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  1. Boa noite pescadores. Conheci o fórum há pouco tempo vou tentar fazer aqui o meu primeiro relato de pescaria. Para quem estiver com problemas na visualização do poste por completo no navegador Chome recomendo que usem o Firefox esse funciona normalmente. Vamos lá já fui pescar nas águas argentinas algumas vezes, entre elas os destinos de Paso de La Pátria, Goya, Empedrado e essa ultima a qual vou relatar a tão famosa La Zona, localizada na hidrelétrica de salto Chico, entre as cidades de concórdia na argentina e salto no Uruguai. A La Zona é uma reserva demarcada do paredão da hidrelétrica, a ate 1km abaixo no rio Uruguai, que nasce na junção dos rios Canoas e Pelotas, nas divisas de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul. Percorre aproximadamente 1800 km, fazendo as dividas entre Argentina e Brasil e a Argentina com o Uruguai, onde então deságua no Paranazão formando o rio da Prata. Saímos de Porto Alegre por volta da 14:00 horas com o ônibus da Douradobus, atendimento show, motoristas nota 10 bebidas a vontade all inclusive. Por volta das 21:00 horas fizemos uma parada em Rosário do Sul – RS para a janta, todos alimentados seguimos viajem. Eu estava em uma vaga de encaixe, mesmo sem conhecer ninguém do grupo inicialmente deu para fazer boas amizades já no trajeto. Chegamos à pousada La Zona Lodge, por volta das 6:00 da manha fomos recebido pelo Lucas, que prontamente nos recepcionou e encaminhou para os nossos quartos, esses por sinal muitos bons bem arrumados um verdadeiro brinco, em comparado as pousadas de pesca das terras dos hermanos. Arrumamos a tralha, ansiosos por aquele café da manha reforçado, que para nossa infelicidade só era servido as 7:30 triste triste. Chegado então à hora tomamos o café da manhã que em minha opinião, poderia ser melhor e ter mais opções e variações, no entanto foi a mesma coisa durante todos os três dias da estadia. Somente as 8:00 da manhã os carros estavam lá, para então nos levar ate o ponto de embarque no camping da Tortuga Alegre, que fica a 2km do local da pousada. Nosso pacote era para pescar fora de reserva durante o dia inteiro, adentrando na parte da reserva nos horários de 12:00 as 15:00, bom todos sabem que esse horário não é o melhor para os amarelões, mas é horários que os gringos deixam para nos meros mortais e menos abastados heheheh. Vários americanos pescando por lá durante os horários de 8:00 as 12:00 e das 15:00 as 18:00, se você for procurar reservas nessa modalidade, provavelmente vai ter que espera muito tempo, ate surgir vaga principalmente na alta temporada que vai de janeiro ate abril. Chegamos à beira do rio que estava cheio 3 a 4 metros acima do normal, água suja decorrente das chuvas que caíram aqui nas bandas do Rio Grande do Sul, na semana anterior para piorar todas as comportas da represa abertas jorrando muita água. Hora da pescaria, estávamos em dois no barco saímos do canal onde embarcamos, fomos em direção a parte logo a baixo da reserva, primeiro arremesso do dia na artificial senti um tranco. “Eitha (editado) negocio vai ser louco” varinha de 10-20 libras carretilha brisa, depois de uma breve briga um belo Curimba, fisgado pelo lombo não foi nem para a foto o piloteiro apenas jogou na água. Infelizmente essa foi a única ação da manhã em meio a artificiais e morenitas triste triste, mas de olho no relógio a espera das 12:00 horas, quando iria mudar de barco para poder entrar na La Zona. O piloteiro já me recomendou a trocar o equipamento para um kit mais parrudo, disse que a ação lá dentro deveria ser bruta, prontamente montei minha carretilha Titan BG com uma vara de 20-50 libras. Chegada a hora voltamos para o local de embarque, o pessoal da pousada já estava aguardando com os almoços dos pescadores, que iriam entrar na reserva no intervalo do das 12 :00 as 15:00. Uns 10 minutos depois chega o Alejandro (piloteiro) com a turma que estava pescando lá dentro pela manhã, turma desceu do barco nos já pulamos dentro, vamos vamos coloca mais morenitas aqui para não faltar, ansiedade a mil heheh. Go go enfim devidamente embarcados, seguimos para a reserva, todos os que entram na La Zona, são obrigados a passar no posto da fiscalização da reserva, lá mesmo na hidrelétrica para informar seu nome e numero do documento, para só depois seguir com a pescaria. Finalizados os tramites burocráticos, iscas nos anzóis e borá jogar na água que isca no barco não pega peixe uhuuuu.. Aqui entra o trabalho fantástico do Alejandro, pense em um cara gente fina piloteiro nota 1000, tiro o chapéu para o trabalho dele simplesmente perfeito, arremessava, fazia as fotos e vídeo tirava os peixes, iscava as morenita, deixava o barco certinho de acordo com a posição dos pescadores, já foi perguntando quem de nos tinha o melhor celular para as fotos, que podia deixar com ele. Arremessava praticamente dentro da boca dos amarelões e logo gritava “peixe, peixe puxa que nem hombre”, só nos preocupávamos em trazer o peixe até perto do barco e fazer a pose para a foto heheheh. Uma fisgada atrás da outra, nunca tive uma pescaria com tantas ações a não ser de lambari, em riacho, em meio a fartura de dourados variando de 3 a 14kg, saio um “hermoso” pintado de 29kg “uhuuuu animal”. Como tudo que bom dura pouco nossas 3 horas lá dentro passaram que foi um piscar de olhos, triste triste, mas valeu cada minuto foi ação do inicio ao fim. Acabado a festa dentro da La Zona, voltamos a pescar fora da reserva na qual ali só saíram poucos bem poucos douraditos todos pequenos. Aventuramo-nos no lado Uruguai do rio, triste triste, infelizmente os hermanos uruguaio ao contrario dos hermanos argentinos não tem as mesmas leis e consciência em ralação ao peixe. Lá a pesca é predatória não se tem nenhum tipo de regra ou cota, a margem do rio no lado uruguaio é minado de redes, espinheis e todo tido de artifícios ilegais para a pesca, triste triste, retornamos ao lado argentino para continuar a pescaria. Seguimos pescando com poucas ações de dourados pequeno pelo resto da tarde, e para nossa infelicidade assim perpetuou todo o segundo dia também. Já no terceiro e ultimo dia de pesca não saio nada pela manha inteira, “triste triste”, mas para me livrar do tédio eu ainda tinha mais um período para pescar dentro da La Zona, das 12:00 as 15:00 então sem delongas, chegada a hora trocamos de barco dessa vez o piloteiro era o Elbio, “triste triste”, lá vamos nos começamos a pesca cada um que se virasse com sua vara e posição no barco, que rodava ao sabor da correnteza no estilo “deixa a vida me levar, vida leva eu”, eu e os 2 parceiros tínhamos que passar de um lado para o outro para não embolar linhas varas, etc etc em meio ao caos e dança das cadeiras para não cruzar as linhas umas na outras, entravam alguns dourados enquanto nosso piloteiro estava ocupado mexendo no celular. ate teve ações de vários dourados mais nada comparado com a produtividade do primeiro dia ou do outro barco que estava pescando ao nosso lado com a outra turma com o Alejandro de piloteiro. Concluindo quem quiser ter uma boa experiência na La Zona, faça de tudo para ir com o Alejandro. Isso mostra a importância de um piloteiro bom para uma boa pescaria, se em uma área de 500 metros já faz essa diferença absurda na piscosidade, imagine em um rio de quilômetros e quilômetros com água a perder de vista. Voltaria a La Zona? Com certeza, mas na época certa e com o Alejandro como piloteiro. Foi isso pessoal, espero que gostem qualquer informação adicional podem ficar a vontade em perguntar. att: Leysle Carneiro (Ley)
  2. Galera,acabo de retornar de uma pescaria no já tão conhecido e famoso destino de pesca de grandes peixes de água doce,nossa vizinha Argentina....O local escolhido em específico também já não é novidade pra nenhum pescador esportivo,Paso de Lá Pátria,na província de Corrientes,norte da Argentina. A última vez que eu havia estado lá foi em 2014,e não trazia boas recordações,pois pegamos uma semana realmente muito fraca de peixe..Se não fossem as piaparas,mais de 80% do grupo teria voltado de dedão atolado...O motivo para o fracasso daquela pescaria foram as fortíssimas chuvas que haviam caído na região de Foz do Iguaçu cerca de 10 dias antes,o que elevou o nível das águas e tornou o rio Paraná,que costuma ter águas límpidas,num rio de águas extremamente turvas,coisa difícil de acontecer... E mesmo sabendo que Paso se tornou um destino muito popular,melhor dizendo,batido mesmo,resolvemos arriscar mais uma vez,visto que alguns conhecidos haviam estado lá na temporada passada e conseguiram sucesso na pescaria.. Como sempre,antes de seguirmos a Paso,demos aquela passada por Foz do Iguaçu,alguns para fazerem as tradicionais compras no Paraguai,outros (como eu) apenas pra curtir um pouco dessa belíssima cidade e tomar umas antes de entrar em terras estrangeiras Aliás,boas opções gastronômicas não faltam em Foz,e uma dessas que eu recomendo, é o Bar Rafain Chopp.....Contra-Filé Argentino e chopp de qualidade... A partir de Foz,fizemos aquele tradicional esquema de fretamento de ônibus e adentrar na Argentina através de agência de turismo de pesca.... Passagem tranquila pela Aduana e viagem também.....Muita cerveja e truco foram nosso passatempo pelos 600km que separam Foz do Iguaçu à Paso de La Pátria... Como já havíamos fechado essa pescaria à pouco mais de um ano,dessa vez escolhemos uma pousada um pouco mais "requintada" ,pois essa foi a opção de maior parte do grupo (apesar de eu sempre querer o mais simples possível)demos preferência ao pedido da maioria do grupo e então escolhemos a pousada Jardin del Paraná....Pousada de estrutura realmente muito boa....Bastante ampla,comida muito boa e realmente um lugar muito bonito....Minha única reclamação é do ar condicionado tipo janela que urrava feito um bugio na madrugada kkkkkkk( mas dei um pouco de azar,apenas