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Kid M

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Histórico de Reputação

  1. Thanks
    Kid M recebeu reputação de Arthur Perrucci Junior em Recomendação de argolas (Split rings)   
  2. Thanks
    Kid M recebeu reputação de Arthur Perrucci Junior em Tucunaré com mais de 10 kg   
    Arthur,
    Pergunta difícil de responder !
    Teoricamente os "afluentes reservados" deveriam ser melhores de peixe, mas há controvérsias do "custo x benefício" disso.
    Essas operadoras (pelo menos algumas delas) precisam "chegar no preço" dos ribeirinhos e com isso repassam o custo aos pescadores.
    Não gosto muito de participar desse esquema por achar que não se trata de um "pesque & pague" e sim algo que deveria ser público.
    Uma coisa é ajudar os ribeirinhos com comida, remédio e até combustível (coisas que sempre são feitas), outra é *pagar para pescar*.
    Importante também *não generalizar* pois há operações que são caras pelo local onde ocorrem, e aí é de se esperar maior preservação ecológica.
    Continuo preferindo o histórico exibido, bem como a estrutura disponível desses operadores, até porque quem vai quer tudo show no período de pesca.
  3. Thanks
    Kid M recebeu reputação de Arthur Perrucci Junior em Tucunaré com mais de 10 kg   
    Arthur,
    Tradicionalmente SIRN é um local cujas estruturas dentro do rio privilegiam os grandes tucunarés !
    A questão de lá é que esses pontos nos rios que são afluentes do Negro são controlados por diversas operadoras...
    Por outro lado, saindo de Barcelos (rio acima) as chances de tropeçar com um bruto desses também são bastante boas.
    Nossas pescarias na região próxima de SIRN não foram as melhores, embora os peixes fossem grandes.
    Sempre digo que existem dois tipos (pelo menos) de pescaria naquela região :
    1 - a busca é de um troféu (talvez até de 2 dígitos) - nessa situação prepare-se para navegar muito batendo os bons pontos sugeridos pelo piloteiro. Nada menor que o troféu interessa...
    2 - a busca é por alegria do pescar e SE ENTRAR O BRUTO melhor ainda ! Nessas circunstâncias os pesqueiros próximos de Barcelos são mais indicados pela quantidade.
    Não há qualquer tipo de "descrédito" em qualquer das opções, precisando apenas saber qual a pretendida (lembrar que é uma dupla) para escolher o piloteiro com o melhor viés na escolha desejada.  
  4. Thanks
    Kid M recebeu reputação de Arthur Perrucci Junior em Tucunaré com mais de 10 kg   
    Arthur,
    É sempre "complicado" sugerir, pois nem sempre as coisas acontecem dentro de uma expectativa, ou, pior ainda, funcionaram de uma forma com um e o inverso com outro...
    A grande maioria de pescarias que fiz na região do rio Negro foi com o pessoal do Angatu. Poucas reclamações e muitos agradecimentos.
    Pescaria, contudo, nem sempre se retrata apenas pela qualidade e histórico do piloteiro e serviços da operação. Contra repiquete não há como "não perder a graça"
    Entendo que suas pesquisas deverão sempre ser direcionadas à operações que já estejam funcionando há diversas temporadas, pois os piloteiros trocam continuamente de barco hotel, mas o pacote de pesca precisa ser bem atendido junto ao cliente, principalmente pela infra-estrutura de material de reserva a ser utilizado (inclusive piloteiros).
    Tenho visto algumas ofertas de "novas operações" e longe de achar que não funcionam, prefiro apostar (no final acaba se tratando disso) em algo que me inspire maior confiança.
    Quem faz investimentos expressivos na operação, precisa manter um serviço que possa atrair novos clientes. Custa mais caro sim, mas oferece um pouco mais de tranquilidade.
  5. Thanks
    Kid M recebeu reputação de Arthur Perrucci Junior em Tucunaré com mais de 10 kg   
    Arthur,
    Impossível determinar isso com antecedência !
    A variação dos níveis de água são inclementes a cada temporada...
    Historicamente o mês de outubro vinha sendo o período "menos instável" de chuvas e repiquetes...
    Neste ano as águas ainda estão muito elevadas e os repiquetes se superam...
    O melhor de um operador estruturado é que ele saberá onde é o local promissor para irem !
    Marcar com antecedência do destino é quase um "tiro no pé".
    Busque seu operador de preferência (conversar com os caras antes é sempre interessante), que é mais acertado.
     
  6. Like
    Kid M recebeu reputação de Polones em [Camera de Trilha] Alguém tem curiosidade dos animais nos locais de pesca ?   
    Me pareceram ser "pássaros can can" que habitam o sertão do nordeste...
    Mas pode ser que com a "maluquice do tempo" tenham migrado...
     

     
    Através do Google :
     
     
    Gralha-cancã
    A gralha-cancã é uma ave passeriforme família Corvidae.
    Também conhecida como cancão (Maranhão, Piauí, Ceará, Pernambuco e Bahia) e quenquém. É considerada a voz da caatinga.
    Nome Científico
    Seu nome científico significa: do (grego) kuanos = azul intenso, azul escuro; e korax = corvo; e do (grego) kuanos = azul escuro, azul intenso; e pögön = barba. ⇒ Corvo com a barba azul ou corvo com garganta azul.
    Características
    Pássaro de tamanho grande. Possui coloração deslumbrante nas cores branco e preto com linhas azuis que se assemelham com sobrancelha e olheira. Possui um canto alto semelhante a “cancão” e ao cantar levanta a cauda e a crista. Além deste canto “padrão”, possui uma gama variada de outras vocalizações que são utilizadas de acordo com a situação: alerta, chamado, etc. Também conseguem imitar outras aves.
     
    Alimentação
    A gralha-cancã é onívora, comendo tudo, desde artrópodes, insetos, frutos, inclusive de várias cactaceas à ração de galinha, se acessível. Alimenta-se também de pequenos roedores, pequenas cobras, peixes e até outras aves menores; a gralha-cancã é uma ave “fria” que mata suas presas com diversas pancadas na cabeça. Tem o interessante comportamento de “estocar” o alimento que não é ingerido na hora, para isso colhe o alimento, principalmente frutos e sementes, e voa se afastando cerca de 30 metros da fonte alimentar, desce ao solo e aí deposita entre a matéria vegetal ou na terra mesmo o material colhido. Pode também estocar o alimento em ocos de árvores. Repete este procedimento várias vezes. É uma excelente dispersora de sementes.
     
