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Renato Barreto

Perigo - Pescar com tempestade!!!

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Última vez que fui pra Tocantins o tempo fechou e começou relampiar na região, recolhi minhas varas e falei pro parceiro que tava pescando na ponta do barco pra irmos embora, ele ainda fez graça com a situação insinuando que eu tava com medinho, arremessou mais umas 20x até recolher o material  pra gente sair do local, parceiro assim não pesca comigo duas vezes.

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Boa tarde! 

Fala

Renato

Primeiramente muito obrigado pelas informações,  mesmo que pra alguns não seja novidade, mas o problema são os pensamentos que nunca vai acontecer com a gente, acho que acima de qualquer coisa em nosso esporte,  temos que ter a consciência de zelar pela segurança de todos, pois em tudo que realizamos devemos sempre o dever de prevenir medidas de segurança,  pois são vidas envolvidas.

O lazer é divertido,  necessário e prazeroso desde que façamos com total segurança para todos!!!

 

👍👍

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O raios sempre atingem o ponto mais alto no local onde for cair...estando de pé no barco pinchando, em rios ou represas,  o ponto mais alto será vc, se estiver segurando vara de carbono piorou...melhor é baixar as varas, sentar e procurar um refugio.

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Loucura mesmo.

Lá no Tocantins este ano em Março passamos por uma chuva com muitos raios. Porém nos abrigamos na margem até a chuva passar. Só não larguei a lata de cerveja.  Não vale arriscar.

Abraços.

 

 

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Você só ouve um trovão se estiver vivo, parece uma imbecilidade mas é uma verdade pois o som só vai chegar bem depois do raio.

As velocidades que envolvem um raio:

-Velocidade do som é igual a 340,29 metros por segundo.

-Velocidade da luz e igual a 299.792.458 metros por segundo.

-Velocidade de um raio é de 1.980.000 metros por segundo.

A probabilidade de você ser atingido por um raio de de 1 pra 1,5 milhões, mas quem calculou isto não levou em consideração a densidade demográfica no local e nem

a localização das ocorrências em relação ao ponto.

A voltagem de um raio encontra-se entre 100 milhões a 1 bilhão de Volts. A corrente é da ordem de 30 mil Ampéres, ou seja, a corrente utilizada por 30 mil lâmpadas de 100W juntas. Em alguns raios a corrente pode chegar a 300 mil Ampéres.

Me desculpem o termo, mas esta energia "fode" o que atingir, então é coisa séria.

Vale lembrar que um raio sempre atingirá o ponto mais alto na sua área de contato com o chão, então numa tempestade a melhor posição que você pode assumir é deitar-se rente ao chão e sempre que possível perto de algo mais alto que você. 

Novos estudos revelam a existência de bolhas de energia estática vagando pelo ar, são de menores intensidades mas não menos nefastas, ocorrem substancialmente em condições de 

teto baixo, alta pressão e umidade, então nem sempre é só a ocorrência de chuva que trás perigo. Os períodos próximos a chuva (logo antes e logo depois) também devem ser observados

com tempo de risco.

Nunca discutimos a importância de um capitão no barco, é aquela pessoa que com um pouco de conhecimento e autoridade vai determinar a pescaria com segurança e proporcionar 

a alegria da volta. É este cara chato que vai evitar o excesso de velocidade nas estradas, a não ingestão de bebida alcoólica pelo motorista.

Eu sempre me imaginei chegando na casa do meu parceiro de pesca  informando uma noticia fatal a sua família, que merda seria. O pescador precisa agir com mais prudência no geral e 

deixar de ser fominha em demasia.

O bom senso é o melhor alimento da vida.

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Comparem com os valores acima do Raio.

Durante um choque, o que importa não é a voltagem-diferença de potencial elétrico entre um ponto e outro – e sim a amperagem, que é a intensidade da corrente elétrica. Por uma lâmpada de 100 watts passa, por exemplo, uma corrente de cerca de 900 miliampères, ou 0,9 ampère. Ao receber o choque, a pessoa funciona como uma ponte que transporta a corrente elétrica já que o corpo humano, formado em grande parte por água e sal, é um bom condutor de eletricidade. “O organismo é capaz de sentir uma corrente a partir de 1 miliampère”, explica o médico do trabalho Sérgio Alcântara Madeira, da Eletropaulo-Eletricidade de São Paulo. A partir daí até 9 miliampères ocorrerá um processo ligeiramente doloroso. De 9 a 20 miliampères, além da dor, a pessoa perde parte do controle muscular e não consegue largar o condutor. Acima disso, os problemas passam a ser mais graves, podendo causar a morte. Uma corrente de 75 miliampères produz a contração dos músculos do pulmão, provocando deficiência do sistema respiratório. Acima de 75 miliampères a descarga elétrica começa a interferir no coração, que também trabalha com mecanismo elétrico, provocando uma arritmia cardíaca. Mas esses números podem variar. “Se a corrente entrar pela mão e sair pelo da pessoa, o caminho que percorrerá é grande e também grandes os danos causados”, diz Madeira. Mas, se percorrer apenas os dedos, por exemplo, provocará queimaduras, mas raramente morte. As queimaduras acontecem porque o corpo funciona como a resistência do chuveiro, que transforma energia elétrica em calor. Pessoas com as mãos calejadas e secas são muito menos afetadas por um choque que uma com mãos finas e úmidas.

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