Ir para conteúdo

Alexandre Dick

Membro
  • Total de itens

    175
  • Registro em

  • Última visita

6 Seguidores

Sobre Alexandre Dick

  • Rank
    Já consegue zarar
  • Data de Nascimento 28-04-1988

Profile Fields

  • Sexo
    Masculino
  • Nome + Sobrenome (obrigatório)
    Dick
  • Sobre mim
    Pescador desde criança.

Meu contato

  • Website URL
    www.riverkingturismo.com.br

Informações de Perfil

  • Localização
    Medianeira - Pr
  • Interesse
    Pesca em geral

Últimos Visitantes

O bloco dos últimos visitantes está desativado e não está sendo visualizado por outros usuários.

  1. Grande Ricardo, que bom que curtiu o relato! Fazia tempo que não escrevia, então estou meio fora de prática! Hehehehe Abraço!
  2. Valeu meu amigo! Que bom que curtiu o relato. Grande abraço!
  3. Valeu Fabrício pela ajuda! Na verdade fiquei um tempão tentando acertar esses espaçamentos e não consegui! Deve ser a falta de prática com os relatos! Heheheheh... Fico feliz pelo Angatu estar funcionando top assim, pq eles merecem! São pessoas muito boas. Grande abraço!
  4. Boa tarde a todos os amigos de fórum. (AO FINAL DO TEXTO, FOTOS DE PEIXES DE TODA A TURMA) Já tem alguns anos que não relato pescarias aqui, e depois de uma semana bacana de viagem resolvi retornar ao fórum para contar aos amigos como foi mais uma excelente empreitada no Estado do Amazonas, desta vez em busca dos tucunarés Pinima dos afluentes do Madeira. Apesar de eu trabalhar com pesca, tenho um grupo de amigos que viaja todos os anos junto, desde o ano de 2009 quando começamos conhecer novos lugares e viajamos para a Argentina em busca dos dourados e pintados. Desde então, nunca falhamos um ano sem viajar para pescar e rever amigos que praticamente se tornaram irmãos. Sempre acabam trocando alguns membros da equipe, mas os 10 principais sempre continuam juntos. Em 2015 este grupo acabou inaugurando o BARCO ANGATU AÇU, na ocasião pescando em Santa Isabel do Rio Negro, onde pudemos fazer uma excelente pescaria de estreia, fisgando os gigantes do Rio Negro, nos fazendo voltar várias vezes para a operação, até mesmo mais de uma vez na mesma temporada. Sempre fomos muito bem atendidos e fizemos pescarias memoráveis a bordo dele, e vivenciamos todo aquele rolo na região de SIRN. ANGATU AÇU NAVEGANDO EM NOVAS ÁGUAS! Ano passado, depois de muita briga lá pra cima, acabamos pescando em Barcelos, subindo o Negro até pouco acima do Atauí e fizemos uma boa pescaria, apesar de condições adversas. Guias como o Adriano, Fera, Valdir e entre outras figurinhas carimbadas fazem com que a pescaria fique muito mais fácil, já que conhecem tudo como a palma da mão deles. Ano passado também houve uma troca na gerência operacional mais ao final da temporada, quando o Jairo acabou saindo e entrando o Rodrygo Procópio, mudando bastante coisa. Esse ano surgiu um novo desafio para a nossa turma, e decidimos embarcar para o novo destino do Angatu, o Rio Madeira, casa dos gigantes pinimas e aruanãs! Para muitas operações e pescadores (inclusive eu), o destino é velho conhecido, mas para o Angatu seria algo novo e que a gente topou encarar, já que o Rodrygo trabalhou por muitos anos na região e montaria uma operação redondinha lá para fazer uma boa pescaria. E assim começou todo aquele ritual: um ano de preparação e conversas para saber como seria essa pescaria. Dúvidas e mais dúvidas sempre acabam surgindo, mas que conseguimos ir sanando juntos e definindo aos poucos, para chegar na data com o mínimo de itens a serem esquecidos. A temporada no Rio Madeira começa sempre antes que no Rio Negro, pois as cabeceiras dos afluentes começam secar bem antes. Já fiz pescaria no Rio Marmelos por exemplo, de arrebentar no mês de junho. Desta vez embarcamos para Manaus no dia 31 de agosto, para dia 01 de setembro entrarmos no barco e navegar em busca dos melhores pontos de pescaria. Noite de chegada sempre rola uma cachaçaria do Dedé, compra de itens de última hora na Sucuri e na manhã seguinte cedinho o translado entre Hotel e