Acho bobagem, olha Arcer meu pai teve um 5hp 2008 ele faleceu a o passado, vendi esse motor esse ano pra um amigo. Esse motor usava quase nada, por fim eu funcionava e ele 1x no ano num tambor. E sempre tava funcionando igual um relógio, até rotor é original ainda. Só fiz uma vez uma boa revisão. Esse amigo que comprou mora no condomínio onde pesco ele usa quase td dia, motor tá redondinho. Acho se vc usasse em água salgada td bem, mas água doce não precisa muito esses cuidados extremos.
Eu nunca fiz revisão em motor meu que tirei zero pra manter a garantia, deslocamento é longe e chance dar zica em que for um problema de fabricação é quase zero. Faria só se tivesse motor eletrônico acima de 40hp 4 tempos injetado.
Motor portátil 2t faz vc mesmo.
Rotor se troca a cada 4 anos se vc não usa em areia. Oleo rabeta td ano , se usa muito cada 6 meses. Olhe eixo helice se não tem linha, vela só tira e limpe e troque a cada 100h.
E o resto é lubrificação partes móveis e limpeza. O mais importante de tudo, funcione e se motor com constância, 5hp só por num balde de 20 litros, lkkkkkkkk.
Não precisa não, esgote bem. Não lembro 5hp se o dreno do carburador é fácil esgotar, mas se for tire o parafuso e deixe esgotar tudo se for ficar muito tempo sem usar, pq mesmo esgotando funcionando sobra um pouco na cuba e essa bosta de gasolina nossa com 30 e poucos de etanol acaba por facilitar juntar borra ou oxidar.
Mas eu funcionaria sim pelo menos a cada 3 meses.
Tem seu uso sim. Minha abu 7000 uso direto pescaria peixe couro.
A 6500 tb pois ela pega 100m de mono 0.60, e uma bg que pega isso é a Titan 400 e forza 400 , que parecem um casco de tartaruga e são até mais pesadas que a abu. Agora as 5500 que pegam 100m de 0.52 ela cai na linha das bg 300 q são bem mais leves e tem mta opção com mesma capacidade. Agora a 3600 é prateleira, kkkkkko
Essas carretilhas hj com a vinda das biggame ficaram restritas a alguns tipos de pesca, como um Dourado, Pintado, ou outros peixes de couro médio porte e principalmente onde se usa monofilamento como locais com pedras ou pesca de rodada. Ou uma pesca de currículo na Argentina.
Eu tava pesquisando aqui no Google e vi fotos de Abu do ano 2000 e vi o knob que vc se referiu e lembro que a minha tinha esse knob devo ter trocado a manivela dela agora que vi essa foto do Google ela realmente tinha esse knob da foto abaixo
Depois de 2 anos pescando em outros locais. Resolvemos voltar ao velho conhecido Suiá. Seria minha quinta vez lá. Fomos mais o Branco amigo nosso, 3x, Xande meu primo 3x e o Fábio outro primo primeira vez.
Como sempre saimos aqui do interior de Sp direto até Nova Xavantina. 1250km.
Chegamos no Hotel e já tomamos uma pra queimar a largada. Kkk
No outro dia mais 300km e chegando em Querencia , tomar um lanche e tomar rumo a pousada. Antes eram 175km de terra, hj uns 30% desse trecho ja tem asfalto.
Chegamos na pousada o dono Márcio e o Gerente Bonfim já nos recepcionaram
A pousada como das ultimas vezes que fomos estava impecavel, tratamento vip, motores novos, guias excelentes, comida top, quartos limpos.
Ja chegamos, montamos as tralhas pescar uns piaus pra usar de isca peixes de couro
Vamos a pescaria:
O intuito for ir no começo da temporada com rio mais cheio pra ter uma pesca diversificada, mesmo sabendo que a chance do trairão no pincho seria quase nula, pois sempre vamos no no meio da temporada entre julho e agosto.
Pescaria de pincho:
Acredito que por termos sido a 1 turma cheia na pousada os tucunarés não estavam veiacos.
Foi surreal, só no primeiro dia eu e meu parceiro pegamos 110. Apesar de tamanho reduzidos, em media 40 a 50cm, alguns up 50, sendo maior 57cm. Contabilizamos cerca de 380 tucunas na pescaria . Isca rei do rio osso 95 era o cão foi apelidada pelos guias como "tarrafa" de tanto que pegava. Sairam alguns na zaras e stick. Tb. Alem de bicudas e cachorras. Trairão realmente só com rio mais baixo
q
Pescaria linguiçando:
Foi mais o foco do meus primos, eu tb dei uma arriscada, sairam trairoes, cachorras, bicudas, cacharas, mandubé e ate uma pirarara baby, como foi a pesca de tucunaré , teve acão dia todo. Sendo maior trairão com 84cm e 9kg
E foi isso turma, quem quiser ver mais fotos e videos das empreitada no face Doutores da Pesca tem.