alguns quartos ainda não possuem ar split)..... Piscina com os quartos em toda a lateral... Restaurante e adega.... Como todos já sabem,a Argentina se tornou referência quando o assunto é preservação de seus rios...Rígidas leis fazem com que os estoques pesqueiros no norte da Argentina levem uma legião de pescadores de muitas partes do mundo em busca de seus grandes troféus,principalmente gigantes dourados e pintados,além dos grandes cardumes de piaparas...E mais uma vez confirmamos isso...Os gigantes continuam por lá...Em tamanhos e quantidades excelentes...Porém,pra quem nunca foi,pescaria na Argentina tem algumas particularidades,coisas um pouco diferentes do que estamos acostumados a ver por aqui...Por exemplo,os piloteiros seguem a risca uma espécie de CLT deles...Os horários de pescaria costumam ser cumpridos fielmente...Eles não saem pro rio antes das 7:30h,voltam as 12h pra almoço,retornam para o rio as 15h(alguns acabam saindo um pouquinho antes) e permanecem no rio até as 18:30.....Isso pode parecer um pouco estranho pra alguns,uma jornada de pesca um pouco reduzida em relação as nossas,porém em Paso isso não costuma ser problema,uma vez que normalmente navega-se no máximo 15 minutos pra se chegar nos pontos de pesca....Na verdade,boa parte desses pontos estão a no máximo 5 minutos do centro da cidade....Rio preservado realmente é outra coisa... Partimos para o primeiro dia de pesca para pescar na rodada na confluência do rio Paraguai com o Paranazão....Ali,a grande quantidade de cardumes de curimbas e piaparas chama a atenção dos grandes predadores,formando um excelente ponto de pesca...Porém,essa região (abaixo de Paso)fica numa outra província chamada de Chaco,província essa que proíbe a pesca em seu território todas as terças e quarta-feiras... Não demorou muito pra sentirmos as primeiras puxadas nas iscas,tuviras,porém a quantidade de piaparas nessa região é tão grande,que elas vão mordendo tuviras de quase 30cm até comerem pelo menos metade delas rsrs....Numa dessas,uma piapara de cerca de 2kg foi fisgada com tuvira e anzol 6/0..... Mas os dourados também estavam por lá,e logo os primeiros apareceram...Nada muito grande,mas já muito animador pra uma primeira manhã de pesca. Agora por favor,não riam muito desse óculos que tive que usar nessa primeira manhã de pesca.....Esqueci o meu no quarto da pousada e acabei pegando um que meu amigo Flávio tinha nas tralhas dele (óculos da filha dele por sinal)....Trata-se de um óculos de quem é realmente muito,muito macho Na parte da tarde resolvemos ir atrás das piaparas....Demorei um pouco pra pegar o esquema da rodadinha naquele lugar...Quem pesca piapara nesse esquema de rodadinha sabe que em cada tipo de água existe uma diferença na pescaria,uma certa manha até acertar o peso ideal do chumbo e tamanho do leader,pra conseguirmos sentir o fundo do rio....E esse local era de águas bem rápidas...Pingadinha nível hard....Mas essa região tem tanta piapara que as vezes elas acabam atacando de qualquer jeito..... Curimba fisgada com milho e que deu um trabalhão danado pra sair da água... E vejam só....Na parte da tarde eu novamente esqueci meu óculos...Será que eu estava gostando daquele???? Nesse primeiro dia pescaria,grandes dourados já foram fisgados..... Inclusive uma monstrona de uma fêmea de quase 17kg.... Animados com o resultado do primeira dia,resolvemos repetir a dose no segundo,porém só mudamos de ponto e pescamos mais no canal do rio Paraná,numa região conhecida pelas torres de transmissão de energia existentes no local... Decisão acertada,pois nessa manhã embarcamos 4 dourados,de 8 a 12kg.....Pensa numa alegria que ficamos..... A tarde pegamos mais algumas piaparas...Algumas eu digo no nosso barco,pois teve barco nessa tarde que contabilizou mais de 60 piaparas...Absurdo mas é isso mesmo...60 piaparas numa tarde de pesca,3 pescadores.... E mais excelentes dourados foram fisgados,além de 2 grandes patis (peixe que era muito comum principalmente no Pantanal)hoje cada vez mais raro em nossas águas... Nosso terceiro dia de pesca caiu num terça-feira,e como já havia falado no início,a pescaria nesse dia fica fechada na região do Chaco,justamente a região onde pegamos todos esses lindos peixes nos 2 dias anteriores.Um certo clima de preocupação começou a tomar conta da galera,pois ainda não nasceu pescador que queira mudar de ponto quando está pegando peixe....E pra aumentar esse clima que pairava no ar,o dia amanhece com muito vento...Subimos então até o ponto acima da cidade onde poderíamos pescar pelos próximos 2 dias,e ao chegar a esse ponto,cerca de 5 minutos apenas de barco da praia de onde estávamos saindo,mais um "provável problema" que eu e outros amigos imaginávamos se confirmou...Com a proibição da pesca rio abaixo,nesse ponto rio acima logo de manhã já havia umas 30 lanchas...Confesso que meio "incrédulo" da situação,lancei minha isca na água só pra ver mesmo que bicho ia dar....E eis que ali começou um dos dias mais surreais de pescaria já vivi em minha vida....Vento forte,30 lanchas rodando pra cima e pra baixo o tempo todo,fazendo barulho,enroscando e desenroscando anzol no fundo do rio,barcos passando praticamente "em cima de nossas linhas" e adivinhem....PEIXE PRA TODO LADO.....SEM EXAGEROS OU PUXA-SAQUISMO PRO LADO DOS ARGENTINOS....Quem me conhece sabe que não troco uma pescaria em nossas águas por nenhum outro lugar desse mundo,mas o que vi nesse dia realmente foi algo marcante...Era barco tirando peixe pra todo lado....Dourados gigantes,pintados,barbados,jaús na rodada com tuvira,pacus também sendo fisgados na mesma modalidade,equipamento,isca e local...Toda essa farra de peixe em meio á uma verdadeira farra de barcos e todo aquele escarcéu..... Ali,naquele dia,mais do que nunca,consegui mais uma vez compreender profundamente o significado da palavra PRESERVAÇÃO....Putz....Quem sabe um dia chegamos lá... Consegui ver um pescador tirar um dourado que seguramente estava na faixa de 20kg,e em determinado momento,estávamos rodando a pouco mais de 10m de distância de outra lancha,quando senti um tranco em minha isca que estava praticamente embaixo dessa lancha...Fisguei e ao olhar para a ponta da linha já vi um dos pescadores do outro barco fisgar também...Pensei comigo: PEGAMOS O MESMO PEIXE! Porém em questão de segundos,os outros 2 pescadores da outra lancha também fisgaram e as linhas correram em sentidos opostos..Aí sim eu disse :EITA POHA....ESTAMOS COM 4 DOURADOS AO MESMO TEMPO.....Deus do céu...Que coisa mais linda!!!Embarquei e rapidamente soltei o meu,que nem era muito grande,para fazer questão de comprovar e registrar esse momento...Os 4 juntos não saíram na foto,mas o triplê eu consegui registrar... Passada toda essa euforia da manhã,obviamente que antes do almoço tivemos que brindar.... Sashimi de piapara,já que ninguém é de ferro.. Na parte da tarde,novamente muitos peixes fisgados... Nosso local de embarque e desembarque... Na manhã seguinte,obviamente repetimos o ponto de pesca,mas como era de se esperar, o peixe finalmente começou a se incomodar um pouco com aquela algazarra toda,e ficaram mais manhosos...Mesmo assim,alguns excelentes exemplares foram fisgados,inclusive um jaú de cerca de 30kg e um pintado de cerca de 35kg... Devido à essa alteração no comportamento dos peixes,na parte da tarde nosso piloteiro disse que mudaríamos o ponto de pesca....Rapidamente concordamos,só não esperávamos que esse ponto fosse ainda mais perto que os outros rsrsrs....Apenas chegamos até o canal do rio,menos de 2 minutos de navegação,e começamos a pescar.... Nessa tarde,conheci os dourados mais espertos que vi em minha vida rsrsrs....Acho que 100% dos dourados que bateram em nossas iscas,mordiam e já saíam nadando rio acima...Após a primeira e segunda fisgada,logo já sentíamos a linha totalmente bamba e leve...Pensávamos:perdi o peixe...Mas ao começar recolher,sempre vinha aquele inesperado tranco,ou até mesmo dourado saltando as nossas frentes...Hora então de fisgar novamente,porém quase sempre tarde demais rsrsrsr.....Perdemos seguramente umas 9 ou 10 fisgadas dessa maneira....Outro fator que influenciou também nisso foi o fato de que todas as tuviras eram bem grandes,e nesse ponto havia uma grande concentração de dourados menores,com cerca de 3kg, o que também dificultou as fisgadas...Talvez um suporte hook ajudasse nessa hora,mas como era a última tarde de pescaria ninguém quis saber de inventar moda... Numa dessas fisgadas perdidas,presenciei mais uma daquelas cenas de gravar pra sempre na memória....Um dourado mordeu minha isca e errei a primeira fisgada...Como sempre o dourado faz,logo em seguida ele volta e dou a segunda fisgada...Senti o peso do bicho na ponta linha,brigou no fundo por alguns segundos e escapou...Aí realmente não vi mais o que fazer...Comecei então a recolher vagarosamente já sentindo que o dourado havia comido toda a tuvira,mas eis que a uns 5m do barco,ao ver que ainda restava apenas um pequeno pedaço da tuvira no anzol,um dourado maravilhoso,de cerca de 6 a 7kg surge calmamente e literalmente "sugou a isca"colocando todo seu lombo dourado pra fora da água...Que cena incrível...Rapidamente fisguei,vi ele afundar e já subir rapidamente pra saltar...E cuspir meu anzol longe,mais uma vez kkkkkk.... Mas,com muito custo consegui tirar 2 peixes... Tuviras,conhecidas por lá como "morenas" Em nosso barco,pra finalizar,só faltava mesmo um pintado...E no final da tarde,do último dia de pesca,ele veio... É isso aí amigos...Mais uma vez a Argentina dando uma verdadeira aula à nós brasileiros de como cuidar de seus rios....Não é de hoje que isso acontece...Turistas brasileiros indo pescar por aquelas bandas pelo simples fato de que lá existe algo que sonhamos muito por aqui: PRESERVAÇÃO..... E dias de tantos dourados assim,não poderiam terminar sem o maior dourado que podemos ver na Terra..... Um forte abraço à todos!