Aeroporto. Bagagem despachada, aeronave fretada na pista e lá fomos nós para a cidade de Nova Olinda do Norte. Vôo extremamente tranquilo de pouco mais de 30 minutos, apesar de um pouco agitado na chegada com muita chuva e com a pista de cascalho bastante encharcada! Com emoção é sempre melhor, então nada que atrapalhasse o ânimo da turma. SELEÇÃO COMPLETA Depois de desembarcados, um translado terrestre rápido entre a pista e a foz do Rio Canumã, onde o Angatu Açu nos aguardava. Pouco mais de 9 horas da manhã já rumávamos navegando pelo Canumã com destino a boca do Rio Acari com o Sucunduri. Durante este dia todo acabamos navegando para no dia seguinte iniciar a pescaria já em um bom ponto de pescaria. Enquanto navegávamos, ajeitávamos as tralhas, colocávamos as novidades em dia e bebíamos uma Heineken geladinha, aproveitando o freezer do deck superior, que tava topado até a tampa. Até o final do dia o estoque diminuiu bastante! MOMENTOS DE DESCONTRAÇÃO A equipe do Angatu Açu nos surpreendeu muito de forma positiva, extremamente prestativos e com um atendimento de primeira. A culinária que ficou a encargo da Dona Dina (esposa do Adriano), estava top demais: comida simples e extremamente saborosa. DONA DINA, COZINHEIRA DE MÃO CHEIA. COMIDA SIMPLES E EXTREMAMENTE SABOROSA! Na manhã seguinte, o primeiro dia de pescaria. Acordei meio assustado, já que o amigo Luis Fernando não estava passando bem e queria um avião pra voltar a cidade. Foi aquela correria doida, telefone satélite e quando conseguimos resolver a bronca, um remedinho milagroso lá que um amigo nosso havia levado, aliviou as dores que ele tinha. Menos mal, pois apesar dele ter perdido esse primeiro dia de pesca, nos dias seguintes conseguiu aproveitar conosco. GALERA PARTINDO PARA A PESCARIA Em razão dessa correria, acabei pescando somente no final da manhã e no período da tarde. Na boca do Acari e Sucunduri, ainda havia muita água, por isso decidimos subir. O rio escolhido acabou sendo o Sucunduri, berço dos Aruanãs enormes e belos Tucunarés Pinima. Neste primeiro dia de pescaria eu e meu parceiro Maguila conseguimos encontrar alguns belos peixes encardumados, exemplares na faixa dos 50 cms, o que utilizando material leve torna a pescaria muito bacana. No final dessa tarde aconteceu um fato bastante inusitado. Meu parceiro arrancou da caixa uma isca Sashimi (articulada) e disse que havia ganhado da filha de presente do dia dos pais, que precisava pegar um peixe pra tirar uma foto. Sacaneei ele, dizendo que haviam empurrado a isca que tava no estoque 5 anos na coitada, já que não coloco muita fé neste tipo de engodo. Não precisou mais do que 5 arremessos para ele engatar um verdadeiro monstro de pinima, que saiu fritando linha e quase levando pro meio do Igapó. Consegui filmar alguns segundos da briga antes que o bichão se soltasse, para nossa infelicidade. Quem teve que engolir a brincadeira foi eu, afinal seria um dos maiores peixes da nossa pescaria. Neste primeiro dia contabilizamos 43 tucunarés embarcados, além de outras espécies. IMG_9403.MP4 PRA NÃO DIZER QUE FOI HISTÓRIA DE PESCADOR. No fim da tarde, nosso barco aguardava todas as voadeiras na boca do Rio Capinarana, e depois de embarcados, continuamos navegando até a região do Curralinho para pescarmos no dia seguinte. ANGATU AÇU E ANGATU COMO APOIO! Na manhã seguinte, já na região de lagos conhecida como Curralinho, entramos em um deles que era enorme, daqueles que você pode passar o dia todo explorando se quiser. A água ainda um pouco alta deixava os maiores tímidos, porém com ação de menores o tempo todo. O maior peixe deste lago nessa manhã foi de 66 cms. Mais próximo ao meio dia, varamos um lago central que parecia ser a casa dos gigantes, na caixa, ideal... porém nada dos grandes darem as caras. Em uma movimentação em meio ao lago, lancei a Curisco 110 e mais uma vez uma surpresa, uma bela de uma cachara encharutou a isca! Coisas de pescaria. No final da tarde encontramos um ponto dentro de um dos lagos do Curralinho, com pauleira mais