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Encontrado 22 registros

  1. Olá pessoal já li aqui que para corricar em águas argentinas é indicado uma vara de ação média / lenta. Achei uma ugly stik lite 7' 15-30lbs. O que acham ? Estaria indicada / aguentaria esse tipo de pesca ?
  2. Boa noite colegas, Estou organizando a próxima pescaria com uns colegas e estou pensando em pescar na argentina. Estou em dúvida entre duas pousadas: La Serena ou El Refugio (em Ita Ibaté, Corriente), quem conhece ou poderia me passar recomendações? Quais meses são melhores para pesca: março, maio, ou setembro? Quais tipos de varas, carretilhas e iscas artificiais devo levar? Desde já obrigado. Abs. Diomedes
  3. Olá amigos experientes, estou agendando uma pesca na Argentina para Novembro deste ano ou Janeiro de 2018 em Goya. Na verdade, vamos ficar em um ilha que é o ponto de apoio do Javier Enrique (da Fishtv) que será o guia da pescaria. Porém, sou iniciante no negócio e estou em dúvida sobre os materiais que tenho. Tenho algumas varas, mas cada uma delas foi comprada sem muito conhecimento. Os reels também. Vamos ao que tenho: - Vara Marine Sports Laguna II de 40 a 80Lb, extrapesada, rápida; - Vara Marine Sports Solara Redstick de 12 a 25Lbs, média rápida; - Vara de mar da Okuma, com 3,6 metros (não sei modelo e essas coisas, acho que nem serviria para lá); - Vara Maruri Telescópica com passador V-Tex 3,00m p/ pesca de praia, costão e pesqueiro, média leve; - Molinete Marine Sports Elite 400; - Molinete Okuma Revenger RV-55 (Drag power 11,5Kg); - Carretilha perfil baixo Marine Sports Ventura VT-100; É isso! Dá para aproveitar algo daí? Eu imaginei que só aproveitaria a vara Laguna II por ser extra pesada e o molinete Okuma, mas são incompatíveis entre sí. O molinete é grande e a vara é para carretilha. Por favor me ajudem a pensar o que devo comprar ou o que posso aproveitar. Obrigado.
  4. Galera, bom dia. Estou indo com a esposa para Cataratas do Iguaçu em Julho/2017, estou querendo dar uma esticada até Argentina para efetuar uma pescaria de três dias. A esposa já é parceira de pesqueiros, mas em pescas embarcadas ela nunca foi e esta com bastante vontade de iniciar. O objetivo principal é curtirmos todas as coisas boas e ruins quem uma pescaria desse tipo pode nos proporcionar e se possível pegarmos peixes hehehehe. Gostaria de indicações de pousadas que sejam mais familiares e com uma infra bacana, a localidade ainda não fechei, li bastante sobre Ita-Ibate, seria o melhor destino para o período(Julho/2017)? Obrigado..
  5. Olá pessoal alguém já viajou ou conhece esse operador de pesca atualmente a experiência é positiva?? o que dizer dos guias ??? abraço e obrigado
  6. Pessoal, poderiam me dizer se há como fazer a licença de pesca da Argentina aqui do Brasil mesmo ou preciso ir lá? Obrigado.
  7. Esse já faz um bom tempo (ano de 2004) estava na companhia do guia Horacio, hospedado nos Gêmeos Pesca Esportiva em Ita Ibaté, AR - mediu 1,96 de comprimento e 98cm de diâmetro, não conseguimos pesar - pois quebrou uma balança de 65 kg - Na época mandei para o Cepta de Pirassununga, SP que respondeu algo entre 72 e 75 kg. Assumi desde então que se tratava de um peixe de 70 kg. Já tive o prazer de capturar outros grandes, mas esse continua sendo meu recorde pessoal para a espécie. O conjunto usado foi uma vara GLoomis - modelo Musky Light com 6' indicada para linhas de 20 lbs montada pelo Greg's, a carretilha uma Shimano Antares abastecida com fio de náilon 0,23mm e um líder, também de náilon marca Grilon de 0,50mm. Foram 40 minutos de embate para encosta-lo na embarcação. Abraços
  8. Olá pessoal quais as melhores opções de vara rápida hoje para 30-40 lbs entre 6 e 7 pés no mercado : althezZa V, shimano sojourn , daiwa heartland ?? a princípio a pescaria seria de rodada na Argentina obrigado desde já
  9. Olá pessoal já vi na internet alguns pescadores recomendando a posada paso de lá pátria , na cidade de mesmo nome. No entanto , vi avaliações recentes não tão animadoras e não consigo resposta de e-mail. Em paso, conhecem outra opção ? obrigado
  10. Olá amigos pescadores Daqui alguns dias irei fazer uma pescaria na argentina e ainda estou em duvida em qual vara comprar para uma pescaria de dourados no pincho. Vocês podem me dar uma ajuda?
  11. Bom dia, gostaria de saber se algum colega pescou na Argentina com o barco propio , quais as exigencias daquele Pais, e se é possivel levar o barco ?
  12. Senhores, Boa noite! Esse é o meu primeiro post aqui nesse fórum (além da apresentação). Como sou de Curitiba/PR, fica um pouco mais fácil para mim pescar na Argentina. Nunca fui pescar por lá, pretendo fazê-lo agora em 2016. Então, para não errar e não perder a viagem, gostaria da ajuda dos senhores para tirar as seguintes dúvidas: 1 - Melhor lugar para pegar os grandes Dourados? Já lí relatos sobre vários lugares: Ituzaingó, Ita-Ibaté, Esquina, Paso de la Patria... Gostaria de saber o lugar onde é mais provável que se tenha mais ações e os maiores. 2 - Não obrigatoriamente relacionado à primeira pergunta (vou fazer uma análise de custo/benefício baseado também no conforto), qual a melhor pousada lá, seus atrativos e opções. 3 - Melhor época para ir? Pretendo ir em setembro ou outubro de 2016, à não ser que seja uma péssima época. 4 - A traia usada? Não pretendo comprar nada além do que já tenho, exceto iscas artificiais. Pretendo levar: - Carretilhas: Daiwa Millionaire Classic 300, MS Titan Big Game SW, Okuma Convector CV-30, Penn 225LD; - Varas: 10-25lbs e 15-30lbs (MS Evolution e Hunter-Fishing, ambas com 1,60m), 20-40lbs (Saint Stick de 1,75m), 30-50lbs (Saint Pantanal); Quais linhas são compatíveis com essa traia? Devo levar carretilhas leves tb? Quais os tipos mais usados de iscas artificiais e seus tamanhos? Por enquanto são essas as dúvidas! Conforme a discussão for evoluindo com certeza surgirão outras! Obrigado pela ajuda!
