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  1. Bom dia, vou tentar fazer um relato(não muito extenso) sobre a pousada encontro das águas no Rio Trombetas(semana de 21/09 a 28/09/2019). A parte física da pousada é até satisfatória, porém a administração é péssima. Fechamos o pacote completo e já na chegada fomos surpreendidos pela cerveja. Escolhemos bud e stella e o que nos serviram foi tijuca(até tinha stella, porém acabou no segundo dia). Chegando nos quartos( a pousada possui 6) dois deles não funcionavam o ar condicionado, aí imaginem só a dificuldade para dormir( era simplesmente impossível devido ao suador). A comida além de "sem tempero" era insuficiente para o número de pessoas(estávamos em 18) e em todas as refeições alguém ficou sem comer(no meu caso fiquei um dia sem café da manhã e um sem almoço). A bebida era controlada e em todos os dias acabou antes de retornarmos a pousada. Gelo era regrado e em quase todos os dias as bebidas(que já eram poucas) estavam quente. As canoas eram um sofrimento, sem plataforma e sem secretários, tornando a pescaria sofrida em determinados momentos. Pra piorar, um motor estragou e a pousada não tinha outro reserva(tivemos que recorrer a um na vila da cachoeira da porteira). Em resumo, total desrespeito com nossa turma e a promessa de que nessa pousada não pisamos nunca mais!
  2. olá amigos, tudo bem? Estou querendo ir pescar no rio trombetas, parte alta do rio cachoeira da porteira para cima, gostaria de saber sobre pousadas, roteiro de chegada, melhor epoca para pescar com artificias pensando em tucunaré e trairão e outras informações que possam me ajudar. obrigado e abraço
  3. Vc sai pra pescar, onde a maioria das pessoas não se conhecem e encontra pessoas tão bacanas, fazendo grandes amizades. Isso é uma pescaria!!! Primeiramente agradecer a Deus por me proporcionar tudo isso, também ao Grande Carlos operador de pesca, proprietário da famosa empresa pimenta Fishing, que teve essa iniciativa de nos proporcionar uma pesca esportiva sensacional, onde se esforçou muito pra nós atender da melhor maneira possível, se preocupando com cada um do grupo, se estávamos satisfeitos, se pegamos Peixes, a gasolina era a vontade pra ir atras dos monstros dos rios, uma culinária de dar gosto, bebidas extremamente gelada... E claro não deixar de falar do Guilherme Lobo, Vitor, João vitor , Ricardo, João, Barni, Carlão, o grande piloteiro Camisa e também jamais esquecer das outras pessoas q não citei o nome mas fizeram de tudo pra nos proporcionar uma pescaria tão especial... Agora é hora de mostrar e contar a minha aventura na Amazônia. Recepção de um parceiro pimenta fishing uniformizado desde aeroporto até o hangar Voo, "Que vista" Chegada na comunidade recepção do Carlos Subimos em um caminhão adaptado e seguimos para comunidade Descendo Onde tivemos a primeira reuniao e um almoço de boas vindas Após o almoço seguimos para pousada, 31km de estrada para subir nas voadeiras e atravessar o Igarapé partindo pra pousada pousada refeitório aqui nós recepcionava com petiscos e cerveja bem gelada dormitório Nosso jantar na pousada, só gente boa. comida maravilhosa piloteiros sensacionais, conhecem muito o rio. indo atrás dos bitelos meu amigão arrebentou nessa pescaria, teria fechado com chave de diamante se tivesse embarcado a piraíba q arrastou o barco, mas infelizmente ela escapou. grande carlos, vulgo Sergio reis,kkk grande amigo q fiz nessa pescaria. tropa de elite esse é o Barni, outro amigão q fiz nesta pescaria... acertou uma piraíba filhote. os campeões ... acertaram dois jaús com mais de 50kg é uma piraíba filhote.. grandes amigos , pescam muitos anos juntos... viraram meus amigos tbm, quero pescar com eles por muitos anos tbm Pesca e solta , essa é a ideia... o Peixe vale mais dentro d'Água do q fora!!! pai e filho, fazendo um belo dublê de trairão. Meus grandes amigos tbm João Vitor e vitor meu dublê , foi espetacular!!! grande camisa, foi nosso piloteiro, muitas histórias, muitas risadas, cara alegre, sangue bom pra caramba!!! Tamo junto camisa... Meu irmão de pesca, q venham as próximas... E assim termina a minha história aqui pra turma do bigua, indiscutivelmente a melhor pescaria da minha vida... q venham pescarias melhores... rio trombetas 2017... #pimentafishing