    Alimentação
    A gralha-cancã é onívora, comendo tudo, desde artrópodes, insetos, frutos, inclusive de várias cactaceas à ração de galinha, se acessível. Alimenta-se também de pequenos roedores, pequenas cobras, peixes e até outras aves menores; a gralha-cancã é uma ave “fria” que mata suas presas com diversas pancadas na cabeça. Tem o interessante comportamento de “estocar” o alimento que não é ingerido na hora, para isso colhe o alimento, principalmente frutos e sementes, e voa se afastando cerca de 30 metros da fonte alimentar, desce ao solo e aí deposita entre a matéria vegetal ou na terra mesmo o material colhido. Pode também estocar o alimento em ocos de árvores. Repete este procedimento várias vezes. É uma excelente dispersora de sementes.
     
    Distribuição Geográfica
    É endêmica do Brasil. É uma ave típica das zonas semi-áridas do Nordeste do Brasil, porém, por conta do desmatamento, tem-se expandido no Sudeste do país: já encontra-se instalada no Espírito Santo e tem sido avistada no Estado do Rio de Janeiro.
     
  7. Thanks
    Kid M recebeu reputação de Arthur Perrucci Junior em Maus exemplos... solte o verbo acrescente a lista oque você considera mau exemplo?   
    Luciano,
    Por mais que esteja dando sua opinião, isso pode ser feito de uma forma mais polida.
    A forma de postagem das pessoas faz com que se gere "empatia" ou "antipatia".
    Para alguns, qualquer das opções não traduz nada de relevante.
    Para outros inicia (ou termina) qualquer possibilidade de avanço dos pontos de vista. 
  8. Thanks
    Kid M recebeu reputação de Arthur Perrucci Junior em Maus exemplos... solte o verbo acrescente a lista oque você considera mau exemplo?   
    Luciano,
    Entendo seu posicionamento, independentemente de concordar (ou não) com ele.
    Dentro de uma linha democrática de participação, é necessário aprendermos a lidar com todas as formas de manifestação.
    O intolerável (que não é o caso) restringe-se ao mau comportamento e forma de participação inadequada.
    Bola para frente.  
  9. Like
    Kid M recebeu reputação de Fabrício Biguá em Tudo nos conformes e aparece um repiquete...   
    Acredito que quem vai com frequência à Amazônia, já deve ter passado por isso... 😞
    Depois de um planejamento criterioso feito com a devida antecedência é chegada a hora de ir pescar.
    Enfrentar a maratona de expectativa para chegar no destino, aqui incluindo o "transfer" final (sempre aquele que parece não terminar...) 
    E o tempo, ameaçador com nuvens pesadas ? O que se reportam os resultados da semana anterior ? Ansiedade a mil...
    Pela janelinha do avião já se pode ter uma ideia do nível do rio, seja com suas praias recortando as areias, seja pela vegetação dentro d'água.
    As evidências estão visíveis, mas ninguém as aceita e tome pergunta para os responsáveis da operação contratada...
    É muito difícil haver um mínimo de serenidade quando se chega à sonhada semana tão ansiosamente esperada e encontrar um contratempo desses...
    Claro que o posicionamento dos piloteiros (95% deles) é de que "vai dar para pegar uns peixinhos" ou "vamos correr atrás"...
    A grande verdade contudo é que não há muito como "virar esse jogo", e sim - no máximo - se adaptar a essa nova realidade... 
    Isso contudo não significa que a pescaria vá ser ruim, mesmo que aquém daquilo que esperávamos encontrar...
    Para essas situações (sempre climáticas) é preciso ter a maturidade de superar os fatos se adaptando a nossas opções.
    Quem sabe ainda se encontre algum lago menos afetado pela chegada da "água nova" e o peixe ainda esteja ativo...
    Partir para afluentes que possam estar em águas mais elevadas também é uma possibilidade (sempre de elevado risco de não funcionar)
    Pesca de fundo é outra opção, embora os peixes de couro também diminuam sua atividade de caça, respeitando o movimento das águas.
    Mas o que é a realidade que deixa o peixe tão "inapetente"? Pelo básico, convém lembrar que a água da chuva que gera a "inundação" tem a capacidade de mudar o "ph" da água, servindo de "sinal" para procriação de diversas espécies... (lembram das rabanadas nos ataques)?
    Fica sempre a realidade da necessidade de procriação das espécies, em épocas de cheia para aproveitarem a abundancia de alimentação que chega em conjunto... Mas isso é repiquete ? Na verdade o "repiquete" deve ser visto como um "alarme falso" na rotina dos peixes...
    Algumas espécies migram em cardumes rio acima, enquanto outras buscam sua procriação em ambientes mais tranquilos e com menor acesso dos predadores naturais (lagos ou ressacas), facilitando a mudança de estágio de suas larvas até o estágio de alevinos independentes...
    Todo esse ciclo se inicia nos sinais de mudança de clima (e nível das águas), mesmo que não tenham continuidade... pela época em que ocorrem...
    O problema é restabelecer o comportamento anterior dos peixes, vez que após a chegada da "água nova" e o término de novas chuvas nas cabeceiras dos afluentes, há necessidade de uns cinco a seis dias para as águas se nivelarem e retornarem sua tendência de vazante.
    Sempre insisto com meus amigos que pescam, que peixe é para ser visto como um "item a mais", pois a pescaria é a celebração da amizade dos participantes. Lembrem-se (mesmo sob forte chuva) que sempre será um lugar de magia, principalmente se assim for entendido.
    Não tem jeito, é aprendizado e renovação de propósito em buscar na próxima temporada uma melhor sorte e peixe na linha...   
     