  13. Acessando a sala de “Convites de Pescaria” do Fórum havia uma chamada de “uma vaga para pescar em La Zona na última semana da baixa temporada”. Pensei um pouco sobre o assunto (quase meia hora) para decidir que queria ir e mais alguns dias para negociar a vaga, e fechei um pacote entre os dias 16 e 22 de dezembro de 2015. A oportunidade era dupla: pescar em La Zona e acompanhar um grupo de pescadores de muita qualidade e experiência. A região. O Rio Uruguai na região da reserva da represa de Salto (entre as cidades de Concórdia na Argentina e Salto no Uruguai) é famoso por ser o local de vários recordes mundiais da pesca de dourado. A reserva está compreendida entre a parede da represa até uma distância de 500 metros rio abaixo e os dourados ali se acumulam, seja para subirem o rio pelas escadarias de migração, seja pela abundância de oxigênio e comida. As regras de pesca no local são bastante restritivas, como forma de garantir a sobrevivência da espécie. Dentro da reserva é permitida a pesca apenas com iscas artificiais e garateias com a “ferpa” amassada ou limada. Também não se deve utilizar o "boga grip" para manusear os peixes e apenas dois barcos argentinos e dois uruguaios podem pescar ao mesmo tempo na reserva. Como a operação uruguaia está em processo de nova licitação, eram apenas dois barcos por dia pescando na reserva. A pescaria. A maior parte da turma chegou em Buenos Aires no dia 15 de dezembro, vindos de diversos pontos do Brasil e no dia 16, após a chegada dos demais, seguimos de Van para o Lodge. Foram cerca de 450 km de estrada ou 6,5 horas de viagem. Logo na chegada ao Lodge vimos que o Rio estava muito alto, chegando a bater no teto das pequenas casas ribeirinhas, e a previsão era de muita chuva no dia 17 e muita água vindo do Sul do Brasil durante toda a semana. Apesar da chuva da manhã do primeiro dia, que nos obrigou a sair com 1,5 hora de atraso, a pescaria foi relativamente produtiva com a utilização de iscas de sub-superfície (Tipo Super Shad Rap nas cores prata, lararanja/preto e vermelho/branco). Foram ainda testadas algumas soft baits e até tuviras, que se mostraram imbatíveis na produtividade perante aquelas condições de rio muito alto e sujo. O rio continuou subindo todos os dias, mas o sol apareceu forte no segundo e terceiro dias de pesca e na tarde do quarto dia a chuva voltou forte e com raios, impossibilitando a continuidade da pesca por razões de segurança. Esta pescaria foi organizada pelo Fábio Neves e o grupo foi dividido em quatro barcos/equipes: A – Ênio, Fabiano Tucunaré e Fernando; B – Gildácio, Adriano e Marlon; C- Nélio, Fabrício Biguá e Fábio Neves e D - Baxim, Tássio e Moacyr. Assim, cada equipe iria pescar alternadamente pela manhã e pela tarde, dentro e fora da reserva, e todos teriam 4 meio períodos na reserva e 4 fora. Nossa expectativa era de muitos Dourados e alguns Pintados na reserva e muitas Piaparas fora. Durante a nossa breve estadia, o Rio Uruguai não parou de subir, como nos famosos e temidos repiquetes amazônicos, chegando a atingir a cota de evacuação para a cidade de Concórdia - "maior inundação dos últimos 50 anos". Segundo os piloteiros a possibilidade de pegarmos piaparas era quase zero e as condições de pesca de dourado estavam muito difíceis. Assim, a maioria das duplas acabou desistindo de pescar fora da reserva e apenas as equipes A e B insistiram na captura de Mandis e Patis, por diversão ou para utilização como isca para dourados. Por sinal, estes peixes mostraram-se excelentes iscas. Os maiores dourados mediram entre 40 e 44 libras, enquanto que os maiores pintados chegaram a 50 libras. Fomos atendidos nesta semana pelos piloteiros Alejandro, Élvio, Juan Pablo e Martin. A forma mais produtiva da pesca foi obtida pelo arremesso rente às duas paredes das escadarias de migração ou dentro dos “buracos” onde as turbinas devolviam a água para o rio. Este tipo de operação exige muita destreza e capacidade dos piloteiros, pois a pesca ocorre em condições de fortes corredeiras e redemoinhos. Utilizamos o tipo de equipamento sugerido pela pousada e que pode parecer relativamente leve à princípio para os peixes mostrados nas fotos, mas resulta em grande esportividade. Como as águas não estavam baixas, foi possível pescar sem a utilização de líder, mas o empate de aço é fundamental para evitar a quebra da linha nos dentes dos dourados (os snaps eram substituídos por argolas com mais de 70 libras). Varas de 6" a 8" entre 20 e 30 libras e muito rápidas (quanto mais duras melhor, para garantir a fisgada dos dourados), carretilhas com boa capacidade de linha (150 metros de multifilamento), em geral as mesmas utilizadas na pesca de tucunarés na Amazônia e linha de multifilamento de 65 a 70 libras. A Hotelaria. A operação da pousada é tocada pelo Luca, Frank, Lili e Marcelo. Todos são competentes e trabalhadores, mas é notável que muitas vezes estão com as mãos atadas para atender alguns dos nossos pedidos. Convém notar que o quesito hotelaria é fraco e ocorre pela falta de concorrência e investimento. O fato de estar sendo construída uma nova pousada na beira do rio influencia, mas não justifica o fato de que faltas graves ainda aconteçam na operação atual, ainda por cima com os preços cobrados dos turistas. - Há uma diferença marcante no sentido do treinamento e serviço prestado pelos dois piloteiros que operam dentro da reserva. Ambos são experientes, bons pescadores e bons pilotos, mas apenas um deles (Alejandro) dá atenção a pontos básicos, como a posição do barco em relação à agua e aos pescadores, evitando que o barco gire e as linhas se cruzem. Principalmente quando temos três pescadores por embarcação. - A comida é boa, de qualidade e bem preparada pelo Chef Marcelo, mas faltam opções de cardápio. - A capacidade ideal da pousada não passa de 10 pessoas, assim no nosso caso, 2 colegas foram dormir em quartos afastados do grupo e com pior qualidade de camas e banheiros. Conclusão. Nosso objetivo é sempre expressar nossa opinião de forma livre e objetiva, não sendo nossa intenção ofender ou prejudicar ninguém. Aproveito para agradecer a todos os membros da nossa equipe, pela amizade, troca de experiência e mais alguns excelentes dias, que ficarão marcados para sempre em nossa memória. A experiência de pesca na represa de Salto é única. Os dourados são um dos peixes esportivos que proporcionam maior emoção ao pescador e, individualmente, muitos bateram seus recordes pessoais de pesca de dourado, mas a operação do La Zona Lodge tem muito que melhorar e espero ainda poder voltar ao local (com águas mais baixas) para testemunhar esta evolução. Finalmente, agradeço ao Fábio pela organização e ao Fabrício pelo apoio do Fórum Turma do Biguá, que nos possibilitou mais uma viagem tranquila e sem percalços, apesar das condições de pesca muito difíceis durante esta semana de inundação no Rio Uruguai. Fico imaginando como seria se estivesse fácil. :gorfei:
