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Alexsei

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Sobre Alexsei

  • Rank
    Já consegue zarar
  • Data de Nascimento 13-07-1985

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    Masculino
  • Nome + Sobrenome (obrigatório)
    Alexsei Janoski

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  • Localização
    Nova Brasilândia - RO
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    Desconhecido

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  1. kkkkkk....demais...as maiores deu 2,5 kg..foram várias desse peso...pegamos na iscar artificial.....na tuvira...isca de peixe...de todo jeito pegava...tem muitas.
  2. Quando eu disse para comprar o 30 mesmo, me referia ao SEA PRO.
  3. Olá meu amigo. Tenho um Apairi 600 (seis metros, semi chata) e uso um Mercury SEA PRO já alterado para 30hp. Ele anda bem, nessa última pescaria, esse mês, no rio Roosevelt, estava o Jucimar e eu, tralhas de pesca e uma caixa com bebida, marcamos velocidade de 47 km/h. Meu barco pesa 100 kg. Eu peso 84, meu amigo Jucimar pesa 82. Pelo peso do seu barco, talvez seria melhor um 40 HP Mercury, pois se resolver colocar mais peso não fará diferença e terá bom desempenho. Hoje a mercury tem o 30HP, que pelo que vi é a mesma coisa do meu motor, caso não tenha problemas em gastar um pouco mais, vá de 40. Caso queira economizar (tanto em combustível quanto no dinheiro, compre o 30 hp mesmo). Tenho alguns vídeos com meu barco, caso queira ver. No primeiro vídeo o barco que está filmando está com um 25 sea pro mercury, o do meio é o meu, também com um 25 sea pro. No segundo vídeo é o meu barco, está meu irmão, 95kg, Marcos com 85kg, eu com 82kg e muita tralha, além de 150 litros de gasolina. - N
  4. Pelo visto a pescaria foi boa...kkkk...acertaram agora???
  5. Olá pessoal, vou relatar um pouco de nossa pescaria no Rio Roosevelt, realizada do dia 05/09/2020 a 11/09/2020. Depois daquela correria de organizar barcos, reunião para decidir onde acampar, que horas sair, quais as equipes de cada barco, compras (essas coisas) ficou assim: Sairíamos no dia 05/09, às 05h de Rolim de Moura/RO, três barcos, nove pescadores divididos em grupo de três. Ficou num barco Sérgio, Daniel, Djheime, e ainda um piloteiro da região que iriamos, pois essa época o rio tem muitas pedras e corredeiras e como aqui todos são acostumados a pescar em local com areia ( Rio Guaporé) decidimos levar um guia da região. Noutro barco ficou Tião, Leo e Rafael, no meu barco ficou Mazão, Jucimar e eu. Na equipe do Leo e na minha tínhamos um barco de seis metros e cada um com um motor Mercury 25 hp sea pro, já alterado para 30 Hp. O outro motor era um 30 HP Mercury, desses novos. Decidimos que iriamos descer da balsa até a divisa do Mato Grosso com o Amazonas, cerca de 60 km à juzante. Conforme programado, saímos de Rolim às 05h da manhã do dia 05/09, chegamos na balsa do Rio Roosevelt por volta das 16h. Semelhante a outra vez que fomos, chegamos na casa do Nego e sua esposa Rose (também chamada de Nega). Pessoas muito acolhedoras e fizeram questão que ficássemos por lá sábado para sair somente na segunda. Assim fizemos, dormimos sábado, no domingo já achamos um porco que estava reservado, preparamos ele e assamos. Levamos carne também e todos ficamos bem acomodados na casa do Nego. Sábado e domingo à noite, também durante o dia, foi mais diversão, baralho e histórias e expectativas da pescaria. No domingo foram atrás de um piloteiro, sendo que o primeiro que apareceu se mostrou muito devagar, colocava problema em tudo, aí foram atrás de outro, esse sim, já de início, percebemos que entendia mesmo. Já combinamos com ele que nos esperasse cedinho no porto de descida na segunda-feira. Depois de um belo fim de