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Diego Rudek

Anatomia do Peixe

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Bom pessoal, conhecimento nunca é d+, sendo assim, não custa saber como é a anatomia do que tanto gostamos. Segue abaixo:

Anatomia do Peixe

Os peixes são organismos pertencentes ao filo Chordata (animais com corda dorsal ? notocorda) e subfilo Vertebrata (animais com crânio cartilagíneo ou ósseo; com vértebras ou arcos vertebrais).

Existem duas classes distintas de peixes: Osteichthyes (Fig. 1) ou peixes ósseos (e.g., sargos e robalos) e Chondrichthyes (Fig. 2) ou peixes cartilagíneos (tubarões, raias e quimeras).

Os peixes cartilagíneos, vulgarmente referidos pelos pescadores como ?peixes-couro?, têm uma pele com escamas placóides e cinco a sete pares de brânquias em câmaras separadas.

Os peixes ósseos têm uma pele com escamas ganóides, ciclóides ou ctenóides e quatro pares de brânquias numa cavidade comum.

Anatomia do Peixe

Fig.1. Anatomia externa de um peixe ósseo

Anatomia do Peixe

Fig.2. Anatomia externa de um peixe cartilagíneo

Fonte: ipimar-iniap.ipimar.pt

Anatomia do Peixe

A anatomia de um peixe não é uma necessidade para um aquarista mais claro que quanto mais você saiba a respeito de um animal que vocÊ deseja criar melhor este animal será criado e com certeza mais bonito ele ficará.

Esta outra ilustração e para aqueles que não conhecem as nadadeiras de um peixe com eu não conhecia.

Anatomia do Peixe

Ilustração da Anatomia do Peixe

Fonte: mondoaquatico.vilabol.uol.com.br

Anatomia do Peixe

Anatomia do Peixe

Anatomia do Peixe (Clique para Ampliar)

Nem todos os peixes apresentam a tradicional forma em torpedo; a forma de cada espécie reflecte o modo de vida e os hábitos alimentares de cada espécie. Se o peixe apresenta um corpo estreito e comprido é sinal que se trata de um nadador veloz, predador em liberdade e cujas barbatanas caudais grandes são em geral complementadas na outra extremidade por uma grande boca cheia de dentes.

Os peixes lateralmente espalmados como 0 Escalar (Pterophyllum sp.) habitam cursos de água pouco rápidos onde existem caniços; os peixes espalmados verticalmente vivem em geral no leito dos rios.

Anatomia do Peixe

A posição da boca indica qual o nível de profundidade em que o peixe geralmente habita. A boca virada para cima indica que o peixe frequenta normalmente a região próxima da superfície da água; nestes peixes, a boca possui a forma ideal para apanhar os insectos que se encontram a flutuar à superfície da água. Estes peixes apresentam quase sempre uma superfície dorsal direita.

Os peixes cujas bocas estão localizadas na extremidade da cabeça, no enfiamento de uma linha imaginária que passa pelo meio do corpo, são exemplares que frequentam o nível médio de profundidade e apanham os alimentos à medida que eles vão caindo para o fundo, embora também consigam apanhar os alimentos que se encontram à superfície da água ou no fundo da água. Muitos outros peixes apresentam a boca virada para baixo; esta característica, aliada a uma superfície ventral lisa, indica que se trata de espécies que habitam no fundo da água. Mas estes peixes, cujas bocas viradas para baixo servem para raspar as algas das superfícies das rochas (e das paredes do aquário), podem não ser exclusivamente frequentadores do fundo.

Alguns peixes de fundo apresentam uma espécie de barbas à volta da boca, as quais se encontram frequentemente equipadas com papilas gustativas que permitem ao peixe localizar mais facilmente os seus alimentos.

As escamas

As escamas dos peixes oferecem-Ihe não só protecção para o corpo como também Ihe conferem um maior aerodinamismo. Uma das variações à cobertura por escamas pode ser encontrada no grupo dos Peixes-Gato (Calictídeos), cujos corpos estão cobertos com duas ou três filas de cascas ósseas sobrepostas. Alguns peixes-gato, nomeadamente os Mocoquídeos e os Pimelodídeos, são <,nus» e não estão cobertos por escamas nem por cascas ósseas.