  14. Amigos...estamos com uma turma top praticamente fechada pra pescar em LaZona no final do ano q vem. Já estive lá 2 vezes e puts, pensem num lugar show de bola?!?! Como sempre fui na baixa temporada (água alta e clima mais frio), nunca conseguimos pescar os grandes dourados na superfície....mas no final da pescaria q fizemos lá este ano, a turma decidiu voltar numa data melhor. Escolhemos uma data onde historicamente a água fica mais baixa...e numa data onde o valor não é estratosférico... Bem...temos apenas 02 vagas disponíveis....e acredito q irão fechar rapidamente. Abaixo as informações do pacote. O MELHOR LUGAR DO MUNDO PARA A PESCA DOS GRANDES DOURADOS Os argentinos estão bem a nossa frente em termos de legislação de pesca. Prova disto é a criação da reserva de pesca “La Zona”, simplesmente, o melhor lugar do mundo para a pesca dos grandes dourados! Ela está localizada no Rio Uruguai, em Concórdia, na província de Entre Rios, Argentina. A reserva se estende da Barragem de Salto Grande até 1 km a jusante no Rio Uruguai. É uma área de alta concentração de dourados, visto ser a primeira barragem do Rio Uruguai, ou seja, onde os grandes cardumes se espremem para tentar subir as escadas que levam à represa. A operação de pesca se torna possível diante da criação de regras rigorosas de manutenção do pesqueiro, associada à intensa fiscalização por parte da Prefeitura Naval da Argentina. A pescaria na reserva se dá, exclusivamente, com iscas artificiais (bait casting ou fly fishing) e no sistema de pesque e solte. É expressamente proibida a prática de pesca noturna, corrico ou uso de iscas naturais. Para a proteção dos estoques pesqueiros são permitidas apenas duas lanchas por dia e em apenas 4 dias da semana (sexta a segunda-feira). Toda esta organização possibilitou a quebra de 12 recordes mundiais de dourados nesta operação. A pescaria é bastante produtiva, sendo que num dia normal, um pescador captura de 10 a 20 dourados, com média de peso de 7 kg. Dubles e triples são frequentes: Para se ter noção da explosão de um grande dourado, segue o vídeo institucional do La Zona Lodge: http://www.youtube.com/watch?v=KYFcMO8w_ww Também seguem alguns relatos de pescarias realizadas em La Zona, postados por amigos do FTB: http://www.turmadobigua.com.br/forum/topic/34621-lazona-arg-super-dourados-180-fotos-top-demais/ http://www.turmadobigua.com.br/forum/topic/32548-dourados-gigantes-na-superf%C3%ADcie-la-zona-lodge/?hl=zona http://www.turmadobigua.com.br/forum/topic/28946-la-zona-a-terra-dos-dourados-gigantes/?hl=zona http://www.turmadobigua.com.br/forum/topic/28336-dourados-em-salto-grande-uruguay-todo-em-superficie/?hl=zona O relato seguinte ocorreu em pleno “repiquete”, ou seja, com todas as 12 comportas abertas. De acordo com os guias, foi a segunda pior semana de pesca da operação. Mesmo assim tivemos resultado satisfatório: http://www.turmadobigua.com.br/forum/topic/26003-lazona-2012-encontro-anual-do-bigu%C3%A1-team/?hl=zona#entry299931 HOSPEDAGEM DE CLASSE INTERNACIONAL O La Zona Lodge está localizado em um antigo haras de polo, em bela região próxima ao Rio Uruguai. Esta estância proporciona todo o conforto que o pescador necessita para uma estadia memorável. Os pescadores são alojados em suítes duplas com ar condicionado e banheiro privativo. O Lodge também dispõe de internet com wifi, TV a cabo, piscina, serviço de lavanderia e telefone. No total são 05 noites de hospedagem em sistema All Inclusive, tanto para refeições quanto para bebidas (vinhos, água, refrigerantes, cerveja e drinks). A cozinha é de classe internacional, oferecendo uma ótima experiência gastronômica ao pescador. A cinco minutos do Lodge encontra-se o Termas Vertiente de la Concordia (aberto até as 22h), que dispões de várias piscinas aquecidas, além do famoso circuito hídrico, que é uma sequencia de hidromassagens que reanima qualquer pescador. Vale a pena conhecer: http://www.termasconcordia.com.ar/ INFORMAÇÕES SOBRE O PACOTE Sistema de Pesca Doble Turno: A pesca se dará em quatro dias (de sexta a segunda-feira), em dois turnos diários. Serão 4 lanchas e 3 pescadores em cada lancha. Cada embarcação pescará, diariamente, um período na reserva e outro período fora desta, alternando entre manhãs e tardes. Assim, cada pescador pescará duas tardes e duas manhãs na reserva. A pescaria fora da reserva ocorre nas corredeiras de Salto Chico, podendo também ser realizada com isca natural, tanto para captura de dourados, quanto de piaparas, piraputangas e surubins. Nesta área também é permitida a prática do corrico (trolling). Esta pescaria de dourados fora da reserva é tão produtiva quanto os pesqueiros do Rio Paraná, sendo que operadoras brasileiras oferecem pacotes exclusivos para o Salto Chico. http://www.douradobus.com.br/2011/home/index.php Particularmente, acho muito interessante a técnica pescaria das piaparas gigantes: Programação: 16/12/15: a chegada em Buenos Aires na véspera é opcional (turismo) 17/12/15: translado Buenos Aires - Concórdia. Instalação na pousada. 