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Daniel Rochiti

Pressão Atmosférica, Lua, interfere na pescaria?

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Gostaria de saber dos mais experientes o quanto a pressão atmosférica interfere na pescaria, no caso em agua doce.

Eu tenho um GPS montana 650 que tem essa função de Barômetro, e gostaria de começar a usa-ló, nele também tem informações sobre a pesca, e indica assim:

Dia Médio

Dia Bom

Dia Excelente

Em que base ele tem essas informações?

Ouvi dizer também sobre a lua... que os horários bons para pesca é ao nascer e por da lua, Será? por exemplo, no GPS marca, Dia bom, nos seguintes horários, ex. das 10h à 12h porem a lua não esta boa e ela não nasce e nem se põe nesse horário. Gostaria de entender isso....

Pesquisando na internet encontrei alguma coisa mais não consegui compreender...

Então quer puder me ajudar com informações sobre a melhor pressão atmosférica para se pescar

, essa função do gps em relação a pesca e sobre esses horários da lua eu agradeço.

Abraço!

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Ixe esse é um tipo de assunto muito discutido e que nunca vai chegar em um consenso :gorfei: :gorfei: :gorfei:

Minha opinião:

1º Simplesmente desconsidero essa informação caça e pesca do GPS, nem olho isso, não dá certo!!!

2º Pressão atmosférica, essa sim influência mas tb não olho isso :gorfei: :gorfei:

3º Lua, para mim n influencia, maaaasss se for possível escolher eu prefiro na lua cheia minhas pescarias na lua cheia sempre foram mais produtivas, além do mais lua cheia refletindo no rio é muito top.

abraço parceiro

Logo aparecerão outros com outras opiniões joia::: joia::: joia:::

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Comigo aconteceu algo estranho esse ano.

pesquei 4 dias no Teles pires, e nos dois primeiros dias de pesca nao houve açoes nem capturas, foi um pessimo dia.

No segundo dia que estava pessimo meu piloteiro disse: " amanhã vai acontecer a troca da lua, vai ser outra pescaria". E nos dois ultimos dias foram realmente outra pescaria com uma lua diferente. Depois desse dia nao duvido de mais nada. O porque de isso acontecer eu nao tenho ideia, mas que interfere eu acredito sim!

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eu acho que interfere,como o clima em geral, mas em pescaria agendada de água doce que são fora do meu estado não tem jeito já to lá pescando joia::: ,no robalo aqui eu posso programar ai vejo essas coisa de pressão;temperatura/maré danca:: ,abraço.

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A fase lunar não me impede de ir pescar, vou quando posso independentemente da lua.

Contudo, observo que nos dias de mudança de fase, a pesca é pior. Não quer dizer que não pegue nada, mas piora a situação daquele momento.

Já fiz boas e péssimas pescarias em todas as fases, afinal pesco quase todo fim de semana. Mas tenho mais confiança para lua crescente prestes a mudar!

Pressão atmosférica influencia , mas não sei determinar e correlacionar.

Diz a lenda que quando ela está subindo é bom.

Oque eu já vi diversas vezes é pegar bem antes de uma chuva cair, e observando o meu barômetro, pude ver que a pressão sobe rápido e depois cai com a proximidade da chuva. Mas esta chuva deve cair onde vc está.

Oque eu digo com certeza, e podem testar: Aquela hora, em que se vê muitos pássaros voando (dizem ser por causa dos insetos que começam a voar influenciados pela pressão), e cantando, coincide com um START nos peixes.

É a hora que começa a ter ações. Hora também em que a o espelho da água está limpo e parado.

Quando vc vê muitos peixinhos batendo na flor da água não é bom sinal. Os bocudos não vão atacar. É como aquela história de que quando o gato sai os ratos fazem a festa.

Mas oque manda mesmo é o SOL. Calor e tempo estável, pode ser qualquer lua, que o peixe vai comer.

Aqueles dias de verão, com tempo aberto, sol a pino , mormaço sufocante, um calor Senegalesco. Aí é só usar uma zara cromada, BEM barulhenta, e esperar a pancada do Macetão.

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Achei isso na net http://www.moscanagua.com.br/wp-content ... a-V1.4.pdf ....será que esta certo essas informações?

