-
Postagens
26 -
Registro em
-
Última visita
-
Dias Ganhos
7
Tipo de Conteúdo
Fóruns
Galeria
Eventos
Tudo que Matheus Assoni postou
-
Lago de Furnas - Fevereiro-2026
Matheus Assoni respondeu ao tópico de Matheus Assoni em Relatos de pescaria (água doce)
@Edmar Alves, obrigado pela moral meu amigo. De fato, Furnas tem rendido boas memórias pra nós nos últimos anos, a preservação tem dado muito certo pelas bandas de Carmo, Guapé e Capitólio. -
Lago de Furnas - Fevereiro-2026
Matheus Assoni respondeu ao tópico de Matheus Assoni em Relatos de pescaria (água doce)
@TiagoAsa de fato, Furnas além dos tucunarés tem algumas particularidades que valem a pena de mais uma visita. Quanto a pousada, segue o contato da Claudia, a responsável. (35) 99922-1404. Comida boa, preço justo e uma ceva que tem dado resultado nos últimos meses. Vale a pena uma chegada lá pra conhecer. -
Lago de Furnas - Fevereiro-2026
Matheus Assoni respondeu ao tópico de Matheus Assoni em Relatos de pescaria (água doce)
Fala @Rafael Takahiro, bom demais poder relatar as nossas pescarias para relembrarmos no futuro. A parte dos piaus foram um show a parte, sensacional demais. E, vi que estava em Furnas também no carnaval e sacaram o 60teira sul mineiro, parabéns. Depois nos conte como foi meu irmão. Abraços. -
Lago de Furnas - Fevereiro-2026
Matheus Assoni respondeu ao tópico de Matheus Assoni em Relatos de pescaria (água doce)
@Arcer os tucunas de Furnas estão cada dia mais bonitos e desde sempre com uma baixíssima pressão de pesca. Vale a pena demais conhecer, caso não conheça! Quanto ao piau, foi tão prazeroso quanto os tucunarés. Linha bem fininha e anzol pequeno deram mais emoção ainda kkkk. Abraços. -
Lago de Furnas - Fevereiro-2026
Matheus Assoni respondeu ao tópico de Matheus Assoni em Relatos de pescaria (água doce)
Fala @Cristiano Rochinha, problema de pescador é ver água, ainda mais sabendo que existe a possibilidade de pegar um peixinho na vara lisa. Sensacional demais meu amigo. -
Lago de Furnas - Fevereiro-2026
Matheus Assoni respondeu ao tópico de Matheus Assoni em Relatos de pescaria (água doce)
@Eduardo Sone tu tem total razão, aproveito o máximo com meu velho! Se pegar peixe, melhor ainda. -
Boa noite pescadores! Aqui vai mais um relato na Represa de Furnas, dessa vez recente, do último final de semana. Furnas é uma das represas que mais tenho prazer em pescar, água transparente, paisagem fora de série e um dos tucunarés azuis mais bonitos do Brasil fazem ela ser cada vez mais especial pra mim. Partimos de SP rumo a Carmo do Rio Claro, com chegada na pousda prevista para as 22:00, e uma parada pra jantar em Muzambinho acabou entardecendo a nossa chegada, mas, graças a Deus chegamos bem e já fomos nos instalar no quarto e começar a arrumação das tralhas. No caminho para a Pousada, vi que haviam postado no Instagram os pescadores nos tablados e que as tilápias estavam encostadas na ceva, e, relembrando o meu início na pescaria, desci ao tablado com uma varinha de 2,70, um pote de bichinho de laranja e já querendo pegar o primeiro da pescaria. kkk Pesquei das 23:00 ás 02:00 e tive bastante ação, 3 piaus três pintas e uma porção de tilapinhas e lambaris, dessa vez a tilapona levou a melhor na beira do tablado, mas na próxima ela se vê comigo. Já descansado e pronto pro primeiro dia atrás dos tucunas, nossa pescaria seria com o Leandro Silva, amigo que a pesca nos deu alguns anos atrás e é sempre um prazer poder pescar com ele, conhecimento ímpar da represa, pescador dos bons e a humildade em pessoa. Nas conversas da semana, sabíamos que seria uma pescaria ralada na busca do big blue, mas com muita ação dos garrotes que estavam espancado as iscas e rendendo boas memórias. Muita chuva durante a semana e uma previsão que assustava no final de semana, lago subindo muito, mas, a vontade de estar na água sempre fala mais alto. Primeiro Dia Café tomado, subimos no barco e bora de carona pro lago. Começamos a pescaria sem vento e já no primeiro ponto começamos a ter ações dos tricks e meu pai já abriu a contagem bem cedinho. No mesmo ponto, tivemos mais duas ações de peixes maiores, mas nenhum dos dois acabou engatando, um na Bonnie 95 e outro em uma hélice pequena. Pela manhã tivemos muita ação e poucos peixes embarcados, mesmo assim, todos do mesmo tamanho do primeiro do dia. Perto do almoço, o Leandro já havia nos sugerido voltar para almoçar na pousada devido a chuva e de