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  1. Olá amigos, bom dia! Minha primeira participação. :) Queria saber a opinião de voces sobre o casco bass F3. Estou na busca do meu primeiro barco, para ir em busca dos Robalos em rios, mangues, mas também COSTEIRA. Algum momento tucunas em represas Estou quase fechando num Bass way 15, pois ainda nao posso pagar um 17. Mas me apareceram boas oportunidades do Trick460 e do F3. O Bass way 15 me incomoda o fato de sua plataforma ser quase que única e pequena demais. Enquanto os outros que mencionei serem fantástico enquanto plataforma, mas escuto muito quanto a segurança deles na costeira. Eles realmente não fazem costeira com qualidade (agua na cara) ou segurança? Existe algum dentro desses custos que tenham essa característica de plataformas e fazem bem costeira? O Casco F3 dizem ser mal reconhecido, especialmente para a revenda. Ajuda, preciso. Obrigado e boas pescarias. Ahhh, quem quiser me vender. To aqui. Ano 2011 pra cima de preferência dependendo do barco, acessórios e necessidades. 60-115hp
  2. Bom dia Pessoal, pesco na região do Rio Grande, em Miguelópolis, Colômbia/planura, entre outros. E ultimamente tem acontecido muitos roubos nessa região de barcos, equipametnos, etc.. Minha intenção era pensar em uma forma de colocar um rastreador GPS no Motor, já que com certeza se roubarem vão tirar o motor pois é o que mais vale no conjunto (tenho um mercury 40hp). Minha dúvida é como colocar e qual equipamento? Vi no Mercado livre alguns rastreadores portáteis com preço bem acessível mas tenho duvida do funcionamento. Alguém tem alguma experiencia no assunto ou alguma dica? Abraço
  3. Olá pessoal; Dias atrás, postei um tópico que aborda aspectos de segurança que a gente pode e deve adotar para evitar a ocorrência de acidentes nas aventuras de pesca, quer enquanto navegamos, quer quando fundeados esperando o peixe bater. Inclui, a exemplo do tópico original, outras particularidades que envolvem animaizinhos problemáticos da Amazônia, onde resido. Recomendo que os amigos que ainda não leram o tópico original, que o façam, visto que a pretensão é transferir e acumular experiências, conhecimentos e situações que devemos ter em conta para nossa própria segurança nas aventuras em que nos metemos e também para a tranquilidade de nossos familiares, que ficam em casa pedindo a Deus para que nada de mal nos aconteça nessas ocasiões. Lembro também que ambos os tópicos não constituem propriedade intelectual de ninguém, gostaria muito de contar com a colaboração dos membros da comunidade FTB, no sentido de que construíssemos um verdadeiro compêndio ou manual de segurança nas pescarias. Dito isso, vamos dar continuidade à lista de situações de risco que listei no tópico original, a começar pelo item 11 (ver anteriores no primeiro tópico): Situação 11 - Motores Problemáticos 1: Lá pelos anos 90, em pleno Pantanal Mato-Grossense, me encontrava com amigos pescando no Rio São Lourenço, afluente do Cuiabá. Na época eu morava em Rondonópolis, e minhas idas com a turma ao Itiquira e São Lourenço eram bastante frequentes. Nessa ocasião, chegou uma comitiva de pescadores oriundos da Capital de São Paulo, fazendo-nos antever que haveria algo de interessante pra gente ver, e não deu outra: colocados os botes na água, a galera toda logo acorreu para ligar as máquinas e fazer um tour pelo rio. Com essa turma, veio também um senhor já de meia-idade, pai de um cara apelidado Nenê, que logo convidou o pai para dar uma voltinha no rio. O Velho, todo preocupado e confessando nunca haver entrado num barco, acabou por ceder aos insistentes apelos do filho. Lá foram então o Nenê e o velho para o bote, e a coisa começou a ficar engraçada, porque o velho, como todos os que não tem prática em movimentar-se em barcos, dava passadas bem largas no interior do bote, ora num bordo, ora noutro, e parecia que a coisa iria emborcar mesmo amarrado na margem. Sob orientação do filho Nenê, foi logo para o banco da frente, onde agarrou-se firmemente onde podia, sem mover um músculo sequer a partir daí. Quer dizer, pescoço duro, não olhava para lado algum, só mirava o que via em frente. Bem, o Nenê soltou o barco a deriva, sentou-se no banco da popa e meteu o braço na cordinha. E nada. afogava, desafogava, engatava, desengatava, acelerava, e nada. E o velho firme como uma pedra, só olhando por cima da proa. O Nenê se enervou com a teimosia do antigo Johnson 25 e resolver ficar de frente para o crime: levantou-se e encarou com mais veemência a difícil tarefa de fazer funcionar a máquina. Tudo de novo. Mexe aqui, mexe ali, puxa corda pra valer, até que o "pé de ferro" pegou acelerado e engatado para a frente, saindo disparado rio afora Como não poderia ser diferente, o tranco fez com que o Nenê passasse por cima do motor e caísse de cara n'água. O bote, à toda, seguiu em frente. O velho gritava "Nenê, tira a força, olha a praia" O Nenê, nessa altura, já ia subindo o barranco da outra margem para buscar socorro. Praia se aproximando cada vez mais, e o velho berrando cada vez mais, até que o bote subiu com tudo praia adentro, arremessando o velho como um estilingue, fazendo-o sair