semana, com bastante carne, churrasco, cerveja e baralho, partimos na segunda cedinho. Chegamos no porto, carregamos os barcos, dividimos as cargas e começamos a descida. Todos os barcos estavam bem pesados, pois estávamos levando 450 litros de gasolina, tralha de nove pescadores, caixas de gelo para as bebidas, digamos que não foi pouca. Eu, particularmente, levei três caixas de cerveja, Leo e Tião não bebem, só levaram refrigerantes e água, o resto da turma, quem levou menos foi sete caixas de cerveja, sem contar que tinha também dez barris de heineken. Foram cinco dias de pescaria. Bem, fomos descendo e seguindo o guia, depois da saída do porto, tem uns três quilômetros de muitas corredeiras e pedras, águas perigosas, depois pega um trecho tranquilo, uns 40 km de boa, algumas pedras, mas visíveis. Já nos últimos 15km até o local que acampamos tem muitas corredeiras, pedreiras e, como disse, águas perigosas. Mas seguimos o guia e deu tudo certo. A ideia era descer uns 13 km dentro do Amazonas, porém logo na divisa do Mato Grosso resolvemos acampar na barra do rio Matuzalém, um local já preparado para acampar. O rio Matuzalém tem águas limpas e bem fresquinha, local bom para um banho e também para lavar louça e tudo mais, pois é raso. Chegamos no local em torno das 11h, ajeitamos as barracas, lona, cozinha e já fomos preparando para ir pescar. Cerca de 1 km descendo do barraco começavam umas corredeiras e cerca de 1,5 km para cima do barraco também tinham as corredeiras. Talvez alguém ache que é tranquilo, tudo bem, para quem é acostumado com pedreiras e corredeiras, eu não sou, sempre pesco no Rio Guaporé, lá é praticamente tudo praia. Então tudo para mim era perigoso, tomava muito cuidado com tudo. Para descer quem pilotou foi o Jucimar, pilotou muito bem, com tranquilidade. Depois, quando começamos a pescar, eu assumi o piloto e fiquei até embarcar o barco para retornarmos. Pois bem, no primeiro dia pegamos alguns tucunarés, pintados, pirararas, bicudas e muita, mas muita piranha, cada uma mais bruta que a outra, sendo que a maior pesou 2,5kg. No segundo dia de pescaria fomos mais longe, descemos até a barra do Igarapé São Liberato e depois até o Igarapé Cujubim. Na foz desses igapés tivemos bons resultados no tucunarés. Chegado o horário do almoço retornamos. Algo que não gostei foi que meu motor começou a dar problema, ora funcionava e ora não, estava com o braço dolorido de tanta fieirada já. Depois que chegamos no acampamento, após o almoço o motor não funcionou de jeito nenhum, aí entrou em cena o Jucimar com sua caixa de ferramentas e começou a mexer, eu não era muito entendedor de mecânica (digo não era, porque fiquei auxiliando e agora posso dizer que entendo um pouco). O Jucimar começou a olhar o carburador, viu que estava ok, verificou as velas, trocamos as velas, trocamos o cabo de velas, trocamos o CDI, trocamos a mangueira do combustível, pois sabemos que elas costumam dar problema (só lembrando que não foi só tirar as velas, foram feitos vários testes com elas, se tinha centelha, de tudo, inclusive como o motor do Leo era do mesmo trocávamos peças para ir testando, foi trocada vela, cabo, carburador, cdi e um monte de coisas, até o tanque de combustível). Depois de horas sem resultado o Jucimar resolveu tirar a partida elétrica do motor do Leo. Instalou a partida, de forma meio rústica no meu, e foi dando partida, até que começou a dar sinal, o que não acontecia antes, insistiu mais um pouco e graças a Deus funcionou (nessas alturas já fazia planos de como iriamos passar as corredeiras puxando meu barco, já tinha ideia pra tudo). Superada essa parte, que nos tomou a tarde toda, ficamos com partida elétrica e agora estávamos pescando, o motor pegava até na fieira, mas vez ou outra precisava da partida. Isso foi na