  10. Upvote
    Kid M recebeu reputação de Eder Nascimento em Locais de pesca no mês de julho   
    Grande Éder,
    Agradeço-lhe a gentileza e oferta, mas não será viável.
    Não iremos pescar em 2021, mas apenas em 2022.
    Esquema do Vilanova é absolutamente show !
    Passei um extenso feedback depois que fomos ao Sucunduri. 
  11. Upvote
    Kid M recebeu reputação de Anderson Caldana em Cuidado com a comida & bebida na pescaria...   
    Parece um alerta "sem sentido", mas nem sempre "se passa imune" ao problema...
    Antes de mais nada, não estou advogando que se deixe de faz qualquer coisa, principalmente comer e/ou beber... 
    Na verdade, "comer & beber" faz parte da pescaria SEMPRE ! Mas comer & beber de forma coerente e adequada...
    Refiro-me a não esquecer que o investimento é muito elevado para o número de dias a ser usufruído.
    Apenas como exemplo, se não puder ir pescar em 1 ou 2 dias de 4 ou 5 dias do pacote, olha o prejuízo...
    Alertas básicos que nem sempre são seguidos pelos "eufóricos pescadores" - principalmente os menos experientes.
    Água potável deve ser consumida de forma excessiva - ajuda a diluir o álcool e é necessária para hidratar no calor amazônico.
    Mas água amazônica potável, somente aquela que vem embalada e lacrada da origem - de garrafão só conhecendo e confiando.
    Bebida serve - basicamente - para celebração, até porque "enchendo a cara" o tempo de otimizar a pescaria cai, até por conta da ressaca.
    Comida regional - quase sempre de excelente sabor e constantemente repetida - aí mora o perigo ! ATENÇÃO !
    A culinária pode (e deve) ser excelente, mas, de uma forma geral, não estamos acostumados a ela, portanto, todo cuidado é pouco.
    Exemplificando, vocês acham que baiano come comida feita com dendê diariamente ou muitas vezes na semana ? Ledo engano...
    Por que alguém na pescaria vai se arriscar ao tempero das comidas regionais ? Provar sempre, mas de forma coerente e parcimoniosa.
    Novamente, não estou sugerindo uma dieta de "arroz com ovo", pois nem tem cabimento, mas tão somente ser cauteloso.
    "Maionese" num barco hotel ? "Maniçoba" levada congelada ? "Tucupi no tacacá" ? "Sarapatel de tartaruga" ? "Sopa de piranha" ? " Açaí regional" ? 
     
         
       
  12. Upvote
    Kid M recebeu reputação de Cristiano Rochinha em Tudo nos conformes e aparece um repiquete...   
    Acredito que quem vai com frequência à Amazônia, já deve ter passado por isso... 😞
    Depois de um planejamento criterioso feito com a devida antecedência é chegada a hora de ir pescar.
    Enfrentar a maratona de expectativa para chegar no destino, aqui incluindo o "transfer" final (sempre aquele que parece não terminar...) 
    E o tempo, ameaçador com nuvens pesadas ? O que se reportam os resultados da semana anterior ? Ansiedade a mil...
    Pela janelinha do avião já se pode ter uma ideia do nível do rio, seja com suas praias recortando as areias, seja pela vegetação dentro d'água.
    As evidências estão visíveis, mas ninguém as aceita e tome pergunta para os responsáveis da operação contratada...
    É muito difícil haver um mínimo de serenidade quando se chega à sonhada semana tão ansiosamente esperada e encontrar um contratempo desses...
    Claro que o posicionamento dos piloteiros (95% deles) é de que "vai dar para pegar uns peixinhos" ou "vamos correr atrás"...
    A grande verdade contudo é que não há muito como "virar esse jogo", e sim - no máximo - se adaptar a essa nova realidade... 
    Isso contudo não significa que a pescaria vá ser ruim, mesmo que aquém daquilo que esperávamos encontrar...
    Para essas situações (sempre climáticas) é preciso ter a maturidade de superar os fatos se adaptando a nossas opções.
    Quem sabe ainda se encontre algum lago menos afetado pela chegada da "água nova" e o peixe ainda esteja ativo...
    Partir para afluentes que possam estar em águas mais elevadas também é uma possibilidade (sempre de elevado risco de não funcionar)
    Pesca de fundo é outra opção, embora os peixes de couro também diminuam sua atividade de caça, respeitando o movimento das águas.
    Mas o que é a realidade que deixa o peixe tão "inapetente"? Pelo básico, convém lembrar que a água da chuva que gera a "inundação" tem a capacidade de mudar o "ph" da água, servindo de "sinal" para procriação de diversas espécies... (lembram das rabanadas nos ataques)?
    Fica sempre a realidade da necessidade de procriação das espécies, em épocas de cheia para aproveitarem a abundancia de alimentação que chega em conjunto... Mas isso é repiquete ? Na verdade o "repiquete" deve ser visto como um "alarme falso" na rotina dos peixes...
    Algumas espécies migram em cardumes rio acima, enquanto outras buscam sua procriação em ambientes mais tranquilos e com menor acesso dos predadores naturais (lagos ou ressacas), facilitando a mudança de estágio de suas larvas até o estágio de alevinos independentes...
    Todo esse ciclo se inicia nos sinais de mudança de clima (e nível das águas), mesmo que não tenham continuidade... pela época em que ocorrem...
    O problema é restabelecer o comportamento anterior dos peixes, vez que após a chegada da "água nova" e o término de novas chuvas nas cabeceiras dos afluentes, há necessidade de uns cinco a seis dias para as águas se nivelarem e retornarem sua tendência de vazante.
    Sempre insisto com meus amigos que pescam, que peixe é para ser visto como um "item a mais", pois a pescaria é a celebração da amizade dos participantes. Lembrem-se (mesmo sob forte chuva) que sempre será um lugar de magia, principalmente se assim for entendido.
    Não tem jeito, é aprendizado e renovação de propósito em buscar na próxima temporada uma melhor sorte e peixe na linha...   
     