como um tiro praia adentro, catando galinhas, até estatelar-se de cara na areia. De longe ouvimos o velho gritar: "Nenê, seu filho da p..., não te falei pra tirar a força?", até que se apercebeu que estava sozinho no barco e o Nenê já vinha chegando com um colega para socorrê-lo. O que se extrai de fatos dessa natureza é que, especialmente nessas circunstâncias, sob hipótese alguma devemos mexer na alavanca de câmbio do motor. Ao contrário, devemos observar se ela está no neutro, e ter em mente que ela nada tem a ver com problemas do motor ligar ou não. Mais ainda, a mesma providência deve ser adotada em qualquer caso, não apenas em motores com problemas de partida. Situação 12 - Motores Problemáticos. Acidente fatal: Também em meados de 1990, um cara de prenome Paulo Japonês, morador de Cuiabá e mecânico de mão-cheia, teve o mesmo tipo de problema, desta feita com um motor 15 HP, não sei dizer a marca. Igualzinho ao Nenê, ficou de pé de frente para o motor e fuçou tanto que a cordinha da partida rompeu-se. Daí teve de retirar a cobertura de proteção do volante do motor, enrolando nele a cordinha reserva que vem em seu kit. Do mesmo modo, não checou se o câmbio estava engatado, e estava. Puxa daqui, puxa dali, até que o motor pegou, jogando-o do mesmo modo pela popa. O problema é que como havia retirado a proteção do volante, caiu com o abdome sobre ele em alta rotação. O final não é preciso contar, ainda me dá arrepios até hoje. Desse caso, e na mesma circunstância, extraio que vale demais a pena reforçar a mesma medida preventiva que no caso anterior: Nunca deixe de verificar se a alavanca do câmbio está em Neutro. Situação 13 - Jacarezinhos do Amazonas - Perigo: Amigos, vocês já perceberam que eu vivi um bom tempo pescando no Pantanal de Mato Grosso. É verdade, foi até o que me fez me mudar de Sampa para lá, isso no início da década de 1980. Toda hora estava no Pantanal, era programa obrigatório de todo fim-de-semana, a gente deixava pra saber o resultado do futebol quando chegava em casa. Os Jacarés-Tinga do Pantanal eram pra lá de abundantes, a gente saía pelas praias logo cedinho chutando a bunda deles só por diversão, para vê-los saindo com tudo no rumo da água. E diz a poetisa que jacaré não tem cadeira porque não tem bunda pra sentar. Pode até ser, mas pra chutar tem. Mas vamos lá. Quando me mudei para o norte-amazônico, na primeira incursão de pesca que fiz à noitinha vi alguns olhinhos vermelhos sob a luz do holofote. Em meu imaginário, logo deduzi que se tratavam dos mesmos jacarezinhos sub-nutridos do Pantanal. Não os incomodei nem fui incomodado. Com o tempo fui me inteirando do assunto, daí aprendi que aqui na Amazônia o que impera são os jacarés-açu, muito assemelhados aos crocodilos do Nilo, tanto em tamanho e peso quanto em relação ao perigo que representam para animais de grande porte e pessoas (pescadores esportistas inclusos). Tanto é verdade, que há pouco mais de um mês, um pescador artesanal aqui de Caracaraí se meteu em confusão com um bicho desses no Rio Anauá. Resultado: partes de seu corpo foram encontradas dias depois, não dá pra brincar, é coisa séria. Lá pelas bandas do Negro, onde vivi por uns dois anos, de quando em vez via a turma de Novo Airão sair armada até os dentes para matar esses bichos, já acostumados a devorar bezerros e pessoas em certos lugares mais recônditos. O que devemos extrair dessa condição única, já que os açús (jacarés, bem entendido) vivem unicamente na bacia amazônica, não há replay em nenhum outro lugar do Brasil: Primeiro, você deve apagar da memória tudo o que sabe sobre jacarés quando vier para a Amazônia. A coisa é grande e feia e se facilitar o bicho pega. Mantenha uma distância prudente deles, e nunca se atreva a provocá-los, tem alguns que chegam a ter quase um metro de largura na parte central de seu corpo, é jacaré sobrando e risco certo de desastre. Situação 14 - Sucuris e Sucurijus: Com certeza, todo já ouviu falar, assistiu documentários e muitos até já viram essas bichinhas em rios e lagos. Uma e outra são a mesma espécie, só muda o nome daí para cá, de Sucuri para Sucuriju. Todos sabem dos riscos que elas representam, assim como as demais serpentes constritoras. Há muitas histórias a respeito, e vou contar duas a um só tempo, pra economizar a atenção da turma. A primeira foi comigo: durante uma seca violenta, em 2012, logramos capturar uma de 5 metros, atravessando o asfalto da BR 174. Enchemos ela de pancadas, amarramos uma corda no pescoço e levamos para o sítio, bem próximo do local da captura, visando medi-la e extrair sua banha (santo remédio). Amarramos a corda bem curta numa árvore e nos dispomos a estirá-la para medir. Estava ainda viva, apesar das pancadas que levou. Passei uma corda no "rabo" da bicha, passei numa arvorezinha e mandei a turma esticá-la para a medição. Conforme a turma puxava, ela cedia um pouco e eu encurtava a corda, ela fazendo força em contrário. Até que num dado momento, ouvi a arvorezinha estralar rompendo raízes em razão da força de tração extrema do animal, que não media mais que 5 metros, e aqui ouvimos falar em exemplares de 8 a 12 metros, dá pra imaginar a força que devem ter. Emendo