pronto aceitamos, no caminho topamos com ela, e ela não estava para brincadeira. Na volta do almoço continuamos com as ações de peixes menores, mas que iam dando um dinamismo muito grande, em todos os pontos que parávamos embarcavamos alguns tucuninhas. Próximo as 16:00 já com uma trégua no vento, o Leandro avistou um chuveirinho a uns 100 metros de onde estávamos pescando, acelerou a velocidade do elétrico e fomos nós atrás dele, próximo ao chuveiro, arremesso bem dado e peixe engatado, o primeiro 50 up em Furnas de 2026. Próximo ao barco o macho que estava com ela veio a acompanhando, era de respeito, se não desse 60, beirava, mas, não deu muita atenção pras iscas que meu pai desceu na cara dele. já que o macho não engatou, continuamos batendo isca procurando os trofúes de Furnas. Antes de encerrarmos o dia, ainda tivemos um ataque de cinema de uma traíra que saiu fora d'água para buscar a Firestick e acabou enchartu Primeiro dia de pesca finalizado com 23 peixes embarcados, sendo 22 na superfície o maior do dia na meia água. Segundo Dia No segundo dia, já tinhamos expectativas melhores, apesar da forte chuva que cairia, o vento daria uma trégua ao longo do dia. Embarcamos logo após o café e o roteiro se manteve muito parecido com o primeiro dia, já no primeiro ponto, alguns "garrotões" deram as caras, mas os peixes maiores ainda estavam tímidos. Por volta das 10:00 e ainda sem chuva, o Leandro novamente viu um chuveirinho, mas dessa vez mais perto de nós, como já tinha no dia anterior acertado um chuveirinho, deixei a missão com meu pai dessa vez. O arremesso dessa vez não saiu como o esperado, a isca caiu antes da filhoteira, mesmo assim eles vieram atrás da isca rebojando, mas sem de fato grudar nas garateias. Depois das 10:00 a chuva veio forte, e parece que os peixes ficaram mais ativos do que antes da chuva. Em um praiado limpo, um único tronco no final do ponto nos fazia pensar ter um casal ninhando ali. Chegando mais perto do tronco que estava à uns 5 metros de profundidade, arremessei a Firestick passando dele, e, quando ela alinhou com o tronco, uma pancada, mais uma vez a fêmea veio na minha isca. Meu pai na sequência arremessou a isca dele no mesmo local, e insistiu no stick pra tentar trazer o macho pra superfície. Ele até subiu, mas não engatou na superfície, no erro do ataque, meu pai passou a mão no jig, que nem precisou tocar no fundo pra briga começar. O primeiro 50up do meu pai da viagem. Depois do casal e da chuva que castigava sem pausa, decidimos voltar a pousada para almoçar, colocar uma roupa seca e descansar algum tempo antes do último turno de pesca. Já no pós almoço, meu pai de barriga cheia e aquecido, decidiu não voltar para descansar em um local que não se molharia e descansaria (quarto kkk), já que na volta da pescaria, pegaríamos 450km de estrada. Voltamos do almoço com chuva, mas com esperança de uma tarde melhor de pesca do que havia sido o dia anterior. Ainda com chuva forte, abrimos a contagem da tarde com mais um trick, que abriria o caminho para alguns maiores na sequência. A chuva parou, a água espelhou, vimos mais um chuveirinho na margem, mas só estavam espantando a isca, e em cada ataque de tremer as pernas, esse ficou na memória daquela água limpa e aquele pexie investindo na isca. O Leandro focou na pescaria no domingo a tarde comigo, com uma T20 arremessando mais no bico do barco e eu focando nos maliceiros e cana bravas que recentemente foram encobertos pela água. Em um dos pontos, o peixe reboja na isca do Leandro e ele viu o peixe e disse ser mais um 50tão, insistimos nós dois, um na X80+1 e outro na Vision +1, e, em alguns arremessos ele deu as caras pra nós, pra abençoar a tarde. Na sequência o vento veio, e sugeri ao Lê que queria bater uma barbeluda em locais mais fundos, ele de pronto aceitou e mudou a estratégia dele, colocou uma firestick e focou os arremessos onde antes, eu estava focado. Em 10 arremessos, uma nave subiu sutilmente e só sugou a isca dele, acho que nem reparou que tinha se fisgado sozinho, preso por um único anzol da garateia, o Lê mandou bem demais no meio dos maliceiros e trouxe ele pro limpo, mais um peixe embarcado e um dos peixes mais bonitos que já vi em Furnas, colorido, cupinzudo e quadrado. Mais alguns arrmessos á frente, o Leandro disse ter levantado um peixe muito grande no mesmo ponto na semana anterior, e, eu continuava focado na X80+1 arremessando pro bico do