  3. Em itaibate-AR, alguém tem informações de como estão os serviços da pousada Don Vidal? Algum tempo atrás me disseram que tinha caído muito a qualidade.
  4. Olá amigos me Chamo Preto Barcellos pescador esportivo a muitos anos e pela primeira vez vou fazer um relato no fórum, me desculpe se acontecer algum erro.. Vamos la a pescaria.. Pescaria com a turma aqui de minha cidade Vacaria- RS, fomos em 21 pescadores com destino até a cidade de Ita Ibaté na província de corrientes Argentina, aproximadamente 800km de distância, com destino a Pousada La Serena, sobre está pousada só temos a agradecer a estrutura sem duvida uma das mais top´s de toda a Argentina e quanto ao atendimento, já rodei toda a costa do Paranazão de Ituzaingo a esquina conheço todos os pesqueiros e inúmeras pousadas, mas está pousada posso afirmar é o melhor atendimento ao turista sem ressalvas, o dono José que faz de tudo na pousada, assa carne, larga os barcos e tudo mais o cara e gente boa demais, recomendo a todos. Chegamos a Ita Ibaté na noite anterior ao inicio da pescaria, com previsão de tempo nublado e algum risco de chuvas e temperaturas baixas estás não nos assustam pois somos de um dos lugares mais frios do Brasil, rio baixo. No dia seguinte partimos em busca de nossos objetivos que era os grandes pintados que tem nesta região do alto Parana, iscas cucu de profundidade na ponta da linha e começa o sobe e desce de corrico no ponto chamado de punta Gallino a cinco minutos de barco da pousada, já na primeira hora de pesca começam a sair os gigantes pintados Argentinos, no meu barco em três dias de pescaria saíram seis pintados grandes com média na faixa 20 a 40 kilos no total da turma sairam dezoito pintados, dois jaus e ainda alguns dourados de bom porte esses não foram o foco da pescaria mas mesmo assim saíram bons exemplares... Equipamentos que utilizei vara evolution marine sports 7 pés 20-40 libras, carretilha titan sw2 marine sports, linha o item mais importante para pesca de corrico naquela região sufix 832 0.20mm 30lbs e lider de 2 metros 0.90mm de fluorcarbon, iscas cucu de fabricação Argentina de profundidade, quem não tiver iscas a pousada empresta tendo muitas isca das mais variadas cores nos barcos, só paga se perder, eu como sou um tarado por isca artificial levo as minhas kkk mas não a necessidade. Vamos as fotos.... Gostaria de agradecer mais uma vez a pousada La Serena e aos amigos de pescaria foram cinco dias de muita cachaça, risadas e parceria, vocês foram show, como diz um grande amigo peixe é consequência o importante e estar pescando, essa turma retorna a Argentina no inicio de 2019... Obs.... Todos os peixes foram fotografados e devidamente voltaram para o rio Parana, pesque e solte sempre...
  5. Boa tarde pescadores !!! Galera eu e mais um amigo estamos marcando uma pescaria de Dourados e piaparas na Argentina. Moramos no Pr para nós aqui é relativamente perto, então estamos planejando em ir com o nosso próprio carro e talvez levar o nosso barco também! Alguém aí já fez algo parecido ? Tem alguma dica 😀😀vlw abraço!!!
  6. Aos 45 minutos do segundo tempo, a última passada antes de recolher o barco - Bingo!! Com o guia Chico I em Yarapé, AR - Porto Paraiso, rio Paraná. (Foto: © Lester Scalon)
  7. Olá amigos estarei indo pra Argentina em 30 dias em paso de lá pátria. Li muitos tópicos aqui, muitas dicas. Bom a tralha está montada e queria a ajuda dos companheiros para opinar sobre ela. Montei os seguintes conjuntos : corrico: vara hunter fish 6' 5" 30lbs ou ugly stil 7' 30lbs + carretilha daiwa lexa 300 + linha varivas super PÉ 0.19mm + leader fluocarbon 0.55 40lbs + empate de aço 15cm 40lbs + iscas cucu pela pousada Rodada Althezza 7' 40lbs ou daiwa heartland 6'6" 30lbs + linha intergreen super A 0.46 e 0.52 + carretilha daiwa lexa 400. ( vou levar linha multi 0.32 40lbs é uma abu garcia 6601 também é um líder 0.77mm 60lbs). o que acham.? A espessura e libragem dos leaders estão corretas ? valeu
  8. Olá pessoal alguém já viajou ou conhece esse operador de pesca atualmente a experiência é positiva?? o que dizer dos guias ??? abraço e obrigado
  9. Boa noite colegas, Estou organizando a próxima pescaria com uns colegas e estou pensando em pescar na argentina. Estou em dúvida entre duas pousadas: La Serena ou El Refugio (em Ita Ibaté, Corriente), quem conhece ou poderia me passar recomendações? Quais meses são melhores para pesca: março, maio, ou setembro? Quais tipos de varas, carretilhas e iscas artificiais devo levar? Desde já obrigado. Abs. Diomedes
  10. Galera, bom dia. Estou indo com a esposa para Cataratas do Iguaçu em Julho/2017, estou querendo dar uma esticada até Argentina para efetuar uma pescaria de três dias. A esposa já é parceira de pesqueiros, mas em pescas embarcadas ela nunca foi e esta com bastante vontade de iniciar. O objetivo principal é curtirmos todas as coisas boas e ruins quem uma pescaria desse tipo pode nos proporcionar e se possível pegarmos peixes hehehehe. Gostaria de indicações de pousadas que sejam mais familiares e com uma infra bacana, a localidade ainda não fechei, li bastante sobre Ita-Ibate, seria o melhor destino para o período(Julho/2017)? Obrigado..
  11. Pessoal, poderiam me dizer se há como fazer a licença de pesca da Argentina aqui do Brasil mesmo ou preciso ir lá? Obrigado.
  12. Esse já faz um bom tempo (ano de 2004) estava na companhia do guia Horacio, hospedado nos Gêmeos Pesca Esportiva em Ita Ibaté, AR - mediu 1,96 de comprimento e 98cm de diâmetro, não conseguimos pesar - pois quebrou uma balança de 65 kg - Na época mandei para o Cepta de Pirassununga, SP que respondeu algo entre 72 e 75 kg. Assumi desde então que se tratava de um peixe de 70 kg. Já tive o prazer de capturar outros grandes, mas esse continua sendo meu recorde pessoal para a espécie. O conjunto usado foi uma vara GLoomis - modelo Musky Light com 6' indicada para linhas de 20 lbs montada pelo Greg's, a carretilha uma Shimano Antares abastecida com fio de náilon 0,23mm e um líder, também de náilon marca Grilon de 0,50mm. Foram 40 minutos de embate para encosta-lo na embarcação. Abraços
  13. Olá pessoal já vi na internet alguns pescadores recomendando a posada paso de lá pátria , na cidade de mesmo nome. No entanto , vi avaliações recentes não tão animadoras e não consigo resposta de e-mail. Em paso, conhecem outra opção ? obrigado
  14. Olá amigos pescadores Daqui alguns dias irei fazer uma pescaria na argentina e ainda estou em duvida em qual vara comprar para uma pescaria de dourados no pincho. Vocês podem me dar uma ajuda?
  15. Bom dia, gostaria de saber se algum colega pescou na Argentina com o barco propio , quais as exigencias daquele Pais, e se é possivel levar o barco ?
