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Flávio Martins

Pescadores fisgam presa de mamute

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Pescadores fisgam presa de mamute de cinco mil anos

Tamanho da peça de marfim é de dois metros

O pedaço do animal pré-histórico foi encontrado no rio Longyugan, na região de Yamalo-Nenets, na Sibéria, sendo entregue ao museu local da cidade de Nadim na última sexta-feira, dia 11.

Imediatamente, um grupo de cientistas seguiu ao local para tentar encontrar outras partes do esqueleto do animal, já identificado como sendo um macho adulto.

A Sibéria entrou na alça de mira dos pesquisadores já há algum tempo. Em 1998, escavações arqueológicas trouxeram à luz do mundo contemporâneo cerca de 200 objetos pré-históricos, muitos deles feitos com ossos e presas de mamute.

Já em 2006, pescadores locais "pescaram" um esqueleto completo de mamute quando as águas de uma enchente baixaram. Dentes, crânio, presas e a espinha dorsal resistiram à ação do tempo. De acordo com pesquisadores que examinaram esses restos mortais, o animal provavelmente morreu por volta de seus 50 anos de vida.

Semelhante aos elefantes de nossos tempos - a diferença é que tinham o corpo coberto com pelos -, os mamutes eram enormes paquidermes que habitam a Europa, a África, a Ásia e a América do Norte entre 1,6 milhões de anos e 10 mil anos atrás, durante a chamada Idade do Gelo.

Possuíam poderosas presas de marfim encurvadas que poderiam chegar aos cinco metros de comprimento. Durante um longo período esses animais foram o prato principal na dieta dos chamados homens das cavernas.

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