terça-feira. De quarta em diante começamos a andar mais, pois como já tínhamos passado várias vezes nas corredeiras, começamos a pegar o jeito, aprender onde passar e reconhecer a água, identificando onde era possível passar de barco. Confesso que no segundo dia de pescaria estava bem receoso, pilotava, mas com muito cuidado, pois além das corredeiras, tinha uma parte do rio que tinha pedras mortas, aquelas pedras que não fazem sinal que estão ali submersas, mas podem lascar com sua vida se passar lá. Ainda no segundo dia, na terça, quando estávamos pescando à noite, fui manobrar o barco para sair e acabei batendo numa dessas pedras mortas, foi fatal, o hélice quebrou. Eu tinha um reserva, mas era usado, estava bem ruim já, mas era o que tínhamos. No outro dia troquei e ficamos com a hélice reserva, não tendo mais outro. O Léo tinha um reserva, que em caso de necessidade poderíamos usar. Percebi que o mercury 30hp usa a mesmo hélice que o meu, mas o pessoal do 30 tiveram azar, uma hélice roçou as estrias, então não prestava mais, só estavam com a reserva mesmo. Seguindo a aventura, passei a ter mais confiança para passar nas pedreiras e assim pescávamos sem ficar seguindo o barco que tinha o guia. Para descer pescando não tinha segredo, metia o barco nas corredeiras, erguia o motor e deixava rodar, inclusive aproveitando a corredeira par pegar uns peixes. Após pescarmos muito nas barrancas, atrás dos tucunas e com poucas ações, tive uma ideia doida, já que não estávamos pegando nada no barranco, vamos pro meio do rio. Vi que meu parceiros estranharam, sendo que depois de um tempo batemos umas linhas nas corredeiras no meio do rio, não teve erro, os tucunas começaram a entrar, vários deles. Tucunarés e bicudas era o que pegávamos nas corredeiras, também muitas piranhas, não sei se disse, mas tinha muita, mas muita piranha. Depois do terceiro dia começamos a ter mais resultados nos tucunas e bicudas, sendo que na parte da noite ficávamos pescando antes das corredeiras, seja pra cima ou para baixo do barraco, pois eu me sentia seguro para passar nelas durante o dia, não à noite. Normalmente, não sei por qual carga d’água, mas quando saíamos, sempre pegávamos uns peixes de couro à noite, mas quando o Mazão desistia e o deixávamos no barraco, acabava que pegávamos mais, não que o parceiro seja pé frio, mas em três noites foi assim. Toda noite pegávamos alguns peixes de couro. Minha equipe pegou pirarara, cachára, caparari, corvina e muita piranha, não sei se disse, mas tinha muita, mas muita piranha. Nesse ponto não posso deixar de reconhecer que as outras equipes tiveram mais sucesso na quantidade e tamanho de exemplares, pois pegaram pirararas com cerca de 20kg. Peixes na faixa dos 5 a 15 kg foram muitos, a maioria soltos. Nessa parte posso dizer que a maioria dos peixes foram soltos, nisso se inclui todos os maiores exemplares capturados, sendo que alguns comemos no local e outros que não podiam ser soltos, foram trazidos. Eu mesmo trouxe uma corvina, o Jucimar não trouxe nada, o Mazão também não trouxe (todos pegaram, mas devolveram). Seguindo a pescaria, na última noite vimos um poço bonito, cerca de 1 km do barraco, antes de iniciar a corredeira, Jucimar e eu fomos lá e não deu nada, a não ser piranha, tinha muita, mas muita piranha. Depois descemos e pescamos no raseiro, numa praia, cerca de um metro de profundidade, também não deu nada. Começou a se formar um tempo de chuva e fomos para o outro lado do rio, na beira de um barranco, sem estrutura nenhuma no local, somente uns paus caídos, ficamos ali com aquele vento forte, tentando pegar alguma coisa. Depois de alguns minutos no local o Jucimar tirou uma pirarara, devolveu. Peguei um cachára, também devolvi. Tivemos muita ação naquele local, perdi uns peixes bons, o último deles