essa situação com o que vi acontecer no Rio Alalaú, que divide Roraima e Amazonas. Seguindo viagem de carro pela BR 174, deparei com algumas pessoas olhando o rio e gesticulando. Curioso, fui ver do que se tratava. Ainda deu pra ver um índio da tribo waimiri-atroari embolado com uma sucuriju descendo rio abaixo. Por certo, ela o atacou quando se encontrava lidando com algum barco que a tribo mantém sob a ponte. O certo é que ele foi comer capim pela raiz, disso não há dúvida. O que extraímos de episódios como esse, aliás ocorrentes em várias partes do Brasil, segundo a história, é que sempre que possível devemos evitar a criação de condições para encontros com essas bichinhas. Isso significa nunca entrar n'água em locais onde sabemos que elas habitam e, na dúvida se elas ocorrem ou não noutros locais, é melhor prevenir, ficar no seco. Se tiver de tomar um banho, inclusive para espantar o calor, utilize um balde ou coisa parecida, mas não vacile entrando na água. Se estiver pescando no barranco ou no bote, fique atento: a única coisa que denuncia a aproximação delas são as marolinhas e bolhas que vem em sua direção. Como diz a gauchada, fica "veiáco", tchê, senão o jacaré te abraça. Situação 15 - Os Morcegos Hematófagos: Diferentemente do que se vê na maior parte do país, aqui na Amazònia ocorrem morcegos hematófagos que apreciam muito o sangue humano. Vou contar um caso que vivenciei no final de 1999, ano em que criei uma unidade de conservação exclusiva para exploração do turismo de pesca esportiva no extremo sul de Roraima (APA Xeriuini). Interessado em conseguir um empresa para desenvolver operações de pesca na Bacia do Xeriuini, uma das seis da unidade, logrei contato com um empresário do setor instalado em Sampa, o nome é (ou era) Paulo Polimeni, algum de vocês deve ter ouvido falar. Decidimos seguir viagem numa lancha para vencer os 300 quilômetros que separam a comunidade de Terra Preta e a sede de Caracaraí, onde moro até hoje. Nosso piloto, um crioulo de nome Chico Martins, era morador daquela localidade, que há época tinha em torno de 35 famílias. Bacia visitada, Paulo Polimeni empolgado com o potencial do local. À noitinha, fomos jantar e dormir na casa do Chico, uma palafita de madeira de dois andares e dois cômodos bem simples. Embaixo a cozinha, e no andar de cima o quarto coletivo, onde dormiam ele, sua mulher e 4 filhos pequenos. Jantamos ensopado de Piranha com Chibé, que ainda hoje é o básico daquela gente (chibé é água com farinha de mandioca brava), e daí armamos as redes para dormir. Chico e família no andar de cima e eu e o Paulo na cozinha. Lá pelas tantas, percebemos que algo estava nos molhando, o que era estranho, já que além de estarmos no térreo de uma palafita, não estava chovendo. Só no amanhecer é que ficamos sabendo que no quarto não havia banheiro, e a turma do Chico urinava direto sobre o assoalho, daí o que nos molhava era mijo puro, e não água. Mas a coisa não parou por aí. O Paulo Polimeni, fazendo um auto-exame logo cedinho, disse num dado momento: "acho que me machuquei ontem, olha como meu dedão está sangrando!" Aí o Chico caiu na gargalhada e esclareceu: "que nada, foi o morcego que chupou seu dedo". Apavorado, o Paulo pediu urgência no regresso, por saber que esses bichinhos são transmissores do vírus da raiva. Após algumas semanas, exames feitos, o Paulo mandou por correio um amontoado de prospectos sobre a raiva transmitida pelos morcegos, e nunca mais apareceu por aqui. Dito isso, se vier pescar por nessas bandas, se for dormir em camarote, mantenha porta e janela fechadas. Se preferir dormir em rede no convés do barco-hotel, nunca dispense um mosquiteiro, senão você pode ter de visitar um hospital bem mais cedo do que pensa e acabar com a pescaria. Situação 16 - A Marvada Pinga: No tópico original, listei duas situações de alto risco envolvendo a navegação sob galhadas baixas em rios e lagos. Providencialmente, um dos membros do FTG deu uma excelente colaboração ao lembrar que situações assim podem também ser causadas pelo álcool, quer dizer, pelo excesso de álcool que eventualmente alguém venha a ingerir nessas ocasiões, que também foram feitas pra gente tomar umas a mais na beira do rio, o que é lógico e compreensível. Porém, ouso dar um acréscimo ao acréscimo, abordando outras situações de risco que o excesso de álcool pode produzir. Antes, creio que todo mundo concorda que o álcool produz diferentes efeitos nas pessoas. Umas ficam chorosas, outras valentes, outras desinibidas e finalmente as que ficam corajosas. Logicamente, as mais ameaçadas estão no grupo das valentes e das corajosas. Umas porque querem brigar com quem que que seja e por qualquer motivo, o que pode acabar com uma pescaria ou até mesmo dissolver um bom grupo de amigos de pesca. Outras porque perdem o senso do perigo, levando-as a fazer o que não deve, a exemplo da condução de barcos de forma imprudente em qualquer lugar. Porém há mais: alguns resolvem nadar em locais perigosos ou desconhecidos, outros decidem caminhar em praias inundadas sem considerar o risco de ser ferroado por arraias, pra ficar no básico. Nesse último caso, creio que ninguém ignora o que significa