barco e confiante que engataríamos o último antes do retorno pra casa. Dito e feito, na parada da isca, senti o tranco e a tomada de linha, por preguiça, ainda havia deixado a isca com as garateias originais, mas o local era limpo e folguei um pouco o freio e mais um presente de Furnas pra encerrar mais uma pescaria mágica no lago mais bonito do Brasil. Já no caminho de volta para a pousada, tivemos de parar para fugir da tempestade que estava formada na direção que iríamos, mas, nada que preocupasse. Pescaria finalizada com 2 peixes a menos do que o dia anterior, porém, com 4 peixes maiores na galeria e nas lembranças. Agradecer a Deus pela viagem tranquila e sem nenhuma intercorrência, e um agradecimento mais que especial ao Leandro pela parceria em mais um final de semana. É sempre muto bom pescar com quem sente prazer na pesca, incentivando e motivando o tempo todo esse é e sempre será o resultado de uma pescaria com ele. Já são 8 anos pescando juntos. E pra finalizar agradecer meu pai por mais uma e ter a sorte de poder viver isso juntos. Materiais: Conjuntos Evox 12Lbs + Metanium 101 Ishidai 12Lbs + Metanium 101 Evox 14 Lbs + Metanium 101 SLX 14 Lbs + Metanium 151 Iscas mais usadas Firestick, Bonnie 95, Vision +1, X80 e X80+1. Para quem não conhece o trabalho do Leandro, abaixo deixo o Instagram dele para que possam prestigiar e conhecer, a experiência de pescar com ele é sempre muito boa. @leandrosilvaguia
-
SUGOI CENTRO IRÁ FECHAR
Matheus Assoni respondeu ao tópico de Cristiano Rochinha em Assuntos Gerais (água doce)
Que notícia triste pra quem ainda gosta de ir nas lojas físicas. O legal de ir ao centro era passar na Sugoi e na Ermanay, pelo menos a Ermanay ainda está de portas abertas. -
Lago de Serra da Mesa - Agosto/2025.
Matheus Assoni respondeu ao tópico de Matheus Assoni em Relatos de pescaria (água doce)
@Rafael Takahiro, muito obrigado meu amigo. Pescaria difícil, mas, recompensadora. E a companhia, é a melhor que poderia ter. Vamos tirar a nossa pescaria do papel ano que vem, e sacar umas naves de Paris. -
Lago de Serra da Mesa - Agosto/2025.
Matheus Assoni postou um tópico em Relatos de pescaria (água doce)
Fala turma, boa noite. Espero que todos estejam bem e pescando mais ainda. kk Começar esse relato que estava pra postar, a algum tempo na verdade, onde no final de Agosto, embarquei com meu pai para conhecermos e pescarmos 3 dias no famoso Lago de Serra da Mesa. Dia 26 de Agosto ás 06:00 da manhã, rumamos do Ipiranga ao Aeroporto de Congonhas. Nosso vôo estava programado para sair de SP ás 08:40, pontualmente cumprido e logo estavámos á caminho da nossa querida capital federal. Por volta das 10:30, o avião acabava de pousar e, a ansiedade de conhecer um novo lago e pescar em uma região diferente, tomaram conta das conversas e pensamentos. Já com a bagagem retirada, fomos a locadora retirar o carro que já tinha sido reservado alguns dias antes, demos uma rápida passada no ParkShopping para almoçarmos e enfim, começarmos o percurso de 322 Kms, até o Rancho C4 em Niquelândia/GO. Com algumas paradas rápidas, primeiro do almoço e de algumas outras para ir ao banheiro e tomar um café na estrada, chegamos no Rancho C4 por volta das 17:00 e já fomos recepcionados pelo Douglas e pela Debora, para início dos nossos 3 dias de pescaria. Não me lembro ao certo a capacidade de pessoas que o rancho comporta, mas creio que aproximadamente 10 à 12 pescadores. Acomodações muito boas, conversa agradável e refeições sempre muito caprichadas. Com a expectativa lá em cima e já jantado, fui ajeitar as tralhas para no dia seguinte começarmos a saga atrás do troféu azul de Serra da Mesa. Conversando com o Douglas já na chegada, sabíamos que o peixe estava começando a formar casal na maioria das vezes e vez ou outra poderíamos topar com algum casal defendendo ninho ou até os filhotes, mas que estava muito seletivo, e tinha que ralar pra conseguir encontrar o peixe e também fazer ele comer. Primeiro dia de pesca; As 06:30 já desperto, tomo banho, já coloco a camisa da sorte (pra quem joga truco entende, a primeira é caminhão kkk) e fico aguardando o parceiro para tomar café, ajeitarmos o barco e partirmos. Ritual encerrado, partiu água. Com as recentes pescarias, Douglas decide pescarmos na região do Rio Bagagem, um rio que tem a água um pouco mais turva que a dos outros dois que compõem Serra da Mesa, mas que abriga alguns troféus. Início da pescaria