  4. Buenas Gurizada, vamos ao meu primeiro relato no fórum! Conto com a ajuda do meu grande amigo Felipe Schaefer para descrever essa aventura imperdível! Tudo começa em 2016, quando saindo de uma pescaria na Pousada Juruena, (TOP), firmamos o compromisso de uma nova expedição em busca dos melhores peixes esportivos do Brasil. Estudamos e pesquisamos alguns destinos, e como alguns amigos já haviam pescado em Santa Isabel, Barcelos, Suiá Miçu, decidimos ir para um lugar totalmente inédito para todos. Passado alguns dias de pesquisa, conhecemos o pessoal da 3H fishing e a operação deles no Trombetas, e logo foi amor a primeira vista! Nossa turma é bem variada, tendo pescadores de artificial e também os apaixonados pelos grandes peixes de couro, e pela variedade de estilos de pesca que o rio oferece, optamos por descobrir as belezas do estado do Pará!!! Alto Trombetas!! Sem palavras... Daqui pra frente vou dividir o relato em alguns tópicos para facilitar a leitura: a viagem; a pousada; pesca com artificial; pesca com isca natural; e considerações finais. Vamos lááááá!!!!! A viagem Saímos da nossa cidade Gramado-RS rumo a Porto Alegre, no dia 23/09/2017, com destino a Manaus. Pernoitamos na capital amazonense e voamos no outro dia pela manhã com a Amazonaves, em vôo fretado, até a comunidade de Cachoeira Porteira. Também existe a possibilidade de pegar avião de carreira, da MAP, indo até Porto Trombetas, depois lancha rápida até Cachoeira. Na minha sincera opinião, quem tiver condições de ir com fretado vale muito a pena. O vôo é de, mais ou menos, uma hora e meia. Chegamos por volta de 9 horas da manhã, fomos recebidos pelo Jack, sócio da pousada e da 3H, que nos direcionou até uma casa da comunidade para almoço e primeiras explicações sobre a semana de pesca. Por volta das 14 hrs seguimos por mais 2 hrs de caminhão, depois 1,5km de caminhada até as margens do RIO TROMBETAS!! Lugar abençoado!! Já fomos recebidos com CERPA paraense gelada e alguns petiscos! A pousada Lugar as margens do rio sendo todos quartos com uma vista fantástica! Os quartos simples porém bem equipados, cama boa, ar condicionado gelando, banheiro bom, comida, atendimento e serviço de bebidas impecáveis!!! O pessoal faz de tudo para agradar a turma, aprovadíssimo!! Os barcos e motores bem novos, sem motor elétrico, então os piloteiros precisam segurar no remo e no braço para aproveitar os melhores pontos de pesca. Quanto a pousada tudo 100% dentro do combinado. Pesca com artificial A maior peculiaridade do Rio Trombetas é a presença de pedras em toda sua extensão, isso faz com que os peixes que lá habitam fiquem sempre perto de pedras e nas corredeiras, sendo que quase nunca pescamos em direção a barranca, a não ser em bocas de igarapés. O rio dos traições é um braço que chamam de 72. Muita ação, sendo traíras de 1 a 4 kg em muita abundância, as maiores mais difíceis, mas entram também. A grande sensação são os tucunas, de todos os tamanhos. 1 a 6 kg. Sendo a maioria entre 2 e 4 kg. Muita ação, em todos os horários do dia, tanto na superfície quanto meia água. Para os traições o que mais funcionou foram o crancks. Pesca com natural A pescaria com natural, basicamente, se resume em pedaço de peixe e minhocoçu, com equipamentos fortes e resistentes, pois as puxadas são brutas!!! É muito importante um líder 0,90 longo, em torno de 20 metros, e também, ter mais um pouco de reserva, pois devido as pedras e as piranhas perde-se muita linha. Isso para os peixes de couro, para os traições na natural, usamos o mesmo equipa da artificial. Vamos ao que interessaaaa!!!! Fotos abaixo!!!! Fica nosso agradecimento a toda equipe da pousada, que tornou esse sonho melhor do que o esperado!! Ao Jack pelo apoio incondicional durante todo tempo que lá estivemos, e ao Diógenes, que veio a Gramado em uma janta explicar o destino, e principalmente, por ter parcelado em 10 vezes para esses pescadores apaixonados, porém, pelados! kkkk Valeu gurizada!!! Foi top demaaaaais!!!!!! S e alguém quiser trocar ideia sobre essa pescaria, iscas e equipa, estou a disposição!!! Abraços!!!
