Ir para conteúdo

O FTB foi atualizado e otimizado.

Antes, para visualizar todas as nossas salas, era preciso descer a barra de rolagem por muito tempo. Isto dificultava a nossa vida, principalmente a dos novos usuários, que não encontravam as salas/assuntos de interesse.

Agora as salas foram transformadas em "sub salas" e incluídas em grandes fóruns.

Esperamos que tenham gostado. :amigo:

Pesquisar na Comunidade

Mostrando resultados para as tags ''pacu''.



Mais opções de pesquisa

  • Pesquisar por Tags

    Digite tags separadas por vírgulas
  • Pesquisar por Autor

Tipo de Conteúdo


Fóruns

  • Bate Papo Geral e Assuntos Correlatos.
    • Selecione a sala abaixo:
  • Pesca em Água Doce
    • Assuntos Gerais (água doce)
    • Equipamentos de Pesca (água doce)
    • Relatos de pescaria (água doce)
  • Pescaria em Água Salgada.
    • Assuntos Gerais (água salgada)
    • Equipamentos de Pesca (água salgada)
    • Relatos de pescaria (água salgada)
  • Pesqueiros (pesca-e-pague), Fly Fishing e Caiaque.
    • Selecione o tipo de pescaria abaixo:
  • Náutica
    • Tudo sobre náutica
    • BassBoat Brasil
  • Eletrônicos
    • Selecione a sala
  • Aprenda a usar o fórum. Entenda como ele funciona.
    • Selecione a sala
  • Anúncios Globais e Anunciantes
    • Anunciantes do FTB. Promoções aos nossos amigos pescadores!
  • Club das 22lbs
    • Galeria 22lbs. Só monstro acima de 10Kg.
  • Pacotes de pesca dos nossos usuários
    • Em Andamento
  • Classificados
    • Selecione a sala abaixo:
  • Grupos Organizados
    • Traga a sua turma de pesca pra cá. É fácil e rápido.

Encontrar resultados em...

Encontrar resultados que contenham...


Data de Criação

  • Início

    FIM


Data de Atualização

  • Início

    FIM


Filtrar pelo número de...

Data de Registro

  • Início

    FIM


Grupo


Nome + Sobrenome (obrigatório)


