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Chrony Joseph

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Sobre Chrony Joseph

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    Pescador de Lobó
  • Data de Nascimento 03-08-1968

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  • Sexo
    Masculino

Meu contato

  • Website URL
    http://www.chrony.com.br

Informações de Perfil

  • Localização
    Recife - PE
  • Interesse
    Pesca Esportiva com iscas artificiais

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  1. Srs., Bom dia! Em 30/12/2007 fiz um pedido, número 9043, via loja virtual e até hoje, 12/01/2008, o mesmo continua com o status " Todos os produtos disponíveis para pronta entrega. Pagamento confirmado." e nada dos produtos chegarem! Inclusive já recebi a fatura do meu cartão de crédito com o valor da compra para pagar... Um absurdo! Enviei vários e-mails e NENHUM foi respondido! Cansado resolvi ligar e fui informado, friamente, que o prazo de entrega é de 5 a 15 dias úteis! Paguei R$ 63,26 de frete via Velog para aguardar todo este tempo?! Um total desrespeito com seus clientes. Primeira e última vez que compro na Sugoi.
  2. Uma pena! Na próxima opoutunidade não deixe de avisar. :wink:
  3. Pessoal, Mais uma vez parabéns e obrigado pela oportunidade. :wink:
  4. Fabrício, Kid e todos que fazerm o Biguá/Mokorongos, Foi um enorme prazer em ter sido um dos escolhidos para essa conversa, mais uma vez meu muito obrigado pelo reconhecimento. Quanto a idéia de união saiba que apoio totalmente e aplaudo de pé tal iniciativa. Grande abraço!
  5. Obrigado Fabrício! O Biguá/Mocorongos também está ótimo! Muito legal esse novo visual! Sites como os nossos só engrandecem a pesca esportiva! Vamos em frente! :wink:
  6. Grande Kid! Obrigado pelas palavras! No Pesca-NE também tem tem link direto para o Biguá/Mocorongos, isso é muito legal, pois poucos fóruns divulgam outros. :wink:
  7. Olá pessoal, estou por aqui também a convite do Kid. Sou o idealizador do Pesca-NE onde o Kid também participa. Moro em Recife-PE e pesco basicamente de artificiais e carretilha na praia de Boa Viagem. É um prazer estar aqui! No meu site algumas fotos de minhas pescarias. ps: na pressa cometi a gafe de postar uma mensagem sem antes me apresentar no fórum. :oops:
  8. Infelizmente continuam tratando o NE como a escória do Brasil. Link para o artigo (é necessário cadastrar-se no site): http://www.parana-online.com.br/noticias/colunista.php?op=ver&id=261434&caderno=12&colunista=171 O artigo de um jornalista paranaense, chamado Alex Gutemberg, na coluna Atmosfera da Nação, do Estado do Paraná, está causando revolta em alguns pernambucanos. Mesmo correndo o risco de ser taxado de bairrista, como quando escrevi ontem a nota frisando o caso da novela Paraíso Tropical, estou publicando o texto e abrindo o debate. O primeiro a mostrar indigação foi o superintendente geral da Fundação Gilbeto Freyre, Gilberto Freyre Neto, que recebeu o artigo de um amigo do Sul. Ele classificou a abordagem como arrogante. A jornalista Leda Rivas, outra leitora atenta do ex-Blog do JC, também ficou indignada. No artigo, o jornalista diz que o Nordeste brasileiro é um mundo à parte e que o Nordeste é uma civilização estranha, formada por miseráveis. Também afirma que as cidades nordestinas são imundas e que o crime compensa. Diz que os nordestinos não têm noção de limpesa ou educação. Considera o nordeste um mundo diferente, longe da globalização. No final, demonstrando superioridade, encerra dizendo que não sabe o que se passa na cabeça desse povo mal alimentado. Leia o artigo logo abaixo e diga se o rapaz foi discriminatório e insolente contra o povo nordestino. Caso queiram demonstrar sua admiração com o autor, o endereço eletrônico do jornalista é: alexgute@pron.com.br Já o endereço eletrônico do jornal é: mussa@parana-online.com.br Um Mundo que Parou no Tempo Alex Gutemberg Texto publicado no jornal O Estado do Paraná, em 11 de 02 de 2007 O Nordeste brasileiro é um mundo à parte. O que os