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Marcos A Cavalcanti

Falando da fiscalização da pesca.

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Este não é um assunto novo, nem mesmo irá se esgotar ao longo do tempo, meu comentário pode ser até irrelevante, exceto, que nos locais de pesca, o que está se esgotando são os peixes.

Portanto, em razão disto, não precisamos ser especialistas na área para saber que devido a nossa extensão territorial é verdadeiramente impossível haver uma fiscalização sistemática no que tange somente á pesca predatória.

Tanto aqui no forum, como em vários outros sites na Internet, há denúncia desta pesca e outros desvios de finalidade.

O que nos falta, não é outra coisa senão, educação em todos os sentidos.

O que não é mera coincidência nem novidade são as indicações dos gestores ser essencialmente políticas do que técnicas, então, podemos chamá-los de burocratas, para não ofendê-los (o correto seria BURROCRÁTAS).

Tanto neste, como nos demais Ministérios, quem os assumem, seus discursos não raro é renovar as expectativas de novos planos ou diretrizes gerais, nada mais que jogar para uma platéia, onde como já dizia a música:

“O cordão dos puxa saco, cada vez aumenta mais”.

Mais não adianta chorarmos pelo leite derramado, pois neste País, no passado, presente e certamente no futuro, independente de quem esteja no governo é possível que tais nomeações continuem acontecendo desta forma.

Altemir foi substituído por Ideli e ela agora, por Luiz Sérgio Nóbrega de Oliveira,

Ex-prefeito de Angra dos Reis (RJ), o novo ministro da Pesca enfatizou que ele próprio já desenvolveu políticas voltadas a pescadores, como a criação de fazendas marinhas na região.

No seu discurso de posse disse:

“Nosso desafio é levar o Brasil a figurar entre os maiores produtores do mundo, temos quilômetros e mais quilômetros de costa, rios e lagoas; temos uma imensa força de trabalho e temos um governo sensível às necessidades do setor. Vamos arregaçar as mangas, jogar as redes e trabalhar”.

Grandes palavras, exceto é claro, que todo político as usam com muita habilidade, certo?

Mais como estamos falando em pesca predatória, o que você pensa desta declaração: Arregaçar as mangas, jogar as redes?

A única certeza que temos é que ministros se vão e o descaso permanece, então, não há nada tão ruim que não possa piorar.

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Nossos politicos,e ou comandantes de nosso Brasil,preferem remediar do que acabar com um problema,Vão deixar o pescado acabar para dai então investir bilhões em tentativas de repovoamento de nossos mananciais,pois se investissem em educação,talvez não seja a palavra certa,pois quem faz essas matanças não tem o minimo de educação,seria bem menos favoravel aos seus bolsos,então temos nos que tentar reeducar os pescadores, não ha necessidade de matar um monte de peixes para levar embora e depois dividir com o bairro todo,trabalho arduo que nos temos que levar em diante joia::: :amigo:

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Pois é amigos, a melhor resposta ou a mais adequada, encontrei hoje no jornal:

”A eficiência da gestão pública nacional, está em 55.º lugar, ou seja, o País fica em quinto lugar ranking mundial dos PIORES serviços governamentais analisados.

Três motivos são citados:

a)-os gestores públicos nacionais estariam acostumados a tratar o dinheiro público como se fosse um recurso sem fim, sem se preocupar em economizar;

b)-a indicação política dos cargos impede que a burocracia se profissionalize;

c)- e os salários oferecidos nem sempre atraem os profissionais mais competentes.

E ainda:

1)-A burocracia foi tomada por políticos, que desbancaram os técnicos e passaram a interferir negativamente na operação, bem como, funcionários muito preparados deram lugar aos comissionados de indicação política;

Desta forma, gestores dos ministérios, cada um em seu tempo, criam regulamentos, instruções normativas, alteram leis ou decretos no papel, pois na prática, acabam se traduzindo apenas um amontoado de palavras.