sem nenhuma ação e com as indicações do Douglas, ele me recomenda pescar de duas formas, batendo hélice e riscando um jig de 10 gramas mais na superfície da água. E começamos a levantar alguns peixes na hélice, o peixe subia para espantar a hélice e não dava mais as caras, cobríamos com todas as iscas e nada do peixe voltar. As 10:00 tivemos a primeira ação de peixe que comeu, riscando o jig na superfície do lado da estruturas em um braço bem estreito, um neon azul veio do fundo e sugou o jig, infelizmente na briga com o peixe, ele levou a melhor e passando na estrutura cortou o leader de 50lbs. Antes do almoço, para não sair dedão, em um praiado encontramos um único peixe parado e meu pai abriu a contagem pra nós no primeiro dia. Logo na sequência desse peixe, e com um sol escaldante na cabeça, decidimos parar para almoçar e renovar as energias na sombra de uma árvore, para depois de descansados, voltarmos a ativa. Na volta do almoço e com a esperança renovada, saímos atraás deles. Logo nos primeiros arremessos meu pai pescando pro meio, engata mais um azul para crer que a tarde seria melhor. A tarde de pescaria não se resumiu a muito mais que isso, tive uma ação na hélice, que o peixe escapa no pulo, peixe de 35-40cm. No final da tarde, o Douglas segue para um local mais fundo para pescar com jigs e jig heads, e aí sim, consegui embarcar meus primeiros peixes do lago, um amarelo, um pequeno e um jacundá, todos no jig head com camarão de 7cm, mas não vieram pra foto, esses ficaram só nos vídeos da câmera, deixo o link do vídeo ao final do relato. Encerramos o primeiro dia de pescaria, um dia fraco de peixe, mas, com a alegria de conhecer uma nova represa e por ter mais uma vez a parceria do meu pai nessas empreitadas e saber que tínhamos mais dois dias completos de pescaria. Segundo Dia; No segundo dia de pesca, o Douglas decide pescarmos na região do Tocantinzinho, tendo em vista que nosso primeiro dia de pesca não havíamos tido boas ações e nem visto peixes melhores. Já nos primeiros pontos do segundo dia, riscando o jig próximo a estrutura novamente o peixe sobe no jig, mas, não entra, dei um segundo arremesso e deixei o jig tocar o fundo, foi o tempo de travar a carretilha e a femêa engatar, o macho veio seguindo ela, peixe de no máximo 50 cm, mas, não quis saber de pegar na isca do parceiro. Focamos a pescaria no segundo dia riscando o jig, pois, parecia que o peixe estava mais propenso a atacar, mas, pinchando uma sará-sará, o Douglas leva uma pancada sinistra, do peixe voar inteiro fora da água, errar a isca e a 1 metro do barco ele voltar e subir todo fora da água denovo pra pegar a isca, memoráveis imagens que gravamos na cabeça. Era o primeiro peixe bom que tínhamos conseguido embarcar, não chegamos a medir, mas algo em torno de 54/55 cm, um baita peixe, na superfície em um dia complicado de pesca, se torna um baita troféu. Peixe solto, e o Douglas sugere irmos caçar alguns peixes no visual, devido á transparência da água na região que estávamos e o sol quente das 11:30 que castigava. Na primeira parada, o Douglas encontra um casal no pé da estrutura, e, um macho tentando "tomar" a fêmea ou o ninho, briga de peixes em baixo do nosso nariz e com a certeza de peixe grande. Passo a mão no jig, e no primeiro arremesso, a femêa cisma de juntar no jig mais ligeira que o seu cônjuge, mas na briga, e com o vento nos jogando pra longe, vimos que o macho não acompanhou e ficou defendendo o local do outro que o perturbava. Fêmea embarcada, colocada no viveiro do barco e partimos atrás do seu marido, meu pai tomou a dianteira, mas, o peixe não aceitava o jig como a fêmea havia aceitado, passei a mão no estojo, saquei uma isca sinking da caixa e foi o tempo da isca afundar na cara dele e ele sair tomando linha no meio da estrutura. Douglas manobrou o barco rápido, conseguimos acompanhar o peixe, e na briga, conseguimos embarcar o peixe. O PEIXE, o meu trófeu de Tucunaré Azul, o peixe que nos faz rodar milhares de quilômetros, estava ali, dentro do passaguá, e pronto pra eternizar em algumas fotos o respeito e admiração que temos por ele. Adrenalina ainda lá em cima, afinal, tinha acabado de quebrar meu recorde, comemorei com meu velho, e partimos atrás do peixe que cismava em tomar o recinto do meu troféu. Quando chegamos no lugar, inacreditavelmente, o peixe estava exatamente no mesmo lugar onde tínhamos acabado de pegar o casal, meu pai ficou