portugueses fizeram com o povo da região, durante 4 séculos, foi criminoso. Usaram as índias. Ou melhor, estupraram as índias aos milhões e depois as pobres negras escravas. Obviamente não assumiram as proles, pelo contrário, deixaram as coitadas grávidas, os maridos traídos na marra e ainda acabaram com as virgens indígenas, que não tinham a menor idéia do que estava se passando. O custo social disso tudo foi gigantesco. Todo brasileiro sofre até hoje. Essa violência criminosa destruiu várias sociedades de tribos nordestinas, humilhou ainda mais as negras e os negros e gerou uma civilização estranha, de miseráveis, com poucas oportunidades, que influencia uma nação e não consegue se desenvolver por causa dessa contínua falta de assistência. Eles estão mais sujeitos a doenças, aos problemas sociais e a violência do que o povo do Sul do Brasil. Não resistem. Essas contínuas gerações de mamelucos e cafuzos, resultado de uma miscigenação desenfreada - e aqui um parêntese, não existe preconceito nesta afirmação, pois os brancos não podem nem viver perto de índios para não contaminá-los com nossas doenças esquisitas, quanto mais ter relações consangüíneas, sofre diariamente. Passa fome continuamente. Eles têm seus direitos sociais e civis cassados pelas minorias brancas, pelos políticos e até mesmo por seus conterrâneos. O trabalho escravo persiste por todos os cantos. O que se ouve de Salvador a São Luís são avisos constantes aos turistas, ou a quem tem a pele branca: cuidado, não saia com a máquina fotográfica. Não saia com esse tênis, não leve dinheiro para a rua. Cuidado na praia, os ladrões estão em todos os cantos. A liberdade não existe entre eles. Existe sim o medo crônico, uns dos outros, às vezes de pessoas maltrapilhas e famintas, que podem ser bandidos ou apenas mendigos. O povo nordestino vive num mundo à parte. As cidades são imundas, o crime compensa e a exploração por meia dúzia de coronéis em cima do retirante, do miserável é uma constante infinita. Eles não têm noção de limpeza, de educação, de respeito entre eles mesmos. São muito hospitaleiros. O povo de uma maneira geral, trata bem o sulista. Entretanto, acham que o futuro da humanidade está nos Bolsas-Esmolas do Lula, que, certamente será o novo Padim Padre Cícero da região. Um santo. Nesse mundo diferente, longe da globalização, até os ricos e mais letrados acreditam no Lula, no governo petista. Pior, sabe lá o que se passa na cabeça desse povo mal alimentado, para adorar seus políticos, como Inocêncio de Oliveira, Antônio Carlos Magalhães, José Sarney e clã, entre outros. Para pensar no domingão Cenas do cotidiano nordestino Naa sexta-feira, 2 de fevereiro, por volta das três hora da tarde. no calçadão da praia Porto da Barra, em Salvador, os camelôs apresentavam seus produtos. Os turistas tiravam fotos da bela paisagem, e eu, andava à procura de um lugar para beber água. De repente, um sujeito desceu da sua moto, deixou a bela moça na garupa, sacou o revólver, gritou para um tipo metido a capoeirista: não mexa mais com minha mulher. E bum bum, dois tiros, um na cabeça e outro no coração. O povo se amontoou por uns instantes e depois foi todo mundo embora, nem deram muita atenção, para dizer a verdade. Não era com eles. O assassino pegou a moto, a mulher o abraçou em tom de aprovação e saíram voando. No Nordeste é assim, cabra mexe com a mulher alheia, morre como animal, ali mesmo, horário comercial, na rua. Em Fortaleza, no domingo dia 4 de fevereiro, uma senhora com sua filhinha saía da locadora de vídeo. Ao parar em frente ao seu carro importado alemão de primeira linha, a madame jogou na rua um pedaço de papel. Eu apanhei o lixo e entreguei a ela. E disse: a senhora deixou cair. A surpresa veio quando ela disse: não, é lixo mesmo, eu joguei. Sem qualquer constrangimento. Depois de um instante e com educação ela falou: desculpe, você tem razão, eu não deveria jogar na rua. Mas é que está tão suja, um a mais, outro a menos, não muda nada. É a imagem do Nordeste.
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