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Jorge Pozzobon

Para piabanhas com test drive.

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Esta fiz para o amigo Matizuma de Cordeiro - RJ pescar piabanhas no vale do rio Paraíba do Sul, na região de Campos dos Goytacazes - RJ.

Escolhemos um blank de ação moderada para maior esportividade 5'4", para arremessar iscas de 3 a 10 gramas, 2/6 lbs. e optamos pela montagem dos passadores em espiral rápido (torqued flex) em função da ação do blank.

No sábado pela manhã o Mantizuma em companhia do amigo Gamaliel, foram fazer o test drive com as piabanhas, Mantizuma com sua nova vara e Gama com fly #4, e com belos exemplares de piabanhas. As duas últimas fotos são a origem da foto da piabanha que colquei no blank da vara.

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O resultado de sábado de manhã

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E a bela piabanha de onde tiramos a foto para colocar no blank

http://i478.photobucket.com/albums/rr149/rodsbyjorge/pesca010.jpg

http://i478.photobucket.com/albums/rr149/rodsbyjorge/pesca010-1.jpg

Abraços

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Top demais esse cabo... e a montagem também!!!

Muito legal o trabalho da foto no blank!!! mestre:: mestre:: mestre::

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Top demais esse cabo... e a montagem também!!!

Muito legal o trabalho da foto no blank!!! mestre:: mestre:: mestre::

Obrigado Jean, quando sai a primeira montagem aí?

Abraços.

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Estreio com estilo ... ::tudo:: ::tudo:: parabens pelo trabalho !

Obrigado Felipe, realmente foi uma grande estréia e que belas piabanhas......deve ser muito divertido puxar um lambarizão desses com uma vara ultra-leve.

Abraços.

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Top demais esse cabo... e a montagem também!!!

Muito legal o trabalho da foto no blank!!! mestre:: mestre:: mestre::

Obrigado Jean, quando sai a primeira montagem aí?

Abraços.

Já virou novela Jorge...

Tenho que montar o torno, encomendar o material... arrumar o cômodo pra colocar a traia... etc!!!

Mas chego lá!!!

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Linda Jorge...obra de arte.

Esse sistema de montar os passadores não dimunui a distância de arremesso não?..muito interessante.

Obrigado Paulo,

Vamos raciocionar da seguinte maneira......se tivermos duas varas iguais, de mesma ação uma para molinete outra para carretilha, qual das duas arremessa mais longe.......é claro que a de molinete......aí poderíamos argumentar que a carretilha precisa desenrolar o carretel o que ocasiona atrito maior......ora as carretilhas modernas todas vão mais rápidas do que as linhas.....e por isso acontecem as cabeleiras..........nos testes que fizemos com duas varas iguais montagem em espiral e montagem tradicional, ambas com a mesma carretilha.......conseguimos maior distancia na montagem em espiral, porém não muito significativa.......presumo que possa ser porque na montagem tradicional na hora do arremesso a linha possa bater no blank em função da ação dele (moderado) causando certo atrito....só com filmagem em câmara lenta para confirmar isso. Depois de vários arremessos com uma e outra, chegamos a conclusão que piorar não piora, pelo contrário até há uma melhora nos arremessos, nesse caso com esse tipo de ação moderada e lenta.

Mas a finalidade disso em primeiro lugar numa vara desta ação é diminuir a quantidade de passadores para balanceamento perfeito do conjunto e como essa vara foi feita para trabalhar no limite de flexão, porque os blanks são resistentes à flexão, porém não são resistentes à torções....em segundo lugar evitar que o blank sofra estas torções na hora de tracionar o peixe, o que acontece sempre na montagem tradicional para carretilhas e não acontece nas varas para molinete, fly e principalmente nas interlines, que em termos de mecânica e dinâmica são perfeitas, pois as forças se distribuem no centro dela....e terceira vantagem com a ponteira virada para baixo é muito mais difícil aquela volta da linha na ponteira, causando ou ruptura da linha ou quebra da vara.