Relação entre pressão atmosférica e a pesca

A variação da pressão atmosférica afeta mais os ambientes de água rasa e doce do que os ambientes profundos com água salgada, pois nestes ambientes as pressões são tão altas que as variações da pressão atmosférica exercem pouca ou nenhuma influencia.

A principal teoria em relação ao efeito da pressão atmosférica nos peixes é que ela acaba afetando as bexigas natatórias, provocando desconforto e desorientação e estimulando peixe a se descolar na vertical para compensar esta variação na pressão. Segundo esta teoria, quando a pressão barométrica desce, o peixe irá se descolar a águas mais profundas tentando compensar o desconforto, afastando se da superfície e das estruturas. A teoria sugere que momentos antes de uma queda da pressão atmosférica o peixe ira se alimentar muito até que atinja a profundidade adequada e a partir daí irá cessar qualquer atividade. O problema com esta teoria é que a água é em geral 900 vezes mais densa do que o ar e gera muito mais pressão. Uma coluna de 1 metro de água gera uma maior variação na pressão da bexiga de um peixe do que uma mudança dramática na pressão atmosférica.

Pressão: Alta

Tempo: Céu limpo e claro

Comportamento do peixe: Os peixes procuram cobertura nos troncos, algas, estruturas submersas ou nos lugares mais profundos do rio. Se a água estiver muito quente ele para de se alimentar.

Tática de pesca: Use iscas para profundidade, procure pescar nos lugares que normalmente fornecem abrigo aos peixes (Embaixo de estruturas, águas profundas). Evite pescar nos rasos e corredeiras.

Pressão: Em aumento

Tempo: O céu vai ficando mais limpo e claro.

Comportamento do peixe: Os peixes se tornam mais ativos. Eles abandonam os lugares mais profundos e após um dia ou dois eles começam a se alimentar normalmente.

Tática de pesca: Use iscas mais claras e brilhantes próximo dos lugares que brindam abrigo aos peixes. Pesque nas águas intermediárias, movimentando a isca dos lugares mais profundos para os menos profundos.

Pressão: Normal e estável

Tempo: Bom

Comportamento do peixe: A atividade dos peixes é normal.

Tática de pesca: Use suas iscas favoritas observando a disponibilidade de alimento em volta do peixe (eclosões).

Pressão: Em queda

Tempo: Piorando

Comportamento do peixe: Este é o momento de maior atividade dos peixes.

Tática de pesca: Utilize diferentes métodos de pesca, concentrando os esforços tanto na superfície como imediatamente abaixo da superfície. Se for o caso, acelere a velocidade de recuperação da isca

Pressão: Levemente inferior

Tempo: Normalmente nublado

Comportamento do peixe: Os peixes tendem a se deslocar, alguns deles se tornam mais agressivos e abandonam seus abrigos procurando águas mais rasas. Outros procuram as águas mais profundas. O comportamento depende muito da temperatura da água.

Tática do pescaProcure o peixe tanto na superfície como na média água. Diminua a velocidade com a qual recupera a Isca.

Pressão: Baixa

Tempo: Chuva e vento

Comportamento do peixe: Os peixes se tornam menos ativos e procuram os lugares mais profundos.

Tática de pesca: Procure o peixe nos lugares mais profundos. Tente diferentes velocidades na recuperação da isca.

Conclusões

Em resumo, o efeito da pressão atmosférica na atividade de alimentação dos peixes pode ser descrita da seguinte maneira: Uma queda na pressão atmosférica aumenta a atividade de alimentação dos peixes enquanto um aumento da pressão provoca uma queda. As altas pressões empurram os peixes para águas mais rasas e as baixas pressões para águas mais profundas.

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Obrigado a todos pelos comentarios.....

Legal Rodrigo......vou começar a observar os passaros.....mais em relaçao aos peixinhos batendo na flor d'água, eu ja tive uma experiencia assim, era um cardume de tucunare se alimentando....e nao deu outra, foi um atras do outro....

vamos ver se aparece mais alguem para contribuir com esse assunto...

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Vou te falar q não entendo nada, e nem me apego a isso... mas minhas melhores pescarias de tucunaré esse ano, foi com o tempo virando ou virado pra chuva....

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Então Moises.....se para você foi assim, se encaixa nessa teoria da pressão atmosférica,

Pressão: Em queda

Tempo: Piorando

Comportamento do peixe: Este é o momento de maior atividade dos peixes.

