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Alexandre A Grandi

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Sobre Alexandre A Grandi

  • Rank
    Pescador de Lobó
  • Data de Nascimento 16-01-1966

Profile Fields

  • Sexo
    Masculino
  • Nome + Sobrenome (obrigatório)
    Alexandre A Grandi

Informações de Perfil

  • Localização
    Canoas - RS
  • Interesse
    Tudo sobre pescarias e náutica.

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553 visualizações
  1. Oi Pessoal, tudo bem? Lí os tópicos anteriores e percebi que todos estão considerando condições ideais. Lembro que motores de popa dão muuuitos problemas, as vezes bem discretos e que não percebemos logo. Um que já aconteceu comigo em um 15 HP Evinrude foi uma quebra de anel de compressão. As vezes quebra só uma pontinha do anel e maior parte dele continua no lugar. O pedaço sai pela descarga e você nem nota. Isto faz com que a compressão diminua um pouco. O motor pega até mais fácil, gira bem em baixas e médias rotações e só não consegue subir todo o giro que poderia, mesmo com helice e altura corretos. Sugiro sempre antes de investir tempo em outros testes medir a compressão do motor. Isto pode acontecer até com motores zero KM, e é comum acontecer com os mais usados. Se acontecer, verifique o estado da(s) camisas dos cilindros, pois na maior parte das vezes o mecânico quer reformar o motor e uma simples troca de anéis resolve o problema. Se o problema de pouca compressão for desgaste por uso, sem nada quebrado, o certo é reformar, mas se você estiver com pouca grana pode, provisoriamente, colocar anéis uma medida maiores, que seu motor ainda vai funcionar um bom numero de horas. Se tiver as ferramentas para desmontar faz isto em casa folgado em uma tarde. É muito parecido com motor de moto antiga, tipo as Yamaha RX. Os motores de dois tempos e um ou dois cilindros são muito simples e tem poucas peças dentro. Abraço a todos! Alexandre
  2. Olá ! Será que ela ainda está por lá em 2015? A turma está programando uma pescaria por lá no ano que vem e pegar ela também ! Abraço
  3. Lindas garoupas. É um sonho que tenho. Nunca peguei nenhuma maior que 5 Kg. Parabéns!
  4. Muito bom ! Eu levava os meus desde pequenos e hoje são companheiros. No avatar ao lado somos nós com um douradão. Tenho um nene de 1 ano e 7 meses e daqui a pouco já vou levar ele também. Na foto abaixo sou eu com meus filhos chegando em uma pescaria do ano passado. Parabéns !
  5. Muito bom ! Eu levava os meus desde pequeno e hoje são companheiros nas pescarias. No avatar ao lado são eles comigo e um douradão. Aqui abaixo nós chegando em uma do ano passado. Hoje eles tem 21 e 24 anos. Tenho um nene de 1 ano e sete meses e daqui a pouco já levo ele também. Abraço e parabéns!
  6. Você mediu e pesou? Nunca ví tão grande. Pode ser recorde mundial. O maior que tinha visto foi na Argentina onde chamam de Armau e tinha só uns 8 KG, no máximo. Parabéns!
  7. Vicia sim! Levo meus filhos para pescar seguido e na volta ficam pedindo para ir novamente logo depois. Ano passado o do meio pegou um dourado de 16 kg e outro de 14 kg na Argentina e agora quer ir toda hora !!! Pagar pra irmos os 3 fica caro, mas não tem preço a alegria que dá! Parabéns !
  8. Que beleza de pescaria ! E obrigado pela dica do lugar. Abraço !
  9. Beleza de peixes! Este menorzinho todo pintadinho não conhecia. É parente do Armado ou Armau que tem aqui no sul? Abraço!