18/12/15: dia completo de pesca 19/12/15: dia completo de pesca 20/12/15: dia completo de pesca 21/12/15: dia completo de pesca 22/12/15: translado Concórdia – Buenos Aires (chega 12:20h em Buenos Aires) – Cidade de Origem O que está incluso no pacote? O Pacote Inclui: arrow:: 04 dias completos de pesca em La Zona/Salto Chico com três pescadores por lancha arrow:: Transfer em Van de Buenos Aires à Concórdia (ida e volta) arrow:: Traslados Concórdia - Lodge - Concórdia em Van da Pousada arrow:: Hospedagem no Lodge em regime All Inclusive com entrada na quinta à tarde e saída na terça pela manhã Não Inclui: arrow:: Passagem aérea cidade de origem à Buenos Aires arrow:: Equipamentos de pesca arrow:: Iscas artificiais ou naturais arrow:: Hospedagem e transporte em Buenos Aires arrow:: Taxas aeroportuárias arrow:: Alimentação em Buenos Aires arrow:: Ligações telefônicas arrow:: Gorjetas ($100 como sugestão). Valor do pacote, forma de pagamento e desistência: O custo total do pacote é USD 2.700 Como de praxe, deveremos pagar (até dia 01/12/14) 20% do valor do pacote para garantirmos a reserva (USD 540) . O restante do pagamento será parcelado em 10 prestações de USD 216,00 de janeiro a outubro (vencimento até dia 05 de cada mês). O dólar é o turismo na cotação de venda do dia do depósito. Se por motivo de força maior o pescador desistir da viagem, caberá a ele encontrar outro pescador para substituí-lo, uma vez que o valor da reserva será repassado ao operador e não temos como solicitar reembolso.
  15. Bom dia caros amigos! Estou com viagem marcada para Esquina, na Argentina no dia 12. Sempre pesquei na rodada com isca viva e dessa vez com ajuda do Forum pretendo pescar com artificial tanto no bait como no corrico. Gostaria de ver com vocês o que acham sobre o equipamento que estou levando e também sobre a modalidade indicada para os conjuntos. Carretas: Abu Revo Toro 60 hs NaCl para corricar e Curado 201 HG para rodada e bait. Varas: MS Hunter Fish 651 MH (6'5'' 15-30lb) para corricar e Daiwa AIRD 661MH (6'6'' 12-25lb) para rodada e bait. Linhas: Sufix 0,24 para corricar e Power Pro 0,28 para rodada e bait. Líder: Fluor Sufix 0.62 40 lb. Iscas: Rapalas SSR-14, Alfer's, Duel Aile Magnet 125F, Rapala SSR-7 (Ainda não achei a SSR-9). Gostaria de saber de vocês se acham que com este equipo estou preparado ou deveria modificar/adicionar alguma coisa. Na hora de comprar fui muito pelo que indicaram nos tópicos anteriores daqui. Como me sinto confortável com carretas de perfil baixo optei por elas nas duas modalidades. O que me preocupa são as iscas, sou novato (verde!!!) na pesca com artificiais e aceito qualquer dica que vocês possam me passar neste sentido, seja no corrico ou no bait nas "correderas". Obrigado desde já por qualquer dicas ou crítica que o pessoal possa me passar! Grande abraço e boas pescas!!
  16. Boa tarde Colegas ! Estava revisando minhas fotos de pescarias antigas, de antes das maquinas digitais, e encontrei coisas que nem lembrava mais e que me emocionaram. Saíamos de Canoas- RS a tardinha em um, dois ou três carros, 3 pescadores por carro. Fazíamos cerca de 850 km pela madrugada, rebocando barcos com motores, tralhas, isopores (naquela época pouca gente já tinha se conscientizado de pescar e soltar), e até a comida e bebida. Queríamos poupar uma noite de aluguel da cabana e estar lá de manhãzinha para pescar. Alguns da turma preferiam assim por terem pouca grana e outros pela aventura de ficar meio acampado. Alugávamos uma cabana bem precária em Ituzaingó, na barranca do rio, cujo único serviço era o trator para baixar o barco. (ás vezes era com nossos carros mesmo...). Conseguíamos passar 4 dias pescando, sem piloteiro, e gastando menos de U$ 200,00 por cabeça, com tudo. Outros tempos.... Cada dia um cozinhava, outro lavava o barco (já sentiu cheiro de muçum podre de 3 dias quando fica escondido embaixo de um banco?), outro limpava os peixes (lembrem, isto era a quase 20 anos- fazem muitos anos que não mato mais nenhum nas pescarias), outro ia buscar gasolina e reabastecer de cerveja, (não importava quanto se levasse, sempre faltava), etc.. Saíamos as 5:00, 6:00, 6:30, dependendo da época do ano e da hora do amanhecer. As natureza lá é linda e exuberante. Só o navegar naquela lindeza já enchia a alma de alegria! Chegávamos nos pesqueiros e rebocávamos iscas até perto do meio dia. Se desse peixe, excelente. Se não desse, o convívio com os amigos, as piadas e o papo-furado já deixavam todos felizes. Então achávamos uma barranca e assávamos um dourado se tivesse algum, ou mesmo uma costela gorda, com vinho ou cerveja e pão como acompanhamento. Muitas vezes se estava dando peixe era só um salsichão com pão e toca de volta pro rio. Tinha um colega sortudo, que enquanto assava o churrasco deixava uma linha iscada com lambari ou tuvira num anzol de galho na correnteza e vira e mexe pegava um dourado. Uma vez pegou um de 12 KG assim !!! A tarde mais uma rodada de rodadas, rsrsrs, cerveja e diversão, e quando estivesse perto do escurecer, de volta para a cabana. Limpar peixe, limpar barco, jantar de massa com guizado, pra ser rápido e ter 'sustança", ou arroz com linguiça, ou coisa do tipo, e depois carteado até o último não aguentar mais de sono.... Pela manhã mais um dia do mesmo jeito. Muuuuuito bom !!!! Na hora de vir embora, a tristeza de ter de voltar, mas uma grande alegria por ter estado lá. Mesmo nas vezes em que a pescaria foi com frio e chuva o tempo todo, ou que deu pouco peixe, sempre era muito bom passar estes dias por lá. Mais 850 km de estrada para voltar, muitas histórias e estórias para os amigos, e já iniciando o planejamento da próxima! Depois cada um foi indo para um lado, um casou com mulher brava, outro mudou de cidade, e infelizmente dois dos parceiros das fotos abaixo já foram para a grande pescaria do céu e não podem mais voltar lá. A turma se desfez e já faz 10 anos da última pescaria desta turma junta. Hoje acostumei com os confortos de pousada limpa, comida boa, piloteiro, foto digital para não me chamarem mais de papudo quanto ao tamanho dos peixes, etc. . Também não dá mais pra ir pescar 4 dias com U$ 200,00, mas não me queixo, o Homem lá de cima foi bom comigo e dá pra encarar os novos custos de vez em quando. No ano passado tive o gosto de fazer a primeira pescaria por lá com meus filhos adultos, já no sistema mais confortável. Não tem dinheiro que pague a alegria de dividir uma pescaria com eles ! Seguem algumas fotos de pescarias da década de 90, quando ainda atravessávamos de balsa para a Argentina e a ponte de São Borja estava em obras. Espero que os amigos gostem destas reminiscencias. Abraço a todos e boas pescarias! Alexandre
