para o ano 2010, na Amazônia. Cada integrante recebeu o seu, e poucos acabaram "batizando-as" naquela pescaria (pescador que se preze é muito colecionador). Importante também resgatar a arte do meu bom amigo Hilton, que trabalhava na mecânica das corridas de F1, mas que relaxava em casa nas pinturas esmeradas de seus trabalhos... (claro que era pescador) Já esta, uma verdadeira "jóia", foi desenvolvida pelo pessoal da CCM, em conjunto com a Extreme's Jigs (conhecia ambos) e pintada pelo "também Mocorongo" Hilton - que assinava seus trabalhos como Ton's, com esse Martim Pescador alusivo. Essa isca específica acabou ficando comigo pela minha performance nessa pescaria do Grupo 20, com + 11 amigos no total. Acabei dando sorte, pois estava nos locais certos e usando as iscas que os tucunas estavam comendo... Mais importante que o "presente", foi a grande celebração que fizemos nessa ida ao rio Negro (Barcelos / Arirarrá) e adjacências (fomos de Bh Angatu). Por fim, tenho essas duas iscas da Jennerlure, uma das quais assinada e enviada pelo próprio Jenner Leite por ocasião do meu aniversário. Há tempos atrás - por conta do FTB - passei a ter aproximação com muita gente da área da pesca esportiva, alguns dos quais terminaram se tornando mais que contatos virtuais. O Jenner Leite foi um desses, pois conversávamos bastante sobre pontos de vista e/ou ideias a serem desenvolvidas. Acompanhei toda sua luta em buscar um patamar mais elevado para suas criações, muitas das quais se transformaram em ícones a serem copiados (como é muito comum no meio da pesca, mas já foi pior, com pirataria nos desenvolvimentos que eram feitos pelas empresas maiores, não necessariamente estrangeiras)... Mas admito ser uma "descortesia" não mencionar tantas outras pessoas (e oportunidades) geradas por esse relacionamento do FTB. Após tanto tempo de Moderação (desde o início com o Fabrício e o Xandego), diversos encontros anuais em BSB, SP e até mesmo na BA, acabaram sendo montadas inúmeras turmas a partir dos contatos do FTB. Nada demais, já que adotamos sempre uma postura de independência às pressões comerciais, tão explícitas naquela época, sob o prisma de não construirmos um "telhado de vidro" para pedras serem lançadas... Posteriormente voltarei ao tema com mais "antiques" para serem compartilhadas.
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Companheiras na pesca por bastante tempo...
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Assuntos Gerais (água doce)
Pois é João Paulo, Essa situação de "mandar pintar" (customizar, na verdade) já foi uma síndrome enfrentada por muitos "fominhas"... Usar iscas cuja aparência estimulava "o ataque" do pescador à novas experiências & cores era sempre "o máximo" No caso do nosso Grupo (Mocorongos), chegamos a preparar essas iscas customizadas como brindes diários de performance. E para não acharem que era coisa pouca, usamos algumas vezes as Jennerlure (nosso grande parceiro), assim como as da Deconto e Borboleta Mas as nossas preferências sempre foram as iscas de superfície e/ou de sub superfície, com notória preferência pelas já postadas Isso mesmo, João Paulo, Iscas de hélice foram chegando de mansinho e hoje já representam uma enorme maioria de "usuários exclusivos", que só usam elas... A bem da verdade, as "outras" integram as respectivas caixas de pesca, mas a "crença de que vão dar susto pela explosão do ataque na superfície" supera tudo... As pinturas consagradas (Haloween, cabeça vermelha, palhacinho, coral, metálicas, etc...) são sempre um colírio para nossos olhos -
Não tem pescador que goste de pescar que não tenha suas preferências pessoais. Essas preferências atingem todo seu equipamento, desde a ponta da vara até o anzol da isca. Sempre existirão as "discussões" dos pontos de vista, até por isso fazer parte de um grupo de pescadores. Tentando ser um pouco menos "radical" com minhas convicções, até pela chegada da maturidade, diria: 1. Equipamento bom é o que embarca o peixe e deixa o pescador satisfeito pelo feito. 2. Inventar adaptações nas iscas originais para que elas se tornem ainda melhores, é a cara de um pescador... 3. Começar uma pescaria com uma mesma isca é mais que uma "esperança" e sim uma "parceria". O que faz um pescador ter uma "preferência especial" em determinada isca de sua preferência ? Não é apenas a forma de como trabalha, mas a crença do pescador de que ela é a que serve... Dessa forma, quase sempre, o tempo em que essas iscas prediletas estão "trabalhando" é bem maior que qualquer uma outra... Pessoalmente desenvolvi um apreço especial pelas iscas de "sub-superfície", com seus nados erráticos e atração fatal. Usei muito as Rapala Sub-Walk, as Deconto Birutas, as Borboletas Perversas, dentre outras, mas essas eram especiais. Importante reconhecer a necessidade de trocar as garateias da Rapala (as antigas VMC) que eram muito frágeis... Por fim, algo que aprendi há tempos era de levar pelo menos duas iscas iguais (peso, cor e tamanho) em cada pescaria. E você, consegue se ver dessa forma que postei ? Cada um tem suas "variantes", mas no final, tudo é bastante parecido...