  5. Olá, Cabras da Pesca! Em janeiro de 2016, iniciei minha busca por um lugar inexplorado na Amazônia – uma vez morando em Manaus, é hora de realizar meus sonhos, então “mãos à pesca”. Queria encontrar um rio distante e de difícil acesso, para colocar em prática um conceito que vinha mexendo com minha mente. Algo que já não vemos atualmente com tanta frequência e que traz uma interação diferenciada com a natureza: o acampamento selvagem. Também estava interessado em alguma outra espécie de tucunaré que atingisse grande porte (os “outros açus”), já que a calha do médio rio Negro e seus afluentes é propícia apenas para barcos hotéis. Então, minha ideia principal era descobrir um bom ponto de Pinimas (Cichla pinima), mas a região que este peixe ocupa é gigantesca, e eu mal sabia por onde começar. Mas quando a gente trabalha com vontade, prazer e persistência, podemos ser surpreendidos – de forma positiva! Já tinha visto as fotos e vídeos desse peixe na região de Balbina e rio Uatumã, mas com tamanhos nada estimulantes. Aqui alguns Vazzoleri que seriam considerados ótimos exemplares nesses destinos. Contudo, na região de Nhamundá é afluente, o tamanho já poderia proporcionar boas brigas. Um pouco contrariado por só ter em mãos equipamentos dimensionados para o açu do rio Negro (C. temensis), parti rumo ao Nhamundá, achando que aqueles equipamentos estavam desproporcionais aos peixes que encontraríamos. Pousei no aeroporto de Parintins e seguimos para o rio Nhamundá, subindo em dois botes. Ao chegarmos na região do Espelho da Lua, onde alguns pequenos barcos regionais (moradores da região) estavam presos devido à seca, a meia hora da cidade mais próxima, fiquei sabendo pelo guia que não pescaríamos no Nhamundá, e sim no Rio Paratucu, seu afluente. Organizando, para o amigo pescador entender: o rio Paratucu é afluente do Nhamundá, que é afluente do Amazonas. Adentramos o Paratucu e constatamos o nível baixíssimo de água, somado a uma praticamente ausência de canais de navegação. O rio é completamente raso de uma margem a outra, formando uma barreira natural contra a entrada de embarcações maiores que um bote ou canoa. Em vários trechos, tivemos que arrastar o bote com água no tornozelo. Numa parada, já preparei um conjunto, para tentar fisgar meu primeiro Vazzoleri. O cenário era deslumbrante: água cristalina que refletia um verde azulado, parecido com algumas regiões marinhas. A quantidade e diversidade de aves impressiona. Um ambiente fantástico, eu tinha quase certeza que iria pegar pelo menos um peixe que brigasse bem com as varas de 25 lb e tomassem linha... Será? Uma Turma de Biguás! Lembrei imediatamente dos amigos aqui do fórum! Começamos a pescaria e o guia nos levou a um bom lago. Saiu o primeiro gigante! Agora, o primeiro vazzopaca, capturado na corredeira. Resolvemos repassar o ponto, pedimos pro guia jogar uma twitch, a fim de cobrir meus arremessos. Logo no começo do ponto, antes de começar o pedral, a galhada deu ao guia um peixe grande. Ele forçou e logo escapou, mas enquanto recolhia, o par do peixe acompanhou e pegou junto ao bote, muita briga (na correnteza é demaaaaais!!!!) e o guia embarcou seu peixão também. Aqui as fotos do troféu dele. Mais um bitelo, aqui o registro (não perca a conta!). Então, coloquei uma hélice de 15 cm e comecei a jogar para o meio do lago. Primeiro saiu esse. E depois esse, uma libra a menos do que o recorde mundial atual, na traaaaaave. Um peixe incrível!!! Eu não conseguia acreditar, mas o guia achava tudo tão normal que chegava a me assustar. Que lugar era aquele? Seriam reais as possibilidades de bater o recorde? Resolvemos que no terceiro e último dia, subiríamos o máximo possível. Então começou o último dia e já notamos que, lá para cima, estava raso demais, arrastamos muito em pleno leito do rio e os lagos totalmente secos. Viramos para a jusante e descemos pescando. Numa parte rasa do rio, notei uma sombra com “cara de peixe” e lancei a T20 por baixo das árvores. Vim trabalhando, quando a isca saiu da sombra, notei o monstro dourado embaixo acompanhando - com 1 metro de profundidade se acha até uma moeda de 1 centavo no fundo deste rio, tamanha a limpidez da sua água – continuei trabalhando firme (apesar da adrenalina), e naquele mergulhinho da isca, pude ver a bocarra branca se abrir e a isca sumir lá dentro. Dei uma ferrada moderada pra cima e soltei bem a fricção da carretilha, desci o rio brigando com aquele peixe incrível, brilhando suas cores intensas e saltando