  17. La Zona – para “El Rey” Por Rodrigo Delage De manhã, bem cedinho, o café era preparado e tomado às pressas para não perder a “hora boa”, barra do dia chegando... no céu, um alaranjado que lembrava o vermelho da barbatana do rei. O Velho Chico foi o quintal da minha infância e um molinetinho “Paoli Malcon” o mais precioso brinquedo que tive. Menino, me divertia com os douradinhos lá da Barra... mas nunca topei, naqueles velhos tempos, com um peixe grande nas minhas brincadeiras... O tempo foi passando e o surubim foi sumindo, pouco a pouco, do rio São Francisco. O dourado, todavia, resistiu... embora tenha sofrido os efeitos de uma forte pressão de pesca e de uma avassaladora pesca predatória, que diminuíam cada vez mais o seu tamanho, de maneira a tornar, nos dias de hoje, um exemplar de 5Kg um valioso troféu. A presença constante dos dourados sempre direcionou nossas pescarias nesse rio sertanejo à tentativa de capturá-los... os reis... fazendo com que seus segredos e artimanhas fossem sendo por nós aos poucos desvendados... O dourado sempre correspondeu, nos brindando com a sua beleza, nobreza e valentia. Predador por excelência, matador que desafia a todos e não se esquiva do seu instinto mesmo diante de redes, espinheis, tarrafas e toda sorte de armadilhas. Ao contrário de outros predadores que dependem de condições climáticas favoráveis para darem vazão ao instinto de caçador, o dourado, quando não está comendo, está matando. Quem é habituado à pesca desse predador já pode perceber situações em que o dourado não resiste em matar a isca, abandonando-a em seguida sem dela se alimentar. O que faz apenas em honra ao seu instinto de caçador e soberano das águas em que habita. Por isso tudo, ao rei sempre fizemos nossa reverência. Garimpeiros que somos do ouro que nada em nossos rios, e também passou a habitar as veias e artérias que o levaram ao nosso coração. Tudo isso nos conduziu a marcar, então, o grande desafio. Duelar com os maiores dourados do mundo. Mesmo que para isso, tivéssemos que sair de nosso país rumo à Argentina, para reconhecer o sucesso e a seriedade de uma política de preservação que poderia também estar sendo feita em nossas águas. Sugestivo o nome, cuja simples pronúncia já mexe com a imaginação dos aficionados pela pesca desse peixe... La Zona. Perímetro de 400 metros a jusante da hidroelétrica de Salto Grande, que represa as águas do Rio Uruguai, formando ali a área de caça dos maiores dourados do mundo. Playground dos sonhos de todo pescador e território onde esses predadores literalmente trucidam tudo que possa sugerir algum tipo de presa. Isca que me rendeu meu maior peixe da viagem, presenteada pelos amigos Arthur e Victor, da Pesca Pinheiros... Tudo certo. Íamos eu e meu irmão, Piti. Já há mais de 06 meses, a viagem estava marcada para o início de agosto. Mas como tem sido uma rotina quando se trata de pescaria, fomos assombrados novamente pelo fantasma do descontrole climático. As águas que devastaram o sul do Brasil em junho e julho (não me saia da cabeça a incrível imagem de uma vaca pendurada morta em cima de um poste pela força das águas do Rio Uruguai) haviam chegado a Salto Grande. Todas as viagens marcadas para o mês de julho foram canceladas e 10 dias antes da nossa pescaria não sabíamos se iríamos ou não. A informação era de que a usina operava com 11 vertedouros abertos... Até que veio a notícia de que as comportas tinham sido fechadas e havia condições de pesca. Uma semana antes de nossa data iria um grupo e a informação que nos chegou, após o retorno dos pescadores, era a de que a pesca foi bastante difícil. Normal para quem desde pequeno está acostumado a ouvir diversas “teses” para a falta de peixe... o imaginário do povo encontra explicação para tudo, quando a pesca é de peixe de couro, eles estão com o “bucho virado”, no tucunaré, é a maldita “água nova”, ou então a “choca dos filhotes”, além de, no geral, falarem da “lua fraca”, “água fria”, “água quente demais”, ou que a “água precisava estar mais suja” quando a água está limpa ou “água está limpa demais” quando não está suja. Até ouvir que as traíras não mordiam porque estavam na “muda de dente” eu já escutei! Mas depois de tanta água, havia um receio justificado... e, segundo informações dos operadores, talvez os cardumes, que desceram com o turbilhão anormal liberado pela usina, demorassem um pouco para subir de novo e se concentrar em “La Zona”. Contudo, a data estava confirmada. Vamos pescar! Lembrei-me de excelentes pescarias que fiz também nessas condições instáveis e atípicas. Algo me dizia que dessa vez acertaríamos... Tralha exigida ao extremo... ou melhor, além do extremo... Chegamos já de madrugada em Buenos Aires e fomos direto para o Hotel, afinal, no dia seguinte uma van nos pegaria e com mais 5 horas de viagem alcançaríamos nosso destino. Com a chegada da van, ficamos conhecendo a dupla que também pescaria no mesmo período conosco na pousada, também dois irmãos, Victor e Arthur Macedo, pescadores de mão cheia e proprietários da Loja Pesca Pinheiros. Empatia imediata. Antes mesmo de sairmos da cidade, já parecíamos velhos amigos, parceiros de muitas pescarias a compartilhar velhos “causos” e histórias. Viagem tranquila pelos estradões argentinos... apenas uma parada para abastecimento, aproveitando para uma rodada de cerveja em uma tarde de clima ameno com céu azul, sem uma nuvem sequer. No início da noite chegamos à pousada. Lugar muito bonito, com um serviço impecável e pessoas agradabilíssimas e preocupadas em nos atender da melhor forma... A expectativa da chegada