As barbatanas

O peixe utiliza as suas barbatanas para se deslocar e manter a estabilidade e, em alguns casos, como auxiliares de postura durante o acasalamento ou no período de incubação dos ovos. As barbatanas podem apresentar-se isoladamente ou em pares. A barbatana caudal transmite a força que impele o peixe através da água, por isso é que os nadadores velozes possuem esta barbatana com uma bifurcação bastante pronunciada. O Cauda de Espada macho (Xiphophorus hellen) apresenta a parte inferior da barbatana caudal alongada.

A barbatana dorsal pode ser eréctil (como no caso dos Molinésia Velífera-Poecilia velifera, P. latipinna) e constituída normalmente por estrias duras e moles. Algumas espécies podem apresentar duas barbatanas dorsais, mas estas não devem ser confundidas com a barbatana adiposa, uma pequena barbatana (quase sempre constituída por tecido gorduroso) encontrada em certas espécies, nomeadamente no grupo dos Caracóides, entre a barbatana dorsal principal e a barbatana caudal.

A barbatana anal é outra das barbatanas que se encontram na parte inferior do corpo do peixe, um pouco antes da barbatana caudal. Muitas vezes utilizada como estabilizador, nos machos vivíparos desenvolveu-se como órgão de reprodução. Em algumas espécies de Caracóides a barbatana anal do macho possui pequenos ganchos que se destinam a manter o casal junto durante o abraço da desova.

As barbatanas ventrais, ou pélvicas, apresentam-se em número par e encontram-se à frente da barbatana anal. Em muitos dos Anabantídeos (os Gouramies) essas barbatanas são filamentosas e muitas vezes são utilizadas para explorar o local em que o peixe se encontra. O Escalar também possui barbatanas ventrais finas e compridas, as quais no entanto não são tão manobráveis nem apresentam papilas gustativas. Os peixes-gato do género Corydoras utilizam as barbatanas ventrais para transportarem os ovos para o local da desova.

Em algumas espécies as barbatanas ventrais são frequentemente unidas de modo a formarem uma bolsa de sucção que prende os peixes ao leito do rio impedindo assim que sejam arrastados pela corrente da água.

As barbatanas peitorais têm a sua origem imediatamente abaixo dos opérculos. Utilizadas sobretudo para orientação dos movimentos, também estão adaptadas para outros fins. Certos peixes imitam os peixes-voadores de água salgada deslocando-se à superfície da água com as suas barbatanas peitorais bem desenvolvidas. O Gurnard de água salgada caminha no fundo do mar apoiado em «pernas» formadas por certas espinhas modificadas das barbatanas peitorais.

Muitos peixes de aquário apresentam barbatanas muito compridas e decorativas. Os criadores conseguiram, através de programas de criação específicos, que esses peixes desenvolvessem essas barbatanas; os parentes desses animais que vivem na Natureza não apresentam barbatanas iguais.

Os sentidos do peixe

O peixe possui os mesmos cinco sentidos que um ser humano - visão, tacto, paladar, olfacto e audição. De todos eles, os dois últimos apresentam-se bastante mais desenvolvidos do que no Homem. Muitos peixes detectam os alimentos pelo cheiro e, frequentemente, a grandes distâncias. Os orifícios nasais de um peixe não são utilizados para respirar mas apenas para cheirar. No mundo submarino não existe consenso quanto ao nível a que a audição pode chegar e quando é que começa a detecção das vibrações de baixa frequência. Isto porque os peixes estão equipados com um sexto sentido, o sistema da linha lateral. Através de orifícios existentes numa fila de escamas, o sistema nervoso do peixe permite-Ihe detectar vibrações instantâneas no meio que o rodeia. Isto alerta-o para a presença de outros peixes ou de obstáculos na sua proximidade. O Peixe-Cego (Astyanax mexicanus) adapta-se facilmente à vida no aquário, navegando exclusivamente através do seu sistema da linha lateral.

Algumas espécies de peixp6 desenvolveram auxiliares sofisticados para poderem viver em águas turvas ou em locais mal iluminados; a título de exemplo, podemos citar a capacidade de algumas dessas espécies de emitirem um pequeno campo electromagnético. O Peixe-Gato Eléctrico (Malapterurus electricus sp.), apesar de não ter escamas, não precisa de muita protecção contra os predadores porque tem a capacidade de emitir um choque eléctrico bastante forte. Pensa-se que estes peixes também utilizam essa arma para atordoar os peixes mais pequenos.