rasa, em torno de 1.5 mt e profundidade, boca de lago, propícia para os grandes. O Maguila na zara logo levantou um bitelo, que deu um porradão de jogar a isca longe. Fomos cobrir o arremesso com jig, e lá se foi mais um peixe grande, estourando a linha do companheiro. Faço eu outro arremesso próximo, e lá se foi mais um jig na boca do tucuna, que faaaaase!!!! Provavelmente um casal de bitelos que conseguiu deixar nós dois a ver navios. Erguemos ainda no mesmo ponto um belo cardume de peixes entre 50 e 55 cms, que com material leve fazem a alegria. A grande vantagem dessa região é isso, mesmo na adversidade, dificilmente ficamos sem ação de peixes. Sempre saem peixes para animar a pescaria, mesmo que menores. Em meio deles, sempre vem o porradão dos gigantes. Para mim, essa é a pescaria, com ação todo o dia, com chances reais dos troféus. A partir deste dia conseguimos notar alguns novos padrões dentro da realidade do rio que encontrávamos. Ainda um pouco fora da caixa, peixes manhosos e com bastante característica de que se estivessem chocando. O rio baixava mais de um palmo de pé direito todo dia, e mesmo assim ainda estavam refugando isca. Saíram alguns bons troféus, mais peixões perdidos e também linhas estouradas. Peixes entre 65 e 70 cms, que para os pinimas já são considerados grandes exemplares. Na verdade, se fizermos um parâmetro com Barcelos, até mesmo para lá já são excelentes exemplares, dignos de foto. ALGUNS EXEMPLARES. O MAIOR DO DIA. A noite, subimos ainda mais para no dia seguinte pescar até na região da boca do Camaiú e Castanho, localizado já bem acima. Amanhecemos já para pescar mais acima e dividimos as voadeiras, umas subindo o Camaiú e outras indo mais acima no próprio Sucunduri. Pouco mais de 20 minutos de navegação e parecia que estávamos em outro local: praias de areia, rio seco e secando, cheio de estruturas e lagos top, com a água na caixa! O dia realmente prometia. Entramos no primeiro lago e logo de cara o Paulinho no outro barco engatou um aruanã enorme, com 85 cms e 12 lbs. Vou ficar devendo a foto, mas foi fato verídico! Hahahaha... o recorde mundial da espécie é do amigo Carlos Dini, e tem 86 cms para vocês terem uma ideia. Entramos e foi logo batendo peixe bom pra todo lado, parecia que seria uma pescaria de peixes maiores. Tudo estava perfeito, cardumes enormes de tucunarés de 40 cms batendo por todo lado. Apesar disso, os grandes davam aquele sinal de peixe choco: seguiam as iscas de superfície, passavam por baixo delas como mísseis e simplesmente desapareciam! Em uma encosta de uns 200 metros tivemos ação de uns 4 pinimas enormes, um deles acertando em cheio o trabalho da T20! Ao lado do barco só senti o trabalho da isca sendo interrompido pela porrada e o tranco seco na linha. Acho que fiz a besteira de travar o carretel com o dedo e lá se foi o líder 0.62 estourado, junto com a Jumpin Minnow de cor osso... logo depois achamos ela boiando uns 50 metros mais ao lado. PARADA MEIO DIA PARA O ALMOÇO! A tarde descendo já de volta para o Angatu Açu, decidimos dar um foco nas praias e encontramos muito peixe. Para todo lado que se arremessava era pancada! Sem contar as aruanãs enormes que ficam por ali passeando e dão susto na gente a todo instante. No fim da tarde ainda deu tempo de fisgarmos alguns bons peixes dignos de foto e deixarmos um lago para visitarmos no dia seguinte. Notamos também que os peixes estavam batendo melhor em iscas menores, tanto que terminei o dia utilizando a T10, jigs de pena e brava 90. Ao retornar ao barco, novamente notícias de peixes manhosos, porém com alguns peixes grandes e também bastante ação no Rio. A estratégia para o dia seguinte estava montada! O DIA DO PEIXE GRANDE! Eu no dia seguinte fui pescar com o parceiro Umberto, e decidimos mais cedo nos dedicarmos a explorar as pontas de praia. Logo os primeiros tucunarés e aruanãs resolveram dar as caras, tal qual no fim de tarde anterior. A partir do momento que o sol deu uma esquentada, resolvemos explorar o lago que havíamos deixado pra pescar neste dia. Sabe aquele local que você entra e pensa: “Aqui tem peixe grande!”