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Pepe Melega

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  1. Pepe Melega

    CARGA TRIBUTARIA NO BRASIL E NO MUNDO -COMPARATIVO

    Um detalhe interessante, repare que o país mais demonizado pelas esquerdas tem uma peculiar posição nesse quadro 28º na arrecadação e 3º no retorno e a Correia do Sul o fantasma dos esquerdista no Brasil 30º na arrecadação e 2º no retorno. Australia, hummm, pais de economia liberal, esse é o 26º na arrecadação e 1º no retorno.
  2. Muito pessoal, mas é o que pratico. O item mais importante de minha tralha é a vara de pesca, procuro sempre investir no melhor que meu dinheiro (que é curto) possa comprar. Minha escolha é baseada na capacidade dessa em trabalhar e arremessar as iscas de minha preferência - ou seja escolho baseado no trabalho das iscas, pois se esse fica adequado eu tenho mais chances de capturas e na facilidade de arremessa-las que me é proporcionado. Fico atento nas escolhas de varas até 20 lb de resistência - pois nesse espaço entre 10 à 20 lb noto mais diferenças nas ações do que nas varas acima de 20 lb de resistência indicadas para pesca com iscas artificiais. Há situações que tenho varas de 10 lb onde a de custo mais baixo foi minha escolha por se adaptar mais ao trabalho da isca que desejo usar do que as mais caras ! Obvio que dá mais trabalho, e as vezes investimento duplo, para testar e escolher colocando a venda a não aprovada. Entendo que a rejeitada por mim pode ser excelente para outro que possui caracteristicas diferentes das minhas ao pescar. Sempre que optei pelo investimento duplo obtive retorno com a venda da não escolhida - não me apego, não se adaptou ao meu jeito coloco a venda ! O que me importa realmente é o trabalho da isca que ela vai me proporcionar e quanto confortável é para que possa pescar vários dias seguidos sem me expor a um esforço demasiado. Chega-se a um estágio que você deseja mais, percebe que seria melhor alterar caracteristicas do que vc encontra pronto no mercado. É a hora de colocar suas fichas em varas customizadas, desde a escolha da haste (blank), passando pelo formato do cabo, a escolha do tipo de passadores e sua disposição nela. Não são receitas prontas - isso existe nas lojas. Mas aquela vara com a ação um pouco mais rápida e ou mais lenta pode muitas vezes ser resolvida com uma escolha de passadores mais apropriadas a essa decisão ! Se você está nesse estágio e conhece um customizador que vai fazer o que é desejado ai vale a pena pensar em varas custom. Mas se é só para ter o seu nome na haste, não gaste, imprima seu nome e peça para resina-lo nas varas que já comprou !
  3. Pepe Melega

    Sobre trocas anzóis e garatéias

    Bem legal, se não tentar não tem graça ! Sucesso no teste. Abs
  4. Pepe Melega

    Sobre trocas anzóis e garatéias

    Novamente opinião pessoal, ok comprovada pela pratica de usar há muito tempo, mas é minha opinião - não fiz uma estática para comprovar. Perdi menos peixe fisgado com certeza, isso é fato, porém fisgo menos peixe. Adotei um procedimento, trabalho de isca lento como stick e popper opto por usar anzol. Quando o trabalho da isca é rápido tipo junpping minnow ou as walk in dog uso garatéias. Se é regra do local, respeito e vamos em frente ! Mas não tenho nenhuma restrição em usar ambos os sistemas !
  5. Pepe Melega

