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Marcel Werner

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Sobre Marcel Werner

  • Rank
    Integrante Senior
  • Data de Nascimento 12-11-1987

Profile Fields

  • Sexo
    Masculino
  • Nome + Sobrenome (obrigatório)
    Marcel Werner
  • Sobre mim
    Pescador esportivo e operador de pesca no Vazzoleri Camp, Amazonas.

    <p>
    Baiano que mora em Manaus e viaja atrás de todos os tucunarés que puder pescar.
    </p>

Meu contato

  • Website URL
    http://www.cabrasdapesca.com.br

Informações de Perfil

  • Localização
    Manaus - AM
  • Interesse
    Pesca Esportiva

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  1. Ressuscitando esse tópico pra dizer que vários desses preços dobraram, em apenas dois anos. Algumas iscas triplicaram. PopQueen, Bonnie, estão indecentemente caras. As nacionais, basicamente, dobraram de preço. Linhas dobraram também. Varas são uma exceção. Há agora modelos confiáveis mais baratos que uma Enzo, como a Rapala Pinima, Daiwa Aird-X, até Maestro (Pesca Brasil) e Midgard (Maruri) podem ser levadas em consideração, dentre outras. Claro, nenhum destes é considerado um produto de alta qualidade, refinado, nada disto. São produtos populares, mas que entregam o quesito mais importante quando se trata de tucunarés amazônicos: a resistência. Veredito 2021: a tralha mínima amazônica certamente não sai mais abaixo dos 7 mil reais, se levarmos em consideração equipamentos baratos e reconhecidamente resistentes. Basta uma vara ou carretilha de luxo, só uma, a conta passa dos 10. Um único estojo preenchido com apenas iscas japonesas custará 5. Somos forçados a diminuir quantidade e qualidade. Cabe aqui uma explicação: não foram os produtos que valorizaram. Uma Curado ainda vale uma Curado, um kg de carne continua valendo um kg de carne. Foi o dinheiro que desvalorizou, então você precisa entregar mais dinheiro para obter as mesmas coisas. A raiz da pobreza é aceitar sustentar a riqueza de alguns parasitas. Já parou pra pensar que a sua produtividade hoje é maior que alguns poucos anos atrás e você não consegue mais ter o mesmo padrão de vida? (Vale para a maioria!) Abraços a todos.
  2. É por isso que eu forneço as varas para meus clientes (que contratam este serviço à parte). Trazem uma mala média ou pequena despachada com roupas e tralhas e viajam com as mãos livres. ”Quando começar a chover, venda guarda-chuvas”.
  3. Fala, Rafael! Beleza? Como foi nas cachorras? Lembro que conversamos, mas não lembro do resultado. Essas iscas que você citou ficam boas com 4/0, pode ser Owner S-125 (neste tamanho ele é forte, nos menores não é) ou Decoy Jigging’n Single. Para cachorras, que brigam mais limpo, capaz de os VMC também aguentarem. Oi, João! Que bom que pude ser útil e fico feliz pelos resultados. Também não usei mais garatéias nos últimos anos, mas relembrarei as duas ressalvas que fiz, não sei mais onde, ambas baseadas na premissa de que a isca precisa estar bem dimensionada para o tamanho da boca dos peixes-alvo (ou seja, deve ser facilmente enxarutável pelo Peixe médio que você quer pegar): 1- se o Peixe está batendo de boca fechada em uma competição (só o fato de estar competindo já anula toda essa preocupação com o Peixe, aquele é o momento emboque vale tudo), é adequado usar garatéias para lambar a cara do Peixe quando ele bater. Porque é isso, usar garatéia e isca grande em relação ao Peixe é pescar de lambada, só que mais sofisticada. Mas, em campeonato, não vejo porque não fazer. Eu já não ligo para competições, então não faço, mas recomendaria a todos abrir mão dessa preocupação com o Peixe quando você se dispôs a competir. Se eu for competir, vou levar algumas iscas de meia água com 3 garatéias, basicamente as competições hoje são de quem lamba mais peixes dessa forma. 2- usar grandes iscas de hélice, da mesma forma, é pescar de lambada. Mesmo com anzóis, então eu estou dividido, totalmente 50% sem saber o que fazer. As iscas que usamos (Rip 6.25” e Big Game Woodchopper, que são as melhores na minha opinião, alem das que não são mais fabricadas, como as Caribe e Yakima, que eram fantásticas também) são todas muito grandes, quase nunca o Peixe põe na boca, então é lambada. Como tudo é muito rápido e essas iscas aceitam garatéias do tamanho de âncoras, não vejo porque usar anzol simples, a não ser pela menor chance de enrosco do Peixe fisgado e possivelmente acertar o olho do Peixe. Eu estou muito dividido, porque neste caso a premissa fundamental do Peixe botar a isca na boca não tem como ser