levou bastante linha e depois escapou. O Jucimar também teve algumas ações, mas escapou também….uma baita sacanagem, no último dia da pescaria achamos um lugar top e não mais poderíamos pescar...isso é pra deixar aquela vontade de voltar. O piloteiro que estava no outro barco foi excelente, super recomendado, Sr. Xavier, custo de cem reais por dia. Não posso deixar de constar que quase toda noite, depois do jantar, jogávamos um truco e claro, relatávamos as ocorrências diárias da pescaria. Nessa última noite, o Jucimar e eu chegamos no barraco a baixo de chuva, sendo que teve um vento considerável, que apesar de forte, descobri que ele veio com mais força uns 40km rio acima, pois no outro dia percebemos que apesar de forte, o vento que passou por nós foi a parte mais fraca dele. Observamos várias árvores sem galhos, com a copa delas arrancadas pelo vento e em alguns casos foram arremessadas dentro do rio. Na sexta-feira partimos cedo, graças a Deus subimos sem problemas. Algumas pancadas nas pedras, mas coisa normal. Chegamos às 11h no porto, depois que carregamos os carros fomos para a casa do Nego e, depois de um belo almoço, pegamos caminho de volta. Saímos de lá por volta das 15h e chegamos em Rolim por volta das 02h de sábado. Viagem cansativa. Estrada de chão até Machadinho, depois, até Rolim, tudo asfalto. A pescaria foi um sucesso. Todos pegaram peixes. Sempre aquelas brincadeiras da turma, a zueira dos amigos e sacanagens de outros. Mas graças a Deus foi tudo bem, somente duas hélices perdidas e meu motor que deu aquele problema. Com toda certeza não consegui constar nem um décimo de tudo que aconteceu, até porque tem a versão dos demais companheiros de pesca, as brincadeiras de cada barco. O Sr. Xavier ganhou vários nomes da equipe dele, dificilmente o chamavam pelo nome, mas como Sr. Filé, Sr. Caparari, Sr. Matuzalém, etc. Estamos preparando para ir ano que vem novamente, talvez em junho, quando o Sr. Xavier disse que é melhor para pescar. Observações: Não vou entrar em detalhes técnicos, mas as iscas que mais deram resultado foram as rosas, brancas cor de osso, verde, prata e prata ou branca com cabeça vermelha. Iscas de meia água. Aqui em Rolim, na oficina, descobri que o problema do motor era a bomba da gasolina, o diafragma, agora o motor está no jeito para pescar e graças a Deus e ao Jucimar, aprendi muita coisa de mecânica do motor lá no rio. Ressaltando que não foi somente o Jucimar, o Leo nos auxiliou também, com as peças do motor dele e também dando suas ideias. O piloteiro, Sr. Xavier, disse que é melhor irmos em Junho ou novembro, pois em junho tem mais água e é melhor de navegar, além de ser melhor de peixes segundo ele. Em novembro há muita atividade de peixes de couro. Foi pego somente um Jundiá, se não me engano o Daniel o pegou. Dentre os peixes que lembro foram pegos estão : Tucunarés (paca, vassoreli, vermelho e outros que não sei), bicuda, cachára, caparari, pirarara, piranhas, mas muita piranha, jundiá, corvinas (bem poucas, acho que quatro). Tivemos muitas atividades de tucunarés nas corredeiras, no meio do rio, em meio às pedras. Isso pra mim é novidade, pois sempre pesco em águas mansas. Também na foz dos rios tem bastante atividade. Levamos 90 dúzias de tuvira, sobraram umas 15 dúzias. Dos 450 litros de gasolina, sobrou cerca de 75 litros. Tínhamos motor estacionário, energia toda noite e até de dia para ligar a bomba. Para quem não é costumado a andar em rio com corredeiras e pedras, recomendo um guia da região. Descendo o rio, uns 10 km, tem várias casas de ribeirinhos, sempre tem algum disponível para ser piloteiro. Recomendo o Sr. Xavier, excelente, conhece todo o rio e sabe o ponto do peixes. Ano passado, 2019, descemos somente uns 30 km, sendo que nesse local, conhecido por cotovelo, tem