    Sobre trocas anzóis e garatéias

    "Tudo bem ser criativo ! Sim, você acredita que a isca x com trabalho mais lento ou que afunde um pouco ou muito mais que a original é melhor para a sua forma de pescar, bárbaro." Como dito no texto original, ser criativo é sua praia - ótimo. A ideia é legal e me agrada muito, tanto quem em 1998 foi lançada uma isca semelhante no Brasil que o principio era o mesmo. Bastante flutuação para popar várias vezes seguidas e um boca em forma de barbela para poder afundar e nadar como meia água. Existe até hoje, chama-se Super Popper. Também há a MR 44 da MirroLure com o mesmo principio. Abs
  6. Bom - vou deixar claro que é a minha opinião. Iscas artificiais nascem pela curiosidade de pescadores, foi assim com Lauri Rapala e muitos outros, ou seja ao observar o que acontece na natureza procuram fazer algo que imite o que viram para despertar atenção do predador desejado. Obviamente que no mundo há evolução em tudo, na pesca não seria diferente, e hoje há projetistas com recursos tecnológicos a disposição para suas ideias em CAD, etc. Ou seja se pode fazer muitas simulações antes mesmo de ter o primeiro protótipo em mãos, depois disso há testes e mais testes realizados para se concluir que estamos reproduzindo a ação desejada - aquela que foi vivenciada junto ao ambiente natural que levou a criar mais um apetrecho para iludir nosso alvo (o peixe). Obvio que os projetos são baseados em especies de peixes e situações diversas e muitas vezes desejamos que esse modelo sirva para um especie que pescamos com mais frequência, é nesse momento que temos que compreender o que queremos de uma isca ! Se você gostou do nado (trabalho) da isca originalmente, mas essa não tem garatéias resistentes suficiente para o peixe que deseja iludir sua alternativa é troca-las. Mas você quer o mesmo trabalho, como a original o faz ! Trabalhe para isso, retire as garatéias originais com os split rings e pese, com a informação de quanto cada uma pesa e também do conjunto - vá atrás de um conjunto o mais semelhante possível e digo que é possível acha-lo e que será mais resistente. Não faça o inverso pegando a garatéias que você sabe que são resistentes e substitua as existente - isso vai desequilibrar o trabalho da isca que o agradou. Pesquise, tente, experimente esse é o encanto de nosso lazer também. A distração antes da pescaria ! Não achou as garatéias + split rings adequados, por que não tentar com anzóis adequados (tipo in line) elas são fortes, muitas vezes bem mais fortes do que garatéias - você pode não acreditar, mas eles são ! E isso tem a ver com o processo de confecção para te entregar anzóis e garatéias. Podem abrir, podem ! Por mais forte que sejam, podem ! Basta não entrar o suficiente, que é até a curva do anzol ou de uma perna da garatéia. A alavanca que fica numa penetração superficial é maior, e a pequena parte que entrou é a parte de menor resistência. Menor resistência + Alavanca maior = Desastre: quebra ou abre e o peixe se vai ! " Lembre-se sempre de uma regra importante: Iscas menores são muito mais difíceis de se ajustar do que iscas maiores, pois normalmente estão mais no limite de suas estruturas " Odeio regras, mas essa é bem real ! Tudo bem ser criativo ! Sim, você acredita que a isca x com trabalho mais lento ou que afunde um pouco ou muito mais que a original é melhor para a sua forma de pescar, bárbaro. Troque as garatéias por outras maiores e ou mais pesadas, experimente com anzóis, pinte e borde até fazer da forma que você acha adequado para ti. Essa é a magia de nosso hobbie, de nosso lazer. Só não estrague isso querendo impor verdades que são reais para sua forma de pescar, pois a forma de outros pode e normalmente é diferente da sua. Compartilhe a sua forma, isso é melhor e ajuda outros a descobrir o melhor caminho para eles. Abraços
  7. Liger, Liger e Liger, rssssss Pena estar descontinuada. Vi as Lubinas novas e estão bem bacanas, mas não usei para informar se são boas ou não. Abs
  8. Segue um post de fevereiro sobre o assunto que ajuda a responder alguma de suas questões. Abs
  9. Tudo preparado, rolamentos retirados das carretilhas. Hora de lava-los - para isso uso fluído de isqueiro (nafta pura), um soprador - também chamado de pera, tem em farmácia e ou lojas de equipamentos fotográficos e um pequeno recipiente. O bico da embalagem do fluído ajuda muito, aplico no rolamento e com ajuda de um hashi previamente apontando - com apontador de lápis, rodo um pouco, aplico mais uma vez o fluído e agora assopro usando a pera. Faço isso em todos os rolamentos já previamente retirados das carretilhas. Os de cerâmica da Boca Bearing retiro a proteção plástica laranja com auxilio de uma ferramenta pontiaguda - que é a mesma que me ajuda a retirar os rolamentos das carretilhas. Reparem que há um extrator de pino da HedgeHog Studio vermelho na foto, é o que uso para retirar os rolamentos dos eixos de carretel - é mais seguro por manter alinhando impedindo de entortar o pequeno pino de contenção. Esses rolamentos de carretel são os das Abu Garcia: pela ordem do inferior ao superior - Híbridos da Boca Bearing (esferas de cerâmica e frame de aço) são os das 2 Revo MGX SHS - um está com a proteção laranja e o acima com ela retirada, uso muito para pescar no mangue e baías em nosso litoral. O vermelho é um BFS da HedgeHog de micro esferas de aço é de outra Revo MGX SHS que uso com plugs abaixo de 5 g de peso e o último é um ZR também da HedgeHog que é de uma Revo Rocket - trata-se de um rolamento de inox destinado a arremessos longo com iscas acima de 5 até 100 g. São das carretilhas que mais uso atualmente. Após limpeza são montados nas carretilhas e lubrificados com um gota de óleo especifico em cada rolamento que também foram limpas, mas sem desmontar, esse é o procedimento mensal de manutenção preventiva. E de ano em ano elas são desmontadas por completo para limpeza e as vezes substituição de peças com desgaste. Isso ajuda a mente-los em perfeito estado para uso. O óleo que uso é Alchemy Oil ultra ligth - HedgeHog Studio
  10. Pepe Melega