  16. Senhores, Boa noite! Esse é o meu primeiro post aqui nesse fórum (além da apresentação). Como sou de Curitiba/PR, fica um pouco mais fácil para mim pescar na Argentina. Nunca fui pescar por lá, pretendo fazê-lo agora em 2016. Então, para não errar e não perder a viagem, gostaria da ajuda dos senhores para tirar as seguintes dúvidas: 1 - Melhor lugar para pegar os grandes Dourados? Já lí relatos sobre vários lugares: Ituzaingó, Ita-Ibaté, Esquina, Paso de la Patria... Gostaria de saber o lugar onde é mais provável que se tenha mais ações e os maiores. 2 - Não obrigatoriamente relacionado à primeira pergunta (vou fazer uma análise de custo/benefício baseado também no conforto), qual a melhor pousada lá, seus atrativos e opções. 3 - Melhor época para ir? Pretendo ir em setembro ou outubro de 2016, à não ser que seja uma péssima época. 4 - A traia usada? Não pretendo comprar nada além do que já tenho, exceto iscas artificiais. Pretendo levar: - Carretilhas: Daiwa Millionaire Classic 300, MS Titan Big Game SW, Okuma Convector CV-30, Penn 225LD; - Varas: 10-25lbs e 15-30lbs (MS Evolution e Hunter-Fishing, ambas com 1,60m), 20-40lbs (Saint Stick de 1,75m), 30-50lbs (Saint Pantanal); Quais linhas são compatíveis com essa traia? Devo levar carretilhas leves tb? Quais os tipos mais usados de iscas artificiais e seus tamanhos? Por enquanto são essas as dúvidas! Conforme a discussão for evoluindo com certeza surgirão outras! Obrigado pela ajuda!
  17. Acessando a sala de “Convites de Pescaria” do Fórum havia uma chamada de “uma vaga para pescar em La Zona na última semana da baixa temporada”. Pensei um pouco sobre o assunto (quase meia hora) para decidir que queria ir e mais alguns dias para negociar a vaga, e fechei um pacote entre os dias 16 e 22 de dezembro de 2015. A oportunidade era dupla: pescar em La Zona e acompanhar um grupo de pescadores de muita qualidade e experiência. A região. O Rio Uruguai na região da reserva da represa de Salto (entre as cidades de Concórdia na Argentina e Salto no Uruguai) é famoso por ser o local de vários recordes mundiais da pesca de dourado. A reserva está compreendida entre a parede da represa até uma distância de 500 metros rio abaixo e os dourados ali se acumulam, seja para subirem o rio pelas escadarias de migração, seja pela abundância de oxigênio e comida. As regras de pesca no local são bastante restritivas, como forma de garantir a sobrevivência da espécie. Dentro da reserva é permitida a pesca apenas com iscas artificiais e garateias com a “ferpa” amassada ou limada. Também não se deve utilizar o "boga grip" para manusear os peixes e apenas dois barcos argentinos e dois uruguaios podem pescar ao mesmo tempo na reserva. Como a operação uruguaia está em processo de nova licitação, eram apenas dois barcos por dia pescando na reserva. A pescaria. A maior parte da turma chegou em Buenos Aires no dia 15 de dezembro, vindos de diversos pontos do Brasil e no dia 16, após a chegada dos demais, seguimos de Van para o Lodge. Foram cerca de 450 km de estrada ou 6,5 horas de viagem. Logo na chegada ao Lodge vimos que o Rio estava muito alto, chegando a bater no teto das pequenas casas ribeirinhas, e a previsão era de muita chuva no dia 17 e muita água vindo do Sul do Brasil durante toda a semana. Apesar da chuva da manhã do primeiro dia, que nos obrigou a sair com 1,5 hora de atraso, a pescaria foi relativamente produtiva com a utilização de iscas de sub-superfície (Tipo Super Shad Rap nas cores prata, lararanja/preto e vermelho/branco). Foram ainda testadas algumas soft baits e até tuviras, que se mostraram imbatíveis na produtividade perante aquelas condições de rio muito alto e sujo. O rio continuou subindo todos os dias, mas o sol apareceu forte no segundo e terceiro dias de pesca e na tarde do quarto dia a chuva voltou forte e com raios, impossibilitando a continuidade da pesca por razões de segurança. Esta pescaria foi organizada pelo Fábio Neves e o grupo foi dividido em quatro barcos/equipes: A – Ênio, Fabiano Tucunaré e Fernando; B – Gildácio, Adriano e Marlon; C- Nélio, Fabrício Biguá e Fábio Neves e D - Baxim, Tássio e Moacyr. Assim, cada equipe iria pescar alternadamente pela manhã e pela tarde, dentro e fora da reserva, e todos teriam 4 meio períodos na reserva e 4 fora. Nossa expectativa era de muitos Dourados e alguns Pintados na reserva e muitas Piaparas fora. Durante a nossa breve estadia, o Rio Uruguai não parou de subir, como nos famosos e temidos repiquetes amazônicos, chegando a atingir a cota de evacuação para a cidade de Concórdia - "maior inundação dos últimos 50 anos". Segundo os piloteiros a possibilidade de pegarmos piaparas era quase zero e as condições de pesca de dourado estavam muito difíceis. Assim, a maioria das duplas acabou desistindo de pescar fora da reserva e apenas as equipes A e B insistiram na captura de Mandis e Patis, por diversão ou para utilização como isca para dourados. Por sinal, estes peixes mostraram-se excelentes iscas. Os maiores dourados mediram entre 40 e 44 libras, enquanto que os maiores pintados chegaram a 50 libras. Fomos atendidos nesta semana pelos piloteiros Alejandro, Élvio, Juan Pablo e Martin. A forma mais produtiva da pesca foi obtida pelo arremesso rente às duas paredes das escadarias de migração ou dentro dos “buracos” onde as turbinas devolviam a água para o rio. Este tipo de operação exige muita destreza e capacidade dos piloteiros, pois a pesca ocorre em condições de fortes corredeiras e redemoinhos. Utilizamos o tipo de equipamento sugerido pela pousada e que pode parecer relativamente leve à princípio para os peixes mostrados nas fotos, mas resulta em grande esportividade. Como as águas não estavam baixas, foi possível pescar sem a utilização de líder, mas o empate de aço é fundamental para evitar a quebra da linha nos dentes dos dourados (os snaps eram substituídos por argolas com mais de 70 libras). Varas de 6" a 8" entre 20 e 30 libras e muito rápidas (quanto mais duras melhor, para garantir a fisgada dos dourados), carretilhas com boa capacidade de linha (150 metros de multifilamento), em geral as mesmas utilizadas na pesca de tucunarés na Amazônia e linha de multifilamento de 65 a 70 libras. A Hotelaria. A operação da pousada é tocada pelo Luca, Frank, Lili e Marcelo. Todos são competentes e trabalhadores, mas é notável que muitas vezes estão com as mãos atadas para atender alguns dos nossos pedidos. Convém notar que o quesito hotelaria é fraco e ocorre pela falta de concorrência e investimento. O fato de estar sendo construída uma nova pousada na beira do rio influencia, mas não justifica o fato de que faltas graves ainda aconteçam na operação atual, ainda por cima com os preços cobrados dos turistas. - Há uma diferença marcante no sentido do treinamento e serviço prestado pelos dois piloteiros que operam dentro da reserva. Ambos são experientes, bons pescadores e bons pilotos, mas apenas um deles (Alejandro) dá atenção a pontos básicos, como a posição do barco em relação à agua e aos pescadores, evitando que o barco gire e as linhas se cruzem. Principalmente quando temos três pescadores por embarcação. - A comida é boa, de qualidade e bem preparada pelo Chef Marcelo, mas faltam opções de cardápio. - A capacidade ideal da pousada não passa de 10 pessoas, assim no nosso caso, 2 colegas foram dormir em quartos afastados do grupo e com pior qualidade de camas e banheiros. Conclusão. Nosso objetivo é sempre expressar nossa opinião de forma livre e objetiva, não sendo nossa intenção ofender ou prejudicar ninguém. Aproveito para agradecer a todos os membros da nossa equipe, pela amizade, troca de experiência e mais alguns excelentes dias, que ficarão marcados para sempre em nossa memória. A experiência de pesca na represa de Salto é única. Os dourados são um dos peixes esportivos que proporcionam maior emoção ao pescador e, individualmente, muitos bateram seus recordes pessoais de pesca de dourado, mas a operação do La Zona Lodge tem muito que melhorar e espero ainda poder voltar ao local (com águas mais baixas) para testemunhar esta evolução. Finalmente, agradeço ao Fábio pela organização e ao Fabrício pelo apoio do Fórum Turma do Biguá, que nos possibilitou mais uma viagem tranquila e sem percalços, apesar das condições de pesca muito difíceis durante esta semana de inundação no Rio Uruguai. Fico imaginando como seria se estivesse fácil. :gorfei:
