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Marlúcio Ferreira

VITÓRIA-Fim da matança na piracema-Portaria 2011 tá valendo

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Pescadores Esportivos,

Nesta última Sexta Feira dia 11/11/2011, a pedido das colônias de pescadores profissionais, apoiadas por alguns políticos, foi realizada no IEF em Belo Horizonte a reunião em onde seria decidido pela flexibilização ou não da portaria que regulamenta a pesca no estado de Minas Gerais. A mobilização dos profissionais foi grande e coordenada e tinha tudo para voltar ao tempo da matança no período da piracema.

Sabendo que algo deveria ser feito para que a portaria fosse mantida, a FBPE, FMPE, Amar Patrocínio e a ASPESCA,fizeram uma grande mobilização no sentido de apoiar a manutenção da portaria 156 de 2011. O resultado foi que a portaria foi mantida na sua íntegra.

Quero salientar que o maiores beneficiados desta mobilização dos representantes da Pesca Esportiva, foram os peixes e o meio ambiente.

Eu, em nome da ASPESCA, quero parabenizar o Neudon Veloso representante da FBPE, o Zeca (Alexandre) que representa a FMPE, pela grande capacidade de mobilização e principalmente pela competência dedicada a essa causa.

Nós da ASPESCA agradecemos a todos pescadores esportivos que dedicaram um tempinho para participar desta empreitada e enviou o e-mail de apoio aos que decidem.

Segue abaixo a carta da ASPESCA enviada a Subsecretária de Controle e Fiscalização Ambiental Integrada.

Obrigado

Marlúcio Ferreira

À

Ilustríssima Sra. Marília Carvalho de Melo, Subsecretária de Controle e Fiscalização Ambiental Integrada.

A ASPESCA- Associação de Pesca Esportiva e Consciência Ambiental vêm por meio desta, manifestar-se a favor da manutenção das portarias nº154, 155 e 156, de 13 de outubro de 2011, que foram editadas no intuito de preservar as espécies de peixes que se reproduzem nessa época nos rios mineiros.

Temos acompanhado de perto o sólido trabalho deste conceituado órgão governamental, que através de seus técnicos tem modernizado as políticas para o meio ambiente no estado de Minas Gerais, principalmente no que diz respeito aos recursos hídricos e da ictiofauna que neles habitam.

Hoje nosso país vive uma realidade diferente de alguns anos atrás, quando o extrativismo era uma solução desesperada para a sobrevivência de parte da população ribeirinha. No entanto, agora, no século XXI, essa prática dilapida nosso estoque pesqueiro comprometendo o futuro das espécies.

Conscientes de que vivemos um novo tempo, onde, as oportunidades batem à nossa porta, nós da ASPESCA temos a certeza de que o extrativismo com material predatório dará lugar a criatórios de peixes para um comércio sanitariamente mais adequado ao consumo humano e ecologicamente sustentável.

Anexamos algumas fotos para que muitos que não tem a oportunidade de ir a campo possam ver as condições em que nossos recursos pesqueiros são dizimados e acondicionados para posteriormente serem vendidos no comércio para o consumo de nossas famílias.

Certos de que as referidas portarias serão mantidas como foram editadas, deixamos protestos de estima e consideração.

Marlúcio Ferreira

ASPESCA- Associação de Pesca Esportiva e Consciência Ambiental

Uberlândia/MG

Pescaria feita com rede próximo a Três Marias/MG, no rio São Francisco.

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palmas:: palmas:: palmas::

Que isso siga de exemplo para todo o PAIS ::tudo::

Abraços a todos os guerreiros responsáveis por esta vitória joia:::

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Que isso siga de exemplo para todo o PAIS ::tudo::

Abraços a todos os guerreiros responsáveis por esta vitória joia:::

...À todos que votaram , angariaram votos entre :amigo: não forumeiros ; e principalmente aos que tomaram a iniciativa de organizar as ações necessárias para tal .mestre::

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Parabéns a todos que de alguma maneira contribuiu direta ou indiretamente para essa vitória. ::tudo::

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Em 12/11/2011 at 11:12, Marlúcio Ferreira disse:

Pescadores Esportivos,

Nesta última Sexta Feira dia 11/11/2011, a pedido das colônias de pescadores profissionais, apoiadas por alguns políticos, foi realizada no IEF em Belo Horizonte a reunião em onde seria decidido pela flexibilização ou não da portaria que regulamenta a pesca no estado de Minas Gerais. A mobilização dos profissionais foi grande e coordenada e tinha tudo para voltar ao tempo da matança no período da piracema.