Localização

Encontrado 17 registros

  1. Mais um belo exemplar capturado no Gabardo, esse com a isca salsicha, no fundo. Apenas fiquei com a dúvida, é pacu ou tambaqui? Já pesquei alguns exemplares de pacu, mas esse apresenta uma coloração um pouco diferente, e por ter tambaqui no lago, acabei sem conseguir definir a espécie. Um abraço e até a próxima.
  2. Boa tarde, Mais um vídeo que tem o intuito de ajudar os pescadores que estão iniciando na pesca esportiva! Um abraço
  3. Nunca tinha conseguido pescar pacu com isca artificial, isso até esse dia, foram várias capturas e teve até dublê com apenas uma isca, isso mesmo, se não fosse gravado ninguém acreditaria! Acompanhe essa pescaria muito legal de pacu com iscas artificiais. Um abraço e até a próxima.
  4. Estava contente e feliz pescando traíras com frog, de repente um estouro, logo pensei que era uma traíra grande, bem grande. Para minha surpresa era esse lindo pacu que resolveu vir na beirada do barranco abocanhar o meu frog! Nunca tinha visto isso antes, e achei incrível! Um abraço e até a próxima.
  5. Olá, tentarei aqui imprimir minhas dicas, sugestões, conselhos e demais informações sobre a pescaria de "Tamba" em pesqueiro utilizando Fly. Todo o conteúdo foi elaborado com base nas minhas pescarias e estudos na mesa de atado. Por favor sintam-se à vontade para sugerir correção de alguns trechos ou acréscimo de informações. 1. INTRODUÇÃO A pescaria de tambaqui tem revolucionado a forma de se enxergar os pesqueiros no Brasil inteiro, por ser um peixe extremamente resistente, de crescimento incrivelmente rápido, bastante adaptável ao meio e alimentação, amistoso com outras espécies e possuidor de uma força colossal, proporcionando brigas muitas vezes inesquecíveis aos pescadores esportivos. É possível pescá-lo com diversos equipamentos, mas sem dúvidas o mais eficiente é o fly, que inclusive proporciona as brigas mais emocionantes. Sem mais delongas, vamos dar continuidade ao tópico: 2. EQUIPAMENTOS RECOMENDADOS: É um assunto bastante divergente, pois há pescadores que utilizam conjunto #4 para tambas de mais de 10Kg, outros preferem conjuntos #8 ou #9 para tambas do mesmo tamanho. A verdade é que quando se trata de pesqueiro, alguns fatores influenciam no peso do conjunto a ser utilizado: 1) O local é grande o bastante para que o peixe leve toda a sua linha principal + backing? Se sim, não recomendo um conjunto muito leve como #4, pois tambaquis grandes não cansam fácil, e poucos segundos após o ataque, seu backing já está na água. 2) Outros pescadores estarão próximos a você, com equipamentos de outras modalidades? Se sim, talvez não queira um equipamento tão leve como um #4, pois torna-se difícil controlar a direção do nado do peixe com equipamentos leves, podendo enroscar nas linhas dos demais pescadores. 3) Quais atados pretende utilizar? Entrarei melhor no assunto mais adiante, mas por agora é importante deixar claro que em alguns pesqueiros o tambaqui está acostumado a comer rações ou frutos maiores, o que lhe obrigará a utilizar um equipamento #6 ou #7 pelo menos, para conseguir fazer arremessos mais longos sem sobrecarregar o conjunto. Ao meu ver, essas são as principais perguntas a serem respondidas enquanto escolhe seu equipamento. Equipamentos #4 podem ser usados pelos mosqueiros mais radicais, de preferência em tanques menores e sem muitos pescadores de outras modalidade por perto. Caso ignore essas recomendações, poderá ter dor de cabeça quando engatar um tamba de mais de 10Kg! Equipamentos #6 podem ser utilizados com mais segurança, até mesmo em tanques maiores, mas é importante ter pelo menos 50 metros de backing de 20 a 30lbs e garantir que não vai deixar o peixe enroscar nas linhas dos demais pescadores. Com conjunto #6, a adrenalina tomará conta de você em cada ataque, esteja preparado para grandes emoções! Equipamentos #7/8 são bem equilibrados para essa pescaria, é uma opção segura tanto para mosqueiros iniciantes quanto para mosqueiros já com anos de experiência. Essa numeração permite que arremesse iscas maiores e mais volumosas, que provavelmente chamarão a atenção dos peixes de porte maior. Permitirá também que tenha certo controle da briga, impedindo que o peixe enrosque nas linhas próximas ou que leve todo seu backing embora. Equipamentos acima de #9 podem ser usados, encurtará o tempo de briga com o peixe, mas podem ser pesados demais, fazendo com que não sinta toda a emoção da briga com um tamba gigante. Portanto, as escolhas mais sensatas ao meu ver são equipamentos entre #6 e #8, com varas e linhas de boa qualidade, carretilhas também, pois precisará de um freio muito bom. Caso utilize carretilhas ruins, o freio poderá desregular (afrouxar) durante a briga, fazendo com que perca o peixe. 