demais. Consegui embarcar o gigante e aproveitei para refrescar o calor naquelas águas tão piscosas. Novamente, uma libra me separava do recorde mundial. Na traaaaaaaave! Falando em refresco, vejam aqui um dos muitos igarapés de água gelada, perfeitos para um pit stop regado a ceviche e cerva trincando. Então retomamos a pescaria e chegamos à boca de um lago bem mais fundo. Cansado e sentado no bico do bote (ponta da proa), arremessava a hélice de 15 cm pra frente do bote. Logo no começo do lago, tomo uma linda porrada de um peixe amarelão, mas não muito grande, ele toma um pouco de linha na direção do fundo e, de repente, fica muito pesado. Forço um pouco para cima e a uns 2 metros da superfície conseguimos ver que a isca foi atacada por outro peixe muito maior. Os dois se embolam e, perto da superfície, o menor se desvencilha da isca e fico só com o grande. O que ficou, salta duas vezes e corre em direção a uma praia, encalhando sozinho. Desço e vou até ele, que não resiste muito e posa bonito para as fotos. Agora cheguei ainda mais perto. Apenas meia libra abaixo do recorde mundial, essa foi no travessão! Aqui o registro desse peixe. Pouco mais à frente o guia engata um monstro que não vemos nem a cara, vai pro pau e deixa a isca lá. Eu ainda perdi dois peixes enormes em ataques fenomenais em pleno leito do rio, mas estava com a isca de hélice e eles erraram. Contabilizamos apenas 80 tucunarés em 3 dias, porém 8 foram troféus, ou seja, uma proporção de 10%. A cada 10 peixes, saiu um troféu. Fui embora com a sensação de que, no rio Paratucu, bater o recorde mundial é uma possibilidade real. Após um mês, resolvi voltar lá para mais 3 dias de caçada ao recorde mundial e averiguar todas as possibilidades e detalhes de um possível novo destino de pesca. Acampamos no mesmo lugar e iniciamos a pescaria nos lagos que estavam secos um mês antes, afinal o rio tinha subido um metro. Então eram 29 de fevereiro de 2016, amanheceu chovendo e esperamos passar. Enfim, navegamos rio acima e paramos no primeiro ponto, onde fiz alguns arremessos fora do lago com a hélice. 2 paquinhas abriram os trabalhos. Então, ainda de fora do lago, troquei de vara e arremessei a zara longe lá dentro dele. Exatamente 10 horas da manhã. Tic Tac Tic Tac Tic Tac POOOOOOWWWWWW O peixe correu a favor da linha e eu recolhendo o mais rápido possível, ele passou pela boca do lago ganhando a correnteza e finalmente mostrando toda a sua fúria, ao mesmo tempo em que nós tínhamos acabado de passar para a água calma dentro do lago. O guia girou a canoa e o peixe voltou e subiu a corrente. Giramos novamente e ele adentrou o lago, foi quando correu no limpo e eu liberei metade do drag para não correr riscos desnecessários. Fomos atrás dele e ele girando ao redor da canoa, uma briga alucinante. Levou mais de 10 minutos até perceber que era um peixe gigantesco. Liberei mais ainda o freio e finalmente o embarquei. Emocionado, gritei que era o recorde. 16 LIBRAS de Vazzoleri, 3 libras a mais do que o recorde atual, peixe de 13 libras do meu amigo e grande pescador Ian-Arthur de Sulocki. Não tenho palavras para descrever a emoção de pegar um peixe desse. Fizemos todo o registro como mandam as regras da IGFA e liberamos o gigante dos gigantes. Aqui as fotos desse incrível animal. Após a soltura do peixe da minha vida até agora, seguimos lentamente lago adentro conversando e achando incrível tudo aquilo, começar já batendo o recorde mundial. O guia afirmou insistentemente que o Paratucu tem peixes ainda maiores, mas isso nem passava pela minha cabeça. Então, em meio ao papo, enxergo um peixão naquela água cristalina. “Olha o gigante que tá ali, vou jogar na cara dele.” A isca tocou na água 1 metro à sua frente e instantaneamente POOOOOOWWWWWW, tomou mais de 20 metros de linha, achei que não ia parar nunca, entrou na galhada e eu parei de segurar. Chegando perto, fui trazendo bem devagar e ele desfez o caminho. Depois brigou limpo e eu embarquei. Outro gigante, esse com 11 libras, assim, em arremessos seguidos. Liberei o peixe tão rápido que esqueci de posar com ele, tamanha a confusão em minha cabeça pelo peixe anterior. Mas não faz mal, aqui a medida do monstro. Ao terminar de bater o lago do Recorde, o guia nos conduziu a uma pequena praia em frente ao lago. “É aqui que quero fazer o acampamento.” Fiquei atônito! “Aqui? E nós pegamos o recorde bem ali em frente?” Inacreditável! Analisamos o local e definimos que sim, será ali a nossa base, no melhor da pescaria, num ambiente