respeitada. Ainda não perdi peixes o suficiente para abrir mão do anzol nessa situação, mas é possível que aconteça. #reflita kkkkk Valeu, Fernando! Se quiser uma ajuda mais personalizada, pode me chamar no privado. O Kaiju Red tem uma eficiência na fisgada das melhores possíveis. Do tamanho #1 para baixo, consegui abrir alguns na marra. O menor de todos, #6, com sobrecarga abre fácil, ele é para iscas miudinhas e equipamento para tucunaré amarelo e semelhantes, que eu considero no máximo vara de 12 libras, já abusando. Com vara de 17 lb, iscas entre 8 e 11 cm, os tamanhos 2, 1, 1/0, raramente sofreram deformações. O 2 já abriu umas 3 vezes em enrosco, Peixe maiorzinho, não tem jeito. Mas os tamanhos 1/0, 2/0 e 3/0, não consegui deformar nenhum, nem com enrosco, nem nada. Já ouvi de um cliente que o 2/0 abriu fácil, enquanto o mesmo tamanho da Decoy não abri. Pode ser lote, já vi VMC também abrindo igual manteiga com o dedo. Até o momento, não tive problemas com os Maruri, e são tão baratos que nada se compara em custo-beneficio. Se quer o melhor, Decoy Jigging’n Single. Abraços a todos.
  4. Fala, capitão! A 40 lb já considero aprovada. Falta a 50 e 65 lb. Nesta temporada, talvez eu experimente, pois ainda tenho alguns milhares de metros de 832. Tenho certeza que essas pescadas serão sucesso! As datas estão ótimas! Forte abraço!
  5. Entendo. Acho que acertei quanto às diferentes necessidades que temos. Tucunaré e costeira... Nunca tive problema com a Slick, inclusive a durabilidade é imensa. Estou no finalzinho do segundo carretel de 1500 yds da 30 lb. Quanto ao combo molinete, achatamento e torção, nada tenho a contribuir, pois uso muito pouco - somente para iscas muito leves ou sem aerodinâmica adequada, como as soft. Até então, linha 40 lb com molinete dá para pescar tucunaré grande tranquilamente, pois a liberação da linha é mais suave. Já tirei uns peixes bem grandes, quando procurava por outras espécies menores, com vara de 10 lb, linha 832 15 lb... são acidentes emocionantes.
  6. Sim, você está usando a 40 lb. Na Amazônia, para tucunarés grandes, eu uso e recomendo a 832 50 lb. Qualquer outra linha, vou de 65 lb, que acaba sendo muitíssimo mais grossa, mesmo a Power Pro Slick - agora tenho esperanças que a V2 50 lb dê conta do recado, mas só quando eu puder testar pra poder afirmar.
  7. Eu conferi agora, só porque você perguntou, Ito. Eu esqueço que existe essa característica de achatamento. Inclusive, te faço a pergunta, pois sou completamente ignorante: qual é a importância disto? Distribuição correta de tensão? Forma da superfície de contato com o ar/vento? Comparando com a antiga, eu diria que houve uma redução de 30% no achatamento, porém deve ser porque a linha é 0,32 e eu usava 0,28 mm da antiga. Eu estou usando 40 lb da nova, com a sensação de ser fina como se usasse a 30 lb antiga. É mais provável que esteja menos achatada por ser uma linha mais grossa (ainda que imperceptível), ou seja, é só falha de percepção da minha parte, provavelmente não houve mudança real de perfil, uma vez que ainda há um achatamento fácil de perceber ao olhar. Apenas ficou mais lisa e, neste primeiro carretel, dá a impressão de ser mais durável. A A linha está com cerca de 10-12 dias de pesca, primeiros sinais de desgaste agora (um pouquinho de arrepio). Bom, eu sou pescador de tucunaré. Só me interessa que a linha saia muito bem (arremessos longos), que seja durável e que aguente impactos/trancos. Então, as minhas escolhas são Sufix 832 e PP V2, me servindo a J-Braid Grand X8 na falta das outras. Pude usar ao menos 4 modelos de YGK, tendo ido todas pro lixo no primeiro dia, por desgate prematuro. Para ser bem honesto, a Upgrade eu tive coragem de inverter e usar, totalizando uns 3 dias. Além de cara, parte na maior facilidade do mundo com abrasão até de folhas (inaceitável) e a durabilidade é simplesmente uma piada. Sufix 832 chega a durar um mês na carretilha quando está tudo seco (sem estruturas pra puir a linha). Mas certamente é uma questão de perfil de pesca. Eu escolho essas pelas necessidades que identifico, não é o certo nem o errado, é o que dá certo comigo. Abraço.
  8. Essa linha, na minha opinião, é a melhor que existe. Contudo, a que você comprou vem com rótulo errado. Ela é 40 lb, eu tenho aqui um carretel americano, que vem com as libragens corretas. Ademais, estou testando a Power Pro Slick V2 e estou muito impressionado. A linha evoluiu muito de maciez, ficou mais lisa, tá super durável, coloquei 40 lb para usar onde antes usava a Slick 30 lb e não dá pra sentir a diferença do aumento de 0,28 para 0,32 mm. Só falta testar na Amazônia, vou colocar 65 lb.