  13. Like
    Kid M recebeu reputação de Cesário em Tudo nos conformes e aparece um repiquete...   
    Acredito que quem vai com frequência à Amazônia, já deve ter passado por isso... 😞
    Depois de um planejamento criterioso feito com a devida antecedência é chegada a hora de ir pescar.
    Enfrentar a maratona de expectativa para chegar no destino, aqui incluindo o "transfer" final (sempre aquele que parece não terminar...) 
    E o tempo, ameaçador com nuvens pesadas ? O que se reportam os resultados da semana anterior ? Ansiedade a mil...
    Pela janelinha do avião já se pode ter uma ideia do nível do rio, seja com suas praias recortando as areias, seja pela vegetação dentro d'água.
    As evidências estão visíveis, mas ninguém as aceita e tome pergunta para os responsáveis da operação contratada...
    É muito difícil haver um mínimo de serenidade quando se chega à sonhada semana tão ansiosamente esperada e encontrar um contratempo desses...
    Claro que o posicionamento dos piloteiros (95% deles) é de que "vai dar para pegar uns peixinhos" ou "vamos correr atrás"...
    A grande verdade contudo é que não há muito como "virar esse jogo", e sim - no máximo - se adaptar a essa nova realidade... 
    Isso contudo não significa que a pescaria vá ser ruim, mesmo que aquém daquilo que esperávamos encontrar...
    Para essas situações (sempre climáticas) é preciso ter a maturidade de superar os fatos se adaptando a nossas opções.
    Quem sabe ainda se encontre algum lago menos afetado pela chegada da "água nova" e o peixe ainda esteja ativo...
    Partir para afluentes que possam estar em águas mais elevadas também é uma possibilidade (sempre de elevado risco de não funcionar)
    Pesca de fundo é outra opção, embora os peixes de couro também diminuam sua atividade de caça, respeitando o movimento das águas.
    Mas o que é a realidade que deixa o peixe tão "inapetente"? Pelo básico, convém lembrar que a água da chuva que gera a "inundação" tem a capacidade de mudar o "ph" da água, servindo de "sinal" para procriação de diversas espécies... (lembram das rabanadas nos ataques)?
    Fica sempre a realidade da necessidade de procriação das espécies, em épocas de cheia para aproveitarem a abundancia de alimentação que chega em conjunto... Mas isso é repiquete ? Na verdade o "repiquete" deve ser visto como um "alarme falso" na rotina dos peixes...
    Algumas espécies migram em cardumes rio acima, enquanto outras buscam sua procriação em ambientes mais tranquilos e com menor acesso dos predadores naturais (lagos ou ressacas), facilitando a mudança de estágio de suas larvas até o estágio de alevinos independentes...
    Todo esse ciclo se inicia nos sinais de mudança de clima (e nível das águas), mesmo que não tenham continuidade... pela época em que ocorrem...
    O problema é restabelecer o comportamento anterior dos peixes, vez que após a chegada da "água nova" e o término de novas chuvas nas cabeceiras dos afluentes, há necessidade de uns cinco a seis dias para as águas se nivelarem e retornarem sua tendência de vazante.
    Sempre insisto com meus amigos que pescam, que peixe é para ser visto como um "item a mais", pois a pescaria é a celebração da amizade dos participantes. Lembrem-se (mesmo sob forte chuva) que sempre será um lugar de magia, principalmente se assim for entendido.
    Não tem jeito, é aprendizado e renovação de propósito em buscar na próxima temporada uma melhor sorte e peixe na linha...   
     

  14. Upvote
    Kid M recebeu reputação de Andrey W em Material de pesca - haja evolução tecnológica...   
    Estava procurando uma forma de guardar minhas tralhas de pesca quando me ocorreu postar um tópico sobre meus molinetes...
    Antes porém é importante dizer logo que por ter começado com o molinete, não quis passar para as carretilhas... (lá e então).
    Além de precisar mudar parte das varas (já tinha uma boa coleção) estava perfeitamente adaptado (e satisfeito) com meus equipamentos.
    Dessa forma fui "adiando" essa migração, cada vez mais convicto de que ainda podia usar meus molinetes (apesar dos críticos de sempre)
    Depois de um tempo considerável, passei a resistir ao pensamento de deixar de lado minhas "máquinas", usando-as em pé de igualdade às carretilhas.
    Há vantagens (e desvantagens) de usar molinetes (ou carretilhas) que uma vez ajustadas ao seu perfil de pescador, passa a ser só festa. 
     
     Este foi meu primeiro molinete ! Ganhei de meu pai numa de suas idas à França. 
     
    Eu era apenas alguém se aventurando na pesca (devia ter uns 13 ou 14 anos) e pescava muito no mar - nas pedras da Urca (RJ - onde morava).
    Pesquei muito nos Estados Unidos durante o ano que passei por lá como intercambista. Depois de uma certa "dormência" pelas alternativas de vida e outras interesses, somente resgatei (de fato) o gosto da pesca, tempos depois, já casado com filhos e morando em Belém (PA).
    As pescarias passaram a ser de água doce, atrás de tucunarés, ainda pescando basicamente de corrico com colheres (hábito regional).
     
     Comprei um par de molinetes (desses) para mim em Manaus e entrei definitivamente para o mundo da pesca esportiva (1989). Nessa época, arranjei uma (2) vara telescópica para molinete (2,4 m) que completaram bem o conjunto - linha mono 0,50 mm - e diversas colheres e as primeiras Rapalas que tive na vida ! 
    Mas voltemos aos molinetes, embora tenha pescado por muito tempo com esses dois primeiros (ainda os tenho - sou péssimo para me desfazer dessas coisas...).
    Depois desses, já pescando em rios e lagos, chegou a vez dos Regal Z BL.
     

     
    Cheguei a ter desde o tamanho 1500 ao 6000, e pior, todos eles em dobro - era a fase da compra compulsiva ! Investi muito nesse período. 
    Claro que as varas já não eram as mesmas, pois também fui me tornando exigente com os pinchos e as iscas que tinha.
    Antes de "me bandear" para as varas customizadas, tive muitas delas de fabricação industrial.
    Sempre me foram excelentes e mantenho um plantel para os novatos que estão se iniciando para evitar vícios e acelerar o aprendizado...
     

     
    Descobri os Ryobi Zauber, e aí parei de achar que poderia ficar ainda melhor...
    Molinetes pequenos, excelente freio, flexível, enfim, veio para ser "canonizado" (e foi). 
    Tenho um par deles quando ainda podiam ser encontrados em SP (basicamente).
    Nesses não tem sequer a possibilidade de empréstimo. São meus e ninguém tasca... 
     