em um local de pesca que ainda não conhecemos não tem explicação. A agitação de todos na montagem das tralhas e muita, muita ansiedade. Quando a gente vê não sabe se bebe, come, conversa, monta “tráia”, dá nó, faz líder, pega mais uma cerveja... e o sono que não vem de jeito nenhum. Com a chegada da madrugada a temperatura despenca... despertei com a leve claridade que começava a entrar no quarto. Afastei a cortina da janela e vi a barra do dia, o mesmo amarelo ouro da barbatana do rei a clarear o belo gramado da pousada, branco, recoberto totalmente de límpidos cristais de sereno. Amanhecer na linda sede da pousada... Na primeira manhã, iríamos pescar dentro da reserva, a ansiedade palpitava. Ao chegarmos ao porto, tudo estava envolto em grossa neblina, que dificultava identificarmos o que eram margens, águas e árvores... entramos no barco e começamos a navegar por um braço de rio que dá acesso ao caudal, sem entender bem por onde íamos. A neblina estava tão espessa que chegamos a pegar uma ponta de praia... e, ao olhar para o motor, quando este foi acelerado para desencalhar a lancha, pude ver ainda uma bela piapara, que descansava naquela rasura, saltar em fuga desesperada da hélice da embarcação. As paredes, pilares e pedras da usina apenas se delineavam em meio à neblina. O sol era uma roda esbranquiçada cuja luz e calor não eram suficientes para transpassar a espessa névoa... A impressão que tive era que estava dentro de um sonho, em uma espécie de área de transição entre o mundo real e uma terra desconhecida... que se descortinaria mais tarde na ponta de nossas linhas. Depois de um amanhecer completamente coberto, a neblina descortinou um céu azul O barco foi posicionado e começamos a arremessar as grandes iscas de fundo, em trabalho lento e contínuo, a espera do ataque do predador. A medida que o sol rompia a névoa, um lindo céu azul se descortinava. Começamos a ver inúmeros dourados que subiam à superfície expondo seus lombos alaranjados em dança recoberta de sutileza, que nos lembrou o movimento de subida dos golfinhos à tona para tomar respiração... Apesar da cena onírica que presenciávamos, nada de ataques em nossas iscas... o que nos causou apreensão, bem como ao guia Alejandro, que tentava insistentemente encontrar alguma isca, cor ou trabalho diferente para que pudéssemos despertar o ataque dos peixes. Em uma x-rap 30 pés, na cor “parrot”, tive meu primeiro ataque, sem, todavia, conseguir ferrar o peixe. Como é pesada a pegada desses monstros... a analogia que criei para representar esses ataques é a de alguém que arremessa uma isca artificial em um gramado e a vem recolhendo, sentindo as pontadas de quando a isca ameaça se prender na grama, que se equivalem às esbarradas que as grandes iscas de barbela dão nas pedras do fundo do leito, até que, de repente, um elefante surge do nada e coloca a pata sobre a isca. É mais ou menos essa a sensação... o que me levou a ter bastante dificuldade, como aficionado pela pesca do tucunaré açu, para “calibrar” a ferrada dos dourados na modalidade baitcasting com grandes iscas de fundo. Imaginem o que é trabalhar uma isca de 18 centímetros, 60 gramas de peso, nadando a 10 metros de profundidade até ser, literalmente, sequestrada nas profundezas por monstros de 30, 40, 50 e até 60 libras! O nosso primeiro peixe sairia apenas no final da manhã. Em um arremesso bem próximo à parede de um dos vertedouros, meu irmão ferra um dourado que salta desesperado logo em seguida. Por estarmos dentro de um turbilhão de águas, a lancha foi acelerada para fora da confusão para que pudéssemos trabalhar melhor o peixe. Pouco depois, tirávamos as fotos com um belo peixe de 20 libras, grande para nós, mas que o guia insistia em dizer que era pequeno... com o passar dos dias fomos perceber que dourado grande ou pequeno realmente é uma questão de referência. Meu irmão Piti, com o primeiro peixe... bonito para nós, pequeno para o guia Alejandro... E assim terminou nossa primeira manhã de pesca... Alejandro se mostrava preocupado com a escassez de peixes... algumas ações perdidas e apenas um peixe embarcado. Resquício ainda da cheia extraordinária, o rio estava cinco metros e meio acima do nível previsto para a época e as águas ainda estavam bastante turvas, isso para não falar da temperatura muito baixa. Nossos amigos Arthur e Victor durante o período da tarde também enfrentaram as mesmas dificuldades, tendo uma produtividade bem abaixo da que era prevista e esperada para aquele lugar fantástico. Se a pesca dentro da área de reserva estava ruim, fora dela não se pegava nada... a pescaria fora da reserva era regada de muita cerveja, acompanhada da boa prosa com o guia Natcho, gente fina! No dia seguinte, mesmo roteiro... Victor e Arthur pegaram alguns peixes pela manhã, mas tudo bem aquém do que é o “normal” para lá. De tarde, saímos para pescar com um tempo nublado, muito frio e uma chuva fina que às vezes caia intermitente... Piti pegou um dourado em torno de seus 4 quilos e eu peguei um peixe de uns 3 quilos. Tudo corria muito abaixo das expectativas. Para piorar, em um acidente com uma vara quebrada, a linha multi chicoteia tensionada sobre minha mão levando embora metade de minha unha do dedo anelar direito. Parar de pescar, nunca! Ainda mais naquele lugar... um pequeno curativo improvisado resolve. Já no final da tarde em um arremesso curto, próximo à parede lateral de um dos vertedouros, sinto uma esbarrada na isca, continuo recolhendo e o peixe segura forte, já bem perto do barco. Começo a labuta das ferradas, metade da vara emborcada para dentro da água, o peixe tomando linha e eu chasqueando, uma, duas, três, quatro vezes e nada de conseguir fazer o bicho descolar do fundo. Até que ele resolve subir e pula com o corpo todo para fora d´água a menos de dois ou três metros do barco. Vendo o tamanho daquele monstro, não consegui conter a emoção e gritei. A briga foi toda perto do barco e quando nos preparávamos para tentar embarcá-lo, o peixe ainda tira força para um último salto, pertinho da gente, quando pude ver