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Fabrício Biguá

Rio Xingu - MT - 2003 -

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Novamente no Xingu...

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Estivemos no Xingu mais uma vez. Em virtude da maioria da Turma do Biguá não conseguir se desligar do trabalho e afazeres profissionais, apenas 02 integrantes puderam retornar "chorando e sofrendo muito". Nós, que, inicialmente ficaríamos acampados na extremidade oposta da fazenda Sayonara, não conseguimos autorização. Só para se ter idéia a FEMA-MT exige a instalação de sanitário químico no acampamento. Alternativamente fizemos contato com vários ranchos e decidimos ficar em um bangalô da Pousada Xingu. Não poderia ter sido melhor. Uma casa com 03 quartos, 01 com suíte, 01 banheiro e cozinha completa, água encanada e chuveiros aquecidos com energia solar , vários tanques de lavar roupas, pias, 01 varanda imensa, TV com parabólica, e 01 gerador pra dar conta do recado. Só para vocês terem uma idéia, da casa até a beira do rio tudo era iluminado, o único inconveniente era a distância até os pesqueiros que conhecíamos, distantes 20Km rio abaixo. O proprietário do Rancho, conhecido com Peixe Boi, nos tratou da melhor forma possível, juntamente com a cozinheira , Lú, o gerente Betinho, que não mediam esforços para nos agradar.

A Pousada Xingu dispõe também de um rancho principal, onde pode-se contar com toda infra-estrutura para os pescadores mais exigentes. Geradores, freezer, pensão completa, bebidas, canoas com motores de 15 hp, piloteiros experientes, cozinheira, quartos individuais com banheiro, e por vai.

Desta vez pescamos em um área desconhecida, para nós, do Rio Kuluene. Gps à mão, Sonar ligado, e muita disposição, não conseguimos embarcar peixes de medida. No segundo dia de pesca descemos para o Pontal do Xingu (encontro do Rio 7 de Setembro e Rio Kuluene). Logo de cara, pegamos um Trairão de 9 Kg.

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Surpresos, já que nenhum dos dois pescadores havia pegado tal peixe, tratamos logo de embarcá-lo para fotografias. Sem mais ações, decidimos pescar de rodada do Pontal até o cotovelo do Xingu, prática esta, não muito realizada por piloteiros da região. Foram 3,5 Km de rio abaixo sem nenhum anzol perdido e 02 cacharas fisgados e devolvidos ao rio. Pescamos o dia inteiro sem muitas ações, mas felizes por estarmos naquele lugar. Terceiro dia de pesca e nada....Quarto dia de pesca resolvemos descer novamente para o Pontal, das 06:30hs até às 08:00hs foram 03 cacharas fisgados e devolvidos ao rio. Na na parte da tarde fomos surpreendidos mais uma vez por um Trairão de 10 Kg que arrebentou a linha duas vezes, e enlocou mais duas, antes de ser embarcado. O peixe parecia que tinha o espírito de um Dourado, dava saltos espetaculares. Peixe embarcado e fotografado, sensação do dever cumprido, já que não se tratava de um peixe comum pra nós, e sim um troféu, não embarcamos mais um peixe sequer, soltando inclusive os de medida.

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Mais uma vez falo do local sensacional que é o Xingu, a fauna é riquíssima, os cardumes de bicudas "voando" perto do barco assusta a todo momento, a beleza do lugar surpreende. Os agricultores de Canarana-MT, que já despejaram muito agro-tóxico nos rios da região, hoje vêem a importância do turismo. A piscosidade dos rios aumenta a cada ano atraindo mais e mais pescadores para a região, trazendo consigo riqueza para a região. Temos certeza que este é, e sempre será, um pesqueiro da Turma do Biguá.

Até a próxima.... :wink:

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