    Tenho pescado com material tecnologicamente moderno nas pescarias marinhas de jig.
    Claro que são fantásticos esses molinetes Daiwa, mas minha pescaria não é de mar (dá para ir e fominhar) e sim de rios e lagos.
    Depois das varas customizadas da CBM (todas de 6'), não há mais o que pretender ! 
    Meu intuito foi fazer uma "viagem" com alguns dos muitos equipamentos disponíveis à época e compartilhar (um pouco) minha própria evolução.
     
     
     
  15. Upvote
    Kid M recebeu reputação de Cristiano Rochinha em A evolução dos Pacotes de Pesca na Amazônia...   
    Estive "viajando no passado", na época em que comecei (de fato) a viajar para pescar !
    Quantas diferenças de lá para os dias de hoje, mesmo sabendo que a evolução seria inexorável.
    Só não imaginei que fosse do tamanho em que se encontra nesses tempos de hoje (independente da pandemia)
    Lá e então, organizar uma pescaria pela Amazônia, era apostar no desconhecido e na improvisação permanente.
    Não havia infraestrutura direcionada a pesca esportiva, dependendo sempre da "boa vontade" dos piloteiros e seus conjuntos de bote e motores cada vez mais surrados... 
    Na verdade não eram sequer "piloteiros" e sim ribeirinhos que se dispunham a disponibilizar aquele material tosco para uso na pesca...
    Os "barco hotéis" dessa época eram pequenos barcos regionais, que se adaptavam com a colocação dos motores de popa, barras de gelo, redes para a noite, alguns víveres básicos e uma cozinheira para cuidar do "rango"... 
    Tempos de muita improvisação e aventura, que vistos hoje seriam considerados como "enormes irresponsabilidades" - isso é inegável ! 
    De lá para cá a demanda de estruturas mais capacitadas começou a mudar o perfil dos ditos "operadores"...
    Motivados pelos dólares americanos dos pescadores da terra de Tio Sam, os investimentos foram crescentes e nós brasileiros, na esteira das disponibilidades...
    Poder pescar no rio Negro / AM era quase uma "benção" para qualquer pescador vidrado nos programas de pesca da época (fala Rubinho!). 
    Em paralelo a todas essas fases, a indústria da pesca com praticamente todos seus segmentos cresceu de forma exponencial !
    Passamos a ter - cada vez mais - produtos compatíveis aos estrangeiros (independente de serem, ou não, "cópias" dos originais)
    Como a oferta dos pacotes de pesca aos pescadores brasileiros passou a ser crescente, pudemos desenvolver viagens a diversos locais e conhecer operações diferenciadas. Grande aprendizado ao longo de todo esse tempo...
    Desenvolvemos inclusive "um questionário interno" para os integrantes dos vários grupos de pesca, passarem suas impressões a serem repassadas (como feedback) aos operadores que usávamos. Isso foi um sucesso na interação com os responsáveis pelas pescarias...
    A cada ano (talvez até por conta disso) fomos ficando "exigentes" com nossas próprias demandas, com itens até então pouco imaginados na "época antiga" tais como ar condicionado, motores elétricos, back up de bote/motor de popa, celular internacional, cabinas/quartos confortáveis com banheiro, comida de qualidade, refrigerantes, água mineral, cervejas, etc...
    Para muitos de nós (pescadores das antigas), pescar se tornou um item a mais nas saídas dos grupos (quase sempre com incidência anual), onde a liberdade que desenvolvíamos nesse período em que nos afastávamos das nossas rotinas do cotidiano, era sempre o melhor ! 
    Claro que pesca havendo peixe é sempre mais vibrante, embora o convívio em ambientes como o que frequentávamos já era (é) um troféu.
    Fechando esse tópico (sempre é difícil "sintetizar"), os pacotes de hoje são absolutamente fantásticos de serem utilizados. 
    Não são baratos (cada um sabe o tamanho do que lhe seja possível), mas oferecem condições de desenvolver aquilo que mais se procura nesse período - a alegria do convívio e a serenidade do espírito, quase sempre perseguido pelas obrigações da vida. 
     
         
     
  16. Upvote
    Kid M recebeu reputação de Cristiano Rochinha em Material de pesca - haja evolução tecnológica...   
    Estava procurando uma forma de guardar minhas tralhas de pesca quando me ocorreu postar um tópico sobre meus molinetes...
    Antes porém é importante dizer logo que por ter começado com o molinete, não quis passar para as carretilhas... (lá e então).
    Além de precisar mudar parte das varas (já tinha uma boa coleção) estava perfeitamente adaptado (e satisfeito) com meus equipamentos.
    Dessa forma fui "adiando" essa migração, cada vez mais convicto de que ainda podia usar meus molinetes (apesar dos críticos de sempre)
    Depois de um tempo considerável, passei a resistir ao pensamento de deixar de lado minhas "máquinas", usando-as em pé de igualdade às carretilhas.
    Há vantagens (e desvantagens) de usar molinetes (ou carretilhas) que uma vez ajustadas ao seu perfil de pescador, passa a ser só festa. 
     
     Este foi meu primeiro molinete ! Ganhei de meu pai numa de suas idas à França. 
     
    Eu era apenas alguém se aventurando na pesca (devia ter uns 13 ou 14 anos) e pescava muito no mar - nas pedras da Urca (RJ - onde morava).
    Pesquei muito nos Estados Unidos durante o ano que passei por lá como intercambista. Depois de uma certa "dormência" pelas alternativas de vida e outras interesses, somente resgatei (de fato) o gosto da pesca, tempos depois, já casado com filhos e morando em Belém (PA).
    As pescarias passaram a ser de água doce, atrás de tucunarés, ainda pescando basicamente de corrico com colheres (hábito regional).
     
