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Rodrigo Yamaki

MINISTÉRIO da PESCA e AQUICULTURA

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Vamos colocar as coisas como são:

O ministério da pesca e AQUICULTURA foi um avanço realizado pelo ex-presidente molusco barbudo. Afinal, atendia uma demanda que existia em relação a uma evolução da indústria pesqueira e pisciculturas brasileiras.

Ele trouxe avanços , pequenos , mas que permitiu a criação de novos projetos de aquicultura e pesca extrativista pelo país.

Cito: Tilápias em tanques redes , carcinicultura no Nordeste, Pintado no centro oeste. Ostra em Santa Catarina.

Não é função do ministério tratar de PESCA ESPORTIVA. Não havia estrutura e mão de obra para este setor. É o MENOR orçamento entre todos os ministérios, e um dos que teve maior corte por causa do PAC. lacou::

O ministério é tratado com CHACOTA e desprezo pelo políticos de Brasília. Quase como um castigo. Sabe porque: NÂO TEM DINHEIRO. lacou:: lacou::

Nenhum partido da base aliada do PT quer ele, não serve de BARGANHA.

Não demora, vão dar pro DEM. doeu::

Sabe o peão do Xadrez. Vale 100x mais que o MPA. blink::

Então, penso eu, é Inócuo brigar com o MPA , para que este jogue uma luz sobre a pesca esportiva. Eles não vão fazer NADA.

ATACAR, e ATACAR, os caras tão pouco se lixando pra algumas centenas de pescadores esportivos. Não adianta dizer que a pesca movimenta x trilhões de euros, ou que num sei quantas pessoas vivem direta ou indiretamente dele.

E lembremos que pesca esportiva é LAZER. ::fisherman

Tem ministério do Cinema?

Ministério do churrasco com amigos? O ministro seria o ZECA PAGODINHO?

Pensam os políticos em Brasília: Poxa, se o cara tem grana pra ir pro rio pescar e solta os peixes, não tá precisando de ajuda né. Aliás , o cara vive é bem demais. praia:: praia::

Acho eu que a movimentação deva ser em outro sentido.

Começa com a educação ambiental , preservando os recursos e obedecendo a quantidade de pescado. Sem essa de tirar a "despesa" da viagem com peixe. Quer comer peixe, vai no mercado que fica mais barato.

Frequentar SOMENTE locais que incentivem a cota ZERO ( Como o KOJAK)

Quem sabe criar um SELO VERDE do tipo da Embratur, para as pousadas e hotéis que tiverem programas preservacionistas.

Levar a pesca esportiva para o ministério do TURISMO , e lá fazer as reinvidicações de projetos.

Porque pra mim, a pesca esportiva não tem nada haver com o ministéio da pesca, somente o peixe.

O potencial é turístico. Senão, por que os americanos visitam a Amazonia?

:shock: :shock: :shock:

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Ministério da Pesca e Aquicultura ... interessante ...

muito interessante ...

e serve, na prática, para que?

Quantas vezes por ANO o ministro se reune com a Presidenta?

Desculpem-me, acho que estou desatualizado ...

mas cá entre nós, existe mesmo este ministério?

não é uma lenda urbana?

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Ministério da Pesca e Aquicultura ... interessante ...

muito interessante ...

e serve, na prática, para que?

Quantas vezes por ANO o ministro se reune com a Presidenta?

Desculpem-me, acho que estou desatualizado ...

mas cá entre nós, existe mesmo este ministério?

não é uma lenda urbana?

:gorfei: :gorfei: :gorfei: :gorfei: :gorfei: Essa foi ótima Fernando,... rindo3:: rindo3:: e ate que apareça alguém pra provar que o trem existe... vamo que vamo...

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Olá Yamaki!

Atuo na área de aquicultura e posso afirmar com todas as letras, o MPA não teve nenhuma participação no estabelecimento das atividades aquícolas citadas. Todas foram frutos de iniciativas privadas, à exceção talvez da produção de ostras, mas a parte pública envolvida é uma universidade de Santa Catarina e não o MPA diretamente.

O que sempre solicitamos aos ministros e seus secretários é a desburocratização nos licenciamentos. Hoje, muitos produtores, principalmente os pequenos, querem entrar na atividade e acabam desistindo pelo marasmo dos orgãos públicos. E infelizmente, o quadro técnico do MPA começa a partir do quarto grau no organograma, os 3 primeiros são políticos.

José Fristch, Altemir Gregolin e Idelli Salvatti já vieram aqui almoçar e encher o saco, e só.

O MPA virou moeda de troca.

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Olá Yamaki!

Atuo na área de aquicultura e posso afirmar com todas as letras, o MPA não teve nenhuma participação no estabelecimento das atividades aquícolas citadas. Todas foram frutos de iniciativas privadas, à exceção talvez da produção de ostras, mas a parte pública envolvida é uma universidade de Santa Catarina e não o MPA diretamente.

O que sempre solicitamos aos ministros e seus secretários é a desburocratização nos licenciamentos. Hoje, muitos produtores, principalmente os pequenos, querem entrar na atividade e acabam desistindo pelo marasmo dos orgãos públicos. E infelizmente, o quadro técnico do MPA começa a partir do quarto grau no organograma, os 3 primeiros são políticos.

José Fristch, Altemir Gregolin e Idelli Salvatti já vieram aqui almoçar e encher o saco, e só.

O MPA virou moeda de troca.

Sobre os projetos que citei , foram obviamente de iniciativa de bravos desbravadores, mas houve a intenção de um respaldo mínimo do ministério. No ano de 2004 trabalhei no projeto do MPA para criação de Unidade experimental de tilápias aqui na minha cidade. Para os que não me conhecem sou Zootecnista e fui piscicultor.

Não foi o MPA que criou o sistema de gaiolas, mas na época procurou incentivar projetos, assim como os outros citados.

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Eu entendi o que você quis dizer, Rodrigo.

Só que o incentivo vindo deles é verbal, cadê o incentivo financeiro?

No início, enquanto ainda era secretaria especial de pesca e aquicultura, foram abertas algumas linhas de crédito para a pesca, para aquisição de embarcações e equipamentos. A piscicultura não tinha encaixe. E outra, tinham uma tendência muito bairrista, contemplando principalmente a região sul do país.

Hoje, o que de fato está acontecendo entre parcerias público-privado é o Projeto Aquabrasil. Cuja gestão está a cargo da Embrapa. Esse projeto contempla o melhoramento genético do Surubim, Tambaqui e Tilápia, (o camarão marinho também faria parte do projeto, com o crack que aconteceu no setor, não sei se entrou ou não). A empresa ao qual faço parte saiu da parceria para o melhoramento do surubim, pelo fato da contrapartida privada ser muito superior ao aporte feito pelo setor público.

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