Tática de pesca: Utilize diferentes métodos de pesca, concentrando os esforços tanto na superfície como imediatamente abaixo da superfície. Se for o caso, acelere a velocidade de recuperação da isca

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Em minha região, nas pescarias de matrinxans, a lua cheia ( nos calendários de pesca " LUA ÓTIMA " ) é uma M.... .

Tenho a seguinte teoria ( Já tem várias pescaria que venho anotando a fase da lua e o resultado da pescaria ) é que quanto mais clara a lua, pior a pescaria durante o " DIA ". Tenho por base que quando a lua é clara, o peixe ( Matrinxa )como o tempo todo, ficando manhoso por estar de " BUCHO " cheio.

Nas noites onde a lua se esconde cedo ( Crescente e Minguante ) o bicho bate duro.

Mas é a tal da " minha opinião ", e respeito a dos outros 100%.

Abraçosss...

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Em minha região, nas pescarias de matrinxans, a lua cheia ( nos calendários de pesca " LUA ÓTIMA " ) é uma M.... .

Tenho a seguinte teoria ( Já tem várias pescaria que venho anotando a fase da lua e o resultado da pescaria ) é que quanto mais clara a lua, pior a pescaria durante o " DIA ". Tenho por base que quando a lua é clara, o peixe ( Matrinxa )como o tempo todo, ficando manhoso por estar de " BUCHO " cheio.

Nas noites onde a lua se esconde cedo ( Crescente e Minguante ) o bicho bate duro.

Mas é a tal da " minha opinião ", e respeito a dos outros 100%.

Abraçosss...

Já li basante à repeito e como nosso amigo Diogo disse, em noites de lua com a claridade, os peixes continuam ativos e no dia seguinte tão de bucho cheio.

Vou procurar uma das melhores matérias que li sobre o assunto e posto em breve.

:amigo:

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Matéria extraída da revista Pesca Esportiva edição nº 170 – Dez 2011

E a lua com isso?

Que as fases da lua mexem com as marés e as pescarias nos ambientes sob sua influência marinha já é sabido.

E na água doce, o astro “manda” em alguma coisa?

Está se tornando um fato cada vez mais comum observar grandes diferenças nos resultados de pescarias feitas em semanas consecutivas num mesmo ambiente de água doce. Muitos grupos de pescadores já fazem até piada ao atingirem seu destino: “E a pescaria, como está?” Na semana passada a gente já sabe que estava muito boa, queremos saber para esta!” Brincadeiras à parte, isso realmente pode acontecer, tanto de uma semana para a outra como no decorrer de uma mesma semana de pesca. Qual é, ou quais são os fatores que podem estar por trás desse enigma, e o que pode ser feito a respeito?

DINAMICA DAS ÁGUAS

Nos ambientes de água doce, o esforço de pesca geralmente é concentrado nos períodos de vazante e seca. Neste movimento de redução dos níveis da água, os peixes tendem a migrar para os canais dos rios e para dentro das lagoas, abandonando a vegetação e as áreas inundadas. Enquanto a alimentação das espécies herbívora e carnívora baseada em artrópodes (como insetos, crustáceos e moluscos, entre outros) entra numa época de redução da oferta alimentar, os carnívoros com preferência piscívora ( grande parte das espécies esportivas de maior interresse) entram em plena atividade.

Neste processo, um dos efeitos mais sentidos e “devastadores” sobre os resultados das pescarias é a influencia do nível da água. Mesmo com níveis mais altos, com a água ainda invadindo as matas ciliares, os resultados costumam ser bons, desde que os níveis estejam baixando. A qualquer mudança neste padrão, fazendo com que a água pare de baixar ou comece a aumentar (movimento conhecido por repiquete), geralmente o comportamento dos peixes muda abruptamente e eles reduzem ou até mesmo cessam completamente sua atividade alimentar.