     Comprei um par de molinetes (desses) para mim em Manaus e entrei definitivamente para o mundo da pesca esportiva (1989). Nessa época, arranjei uma (2) vara telescópica para molinete (2,4 m) que completaram bem o conjunto - linha mono 0,50 mm - e diversas colheres e as primeiras Rapalas que tive na vida ! 
    Mas voltemos aos molinetes, embora tenha pescado por muito tempo com esses dois primeiros (ainda os tenho - sou péssimo para me desfazer dessas coisas...).
    Depois desses, já pescando em rios e lagos, chegou a vez dos Regal Z BL.
     

     
    Cheguei a ter desde o tamanho 1500 ao 6000, e pior, todos eles em dobro - era a fase da compra compulsiva ! Investi muito nesse período. 
    Claro que as varas já não eram as mesmas, pois também fui me tornando exigente com os pinchos e as iscas que tinha.
    Antes de "me bandear" para as varas customizadas, tive muitas delas de fabricação industrial.
    Sempre me foram excelentes e mantenho um plantel para os novatos que estão se iniciando para evitar vícios e acelerar o aprendizado...
     

     
    Descobri os Ryobi Zauber, e aí parei de achar que poderia ficar ainda melhor...
    Molinetes pequenos, excelente freio, flexível, enfim, veio para ser "canonizado" (e foi). 
    Tenho um par deles quando ainda podiam ser encontrados em SP (basicamente).
    Nesses não tem sequer a possibilidade de empréstimo. São meus e ninguém tasca... 
     
    Tenho pescado com material tecnologicamente moderno nas pescarias marinhas de jig.
    Claro que são fantásticos esses molinetes Daiwa, mas minha pescaria não é de mar (dá para ir e fominhar) e sim de rios e lagos.
    Depois das varas customizadas da CBM (todas de 6'), não há mais o que pretender ! 
    Meu intuito foi fazer uma "viagem" com alguns dos muitos equipamentos disponíveis à época e compartilhar (um pouco) minha própria evolução.
     
     
     
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    Kid M recebeu reputação de Fabiano Silva em A evolução dos Pacotes de Pesca na Amazônia...   
    Estive "viajando no passado", na época em que comecei (de fato) a viajar para pescar !
    Quantas diferenças de lá para os dias de hoje, mesmo sabendo que a evolução seria inexorável.
    Só não imaginei que fosse do tamanho em que se encontra nesses tempos de hoje (independente da pandemia)
    Lá e então, organizar uma pescaria pela Amazônia, era apostar no desconhecido e na improvisação permanente.
    Não havia infraestrutura direcionada a pesca esportiva, dependendo sempre da "boa vontade" dos piloteiros e seus conjuntos de bote e motores cada vez mais surrados... 
    Na verdade não eram sequer "piloteiros" e sim ribeirinhos que se dispunham a disponibilizar aquele material tosco para uso na pesca...
    Os "barco hotéis" dessa época eram pequenos barcos regionais, que se adaptavam com a colocação dos motores de popa, barras de gelo, redes para a noite, alguns víveres básicos e uma cozinheira para cuidar do "rango"... 
    Tempos de muita improvisação e aventura, que vistos hoje seriam considerados como "enormes irresponsabilidades" - isso é inegável ! 
    De lá para cá a demanda de estruturas mais capacitadas começou a mudar o perfil dos ditos "operadores"...
    Motivados pelos dólares americanos dos pescadores da terra de Tio Sam, os investimentos foram crescentes e nós brasileiros, na esteira das disponibilidades...
    Poder pescar no rio Negro / AM era quase uma "benção" para qualquer pescador vidrado nos programas de pesca da época (fala Rubinho!). 
    Em paralelo a todas essas fases, a indústria da pesca com praticamente todos seus segmentos cresceu de forma exponencial !
    Passamos a ter - cada vez mais - produtos compatíveis aos estrangeiros (independente de serem, ou não, "cópias" dos originais)
    Como a oferta dos pacotes de pesca aos pescadores brasileiros passou a ser crescente, pudemos desenvolver viagens a diversos locais e conhecer operações diferenciadas. Grande aprendizado ao longo de todo esse tempo...
    Desenvolvemos inclusive "um questionário interno" para os integrantes dos vários grupos de pesca, passarem suas impressões a serem repassadas (como feedback) aos operadores que usávamos. Isso foi um sucesso na interação com os responsáveis pelas pescarias...
    A cada ano (talvez até por conta disso) fomos ficando "exigentes" com nossas próprias demandas, com itens até então pouco imaginados na "época antiga" tais como ar condicionado, motores elétricos, back up de bote/motor de popa, celular internacional, cabinas/quartos confortáveis com banheiro, comida de qualidade, refrigerantes, água mineral, cervejas, etc...
    Para muitos de nós (pescadores das antigas), pescar se tornou um item a mais nas saídas dos grupos (quase sempre com incidência anual), onde a liberdade que desenvolvíamos nesse período em que nos afastávamos das nossas rotinas do cotidiano, era sempre o melhor ! 
    Claro que pesca havendo peixe é sempre mais vibrante, embora o convívio em ambientes como o que frequentávamos já era (é) um troféu.
    Fechando esse tópico (sempre é difícil "sintetizar"), os pacotes de hoje são absolutamente fantásticos de serem utilizados. 
    Não são baratos (cada um sabe o tamanho do que lhe seja possível), mas oferecem condições de desenvolver aquilo que mais se procura nesse período - a alegria do convívio e a serenidade do espírito, quase sempre perseguido pelas obrigações da vida. 
     