completamente isolado e inacessível por outros meios. E de onde poderá ser visto o local da captura do recorde. Vou até colocar uma plaquinha lá. Seguimos pescando no rio, mas nada de peixe. Subimos para outro lago muito bom. O guia falou que tinha um “morador” muito grande na entrada desse lago, mas que ninguém conseguia pegar. Ele parou o motor antes e se aproximou devagar. “Marcel, joga nessa esquina e vem trazendo que ele tá lá, mas faz ele pegar, que ninguém acertou fisgar ele ainda.” Eram 16 h em ponto. Arremessei e vim trabalhando a zara bem provocante, bem estralado ao invés do TIC TAC. Dito e certo, uma onda enorme se formou atrás da isca e ela “surfou” uns 30 cm pra frente, folgando a linha. Assim que recolhi a folga e a isca estralou novamente, o peixe abocanhou a isca de baixo pra cima numa porrada incrível, todo o seu corpo saiu quase um metro fora da água, aquela barra dourada gigantesca quebrando o silêncio do lago com um estrondo era de arrepiar, eu já sabia que era gigante, brigou sujo e eu tive que segurar, quando finalmente cansou eu liberei mais o freio e administrei. Chegando perto, a água cristalina já mostrava que este peixe também daria recorde. Ao embarcar o peixe gordo de lindas cores, pesei o bicho e... 16 LIBRAS de novo!!!! Eu não cabia em mim de felicidade. Vejam que peixe maravilhoso! PoOoOoOoOoOoOoOwWwWwWwW!!!!! Para agilizar a soltura do monstro, resolvi fazer o registro para tentar o recorde de comprimento, já que é mais rápido e não precisa desembarcar. Fiz as fotos na câmera e filmei a soltura obrigatória no celular – infelizmente, ao chegar a Manaus, na correria para ir fazer rapel, não fiz backup dos vídeos e, na volta, perdi meu celular. Fiquei arrasado, porque este segundo peixe não vai arriscar um merecido certificado de comprimento da IGFA, além das lindas solturas dos dois gigantes anteriores (todos os 3 peixes me deram banho na saída, parecia combinado entre eles). Mas o primeiro de 16 lb está completamente registrado e será submetido a recorde de peso e os amigos do FTB, o melhor fórum de pesca do Brasil, estão tendo a notícia em primeira mão. O melhor dia de pesca da minha vida havia terminado (apenas 12 tucunarés, porém 3 gigantes, uma taxa de 25%!), debaixo da chuva pesada que ameaçou cair o dia inteiro, mas nos permitiu pegar estes peixes espetaculares. Mas daí a chuva não parou mais, tínhamos batido o recorde mundial de tucunaré Vazzoleri no último dia daquele verão prolongado (seca histórica), o melhor dia de pesca da minha vida, e nos dois dias seguintes comemos picanha e peito de frango, porque não dava pra pegar nem pro almoço. Chuva pesada e praticamente ininterrupta. Água subindo a olhos vistos e muito suja. Mas voltamos mais que satisfeitos: pegamos o recorde mundial como havíamos sonhado e avaliamos in loco todos os aspectos necessários para nosso acampamento selvagem. Em breve, aqui no FTB, estará a divulgação dessa nova opção para pescadores esportivos apaixonados pelo tucunaré, com oportunidade de conhecer os maiores Vazzoleri que existem, enfrentá-los em água corrente, que é um desafio à parte, e com possibilidades reais de bater novamente o Recorde Mundial para a espécie. No mínimo, você sabe que estes dois peixes estarão lá, crescendo para que você os capture novamente. O Vazzoleri é muito maior do que estamos acostumados a ver, é muito maior e mais interessante do que eu poderia imaginar, e agora quero dividir esta emoção com os amigos pescadores. Aguarde só mais um pouco, o exclusivíssimo acampamento selvagem no rio Paratucu estará disponível em breve. Finalizo este relato pedindo a torcida dos amigos pela homologação de mais um recorde do Brasil, do FTB! Grande abraço em todos!
  6. TROMBETAS BUDGET LODGE RESTAM POUCAS VAGAS PARA A PROMOÇÃO DE LANCAMENTO! ABRIL - Peixes: Couro (Todos), pacu, trairão, cachorra entre outros R$ 4.900,00 (05 DIAS DE PESCA) Translado manaus/pousada/manaus (Táxi aéreo incluso) Datas: Abril 2017 19 a 25 - 5 dias de pesca - qua/ter (em aberto) – falta 8 vagas 25 a 01 - 5 dias de pesca - qua/ter (em aberto) – falta 8 vagas Incluindo também: - Refeições - Chumbadas e iscas brancas ( peixes ) inclusas. - Lanchas com bancos estofados e plataformas para bait casting. - Bebidas: água, cerveja* e refrigerante. - Pousada com ventiladores e duas camas por quarto *Taxi aéreo e Cerveja conforme especificado em contrato Objetivo Trombetas Budget Lodge é ser o pacote de pesca ideal para quem procura funcionalidade, aliada à um excelente custo-benefício.