lugares profundos no rio, cerca de 30 metros de profundidade, foi onde pegamos muitas corvinas. Lá pra baixo onde ficamos dessa vez, o local mais profundo que achamos deu oito metros, medido com sonar. Fraco de corvina lá. Segundo o Sr. Xavier, descendo mais uns 20 km, tem uns pontos bons também, talvez iremos lá no próximo ano, ficar perto da foz do rio Madeirinha. Uma coisa importante, tinha bastante pium, um mosquitinho que deixa tudo marcado. Particularmente não me senti incomodado. Como eu usava muito bermuda, acabaram me marcando, acho que fui o mais agraciado, mas os amigos que ficavam mais de calça e sapato quase não tiveram marcas, tem uma foto do meu pé como ficou. Levem repelente, eu tinha, mas quase não usei. Usar calça e calçado fechado ajuda muito. Durante a manhã tinha muita abelha no barraco, pois elas vêm atrás dos restos de comida, são atraídas, mas se não mexer com elas, não há problema, eu mesmo não levei nenhuma ferroada. Nesses cinco dias que ficamos no rio, não apareceram mais nenhum pescador por lá, sequer passou algum barco. Pelo que percebe-se o local é bem isolado mesmo. Apesar que há dois pontos de apoio da pousada do Rio Roosevelt, não apareceram barcos por lá. Essa pousada fica uns 60 km à juzante de onde ficamos, aparentemente lá é muito bom, no próximo ano ficaremos mais próximo dela, até para pescar no rio Madeirinha, que também é muito bom de peixe. Caso alguém precise de alguma informação é só falar, o que eu puder ajudar. Abraços a todos.
  6. Rapaz, o Tião irá dessa vez..se não me engano ano passado ele iria tb, fui no lugar dele. Trabalhei um tempo com ele aqui, gente boa de mais o Tião. Assim que retornarmos postarei as histórias e estórias.
  7. Pessoal, quero postar pra vocês sobre uma pescaria no Rio Roosevelt nos dias 10 a 13 de outubro de 2019. Saímos de Rolim de Moura/RO no dia 10/10/2019, às 05h. Pegamos bastante chuva até Machadinho/RO, mas tudo asfalto foi tranquilo. Em Machadinho fizemos as últimas compras e partimos para a balça do Rio Machado (ou também Ji-Paraná). Depois da balça seguimos sentido Guatá/MT, uma vilazinha. Do Guatá pegamos a MT/206 rumo ao Guariba/MT. Chegamos na balça do Rio Roosevelt em torno das 15h. Nunca tinha ido lá, o local é muito bonito, muitas pedras, água limpa, local bem isolado, poucas pessoas por lá. Atravessamos a balça e seguimos por 08 quilometros tendo ficado na casa do Nego, amigo de um amigo..kkkkk. Isso mesmo, fomos convidados por um conhecido nosso que era amigo desse Nego. Fomos preparados para acampar, levamos as tralhas, barraca, comida, só não levamos os barcos porque tinha lá. Na casa do Nego fomos muito bem recebidos, um local bonito, muitas galinhas, porcos e outros animais. Frutas de todo tipo tinha por lá. A ideia era ficarmos na casa, onde seria nosso ponto de apoio. Não precisamos usar as barracas, até quarto tinha à disposição. A esposa de Nego era uma excelente cozinheira, todo dia uma refeição deliciosa. Como ninguém se aguentava, ficamos por ali um pouco com o Nego, conhecendo a fazenda dele, porém mais tarde partimos todos pro rio, chegamos na beira do rio já a tardezinha. O rio tem muita pedra, uma água limpa, mas muito perigosa, fortes corredeiras e quem não conhece ou não seja acostumado deve ter muito cuidado no lcoal. Na primeira noite do dia 10, pescamos próximo ao porto, onde tivemos acesso pela casa do César e do Luis, os quais foram nosssos piloteiros, esses conheciam o rio muito bem, desviavam das pedras com facilidade, as corredeiras eram até emocionanente de se passar. Pra mim que sou acostumado a pescar no rio Guaporé, onde só tem praia praticamente, era muito diferente ver aquele monte de pedras e ainda aquela água tão ligeira, achei muito divertido. Essa primeira noite praticamente não pegamos nada, um chachára