Porém , são casos escolhidos e optamos pelo espiral rápido porque a passagem da linha é feita de uma vez só na parte mais grossa do blank onde a força de torção é pequena e não o quebraria. Não caberia aqui uma espiral contínua, pois causaria da mesma maneira ou até exacerbaria a torção do blank ( em varas pesadas para mar aberto sem problemas), porque aqui o equipamento é ultra-leve.

Este é meu pensamento a respeito, dentro do que tenho feito, aliás faço bastante montagem de bait com blank de fly #8 e #9 para pesca de piaparas, sempre utilizando este tipo de montagem, com ótimos resultados e satisfação plena de quem utiliza......inclusive testei umas dessas com tucunarés na Amazônia, levei uns 15 minutos pra tirar um de uns 6 kg. ...foi pura diversão....ação de fly em bait.

Abraços

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Linda Jorge...obra de arte.

Esse sistema de montar os passadores não dimunui a distância de arremesso não?..muito interessante.

Obrigado Paulo,

Vamos raciocionar da seguinte maneira......se tivermos duas varas iguais, de mesma ação uma para molinete outra para carretilha, qual das duas arremessa mais longe.......é claro que a de molinete......aí poderíamos argumentar que a carretilha precisa desenrolar o carretel o que ocasiona atrito maior......ora as carretilhas modernas todas vão mais rápidas do que as linhas.....e por isso acontecem as cabeleiras..........nos testes que fizemos com duas varas iguais montagem em espiral e montagem tradicional, ambas com a mesma carretilha.......conseguimos maior distancia na montagem em espiral, porém não muito significativa.......presumo que possa ser porque na montagem tradicional na hora do arremesso a linha possa bater no blank em função da ação dele (moderado) causando certo atrito....só com filmagem em câmara lenta para confirmar isso. Depois de vários arremessos com uma e outra, chegamos a conclusão que piorar não piora, pelo contrário até há uma melhora nos arremessos, nesse caso com esse tipo de ação moderada e lenta.

Mas a finalidade disso em primeiro lugar numa vara desta ação é diminuir a quantidade de passadores para balanceamento perfeito do conjunto e como essa vara foi feita para trabalhar no limite de flexão, porque os blanks são resistentes à flexão, porém não são resistentes à torções....em segundo lugar evitar que o blank sofra estas torções na hora de tracionar o peixe, o que acontece sempre na montagem tradicional para carretilhas e não acontece nas varas para molinete, fly e principalmente nas interlines, que em termos de mecânica e dinâmica são perfeitas, pois as forças se distribuem no centro dela....e terceira vantagem com a ponteira virada para baixo é muito mais difícil aquela volta da linha na ponteira, causando ou ruptura da linha ou quebra da vara.

Porém , são casos escolhidos e optamos pelo espiral rápido porque a passagem da linha é feita de uma vez só na parte mais grossa do blank onde a força de torção é pequena e não o quebraria. Não caberia aqui uma espiral contínua, pois causaria da mesma maneira ou até exacerbaria a torção do blank ( em varas pesadas para mar aberto sem problemas), porque aqui o equipamento é ultra-leve.

Este é meu pensamento a respeito, dentro do que tenho feito, aliás faço bastante montagem de bait com blank de fly 3* e #9 para pesca de piaparas, sempre utilizando este tipo de montagem, com ótimos resultados e satisfação plena de quem utiliza......inclusive testei umas dessas com tucunarés na Amazônia, levei uns 15 minutos pra tirar um de uns 6 kg. ...foi pura diversão....ação de fly em bait.

Abraços

Putz...muito show... aplauso:: aplauso:: aplauso:: aplauso::

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Linda Jorge...obra de arte.

Esse sistema de montar os passadores não dimunui a distância de arremesso não?..muito interessante.