Agradecimento aos Guias Prado e Samir foram sensacionais. A pousada suiá miçu com seu tratamento top. Provando mais uma vez que o Suiá é diferenciado em termos de quantidade de especies e estilos de pesca.
Materiais utilizados:
Pincho: carretilhas Ms Liger vara Bw 16lb e Venator 17lb. Linha manster w8 40lb e leader vexter 0.52
Iscas:zig zara, rei do rio, lorão, snake e t20
Linguiça: carretilha Ms Contender Bg ,multi saigon 55lb, vara Ganges 40lb., anzois de 6 a 8/0.
Mas o molinete em Si é muito top pelo custo, já peguei pacus de 9kg aki, já tô usando o abu faz 6 meses. Leve, macio ótimo Arremesso. Mas ainda não é do nível do Venator antigo. Esse eu tenho até hj meu 1500 e uso direto lá, 8 anos na lida, minha opinião melhor molinete q já tive, e olha q tenho uns Sedonas, Symetre , Okuma. Acredito que peguei mais de 300 peixes nele Pacus, Tucunarés, junto com uma a Daiwa Revros 7 pes de 15lbs , uma pena terem tirado essas daiwa e o venator antigo de linha. Eu e meu irmão temos 5 revros , pensa numa vara leve equilibrada e resistente. Nunca quebrou nenhuma.
As carretilhas top da marine sim são feitas pela Doyo. Mas os molinetes não são td China , apesar q nunca vi um molinete marine com cópia chinesa idêntica excluindo o antigo tiga
Começo com um agradecimento especial ao João Medeiros (História de Pescador), que viabilizou a nossa ida para a então conhecida Operação Aracú, que hoje passou a se chamar Camaiú Camp (passaram a ser duas Camaiú - Lodge e Camp), por estratégia dos novos proprietários (Vitor vendeu essas operações da Vilanova Amazon para um novo operador).
Diante da desistência de um grupo que havia reservado o período, houve a possibilidade de (mesmo num grupo menor de apenas 6 integrantes) desfrutarmos esse belo local (tanto no visual, quanto na fartura dos peixes).
Semana anterior a viagem, é tempo de buscar as derradeiras providências com a dificuldade permanente de insônia pelo aguardar da data/momento de embarque ! Éramos 5 da BA e 1 de SP/Rib Preto, com horário de chegada em Manaus por volta das 11:00 h. Limitados pelo peso de embarque no hidroavião (15 kg por pessoa com o tubo...) não houve qualquer problema às 04:30 h nos aeroportos. Dia de sexta feira é sempre pegar o contra fluxo para Brasília, mas o voo estava cheio, principalmente no segundo trecho por outros grupos de pesca embarcados na etapa de Brasília para Manaus. Voos bastante tranquilos (GOL) com aquela "delícia" de serviço de bordo... (me parece uma falta de respeito diante dos custos dessas passagens...)
Com as bagagens retiradas, foi hora de providenciarmos o nosso transfer (também providenciado pelo João Medeiros) que foi uma VAN que nos levou ao hotel (DA VINCE), já conhecido de idas anteriores, para um rápido check in, deixar as tralhas e seguir para o almoço (Tambaqui de banda) que estava sensacional ! Para quem não conhece, fica na praça do Teatro Amazonas.
Escolher entre uma banda de tambaqui (costela) e uma matrinxã (sem espinhas) feitas num braseiro e acompanhadas com farofa e banana da terra frita, com chopp super gelado era - indiscutivelmente - um dos momentos de muitos agradecimentos...
Ainda houve tempo de uma passada pelo sorvete regional (também na mesma praça) e retorno ao hotel, em busca de um ar condicionado, pois o calor manauara é sempre muito intenso, e o suor escorria por todo o corpo...
Antes de retornar, uma parada (obrigatória) na Sucuri, cada vez melhor estruturada com opções de pesca incríveis... Muito difícil encontrar material que não seja de excelente qualidade e não me refiro apenas às iscas, carretilhas, molinetes e varas, mas na variedade de produtos (camisas e calças UV+, sacolas, chapéus, bonés, facas, alicates, boga grip, etc...). Loja sempre cheia de grupos de pescadores circulando nos diversos ambientes e estandes de apresentação. É sempre um teste de "autoconvencimento" não levar alguma coisa, ainda que seja desnecessário e/ou já estivesse dentre as tralhas dos viajantes
Finalmente no hotel e no frescor do quarto, conseguimos finalmente relaxar... A localização do hotel é bastante próxima do Shopping Manauara e dar um circulada por lá é quase uma obrigação de quem está atoa... Felizmente o local tinha bastante gente (sexta à noite), mas dava para circular com tranquilidade. Acabamos indo onde era a Cachaçaria do Dedé, (sob nova direção - bem pior que a anterior...) e depois de uns copos de cerveja e uns beliscos, retornamos para o hotel para o merecido descanso e preparo para seguir adiante na madrugada seguinte. O sono superou as ansiedades / expectativas e não demorou muito para os "alarmes do celular" nos acordarem (ainda escuro) para dar sequência nesse procedimento de check out do hotel e esperar a VAN do transfer (ainda rolou um cafezinho no hotel, com uns pães de queijo recém assados)
Horário marcado, horário respeitado e rapidamente entramos na VAN com direcionamento ao aeroporto, buscando o local do check in da Rico (fica num local comum ao das companhias comerciais de maior porte - GOL, LATAN e AZUL), para equacionarmos a questão do peso e dos tubos, que terminou sendo bastante simples pela disponibilidade de assentos (éramos 6 + a cozinheira que iria de carona), de modo que não houve problemas até por conta de um "peso extra" de reposição para nossa estadia na Pousada (frutas, pães, bolos, etc...). Já com a claridade do dia, hora de embarcar no hidroavião CARAVAN (sempre excelente) para seguir ao nosso destino. Piloto meio "marrento", mas não foi empecilho para superar 1 h 20' de voo com céu de nuvens sem atrapalhar os "menos corajosos". Observando do alto, as barrancas mostravam que o rio não apenas estava na caixa, mas que o nível das águas estava bastante baixo, o que poderia nos facilitar a encontrar os "bocudos".