ser ferroado por uma desses bichinhas. Pra resumir, é o fim da pescaria. O que se extrai, então, é que devemos encher a cara (é opcional) à noitinha, quando nos reunimos pra falar do dia e depois ir pra caminha. Nada de beber em excesso quando estiver pescando, seja dia ou noite. Pessoal, reforço uma vez mais que apreciaria bastante conhecer experiências e causus relacionados a acidentes e os modos de preveni-los. Este espaço é comum de todos, e todos devem explorá-lo até o limite de seus conhecimentos, sem dia, hora e tempo para sua definitiva conclusão, ainda porque, como no direito, pescar é também uma ciência da semântica, que evolui sistematicamente ao longo do tempo e dos lugares, ao sabor das regras ditadas pela mãe natureza. Deixo um forte abraço a todos da comunidade do FTB. Gilbertinho da Amazônia. l
  4. Pessoal, às vezes ouço ou leio narrativas sobre acidentes ocorrentes na pesca, envolvendo na maioria dos casos a pesca embarcada. Daí resolvi provocar a turma visando extrair e assimilar informações e conhecimentos que guardem relação sobre o tema, de modo que cada um conheça as principais causas e soluções para se obter uma boa margem de segurança nas pescarias, o que certamente trará por acréscimo a tranquilidade dos familiares que se preocupam bastante conosco quando nos ausentamos em busca de aventuras. Como passo inicial, inicio este painel relatando causas e efeitos de ocorrências fatais que conheço por relatos de terceiros e por experiências próprias, que poderiam ser evitadas com um mínimo de cuidados. Tomo a liberdade de enumerar cada situação abordada, sob pena de acabar me perdendo das digressões, observando que quando me refiro à Amazônia, deve-se entender que falo sobre sua porção ocidental, onde resido. Então vamos ao que interessa: Situação 1 - Rota de navegação: mês passado, no Rio Matupiri (proximidades do médio Amazonas e Madeira). o piloteiro de uma operadora de turismo conduzia o bote próximo da margem, deslocando-se para a área onde dois pescadores iriam pescar. De forma negligente, não se ateve a verificar se os passageiros estavam sentados nem os advertiu da proximidade de uma galhada baixa que se estendia sobre o trajeto do barco, nem tampouco dela se desviou. Por estarem de pé, em consequência ambos se chocaram com a galhada. Um deles teve o pescoço quebrado e faleceu. O outro ficou bastante ferido e foi encaminhado a um hospital nas imediações, creio que na cidade de Borba. Não sei dizer se conseguiu se recuperar. O piloteiro, sentadinho e certo de sua segurança, nada sofreu; Apesar de lamentarmos esse episódio trágico, devemos aprender com ele. Afastar esse risco é coisa simples, basta que se adote como regra nunca ficar de pé num barco em deslocamento, mesmo que não existam galhadas visíveis em sua rota de navegação. O efeito pode ser o mesmo caso haja um choque com pedras e troncos submersos. Situação 2 - Rota de Navegação: há algum tempo, o mesmo tipo de acidente ocorreu no Água Boa do Univini, em Roraima, é relativamente perto de onde moro. Dessa feita o bote seguia só com o piloteiro em idêntica condição. Não viu uma galhada baixa à sua frente, e apesar de estar sentado, com ela se chocou, vindo a falecer. Extraímos daí um acréscimo aos cuidados que devemos tomar, que é o de evitarmos traçar rotas sob galhadas baixas, quando estivermos no controle da embarcação; Situação 3 - Manejo de Combustível: ano passado, no mesmo Água Boa do Univini, um piloteiro da Ecotur transferia gasolina de um tambor para o tanque do motor de popa, já de noite, visto que os pescadores iriam sair para a pesca ao alvorecer. Munido de uma lanterna, executava normalmente a tarefa, até que a carga das pilhas se esgotou, obrigando-o a trocá-las e seguir com a tarefa. Entretanto, ao ligá-la novamente, uma centelha fez com que a gasolina explodisse, provocando queimaduras de terceiro grau no infeliz. Socorrido, ficou internado por um longo tempo e só recentemente voltou à ativa. Como aprendizado, já que muita gente tem o hábito de abastecer à noitinha (e do mesmo modo) para sair bem cedo para pescar, devemos abrir mão desse hábito, executando essa tarefa de dia e longe de qualquer fonte que possa provocar acidentes dessa natureza; Situação 4 - Descer ou subir o rio? Essa é uma questão que em geral não envolve risco de vida, embora eu conheça exceção. Trata-se de decisões que tomamos quando estamos na pescaria com outros colegas que têm barcos. Caso resolva descer o rio, seu barco nunca deve seguir desacompanhado, porque se houver uma pane de motor, é uma roubada. Nada melhor que ter um companheiro por perto para rebocá-lo até o acampamento. Subir o rio não dá esse tipo de problema, porque para baixo todo santo ajuda, embora haja a questão do controle da direção do barco. Extraímos desses casos a importância de termos ao menos um par de remos no barco, que viabilizarão o controle da direção e eventualmente movimentar o barco; Situação 5 - A importância dos remos: apesar de ter abordado essa questão na situação anterior, gostaria de submeter uma situação hilária que testemunhei por causa de remos, ou melhor, pela falta deles. Por uns dois anos, morei numa lancha no Rio Negro, região