         
     
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    Kid M recebeu reputação de Fabrício Biguá em Artificiais Diversas, Anzois Gamakatsu e Linhas   
    Guilherme boa noite,
    Uma das regras de postagem de itens à venda é que os mesmos sejam exibidos em imagens.
    Essa é uma forma encontrada pela Equipe de Moderação de gerar uma melhor visibilidade dos produtos ofertados.
    Existia também uma outra regra (temporariamente suspensa) que impedia os recém admitidos no FTB viessem a postar produtos à venda.
    Na verdade esse posicionamento era direcionado (à época) à turma que só aparecia para comércio, e não como participante do Fórum.
    Isso hoje já parece ter sido superado, até como consequência desse período atípico em que nos encontramos.
    Reconheço que a necessidade de imagem de cada um dos itens é coisa trabalhosa, mas termina funcionando positivamente juntos aos potencias interessados.
    Tire um tempo, fotografe os itens e os poste, que a liberação não demorará a ser concedida. Sucesso !
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    Kid M recebeu reputação de Edson C. Martins em Destino Tucunaré Açu - Outubro   
    Uma pena ! 
    O Angatu Açu é um senhor barco hotel com uma equipe altamente competente.
    Você teria uma experiência inesquecível !
    Mas com o Werner o esquema é campeão também.
    Pesquei com ele aqui na Bahia e o cara é muito fera.
    Também poderá ser um esquema muito legal
    Mas é bom conversar bem com ele para ter clareza naquilo que será feito, apenas como conhecimento.
    Pode ir na do cara sem receio ! Ele é "totalmente do bem".
    Qualquer que seja a opção (ou viabilidade) desejo-lhe sucesso
  20. Thanks
    Kid M recebeu reputação de Arthur Perrucci Junior em Isca popper para Amazônia   
    Arthur,
    Dentre as opções "em madeira", essa da Yara é bastante interessante... (irmã da que foi idealizada para mar)
    A depender do local da pescaria na Amazônia, a existência de trairões deve ser verificada (não são muito constantes...) 

  21. Thanks
    Kid M recebeu reputação de Roberto.Pezzin em Velha Guarda da Pesca Esportiva   
    arrow:: Tiago
    Pois é cara, conheço essas imagens ( acredito que sejam as mesmas... ). Posteriormente o Genésio e o Gugu se tornaram sócios num empreendimento alí mesmo no Comandante Fontoura ( distante 4 horas de motor de 15 hp do Xingu ), chamado de Mata Verde, que era um verdadeiro paraíso, e que foi posteriormente literalmente arrasado pelos índios da região ! Roubaram e destruíram tudo... ( ações parecidas com as dos "sem terra" ) uma verdadeira desgraça ! E olha que já nesse tempo, era obrigatório o "catch release" ! O rio não é de um porte que impressiona ( junto ao Xingu ), mas tem uma diversidade de peixes absolutamente inesquecível !
    Conhecemos ( Mocorongos ) o Genésio nessa oportunidade ( antes de 2000 ), e o entrosamento foi imediato ! Difícil mesmo era interromper o papo à noite para irmos dormir, tamanho prazer de compartilhar "causos" e "jogar conversa fora"... O cara é SHOW e repetimos a dose com ele na Amazônia, quando o Angatu começou a operar ( na verdade foi o Genésio que nos convenceu a conhecer e usar o Angatu ). Figuraça !
    mestre:: doutor::
  22. Thanks
    Kid M recebeu reputação de Diego Juliana em Chronarch MGL 150XG   
    Precisa informar o valor pedido para a venda.
    Regras do FTB
  23. Like
    Kid M recebeu reputação de Cesar Feliciano em Evolução da Pesca Esportiva...   
    Estive pensando sobre o título dessa postagem e me parece que acabei escolhendo algo adequado
    Transportemo-nos para os idos de 1989 / 1990, quando pescar esportivamente era visto com reservas...
    Não de ir pescar, mas de não trazer o produto de árdua missão de superação e adequação das dificuldades.
    Permitam-me esclarecer que "nesse tempo", os ecos das premissas do Rubinho (esse mesmo que hoje está na Fish TV) de "pesque & solte" chegavam a ser ridicularizados nas rodas de pescadores, principalmente daqueles mais antigos (os também chamados hoje "de raiz").
    Assistir ao Pesca & Cia era uma verdadeira dádiva e mais que isso, buscar usar algumas das dicas (e locais) dos programas uma "obsessão" para muitos.
    Mas voltemos a realidade de então, quando não existiam "operadores" (como hoje) que possibilitavam escolhas, mas as aventuras de esquematizar (quase sempre à distância) algumas consultas baseadas em pré-indicações de amigos que já haviam experimentado...
    Grande parte de nosso entusiasmo (além de encontrar os sonhados cardumes) eram mesmo que os quase sempre "avariados motores de popa" resistissem ao período em que os utilizávamos, pois claro que não haviam motores e/ou botes reservas.
    Inicialmente frequentando as "pousadas" (nada a ver com pesca) e depois embarcando nos barcos regionais "alugados" para nos servir de base...
    Dormida em rede (o mais comum), cozinheira que "se virava nos trinta", piloteiros cuja diversão era correr a qualquer tempo, remo e não motor elétrico (???), cerveja quase sempre menos gelada que o desejado, mais mentiras que conversas, porém uma animação quase juvenil nos grupos.
    Num passado onde a captura de tucunarés era feita no corrico e através do uso de colheres, as opções de pesca eram complicadas.
    Depois chegaram os primeiros "plugs" (quase sempre as Faria e tempos as Rapalas) e a "evolução" para pesca de arremessos (pinchos) dos botes.
    Melhorou muito a adrenalina das pescarias e mesmo com a "fragilidade" dos equipamentos & piloteiros, a diversão ficou garantida a cada dia. 
    O que antes tinha um destino quase sempre obrigatório de Amazônia, passou também a ter outros pontos como Pantanal, Araguaia, Madeira, Xingú, Liberdade, etc...
    Não muito distante desse período, as "comodidades" começaram a nos possibilitar verdadeiras expedições de grupos formados por amigos, onde pescar era uma das atividades, somadas à gastronomia, conversas e brincadeiras inesquecíveis durante aqueles sempre muito disputados...
    Passamos a selecionar locais com maior nível de exigência de conforto e alimentação, sem esquecer das bebidas geladas, equipamentos de reserva (bote e motores - popa e elétricos), piloteiros mais profissionais, histórico de atividade no ramo, etc... 
    Sempre era feito um processo de feedback ao operador, reportando as coisas positivas e negativas encontradas na operação e com isso fizemos ótimas amizades que foram excelentes em diversos retornos realizados nos anos seguintes... Isso sempre foi algo muito prazeroso...  
    Ao finalizar, 30 anos após esse início tão saudoso, reconheço que hoje essas alternativas são praticamente um patamar de todos os operadores de pesca na busca de seus clientes, seja em Barcelos, Pantanal, SIRN, Araguaia, Xingú, Trombetas, Madeira, Paraná, etc...
    Os conceitos e práticas hoje de pesca esportiva (Pesque e Solte) já são bastante difundidos e praticados pelos pescadores - e não pode ser diferente disso.
    Com toda essa "modernidade", ainda fica na lembrança de qualquer pescador o abocanhar das iscas pelos tucunarés, independente do seu porte.
    Felizmente essas sensações (e adrenalina) nos acompanham sempre ao lançarmos nossas iscas na espera de um esticar de linha e cantar no equipamento. Que assim continue. 
     