Na chegada um pouco de emoção, pois o avião pareceu ter arremetido na sua tentativa de pouso, quando na verdade se tratava de uma medida normal de aproximação para ver as condições do nível das águas para o pouso com segurança (isso poderia ter sido informado pelo aviador, mas "marrento" é assim mesmo...). A aeronave encostou no cais onde fica a escada de acesso à Pousada, onde a turma que passara a semana por lá (# 01 de 2026) esperava ansiosa para retornar à Manaus. Tive a oportunidade de reencontrar o amigo de outras datas (no passado) Johnny Hoffmann que estava fazendo umas filmagens no local. Esse momento foi uma "festa", com direito a fotos e "promessas" de novos encontros (talvez de caça e pesca...)
O CARAVAN não demorou a levantar voo com sua carga de pescadores felizes pelos dias de pescaria. Subimos as escadas para chegar à Pousada, onde encontramos um café da manhã de assustar, tamanha diversidade e fartura (fato que se repetiu durante todos os dias em que estivemos lá). Pessoal sempre prestimoso (talvez um dos fatores marcantes e merecedores de reconhecimento), logo nos deixou a vontade... A localização da Pousada (para quem não a conhece) é privilegiada ! SHOW
Também nós, mesmo com o "cansaço e ansiedade" da viagem, colocamos as camisas "ouro" confeccionado para este ano !
Claro que os tubos foram abertos, as linhas esticadas nos passadores, bem como o exagero de iscas se revelou nesse primeiro momento (depois passam ser usadas as "matadeiras" e as demais ficam em compasso de espera). O almoço foi servido pouco depois do meio dia, com uma comidinha absolutamente fantástica, que se repetiu por todo o período, constando sempre duas opções de proteínas, saladas, arroz, farofa, macarrão, feijão, purê de batata, etc... sobremesas variadas, além de sucos regionais... Comida para engordar qualquer um ao longo desse período - registro feito, não ficarei me repetindo... (comida na Pousada era pela manhã e à noite, pois o almoço era sempre nas barrancas e praias de areias brancas).
Fomos aconselhados a esperar para sair às 14:30 h, mas pouco depois das 13 h já estávamos nos botes com as duplas pré-estabelecidas (dentre os 6, tínhamos 2 novatos de pesca de rio, que eram "tutorados" nesses primeiros momentos - deu tudo certo). O sol estava ativo, mas no começo de pescaria não tem essa "de calor", permitindo aos nossos guias (Romário, Samuel e Francisco) nos direcionar aos pontos onde foram embarcados os primeiros exemplares, alguns já crescidinhos... O tempo pareceu voar, pois rapidamente o entardecer se mostrou presente nos induzindo ao retorno para as resenhas imperdíveis...
O tratamento gourmet foi uma marca permanente, pois as iscas de pirarucu à milanesa (dentre outras) eram sempre muito disputadas ! Bebidas sempre no ponto certo de serem consumidas, eram constantemente oferecidas pelas pessoas do apoio (foram bem eficientes). Os jantares eram disponibilizados bastante cedo (teve dia de comermos antes das 19 h), propiciando um deitar mais cedo para a recuperação do dia (sempre muito desgastante) e um preparo adequado para o dia seguinte. Quartos são grandes, com uma refrigeração excelente, um chuveiro sensacional na parte da área do sanitário e camas box para conforto grau 10. Também registrar logo que o serviço de lavanderia e arrumação não ficou abaixo dos demais serviços, funcionamento SHOW
No domingo, 1º dia de pescaria em tempo integral, encontramos os peixes comendo forte ! Ataques surpreendentes de exemplares maiores e estruturas de pesca absolutamente convidativas às nossas iscas. Foi muito peixe mesmo ! Começar a pescaria com essa realidade era mais do que esperávamos encontrar... Apareceram alguns exemplares acima dos 60 cm, mas o impressionante mesmo era a força apresentada após serem fisgados ! Pareciam ser peixes enormes, que se revelavam "médios" ao serem embarcados. Não apenas os "pinimas", mas os "pacas" não deixavam de aparecer. Os "borboletas" estavam sumidos e os "popocas" apareceram em alguns momentos / lugares, assim como as "traíras", as "saicangas", alguns "jacundás" e até mesmo pouquíssimas "piranhas", mas podemos dizer que havia uma diversificação do peixes nessa região. Também encontramos alguns "jacarés" boiando ou nas praias de areias, além dos sempre inconvenientes "botos", que predavam a soltura dos embarcados (tivemos que soltá-los nas margens). Almoço dos 3 botes em local pré-agendado com aquele churras feito pelos guias com direito à um descanso nas redes montadas nesses locais. Um registro importante ! Nada de insetos no decorrer da semana !