das Anavilhanas, mais precisamente nas proximidades da cidade de Novo Airão, onde atracava o barco na boca de um igarapé, situado um pouco a jusante da cidade, para ter mais tranquilidade e segurança por conta das tempestades. Via de regra, comunidades rio abaixo faziam festas em que muita gente da região comparecia para beber, dançar e namorar. Na verdade, em nenhum outro lugar do país vi tanta paixão por festas, é festa religiosa, de torneios de futebol, do Tucumã, do Açaí, do peixe ornamental, do boto cor-de-rosa, do peixe-boi, enfim, qualquer coisa é motivo para festejar, e sempre com muita bebida, muita música do boi e muita dança, muito de tudo. À noitinha, minha esposa e eu ouvimos e vimos várias canoas de madeira descendo o rio, todas tocadas por motores rabetinhas, deduzindo que deveriam estar seguindo para alguma festa rio abaixo. A noite passou, e lá pelas cinco da manhã, o sol surgindo preguiçoso, quando ouvimos um chilep chilep constante, como algo batendo incessantemente na água, subindo o rio bem juntinho do costado da lancha. Olhamos pela janela e vimos uma canoa de uns 7 ou 8 metros, nego vazando pelas bordas, todos remando com as havaianas para chegar na cidade. Só risos. Deduzimos que essa turma deveria estar remando madrugada adentro, já que o dia seguinte era dia de branco, todo mundo ao trabalho. Desse dia em diante, jamais deixei de levar os remos no bote, mesmo que meu deslocamento da lancha fosse de 50 ou 100 metros. Macaco velho não pula em galho seco. Essa foi uma boa lição que aprendi, e recomendo que também o façam, por mais que os remos ocupem espaço e incomodem; Situação 6 - Serpentes peçonhentas: pouco tempo atrás, um pescador curioso resolveu fazer uma pequena caminhada por uma trilha na região do Rio Amajaú, sul de Roraima. A intenção era a de tentar a sorte num lago situado atrás da comunidade de Canauini, onde o barco-hotel estava atracado. Orientado por um cara da localidade, entrou mata adentro e ao passar sobre uma árvore caída, foi picado no peito do pé por uma Pico-de-Jaca, a cobra mais peçonhenta da Amazônia, Socorrido e conduzido de avião para a capital do Estado, Boa Vista, ficou internado por vários dias. O estrago foi tamanho que quando deixou o hospital e nos exibiu o local do ferimento, era possível ver o chão através de seu pé, um buraco da dimensão de uma moeda de 1 real. Coisa feia de se ver. Isso ensina que sempre devemos ter um cuidado imenso com incursões na mata. Não basta olhar o chão coberto de folhas onde as cobras se ocultam esperando presas, tampouco troncos caídos que servem de abrigo a elas. Na Amazônia, existem espécies peçonhentas que vivem e caçam em árvores, e é relativamente comum vê-las dependuradas em galhos, do mesmo modo que a cobra Papagaio, não venenosa. Assim, extrai-se o ensinamento que, se adentrarmos a mata ou caminhar junto às margens, devemos observar com cuidado não apenas o chão, mas também por onde todo o corpo vai passar ou possa ser alcançado por um bote de uma cobra; Situação 7 - Insetos voadores venenosos; como muita gente vem para a região amazônica para pescar, vale discorrer sobre os principais insetos voadores venenosos daqui, a começar pelas famigeradas abelhas, fáceis de identificar e totalmente semelhantes às que encontramos no resto do país. As novidades ficam por conta dos cabas (marimbondos) amarelos e os da noite. Em geral têm o corpo avantajado e possuem uma pegada bem dolorida, característica comum dos dois. A diferença é essa "coisa" do caba-da-noite, que só entra em operação quando anoitece, e é bem maior que o caba amarelo, e sua picada injeta mais veneno. As soluções de redução de riscos quanto às abelhas e os cabas diurnos são, no primeiro caso, buscar identificar colmeias em troncos e construções velhas e manter distância, exceto se resolver extrair o mel, aí deve se preparar direitinho, senão...Já os cabas diurnos são preferencialmente encontrados em construções abandonadas, onde instalam suas casas, mas também habitam troncos de árvores mortas em meio à selva, exigindo algum cuidado nesses locais, apesar de ser praticamente impossível evitá-los quando nos visitam. Contra o o caba-da-noite, mais perigoso, só o que resolve e trancar portas e janelas ou se meter sob um mosquiteiro, aí está tudo resolvido; Situação 8 - Insetos voadores transmissores de doenças: seguindo a mesma linha da situação anterior, destaco alguns pontos sobre essa questão. Como se sabe, a incidência de transmissores do vírus da malária na Amazônia Ocidental é considerável. A única forma segura de prevenção é evitar o contato com esses caras, e para isso deve ser observado que, diferentemente do que muita gente pensa e diz, o Anopheles spp ataca também durante o dia, em menor intensidade, dependendo do clima. Se chover ou garoar, atacam mais. Porém, costuma-se dizer que o horário crítico é das seis às seis (da noite até a manhã). Uma curiosidade: caso esteja pescando em local onde há moradias de ribeirinhos por perto, observe se suas casas estão fechadas por volta das cinco da tarde. Se estiverem, é certo que a região é infestadas de pernilongos (carapanãs, para os amazônidas). Prevenção: repelente durante o