  7. Vazzoleri Camp Acampamento Selvagem Rio Paratucu – Temporada 2017 LOCAL Rio Paratucu, Amazonas. Este rio de águas incrivelmente cristalinas é afluente do rio Nhamundá, e é no Paratucu que estão os maiores tucunarés existentes da espécie Cichla vazzoleri. Para os amantes da pesca com mosca (fly fishing), o rio também é muito farto em Matrinchã, além de uma infinidade de espécies menores de jacundás, acarás, pacus e até peixes de couro (geralmente pequenos surubins) que poderão atacar as iscas, o que não ocorre com frequência na pesca com iscas plásticas/madeira (baitcasting), focada no tucunaré. As águas cristalinas poderão proporcionar aos praticantes de fly condições extraordinárias para a pescaria, mas em qualquer modalidade tem-se a rara oportunidade de pescar no visual e observar a luta do tucunaré também dentro da água e não apenas nos saltos. O rio Paratucu também é extremamente raso em toda a sua extensão, chegando a não ter canais de navegação em vários trechos do rio, o que impede o acesso dos barcos-hotéis que operam no rio Nhamundá durante a temporada de pesca. PERÍODO A temporada começa sempre em setembro e geralmente finaliza em dezembro. Longas estiagens devido a eventos El Niño podem permitir pescarias em janeiro e até fevereiro. Em 2016, dois potenciais recordes mundiais foram capturados no mesmo dia. ESTRUTURA Apesar de se tratar de um acampamento, há uma generosa estrutura de apoio à higiene e segurança, além de um potente gerador elétrico para atender às nossas necessidades. As barracas são individuais e no tamanho “5 pessoas”, além de possuir colchão, travesseiro e mais itens de conforto. A área tem iluminação e banheiros amplos e confortáveis. Lá não tem pium e outros mosquitos! Os botes são semi-chatas de 5,5m de comprimento com motor de popa 30 HP e motor elétrico. ROTEIRO O pacote se inicia em Manaus, com o hidroavião fretado no domingo pela manhã. Pesca no domingo à tarde. Segunda a sexta são dias integrais de pesca. Sábado, a pescaria se encerra ao meio-dia. DETALHES DO PACOTE Cada grupo será composto de apenas 8 (oito) pescadores, ou seja, são pouquíssimas vagas para a temporada, então apresse-se em conseguir sua vaga, pois elas esgotarão muito rápido. O local é inexplorado e pretendemos manter uma pressão de pesca baixa. Também há o fato de que o rio é estreito e o trânsito intenso de voadeiras poderia influenciar no comportamento do peixe. Por isto, não trabalharemos com grupos maiores do que 8 pessoas. Valor por pessoa: R$ 6.000,00 (Promoção Sem Crise Temporada 2017) com hidroavião incluso O pagamento deve ser realizado com entrada de 30% e o restante parcelado conforme a necessidade do cliente, devendo estar totalmente quitado até 15 dias antes do início da viagem. Todos os pagamentos podem ser feitos via boleto bancário ou depósito/transferência, basta informar a opção escolhida. ESTÁ INCLUSO Pensão completa: acomodação, refeições, água, cerveja, refrigerante e lavagem de roupas. Translado em hidroavião. Embarcação, combustível e guia de pesca para cada dupla. NÃO ESTÁ INCLUSO Equipamentos de pesca, licença de pesca, bebidas destiladas, gorjetas e outros itens não citados como incluídos. Temos um telefone via satélite para emergências. Ligações particulares podem ser realizadas ao custo de R$10 por minuto. Atenção: as passagens aéreas de suas cidades até Manaus-AM não estão incluídas nos pacotes, elas deverão ser adquiridas direto com as cias aéreas de sua preferência utilizando milhagens e pagamento facilitado nos seus cartões de crédito. Aqui neste link você pode ler o relato que resume as pescarias de prospecção do rio Paratucu e ver os Vazzoleri enormes que capturamos, inclusive os dois recordes no mesmo dia: http://www.turmadobigua.com.br/forum/topic/39822-rio-paratucu-%E2%80%93-os-maiores-vazzoleri-do-mundo-wrec/ Para pescar no Paratucu, você deve entrar em contato pelo WhatsApp: (92) 99495-1987 Boas pescarias!