A bexiga natatória

Uma das características exclusivas dos peixes é a existência de um órgão hidrostático de flutuação designado por bexiga natatória. Este órgão permite ao peixe colocar-se em qualquer nível da água, conferindo-Ihe automaticamente uma densidade neutra. Alguns peixes, como os tubarões marinhos, não possuem este órgão.

A cor

Além de ser um atractivo para os aquariofilistas, a cor desempenha uma função muito importante no mundo aquático. Permite identificar as espécies em geral e o sexo em particular.

Serve de camuflagem ao peixe na presença de predadores ou então constitui um indicador visual bastante claro de que uma determinada espécie pode ser venenosa. A cor pode representar um alvo falso para um possível atacante e dar indicação quanto à disposição do peixe, isto é, se ele está com medo ou se está zangado.

A cor é determinada por dois factores - pelo reflexo da luz e pela pigmentação. Os tons prateados e iridescentes que vemos muitas vezes no flanco de muitas espécies de água doce são provocados por camadas reflectoras de guanina. Esta substância é apenas um detrito que não é expelido pelos rins nem pelo corpo mas armazenado sob a pele. A cor que vemos depende do ângulo de incidência da luz e com o qual esta é reflectida pelos cristais de guanina. Muitos peixes, quando iluminados por uma luz que passa através do vidro da frente do aquário apresentam uma cor diferente daquela que têm quando são iluminados a partir de cima. Isto também explica a razão pela qual a areia de cor clara normalmente confere aos peixes tonalidades mais fracas.

Os peixes que apresentam cores mais carregadas possuem células de pigmentação no corpo e algumas espécies conseguem controlar a intensidade das cores que apresentam. Podemos observar este fenómeno com facilidade nos peixes que têm o hábito de repousar na areia ou nas pedras, adquirindo então a cor do local em que se encontram pousados. Existem outros peixes que «vestem» cores nocturnas. Os populares Peixes-Lápis (Nannostomus sp.) são exemplos notáveis deste fenómeno e o aquariofilista inexperiente pode ficar admirado ao descobrir que estes peixes apresentam cores diferentes todas as manhãs. Os peixes sofrem estas alterações pela contracção ou expansão das células de pigmentação (chromatophores) para intensificar ou reduzir a cor que se vê através da pele.

É muito provável que a cor do macho se intensifique durante o período de acasalamento para atrair a fêmea, e as fêmeas de algumas espécies de Ciclídeos também podem apresentar cores mais exuberantes para que as suas crias sejam capazes de as reconhecer. Podemos observar um bom exemplo disto nas espécies do género Pelvicachromis em que as fêmeas se apresentam mais coloridas do que os machos durante o período de acasalamento.

E possível intensificar as cores dos peixes dando-Ihes «alimentos intensificadores de cor». Estes alimentos contém aditivos, como o caroteno, que intensificam as cores dos peixes. O Barbo-Tigre (Barbus tetrazona) é um dos peixes que reage de forma extraordinária a este tipo de alimentos, as suas escamas adquirindo um rebordo negro que Ihe dá o aspecto de uma rede. Infelizmente, nos concursos de aquariofilia, os membros do júri detectam com facilidade estes truques e os exemplares tratados com alimentos intensificadores da cor não obtém uma boa pontuação em virtude de não apresentarem as cores naturais da sua espécie. A utilização de lâmpadas que realçam as cores dos peixes também melhoram o aspecto dos mesmos, mas os animais recuperam as suas cores naturais quando regressarem a um meio com iluminação mais natural.

Fonte: www.ncc.up.pt

Anatomia do Peixe

Anatomia interna dos peixes

* Esqueleto

* Coração

* Aparelho digestivo

Bexiga natatória

A bexiga natatória é um órgão que auxilia o peixe a manter-se a determinada profundidade através do controlo da sua densidade relativamente à da água. É um saco de paredes flexíveis, derivado do intestino que pode expandir-se ou contrair de acordo com a pressão; tem muito poucos vasos sanguíneos, mas as paredes estão forradas com cristais de guanina, que a fazem impermeáveis aos gases.