com a missão de pegar o peixe, mas, ele não estava querendo saber de isca, só assoprava o jig quando passava perto e refugou a isca sinking e na sequência afundou. Um pouco mais à frente e antes do almoço, no mesmo raseiro onde pegamos o casal, vimos 3 peixes médios passeando, meu pai com o jig mandou na cara deles, e eles brigaram entre si, pra ver quem conseguia pegar primeiro, e, como sempre o menor dos 3 veio pra finalizar nosso primeiro turno do segundo dia de pescaria. Como a pescaria tinha melhorado próximo ao horário do almoço, decidimos esticar a pescaria e pararmos para almoçar um pouco mais tarde e sem pressa. Decidimos fazer a mesma pescaria do dia anterior no final da tarde, locais mais fundos e pescando colado no fundo, tivemos mais ações, os peixes estavam ativos no fundo, pegamos mais alguns peixes antes de decidirmos encerrar o dia que nos rendeu o troféu da viagem. Terceiro dia; Último dia de pescaria, decidimos voltar a pescar na região onde pescamos no dia anterior, para tentarmos a sorte novamente. Mas, com um vento mais forte, e com a água mais fria, o peixe não queria aparecer de jeito nenhum, na parte da manhã, vimos um casal defendendo seus filhotes, por duas vezes seguidas, consegui fisgar a fêmea e nas duas vezes escapou. Sem nenhuma ação de peixe na parte da manhã. Pós almoço, e com a expectativa bem baixa, decido testar algumas iscas que costumamos usar aqui nas represas do Sudeste, e que não tinham muito a confiança do nosso guia, mas, como já passavam das 15:00 e não havíamos tido nenhuma ação, achei válido o teste. Com no máximo 10 arremesses para o meio com uma isca barbeluda que desce entre 3 e 4 metros, tive a minha despedida com chave de ouro de Serra da Mesa. Trancada forte e tomada de linha honesta, estava engatado com mais um belo peixe. Peixe embarcado, 57cm, colorido e briguento. Esse último dia de pescaria, foi um dos mais desafiadores que já enfrentei. Teste de resiliência total, mudanças de estratégia durante o dia inteiro e foi isso que nos fez conseguir achar os peixes das 15:00 em diante. Último ponto da pescaria, pescamos uma ilha submersa, meu pai pescando nos locais mais rasos na superfície, e eu continuei mandando a barbeluda pro meio. No lugar mais raso da ilha, meu pai tomou algumas porradas na superfície, mas sem peixe fisgado. No primeiro arremesso que fez com um spinner que pegamos com o Douglas, os peixes do cardume começaram a aparecer, destaque pro maiorizinho fisgado. Na sequência dos peixes fisgados pelo meu pai, na barbeluda, tomo outra pancada e outra tomada de linha sinistra. Achei que tivesse tirado a sorte grande, mas em alguns minutos, vimos o pneu subindo e a euforia do último peixe deu ar para as risadas e brincadeiras. Baita Piranha! A temida hora de cortar o snap, havia chegado. E mesmo que a pescaria tenha sido um desafio, conseguimos aproveitar, viver momentos únicos e brigar os valentes tucunarés do centro-oeste. E de recorde batido. Era hora de voltar pro rancho, aproveitar a noite de encerramente com um churrasco, arrumar as malas, ajeitar a tralha e descansar para o retorno á Brasília no dia seguinte logo as 07:00. Chegando em Brasilia, a logística foi basicamente a mesma da ida, da locadora ao aeroporto, vôo e pouso tranquilo em Congonhas (UFFA). Como diz um amigo aqui do Fórum, Deus não conta os dias que passamos pescando, e se pescarmos com quem amamos, Deus até nos dá alguns dias a mais. Para quem preferir ver o vídeo da nossa pescada, segue o link do Youtube. https://www.youtube.com/watch?v=0goYZKCI-Ck&t=45s Materiais Uitlizados Varas: Viking 14 Lbs, SLX 14 Lbs, Basspara 16 Lbs, Benkei 20 Libras Carretilhas: Metanium 101 e 151 Linha: Berkley 4x 40 Lbs Iscas: Jig 10 Gr, Jig Head 7 e 9Gr com camarão de 7 cm, Sará Sará 100, Vision +1, Máquina +1, Ryuki 95S, Fangbait 100DR, Spinner. -
Pescaria Lago de Furnas Março 2025.
Matheus Assoni respondeu ao tópico de Matheus Assoni em Relatos de pescaria (água doce)
Fala @Rafael Takahiro, boa tarde irmão. Sim, precisamos marcar a nossa. Estive na SM no final de Agosto, logo postarei o relato. Abraços parceiro. -
Pescaria Lago de Furnas Março 2025.
Matheus Assoni respondeu ao tópico de Matheus Assoni em Relatos de pescaria (água doce)
@Isaias, boa tarde meu amigo. Dessa vez até que saíram uns peixes sim, mas o tempo estava castigando com muito calor, temperatura da água estava lá em cima. -
Pescaria Lago de Furnas Março 2025.