  8. Dizer algo sobre esse lugar é muito dificil, somente quem vive essa emoção saberá, tentarei relatar o que uma equipe liderada pelos irmãos Hoffmann podem fazer para o bem estar e a satisfação de uma boa pescaria. Tudo iniciou em 25/10/2015 quando decolei e parti para um lugar desconhecido, desde o inicio me organizei para fazer uma pescaria sozinho, pois meus parceiros não pode ir e tudo me assustava, nunca tinha feito isso, mas quando cheguei ao meu destino final fui recepcionado pelo então Jack Hoffman, hoje um amigo que estará presente em boa parte de minhas pescarias. Iniciamos então nossa jornada ao ponto de pesca, navegando por 3 horas admirando as mais belas paisagens e ouvindo historias contadas pelo capitão que prendia nossa atenção, ao perceber chegamos em cachoeira porteira onde tivemos o privilégio de conhecer um povo maravilhoso “quilombolas” até então somente estudado nos livros de historias. Da comunidade cachoeira porteira seguimos em um caminhão por mais 31 km de pura festa e descontração, agora em companhia de pessoas que breve se tornaria nossos amigos, sempre nos deixando a vontade. Ao acabar o trecho de 31 km pela estrada chegamos ao igarapé onde colocamos nossas bagagens nos barcos e seguimos para nosso destino de pesca, como o igarapé estava muito baixo foi preciso deixas os piloteiros seguir com nossas bagagens e o grupo cruzar uma trilha em meio à selva cercada por pássaros e muita vegetação, sempre sendo guiado pelo Jack Hoffmann. Todo esse trajeto que iniciou na comunidade Cacheira Porteira é necessário porque a pousada fica acima da cachoeira e não tem acesso diretamente navegando, mas com toda sinceridade, ainda bem! Pois quando tudo passou, a mata, o igarapé, fomos presenteados por um lugar fantástico e deslumbrante, retornado ao Trombetas. Enfim passado por toda essa aventura chegamos à pousada onde fomos recepcionados pelo velho Chico com seu violão e suas composições ribeirinhas, tudo perfeito uma comida fantástica, um ambiente acolhedor e muitas risadas. Mas alguém tem que trabalhar né, iniciou a organização dos meus equipamentos de pesca sempre sendo orientado pelo Jack, para o primeiro dia separei algumas zaras, hélices e meia agua para sair em busca dos famosos tucunaré tirórus das corredeiras, considerado um dos mais fortes da sua espécie devido ao seu ambiente que vive, mas no primeiro dia apenas algumas ações, pois a seca estava judiando a Amazônia, partimos então para um poço, sendo orientado pelo nosso piloteiro Marcão, um poço que é a morada de vorazes do trombetas e essa parte da pescaria prometia grandes surpresas, pois a primeira fisgada imaginando que pela primeira vez ia dar de cara com ele a ação foi de uma cachara linda, mas como todo ribeirinho e conhecedor do que diz queria provar sua sabedoria diante da situação, Marcão preparou uma linhada de mão e arremessou, reparando em suas habilidades fiquei observando como ele trabalhava a isca e quando de repente um emoção tomou conta, e pela primeira vez dei de cara ao famoso trairão do rio trombetas. Ai em diante foi só fisgadas alucinante, como havia reparado nas habilidades do piloteiro comecei a trabalhar a isca igual e a festa ficou ainda melhor, meu troféu nessa modalidade foi um trairão de 9 quilos, gigante, bravo e imponente. Ao retornar a pousada, somos surpreendidos pela insatisfação das outras equipes que tiveram poucas ações e nenhum troféu, mas como estávamos bem assessorados e com profissionais, Jack chamou todos a uma reunião e disse: infelizmente há 40 anos não vemos uma seca dessa forma na Amazônia e isso começou a prejudicar nossa pescaria, pois não temos controle sobre a mãe natureza, infelizmente preciso tomar uma decisão e colocou seu ponto de vista, lhe dou duas opções permanecemos aqui por perto e sofremos para achar os peixes ou subimos o rio para um lugar que tenha mais agua, montamos um acampamento e façamos nossa pescaria lá, quem aceita? Todos aceitaram. No outro dia de manha, Jack disse: estarei indo montar o acampamento hoje, se não voltar até às 20 horas amanha podem subir, pois verificarei as condições e com certeza saberei se valerá a pena ou não, o dia foi passando, subimos para o Rio do velho e obtivemos varias ações dos trairões, mas todos apreensivos se Jack iria ou não voltar com mas noticias, a tarde chegou, anoite também e nada de Jack, foi o que todos esperávamos, amanha de manha partiremos para o acampamento. No 3º dia iniciamos a jornada ao acampamento, 5 horas de navegação conhecendo lugares pouco vista pelo homem até chegar ao ponto marcado. Ao chegar ao acampamento avistamos Jack com o almoço quase pronto, o acampamento montado e preparado com sua equipe de apoio para nos oferecer