dia e uma rede de dormir grossa e um mosquiteiro de boa qualidade, ou ainda um camarote fechado e vedado e refrigerado, senão irá morrer de calor; Situação 9 - Formigas Críticas: diz a lenda que Novo Airão, cidade localizada no curso médio do Rio Negro, antes era denominada simplesmente Airão. Assolada por formigas de todos os tipos, credos e raças, mudou-se tempo atrás para a atual localização, bem a jusante da posição geográfica original, ensejando a denominação "Novo" Airão. Fato ou mito à parte, o certo é que aqui as formigas são de lascar. Não se trata de formigas lavapés ou outras mais comezinhas do país, afinal, quem já não foi ferroado por alguma delas? Mas o fato é que aqui as mais parecidas fisionomicamente com as lavapés são as formigas-de-fogo, amarelinhas e não muito graúdas, mas portadoras de uma ferroada pra lá de dolorosa, queima como fogo, como o nome já diz. Porém, a pior delas é a famigerada Tocandira, bem avantajada, preta e menos comum de ser encontrada, e se for, alguém vai ter uma experiência inesquecível. Em geral, são solitárias em suas andanças pela selva, vadiando pelos troncos das árvores à procura de insetos menores que servem de alimento. Os acidentes com elas ocorrem em situações em que incautos resolvem apoiar as mãos ou o corpo nos troncos das árvores, e aí ela não perdoa, acabou o dia para quem for ferroado. A lição que se extrai é que devemos evitar, no caso das formigas-de-fogo, vacilar perto do formigueiros. Já no caso das Tocandiras, é pra lá de recomendável evitar o contado das mãos e do corpo com troncos de árvores, é sempre onde elas estão; Turma, já é madrugada e o sono está pegando. Retornarei com novas experiências e aprendizados. Grande abraço e grato pela atenção, lembrando que seria por demais útil conhecer experiências e medidas preventivas da turma do FTB para garantir nossa segurança. Gllbertinho, pescador da Amazônia
  5. Bom dia galera do FTB. De antemão quero pedir desculpa se já existir este tópico. Procurei e não achei. Vamos lá......... Sai do meu conjunto de alumínio 40HP e comprei o meu sonhado BASS. Se trata de um Xtreme X1 e o que vai empurrar ele é nada menos que um Mercury 150 EFI. Nunca tive nenhum contato direto com Bass, nem a passeio muito menos pilotando. O máximo que já pilotei foi conjunto 60hp que dá no máximo 35mph. Como eu sou totalmente "barriga verde" no assunto pilotagem de bass, e tenho certeza que a ansiedade e adrenalina em querer acelerar tudo vai aparecer, queria, se possível, a ajuda dos mais experientes e expert no assunto pra ter segurança na navegação e não fazer nenhuma cagada!!! rsrsrs. O barco está em fase final de montagem e assim que estiver pronto posto umas fotos e videos aqui. Por enquanto o que eu tenho de informação que pode influenciar no desempenho é o seguinte: Casco: Xtreme X1 Motor: Mercury 150L EFI Jack: 8" Hélice: Mirage passo 23" Abraço a todos!!!
  6. Moçada, navego há 16 anos nas águas da Amazônia, a maioria das vezes a trabalho. Aprendi com os navegantes daqui algumas dicas de segurança que devem ser adotadas em situações extremas, especialmente diante de vendavais e temporais que a gente às vezes têm de enfrentar quando em navegação ou pernoites atracados em algum lugar (mesmo em vilas ou cidades ribeirinhas). Também já testemunhei e ouvi relatos de acidentes graves devido à desinformação ou excesso de confiança de muita gente. Passo então a transmitir alguns pontos (ou dicas) de como se deve proceder nas seguintes situações: a) caso esteja navegando em águas turbulentas em razão de vendavais ou temporais, busque abrigo junto à margem de onde vem o mau-tempo, ou seja, o vendaval com ou sem chuva. Quanto mais próximo desta, desde que respeite uma certa distância para não topar com algum tronco de árvore caída na beirada, mais seguro será seu deslocamento, já que a "coisa pega" no sentido da margem oposta ao temporal; b) se resolver amarrar o barco nalguma árvore para deixar a tempestade passar e depois seguir viagem, cuide para não fazer isso em local onde há árvores altas ou galhos grossos, que poderão tombar sobre o barco e mandar você para o fundo; c) a recomendação anterior também de aplica nos casos em que você pretenda pernoitar no rio ou represa ou ainda em uma vila ou cidade ribeirinha. Ainda que durante o dia não haja temporal, verifique por onde o vento "entra", então vá nesse rumo e atraque o barco também num local sem árvores grandes ou que tenham galhadas grossas que fiquem sobre o barco, pelo mesmo motivo anterior. Podem advir tempestades noturnas e aí também "a vaca vai pro brejo". E não há nada pior que enfrentar isso quando não se enxerga nada; d) na hipótese de o temporal vir de jusante ou montante, isto é, subindo ou descendo o rio, o remédio é buscar abrigo numa baía ou afluente, observando nesses casos a mesma orientação: nunca atracar na margem oposta ao sentido do vento e nem sob árvores ou galhos de bom porte. Fico por aqui, deixando muita margem para os colegas navegantes acrescentarem o que esqueci ou ignoro. Apesar de integrar a Marinha Mercante, sei apenas um pouco do todo, e esse todo é muito extenso. Vai um abração do Gilbertinho, pescador de lobó graúdo.