    Anzol Decoy. Opiniões...

    Para iscas pequenas e/ou finas, meu preferido é o BKK Lone Diablo, que tem a haste mais curta e é muito forte, assim nos dá a resistência necessária sem risco de enroscar na própria isca. Citação do Marcel Werner que eu concordo, o melhor que já usai até o momento. Gosto muito dos da Decoy e há também os ODZ (distribuídos pela Wakoku no Brasil) com haste mais longa. Sou um fã de usar anzóis "in line" há muitos anos, mas muitos anos mesmos e afirmo que são mais eficazes após o peixe ser fisgado, noto que iscas de trabalho mais lento eles são funcionais demais, mas quando trabalhamos de forma rápida e ou muita rápida as fisgadas se tornam menos efetivas. Mas considero uma vantagem quando fisgados - principalmente quando pescamos em locais de estrutura densa.
  11. Sou , meio suspeito, rssssss - mas funciona muito bem ! Abraços
  12. Uma constatação: Venho usando carretilhas que possuem tampas e outras partes de magnésio em sua confecção na água salgada a mais de 1 ano. Tinha receio, mas o custo atual do dolar não me permite ter uma gama de equipamentos extensa para diversos usos, logo minha opção de ter carretilhas multi uso foi uma solução. As minhas escolhidas são Liger da MS (mão esquerda) que uso para pesca no fundo com jig head e outras montagens, Abu Garcia Revo Rocket (mão direita) para trabalhar plugs do tipo hélice em virtude da velocidade de recolhimento, Abu Garcia Revo MGX (mão direita) para plugs diversos em várias situações. Uso com excessão da Rocket todas em água salobra e ou salgada - principalmente para pesca dos robalos. Obvio que lavo o equipamento após o uso e procedo uma manutenção mais elaborada a cada dois ou três meses de uso procedendo limpeza no geral, lavagem dos rolamentos e nova lubrificação. Até o momento, já faz mais de ano que venho usando-as dessa forma não observei qualquer problema de corrosão em suas partes de magnésio. Detalhe desde de que passei a usa-las tomei o cuidado de usar um produto - vide imagem, que aumenta a proteção por corrosão. Aplico o mesmo após o procedimento de limpeza em suas partes internas - dou preferência por faze-lo com pincel para aplicar o produto. Há o mesmo produto em forma de spray - que pode ser mais pratico para aplicação, mas acredito que é melhor aplica-lo com o uso de um pincel.
  13. Pepe Melega

    Limpeza de Rolamentos

    Há muitos produtos que possuem a qualidade de limpeza de óleos e graxas onde a base, tipicamente, é o querosene. São líquidos de uso múltiplo - ou seja, podem ser aplicados em cubas de ultra som - método que entendo seja o melhor para limpeza de peças no geral (inclui os rolamentos) e outros que são aplicados em forma de spray como o aqui apresentando pelo Rafael Cunha. No caso desses produtos o liquido está armazenado sobre pressão de um gás e é expelido em forma de sopro que já ajuda de alguma forma na limpeza. Não é responsável por danificar materiais como aço e cerâmicas. Pode atacar polímeros (plásticos) - material usado em algumas proteções tipo blindagem em rolamentos . No caso dos da Boca Bearing, a proteção laranja existente - no meu caso, nunca apresentou problemas. Normalmente gosto de usar benzina - difícil de achar, mas acredito ser a melhor opção. A segunda opção fluído de isqueiro - dou preferência para os importados, como o da marca Zippo bem fácil de encontrar por São Paulo.
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