A bexiga natatória possui uma glândula que permite a introdução de gases, principalmente oxigénio, na bexiga, para aumentar o seu volume. Noutra região da bexiga, esta encontra-se em contacto com o sangue através doutra estrutura conhecida por "janela oval", através da qual o oxigénio pode voltar para a corrente sanguínea, baixando assim a pressão dentro da bexiga natatória e diminuindo o seu tamanho.

Nem todos os peixes possuem este órgão: os tubarões controlam a sua posição na água apenas com a locomoção e com o controle de densidade de seus corpos, através da quantidade de óleo em seu fígado; outros peixes têm reservas de tecido adiposo para essa finalidade.

A presença de bexiga natatória traz uma desvantagem para o seu portador: ela proíbe a subida rápida do animal dentro da coluna de água, sob o risco daquele órgão rebentar.

A denominação bexiga natatória foi substituída por vesícula gasosa.

Anatomia externa dos peixes

Para além de mostrar diferentes adaptações evolutivas dos peixes ao meio aquático, as características externas destes animais (e algumas internas, tais como o número de vértebras) são muito importantes para a sua classificação sistemática.

Forma do corpo

A forma do corpo dos peixes "típicos" ? basicamente fusiforme ? é uma das suas melhores adaptações à locomoção dentro de água. A maioria dos peixes pelágicos (ver acima), principalmente os que formam cardumes activos, como os atuns, apresentam esta forma "típica".

No entanto, há bastantes variações a esta forma típica, principalmente entre os demersais e nos peixes abissais (que vivem nas regiões mais profundas dos oceanos). Nestes últimos, o corpo pode ser globoso e apresentar excrescências que servem para atrair as suas presas.

A variação mais dramática do corpo dos peixes encontra-se nos Pleuronectiformes, ordem a que pertencem os linguados e as solhas. Nestes animais, adaptados a viverem escondidos em fundos de areia, o corpo sofre metamorfoses durante o seu desenvolvimento larvar, de forma que os dois olhos ficam do mesmo lado do corpo ? direito ou esquerdo, de acordo com a família.

Muitos outros peixes demersais têm o corpo achatado dorsi-ventralmente para melhor se confundirem com o fundo. Alguns, como os góbios, que são peixes muito pequenos que vivem em estuários, têm inclusivamente as barbatanas ventrais transformadas num disco adesivo, para evitarem ser arrastados pelas correntes de maré

Os Anguilliformes (enguias, congros e moreias) têm o corpo "anguiliforme", ou seja em forma de serpente, assim como algumas outras ordens de peixes.

Barbatanas

As barbatanas são os órgãos de locomoção dos peixes. São extensões da derme (a camada profunda da pele suportadas por lepidotríquias, que são escamas modificadas e funcionam como os raios das rodas de bicicleta. Por essa razão, chamam-se raios os que são flexíveis, muitas vezes segmentados e ramificados, ou espinhos, qando são rígidos e podem ser ocos e possuir um canal para a emissão de veneno.

Os números de espinhos e raios nas barbatanas dos peixes são importantes caracteres para a sua classificação, havendo mesmo chaves dicotómicas para a sua identificação em que este é um dos principais factores.

Tipicamente, os peixes apresentam os seguintes tipos de barbatanas:

* uma barbatana dorsal

* uma barbatana anal

* uma barbatana caudal

* um par de barbatanas ventrais (ou barbatanas pélvicas)

* um par de barbatanas peitorais.

Apenas as barbatanas pares têm relação evolutiva com os membros dos restantes vertebrados.

Algumas ou todas estas barbatanas podem faltar ou estar unidas - já foi referida a transformação das barbatanas peitorais dos góbios num disco adesivo ? mas as uniões mais comuns são entre as barbatanas ímpares, como a dorsal com a caudal e anal com caudal (caso de algumas espécies de linguados).

As barbatanas têm formas e cores típicas em alguns grupos de peixes ? são bem conhecidas as barbatanas dorsais dos tubarões! Para além de avisarem os banhistas para sairem da água, em praias onde eles podem aparecer e ser perigosos, são um importante petisco na China.

Para além da coloração do corpo, a forma e cor das barbatanas são decisivas para os aquaristas, de tal forma que chegam a ser produzidas variedades de espécies com barbatanas espectaculares, como o famoso cauda-de-véu, uma variedade do peixinho-dourado (Carassius auratus).