2.1 CARACTERÍSTICAS RECOMENDADAS PARA A VARA A vara escolhida, independente da numeração, deverá ser resistente e de ação rápida ou pelo menos média-rápida. Portanto, varas de bambu ou fibra de vidro lentas não são as melhores opções, pois elas dificultam a "fisgada", o controle da direção do nado do peixe durante a briga (fazendo com que a linha passe pela dentição do peixe mais vezes, sob risco de ruptura) e podem dificultar o arremesso dependendo da isca a ser utilizada. O comprimento da vara não é fator decisivo para a escolha do conjunto, mas tenha em mente que varas mais compridas permitem um roll-cast mais distante. Isso significa que se o pesqueiro não possuir espaço livre para fazer false casts, você ficará refém de bons roll-casts para conseguir arremessar onde os tambas gostam de ficar. Número de partes da vara, material do cabo e número de passadores também não influenciarão nesse tipo de pescaria. 2.2 A LINHA DE FLY RECOMENDADA Sempre recomendo levar 2 conjuntos, ou um conjunto com 2 carreteis, um deles com linha flutuante e o outro com linha intermediária ou sink tip. Isso porque os peixes nem sempre estão se alimentando na superfície, e é sempre uma incógnita para nós a profundidade na qual ocorrerão mais ações, mesmo com várias discussões que relacionam o tempo, condições da água ou até mesmo fase da lua com o comportamento dos peixes. Caso não possua 2 equipamentos para levar, ou opte por levar apenas um por qualquer que seja o motivo, então eu sugiro que leve linha flutuante, pois a maioria dos pesqueiros fazem uso de ração flutuante para tratar dos peixes. Assim, mesmo com linha flutuante, poderá aumentar o comprimento do leader se quiser que uma ração de miçanga por exemplo fique um pouco mais no fundo. A linha precisa ser adequada à temperatura do ambiente na qual ela será utilizada, sempre. Portanto, certifique-se de que sua linha aguenta temperaturas altas caso na sua região faça muito calor como na minha. Uma linha de clima frio para regiões de tempo quente pode significar perda de eficiência na pescaria, pois a linha pode ficar grudenta ou mole demais, prendendo-se aos passadores e impossibilitando que a linha se desenrole corretamente nos seus roll-casts. 2.3 A CARRETILHA A carretilha precisa de 2 qualidades: capacidade de armazenar linha + 50m de backing pelo menos; e possuir um bom freio, que não vai desregular ao longo da pescaria ou durante as longas brigas dos tambaquis. Uma dica é utilizar carretilha de numeração maior do que a numeração da vara/linha. Há puritanos que torcem o nariz para essa prática, mas eu a defendo, pois gosto sempre de ter bastante backing a minha disposição e um espaço de pelo menos 1 dedo entre a linha e o chassi da carretilha. 2.4 A FRICÇÃO DA CARRETILHA É importante regular bem a carretilha antes de iniciar a pescaria, pois ajustes durante a briga podem afrouxar a linha e fazer com que perca o peixe. Independente do número do equipamento que estiver utilizando, recomendo manter a fricção apenas levemente apertada. Uma fricção muito apertada pode submeter a vara a estresse maior do que o recomendado e pode manter seu tippet muito tensionado, facilitando sua ruptura. Durante a briga, o tambaqui mastiga a linha algumas vezes, mas ele só possui dentes na frente, e enquanto a linha estiver nas regiões sem dentição, a sua linha não será cortada... A menos que ela esteja muito tensionada. Portanto, mantenha a fricção no ponto certo: nem muito solta a ponto de permitir que o carretel gire mais rápido que a saída de linha (causando um tipo de "cabeleira"). Nem muito apertada a ponto de causar danos à vara ou submeter o tippet a grandes tensões, que facilitam sua ruptura. 