  18. Amigos...estamos com uma turma top praticamente fechada pra pescar em LaZona no final do ano q vem. Já estive lá 2 vezes e puts, pensem num lugar show de bola?!?! Como sempre fui na baixa temporada (água alta e clima mais frio), nunca conseguimos pescar os grandes dourados na superfície....mas no final da pescaria q fizemos lá este ano, a turma decidiu voltar numa data melhor. Escolhemos uma data onde historicamente a água fica mais baixa...e numa data onde o valor não é estratosférico... Bem...temos apenas 02 vagas disponíveis....e acredito q irão fechar rapidamente. Abaixo as informações do pacote. O MELHOR LUGAR DO MUNDO PARA A PESCA DOS GRANDES DOURADOS Os argentinos estão bem a nossa frente em termos de legislação de pesca. Prova disto é a criação da reserva de pesca “La Zona”, simplesmente, o melhor lugar do mundo para a pesca dos grandes dourados! Ela está localizada no Rio Uruguai, em Concórdia, na província de Entre Rios, Argentina. A reserva se estende da Barragem de Salto Grande até 1 km a jusante no Rio Uruguai. É uma área de alta concentração de dourados, visto ser a primeira barragem do Rio Uruguai, ou seja, onde os grandes cardumes se espremem para tentar subir as escadas que levam à represa. A operação de pesca se torna possível diante da criação de regras rigorosas de manutenção do pesqueiro, associada à intensa fiscalização por parte da Prefeitura Naval da Argentina. A pescaria na reserva se dá, exclusivamente, com iscas artificiais (bait casting ou fly fishing) e no sistema de pesque e solte. É expressamente proibida a prática de pesca noturna, corrico ou uso de iscas naturais. Para a proteção dos estoques pesqueiros são permitidas apenas duas lanchas por dia e em apenas 4 dias da semana (sexta a segunda-feira). Toda esta organização possibilitou a quebra de 12 recordes mundiais de dourados nesta operação. A pescaria é bastante produtiva, sendo que num dia normal, um pescador captura de 10 a 20 dourados, com média de peso de 7 kg. Dubles e triples são frequentes: Para se ter noção da explosão de um grande dourado, segue o vídeo institucional do La Zona Lodge: http://www.youtube.com/watch?v=KYFcMO8w_ww Também seguem alguns relatos de pescarias realizadas em La Zona, postados por amigos do FTB: http://www.turmadobigua.com.br/forum/topic/34621-lazona-arg-super-dourados-180-fotos-top-demais/ http://www.turmadobigua.com.br/forum/topic/32548-dourados-gigantes-na-superf%C3%ADcie-la-zona-lodge/?hl=zona http://www.turmadobigua.com.br/forum/topic/28946-la-zona-a-terra-dos-dourados-gigantes/?hl=zona http://www.turmadobigua.com.br/forum/topic/28336-dourados-em-salto-grande-uruguay-todo-em-superficie/?hl=zona O relato seguinte ocorreu em pleno “repiquete”, ou seja, com todas as 12 comportas abertas. De acordo com os guias, foi a segunda pior semana de pesca da operação. Mesmo assim tivemos resultado satisfatório: http://www.turmadobigua.com.br/forum/topic/26003-lazona-2012-encontro-anual-do-bigu%C3%A1-team/?hl=zona#entry299931 HOSPEDAGEM DE CLASSE INTERNACIONAL O La Zona Lodge está localizado em um antigo haras de polo, em bela região próxima ao Rio Uruguai. Esta estância proporciona todo o conforto que o pescador necessita para uma estadia memorável. Os pescadores são alojados em suítes duplas com ar condicionado e banheiro privativo. O Lodge também dispõe de internet com wifi, TV a cabo, piscina, serviço de lavanderia e telefone. No total são 05 noites de hospedagem em sistema All Inclusive, tanto para refeições quanto para bebidas (vinhos, água, refrigerantes, cerveja e drinks). A cozinha é de classe internacional, oferecendo uma ótima experiência gastronômica ao pescador. A cinco minutos do Lodge encontra-se o Termas Vertiente de la Concordia (aberto até as 22h), que dispões de várias piscinas aquecidas, além do famoso circuito hídrico, que é uma sequencia de hidromassagens que reanima qualquer pescador. Vale a pena conhecer: http://www.termasconcordia.com.ar/ INFORMAÇÕES SOBRE O PACOTE Sistema de Pesca Doble Turno: A pesca se dará em quatro dias (de sexta a segunda-feira), em dois turnos diários. Serão 4 lanchas e 3 pescadores em cada lancha. Cada embarcação pescará, diariamente, um período na reserva e outro período fora desta, alternando entre manhãs e tardes. Assim, cada pescador pescará duas tardes e duas manhãs na reserva. A pescaria fora da reserva ocorre nas corredeiras de Salto Chico, podendo também ser realizada com isca natural, tanto para captura de dourados, quanto de piaparas, piraputangas e surubins. Nesta área também é permitida a prática do corrico (trolling). Esta pescaria de dourados fora da reserva é tão produtiva quanto os pesqueiros do Rio Paraná, sendo que operadoras brasileiras oferecem pacotes exclusivos para o Salto Chico. http://www.douradobus.com.br/2011/home/index.php Particularmente, acho muito interessante a técnica pescaria das piaparas gigantes: Programação: 16/12/15: a chegada em Buenos Aires na véspera é opcional (turismo) 17/12/15: translado Buenos Aires - Concórdia. Instalação na pousada. 18/12/15: dia completo de pesca 19/12/15: dia completo de pesca 20/12/15: dia completo de pesca 21/12/15: dia completo de pesca 22/12/15: translado Concórdia – Buenos Aires (chega 12:20h em Buenos Aires) – Cidade de Origem O que está incluso no pacote? O Pacote Inclui: arrow:: 04 dias completos de pesca em La Zona/Salto Chico com três pescadores por lancha arrow:: Transfer em Van de Buenos Aires à Concórdia (ida e volta) arrow:: Traslados Concórdia - Lodge - Concórdia em Van da Pousada arrow:: Hospedagem no Lodge em regime All Inclusive com entrada na quinta à tarde e saída na terça pela manhã Não Inclui: arrow:: Passagem aérea cidade de origem à Buenos Aires arrow:: Equipamentos de pesca arrow:: Iscas artificiais ou naturais arrow:: Hospedagem e transporte em Buenos Aires arrow:: Taxas aeroportuárias arrow:: Alimentação em Buenos Aires arrow:: Ligações telefônicas arrow:: Gorjetas ($100 como sugestão). Valor do pacote, forma de pagamento e desistência: O custo total do pacote é USD 2.700 Como de praxe, deveremos pagar (até dia 01/12/14) 20% do valor do pacote para garantirmos a reserva (USD 540) . O restante do pagamento será parcelado em 10 prestações de USD 216,00 de janeiro a outubro (vencimento até dia 05 de cada mês). O dólar é o turismo na cotação de venda do dia do depósito. Se por motivo de força maior o pescador desistir da viagem, caberá a ele encontrar outro pescador para substituí-lo, uma vez que o valor da reserva será repassado ao operador e não temos como solicitar reembolso.
  19. Boa tarde Colegas ! Estava revisando minhas fotos de pescarias antigas, de antes das maquinas digitais, e encontrei coisas que nem lembrava mais e que me emocionaram. Saíamos de Canoas- RS a tardinha em um, dois ou três carros, 3 pescadores por carro. Fazíamos cerca de 850 km pela madrugada, rebocando barcos com motores, tralhas, isopores (naquela época pouca gente já tinha se conscientizado de pescar e soltar), e até a comida e bebida. Queríamos poupar uma noite de aluguel da cabana e estar lá de manhãzinha para pescar. Alguns da turma preferiam assim por terem pouca grana e outros pela aventura de ficar meio acampado. Alugávamos uma cabana bem precária em Ituzaingó, na barranca do rio, cujo único serviço era o trator para baixar o barco. (ás vezes era com nossos carros mesmo...). Conseguíamos passar 4 dias pescando, sem piloteiro, e gastando menos de U$ 200,00 por cabeça, com tudo. Outros tempos.... Cada dia um cozinhava, outro lavava o barco (já sentiu cheiro de muçum podre de 3 dias quando fica escondido embaixo de um banco?), outro limpava os peixes (lembrem, isto era a quase 20 anos- fazem muitos anos que não mato mais nenhum nas pescarias), outro ia buscar gasolina e reabastecer de cerveja, (não importava quanto se levasse, sempre faltava), etc.. Saíamos as 5:00, 6:00, 6:30, dependendo da época do ano e da hora do amanhecer. As natureza lá é linda e exuberante. Só o navegar naquela lindeza já enchia a alma de alegria! Chegávamos nos pesqueiros e rebocávamos iscas até perto do meio dia. Se desse peixe, excelente. Se não desse, o convívio com os amigos, as piadas e o papo-furado já deixavam todos felizes. Então achávamos uma barranca e assávamos um dourado se tivesse algum, ou mesmo uma costela gorda, com vinho ou cerveja e pão como acompanhamento. Muitas vezes se estava dando peixe era só um salsichão com pão e toca de volta pro rio. Tinha um colega sortudo, que enquanto assava o churrasco deixava uma linha iscada com lambari ou tuvira num anzol de galho na correnteza e vira e mexe pegava um dourado. Uma vez pegou um de 12 KG assim !!! A tarde mais uma rodada de rodadas, rsrsrs, cerveja e diversão, e quando estivesse perto do escurecer, de volta para a cabana. Limpar peixe, limpar barco, jantar de massa com guizado, pra ser rápido e ter 'sustança", ou arroz com linguiça, ou coisa do tipo, e depois carteado até o último não aguentar mais de sono.... Pela manhã mais um dia do mesmo jeito. Muuuuuito bom !!!! Na hora de vir embora, a tristeza de ter de voltar, mas uma grande alegria por ter estado lá. Mesmo nas vezes em que a pescaria foi com frio e chuva o tempo todo, ou que deu pouco peixe, sempre era muito bom passar estes dias por lá. Mais 850 km de estrada para voltar, muitas histórias e estórias para os amigos, e já iniciando o planejamento da próxima! Depois cada um foi indo para um lado, um casou com mulher brava, outro mudou de cidade, e infelizmente dois dos parceiros das fotos abaixo já foram para a grande pescaria do céu e não podem mais voltar lá. A turma se desfez e já faz 10 anos da última pescaria desta turma junta. Hoje acostumei com os confortos de pousada limpa, comida boa, piloteiro, foto digital para não me chamarem mais de papudo quanto ao tamanho dos peixes, etc. . Também não dá mais pra ir pescar 4 dias com U$ 200,00, mas não me queixo, o Homem lá de cima foi bom comigo e dá pra encarar os novos custos de vez em quando. No ano passado tive o gosto de fazer a primeira pescaria por lá com meus filhos adultos, já no sistema mais confortável. Não tem dinheiro que pague a alegria de dividir uma pescaria com eles ! Seguem algumas fotos de pescarias da década de 90, quando ainda atravessávamos de balsa para a Argentina e a ponte de São Borja estava em obras. Espero que os amigos gostem destas reminiscencias. Abraço a todos e boas pescarias! Alexandre