nitidamente a isca ser sacada de sua boca... inacreditável... durante essa noite não dormi direito e a imagem do último salto que esse gigante deu perto do barco me vinha à mente toda vez que eu fechava os olhos. Alejandro chegou a dizer que poderia ser o peixe do ano da pousada, impressionado também com o porte daquele bicho. O jeito era esperar a noite passar... Na manhã seguinte, ao chegarmos à beira do porto, custamos a entender o que tinha acontecido. Todos, inclusive os guias e o pessoal da pousada, ficaram impressionados com a cena. Como por milagre, o rio baixara mais de 6 metros durante a noite! As margens daquele braço de rio onde se localizava o porto estavam todas descobertas, expondo uma lama escura que dificultava inclusive chegarmos ao barco e alcançarmos o leito do principal. A água anteriormente estava acima da tela de metal da passarela... Já na entrada da reserva a visão era impressionante. Completamente diferente do que vimos nos dias anteriores. Apenas para registrar, até então, não havíamos visto nenhuma cabeça de pedra a mostra no leito do rio e agora, para todo lugar que olhávamos, víamos pedras afloradas, grandes, pequenas, juntas ou espalhadas, enfim conhecíamos Salto Grande. Além disso, a água estava mais calma, por conta do menor volume, e mais “fina”. Enquanto registrávamos nossa entrada junto à fiscalização, já pudemos ver os dourados em frenesi alimentar, rabos e barbatanas alaranjadas rebojando por todos os lados, jogando peixes para o alto, bem como enormes cardumes de curimbatás... a água chegava a ficar escura... era muito peixe. Alejandro disse, hoje vocês vão conhecer o que é isso aqui! De início, já trocamos as grandes iscas barbeludas por iscas de meia água, como a super shad rap, e também zaras, hélices e popers. A altura do rio estava semelhante ao período seco, o que nos permitiu utilizar e capturar peixes em todas as variedades de iscas mencionadas acima. Era difícil um arremesso sem ação. Dublês eram uma constante... Tá melhorando... Gigante... Minha vez de abraçar meu monstro... Olhem a largura do corpo desses bichos... Peixes nesse porte eram comuns... Dublês ocorriam a todo o momento, e o melhor, não raro com peixes acima das 40 libras! Impressionante... nem sei quantos dourados pegamos e perdemos. No final da manhã, os braços estavam cansados de tanto tirar peixe, convidamos também o Arthur para encerrar o período conosco para aproveitarmos ao máximo aquelas condições extremamente favoráveis. O tempo foi abrindo até que terminamos a manhã pescando sob um céu absolutamente azul. Fim da manhã com céu azul e monstros na linha... No período da tarde, o Victor e o Arthur voltaram à reserva e os peixes continuavam enlouquecidos, sendo coroado o dia com a captura pelo Victor de um verdadeiro monstro de 58 libras!!! Sensacional!! Victor, com Sua Majestade El Rey... No dia seguinte, apesar do rio mais alto, os peixes continuaram a se alimentar furiosamente. De novo a rotina de muitas ações, dublês, peixes que sequer conseguíamos descolar do fundo e vários monstros embarcados. A imponência, de mais um gigante e da barragem de Salto Grande... No fim da manhã foi a minha vez de ser convidado pelos amigos Arthur e Victor para compartilhar a lancha com eles. Espetacular! Fica aqui o meu agradecimento aos amigos. Em meio a um dos frequentes frenesis alimentares, arremessei uma magnum que foi violentamente atacada. O peixe, de imediato começou a saltar seguidamente, expondo seu enorme tamanho e levando o coração a querer saltar pela boca... tivemos que ir com a lancha em direção ao peixe para que pudéssemos ter condições de trabalhá-lo. Era um exemplar com cumprimento extraordinário para padrões locais... um peixe esguio, estreito e enorme, e acho que por isso, extremamente forte. Para conseguir embarcá-lo usamos uma espécie de maca que eles costumam utilizar por lá... peixe lindo, que ficará eternamente em minha memória! Quem vai encarar essa boca? Meu maior peixe... comprido e esguio para os padrões de lá... brigou demaaais! A tarde, com meu irmão, persistiam as capturas... eram tantas e tão grandes os peixes que, para se ter uma ideia, não mais tirávamos fotos com dourados abaixo de 35 libras... credo! Compreendemos que, realmente, o conceito do que seria um dourado grande depende sobremaneira da referência ou, como disse o Alexandre da Pesca&Prosa BH, que viabilizou nossa ida para lá, existem os dourados e os dourados de La Zona. Sentíamos realizados... enfim se dera o encontro com os gigantes... à medida que a tarde avançava, o céu foi ficando nublado e a temperatura foi caindo... juntamente com as ações dos peixes... no fim da tarde, a paisagem novamente se aproximava do que vimos no primeiro dia, junto com uma chuva fina a neblina começou a envolver aquele cenário, como se novamente chegássemos, agora para fazer o caminho de volta, àquele portal que nos levaria de novo ao mundo real... deixando pra trás a terra encantada dos monstros dourados... Até a próxima, Majestade... Tralha utilizada: Tentei adaptar a tralha que uso na Amazônia, para a pesca dos açus e quase pus a minha pescaria a perder... A tralha amazônica pode até funcionar na pesca dos exemplares menores de dourados, com iscas de superfície em época distinta da que eu fui, mas é inadequada para a pesca de bait com iscas enormes de barbelas longas para trabalhar em grandes profundidades... O conjunto que me salvou, apesar de subdimensionado para lá, foi uma vara com blank Pacific Bay de 30 lbs e 5.7' e uma carretilha Daiwa Millionaire CVX 200, abastecida com linha samurai 70 libras. Tive alguns blanks quebrados como se fossem palitos de fósforos. Para quem for, aconselho que utilizem varas longas (entre 6.5' e 7') e blanks parrudos (em torno de 30 lbs) que sejam resistentes independentemente do peso (não precisam ser leves como se busca na pesca amazônica, tem que ser mais grossos, resistentes para a ferrada). Carretilhas de alta velocidade de recolhimento também foram um problema... causando frequentemente o "encavalamento" da linha... Grande abraço a todos!