4. COMPRIMENTO DO LEADER Varia de acordo com o gosto do pescador (eu gosto de leader curto, bem curto, algo entre 1,7 e 2m) Alguns mosqueiros utilizam leader de 3 metros, ou do mesmo tamanho da vara, sem prejuízo algum de efetividade ou apresentação da isca. Um leader muito longo exige muito mais energia oriunda da movimentação da vara e linha para que a apresentação seja correta. Caso utilize um leader muito longo com uma isca pesada, com certeza sua isca vai pousar na água com o tippet alguns centímetros à frente, o que pode espantar os tambas mais ariscos. A energia do arremesso se dissipa conforme há mudança no diâmetro das linhas que compõem o leader. Na verdade, boa parte da energia é dissipada na conexão da linha de fly com o leader. Portanto, se o seu leader não estiver se esticando ao fazer a apresentação da isca, encurte-o, pois é sinal de que a energia se dissipou por completo antes de chegar até o tippet. Um leader muito curto, por outro lado, torna a apresentação grosseira, pois há muita energia ainda percorrendo o leader e tippet, e essa energia toda faz com que a isca cause barulho e agitação na água, podendo espantar tambaquis mais ariscos. Via de regra, leaders de 2 a 3 metros costumam ser os mais utilizados, no caso de dúvida, faça um de 2,4m. Como existem diversas receitas de leaders envolvendo diversas bitolas de linhas, vai muito do seu gosto montar o seu leader, mas a minha receita é a seguinte: 120cm de linha fluorcabono 0,55mm (com os primeiros 40cm trançados) 60 cm de linha fluorcarbono 0,40mm (com os primeiros 20cm trançados) + 20cm de tippet também fluor 0,40mm 5. TIPPET O tippet para a pescaria de tambaqui em pesqueiro não precisa ser fino, pois o tambaqui não possui visão tão fina quanto de uma piraputanga por exemplo. Eu costumo utilizar tippet de fluorcarbono 0,40mm. Pode usar tippet mais fino, apesar de eu não recomendar mais fino que 0,35 para tamba. E pode usar tippet mais grosso, apesar de eu não recomendar bitola acima de 0,60mm pois pode atrapalhar na apresentação e pode deixar o peixe desconfiado. 6. O ARREMESSO O arremesso em pesqueiro é relativamente fácil de ser executado, salvo quando há muito vento. As opções de arremesso são limitadas, não há o que complicar quando se trata de pescaria de tambaqui em pesqueiro com fly. O roll-cast é o arremesso mais utilizado, permite colocar a isca com delicadeza, facilidade e agilidade. Se utilizar linha pesada e vara de qualidade, é possível colocar a isca até 15 ou 20 metros de distância com um ou dois roll-casts. False cast é utilizado para arremessos mais precisos, não necessariamente mais longos, mas exige um local com bom espaço livre atrás do mosqueiro, o que é difícil em alguns pesqueiros. E o Belgian Cast é utilizado em situações de vento, com as mesmas vantagens e desvantagens do false cast comum. Dominando esses arremessos é possível fazer praticamente todo tipo de pescaria, incluindo a de tambaqui em pesqueiros. 7. OS ATADOS Sem dúvidas a isca mais utilizada em pesqueiros para tambaqui é a imitação de ração feita com pelo (hair ball). Mas existem outras opções também efetivas as quais abordarei neste momento: 1) Hair ball atada com Deer Body Hair, Deer Belly Hair ou Elk Hair: imita a ração utilizada na maioria dos pesqueiros. É uma isca flutuante, que encharca com o tempo e tem sua flutuabilidade reduzida ao longo da pescaria. Quanto mais compactados os pelos, maior a flutuabilidade. Sabendo disso, pode-se atar algumas bem compactadas e outras menos compactadas para que se possa manipular a apresentação da ração. Hair ball menos compactadas são boas para quando o peixe está manhoso, quando a água está bem limpa e o pescador contra o sol. Pode ser atada em uma ampla gama de anzóis, mas um modelo bastante utilizado atualmente é o Pacu, da Pinneacle, em tamanho 1/0 para iscas menores ou arremessos com conjuntos #6 e o tamanho 2/0 para conjunto #8 e iscas maiores. Pode-se utilizar o famoso Chinu, nos tamanhos entre #7 e 9 ou 2/0 até 3/0 dependendo da marca escolhida. 2) Imitação de ração com rolha, cortiça, EVA ou material similar: imitação de ração feita com rolha. É simples, porém menos realista e mais fácil de ser recusada pelos tambas em dias manhosos, pois o anzol fica a mostra e em alguns casos é possível ver a aproximação do peixe com consequente desinteresse após observar o anzol. Há solução, colocando um pequeno pedaço de chumbo na rolha na extremidade contrária à que se encontra a ponta do anzol, fazendo com que ao cair na água, o anzol fique voltado para cima. A desvantagem desse método é que o peixe pode engolir a isca com mais facilidade. Os mesmos anzóis descritos acima podem ser utilizados. 3) Imitação de frutos com hairball: imitação de alguns frutos feitos com Deer Body Hair. A cor da isca vai depender da época em que se está pescando. A decisão da cor no momento da pescaria depende da observação do pescador, inclusive para determinar o material com que será atada a isca, uma vez que alguns frutos boiam ao cair na água (daí o emprego do Deer Hair), enquanto outras afundam, como os coquinhos (daí o emprego de “lã ball”, miçangas, cactos chenille, craft fur e outros materiais que afundam). 