Os retornos nos entardecer eram vistos com um certo alívio (para os braços) depois de tantos arremessos ao longo dos dias. Quem pesca sabe que o condicionamento físico resiste melhor nos inícios das pescarias, mas a cada dia vão enfraquecendo...
Surpreendentemente, enfrentamos dias de menor presença dos peixes, talvez até por queda de pressão (variação era pouco representativa - estava com um barômetro), mas não chegavam a prejudicar o desempenho de todos no acumulado (felizmente não foi alvo de estatísticas, pois isso gera uma competitividade maior dentre os pescadores, mas creio que embarcávamos - os seis - mais de 150 peixes por dia). Mas a régua esteve presente diversas vezes com as capturas acima dos 60 (o maior embarcado foi de 66 cm). Mas todo mundo pegou peixes maiores (para a região) e pode chamar de "seu troféu" (faz parte). O trabalho dos guias já estava ficando focado nas preferências dos pescadores (temos o hábito de fazer rodízio de botes e dos guias nas nossas pescarias) e com isso, a procura era mais direcionada... ora em lagos, pontas de praias, drops, ressacas, etc...
Acho interessante mencionar as iscas que deram mais resultado neste período, sendo a efetivamente predileta a T20 osso.
Grande parte das capturas foi feita em iscas de superfície (zaras), assim como nas poppers, sub-superfícies (corisco osso), alguns embarques na meia água, alguns jigs e plásticos (sempre as preferidas das piranhas). A Zig Zarinha do NN foi bastante eficaz (abaixo contudo da T20). Também iscas com o dorso verde, amarelo e laranja pegaram bem. Mais uma vez as "bravinhas" contribuíram, nos modelos transparentes... Desconheço alguma captura feita com iscas de hélice (curioso...). Adiantando essa questão de equipamento, usamos varas diversas, quase sempre de até 20 lb, mas com as de 17 lb próximas para um rebojo...
As linhas eram de multifilamento (8x) na sua grande maioria Power Pro, mas tinha gente satisfeita usando a "fisherman's" (está na mídia com promoções para a venda). Quase sempre as linhas eram multi de 30 e 40 lb. Líder só para os mais "teimosos", pois não havia necessidade. Grampos diversos, com preferência nos que podiam ser abertos com os dedos e não de alicate...
Num dos dias em que o sol estava muito forte e o calor enorme, desejei dar uma parada numa ponta de rio, que na verdade era o entroncamento dos rios Camaiú com o Sucunduri, para tomar um banho e minorar os efeitos do calor. Ainda que distantes, reconheci num outro bote (da Pousada Sucunduri) que se aproximou relativamente próximo a figura do "mestre" Rubinho Almeida Prado, que ali teve uma operação de pesca cuja base era naquele ponto. Na verdade não havia qualquer vestígio de que já existira uma edificação, pois o efeito das cheias acaba levando tudo que encontra pela frente... Infelizmente não houve oportunidade de um encontro, pois ele se retirou rapidamente e passou a pescar de fly num ponto adiante do rio Sucunduri.
Neste local terminamos nos encontrando (os três botes) para o almoço e descanso nas redes (merecido) - Local é muito belo.
Nas nossas incursões em locais um pouco mais distantes, chegamos a "gastar mais gasolina" numa navegação mais demorada (de 30 à 40 min) para os arredores desta outra Pousada (Sucunduri), também já operando há bastante tempo por lá. Encontramos alguns pontos com bastante ação, sempre de indivíduos fortes e brigadores. Nada de peixes acima dos 65 cm. Também enfrentamos algum desconforto para acessar alguns lagos próximos, pois o nível das águas já estava bem abaixo do que seria um padrão para a época. Puxar barco, subir barranco e ficar só no remo produziram alguns resultados, sempre nas primeiras horas do dia, já que a partir das 10 h, nem passarinho cantava, quanto mais peixe caçando nos arredores...