  7. 7 DICAS DE OURO PARA VOAR SOBRE A ÁGUA Na verdade se observadas as dicas abaixo teremos segurança de voo em qualquer situação, seja sobre a terra ou água. Como disse, vamos esquecer o voos de aeronaves montadas (como um Lego), Phantons 1 e 2. Estes já estão fora de linha e devem sumir do mercado em breve. Vamos partir para os Phantons 3 (todos os modelos) e Phantom 4, q são os drones que a maioria dos pescadores irá adquirir. Claro q as dicas servem para qualquer tipo de drone, mas algumas configurações a q me refiro abaixo são exclusivas dos aparelhos da DJI. Caso vc não tenha lido o tópico que postei sobre o drone que a DroneFish recomenda, CLIQUE AQUI. Voar sobre a água aparentemente é mesma coisa q voar em terra firme...rsrs...mas, qualquer problema q vc tiver sobre a água, o aparelho irá cair e vc provavelmente o perderá...rsrs. Então, vamos lá. 1 - Confiança demais vs. Voo inseguro; Aqui está o problema em 99% das quedas. A falta de habilidade de pilotagem com excesso de confiança do piloto..rsrs..Quando estes dois estão juntos, seu aparelho corre enormes riscos. Eu mesmo já abusei do voo em duas ocasiões q poderiam ter derrubado meu drone. Por PURA SORTE, ele não quis me abandonar (nunca conte com ela). Então, a primeira coisa a ser feita é treinar. Treinar tudo, montagem, configuração e voo. Quanto mais treinado, menores as chances de derrubar seu drone. Esteja sempre seguro do que irá fazer e não se ache o "gostosão". Voe várias horas em terra firme antes de ir para a água. 2 - Baterias sempre com carga total (drone e controle); Quase derrubei um drone na água pq estava com 1% de bateria no celular. Então, tá dada a dica. Antes de voar, carregue todas as baterias, inclusive do telefone. 3 - Confira todas as configurações da aeronave e do controle antes de decolar; É muito importante que vc esteja habituado com as configurações do seu drone/câmera para saber exatamente o q ele irá fazer lá em cima, seja pra voar apenas, seja em caso de pane ou problemas diversos. Em um lugar tranquilo, fuce em todas as configurações do controle. Na sua casa, sentado ao sofá, simule tudo o q vc gostaria de fazer. Bem configurado o aplicativo de voo te mostrará se tudo está seguro para voar. Caso contrário, não decole. 4 - Aguarde o aparelho "si localizar" antes de decolar. Tenha paciência; Como eu disse em outro tópico, uma das coisas mais fantásticas que tem nos Phantons é o GPS. Ocorre que o GPS deles funciona como qualquer GPS de mão, automotivo, náutico e etc. A partida a frio (primeira partida) é mais demorada q uma segunda, terceira, e etc. Quanto mais forte o sinal do GPS, mas seguro será o seu voo. Aguarde o drone localizar mais de 10 satélites...Quando vc faz isso, automaticamente ele dá um sinal/som informando que o aparelho ESTÁ PRONTO E SEGURO PRA VOAR. Ocorre que mesmo pronto pra voar, a precisão do GPS pode não estar tão boa, ou seja, o Home Point (ponto de casa ou de decolagem) está com a precisão de 10m. O drone ao voltar pode pousar em qualquer lugar com uma margem de erro de 10m. Isso pode ser fatal. Então, aguarde um pouquinho mais. Observe na tela do telefone quantos satélites foram localizados e aguarde pra ver se eles aumentam. Quanto mais satélites, mais preciso será o pouso autônomo. 5 - Decolando da plataforma de embarcações; Se vai decolar a partir da plataforma de um barco (q acontece muittooo), saiba que o Home Point (ponto de casa ou decolagem) estará em movimento, ou seja, se o aparelho tentar pousar autonomamente, vc irá jogá-lo na água. Se vai decolar nesta situação, NUNCA DEIXE O APARELHO POUSAR AUTONOMAMENTE. Pouse-o manualmente. Atenção para a dica 2, pois se faltar bateria do controle ou o sinal entre ele e o drone, sozinho o drone irá pousar nesse Home Point sobre a água. Tchau pro drone...rsrs 6 - Decolou?!?! Cumpra todo o planejamento feito. Toda vez q vc foge do plano, o risco aumenta exponencialmente. É importantíssimo que façamos (mesmo que mentalmente) um planejamento de tudo o q iremos fazer com o aparelho no ar. NUNCA DECOLE SEM SABER O QUE IRÁ FAZER LÁ EM CIMA. Esta dica se confunde com a primeira, mas vale a pena repeti-la, pois, à medida em que vamos pegando confiança no aparelho, vamos quebrando os protocolos de segurança (principalmente no q se refere a tempo de voo/bateria), então, saiba que se o plano de voo for integralmente cumprido, É QUASE IMPOSSÍVEL vc derrubar o seu drone. 