o melhor conforto possível diante de uma situação nada corriqueira, mas aventureira. Bom agora vamos ao que interessa, a pescaria! Todas as equipes saíram para achar seus troféus, o famoso tirórus, enfim trabalhando uma zara ouço um barulho e uma explosão sobre as aguas do trombetas, minha vara se enverga, minha linha grita e sou presenteado com um belo exemplar tirórus. E no decorrer da tarde tivemos muitas ações e muitas fisgadas, ao chegar ao acampamento percebi a satisfação de todos ali, pois se não fosse o empenho da “equipe selva” nada disse teria sido possível. Ao anoitecer cobro Jack de uma promessa, tu disse que pescaria comigo! Borá lá agora, pescaria noturna, de cara topei! E foi onde conheci o Jack pai, marido e amigo. No dia seguinte tivemos novamente que escolher ficarmos ou voltar à pousada, todos quiseram ficar e como na tarde anterior as ações e as fisgadas foram maravilhosas e foi nesse dia que fisguei o meu troféu, mas como tudo que é bom passa muito rápido a tarde chegou ao fim e novamente todos se reunimos no acampamento e ficamos trocando experiências vividas nesse lugar magico, coloco agora uma observação importantíssima, o Trombetas é um rio incomum aos outros, pois não temos quantidades de peixes e sim qualidade em tudo que é fisgado, todos que ne pesca com toda certeza não se esquece. No decorrer da noite todos ali foram se deitar cedo, por volta das 21 horas peguei minha lanterna, e foi tomar um banho na agua normo do trombetas, naquele momento comecei a pensar em tudo que estava vivendo, como Deus foi bom e me presenteou com uma viajem linda, voltei preparei minha rede embaixo de uma arvore e me deitei para uma maravilhosa noite de sono, mas isso durou até às 03 horas pois o tempo fechou e veio uma boa chuva e como na Amazônia as chuvas são pesadas corri de baixo de uma lona e ali fiquei, quando percebi já havia novamente pego no sono e acordei com um sol maravilhoso. Ao amanhecer levantamos acampamento e partimos para a pousada, esse seria meu ultimo dia de pesca, a viagem como disse antes é de mais ou menos 4 horas navegando, esse percurso eu e Jack tentamos peixes maiores, peixes de couro mas somente um Jundiá da Amazônia apareceu, que belo peixe, que valente! Às 13 horas chegamos à pousada, toda a equipe já estava lá preparando nosso almoço, logo após a refeição todos se preparavam para voltar e se despedir do trombetas, mas eu resolvi ficar e desfrutar da companhia “Equipe selva” pois a pescaria é importante, mas ali conheci amigos, conheci pessoas maravilhosas que olham para nos não pensando em dinheiro em coisas materiais e sim com nosso bem estar, nossa amizade e o mais importante querendo ser reconhecido como um amigo. Aproveitei esse momento como se fosse único, até mesmo preparei uma deliciosa sobremesa para fechar por completo nossa viajem a um lugar que não existe adjetivos. A noite chegou e todos voltaram e nesse momento a tristeza começou a tomar conta, pois iniciamos a desmontagem de nosso equipamento, a arrumar nossas coisas para no dia seguinte iniciar nossa volta. E assim tudo aconteceu, no dia seguinte começou nosso retorno, e como na vinda tudo passa muito rápido, em breve estarei voltando à realidade, mas a viajem de volta também seria aproveitada com muitas paisagens e uma trilha no meio da mata. Chegando à comunidade cachoeira porteira fomos recepcionados com um delicioso almoço e crianças ao redor, por um tempo fiquei ali observando como precisa-se de tão pouco para ser feliz, pois todos ali importavam mais com nosso bem estar. Para fechar com chave de ouro Jack nos convidou para um banho de cachoeira, feito partimos para Porto trombetas em uma viagem de 3 horas mas passou muito rápido, aquela viagem seria o ultimo contato com o Rio trombetas. Ao chegar a Porto trombetas, nosso hotel já estava reservado e nosso passeio, ou melhor, nossa aventura na floresta amazônica estava chegando ao fim. No outro dia, logo pela manha percebi que esse lugar me fez mudar o modo de pensar, me fez ver que amigos não são aqueles que estão na tela de um celular, amigos são aqueles que compartilham momentos mágicos como esse. Com o avião decolando e Porto trombetas ficando cada vez mais longe em bateu uma vontade de retornar, uma vontade de nunca ter saído dali, agradeço primeiramente a Deus por ter me proporcionado tamanha experiência, agradeço a equipe 3H fishing por todo emprenho de tornar nossa aventura um sucesso, e meus agradecimentos aos novos amigos fiz: Ricardo Ozaki, Sandro Piva, Nelson Piva, Rodrigo Contijo, Fabio Roberto Neves, José Antonio Fogaça, José Luis Puzio da Silvare, Jacques Hoffman e toda equipe de apoio da pousada.
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