Sabe-se que os pulsos de inundação regem a maior parte dos processos associados aos ecossistemas aquáticos, principalmente nas comunidades ictiícas. A reprodução, o desenvolvimento de ovos, larvas e jovens e a atividade alimentar, entre outros, dependem fortemente dos níveis da água e de sua tendência: de subida ou descida, além da sua intensidade, e também da duração. Entendendo isso, é fácil supor que mudanças bruscas nessas tendências afetem rapidamente o comportamento das espécies. Outros fatores, como condutividade (teor e concentração dos sais dissolvidos e de seus ânions e cátions), fotoperíodo (duração do dia e da noite), teor de oxigênio dissolvido, alterações de pH e temperaturas afetam diretamente o comportamento dos peixes e, consequentemente, os resultados das pescarias.

“EM NOITES CLARAS, MUITAS ESPECIES “VISUAIS” AMPLIAM O PERÍODO DE ALIMENTAÇÃO E TENDEM A FICAR MAIS SACIADAS”

INFLUÊNCIA LUNAR

Mesmo que todos os fatores acima estejam favoráveis, principalmente com relação ao nível da água, não é incomum que as pescarias tenham resultados sofríveis. Isso pode ser explicado pó outro fator de nítida importância no comportamento da ictiofauna: a influência exercida pela lua. Nos ambientes de água doce, o maior efeito desse astro , pelo que se sabe até o momento, diz respeito à sua claridade. Nas noites sem nuvens, a luminosidade lunar exerce sobre os peixes efeito similar ao que tem sobre nós, humanos. A percepção visual aumenta, facilitando o deslocamento e outras atividades guiadas pelo sentido da visão.

Piranhas e tucunarés, além de muitas outras espécies, se movimentam bastante quando há claridade à noite; ao contrário, em noites escuras ou quando a lua se recolhe, eles procuram abrigo e proteção na escuridão. Por outro lado, ver mais também significa ser visto mais, o que aumenta o risco de ficar exposto a predadores. Para os bagres, animais com tendência a hábitos noturnos, é nítida a redução ou ausência completa da atividade alimentar quando há claridade.

Mesmo sendo animais com o sentido da visão pouco desenvolvido, seus olhos captam muito bem a presença ou ausência de luz.

Outro fator que deve ocorrer nas noites com claridade é que muitas espécies visuais, como o dourado (que também tem costume de se alimentar à noite!), ampliam seu período de alimentação e com isso tendem a ficar mais saciados, o que influenciaria na redução dessas atividades durante o dia, reduzindo também o número de ataques às iscas. Nas noites sem luminosidade, as espécies de siluriformes (bagres) aumentam seu ritmo alimentar, e as espécies diurnas, geralmente os peixes de escama, reduzem o ritmo buscando abrigo e proteção para então voltar às atividades durante o dia, consequentemente com mais ímpeto e intensidade.

REGRAS?

As coisas não são tão simples como aparentam. Um grande amigo pescador notou que durante uma semana na qual predominou a lua cheia e o começo da minguante em uma região isolada da Amazônia – ou seja, com muitos peixes – a pesca dos grandes bagres foi sofrível e com poucos resultados, mesmo que os pescadores dedicassem a maior parte de seu tempo à sua busca.

Notou, inclusive, que os peixes de escamas também eram apanhados em menores números e quantidade nas pescarias realizadas de dia. Até aí, a prática foi condizente com a teoria.

Na semana seguinte, quando a lua ficava cada vez menos presente no céu, as pescarias dos grandes bagres tornaram-se sensacionais.

Piraíbas, pirararas, surubins, jaús e outras espécies alimentavam-se intensamente na escuridão.

Então, uma grande dúvida surgiu: os pescadores observaram que a pescaria diurna de trairôes (pescavam na bacia do Rio Xingu) mudava de uma hora para outra durante os dias. Como estavam prestando atenção n lua, notaram que os peixes só começavam a se alimentar com vontade quando a lua sumia do céu. Detalhe: durante o dia! E como explicar este fato?

Simples: ainda há muito o que se aprender sobre a real influência da lua sobre a ictiofauna de água doce brasileira.....

Bem amigos, agora que ficou fácil de capturar peixe o dia todo, lembre de soltá-los também.

E não vejo a hora de esquentar e parar de ficar entupido de teoria e ir para a prática. :gorfei: :gorfei: :gorfei:

surtei:: surtei::

:amigo:

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Costumo pescar a noite quando a lua se poe .. noite com lua cheia costumo rodar dourados e pacus.

abracos

Então a matéria corresponde com a realidade. E como estão os resultados?

:amigo:

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