pequena, uns jundiás miúdos. Ouvimos muitas corvinas roncarem nos poços, lugares de 7 a 10 metros de profundidade. Retonarmos pra casa e, depis de um banho e um jantar maravilho, dormi igual pedra. No outro dia cedo, já com um café maravilhoso preparado e vendo aquele monte de galinhas sendo tratadas por sua dona, nos arrumamos e partimos pro rio, pois a promessa era descermos cerca de 30km onde teríamos locais bons para pesca. Foi o que fizemos, com César e Luiz pilotando foi uma maravilha, como dito, conheciam o rio muito bem. Percebi que tinha muitos ribeirinhos no local, mas pouca movimentação de pescadores, muitas casas de ribeirinhos. Passamos por pedreiras enormes, corredeiras e assim fomos descendo. Chegado no local de pescar começou a disputa, kkkkk, todos querendo pegar o peixe primeiro. Para constar, estávamos em dois barcos, em um estava Jucimar, Leo, eu e César pilotando, no outro estava Sérgio, Galo e Luis pilotando. Depois de umas tentativa em um pontos, tirei a primeira corvina, muito linda, deu 3,5 kg. Depois de um tempo os companheiros também pegaram. Depois das corvinas insistimos nos tucunas, pois sabíamos que ali tem o Pinima. Entendam que eu sou acostumado a pegar tucunarés no guaporé, os maiores que peguei dava cerca de 2,5 quilos, as corvinas dificilmente passavam dos 2 kg. A técnica de pescaria era um pouco diferente, mas aos poucos fomos pegando o jeito e acertando onde os tucunarés estavam. Algo que fiquei impressionado é com a profundidade do rio, teve pontos que passava dos 30 metros e tiramos umas corvinas lindas desses lugares. Os locais de pesca era bem fundo. No guaporé é raro pescar em algum lugar que chegue a 10 metros, o normal é de 3 a 7 metros, para pesca de cacháras, capararis costumo pescar onde muitas vezes não dá um metro de fundura. Pois bem, no horário do almoço encostamos na mata, um local com uma sombra boa e assamos umas corvinas para comer. Os peixes que não comemos foram soltos, pois estávamos somente com pesca esportiva. Meu amigo Jucimar levou um GPS e marcou o caminho que fomos, para garantir, mas retonamos sem problema nenhuma com o César pilotando, ele conhecia tudo, passava ao lado das pedras submersas e com a maior tranquilidade chegava onde queria. Uma coisa que tentamos mudar com o César foi a forma de pescar, pois eles apoitam no meio do rio e ali pescam, eu disse que aqui na região apoitamos na beira do rio, próximo a galhos, capins, praia e é onde pegamos os peixes, não no meio do rio, inclusive convidamos ele para tentarmos próximo ao barranco pois não estávamos pegando peixes de couro no meio do rio. Aí encostamos numa beira lá, e o César desconfiado daquela técnica, jogou próximo à margem e já tirou um belo cachára, acho que parou de desconfiar. Foi quando reforçamos para ele esse jeito de pescar, pois não tivemos resultados com peixes de couro, alguns jundiás bem pequenos foi o que conseguimos. Com relação aos tucunarés, corvinas e cachorras, esses nós pegamos bem. Aprendemos onde encontrar os tucunas, o maior foi pego pelo Leo, 4kg, eu peguei um de 3,5 kg. Nas corvinas ficamos no mesmo porte, a maior com 3,5kg. Pois bem, retornamos para casa do Nego, onde tivemos um jantar maravilho, depois de tomar um banho capotei no meu colchão. No outro dia, depois daquele maravilhoso café, partimos pro rio novamente. O César e o Luis não puderam ir, pois tinham outros compromissos, com isso a turma do outro barco, Sérgio e Galo, resolveram não ir também, pois não confiavam para descer o rio, pois iriamos no mesmo lugar. Já minha turma, mesmo sem o César, nosso piloteiro, partimos, descemos os 30km tranquilamente, dizem que pra descer todo santo ajuda, pois assim foi, passamos nas corredeiras e pedreiras com tranquilidade. Pegamos várias corvinas e tucunarés nesse dia, peguei