  20. La Zona – para “El Rey” Por Rodrigo Delage De manhã, bem cedinho, o café era preparado e tomado às pressas para não perder a “hora boa”, barra do dia chegando... no céu, um alaranjado que lembrava o vermelho da barbatana do rei. O Velho Chico foi o quintal da minha infância e um molinetinho “Paoli Malcon” o mais precioso brinquedo que tive. Menino, me divertia com os douradinhos lá da Barra... mas nunca topei, naqueles velhos tempos, com um peixe grande nas minhas brincadeiras... O tempo foi passando e o surubim foi sumindo, pouco a pouco, do rio São Francisco. O dourado, todavia, resistiu... embora tenha sofrido os efeitos de uma forte pressão de pesca e de uma avassaladora pesca predatória, que diminuíam cada vez mais o seu tamanho, de maneira a tornar, nos dias de hoje, um exemplar de 5Kg um valioso troféu. A presença constante dos dourados sempre direcionou nossas pescarias nesse rio sertanejo à tentativa de capturá-los... os reis... fazendo com que seus segredos e artimanhas fossem sendo por nós aos poucos desvendados... O dourado sempre correspondeu, nos brindando com a sua beleza, nobreza e valentia. Predador por excelência, matador que desafia a todos e não se esquiva do seu instinto mesmo diante de redes, espinheis, tarrafas e toda sorte de armadilhas. Ao contrário de outros predadores que dependem de condições climáticas favoráveis para darem vazão ao instinto de caçador, o dourado, quando não está comendo, está matando. Quem é habituado à pesca desse predador já pode perceber situações em que o dourado não resiste em matar a isca, abandonando-a em seguida sem dela se alimentar. O que faz apenas em honra ao seu instinto de caçador e soberano das águas em que habita. Por isso tudo, ao rei sempre fizemos nossa reverência. Garimpeiros que somos do ouro que nada em nossos rios, e também passou a habitar as veias e artérias que o levaram ao nosso coração. Tudo isso nos conduziu a marcar, então, o grande desafio. Duelar com os maiores dourados do mundo. Mesmo que para isso, tivéssemos que sair de nosso país rumo à Argentina, para reconhecer o sucesso e a seriedade de uma política de preservação que poderia também estar sendo feita em nossas águas. Sugestivo o nome, cuja simples pronúncia já mexe com a imaginação dos aficionados pela pesca desse peixe... La Zona. Perímetro de 400 metros a jusante da hidroelétrica de Salto Grande, que represa as águas do Rio Uruguai, formando ali a área de caça dos maiores dourados do mundo. Playground dos sonhos de todo pescador e território onde esses predadores literalmente trucidam tudo que possa sugerir algum tipo de presa. Isca que me rendeu meu maior peixe da viagem, presenteada pelos amigos Arthur e Victor, da Pesca Pinheiros... Tudo certo. Íamos eu e meu irmão, Piti. Já há mais de 06 meses, a viagem estava marcada para o início de agosto. Mas como tem sido uma rotina quando se trata de pescaria, fomos assombrados novamente pelo fantasma do descontrole climático. As águas que devastaram o sul do Brasil em junho e julho (não me saia da cabeça a incrível imagem de uma vaca pendurada morta em cima de um poste pela força das águas do Rio Uruguai) haviam chegado a Salto Grande. Todas as viagens marcadas para o mês de julho foram canceladas e 10 dias antes da nossa pescaria não sabíamos se iríamos ou não. A informação era de que a usina operava com 11 vertedouros abertos... Até que veio a notícia de que as comportas tinham sido fechadas e havia condições de pesca. Uma semana antes de nossa data iria um grupo e a informação que nos chegou, após o retorno dos pescadores, era a de que a pesca foi bastante difícil. Normal para quem desde pequeno está acostumado a ouvir diversas “teses” para a falta de peixe... o imaginário do povo encontra explicação para tudo, quando a pesca é de peixe de couro, eles estão com o “bucho virado”, no tucunaré, é a maldita “água nova”, ou então a “choca dos filhotes”, além de, no geral, falarem da “lua fraca”, “água fria”, “água quente demais”, ou que a “água precisava estar mais suja” quando a água está limpa ou “água está limpa demais” quando não está suja. Até ouvir que as traíras não mordiam porque estavam na “muda de dente” eu já escutei! Mas depois de tanta água, havia um receio justificado... e, segundo informações dos operadores, talvez os cardumes, que desceram com o turbilhão anormal liberado pela usina, demorassem um pouco para subir de novo e se concentrar em “La Zona”. Contudo, a data estava confirmada. Vamos pescar! Lembrei-me de excelentes pescarias que fiz também nessas condições instáveis e atípicas. Algo me dizia que dessa vez acertaríamos... Tralha exigida ao extremo... ou melhor, além do extremo... Chegamos já de madrugada em Buenos Aires e fomos direto para o Hotel, afinal, no dia seguinte uma van nos pegaria e com mais 5 horas de viagem alcançaríamos nosso destino. Com a chegada da van, ficamos conhecendo a dupla que também pescaria no mesmo período conosco na pousada, também dois irmãos, Victor e Arthur Macedo, pescadores de mão cheia e proprietários da Loja Pesca Pinheiros. Empatia imediata. Antes mesmo de sairmos da cidade, já parecíamos velhos amigos, parceiros de muitas pescarias a compartilhar velhos “causos” e histórias. Viagem tranquila pelos estradões argentinos... apenas uma parada para abastecimento, aproveitando para uma rodada de cerveja em uma tarde de clima ameno com céu azul, sem uma nuvem sequer. No início da noite chegamos à pousada. Lugar muito bonito, com um serviço impecável e pessoas agradabilíssimas e preocupadas em nos atender da melhor forma... A expectativa da chegada em um local de pesca que ainda não conhecemos não tem explicação. A agitação de todos na montagem das tralhas e muita, muita ansiedade. Quando a gente vê não sabe se bebe, come, conversa, monta “tráia”, dá nó, faz líder, pega mais uma cerveja... e o sono que não vem de jeito nenhum. Com a chegada da madrugada a temperatura despenca... despertei com a leve claridade que começava a entrar no quarto. Afastei a cortina da janela e vi a barra do dia, o mesmo amarelo ouro da barbatana do rei a clarear o belo gramado da pousada, branco, recoberto totalmente de límpidos cristais de sereno. Amanhecer na linda sede da pousada... Na primeira manhã, iríamos pescar dentro da reserva, a ansiedade palpitava. Ao chegarmos ao porto, tudo estava envolto em grossa neblina, que dificultava identificarmos o que eram margens, águas e árvores... entramos no barco e começamos a navegar por um braço de rio que dá acesso ao caudal, sem entender bem por onde íamos. A neblina estava tão espessa que chegamos a pegar uma ponta de praia... e, ao olhar para o motor, quando este foi acelerado para desencalhar a lancha, pude ver ainda uma bela piapara, que descansava naquela rasura, saltar em fuga desesperada da hélice da embarcação. As paredes, pilares e pedras da usina apenas se delineavam em meio à neblina. O sol era uma roda esbranquiçada cuja luz e calor não eram suficientes para transpassar a espessa névoa... A impressão que tive era que estava dentro de um sonho, em uma espécie de área de transição entre o mundo real e uma terra desconhecida... que se descortinaria mais tarde na ponta de nossas linhas. Depois de um amanhecer completamente coberto, a neblina descortinou um céu azul O barco foi posicionado e começamos a arremessar as grandes iscas de fundo, em trabalho lento e contínuo, a espera do ataque do predador. A medida que o sol rompia a névoa, um lindo céu azul se descortinava. Começamos a ver inúmeros dourados que subiam à superfície expondo seus lombos alaranjados em dança recoberta de sutileza, que nos lembrou o movimento de subida dos golfinhos à tona para tomar respiração... Apesar da cena onírica que presenciávamos, nada de ataques em nossas iscas... o que nos causou apreensão, bem como ao guia Alejandro, que tentava insistentemente encontrar alguma isca, cor ou trabalho diferente para que pudéssemos despertar o ataque dos peixes. Em uma x-rap 30 pés, na cor “parrot”, tive meu primeiro ataque, sem, todavia, conseguir ferrar o peixe. Como é pesada a pegada desses monstros... a analogia que criei para representar esses ataques é a de alguém que arremessa uma isca artificial em um gramado e a vem recolhendo, sentindo as pontadas de quando a isca ameaça se prender na grama, que se equivalem às esbarradas que as grandes iscas de barbela dão nas pedras do fundo do leito, até que, de repente, um elefante surge do nada e coloca a pata sobre a isca. É mais ou menos essa a sensação... o que me levou a ter bastante dificuldade, como aficionado pela pesca do tucunaré açu, para “calibrar” a ferrada dos dourados na modalidade baitcasting com grandes iscas de fundo. Imaginem o que é trabalhar uma isca de 18 centímetros, 60 gramas de peso, nadando a 10 metros de profundidade até ser, literalmente, sequestrada nas profundezas por monstros de 30, 40, 50 e até 60 libras! O nosso primeiro peixe sairia apenas no final da manhã. Em um arremesso bem próximo à parede de um dos vertedouros, meu irmão ferra um dourado que salta desesperado logo em seguida. Por estarmos dentro de um turbilhão de águas, a lancha foi acelerada para fora da confusão para que pudéssemos trabalhar melhor o peixe. Pouco depois, tirávamos as fotos com um belo peixe de 20 libras, grande para nós, mas que o guia insistia em dizer que era pequeno... com o passar dos dias fomos perceber que dourado grande ou pequeno realmente é uma questão de referência. Meu irmão Piti, com o primeiro peixe... bonito para nós, pequeno para o guia Alejandro... E assim terminou nossa primeira manhã de pesca... Alejandro se mostrava preocupado com a escassez de peixes... algumas ações perdidas e apenas um peixe embarcado. Resquício ainda da cheia extraordinária, o rio estava cinco metros e meio acima do nível previsto para a época e as águas ainda estavam bastante turvas, isso para não falar da temperatura muito baixa. Nossos amigos Arthur e Victor durante o período da tarde também enfrentaram as mesmas dificuldades, tendo uma produtividade bem abaixo da que era prevista e esperada para aquele lugar fantástico. Se a pesca dentro da área de reserva estava ruim, fora dela não se pegava nada... a pescaria fora da reserva era regada de muita cerveja, acompanhada da boa prosa com o guia Natcho, gente fina! No dia seguinte, mesmo roteiro... Victor e Arthur pegaram alguns peixes pela manhã, mas tudo bem aquém do que é o “normal” para lá. De tarde, saímos para pescar com um tempo nublado, muito frio e uma chuva fina que às vezes caia intermitente... Piti pegou um dourado em torno de seus 4 quilos e eu peguei um peixe de uns 3 quilos. Tudo corria muito abaixo das expectativas. Para piorar, em um acidente com uma vara quebrada, a linha multi chicoteia tensionada sobre minha mão levando embora metade de minha unha do dedo anelar direito. Parar de pescar, nunca! Ainda mais naquele lugar... um pequeno curativo improvisado resolve. Já no final da tarde em um arremesso curto, próximo à parede lateral de um dos vertedouros, sinto uma esbarrada na isca, continuo recolhendo e o peixe segura forte, já bem perto do barco. Começo a labuta das ferradas, metade da vara emborcada para dentro da água, o peixe tomando linha e eu chasqueando, uma, duas, três, quatro vezes e nada de conseguir fazer o bicho descolar do fundo. Até que ele resolve subir e pula com o corpo todo para fora d´água a menos de dois ou três metros do barco. Vendo o tamanho daquele monstro, não consegui conter a emoção e gritei. A briga foi toda perto do barco e quando nos preparávamos para tentar embarcá-lo, o peixe ainda tira força para um último salto, pertinho da gente, quando pude ver nitidamente a isca ser sacada de sua boca... inacreditável... durante essa noite não dormi direito e a imagem do último salto que esse gigante deu perto do barco me vinha à mente toda vez que eu fechava os olhos. Alejandro chegou a dizer que poderia ser o peixe do ano da pousada, impressionado também com o porte daquele bicho. O jeito era esperar a noite passar... Na manhã seguinte, ao chegarmos à beira do porto, custamos a entender o que tinha acontecido. Todos, inclusive os guias e o pessoal da pousada, ficaram impressionados com a cena. Como por milagre, o rio baixara mais de 6 metros durante a noite! As margens daquele braço de rio onde se localizava o porto estavam todas descobertas, expondo uma lama escura que dificultava inclusive chegarmos ao barco e alcançarmos o leito do principal. A água anteriormente estava acima da tela de metal da passarela... Já na entrada da reserva a visão era impressionante. Completamente diferente do que vimos nos dias anteriores. Apenas para registrar, até então, não havíamos visto nenhuma cabeça de pedra a mostra no leito do rio e agora, para todo lugar que olhávamos, víamos pedras afloradas, grandes, pequenas, juntas ou espalhadas, enfim conhecíamos Salto Grande. Além disso, a água estava mais calma, por conta do menor volume, e mais “fina”. Enquanto registrávamos nossa entrada junto à fiscalização, já pudemos ver os dourados em frenesi alimentar, rabos e barbatanas alaranjadas rebojando por todos os lados, jogando peixes para o alto, bem como enormes cardumes de curimbatás... a água chegava a ficar escura... era muito peixe. Alejandro disse, hoje vocês vão conhecer o que é isso aqui! De início, já trocamos as grandes iscas barbeludas por iscas de meia água, como a super shad rap, e também zaras, hélices e popers. A altura do rio estava semelhante ao período seco, o que nos permitiu utilizar e capturar peixes em todas as variedades de iscas mencionadas acima. Era difícil um arremesso sem ação. Dublês eram uma constante... Tá melhorando... Gigante... Minha vez de abraçar meu monstro... Olhem a largura do corpo desses bichos... Peixes nesse porte eram comuns... Dublês ocorriam a todo o momento, e o melhor, não raro com peixes acima das 40 libras! Impressionante... nem sei quantos dourados pegamos e perdemos. No final da manhã, os braços estavam cansados de tanto tirar peixe, convidamos também o Arthur para encerrar o período conosco para aproveitarmos ao máximo aquelas condições extremamente favoráveis. O tempo foi abrindo até que terminamos a manhã pescando sob um céu absolutamente azul. Fim da manhã com céu azul e monstros na linha... No período da tarde, o Victor e o Arthur voltaram à reserva e os peixes continuavam enlouquecidos, sendo coroado o dia com a captura pelo Victor de um verdadeiro monstro de 58 libras!!! Sensacional!! Victor, com Sua Majestade El Rey... No dia seguinte, apesar do rio mais alto, os peixes continuaram a se alimentar furiosamente. De novo a rotina de muitas ações, dublês, peixes que sequer conseguíamos descolar do fundo e vários monstros embarcados. A imponência, de mais um gigante e da barragem de Salto Grande... No fim da manhã foi a minha vez de ser convidado pelos amigos Arthur e Victor para compartilhar a lancha com eles. Espetacular! Fica aqui o meu agradecimento aos amigos. Em meio a um dos frequentes frenesis alimentares, arremessei uma magnum que foi violentamente atacada. O peixe, de imediato começou a saltar seguidamente, expondo seu enorme tamanho e levando o coração a querer saltar pela boca... tivemos que ir com a lancha em direção ao peixe para que pudéssemos ter condições de trabalhá-lo. Era um exemplar com cumprimento extraordinário para padrões locais... um peixe esguio, estreito e enorme, e acho que por isso, extremamente forte. Para conseguir embarcá-lo usamos uma espécie de maca que eles costumam utilizar por lá... peixe lindo, que ficará eternamente em minha memória! Quem vai encarar essa boca? Meu maior peixe... comprido e esguio para os padrões de lá... brigou demaaais! A tarde, com meu irmão, persistiam as capturas... eram tantas e tão grandes os peixes que, para se ter uma ideia, não mais tirávamos fotos com dourados abaixo de 35 libras... credo! Compreendemos que, realmente, o conceito do que seria um dourado grande depende sobremaneira da referência ou, como disse o Alexandre da Pesca&Prosa BH, que viabilizou nossa ida para lá, existem os dourados e os dourados de La Zona. Sentíamos realizados... enfim se dera o encontro com os gigantes... à medida que a tarde avançava, o céu foi ficando nublado e a temperatura foi caindo... juntamente com as ações dos peixes... no fim da tarde, a paisagem novamente se aproximava do que vimos no primeiro dia, junto com uma chuva fina a neblina começou a envolver aquele cenário, como se novamente chegássemos, agora para fazer o caminho de volta, àquele portal que nos levaria de novo ao mundo real... deixando pra trás a terra encantada dos monstros dourados... Até a próxima, Majestade... Tralha utilizada: Tentei adaptar a tralha que uso na Amazônia, para a pesca dos açus e quase pus a minha pescaria a perder... A tralha amazônica pode até funcionar na pesca dos exemplares menores de dourados, com iscas de superfície em época distinta da que eu fui, mas é inadequada para a pesca de bait com iscas enormes de barbelas longas para trabalhar em grandes profundidades... O conjunto que me salvou, apesar de subdimensionado para lá, foi uma vara com blank Pacific Bay de 30 lbs e 5.7' e uma carretilha Daiwa Millionaire CVX 200, abastecida com linha samurai 70 libras. Tive alguns blanks quebrados como se fossem palitos de fósforos. Para quem for, aconselho que utilizem varas longas (entre 6.5' e 7') e blanks parrudos (em torno de 30 lbs) que sejam resistentes independentemente do peso (não precisam ser leves como se busca na pesca amazônica, tem que ser mais grossos, resistentes para a ferrada). Carretilhas de alta velocidade de recolhimento também foram um problema... causando frequentemente o "encavalamento" da linha... Grande abraço a todos!