  9. Acho uma pena quando um tema sensível, que poderia ser tratado até de forma intensa e dura, mas com educação e inteligência, degringola para ofensas.
  10. Mecânicos de carretilha odeiam Shimano pelo mesmo motivo que mecânicos de carros odeiam Toyota: não dá dinheiro pra eles.
  11. Ratifico tudo que foi dito neste comentário, em especial ao atendimento da pousada Recanto do Maçarico e sua capacidade de proporcionar uma boa pesca. Com relação ao equipamento, prefiro utilizar varas de 25 lb e linha 65 lb, com líder em torno de 0,70 mm. Quanto às iscas de superfície, recomendo levar T20 e/ou Realis Pencil 110, montadas com anzol Maruri Kaiju Red tamanho 3/0, além de iscas de hélice e popper da sua preferência. Caso os tucunarés grandes estejam ativos na superfície, estas serão as opções mais emocionantes. A isca de meia-água que estou recomendando no momento é a MS Raptor Minnow 120, devido à sua alta produtividade e resistência. Pode colocar os mesmo anzóis citados acima. Perderá grande parte dos ataques de peixes pequenos, mas certamente terá uma garantia muito superior de embarque dos exemplares que realmente interessam ao fazer uma viagem destas.
  12. Muito interessante o tema. Como levantado, mas não abordado no excelente texto, em caso de levar a espinha em consideração, a simples execução de diferentes técnicas de arremesso seria prejudicial à vara. Numa vara em que a carretilha ou molinete está montada sobre a espinha ou do lado oposto, arremessos que vergam lateralmente a vara, como side cast, back hand cast e flipping cast seriam prejudiciais ao blank. Poderia se pensar numa montagem com a espinha na lateral, a 90 graus, para uma vara específica para estes arremessos, em que não se poderia fazer os arremessos “retos”, como o tradicional overhead cast. Além disso, teria que se levar em conta a mão dominante do pescador para a correta definição do lado a se posicionar a espinha - que, inevitavelmente, estaria em posição errada na briga com o Peixe, a menos que o pescador se concentre em flexionar a vara sempre lateralmente e para o lado correto. Tendo em vista que as minhas poucas varas de pesca já foram utilizadas muito além do que eu supunha ser a vida útil delas, submetendo-as a esforços superiores aos que eu imaginava que suportariam, utilizando todo tipo de arremesso que pude aprender (imagine o quão danoso poderia ser o spiral), chego à conclusão que a espinha não é tão importante assim em varas de pesca. É famoso no Amazonas o caso das Falcon Cará, varas praticamente inquebráveis sem acidentes, capazes de suportar abusos impensáveis, mas cada uma com a espinha numa posição - o que eu pude conferir pessoalmente um par de vezes nas famosas lojas Sucuri. Mesmo as 5 que adquiri, todas com espinhas em posições aleatórias, 20 graus, 30 graus, 70 graus, simplesmente não dão importância e as varas são inacreditavelmente resistentes. Mesmo varas tidas como quebradiças, como a Daiwa Steez 16lb 6’, suportam grandes batalhas e abusos, sendo suscetíveis a quebras por impactos (acidentes, batidinhas etc.). Possuo uma que é minha principal vara fora da Amazônia (e já tirou alguns tucunarés acima de 6 kg lá também) há mais de na década, e permanece inteira. Pode quebrar de repente? Sim! Já está muito além do que eu esperava. Não será uma surpresa, algo sem motivo ou explicação. Concluo que é uma questão de qualidade na fabricação do blank e montagem da vara. A preocupação com a espinha pode ser um assunto interessante e demonstração de competência dos montadores. Mas, na prática do uso, se provou sem importância para mim. Abraços!
  13. Oi, Hebert! Toda vez que vi uma reclamação deste problema, se tratava da linha deslizando no carretel. Segue sugestão de resolução: Tire toda a linha. Se o carretel tiver furos, use-os para amarrar a linha. Se não houver, coloque um pouco de fita Teflon (aquela de vedar roscas de encanamento) ou mesmo fita isolante, alguma que não se desfaça ao molhar. Amarre novamente, deixando bem firme para que não deslize. Depois conta aqui se resolveu. Abraço e boas pescarias.
  14. 128 pega Peixe, principalmente trabalhada como stick. Como zara não é boa, pesada demais para trabalhar, Peixe erra bastante. 107 achei um fiasco, de nado e de atratividade. Mas teve quem conseguisse pegar Peixe. Agora que critiquei, jazinho aparece alguém que adora a isca. Kkkkk
  15. http://www.cprm.gov.br/sace/index_bacias_monitoradas.php?getbacia=bamazonas#
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