Também fomos à Cachoeira, onde já havíamos estado na pescaria anos atrás em que fomos ao Sucunduri, que é sempre um local mágico, quase que um colírio para os olhos com um volume de água expressivo formando uma corredeira rápida e tendo seu piso de areia branca - excelente para um banho (a água era gelada). Almoçamos neste local, sempre um assado acesso na hora com as comidas trazidas da Pousada para essa finalidade. Apenas uma vez comemos tucunaré, pois as costelas de Tambaqui e a Matrinchã, com um acompanhamento (arroz, farofa, vinagrete - além da pimentinha) era sempre uma certeza de ser feliz com aqueles sabores amazônicos. O que impressiona sempre era a qualidade do silêncio que nos envolvia... Incrível
No penúltimo dia de saída para pesca (qui), estava com um dos meus irmãos atrás de peixe (e quando é que não estamos) e num dia de extremo calor, os peixes pararam de comer, mesmo com troca de iscas e lançamentos mais precisos... O dia que tinha tudo para ser ótimo, ficou mais para razoável, pois peixe sempre se pega (inclusive traíras) para aplacar a vontade da fisgada e embarque para retirada da garateia. Visualizamos uma formação de chuva no horizonte que veio chegando de forma rápida, tomando a visão do horizonte e transformando o que era azul, num cinza cada vez mais chumbo. A ventania que veio junto era violenta, mas até então era apenas vento sem chuva... foi só pensar nisso que a trovoada chegou chegando, com pingos grossos, trovões cada vez mais próximos e raios em abundância... Estávamos relativamente perto da Pousada e não demoramos a nos abrigar (assim como os outros 2 botes - vantagens de se pescar perto da Pousada). O que era ameaça se tornou uma realidade, com raios caindo próximos com trovões ameaçadores e pouca visibilidade do rio à frente, tamanha a cortina de chuva... Presenciamos o eficiente funcionamento do para raios da Pousada num momento em que toda a energia foi desligada (não demorou 5 minutos para voltar a funcionar). Da mesma forma que começou, terminou e ainda tivemos visão da lua no céu...
No último dia (sex), o combinado previamente foi de ser 1/2 turno para dar um descanso aos guias e funcionários que no dia seguinte receberia uma nova turma, desta feita de 16 integrantes (que é o padrão da operação). No turno da tarde teríamos o tempo necessário (confortável) para arrumar as tralhas, tubos, roupas, bagagens, etc... Assim sendo, saí com o outro irmão (tão "fominha" quanto o anterior). Ambos pescam muito bem, mesmo entre provocações e gozações que são a base das duplas. O guia resolveu nos levar para um ponto em que poderíamos encontrar uns peixes de bom tamanho, e nessa crença rasgamos as águas do rio atrás desses pontos... Claro que os grandes não apareceram, mas tivemos muita diversão no embarque dos pinimas de 1 a 1,5 kg, que pareciam ser bem maiores (como já foi dito anteriormente). Aparentemente um bom cardume que nos permitiu ter (levar) uma boa lembrança desse local mágico. O melhor era que os peixes estavam se alimentando na flor d'água e com isso era pancada para todo lado... UMA FESTA ! Confesso que já estava com o braço / ombro detonado e com dor...
Ainda fomos num ponto perto da Pousada, já no nosso retorno (eram uma 11:30 h) pegar uns "pacas" que costumavam aparecer no local (meu irmão pegou 3 deles), mas novamente fomos surpreendidos pela chegada da chuva, desta feita sem os efeitos de trovoada, mas com chuva intensa com gotas que pareciam ser "granizo", tamanho o "estrago" das batidas na pele humana. Mesmo estando próximo (talvez 5 minutos) da Pousada, chegamos completamente encharcados, de forma similar aos dois outros botes... Fim de festa à altura, pois não deixa de ser belo apreciar a força da natureza na sua essência básica que é a renovação dos rios e lagos com um volume impressionante de chuvas. À tarde, céu limpo e uma bonita lua cheia no horizonte.