Matheus Assoni respondeu ao tópico de Matheus Assoni em Relatos de pescaria (água doce)
Fala @JoaoOtavio, boa tarde. Obrigado meu amigo. -
Pescaria Lago de Furnas Março 2025.
Matheus Assoni respondeu ao tópico de Matheus Assoni em Relatos de pescaria (água doce)
Fala @Adalberto Magrao, boa tarde. A pescaria no lago de Furnas é um espetáculo a parte, local "próximo" a SP, e com um visual muito acima da média. Abaixo segue o contato do mestre Aloísio (35) 98834-8820 Abraços! -
Pescaria Lago de Furnas Março 2025.
Matheus Assoni respondeu ao tópico de Matheus Assoni em Relatos de pescaria (água doce)
Fala @Marcelo Terra, boa tarde. Obrigado meu amigo, aproveitamos o aniversário do mano do jeito que gostamos. -
Baby Face vs Lori Face para Amazônia
Matheus Assoni respondeu ao tópico de VitorMorais em Iscas e Anzóis
Fala Vitor, bom dia meu irmão. Cara, não experimentei elas ainda em Barcelos, quando fui, levei a Babyface tamanho 135, e, não tivemos muita ação. Mas, para a pesca do azul no sudeste, confesso que não senti diferença da Babyface SM85 e da Loriface, inclusive, a Loriface na mesma cor, tive mais ação, sem falar que a garateia e split são reforçados. Abraços e excelente pescada nessa temporada. -
Pescaria Lago de Furnas Março 2025.
Matheus Assoni postou um tópico em Relatos de pescaria (água doce)
Boa noite, pescadores! Aqui vai mais um relato de pescaria e essa foi mais que especial: a pescaria de aniversário do meu irmão. O local escolhido foi, mais uma vez, o belíssimo Lago de Furnas. Embarcamos de SP para Muzambinho no dia 09 de março, um domingo à noite. Já no dia 10 de março, por volta das 6h da manhã, rumamos para a Pousada Jatobá, em Carmo do Rio Claro, onde ficamos hospedados por 4 dias. Dessa vez, nosso guia foi o grande amigo Aloísio, que mais uma vez não mediu esforços nem combustível para irmos atrás dos azulões de Furnas! Sabíamos que nossa pescaria não seria fácil, já que a previsão indicava 4 dias de extremo calor e o guia já tinha nos avisado que o comportamento do peixe estava estranho. Mesmo assim, estávamos confiantes e ansiosos para esticar a linha. Primeiro dia Nossa primeira manhã de pesca foi bem difícil... poucas ações, e as que tivemos eram de peixes pequenos. Insistimos até depois das 12h e, em seguida, fomos almoçar. Na parte da tarde, voltamos por volta das 14h30. O calor era absurdo e os peixes continuavam manhosos. Quando tínhamos ação dos maiores, eles batiam uma vez e não voltavam. Quase às 18h, no último ponto, em um tronco no meio do lago, um azulão explodiu na T20 e errou o bote na isca do meu irmão. Logo em seguida, joguei o jig no mesmo lugar e não deu outra... uma porrada seca e o primeiro e maior peixe do dia/viagem embarcado: um BAITA azulão! Colocamos no viveiro e continuamos batendo isca em volta do tronco. Quando tiramos o peixe da água, vimos que a fêmea o acompanhou até a ponta do barco. Mais alguns arremessos de jig e... conseguimos capturar a fêmea também! Um baita dublê aos 45 do segundo tempo no primeiro dia. Segundo dia A parte da manhã continuou difícil. Decidimos parar para almoçar mais cedo, perto de uma “ilha” cheia de maliceiros afundados, onde no dia anterior havíamos perdido um peixe bom. Aproveitamos para dar uma refrescada no lago e tomar uma breja. Após o rango, partiu segundo tempo! Fomos batendo isca em direção à ilha de maliceiro afundado, mas um pouco afastados da margem por causa do calor. De repente, o primeiro tucunaré de respeito do dia explodiu na T20 prateada do meu irmão! Continuamos na ilha e pouco depois foi a minha vez: porrada na Bonnie 95 e mais um tucuna bonito embarcado. O restante da tarde rendeu inúmeros trickzinhos e algumas ações de peixes maiores, mas sempre batendo uma vez e não voltando. Encerramos o segundo dia com um pôr do sol lindo... rsrs WhatsApp Video 2025-08-25 at 02.23.48.mp4 Terceiro dia e aniversário do meu irmão Decidimos subir a represa. Como nos outros dias, o sol já queimava forte às 8h da manhã e a água estava bem quente. Pegamos diversos trickzinhos e tiramos poucas fotos. Como pescaria pra nós é muito mais que peixe, paramos cedo para almoçar e tinhamos decidido fazer fazer um churrasco. O nosso grande amigo Aloísio fez e ficou absurdo de bom e no ponto! E o lugar? Uma paisagem fera para "comemorarmos" o dia do meu irmão. Depois do churrasco e das brejas/campari... kkkkk... voltamos