7 - Cuidado com as distâncias e voos baixos demais. Qualquer problema que ocorre sobre o solo é bem mais simples de sanar que sobre a água. Se a bateria do aparelho está acabando sobre o solo, basta vc pousar o drone em qualquer local e buscá-lo depois. Sobre a água, já era. Então, voe à distâncias necessárias e em que haja contato visual com o drone. Voe em altitude segura. Se vc voar baixo demais lembre-se q existem obstáculos naturais (pequenos galhos, morros e etc) q poderão lascar sua vida. E, voar perto de mais da água exige habilidade, qualquer errinho de pilotagem tb poderá fazer com que o aparelho toque na água e perca sustentação. DICA/EXPERIÊNCIA DE OURO Aqui vai uma dica resumida que o ajudará muito na sua pilotagem. A maioria dos sites e vídeos postados na web são bem explicativos mas, às vezes, são tão grandes e específicos, que vc não consegue aprender em um único tutorial, como se faz apenas para voar...rsrs... Então, vou tentar postar aqui pra baixo um "geralzão" de dicas q podem ajudar quem está começando. Drones da Phantom: Abaixo uma imagem do aplicativo da DJI q é usado num Phantom 4. Vc instala o app no seu telefone ou tablet e ele, quando sincronizado, mostra na tela do seu telefone o que está sendo visto na câmera do drone. É top demais. No canto esquerdo: - Setinha pra cima = para decolar sozinho (ele decola e fica parado a 1,2m esperando seu comando). - Triângulo = posição da câmera em relação ao ponto de decolagem (repare q tem uma luzinha verde mostrando a direção). - Seta pra baixo com H = apertando ele o drone voltará ao ponto e pousará sozinho. - Balãozinho com H = para ativar/marcar o Home Point No topo da imagem: - P-GPS = GPS e altímetro atuando em todo o voo. Estabilização total da aeronave feita pelo GPS e altímetro (existe ainda as posições A e S, mas essa P é a ideal para ambientes abertos e onde o GPS atua em todo o voo). - Satélite = número de satélites captados pelo aparelho (quanto mais, melhor). - SAVE TO FLY (GPS) = aviso de q a aeronave está pronta para voar. Se algo estiver errado (botão vermelho) ou se o GPS está desligado (botão amarelo), não decole ou só o faça se souber o q está fazendo. Usuários inexperientes não devem decolar nesta situação. Todo o restante, inclusive os ícones da lateral direita e inferior são meio q autoexplicativos... Ligou o aparelho, calibrou tudo (depois explico como fazer, mas saiba q é moleza), esperou ele aparecer a tela com SAVE TO FLY...o aparelho está pronto para voar meu amigo. Aqui ele não cai....o q pode ocorrer é vc derrubar ele...rsrs ...e o mais legal é o seguinte.....Vc decolou...o aparelho pára e fica esperando o seu comando...Qualquer outro comando q vc der ele vai fazer, mas, bastou parar de comandar que o drone ficará paradinho no céu...ou seja, ele não vai cair, ele não vai bater em nada...então, ficou moleza. Basta vc ir comandando devagar que em pouco tempo vc estará acostumado em voar. É moleza. E quanto ao uso da bateria!??!?! - entre 100% e 31% = aparelho voando totalmente ao seu comando. - entre 30% e 11% = o controle te avisa q a bateria está fraca e o drone sozinho começa a voltar ao Home Point (ponto de decolagem). Ocorre q vc cancela o comando tocando na tela. - menos de 10% = o aparelho começa a pousar onde estiver. Vc não pode cancelar o comando, pode apenar mandar o aparelho subir (se manter voando), mas, ao soltar o controle, ele começa a descer imediatamente...ou seja, o drone quer pousar de qualquer jeito. Se vc estiver sobre a água, comande para o aparelho subir e procure um lugar para pousar imediatamente. Bem...é isso....se vc apenas leu e entendeu essas dicas, puts, vc dificilmente terá trabalho com o seu drone. Abraços e até a próxima dica. Fabrício Biguá
  8. Ola Amigos, gostaria de saber se alguem ja comprou ou conhece este site http://www.pitstopdopescador.com.br/PITSTOP DO PESCADOR? E SEGURO? OS PRODUTOS SAO ORIGINAIS? GRATO A TODOS.
  9. Senhores, adquiri um motor yamaha ano 1994 de 40HP com comando a distância mas percebi que não veio o cordão corta corrente. Abri o comando e não tem nada "instalado" onde se encaixa o corta corrente, alguém sabe me dizer como instalar o corta corrente no comando? Se tiver foto seria melhor. Desde já agradeço a todos.
  10. Nesta sexta feira (30) um aviao colidiu com uma anta no aeroporto de Coari na Amazonia quando estava decolando danificando o trem de pouso. No aviao estavam 4 tripulantes e 45 passageiros. Felizmente nao houve feridos. Este é o nivel de seguranca dos nossos aeroportos Pensem nisso Abc
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