Almoço com tranquilidade pelo fato de já termos encerrado o período de pesca e as pessoas da operação já estarem comprometidas nos preparativos dos novos grupos (16 integrantes no total). Isso contudo em nada nos atrapalhou no decorrer da tarde na arrumação de nossas tralhas, principalmente na arrumação das varas dentro dos tubos. Com persistência nas soluções de problemas não esperados (roupas molhadas que não tiveram como secar), chegamos para o jantar (churrasco) com participação de todos da Pousada, criando um momento de agradecimento por tudo aquilo que tivemos nesse período. Hora também de gratificarmos esses funcionários, tanto os guias como o pessoal de suporte (cozinha, lavanderia, arrumação, etc...). Temos um procedimento antigo nas gratificações, acrescendo um valor a mais para aqueles que se destacaram na nossa validação (voto direto e aberto dos 6 integrantes - sem mutreta de "urna eletrônica"...) - mereceu o guia Francisco (foi bem apertado) que também "faturou" um complemento por estar no bote que embarcou o maior peixe da pescaria (66 cm), SHOW
Dormida tranquila e amanhecer sem problemas (tipo 06 h), para a liberação dos quartos para serem preparados para os que chegariam em questão de poucas horas... A névoa matinal indicava que o dia seria de calor, mas mesmo assim sempre fica aquela expectativa pelo horário da vinda dos dois hidroaviões, pois estávamos com voos marcados em Manaus no início da tarde. Como era de se esperar, a chegada foi precedida pela rasante de um dos aviões para exame do local de pouso (deve ser uma prática obrigatória) que se tornou em pousos tranquilos de quem estava no comando das aeronaves. Diferentemente do Comandante da vinda, estes eram mais expansivos e comunicativos. O grupo recém chegado era basicamente de Santa Catarina, com alguns do Paraná e São Paulo! Claro que estavam animados e foram se deslocando escada acima para o salão da Pousada para o café da manhã que os esperavam. Certamente que houve uma troca de informações (iscas, cores, locais, etc...) dos que partiam com os que chegavam, como é de praxe nessas oportunidades. Como os dois aviões estavam retornando para Manaus, dividimos o grupo, embarcando 3 em cada um dos hidros (simplificou a subida/voo do avião com menor carga/peso). Nessa "confusão" do desembarque / embarque, acabou ficando uma das nossas sacolas, confundidas pelos funcionários como "carga chegando" e não "carga saindo" - mas isso só foi detectado no aeroporto em Manaus. Mais uma vez, o João Medeiros entrou no "tema" e rapidamente montou uma estratégia de recuperação e envio para Salvador dessa sacola "extraviada". Esse é o cara!
Como todos os horários foram obedecidos, ficamos no aeroporto esperando a abertura do check in da GOL para nos liberar das bagagens e irmos almoçar por perto (O Laçador é sempre o nosso preferido, pois é um buffet que evita perda de tempo, além de ficar bem próximo do aeroporto). Nessa espera em que estávamos constatamos uma enorme concentração de grupos de pesca, com suas tralhas e tubos circulando pelo aeroporto (quase a maioria retornando) - não havia muitas opções de voos nessa época em Manaus (disseram que a partir de Out passaria haver quase o dobro de ofertas). Nessas "conversinhas" de pescadores, acabamos encontrando o Francisco Cavalcante, retornando para o Piauí, onde reside. Conversa vai, conversa vem, apareceu o nome dos Mocorongos e com ele a minha identificação de Kid M, moderador do FTB. Acabamos tirando uma foto (no celular dele), que espero seja postada. Gente da melhor qualidade ! Lembrei inclusive de tê-los ajudado a montar um grupo no FTB
Recém agregado - Valeu Fco !
Despedimo-nos do irmão que mora em Ribeirão Preto (LATAM) e seguimos para nosso check in que estava (como de costume) um caos ! Filas intermináveis, poucos atendentes e uma algazarra desnecessária, mas além de pescadores tinha um enorme grupo da "melhor idade" fazendo o despacho múltiplo... Fomos os últimos a ser atendidos (mas com assentos pré-marcados, deu para safar de novos aborrecimentos) e o voo para Brasília estava lotado ! Antes que esqueça, não houve tempo para o almoço pretendido! Tivemos que nos contentar com aqueles biscoitinhos da GOL ! O voo foi tranquilo e tínhamos tempo para usufruir da sala VIP (cartão de crédito), mas lá chegando, a fila parecia ser interminável... Conseguimos entrar e disputar um local para nos acomodarmos e beliscar um pouco do que era oferecido (ficamos nos queijos). o voo para Salvador estava relativamente vazio, pois num sábado à noite, tem muito pouca gente saindo de Brasília... Também foi tranquilo e chegamos bem em Salvador.
Impossível deixar de registrar a ansiedade deste Grupo em pensar num destino em 2027 ! Quem sabe isso não ocorrerá ?
Depois de exatamente um ano usando essa carretilha aqui no quintal de casa atrás dos Tucunas Amarelos posso afirmar que está aprovadissima. Foram por volta de 50 dias ou mais usando ela em torno de 300 tucunarés até 50cm e algumas traíras pegos, nunca fiz manutenção fica lá no barco , só um singer nos rolamentos e devanador as vezes.
Uma cópia da Liger Gts antiga, porém nunca vi uma cópia tão próxima da original em termos de desempenho e durabilidade, lógico que perde um pouco no acabamento.
Carretilha muito leve, um bom drag, excelente pra iscas leves( uso iscas de 6 a 10g aqui) , não dá cabeleira facil e ainda por cima custa menos de 300 reais.
Excelente escolha pra quem quer um ótimo equipamento pra tucunarés amarelos e até azuis sem gastar muito. Gostei tanto que hj tenho 2 conjuntos com ela. E minha turma de pesca aderiu a ela.
Exato Renato , teve promoção com cupom eu paguei 190 na outra que peguei, e uma vara Maruri Giotto 12lb por 150. Conjuntinho aí 340 reais top demais, não precisa mais que isso pra uma pesca até media leve com iscas artificiais .