pra pescaria da tarde. No primeiro ponto, o guia avistou um chuveirinho de longe. Chegamos perto, meu irmão jogou a T20 prateada e não deu outra: porrada certeira! O macho atacou forte, mas errou a isca; a fêmea veio logo atrás e não perdoou. kkkk O menino estava com sorte...Mais adiante, em um montado de maliceiros afundados, outro ataque na T20 e mais um tucuna bonito para foto. Depois dessas duas ações, o sol castigou ainda mais e só restaram os peixes pequenos. Pra garantir a diversão, apelamos para uma meia-água pequena e pegamos vários trickzinhos. Assim se encerrava nosso penúltimo dia nesse lago maravilhoso. Quarto e último dia O sol estava ainda mais forte! Pela manhã tivemos algumas ações de trickzinhos ajeitados, mas sem fotos. Como era o último dia, decidimos almoçar em um restaurante flutuante top na beira do lago, onde comemos uma baita traíra espalmada. Agradacer ao nosso amigo/Guia Aloisio que nos proporcionou a melhor estrutura possível nesses 4 dias de pesca! Um dos melhores guias com quem já pescamos, um cara impar e fora da curva! E assim se encerrava uma das pescadas mais dificeís que ja enfrentamos no Lago de Furnas, independente de peixe é sempre muito bom estar com quem se gosta fazendo o que se gosta! "Pescaria não é só peixe" Até a próxima!! -
Lago de Furnas: Fevereiro/2025
Matheus Assoni respondeu ao tópico de Matheus Assoni em Relatos de pescaria (água doce)
Fala Rafael, não sei se estará lá pós carnaval, estamos indo eu e meu irmão novamente no dia 09/03, para pescar 4 dias, se estiver por lá, podemos pescar em 3. Se tu não pescou em Furnas, tu tem de pescar, o lago é muito bonito e tem cada bruto escondido naqueles maliceiros e cana bravas. rs -
Lago de Furnas: Fevereiro/2025
Matheus Assoni respondeu ao tópico de Matheus Assoni em Relatos de pescaria (água doce)
Obrigado Cristiano, sempre acompanhava os relatos, inclusive os seus, e decidi começar também. Abraço amigo. -
Lago de Furnas: Fevereiro/2025
Matheus Assoni respondeu ao tópico de Matheus Assoni em Relatos de pescaria (água doce)
Obrigado Marcio. Agora que fiz o primeiro relato, aparecerão outros, se Deus quiser. -
Lago de Furnas: Fevereiro/2025
Matheus Assoni respondeu ao tópico de Matheus Assoni em Relatos de pescaria (água doce)
Fala Edmar, bom dia. Vamos ao lago de Furnas desde 2018, e, nas últimas vezes vimos como a pesca esportiva tem rendido bons frutos na região, em todas as idas a Furnas sempre temos pego bons peixes, sem falar nas porradas na superfície agora com o lago subindo. Quanto aos contatos, abaixo segue o da pousada, que é o que tenho no momento, mas, indico chamar o Leandro no Instagram (sempre quem fala com ele e organiza é meu pai) Pousada Jatoba 35 9985-5338 Instagram Leandro https://www.instagram.com/leandrosilvaguia/ -
Lago de Furnas: Fevereiro/2025
Matheus Assoni respondeu ao tópico de Matheus Assoni em Relatos de pescaria (água doce)
Obrigado Marcelo. Quando eles estão ativos na superfície, é o dia em que algumas cenas não saem da cabeça, cada porrada. -
Boa noite pescadores, espero que esse relato, os encontre com muita saúde e já se planejando para a próxima pescaria. Faço hoje minha estreia aqui nos relatos, e, nada melhor que começar tendo o relato da quebra de recorde pessoal de tucunaré azul, bom, vamos lá. Saímos de São Paulo na sexta feira por volta das 20:00, mais precisamente do bairro Ipiranga, rumo à Carmo do Rio Claro, distante aproximadamente 430 km, viagem tranquila e já rotineira. Nosso destino, é a excelente pousada Jatobá, que sempre nos acolhe da melhor maneira, com acomodações confortáveis, ar condicionado e tudo o que um pescador precisa pra se recuperar com uma boa noite de sono, para poder encarar a briga com os fortes azuis do mar de minas. Meu parceiro de pesca e de vida, é meu pai, mais conhecido por Mazinho, com quem faço questão de pescarmos juntos, sempre que possível. Digo que ele é o astral da pescaria, sempre de bom humor, e sempre com pensamento positivo na busca dos peixes. Chegamos na pousada por volta das 02:30, e, como a ansiedade já não nos deixava dormir, ficamos tomando algumas, arrumando a tralha e já pensando no primeiro dia de pesca que iniciaria dentro de poucas horas. A pescaria seria com o mestre Leandro Silva, que na minha humilde opinião, é o melhor guia profissional de pesca com quem já tive