4) Imitação de ração, massinha, pão ou frutos com lã, chenille, craft fur e outros materiais que afundam: atados que irão afundar vagarosamente imitando algum alimento que o peixe esteja comendo naquela época do ano. É uma isca que necessita de maior dinâmica, isto é, mais arremessos, pois o peixe costuma pegar na caída dela na água. Portanto: arremessou, esperou afundar 5 ou 10 segundos, não bateu? Faça um roll cast seguido de um novo arremesso. Em alguns casos pode-se lastrear o anzol para aumentar a taxa de afundamento da isca ao cair na água. 5) As polêmicas miçangas: Existem inúmeros modelos, algumas nas cores café com leite, outras que nem parecem ração (bola de futebol miniatura, bola de basquete miniatura)... Enfim, a variedade é enorme. Alguns flytistas mais puritanos não consideram as miçangas como atados próprios para a modalidade de fly, e realmente não são, uma vez que podem ser utilizados em outras modalidades. No entanto, os tambaquis gostam, e muitos outros mosqueiros as utilizam com grande sucesso. Pode-se utilizar a miçanga sozinha ou em par no anzol, ou associadas a um EVA boleado para manter a miçanga logo abaixo da superfície. São iscas que estragam com facilidade quando recebem dentadas de pacus, tambaquis, pirapitingas e outros peixes, então se for utilizar miçangas, leve sempre algumas a mais para repor as quebradas. Outras iscas: há quem tenha sucesso na pescaria de tambaqui utilizando streamers como “micro-minnow”, Woolly buggers, ninfas e até imitações de insetos. Depende muito do pesqueiro e do hábito alimentar do peixe, da disposição de alimentos diferentes da ração no tanque e até da quantidade de vezes que os peixes são alimentados diariamente ou semanalmente, pois quando famintos, podem atacar algo que nunca comeram antes. O trabalho dessas iscas é bastante variável de acordo com as condições climáticas, cor de água, comportamento dos peixes naquele momento, temperatura da água, etc. Via de regra, peixes de pesqueiros são sedentários, e preferem iscas com trabalho lento. - Opções de anzóis para atado -O uso de sinalizadores de fisgada: Eu conheço 2 tipos de sinalozadores utilizados em pesqueiros: 1)Rodelas de EVA de cor vibrante na parte superior da isca 2)Pequeno EVA boleado ou mecha de pelo de cor vibrante no meio do leader Facilitam muito a identificação do ataque em meio às rações lançadas na água, mas podem assustar os peixes mais manhosos. Particularmente prefiro não usar sinalizadores, mas em dias de muito sol em que o reflexo na água ofusca a visão, sou obrigado a utilizá-los para não perder a ação. 8. TÉCNICA DE PESCA E A “FISGADA” As técnicas de pesca em pesqueiros são limitadas, fato que faz com que alguns pescadores não tenham apreço pela pescaria em pesqueiros. De longe a técnica mais utilizada consiste em jogar um punhado de ração na água e a sua isca no meio, e aguardar o ataque. Pode-se fazer o contrário, arremessando primeiro a isca e as rações em seguida. A respeito desta técnica tenho algumas observações a fazer, que podem melhorar o seu desempenho na pescaria: I) Quanto de ração jogar? Bem, não adianta jogar um saco inteiro de ração na água, pois o peixe provavelmente ficará “de barriga cheia” antes de encontrar sua isca. E não adianta jogar algumas poucas unidades de ração ou jogar uma por uma como se estivesse alimentando galinhas, pois o peixe possui memória associativa e condicionamento operante, isso significa que ao longo de sua vida, aprendeu que o seu alimento cai na água de forma similar todos os dias, passando então a associar o som ou a movimentação na superfície da água ao momento de se alimentar. Deve-se, portanto, fazer com que as rações caiam na água ao mesmo tempo, sem se espalhar muito, pois isso gera um som bastante fácil de ser identificado pelo peixe. Então não tem erro, nem o que inventar. Algumas ferramentas ajudam nessa tarefa, como as colheres de arremesso de ração e os estilingues, ambos à venda em lojas de pesca. Observe também se o dono do pesqueiro ou o responsável por alimentar os peixes realiza algum “ritual” antes de alimentá-los. Esse “ritual” pode ser chacoalhar a mão na água, gerando som facilmente percebido pelos peixes, ou bater na água com uma vara de bambu, muito comum até mesmo em rios na pescaria de pacus e pintados por exemplo. Mas certifique-se de que isso é realmente utilizado no pesqueiro em que esteja pescando, caso contrário pode espantar os tambaquis e ainda ficar marcado no pesqueiro como doido. II) Pescar de “espera” ou de “batida”? Quando se emprega essa técnica de pesca, talvez