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Pois é amigos, a melhor resposta ou a mais adequada, encontrei hoje no jornal:

”A eficiência da gestão pública nacional, está em 55.º lugar, ou seja, o País fica em quinto lugar ranking mundial dos PIORES serviços governamentais analisados.

Três motivos são citados:

a)-os gestores públicos nacionais estariam acostumados a tratar o dinheiro público como se fosse um recurso sem fim, sem se preocupar em economizar;

b)-a indicação política dos cargos impede que a burocracia se profissionalize;

c)- e os salários oferecidos nem sempre atraem os profissionais mais competentes.

E ainda:

1)-A burocracia foi tomada por políticos, que desbancaram os técnicos e passaram a interferir negativamente na operação, bem como, funcionários muito preparados deram lugar aos comissionados de indicação política;

Desta forma, gestores dos ministérios, cada um em seu tempo, criam regulamentos, instruções normativas, alteram leis ou decretos no papel, pois na prática, acabam se traduzindo apenas um amontoado de palavras.

Lamentável... A sensação de ipotência é que nos indigna!!

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caro Marcos é lamentavel mas esse é nosso país,nossos governantes surtei:: fico assistindo pesca no Panamá,Uruguai,Argentina e por ai vai mau:: e nossos rios,represas, mangues e mar cada vez mais pobre suici::

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Meu caro Ramon Paz e demais:

"Paz amigos", pois julgo procedente tentar explicar nossas mazelas por outro ângulo:

A provável explicação, das diferenças entre o povo Uruguaio e Argentino, remonta na forma como foram colonizados, descritos na Wikipédia, em relação á nós brasileiros, conforme explica Darci Ribeiro no site

“www.scribd.com › Research › History-“ da qual destaco o pequeno trecho abaixo:

As classes sociais no Brasil lembram um funil invertido e não uma pirâmide, como em outros países. O Patronato, o Patriciado e o Estamento gerencial são as classes dominantes. O Patronato, empresários que exploram economicamente empregados, O Patriciado, tem poder de mando devido a seu cargo, como generais, deputados, bispos, líderes sindicais, O Estamento gerencial de empresas estrangeiras, tecnocratas competentes que controlam a mídia, forma a opinião pública, elege políticos. Abaixo desta cúpula, estão as classes intermediárias ou os “setores mais dinâmicos”, são propensas a prestar homenagem às classes dominantes, mantém a ordem vigente e são constituídas de pequenos oficiais, profissionais liberais, policiais, professores, baixo-clero, etc. A seguir, vem as classes “subalternas” ou “núcleo mais combativo”, composta por operários de fábricas, trabalhadores especializados, assalariados rurais, pequenos proprietários, arrendatários, etc. Preocupam-se em proteger o que conquistaram. Depois, há uma grande massa de oprimidos, o “componente majoritário” (que predomina), enxadeiros, bóias-frias-, empregadas domésticas, serviços de limpeza, pequenas prostitutas, biscateiros, delinqüentes, mendigos, etc, em geral, analfabetos. Para Darcy Ribeiro, os escravos de hoje são essas pessoas “subassalariados”, que infundem, com sua presença, “pavor e pânico” pela ameaça de insurreição (revolução) social e só são capazes de “explosões” de revolta, mas, em geral, aceitam seu destino de miséria, pois são incapazes de se organizarem politicamente, como em sindicatos.

Apesar dos pesares termina ele dizendo:

O Brasil é já a maior das nações neolatinas, com magnitude populacional e começa a sê-lo também por sua criatividade artística e cultural. Precisa agora sê-lo no domínio da tecnologia da futura civilização, para se fazer potência econômica, de progresso auto- sustentado. Estamos nos construindo na luta para florescer amanhã como uma nova civilização, mestiça e tropical, orgulhosa de si mesma, mais alegre, porque mais sofrida. Melhor, porque incorpora em si mais humanidade, mais generosa, porque aberta à convivência com todas as nações e todas as culturas e porque está assentada na mais bela e luminosa província da terra.

Assim, devemos crer que ainda resta a esperança, certo?

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