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Miro

Miro e Eduardo - Primeira no Castanhão em 2012.

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Já havia algumas semanas estávamos tentando marcar uma pescaria. Difícil era fazer coincidir um final de semana que desse certo, mas foi possível agendar a tão esperada pescaria para o segundo fim de semana de janeiro (14 e 15). Nosso destino era o vistoso Açude do Castanhão, na cidade de Nova Jaguaribara, região do Sertão Central cearense.

O Castanhão é formado pelo represamento das águas do Rio Jaguaribe. Trata-se de uma represa construída em uma parceria entre a Secretaria de Recursos Hídricos do Ceará - SRH-CE e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas - DNOCS.

O Castanhão possui capacidade de armazenamento de 6.700.000.000 m³, o que corresponde a 37% de toda a capacidade de armazenamento dos 8.000 reservatórios cearenses. A represa possui importância estratégica como reserva hídrica do estado do Ceará, alimentando inclusive o Canal da Integração, que abastece a população da Grande Fortaleza e o Complexo Portuário do Pecém.

Descobri sobre o Castanhão lendo uma matéria do pescador paraibano Saulo Nazion na edição 175 da revista Pesca & Cia (julho de 2009). Havia completado pouco mais de 2 anos que eu estava em Fortaleza e ainda não tinha conhecimento dos Tucunarés que habitam o lago.

Posteriormente, obtive maiores informações sobre a pesca no Castanhão em alguns relatos dos quais destaco o postado pelo Rodrigo Sgambatti em agosto de 2009, do pessoal do Tucunas Brasil Fishing, entre outros.

Eu já havia pescado no Castanhão em 2009. Para o Luis Eduardo seria a primeira imersão naquele belo açude. Combinamos a pescaria com o amigo Herbet que seria o nosso guia durante o fim de semana.

Saímos na sexta-feira (13) já tarde da noite. Ficaríamos hospedados na pousada Os Maias. Após descansarmos algumas horas, tomamos o café e saímos para o açude por volta de 5:30 da manhã. Durante o café alguns pescadores já nos informaram que os grandes tucunarés do Castanhão não estavam ativos e que estava ventando bastante.

Logo nos primeiros arremessos tivemos várias ações. Pequenos pacas e amarelinhos.

Encontrar os cardumes era uma constante; tivemos umas 60 ações nos dois dias de pesca. O conhecimento do Herbet sobre os pontos e estruturas do açude foi um diferencial para encontrarmos diversos cardumes ao longo da pescaria.

Saída no sábado.

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Alguns peixes

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O Herbet é uma figura ímpar. Cara gente boa, profissional, atencioso, sempre dividindo seu conhecimento sobre pesca, o Castanhão e “algo mais”.

Herbet.

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No final da tarde de sábado o Luis Eduardo foi premiado com o maior Tucunaré da pescaria. Foi legal de ver o peixe saltando e a vibração do pescador. Apesar do machucado (o peixe encharutou a isca), fizemos a nossa parte e devolvemos para a água, assim como fizemos com todos os outros peixes.

O peixe da pescaria foi esse!

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Pesque e solte, sempre!

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No domingo tentamos chegar ao açude mais cedo. Nosso destino seria pescar para o lado da Serra da Micaela. Os locais eram lindos, com muitas estruturas. Impossível pensar que não haveriam vovôs (como são chamados os grandes Pinimas que normalmente são pescados por lá) por ali. Cada arremesso bem feito nas estruturas gerava uma expectativa. Mas apenas os pequenos Tucunas davam as caras. Encontramos diversas “creches”. Os dubles e triples (com dois peixes na mesma isca) ocorreram em diversos pontos.

Estruturas.

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http://i1120.photobucket.com/albums/l495/Luis_Eduardo/DSC00205.jpg

Em um dos locais vimos um peixe maior bater. Joguei uma Biruta 90 na “cara” da fera. Foi só a isca bater na água para o bicho pegar e correr para o pau. Ainda pude sentir um pouco da corrida do peixe e podemos vê-lo entre os ganhos imersos nas águas, onde ele enrolou minha linha e “limpou a boca” logo em seguida.

As ações perduraram até o meio da tarde, quando decidimos partir de volta a Fortaleza.

Mais alguns tucuninhas.

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Foram dois dias bastante agradáveis, com muitas ações (por mais que sejam de peixes pequenos), piadas e descontração. A próxima já está combinada, esperamos que em uma época em que os grandes tucunarés estejam mais ativos.

http://i1120.photobucket.com/albums/l495/Luis_Eduardo/DSC00186.jpg

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Sem dúvida foi uma viagem que ficará marcada, muita descontração e muitas ações, além da amizade que - tenho certeza - protagonizará inúmeras pescarias. Pra não parecer papo de pescador, na próxima agente bate foto de todos!! heheheheheh

Forte abraço , miro!!

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Vocês estão de parabéns!!!

Beleza de pescaria ... muitas ações significam muitas emoções, mesmo não sendo os "monstros" e estes são poucos mesmo.

Tem "grandões" lá?

Minha eterna curiosidade: quais conjuntos Vocês usaram?

Mais uma vez parabéns, e

inté ...

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Vocês estão de parabéns!!!

Beleza de pescaria ... muitas ações significam muitas emoções, mesmo não sendo os "monstros" e estes são poucos mesmo.

Tem "grandões" lá?

Minha eterna curiosidade: quais conjuntos Vocês usaram?

Mais uma vez parabéns, e

inté ...

Valeu Fernando.

No Castanhão peixes na casa de 3-4 kg ainda são comuns em boas pescarias.

Em ótimas pescarias (que infelizmente ainda não fiz) vejo fotos de peixes na casa de 6 kg.

O meu equipamento principal para essa pescaria foi uma carretilha curado 200E com linha 30 lbs e uma vara Enzo de 17 lbs. As iscas mais usadas foram Borás 10, Inna 90, Biruta 90 e jigs.

O Eduardo usou equipamento equivalente.

Abs.

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Grandes pescadores sabem entender e respeitar o local e devidamente a época melhor de pesca.

Quando saímos de Fortaleza, já era sabido que os grandes habitantes do Castanhão (4 e 5 kg) não estavam batendo e que seria uma pescaria de quantidade maior e qualidade menor, dois dias super agradáveis com pessoas de bem com a vida, regados a muita piada, peixes e descontração, realmente pescadores de excelente nível.

Agradeço poder ter tido o prazer de fazer parte deste relato e aproveito para dizer que o motor elétrico já esta 100% depois do acidente, hehehehe.

O barco já esta reservado pra vcs sim, sem problemas.

Grande abraço

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