uma piranha preta com mais de 1kg na artificial. O Jucimar fisgou uma linda bicuda, mas depois de um salto ela escapou. Quando anoiteceu começamos a subir de volta, tudo tranquilo, seguindo a rota do GPS. Próximo ao porto existem várias corredeiras e ilhas, sendo que é necessário contorná-las, vez ou outra precisa desviar de pedras submersas, um volta enorme para passar cinco metros na frente. Numa dessas nosso piloteiro, agora o Jucimar, não fez a curva e mandou o barco direto na corredeira, estávamos subindo o rio. A corredeira era rasa, não tinha como o motor funcionar, sendo que logo que adentrou na corredeira o motor apagou, por ser muito forte a corredeira, a água já jogou o barco rio abaixo, meio que rolando o barco, quando eu vi que o barco ia capotar pulei do lado que estava levantando, pois nesse momento o barco atravessou na corredeira, foi quando a corredeira imprensou o barco contra uma pedra, eu não estava dando conta mas aí o Leo pulou comigo e conseguimos controlar para não capotar. As coisas se espalharam pelo chão do barco, entrou um tanto de água. Eu tive que descer em cima da pedra, o Leo também desceu, conseguimos alinhar o barco e deixamos ele rodando na corredeira. O meu medo era de começar a entrar água no barco e não conseguirmos mais controlar, mas graças a Deus deu tudo certo. Ligamos o motor e fomos subindo com muito, mas muito cuidado. As corredeiras são muito fortes lá, em alguns locais eram bem perigosas. Antes de chegar no porto, ainda precisávamos ir cuidando das ilhas, pois tínhamos que achar o local correto do porto, pois tem várias pequenas ilhas no local, o que confunde muito, ainda mais à noite. Depois de errar umas entradas conseguimos chegar no porto, um alívio. Foi uma experiência fantástica, apesar do susto, foi muito divertido ir lá, conhecer aquele local. Deixamos meio que marcado para irmos novamente agora em 2020, em Setembro. Mas iremos para acampar no mato, conforme fazemos no guaporé, pois é melhor que descer 30 km todo dia para pescar, inclusive tem uma possibilidade de descermos uns 50km, onde há locais melhores ainda. Conversei com alguns ribeirinhos, disseram que lá é bom de tambaqui e pirapitinga, peixes que quero fisgar na próxima pescaria lá. Em nossa viagem, a partir de Machadinho, a estrada é de terra, bem cuidada, isso dentro de Rondônia, quando adentramos no Mato Grosso tivemos alguns locais ruins, mas poucos. Posso dizer que as estradas estavam em boas condições. Passamos por muita mata, um local muito bonito. Na região de Guatá há muitas serrarias, várias. É possível ver milhares de árvores nos pátios, com certeza não deve ser tudo dentro da lei que são extraídas. Não passamos por fiscalização, o que deixa a ideia de que está descontrolada, que estã derrubando árvores aos montes sem qualquer fiscalização, muito triste isso. Comparado com o Rio Guaporé, achei que tem pouco peixe, apesar de os tucunarés do Rio Roosevelt serem bem maiores, assim como as corvinas, o Rio Guaporé tem bem mais peixes, pois o dia que pegamos mais peixes no Roosevel pegamos 12 corvinas e uns 10 tucunarés, sendo que no Guaporé pegamos bem mais, mas tudo depende da época também, pois no rio Guaporé, no período das cheias, dificilmente se pega esses peixes, quem dirá em grande quantidade, mas se for nos meses de junho a outubro, é quase certa a pescaria. Amigos, abraços a todos e espero que gostem do relato. Ps. Toda pescaria tem as brincadeiras, destaque para o Leo, que apesar de ser um exímio pescador, fez diversos arremessos nas árvores, criamos o jarguão Leozei, ou seja, arremessei nas árvores. O Leo chegou a perder uma isca pois não foi possível recuperá-la em virtude da altura que ele enroscou. Nos divertimos muito e iremos agora em Setembro, dia 05/09/2020, previsão de cinco dias acampados.