surja a dúvida entre arremessar a sua isca no meio da ração e esperar o ataque por vários minutos, ou arremessar a isca várias vezes, como na pescaria com as imitações de frutos caindo na água... Bem, pela minha experiência os melhores resultados são obtidos na pescaria de “espera” e observação. Observação que eu digo é averiguar onde os peixes maiores estão se alimentando. Eles podem estar se alimentando bem no centro de onde jogou as rações, ou nas periferias. Cabe então ao pescador observar o comportamento dos tambas naquele momento e colocar sua isca na posição mais estratégica, resistindo à tentação de tirar a isca de um lugar aparentemente parado e arremessar em outro ponto onde um tamba gigante acabou de bater. A “FISGADA”, é a ação que mais faz o mosqueiro iniciante perder troféus. Para quem leu este texto enorme até agora, percebeu que em todos os momentos coloquei a “fisgada” entre aspas, propositalmente. É vício adquirido na modalidade de bait, o de fisgar o peixe, puxando com força e firmeza a vara para trás, quase que “arrancando a boca do bicho” em alguns casos. Na pescaria de tambaqui com fly em pesqueiros, deve-se evitar fisgadas, por 2 motivos: 1)Não há necessidade... A própria mordida do peixe faz com que o anzol perfure as estruturas mais moles da boca. 2)A fisgada causa ruptura do tippet... Então já sabe que a próxima vez que fisgar e estourar a linha, não adianta dizer “era tão grande que levou tudo...”, pois mesmo com um peixe pequeno o tippet pode estourar durante a fisgada. - O que fazer então, quando o peixe atacar a isca? No caso da pescaria de tamba em pesqueiro utilizando imitação de ração, o que eu gosto de fazer é apenas firmar a vara e esperar a corrida do peixe. Quando ele iniciar a corrida, deixo levar os primeiros centímetros de linha e vou aumentando a pressão na linha gradativamente, até que eu tenha o controle da situação. Dessa forma, o anzol penetrará nas estruturas ósseas da boca do peixe e o tippet vai aguentar a tensão da arrancada do tamba. 9. DURANTE A BRIGA A briga com alguns tambaquis parece um verdadeiro cabo de guerra, você puxando de um lado quando ele “cansa”, e ele levando toda sua linha quando recupera o fôlego. A briga é a parte mais difícil da pescaria, pois deve-se prestar muita atenção nos movimentos do peixe, imaginando o tempo todo por onde o tippet está passando na boca dele. Quando o peixe está nadando em uma linha horizontal, vamos supor que para a direção esquerda, eu gosto de inclinar a ponta da vara também para a esquerda. Movimentar a vara para os lados nem sempre é a melhor opção, então não tentarei criar “regrinhas” de posicionamento de acordo com o nado do peixe. Mas há uma dica importante acerca da briga com o peixe: nunca tente quebrar o nado do tambaqui como fazemos na pescaria de tucunaré. Caso tente domar a fera na brutalidade, terá um tippet estourado ou um anzol aberto. 10. DICAS 1)Cheque sempre sua linha em busca de nós de vento (Wind knots) no seu tippet. Os nós são causados por arremessos errados, ou com atraso no tempo ou com movimentos muito rápidos sem dar o tempo certo para a linha desenrolar no false cast. Ventos repentinos podem causar esses nós no tippet também. E cada nó no tippet reduz em 50% a resistência do tippet. Não inventei esses dados, a RIO publicou um vídeo no youtube mostrando exatamente isso, deixarei o link do vídeo logo abaixo. 2)Após cada “fisgada”, verifique a integridade do tippet próximo ao anzol, bem como fazemos na pescaria de tucunarés ou robalos. 3)Mantenha-se de costas para o sol. Assim o peixe vai enxergar apenas sua silhueta, confundindo-o com um galho ou qualquer outra coisa. Ficar de frente para o sol ressalta o brilho de sua pele, carretilha, vara, óculos e vestimenta, assustando os peixes mais próximos. 4)Amasse as fisgas dos anzóis. Para todas as pescarias, em todas as iscas... Assim machucará menos o peixe, facilitará a entrada do anzol em estruturas ósseas, agilizará a manipulação do peixe quando este chegar à margem e evitará a necessidade de procedimentos cirúrgicos caso o anzol entre em você ou em seus parceiros de pesca. 5)Cuidado com o boga grip, ou alicates pega-peixe, pois a boca do tambaqui é compacta. Quem nunca viu um boga grip varar a boca de alguns peixes? Pois bem, vamos evitar danos ao peixe, pois sem ele o nosso amado esporte não existiria... Grande Abraço! https://www.youtube.com/watch?v=v5LcB-1gjzo&t=8s