? Então, certamente este era um destes. E fomos batendo cada ponto minuciosamente de maneira cadenciada, de forma a explorar bem. A cada pouco víamos movimento de peixe bom, porém refugando. Decidimos então tentar pescar na parte mais funda do lago, utilizando Jig. Se deixávamos afundar muito as piranhas acabavam com a isca, já se o trabalho fosse mais rápido, como o de meia-água com pequenas paradas, começou surtir efeito! Foram várias ações de peixe bom, e logo de cara consegui fisgar um bom exemplar na casa dos 60 cms. As capturas foram seguindo, todas de porte médio nos garantindo a diversão. Mais ao final do Lago um monstro ataca o jig do Umberto, que já começa a bagunça. Peixe enorme, nadando de lado na água limpa permitiu que víssemos toda a sua imponência. Sem mais nem menos, o peixe solta da isca e vai embora, uma pena! Era mais um grande troféu. Retornando para bater nos pontos anteriores, lanço o jig do meio do lago para um drop que eu havia visto quando estávamos “indo”. Voltando sinto o tranco seco na isca, e a briga começa. Como estava em local sem estrutura aparente, solto a fricção e deixo o peixão brigar, curtindo cada momento, afinal de contas, é por aquele momento que a gente aguarda o ano todo! Metro a metro vou vencendo meu opononente, até que o guia Gigante consiga embarcar o outro gigante no passaguá! As fotos da viagem estavam garantidas!! Alegria total, e antes que eu conseguisse medir e pesar o peixe (entro na água para fotografar), fiz a proeza de deixar o mesmo escapar. Enfim, ao menos foi forte e saudável para a vida, para crescer e deixar outros pescadores sentirem a mesma alegria. O MEU PEIXE!!! Ainda deu tempo do Umberto perder mais dois grandes troféus neste mesmo lago, um por linha estourada e outro por apenas soltar, sem explicações. Definitivamente, esta semana não estava sendo de sorte para nós! Muito peixe grande perdido. A tarde, saindo do lago, decidi utilizar a isca Sara Sara 100 do Nakamura, já que os peixes estavam em locais razos de praia, e se assustando com certa facilidade com iscas maiores. A escolha foi acertada, e a pancadaria começou! Os tucunarés vinham com vontade! Já descendo para o barco, resolvemos entrar em um lago onde o Umberto havia fisgado um peixe de 70 cms no segundo dia e haviam levado outra cassetada monstra. Perguntei ao guia e a ele onde era o ponto do peixão e lá fomos nós. Algo me dizia que aquele canto reservava alguma surpresa pra gente, pois onde tem um, pode ter mais. Chegando no fundo do lago, lá estava uma ilha de capim, há uns 50 metros do barranco, local ideal para o peixe ficar passando, indo de um lugar para outro para emboscar a sua presa. Perguntei ao Umberto onde havia pegou o outro peixe e ele relatou ter sido exatamente “no arremesso que ele havia feito” e estava recolhendo. Lancei a Sara Sara 100 na mesma direção que ele e vim conversando, relatando que aquele era o tipo de pesqueiro que eu gostava, basicamente com as mesmas palavras que estou relatando aos amigos. Falei inclusive que era lugar de peixe grande, e que poderia ter mais. Mandei a isca novamente no mesmo lugar, e vim trabalhando de forma cadenciada, quando pouco antes de chegar no barco surge um submarino amarelo do fundo e literalmente engole toda a isca! Conseguimos ver todo o peixe atacando. O animal já entra pesando bastante na vara de 20 lbs, e logo vem na minha cabeça a isca pequena, então para que as garatéias não se abram, solto logo a fricção de forma a trabalhar mais suave. Para minha sorte o peixe vem brigar no limpo e não se mete para dentro da estrutura, senão certamente eu não teria como contê-lo. Já próximo ao barco, depois das tomadas de linha, a gente consegue ver o tamanho do animal, que mais parecia um açuzão do que um pinima. Certamente peixe na casa dos 75 a 80 cms. O Umberto começa a filmar, o guia pega o passaguá na mão, e em uma investida leve do peixe, sem que eu travasse e nem nada, o líder 0.62 mm novamente