  8. Olá amigos do TB. Aqui é Alexsei..sou de Rolim de Moura/RO...a vaquinha abaixo é em prol da aquisição de próteses para meu enteado...Gabriel Henrique...esse ano ele passou por cirurgia de amputação das duas pernas para poder utilizar as próteses...pois tinha má formação congênita...contribuam com nossa causa, pois o valor é alto, mas se todos ajudarem um pouco conseguiremos. Abaixo a foto do Gabriel após a amputação das pernas, quando estava em São Paulo fazendo tratamento na AACD. Só pra constar, Gabriel ama pescar, mesmo com toda dificuldade, pois a mão direita também possui má formação, ele é um bom pescador. Que Deus possa retribuir a todos com bênçãos. https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajuda-para-aquisicao-das-proteses-do-gabriel-henrique
  9. Tranquilo meu amigo. Tomara que faça uma excelente pescaria.
  10. Como dito, recomendo que vá no segundo semestre, a partir de julho. Normalmente vou nos dias da lua cheia. Nunca perdi viagem lá. Os primeiros dias após a lua cheia de julho é muito bom. O rio começa a aparecer praias, é onde encontra os cacharas, capararis, corvinas. Pega-se muito tucunaré nas praias tb. Nos locais mais fundos é garantido pegar umas pirararas. Ainda nesse época consegue-se pegar pirapitingas e algum tambaqui.
  11. Amigão, recomendo que vá no segundo semestre. Sou morador da região e minhas pescarias são sempre no segundo semestre. No primeiro semestre o rio ainda está bem cheio, é razoável para pegar peixes de couro e tambaquis, mas não se pega tanto. Agora no segundo semestre, principalmente na primeira ou segunda quinzena de julho, quando o rio está na "caixa", ou seja, não está com o mato alagado, pega-se de tudo. É bom para peixes de couro, corvina, ainda pega-se tambaquis e pirapitinga. Tucunarés, nas praias, já se pega muito. Para pesca noturna, nas praias, ou em poços também é bom. Depende muito também o local que irá no Guaporé. Se puder ajudar em mais alguma coisa pode me contactar. Pesco no Guaporé desde 2009, moro a mais ou menos 250km do rio. O que eu não souber tenho muitos amigos que poderão ajudar. Nesse começo de julho, quando aparecem as praias, é excelente para pegar belos Cacharas e Capararis, principalmente nas pontas de praias, é o local que eles gostam, se tiver uma grama, alguma vegetação é quase certo. Nesse época tb é bom para pegar Pirararas, nossa equipe já pegou exemplares que passou dos 30kg, alguns amigos pegaram com mais de 40kg. Abraços.
  12. Rapaz...vi meio tarde sua postagem, mas sou aqui da região do Guaporé...se quiser pescar Tucunarés, Corvinas, Cachára, vá no mês de agosto, final de julho também.. o rio estará bom de navegar, com muitas praias já. Tucunaré nessa época que falei não tem erro, pega-se dezenas no dia, corvina também. Na pesca de artificial até cachara pega na praia. Na espera, principalmente à noite, tem muita Pirarara, a maioria entre 08 e 15kg, vez ou outra aparece umas mais brutas. Se for novamente no guaporé considere ir no período que falei, essa época que vc foi o rio ainda está muito cheio, dificil pegar tucunas.
  13. Para o vídeo não ficar muito longo eu somente expliquei como fiz o teste e falei dos resultados.
  14. Sei que faz tempo o post..mas fiz um teste caseiro com giradores celta crane..olhe aí o resultado:
  15. Amigão...obrigado pelas dicas...a minha ideia de ter mais linha é por causa dos peixes de couro...sabado passei raiva...fisguei um peixe na beira de um capim..no rio Guaporé...acredito que seja um caparari ou um cachara..tomou muita linha...acabei ajudando a fricção com o dedo por causa de tomar muita linha...acho q exagerei e a linha estourou...perdi o maior peixe..kkkk...dá pra ver que sou pescador...aí estou pensando numa linha mais forte e que caiba mais no carretel...inclusive estou pensando em mudar a carretilha tb..eu estava pescando com um material até leve...essas coisas que faz o pescador tomar algumas atitudes...kkkk
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