Obrigado Paulo,

Vamos raciocionar da seguinte maneira......se tivermos duas varas iguais, de mesma ação uma para molinete outra para carretilha, qual das duas arremessa mais longe.......é claro que a de molinete......aí poderíamos argumentar que a carretilha precisa desenrolar o carretel o que ocasiona atrito maior......ora as carretilhas modernas todas vão mais rápidas do que as linhas.....e por isso acontecem as cabeleiras..........nos testes que fizemos com duas varas iguais montagem em espiral e montagem tradicional, ambas com a mesma carretilha.......conseguimos maior distancia na montagem em espiral, porém não muito significativa.......presumo que possa ser porque na montagem tradicional na hora do arremesso a linha possa bater no blank em função da ação dele (moderado) causando certo atrito....só com filmagem em câmara lenta para confirmar isso. Depois de vários arremessos com uma e outra, chegamos a conclusão que piorar não piora, pelo contrário até há uma melhora nos arremessos, nesse caso com esse tipo de ação moderada e lenta.

Mas a finalidade disso em primeiro lugar numa vara desta ação é diminuir a quantidade de passadores para balanceamento perfeito do conjunto e como essa vara foi feita para trabalhar no limite de flexão, porque os blanks são resistentes à flexão, porém não são resistentes à torções....em segundo lugar evitar que o blank sofra estas torções na hora de tracionar o peixe, o que acontece sempre na montagem tradicional para carretilhas e não acontece nas varas para molinete, fly e principalmente nas interlines, que em termos de mecânica e dinâmica são perfeitas, pois as forças se distribuem no centro dela....e terceira vantagem com a ponteira virada para baixo é muito mais difícil aquela volta da linha na ponteira, causando ou ruptura da linha ou quebra da vara.

Porém , são casos escolhidos e optamos pelo espiral rápido porque a passagem da linha é feita de uma vez só na parte mais grossa do blank onde a força de torção é pequena e não o quebraria. Não caberia aqui uma espiral contínua, pois causaria da mesma maneira ou até exacerbaria a torção do blank ( em varas pesadas para mar aberto sem problemas), porque aqui o equipamento é ultra-leve.

Este é meu pensamento a respeito, dentro do que tenho feito, aliás faço bastante montagem de bait com blank de fly 3* e #9 para pesca de piaparas, sempre utilizando este tipo de montagem, com ótimos resultados e satisfação plena de quem utiliza......inclusive testei umas dessas com tucunarés na Amazônia, levei uns 15 minutos pra tirar um de uns 6 kg. ...foi pura diversão....ação de fly em bait.

Abraços

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Paulo, o melhor tipo de passagem da linha de cima para baixo é com um ou dois anéis cerâmicos no próprio blank, porém é preciso que haja um amortecedor entre o blank e o anel, porque na hora que o blank verga pode quebrar o anel cerâmico, Nos States chegaram a ser fabricados alguns protótipos com amortecimento em borracha. Aí está um dos que fiz nesse sistema onde usei dois anéis cerâmicos para a linha deslizar por fora do blank:

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Isto aqui no Brasil é praticamente desconhecido e este aí é parte de uma vara que fiz para o amigo Charles Harrison que mora em Emerald Isle, no litoral da Carolina do Norte e aí tá o resto dela.

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É uma vara de 7'0", 12/25 lbs, ação média rápida, usei madeira cortiçarana usinada a mão, alongador metálico entre as duas partes do cabo para obtenção de balanceamento perfeito e em vez de foregrip uma rampa em epoxi, a amarração do primeiro passador foi feita com um trançado em diamante, o primeiro registrado em fotos no mundo em sites de rodbuilding, aliás esse foi o segundo, o primeiro foi outro em preto e prata feito por mim.

Abraços

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Esse sistema de montar os passadores não dimunui a distância de arremesso não?..muito interessante.