  6. Uma surpreendente e produtiva pescaria de pacus com frutas. Maça e mamão eram as frutas disponíveis no dia, mas também se pesca com uva e banana nesse pesqueiro, muito legal não é? Nunca pesquei tantos pacus em um só dia de pesca, foi um dia muito legal de pescaria. Um abraço e até a próxima.
  7. O objetivo eram as traíras, essas se encontravam muito manhosas e difíceis de capturar, sorte que um pacu resolveu se assanhar e abrilhantar essa pescaria, que acima de tudo foi mais um maravilhoso dia em família. As fotos das capturas podem ser vistas no Facebook. https://www.facebook.com/RobPescaRS/ Um abraço e até a próxima.
  8. Boa tarde pessoal, segue os videos da pescaria que fiz domingo com a minha namorada na chacara de um amigo meu o dia foi bem legal! naão sairam os verdoes mas ta valendo! kkk quem puder estar curtindo o vídeo la no youtube e se inscrever no canal vou estar sempre postando e tentando melhorar cada vez mais! vlw abraço
  9. A vara é boa? Tipo o lure é 120g dá pra arremessar iscas leves sem chumbo tipo pedaço de salsicha? http://www.pesca.com.br/vara-albatroz-caranha-2702-para-molinete
  10. Olá amigos pescadores, venho novamente trazer um relato das minhas pescarias. Desta vez fomos até Parobé - RS visitar um pesqueiro chamado Reviver, o local é bem agradável, na verdade trata-se de um sítio com um lago bem grande e vários tanques. O local é bem famoso pela pesca de traíras com iscas artificiais, e a fama não é a toa, capturamos várias bocudas e ainda para finalizar com chave de ouro um pacu. Além das bocudas e dos pacus os tanques ainda tem varias espécies de carpas, e tilápias. O destaque dessa pescaria foi uma traíra que entrou na massa de panetone que tinha preparado para as tilápias. https://www.youtube.com/watch?v=9hZDY5lbAUI Nem todas as capturas estão no vídeo, algumas só tiramos fotos que podem ser vistas na página do Facebook. https://www.facebook.com/RobPescaRS/ Um abraço e até a próxima.
  11. Bom dia companheiros pescadores, nesse sábado realizamos mais uma pescaria em família. Fomos ao pesqueiro Sanga Funda, na cidade de Nova Santa Rita-RS, foi uma tarde maravilhosa e cheia de histórias para contar. Um abraço a todos e até a próxima pescaria.
  12. Não é meu maior exemplar mais um belo pacu caranha pego no pantanal mato-grossense 1:30 minutos de barco do porto cercado. 64cm, aproximadamente 5,5kg Carretilha abu garcia record, vara de 20lbs, linha 050mm monofilamento, isca: Meio Jenipapo num anzol 5/0. ( tralha pesada para a pesca desse tipo do peixe mais era a unica no momento kkkk) Abraços.
  13. Fala moçada! Pô demorei uma semana quase pra fazer o post, é por conta da correria,rs. Pesquei na quarta feira passada(01/02/2017) no Kiki Turismo, excelente pesqueiro em Pedro Leopoldo - MG, preço bacana, muitos peixes grandes, eles estão com um problema lá com as tilápias(viraram praga mesmo), mas no mesmo dia desse relato eles estavam instalando um cercado para separá-las dos demais peixes. Fiz uma pescaria noturna nesse dia, estava atrás das gigantescas pirararas que habitam aquele tanque, sério...nunca vi tanta pirarara num lugar só kkkkkk. Dizem que ali tem até alguns peixes de 40Kgs...gigantes! Inicialmente eu não sabia direito as técnicas pra captura das bitelas, mas um pessoal que costuma pescar lá pela noite me ajudou demais(Dudu, Rubinho Pirarara), os caras são feras na captura dessa gigante do rabo vermelho. A primeira fisgada foi no equipamento do Rubinho Pirara, ele estava longe da vara e me deixou tirá-la d'água, nunca havia pescado uma Pira na minha vida, foi emoção demais. Ela entrou numa vara com carretilha perfil alto, não me lembro ao certo a libragem, numa linha 0,60mm se não me engano. A segunda fisgada foi no meu equipamento, uma vara Maruri Sucuri de 40lbs, com uma linha monofilamento de 0,35mm, com uma carretilha perfil baixo (Marine sports GTO urano), armei a vara com uma cabeça de tilápia e um sininho pra poder ouvir...tava proseando e quase perdi todo meu equipamento kkkkkk, felizmente deu tempo de chegar e tirei a bitela d'água. Segue as fotos aí pra vocês, fiquei tão feliz no dia que nem dormi direito, pescar vicia moçada...cês sabem disso melhor que eu kkkkk. O Kiki é uma ótima opção pra quem gosta desse tipo de pescaria noturna, lá a fisgada é certa, só com o pessoal que estava comigo foram 4 Piraras na mesma noite. Abraço e boas capturas!!!