  10. Boa tarde Colegas ! Estava revisando minhas fotos de pescarias antigas, de antes das maquinas digitais, e encontrei coisas que nem lembrava mais e que me emocionaram. Saíamos de Canoas- RS a tardinha em um, dois ou três carros, 3 pescadores por carro. Fazíamos cerca de 850 km pela madrugada, rebocando barcos com motores, tralhas, isopores (naquela época pouca gente já tinha se conscientizado de pescar e soltar), e até a comida e bebida. Queríamos poupar uma noite de aluguel da cabana e estar lá de manhãzinha para pescar. Alguns da turma preferiam assim por terem pouca grana e outros pela aventura de ficar meio acampado. Alugávamos uma cabana bem precária em Ituzaingó, na barranca do rio, cujo único serviço era o trator para baixar o barco. (ás vezes era com nossos carros mesmo...). Conseguíamos passar 4 dias pescando, sem piloteiro, e gastando menos de U$ 200,00 por cabeça, com tudo. Outros tempos.... Cada dia um cozinhava, outro lavava o barco (já sentiu cheiro de muçum podre de 3 dias quando fica escondido embaixo de um banco?), outro limpava os peixes (lembrem, isto era a quase 20 anos- fazem muitos anos que não mato mais nenhum nas pescarias), outro ia buscar gasolina e reabastecer de cerveja, (não importava quanto se levasse, sempre faltava), etc.. Saíamos as 5:00, 6:00, 6:30, dependendo da época do ano e da hora do amanhecer. As natureza lá é linda e exuberante. Só o navegar naquela lindeza já enchia a alma de alegria! Chegávamos nos pesqueiros e rebocávamos iscas até perto do meio dia. Se desse peixe, excelente. Se não desse, o convívio com os amigos, as piadas e o papo-furado já deixavam todos felizes. Então achávamos uma barranca e assávamos um dourado se tivesse algum, ou mesmo uma costela gorda, com vinho ou cerveja e pão como acompanhamento. Muitas vezes se estava dando peixe era só um salsichão com pão e toca de volta pro rio. Tinha um colega sortudo, que enquanto assava o churrasco deixava uma linha iscada com lambari ou tuvira num anzol de galho na correnteza e vira e mexe pegava um dourado. Uma vez pegou um de 12 KG assim !!! A tarde mais uma rodada de rodadas, rsrsrs, cerveja e diversão, e quando estivesse perto do escurecer, de volta para a cabana. Limpar peixe, limpar barco, jantar de massa com guizado, pra ser rápido e ter 'sustança", ou arroz com linguiça, ou coisa do tipo, e depois carteado até o último não aguentar mais de sono.... Pela manhã mais um dia do mesmo jeito. Muuuuuito bom !!!! Na hora de vir embora, a tristeza de ter de voltar, mas uma grande alegria por ter estado lá. Mesmo nas vezes em que a pescaria foi com frio e chuva o tempo todo, ou que deu pouco peixe, sempre era muito bom passar estes dias por lá. Mais 850 km de estrada para voltar, muitas histórias e estórias para os amigos, e já iniciando o planejamento da próxima! Depois cada um foi indo para um lado, um casou com mulher brava, outro mudou de cidade, e infelizmente dois dos parceiros das fotos abaixo já foram para a grande pescaria do céu e não podem mais voltar lá. A turma se desfez e já faz 10 anos da última pescaria desta turma junta. Hoje acostumei com os confortos de pousada limpa, comida boa, piloteiro, foto digital para não me chamarem mais de papudo quanto ao tamanho dos peixes, etc. . Também não dá mais pra ir pescar 4 dias com U$ 200,00, mas não me queixo, o Homem lá de cima foi bom comigo e dá pra encarar os novos custos de vez em quando. No ano passado tive o gosto de fazer a primeira pescaria por lá com meus filhos adultos, já no sistema mais confortável. Não tem dinheiro que pague a alegria de dividir uma pescaria com eles ! Seguem algumas fotos de pescarias da década de 90, quando ainda atravessávamos de balsa para a Argentina e a ponte de São Borja estava em obras. Espero que os amigos gostem destas reminiscencias. Abraço a todos e boas pescarias! Alexandre
  11. É bem assim mesmo. Tô pensando em colocar uma igreja destas.... rsrsrsrsrs
  12. Muito bem dito. Fazem 5 anos que parei de aceitar cheque na minha pousada e com estes eu não fico mais bravo.....
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