Alguns grupos de peixes, para além da barbatana dorsal com espinhos e raios (que podem estar separadas), possuem uma barbatana adiposa, normalmente perto da caudal. É o caso dos salmões e dos peixes da família do bacalhau (Gadídeos).

Escamas ou placas

A pele dos peixes é fundamentalmente semelhante à dos outros vertebrados, mas possui algumas características específicas dos animais aquáticos. O corpo dos peixes está normalmente coberto de muco que, por um lado diminui a resistência da água ao movimento e, por outro, os protege dos inimigos. Embora haja muitos grupos de peixes com pele nua, como as enguias, a maior parte dos peixes tem-na coberta de escamas que, ao contrário dos répteis, têm origem na própria derme.

Os peixes apresentam quatro tipos básicos de escamas:

ciclóides, as mais comuns, normalmente finas, sub-circulares e com a margem lisa ou finamente serrilhada

ctenóides, também sub-circulares, mas normalmente rugosas e com a margem serrilhada ou mesmo espinhosa

ganóides , de forma sub-romboidal e que podem ser bastante grossas como as dos esturjões; e salmões.

placóides, normalmente duras com um ou mais espinhos, de formas variadas.

Alguns grupos de peixes têm o corpo coberto de placas ou mesmo uma armadura rígida, como o peixe-cofre e os cavalos-marinhos. Esta armadura pode estar ornamentada com cristas e espinhos e apresenta fendas por onde saem as barbatanas.

Linha lateral

Um órgão específico dos peixes é a linha lateral, normalmente formada por uma fiada longitudinal de escamas perfuradas através das quais corre um canal que tem ligação com o sistema nervoso; aparentemente, este órgão tem funções relacionadas com a orientação, uma espécie de sentido do olfacto através do qual os peixes reconhecem as características das massas de água (temperatura, salinidade e outras).

A linha lateral é um órgão sensorial.Ela pode ser facilmente identificada nos peixes, por estar posicionada nas laterais do peixe, formada por escamas com poros.

Sistema nervoso e órgãos dos sentidos

Peixes têm sistemas nervosos complexos e seu cérebro é dividido em diferentes partes. O mais anterior, ou frontal, contém as glândulas olfativas. Diferente da maioria dos vertebrados, o cérebro do peixe primariamente processa o senso olfativo antes de todas as ações voluntárias.

Os lobos óticos processam informações dos olhos. O cerebelo coordena os movimentos do corpo enquanto a medula controla as funções dos órgãos internos.

Aproximadamente todos os peixes diurnos possuem olhos bem desenvolvidos com visão colorida. Muitos peixes possuem também células especializadas conhecidas como quimioreceptores, que são responsáveis pelos sentidos de gosto e cheiro.

A maioria dos peixes têm receptores sensitivos que formam o sistema linear lateral, que permite aos peixes detectar correntes e vibrações, bem como o movimento de outros peixes e presas por perto (ver acima).

Em 2003, alguns cientistas escoceses da Universidade de Edimburgo descobriram que os peixes podem sentir dor.

Um estudo prévio pelo Professor James D. Rose da Universidade de Wyoming dizia que os peixes não podiam sentir dor porque eles não possuíam a parte neocortexal do cérebro, responsável por tal sensação.

Peixes como os peixes-gato e tubarões possuem órgãos que detectam pequenas correntes elétricas. Outros peixes, como a enguia elétrica, podem produzir sua própria eletricidade.

Grande abraço! joia:::

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boa contribuição diego.

sem querer corrigir e sim acrescentar; a bexiga natatória além de ser um mecanismo de establidade também possui a função de "ouvido", pois alguns peixes possuem pequenas estruturas ósseas com funções auditivas interligadas à bexiga natatoria.

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Lembro ainda sobre a bexiga, que em determinadas espécies , ela assumiu função diferente de outros peixes: No Pirarucu e no BAgre africano a bexiga serve como orgão respiratório para trocas gasosas ,"Pulmão". Por isso permite a esses peixes uma sobrevida em terra firme.

E todos nós já vimos matérias da "pesca" de Pirarucu com arpões na hora que ele sobe para respirar, assim com fazem os cetáceos marinhos.

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