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Walther Volpini

Outra do minerim.

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O caboquim cordô cêdo,

ispriguíçô, lavô as mão na gamela,

limpô uzói, sinxugô, tomô café,

pegô a inxada,

sivirô pra muié I falô:

- Muiééé,

tô inoprotrabaio.

Quan dêle saiu da casa,

ao invêiz dií prá roça,

ele subiu num pé di manga

I ficô iscundidim.

De repente pareceu um negão,

e foi inté upé di manga

I nem si percebeu

q'o caboquim tava lá inrriba.

Pegô u'a manga... chupô,

pegoôta, I mais ôta...,

I a muié du caboquim chegô

na janela e gritô:

- Póvim, ele já foi!

I o negão largô as manga

I sinfurnô dendacasa du caboquim.

O caboquim,

danado de ráiva,

desceu da árvre,

pegô um facão

e intrô na casa.

Quandele abriu a porta

ele viu o negão chupano

as teta da muié,

intonsi levantô u facão e falô:

- Vai morrêêêêê negão!!!

E num é cunegão

puxô um 38 da cintura,

I pontô pro caboquim falano:

- Pruquê qui eu vômorrê?

E o cabuquim:

- Uai cê chupô trêis manga

e agora tá mamando leite.

Assim vai morrê,

pruquê manga cum leite faiz mar, uai!?!?! . . . Cê nun sabia??

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