  14. O texto que hoje apresento a vocês foi escrito há muito tempo, lá no começo dos anos de 1980. É uma crônica em homenagem a um grande pescador e caçador, já falecido, que me ensinou várias coisas na pesca, dentre elas a rodada com varejões de bambu. Seu nome era Eduardo, mas não sei por que motivo era chamado por todos de Léo. Teimoso, sarrista, músico, professor, mas acima de tudo: pescador! A pescaria relatada a seguir foi realizada no rio Jauru, afluente do Coxim, no Mato Grosso do Sul. À época, as pescarias eram fartas em grandes pacus, pintados e jaús. Boas lembranças! RODANDO NO JAURU Carlos A. Vettorazzi O bote descia lentamente o rio Jauru, controlado com maestria pelo remo de Léo Olitta, naquele tempo já com seus setenta e tantos anos. Tal era o silêncio estabelecido no barco, que podíamos ouvir os piados do jaó, lá nas encostas dos morros, bem distantes do rio. - “Eu sou...o jaó”, parecia querer ele dizer. As linhas eram mantidas a prumo, “caçando” o fundo do rio de vez em quando, para se ter noção da profundidade. No anzol, filézinho de curimbatá “azedo” (tirado na véspera e deixado ao relento). Sempre passando com o bote pelos pontos pegadores, coube ao Léo o primeiro peixe. Era um belo pacu e levara uma ferrada “de braço”, com o anzol cravando com perfeição em sua boca dura. Alguns minutos de luta e lá estava ele dentro do bote. Infelizmente, para ele, seria nosso jantar, no rancho. A rodada continuava e o dia já ia se aproximando de seu final. Casais de araras cruzavam o céu a caminho do pouso. Ave fiel. Dizem os entendidos que, uma vez estabelecido, o casal só se separa quando da morte de um deles. Coisa rara hoje em dia tamanha fidelidade... Do cerrado, partiam chamados frequentes de perdizes. A ornamentação das margens ficava por conta das árvores-de-pomba, em plena floração. Tanto eu quanto Antônio Fernando, filho do Léo, ainda não havíamos embarcado nosso peixe, embora ele já tivesse perdido uma fisgada. Provavelmente alguma piraputanga, ou douradinho, tentando roubar a isca. Deslizávamos em direção a uma corredeira, na cabeceira de uma pequena ilha de cascalhos, quando senti o peixe bater. -Peixe! Falei em voz baixa, com o ritmo cardíaco já alterado. O pacu abocanhou a isca com firmeza e tratou de nadar logo para próximo da margem, onde poderia digerir seu “jantar” em águas mais calmas. A linha seguia lenta e decididamente e eu acompanhava o movimento com a ponta da vara, na espera do momento mais adequado para a fisgada. Quando o ângulo formado entre a vara e a linha me pareceu o melhor, apliquei violenta ferrada, desencadeando uma das lutas mais emocionantes que até então tivera com os “parceiros de guelras”. A força de um pacu na água corrente é descomunal e a sensação que se tem é a de estar com um boi bravo na ponta da linha. O fato de rodarmos com varões de bambu, de quatro metros de comprimento, também colaborava para que tivéssemos que usar o “muque” para segurar o peixe. -Não tente embarcar já, aconselhava o Léo. Espere ele cansar mais. E lá ia o peixe. De lá pra cá e de cá pra lá, até pranchar ao lado do bote. Estava entregue...e eu ofegante, parte pela força que fizera, parte pela emoção da vitória. O “norueguês” havia cravado bem no canto da boca do peixe, no “canivete”. Sem chance. -Você fisgou bem, disse o Léo. “De braço” e na hora certa. Mas ferrou meio brando. Se fosse um dourado talvez você não tivesse embarcado. Deus do Céu, se aquela ferrada tinha sido branda, eu só imagino a força que ele devia por no braço para ferrar os seus peixes! O sol já ia baixo no horizonte. Fim de pescaria. A subida do rio, na volta ao rancho, foi alegre, mas o braço ainda estava “sentido” pelo trabalho com o peixe. Piracicaba, novembro de 1983
  15. Pesco há alguns anos sempre com molinete, portanto sou novato nas carretilhas. Ganhei de um amigo um conjunto bem básico. Carretilha Marine Sports VT 10. Vara Maruri Panther de carbono 5'5 8 - 17 lbs / Ação Media. Queria iniciar na pesca de Pacus de 1 ~ 5 Kgs e Traíras de 1 ~1,5 Kgs, porém estou com receio se o equipamento da conta do recado e qual linha utilizar no conjunto 0,20mm a 0,36mm, monofilamento ou multifilamento.
  16. Amigos, segue vídeo da primeira pescaria após a abertura da pesca no nosso estado. Na ocasião levei mais um "convertido" à prática do pesque e solte, e pudemos brigar (e soltar) alguns dourados, um pacu e um piau que não saiu no vídeo. Utilizamos iscas de meia água para captura dos amarelões e massinha pra pegar o redondo. Espero que gostem do vídeo. Agradeço aos que puderem se inscrever no canal, o que estimula a postar cada vez mais vídeos do nosso esporte. Abraço e boas pescarias!
  17. E ae pessoal, Blz ?? Alguém tem noticias de como estão as pescarias em Castilho - SP ??? Tem saído tucunaré por lá ?? onde ? E as piaparas ?? Abração
×
×
  • Criar Novo...