Eu uso muito molinetes nas minhas pescarias. Apesar de não usar pra iscas artificiais. Antes de comprar se atente bem a capacidade de linha e não ao número. As marcas divergem muito. Um shimano 4000 cabe bem menos que um marine 4000 por exemplo. Quanto a marcas existem muitas excelentes hj e mesmo com corpo em grafite são extremamente resistentes, diferentes das carretilhas feitas com esse material.
Comprei também uma Lince Kawana pra conhecer, aproveitei numa promoção com um cupom de desconto no ML e saiu por apenas 180 reais, praticamente o mesmo preço do Paraguai, que lá está 34 dolares na loja da Maruri. Na minha antes mesmo de usar dei um UP, coloquei mais um rolamento de apoio do pinhão (igual fiz nas 2 Liger GTS que tenho) e também coloquei dois rolamentos cerâmicos, os dois que apoiam o carretel. A carretilha ficou excelente, arremessa bem iscas leves igual as MS Liger.
Depois de exatamente um ano usando essa carretilha aqui no quintal de casa atrás dos Tucunas Amarelos posso afirmar que está aprovadissima. Foram por volta de 50 dias ou mais usando ela em torno de 300 tucunarés até 50cm e algumas traíras pegos, nunca fiz manutenção fica lá no barco , só um singer nos rolamentos e devanador as vezes.
Uma cópia da Liger Gts antiga, porém nunca vi uma cópia tão próxima da original em termos de desempenho e durabilidade, lógico que perde um pouco no acabamento.
Carretilha muito leve, um bom drag, excelente pra iscas leves( uso iscas de 6 a 10g aqui) , não dá cabeleira facil e ainda por cima custa menos de 300 reais.
Excelente escolha pra quem quer um ótimo equipamento pra tucunarés amarelos e até azuis sem gastar muito. Gostei tanto que hj tenho 2 conjuntos com ela. E minha turma de pesca aderiu a ela.
Eu fui no Uatumã nesse local na reserva Rds em outubro de 2018. Porém fiquei na Ecofishing. Pegamos o rio cerca de 1m acima da caixa. Não sei como tá a região hj. Na época não tinha tanta pressão de pesca, se não me engano eram 3 pousadas apenas. Fizemos uma pescaria mediana pra época, no meu barco foram 120 tucunas em 5 dias. Sendo maior 71cm. Saiu 2 up 80 na turma. Perdi uns 3 brutos. Tem peixe grande sim, não tem nada a ver com Balbina apesar de ser mesmo rio.
Na época iscas mais produtivas foram de superfície a ZigZara 110 , Firestick e a T20. A isca que mais Pegamos peixes foram a Brava 110, Inna 90 e Perversa, o maior da turma saiu na Inna 90 .
Na época qse não se usava Shad ou Jig.
Saiu alguns nas Hilholler 5.25 tb mas difícil .
Rio é muito tranquilo navegar e possui muitas baías que a gente até se perdia.
A logistica tb não era ruim, se me engano eram 4h de Manaus até Porto da morena e mais 1h e 30 até região das pousadas.
Material que mais usei lá foi vara 17lb e linha 40lb, leader 0.62mm. Pra helices usei 25lb.
Mas como disse foi em 2018 não sei como tá hj .
Ao meu ver a multi direto , tem vários problemas que vejo no meu uso. Iscas com trabalho cadenciado tipo zaras, a multi tende a enroscar nas garateias direto, com o flúor como ele é duro a linha tende a ficar mais reta e não afunda. Outro caso dependendo do ataque já muito multi enroscar no snap, ou até entrar dentro das argolas, aí é abraço, adeus peixe.
Quanto a escolher nylon ou flúor. Nylon com isca de meia água shad, pesca de espera , eu costumo usar o Platinium ou Super Raiglon , porém iscas de superfície e locais com muita estrutura prefiro flúor.
Mantendo a tradição e não apenas como muitos hj aqui só pedem informação porém não escreve 1 relato sequer coisa que se faz em 15 minutos. E como diz o fórum eternizando as pescarias.
A cerca de 1 ano atrás eu , meu irmão e dois primos resolvemos conhecer essa operação no Rio Xingu . Pescaria cujo foco seria peixes de couro e pesca com isca viva.
A Viagem:
Saímos aqui da nossa cidade interior do estado de SP rumo a Querencia no MT . De camionete. O local tb tem como chegar por via aérea. Porém voo até Sinop MT é depois 1h de fretado até aldeia.
Primeira parada 1070km até Barra do Garças, tomar umas e por a conversa em dia . Hotel ibis e que Ibis, com chopeira brahma, porções, pratos, etc.
No outro dia seriam mais 450km até Querencia e mais 90km até aldeia sendo 50km de terra , Totalizando 1620km em 20h.