se rompe!!! F%#$% DA P%$%*!!!! O sentimento de frustração foi grande com esse peixe, pois certamente era o maior Pinima que eu já teria capturado. Mais uma vez ele venceu! Paciência. Seguimos de volta para o barco, e começamos a descida de volta para a boca do Sucunduri e consequentemente descida. O último dia de pesca ainda nos reservava alguns sustos, mas nada como os do dia anterior. Para confirmar a fase da má sorte com os grandes, já no finalzinho da pescaria o Maguila vinha trabalhando a Chug Bug, quando um belo peixe resolve empreender ataque, pra matar mesmo! Na segunda porrada, na hora da bocada, o parceiro erra o pé da plataforma e tropeça, tirando a isca da boca do bicho! Hahahahahahaha... Assim nossa pescaria se encerra, com mais de 1600 tucunarés contabilizados em 5 dias, além das diversas aruanãs, traíras, jacundás, entre outros peixes que apareceram. Fica meu agradecimento especial aos meus parceiros de pesca de tantos anos e também a equipe do Angatu, que não mediu esforços para que fôssemos bem atendidos. Realmente retomaram com tudo e certamente ano que vem estaremos com eles novamente.
  5. Grande Fabricio! Como sempre, um belo relato com belíssimas fotos para deleitar os leitores. Dizem que a sorte favorece os melhores preparados, e nota-se isso claramente no seu relato. Profundo conhecedor da região, você com certeza ajuda a diminuir muito o fracasso de uma pescaria. Obvio, que em alguns casos não se tem o que fazer, mas conhecer o regime de águas faz toda a diferença! Parabéns meus amigos pela belíssima pescaria, e ano que vem lá estaremos nós novamente. Grande abraço.
  6. Rapaz, o Preto deu uma aula para você. Concordo com ele em gênero, número e grau, inclusive nas pousadas! Minha casa na Argentina é a Posada Paso de La Patria, do Gonzalo. Lugar extremamente aconchegante, comida imbatível, barcos extremamente confortáveis e bom serviço de pesca. Em Itá-Ibaté eu também gosto do serviço da La Serena, porém não troco nenhum destino por Paso de La Patria no Alto Paraná. No meu ponto de vista a melhor época para os douradões, se esta for a sua intenção, seria no mês de janeiro! Já fiz pescarias memoráveis lá nessa época, e costuma sair muito peixe grande, principalmente na rodada com isca viva. No bait é uma excelente época para tentar pescar na superfície e ver as porradas. Água quente é melhor para os amarelões. Em se tratando de melhor lugar na Argentina para dourado, fico com o Fabrício e iria para La Zona. Veja certinho quantos km dá de CTBA até Concordia - AR, mas acho que vale a pena viajar mais longe se vc tiver disponibilidade de grana tbm para um pacote um pouco mais caro. Sem dúvidas minha melhor pescaria de dourados até hoje. Se você precisar de qq coisa dessa região, pode me chamar no Whats que te dou uma mão, conheço bem ali tbm... 45 9914 9014. Grande abraço.
  7. Não canso de ver este relato, embora há muito tempo não o via! Que pescaria, fantástica! A foto do Dionatan segurando o monstrão então é "lendária". Top demais.
  8. Top demais a sua pescaria amigão. Já ouvi falar bastante desse lugar aí, e pelo que ouvi realmente faz merecer! Parabéns pelo relato top!!! ::tudo:: ::tudo::
  9. Que é isso hein Adriano?! doeu:: :choquei: doeu:: Arrebentou a boca do balão! Só xulapa nas fotos!!! Apesar de difícil a pescaria, compensou pelos monstros que vocês pegaram hein?! Parabéns aos amigos, e que bom que as dicas serviram para alguma coisa!! Grande abraço amigo.
  10. Ivan, é bastante complicado, pois são muitos barcos e muitos pescadores. Poderia ser feito sorteio, porém em muitas vezes pescadores chegam e fazem inscrição na última hora, impossibilitando. Além disso, o tempo de pesca não seria igual para todos, e isso torna desigual. Até lá pensaremos bem no que fazer, e concordo contigo que a velocidade atrai muita gente. Mesmo assim, a largada feita pelo barranco, vai acabar fazendo com que o pessoal corra um pouco, porém não tão perto uns dos outros, como normalmente ocorre nas largadas tradicionais.
×
×
  • Criar Novo...