Obrigado Paulo,

Vamos raciocionar da seguinte maneira......se tivermos duas varas iguais, de mesma ação uma para molinete outra para carretilha, qual das duas arremessa mais longe.......é claro que a de molinete......aí poderíamos argumentar que a carretilha precisa desenrolar o carretel o que ocasiona atrito maior......ora as carretilhas modernas todas vão mais rápidas do que as linhas.....e por isso acontecem as cabeleiras..........nos testes que fizemos com duas varas iguais montagem em espiral e montagem tradicional, ambas com a mesma carretilha.......conseguimos maior distancia na montagem em espiral, porém não muito significativa.......presumo que possa ser porque na montagem tradicional na hora do arremesso a linha possa bater no blank em função da ação dele (moderado) causando certo atrito....só com filmagem em câmara lenta para confirmar isso. Depois de vários arremessos com uma e outra, chegamos a conclusão que piorar não piora, pelo contrário até há uma melhora nos arremessos, nesse caso com esse tipo de ação moderada e lenta.

Mas a finalidade disso em primeiro lugar numa vara desta ação é diminuir a quantidade de passadores para balanceamento perfeito do conjunto e como essa vara foi feita para trabalhar no limite de flexão, porque os blanks são resistentes à flexão, porém não são resistentes à torções....em segundo lugar evitar que o blank sofra estas torções na hora de tracionar o peixe, o que acontece sempre na montagem tradicional para carretilhas e não acontece nas varas para molinete, fly e principalmente nas interlines, que em termos de mecânica e dinâmica são perfeitas, pois as forças se distribuem no centro dela....e terceira vantagem com a ponteira virada para baixo é muito mais difícil aquela volta da linha na ponteira, causando ou ruptura da linha ou quebra da vara.

Porém , são casos escolhidos e optamos pelo espiral rápido porque a passagem da linha é feita de uma vez só na parte mais grossa do blank onde a força de torção é pequena e não o quebraria. Não caberia aqui uma espiral contínua, pois causaria da mesma maneira ou até exacerbaria a torção do blank ( em varas pesadas para mar aberto sem problemas), porque aqui o equipamento é ultra-leve.

Este é meu pensamento a respeito, dentro do que tenho feito, aliás faço bastante montagem de bait com blank de fly 3* e #9 para pesca de piaparas, sempre utilizando este tipo de montagem, com ótimos resultados e satisfação plena de quem utiliza......inclusive testei umas dessas com tucunarés na Amazônia, levei uns 15 minutos pra tirar um de uns 6 kg. ...foi pura diversão....ação de fly em bait.

Abraços

Putz...muito show... aplauso:: aplauso:: aplauso:: aplauso::

Paulo, o melhor tipo de passagem da linha de cima para baixo é com um ou dois anéis cerâmicos no próprio blank, porém é preciso que haja um amortecedor entre o blank e o anel, porque na hora que o blank verga pode quebrar o anel cerâmico, Nos States chegaram a ser fabricados alguns protótipos com amortecimento em borracha. Aí está um dos que fiz nesse sistema onde usei dois anéis cerâmicos para a linha deslizar por fora do blank:

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Isto aqui no Brasil é praticamente desconhecido e este aí é parte de uma vara que fiz para o amigo Charles Harrison que mora em Emerald Isle, no litoral da Carolina do Norte e aí tá o resto dela.

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É uma vara de 7'0", 12/25 lbs, ação média rápida, usei madeira cortiçarana usinada a mão, alongador metálico entre as duas partes do cabo para obtenção de balanceamento perfeito e em vez de foregrip uma rampa em epoxi, a amarração do primeiro passador foi feita com um trançado em diamante, o primeiro registrado em fotos no mundo em sites de rodbuilding, aliás esse foi o segundo, o primeiro foi outro em preto e prata feito por mim.

Abraços

Realmente desconhecido aqui no Brasil...que fera a varinho do americano, heim? ::tudo:: ::tudo:: ::tudo:: mestre:: mestre:: mestre::

Já testou esse esquema em varas de ação rápida?

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