  21. Acabamos de chegar de Ita Ibaté, onde ficamos na Pousada La Serena no período de 21 a 26 de junho de 2015. Sempre soubemos da possibilidade de captura de grandes exemplares de pintados no inverno argentino, mas também tínhamos medo das bruscas mudanças de tempo neste época do ano, mas resolvemos arriscar. Saímos em ônibus leito de Curitiba, com direito a parada para compras no Paraguai e Argentina, além de um pernoite em Puerto Iguazu para Casino e jantares. Chegamos na pousada La Serena no final da tarde do dia 21. A pousada é show e super bem estruturada. Os proprietários (Sr. José e família) moram no local e acompanham toda a operação, garantindo a qualidade, desde a descida dos barcos, antes do sol raiar, até o término do jantar. A pesca foi basicamente de Pacus na ceva e Pintados no corrico com iscas de fundo.Os dois primeiros dias de pesca foram debaixo de muito frio, vento e chuva, mas então o tempo melhorou e .... "Jackpot". Fizemos a festa ao encontrar um cardume de grandes pintados, com até 60 kg. Espero que gostem das fotos abaixo e se quiserem mais informações estarão disponíveis no nosso blog ou por MP. Abraços!
  22. Bom dia ! Nosso grupo de pesca fará uma pescaria na Argentina em 2016. Gostaria de saber dos amigos que já foram ou pelo menos escutaram falar qual a melhor data (mês) pra pescar lá. Sei que é uma pergunta bastante subjetiva pois teria que levar em consideração o tipo de peixe que se quer pescar, período de frio, chuva, etc... Mas de uma forma geral, qual o melhor período (mês) e a justificativa pra isso se possível ! Estamos pra decidir qual o mês, os preços variam em relação a isso também. Gostaria de levar pra eles várias opiniões pra decidirmos melhor. Agradeço antecipadamente.
  23. LaZona - Argentina Local conhecido por ter os maiores dourados do mundo. Super pescaria com o Biguá Team, Tucunas dos Cerrados, Ratoeira e amigos do FTB. Local: Concórdia - Argentina - Salto Grande Fotos: Todos os pescadores. Data: Set2014 Pescadores: Xandego, Sérgio Biguá, Jivago, André Trindade, Macedo Biguá, Fabrício Biguá, Vitório, Hélio Augusto, Lori Biguá, Fábio Neves, Léo Franci e Edson Franco. Em 2012 o Biguá Team esteve em peso pescando em LaZona pela primeira vez. Desta vez nosso amigo Fábio Neves e resolveu repetir a dose. Pescaria acertada desde o ano passado, novos amigos no grupo e lá vamos nós para um dos melhores destinos de pesca de dourado do mundo. Pescar em LaZona é como pescar num aquário cheio de peixes. O rio é represado e apenas os 02 barcos da pousada tem permissão pra pescar dentro da reserva. A pescaria ocorre durante todo o ano, mas é divida pelas temporadas baixa, média e altíssima. Durante a altíssima temporada (janeiro e fevereiro - a bagatela de $ 5.500 dólares por pescador), o nível do rio do lado de baixo da barragem não ultrapassa os 2m...A água é clara e se pesca apenas com poppers e hélices...hehee...Sim, dourados de 25Kg explodem na superfície. mau:: Nas outras temporadas o volume de água varia muito. Só para vcs terem uma idéia...no domingo passado, às 8h da manhã, o nível do rio estava em 1,7m....Quando voltamos para pescar às 15h, o nível já estava em 6m... blink:: E todos os dias eram assim, água baixíssima no período da manhã e água altíssima no período da tarde...mas nada disso conseguiu estragar a nossa pescaria. Pegamos mais de 300 dourados em 4 dias completos de pesca...sendo q o maior pesou 50lbs...mas saíram vários outros entre 48lbs e 35lbs...ou seja, verdadeiros monstros.... ::fishing Fizemos mais de 1.500 fotos...tentei enxugar ao máximo...mas não teve jeito...estarei postando 180 fotos aqui pra baixo para vcs terem uma idéia de como foi a nossa pescaria. Saindo pra pescar...hehee... Aqui partimos para a pescaria pela manhã. Reparem q a água está relativamente baixa. Quando voltamos para o almoço ela já está batendo lá na copa das árvores. Além dos dourados, LaZona é conhecida pelas maiores Piaparas do mundo, com algumas q podem chegar aos 8Kg de peso. Nossas noites eram na maioria das vezes assim. Muito vinho e muita conversa boa. Essa noite foi fantástica. Fomos até a cidade comprar carne para o Serjão fazer um churrasco pra nós...Puts, pensem numa churrascada animal?!?! Cachaça, cachaça e cachaça... Difícil até escolher o melhor...kkkkkkk ​ Na foto acima o nosso amigo Lori Biguá disfarçado daquele cachorro, o Bassê...conhecem?!?! kkkkkkk Ao chegarmos da pescaria éramos sempre recebidos pela equipe da pousada com super petiscos. Top demais... Era muito comum sair dublê e até triplês de douradões. Dublês de monstros tb saíram.... palmas:: Outro triplê. E vcs, já conhecem a pizza de piapara com gorgonzola?!?! Top, top, top... Japonês Preto e Hélio curtindo a ressada da noite anterior...kkkkkk..... E não é q descobrimos umas Termas há 10 minutos da pousada?!?! Quando o nível do rio estava muito alto e não dava pra pescar as piaparas fora da reserva, partíamos pra lá....Top, top, top...Foi a primeira vez q pesquei e curti Caldas Novas juntos...kkkkkk Este trio era demais. Bastava chegar ao lado deles para ninguém parar de rir. Super amigos. O maior peixe da pescaria. 50lbs de ouro. Parabéns Léo... palmas:: palmas:: palmas:: Um 48lbs legítimo...É um mostro... O dourado não tem a velocidade de um tucunaré....mas a mordida do bicho, puts, arrebenta tudo. Bem...e assim terminou a nossa pescaria. Foram 5 dias de muitas risadas, muita prosa boa e de novos amigos. Ainda não tenho as fotos e os vídeos feitos pelo amigo Sérgio Biguá...mas assim q os tiver, posto aqui pra vcs. Ainda tem muita foto top....vídeos fantásticos... Gostaria de agradecer aqui a companhia de cada um do pescadores do grupo...Certamente não esquecerei esta pescaria. LaZona consegue satisfazer todo tipo de pescador...desde os mais fominhas, passando pelos "normais", pelos q estão lá apenas pra beber, para se divertir e para descansar. Um verdadeiro paraíso na terra dos hermanos... Vlw mesmo turma...e até o ano que vem...pois certamente estaremos lá novamente....kkkkk ::fishing
  24. Pessoal, Estamos em um grupo de amigos indo pescar em Passo de la Pátria-AR em Janeiro de 2015, quem estiver afim de embarcar nessa com a gente está convidado. Nossa pescaria será nos dias 26, 27 e 28/01/2015 na pousada El Refúgio del Pescador que terá os serviços oferecidos pelo nosso amigo de Fórum Jack Fish. Tem incluso no pacote acomodação em chalés com ar-condicionado e chuveiro elétrico, café da manhã, almoço e jantar de ótima qualidade, bebidas a vontade (água, refrigerante e cerveja) nas refeições e durante a pescaria, pescaria em 3 pescadores por lancha (opção para 2 pescadores) com piloto local, gasolina livre e iscas vivas. As tralhas de pesca não precisa se preocupar, como são equipamentos específicos para o tipo de pescaria que se faz por lá, o Jack tem equipamentos para empréstimo, tanto varas e carretilhas com iscas artificias, com custo apenas caso danifique ou perca o equipamento. Nossa turma se encontrará em Foz do Iguaçu no dia 24/01/2015 onde aproveitaremos para fazer umas comprinhas no Paraguai, de lá seguimos para a pousada no dia 25 logo após o almoço, com chegada prevista para o começo da noite. Vamos fazer toda a viagem de carro, saindo de São José do Rio Preto, a quem se interessar o valor do pacote de pesca é de R$ 1500,00 para 3 pescadores por barco que pode ser dividido com o último pagamento no máximo até dia 20/12/2014. Observações: - Para garantir a reserva é necessário pelo menos 30% do valor. - No valor informado não está incluso as despesas de viagem até a pousada em Passo de la Pátria. - Essa é uma pescaria entre amigos, hoje temos confirmado 10 pessoas, a lotação máxima da pousada são 18 pessoas. A quem se interessar pode entrar em contato comigo por MP ou através do e-mail jhonas_pedroza@yahoo.com.br Caso queiram entrar em contato direto com o Jack, avisar que é para a turma do Jhonas. Segue algumas fotos da pescaria que fizemos por lá esse ano na mesma época:
  25. Boa tarde Amigos, Estou chegando agora ao site. Sou de Canoas RS e estou meio parado a alguns anos por causa do trabalho. (e excesso dele). Costumava pescar na plataforma de cidreira, na argentina e no litoral de SC. Agora estou me organizando para voltar aos bons tempos de pescaria. Conheci o Forum ao pesquisar pescaria da argentina. O topico do colega Junos de 2010 é um bíblia ! Fantástico ! ( http://www.turmadobigua.com.br/forum/topic/12526-argentina-o-caminho-das-pedras-dos-grandes-dourados/?hl=%2Bgrandes+%2Bdourados) Se alguém tiver dicas atualizadas de bons locais (se possível não muito caros) entre Esquinas e Itaibaté por favor me avisem. Quero ir em julho e levar meus filhos. Abraços a todos e ótimas pescarias ! Alexandre
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