       
  24. Upvote
    Kid M recebeu reputação de Cristiano Rochinha em Evolução da Pesca Esportiva...   
    Pois é Marcelo, não há como deixar de "voltar no tempo" 
    Já fiz muita coleção dessa "literatura" de pescarias... (temo que tenham acabado por conta da internet...)
     
    Legal Edmar, apenas um compartilhamento nesse tempo de tantas incertezas
     
    Valeu Viapiana. Esse tempo "antigo" sempre foi muito alegre e saudoso... 
     
    Cristiano, pescaria de acampamento é muito legal, MAS é preciso idade para superar as dificuldades (de falta de conforto). 
    Gente mais jovem consegue superar, mas os mais idosos (como eu) já não conseguem recuperação sem que haja uma noite bem dormida.
    Com a idade, chega o conceito de menos e melhor... e nos adaptamos a buscar por uma melhor qualidade nas opções escolhidas.
     
    Pois é Carlos, concordo com suas apreciações. Na verdade temos - a cada ano - tentado estreitar as possibilidades de insucesso do prazer / lazer desse período de pesca. 
    Não tem como pensar em "prever" período sem riscos climáticos, por motivos óbvios, mas dá para TENTAR buscar um período onde historicamente o sucesso se mostra constante.
    Além disso, o melhor a fazer para minimizar as ansiedades (quem não as tem?) é tentar reduzir ao máximo ações que possam ser previamente previstas.
    Normalmente o uso de uma "check list" para se verificar pontos positivos e negativos já cria "uma ambientação" de início de pescaria. Tubo, varas, tralhas, passagens aéreas, hotéis, traslados, etc... ajudam bastante
  25. Like
    Kid M recebeu reputação de Cesário em Evolução da Pesca Esportiva...   
    Estive pensando sobre o título dessa postagem e me parece que acabei escolhendo algo adequado
    Transportemo-nos para os idos de 1989 / 1990, quando pescar esportivamente era visto com reservas...
    Não de ir pescar, mas de não trazer o produto de árdua missão de superação e adequação das dificuldades.
    Permitam-me esclarecer que "nesse tempo", os ecos das premissas do Rubinho (esse mesmo que hoje está na Fish TV) de "pesque & solte" chegavam a ser ridicularizados nas rodas de pescadores, principalmente daqueles mais antigos (os também chamados hoje "de raiz").
    Assistir ao Pesca & Cia era uma verdadeira dádiva e mais que isso, buscar usar algumas das dicas (e locais) dos programas uma "obsessão" para muitos.
    Mas voltemos a realidade de então, quando não existiam "operadores" (como hoje) que possibilitavam escolhas, mas as aventuras de esquematizar (quase sempre à distância) algumas consultas baseadas em pré-indicações de amigos que já haviam experimentado...
    Grande parte de nosso entusiasmo (além de encontrar os sonhados cardumes) eram mesmo que os quase sempre "avariados motores de popa" resistissem ao período em que os utilizávamos, pois claro que não haviam motores e/ou botes reservas.
    Inicialmente frequentando as "pousadas" (nada a ver com pesca) e depois embarcando nos barcos regionais "alugados" para nos servir de base...
    Dormida em rede (o mais comum), cozinheira que "se virava nos trinta", piloteiros cuja diversão era correr a qualquer tempo, remo e não motor elétrico (???), cerveja quase sempre menos gelada que o desejado, mais mentiras que conversas, porém uma animação quase juvenil nos grupos.
    Num passado onde a captura de tucunarés era feita no corrico e através do uso de colheres, as opções de pesca eram complicadas.
    Depois chegaram os primeiros "plugs" (quase sempre as Faria e tempos as Rapalas) e a "evolução" para pesca de arremessos (pinchos) dos botes.
    Melhorou muito a adrenalina das pescarias e mesmo com a "fragilidade" dos equipamentos & piloteiros, a diversão ficou garantida a cada dia. 
    O que antes tinha um destino quase sempre obrigatório de Amazônia, passou também a ter outros pontos como Pantanal, Araguaia, Madeira, Xingú, Liberdade, etc...
    Não muito distante desse período, as "comodidades" começaram a nos possibilitar verdadeiras expedições de grupos formados por amigos, onde pescar era uma das atividades, somadas à gastronomia, conversas e brincadeiras inesquecíveis durante aqueles sempre muito disputados...
    Passamos a selecionar locais com maior nível de exigência de conforto e alimentação, sem esquecer das bebidas geladas, equipamentos de reserva (bote e motores - popa e elétricos), piloteiros mais profissionais, histórico de atividade no ramo, etc... 
    Sempre era feito um processo de feedback ao operador, reportando as coisas positivas e negativas encontradas na operação e com isso fizemos ótimas amizades que foram excelentes em diversos retornos realizados nos anos seguintes... Isso sempre foi algo muito prazeroso...  
    Ao finalizar, 30 anos após esse início tão saudoso, reconheço que hoje essas alternativas são praticamente um patamar de todos os operadores de pesca na busca de seus clientes, seja em Barcelos, Pantanal, SIRN, Araguaia, Xingú, Trombetas, Madeira, Paraná, etc...
    Os conceitos e práticas hoje de pesca esportiva (Pesque e Solte) já são bastante difundidos e praticados pelos pescadores - e não pode ser diferente disso.
    Com toda essa "modernidade", ainda fica na lembrança de qualquer pescador o abocanhar das iscas pelos tucunarés, independente do seu porte.
    Felizmente essas sensações (e adrenalina) nos acompanham sempre ao lançarmos nossas iscas na espera de um esticar de linha e cantar no equipamento. Que assim continue. 
     
       
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