Sabendo que algo deveria ser feito para que a portaria fosse mantida, a FBPE, FMPE, Amar Patrocínio e a ASPESCA,fizeram uma grande mobilização no sentido de apoiar a manutenção da portaria 156 de 2011. O resultado foi que a portaria foi mantida na sua íntegra.

Quero salientar que o maiores beneficiados desta mobilização dos representantes da Pesca Esportiva, foram os peixes e o meio ambiente.

Eu, em nome da ASPESCA, quero parabenizar o Neudon Veloso representante da FBPE, o Zeca (Alexandre) que representa a FMPE, pela grande capacidade de mobilização e principalmente pela competência dedicada a essa causa.

Nós da ASPESCA agradecemos a todos pescadores esportivos que dedicaram um tempinho para participar desta empreitada e enviou o e-mail de apoio aos que decidem.

Segue abaixo a carta da ASPESCA enviada a Subsecretária de Controle e Fiscalização Ambiental Integrada.

Obrigado

Marlúcio Ferreira

À

Ilustríssima Sra. Marília Carvalho de Melo, Subsecretária de Controle e Fiscalização Ambiental Integrada.

A ASPESCA- Associação de Pesca Esportiva e Consciência Ambiental vêm por meio desta, manifestar-se a favor da manutenção das portarias nº154, 155 e 156, de 13 de outubro de 2011, que foram editadas no intuito de preservar as espécies de peixes que se reproduzem nessa época nos rios mineiros.

Temos acompanhado de perto o sólido trabalho deste conceituado órgão governamental, que através de seus técnicos tem modernizado as políticas para o meio ambiente no estado de Minas Gerais, principalmente no que diz respeito aos recursos hídricos e da ictiofauna que neles habitam.

Hoje nosso país vive uma realidade diferente de alguns anos atrás, quando o extrativismo era uma solução desesperada para a sobrevivência de parte da população ribeirinha. No entanto, agora, no século XXI, essa prática dilapida nosso estoque pesqueiro comprometendo o futuro das espécies.

Conscientes de que vivemos um novo tempo, onde, as oportunidades batem à nossa porta, nós da ASPESCA temos a certeza de que o extrativismo com material predatório dará lugar a criatórios de peixes para um comércio sanitariamente mais adequado ao consumo humano e ecologicamente sustentável.

Anexamos algumas fotos para que muitos que não tem a oportunidade de ir a campo possam ver as condições em que nossos recursos pesqueiros são dizimados e acondicionados para posteriormente serem vendidos no comércio para o consumo de nossas famílias.

Certos de que as referidas portarias serão mantidas como foram editadas, deixamos protestos de estima e consideração.

Marlúcio Ferreira

ASPESCA- Associação de Pesca Esportiva e Consciência Ambiental

Uberlândia/MG

 

Pescaria feita com rede próximo a Três Marias/MG, no rio São Francisco.

 

 

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Realmente Marlúcio, foi um ganho enorme para as espécies do Velho Chico, principalmente o Dourado e o Pintado, que estão sendo dizimados do rio. Mas temos muito ainda o que fazer, se quisermos ver o Rio como a muitos anos atrás. Aqui na minha região os pescadores ditos profissionais, estão limpando literalmente o rio e a polícia ambiental juntamente com as autoridades não fazem absolutamente nada. É arrastão para todo lado, pinda, bomba, tarrafão, rede, uma farra só que esta reduzindo consideravelmente a quantidade de surubins e dourados do Alto Rio São Francisco. E não tem adiantado denunciar pois nenhuma providência é tomada. E para piorar estão drenado todas as lagos marginais do rio, e isso agrava ainda mais a situação. Para se ter uma ideia, em Lagoa da Prata, a uns 30 anos atrás havia cerca de 85 lagoas marginais no rio, hoje não restam 20. A usina de álcool juntamente com seus antigos donos, drenaram praticamente todas as lagoas da região e nada foi feito para recuperar as mesmas até hoje. Assim a situação fica cada vez pior. Mas isso já é um começo mas precisamos muito mais para salvar esse rio tão importante para o nosso país.

Grande abraço e parabéns pelo tópico.

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