a oportunidade de pescar. Barco excelente, conhecimento do lago de furnas e do comportamente do tucunaré, humildade, e o que mais nos empolga, ser apaixonado pela pescaria, ele literalmente se empolga mais que nós, a cada rebojada na isca, fazendo com que o sarrafo da pescaria fique cada vez mais alto. Para quem não o conhece, indico de olhos fechados e com a certeza que a experiência completa de um final de semana de pesca sensacional. Mas vamos à pescaria, que é o que mais importa nesse relato. Já no sabado pela manhã, depois do café reforçado feito pela Claudia e as meninas da cozinha, partimos rumo ao lago. Nossa pescaria deveria ser realizada no final de semana anterior, mas, pela intensidade das chuvas, foi cancelada devido à estrada de terra que dá acesso a pousada. Com a esperança de boas ações, iniciamos nossa pescaria. Lago enchendo aproximadamente 20cm por dia, e estruturas ficando menos visíveis na superfície da água, o Leandro indicou que usassemos iscas de superfície, e com o barco afastado da margem, arremessando as iscas entre o bico do barco e a margem, no primeiro ponto, já tive a honra de quebrar meu recorde pessoal, 58cm de Tucunaré explodindo na superfície e já deixando as pernas bambas logo pela manhã. Pra eternizar à lembrança, o momento mais importante da pesca, à soltura de quem tanto nos alegra e nos faz percorrer muitos quilometrôs. WhatsApp Video 2025-02-11 at 20.09.18.mp4 Depois de abrir o boteco (indispensável depois de quebrar um recorde), e com a adrenalina já abaixando, voltamos a pescaria, o peixe estava mais afundado, aproximadamente em locais com mais de 2,5 metros de profundidade, mas, não atacava iscas de meia água, apenas subia em iscas de superfície, se acertasse a isca, bem, se não, não voltava mais para atacar e só nos deixava na saudade e no imaginário do tamanho do peixe pelo rebojo que deixava na água. Um pouco antes do almoço, meu pai, ainda acertou um belo peixe, de 54cm, que já deixava a pescaria da manhã feita, e, prontos pro churrasco, ponto forte da operação do Leandro Silva também, não é atoa que o chamamos de mestre. Depois de alimentados e descansado, partiu segundo tempo do primeiro dia de pesca. Conforme o sol esquentava, as ações diminuiam, mas, estávamos lá, batendo isca e hora ou otra, engatanado os azuis do lado sul mineiro. Final de pescaria no primeiro dia, mesmo diante das dificuldades, a pescaria pra nós, estava mais do que suficiente no primeiro dia, era, só voltar à pousada, tomar uma ducha e apreciar uma boa comida mineira da pousada e aguardar o próximo dia. Domingo cedo, pós café, e lá estávamos rasgando a água novamente em busca dos azuis, a pescaria se manteve parecida com o dia anterior pela manhã, com algumas boas ações, mas, o peixe não queria se dar ao luxo de aparecer pras fotos, até que uma pancada no stick e ele veio pra foto. O dia ia passando e íamos topando com alguns peixes de menor tamanho, mas, que renderam boas porradas na superfície e alegria dentro do barco. Destaque pra essa fêmea, que o macho deu uma pancada, a femea pegou antes dele, ele veio até próximo ao barco acompanhando, e não pegou, mas, o tamanho dele assustou, pelo olho do pescador, beirava os 60cm. E assim, encerramos mais uma pescaria, sempre agradecendo a Deus pela oportunidade de continuar fazendo o que somos apaixonados e ter a presença do meu incentivador e meu espelho vivendo esses momentos comigo, e, com a certeza que viveremos muito mais enquanto papai do céu permitir. Materiais Utilizados: Varas: 12, 14 e 16 libras Carretilhas: Perfil Baixo, tamanhos 101 e 151 Iscas: Zaras e Sticks de 8,5cm à 11 cm.
-
Apresentação
Matheus Assoni respondeu ao tópico de Rafael Bueno em Novos Usuários. Começem por aqui, apresentem-se.
Olá pescadores, boa tarde. Me chamo Matheus, tenho 26 anos, natural de São Caetano do Sul, e pescador esportivo desde que me entendo por gente, até porque a família não é muito adepta à comer peixe rs. Os útlimos 10 anos, foram a descoberta de uma nova paixão, o Tucunaré e o seu temperamento nada amigável. Atualmente nossas pescarias tem se concentrado em Paraibuna, Furnas e, tentado ir a Amazônia uma vez ao ano. Conheci o fórum em buscas na internet, e, desde então tenho lido os relatos e entusiasmado pela história e também sua outra fonde de recordação e local de novas amizades. Grande abraço a todos!