Chegamos em Querencia já fomos recepcionados numa churrascaria pelo Gabriel Melazzo da Vida de Pescador que montou o projeto há 5 anos e mais outros 5 pescadores que iriam conosco nessa aventura.
A aldeia , localização e estrutura;
A aldeia Tanguro se situa a 100km aproximadamente da nascente do Xingu que é formado pela união do Rio 7 de Setembro com o Culuene
Localizada dentro do Parque indigena do Xingu.
Um aldeia com cerca de 200 indígenas de etnia Kalapalo , muito educados e solícitos, que ainda preservam Suas raízes, cultura e rituais. Coincidentemente estávamos na época da comemoração da flauta sagrada a qual fomos convidados a ver.
A operação fica a uns 500m da aldeia possui anuência da Funai e com a aldeia
São apenas 8 clientes por semana( 4 barcos) de pesca.
Ficávamos em grandes ocas. Porém com todo conforto.
1 barraca coleman gigantes com 2 camas de casal para cada dupla , armário e ventilador
Serviço de lavanderia e arrumação que eram feito 2x ao dia!
2 banheiros com chuveiro quente .
Barcos com geladeira Elber , guias que conhecem a região.
Uma estrutura com Internet, TV ,
Bebidas geladas. Café da manhã, almoço e jantar inclusos com comida variadas carnes, churrasco, massas, peixes da região que eram preparados por duas cozinheiras de fazer inveja a muitos chefs
A operação fornece material de pesca pra vender e alugar caso não queira gastar com tralha pesada.
Lembrando que por ser uma operação dentro de reserva o consumo de bebida álcoolica é proibido, o que se era um motivo de desconfiança nossa pois nunca fizemos uma pescaria sem , se mostrou no fim da pescaria que não fez falta alguma.
Vamos a Pescaria.
Nossos guias foram o David( pé de pano) e Perengue
Pescaria começava as 6h até o período das 12h , voltava almoçava, as 15h ia pro Rio denovo e ficávamos até a noite por volta de 20h
Em frente era o melhor ponto, navegação mais longe eram 20 minutos.
Usamos tuviras inclusas no Pacote e piaus que eram comprados dos índios além de peixe que pescamos e eram usados tb.
A quantidade de especies era absurda
Cachorras gigantes de dar nojo de tanto que pegava, Cacharas , Curvinas, Juru, Mandubé, Bicudas, alem de Jaus e Pirararas. Muitas linhas 92 quebradas, varas moídas, pernas roxas de segurar os brutos.
E o melhor sem precisar soltar 400m de linha e sem o boto pra atazanar igual é no Araguaia ou pescar com chumbada de 1kg em corredeiras perigosas como o Teles Pires.
Uma quantidade de peixe que nunca vi na vida . Difícil passar mais que 15 minutos sem bater algo.
A Surpresa e sorte q veio lá de cima.
Faltava a Rainha do Rio. Nosso pai que faleceu há 6 meses enviou a força no último dia de pesca e meu irmão acertou uma no fim da tarde . A região detém os records de Piraiba, Pirarara e Jaú do Brasil. Na semana seu Nicolau que estava com a gente pegou outra de 1.7m.
Inclusive a camisa em homenagem ao véio que se foi e nos colocou nesse mundo viciante da pesca.
Uma pescaria incrível, sem zoeira de barcos, bebedeira, caixas de som no talo. Um pescaria que trouxe um paz mental a todos presentes, vários momentos a noite olhando aquele céu estrelado único no Xingu a ponto de refletirmos sobre a vida e voltar pra casa cansados, roxos, ralados mas com a mente limpa
Material que utizamos :
Peixes de Couro grande:
MS Master Ex 60
MS black Max 50
Penn Phanton 80 e 50
Mitchell 20-30 tdli
linha maxforce 0.82 a 0.92 e cama multi 100lb dependendo da capacidade
anzol encastoado supercartfish 12/0 vara Saint Cherroke 6.6 80lb
vara Giant cat Fish 6.6 120lb
vara PB millenium 6.3 80lb
vara Evolution Gt 6.6 80lb
Vara Evocarbon 6.6 80lb
Peixes Couro Arremesso:
MS Black Max 20 e 30
Abu 9000
Vara Procarbon 6.6 60lb
Vara Evomax 6 60lb
Vara Evolution Gt2 6.6 60lb
Linha maxforce 0.70 a 0.74 anzol
Encastoado 10/0
Outros peixes
Carretilha bg , linha 0.50mm ou multi 40lb , vara 25 a 40lb anzois 4 a 7/0 .
Mais fotos, videos etc da empreitada no facebook da nossa turma Doutores da Pesca
Olha já ouvi acima de 70 mas nunca vi. E eu pesco na bacia do Xingu pra kct.
Diferente do azul que up 60 é raro e troféu o melinae pega fácil acima de 60 mas nunca vi acima de 70 tb. Kkkkkkk.
Não vejo necessidade de linha mais que 40lb e vara mais que 17.
Eu até uso vara 14 a 16. 17 só qdo uso zig zara ou t20.