  18. Acabamos de chegar de Ita Ibaté, onde ficamos na Pousada La Serena no período de 21 a 26 de junho de 2015. Sempre soubemos da possibilidade de captura de grandes exemplares de pintados no inverno argentino, mas também tínhamos medo das bruscas mudanças de tempo neste época do ano, mas resolvemos arriscar. Saímos em ônibus leito de Curitiba, com direito a parada para compras no Paraguai e Argentina, além de um pernoite em Puerto Iguazu para Casino e jantares. Chegamos na pousada La Serena no final da tarde do dia 21. A pousada é show e super bem estruturada. Os proprietários (Sr. José e família) moram no local e acompanham toda a operação, garantindo a qualidade, desde a descida dos barcos, antes do sol raiar, até o término do jantar. A pesca foi basicamente de Pacus na ceva e Pintados no corrico com iscas de fundo.Os dois primeiros dias de pesca foram debaixo de muito frio, vento e chuva, mas então o tempo melhorou e .... "Jackpot". Fizemos a festa ao encontrar um cardume de grandes pintados, com até 60 kg. Espero que gostem das fotos abaixo e se quiserem mais informações estarão disponíveis no nosso blog ou por MP. Abraços!
  19. Bom dia ! Nosso grupo de pesca fará uma pescaria na Argentina em 2016. Gostaria de saber dos amigos que já foram ou pelo menos escutaram falar qual a melhor data (mês) pra pescar lá. Sei que é uma pergunta bastante subjetiva pois teria que levar em consideração o tipo de peixe que se quer pescar, período de frio, chuva, etc... Mas de uma forma geral, qual o melhor período (mês) e a justificativa pra isso se possível ! Estamos pra decidir qual o mês, os preços variam em relação a isso também. Gostaria de levar pra eles várias opiniões pra decidirmos melhor. Agradeço antecipadamente.
  20. LaZona - Argentina Local conhecido por ter os maiores dourados do mundo. Super pescaria com o Biguá Team, Tucunas dos Cerrados, Ratoeira e amigos do FTB. Local: Concórdia - Argentina - Salto Grande Fotos: Todos os pescadores. Data: Set2014 Pescadores: Xandego, Sérgio Biguá, Jivago, André Trindade, Macedo Biguá, Fabrício Biguá, Vitório, Hélio Augusto, Lori Biguá, Fábio Neves, Léo Franci e Edson Franco. Em 2012 o Biguá Team esteve em peso pescando em LaZona pela primeira vez. Desta vez nosso amigo Fábio Neves e resolveu repetir a dose. Pescaria acertada desde o ano passado, novos amigos no grupo e lá vamos nós para um dos melhores destinos de pesca de dourado do mundo. Pescar em LaZona é como pescar num aquário cheio de peixes. O rio é represado e apenas os 02 barcos da pousada tem permissão pra pescar dentro da reserva. A pescaria ocorre durante todo o ano, mas é divida pelas temporadas baixa, média e altíssima. Durante a altíssima temporada (janeiro e fevereiro - a bagatela de $ 5.500 dólares por pescador), o nível do rio do lado de baixo da barragem não ultrapassa os 2m...A água é clara e se pesca apenas com poppers e hélices...hehee...Sim, dourados de 25Kg explodem na superfície. mau:: Nas outras temporadas o volume de água varia muito. Só para vcs terem uma idéia...no domingo passado, às 8h da manhã, o nível do rio estava em 1,7m....Quando voltamos para pescar às 15h, o nível já estava em 6m... blink:: E todos os dias eram assim, água baixíssima no período da manhã e água altíssima no período da tarde...mas nada disso conseguiu estragar a nossa pescaria. Pegamos mais de 300 dourados em 4 dias completos de pesca...sendo q o maior pesou 50lbs...mas saíram vários outros entre 48lbs e 35lbs...ou seja, verdadeiros monstros.... ::fishing Fizemos mais de 1.500 fotos...tentei enxugar ao máximo...mas não teve jeito...estarei postando 180 fotos aqui pra baixo para vcs terem uma idéia de como foi a nossa pescaria. Saindo pra pescar...hehee... Aqui partimos para a pescaria pela manhã. Reparem q a água está relativamente baixa. Quando voltamos para o almoço ela já está batendo lá na copa das árvores. Além dos dourados, LaZona é conhecida pelas maiores Piaparas do mundo, com algumas q podem chegar aos 8Kg de peso. Nossas noites eram na maioria das vezes assim. Muito vinho e muita conversa boa. Essa noite foi fantástica. Fomos até a cidade comprar carne para o Serjão fazer um churrasco pra nós...Puts, pensem numa churrascada animal?!?! Cachaça, cachaça e cachaça... Difícil até escolher o melhor...kkkkkkk ​ Na foto acima o nosso amigo Lori Biguá disfarçado daquele cachorro, o Bassê...conhecem?!?! kkkkkkk Ao chegarmos da pescaria éramos sempre recebidos pela equipe da pousada com super petiscos. Top demais... Era muito comum sair dublê e até triplês de douradões. Dublês de monstros tb saíram.... palmas:: Outro triplê. E vcs, já conhecem a pizza de piapara com gorgonzola?!?! Top, top, top... Japonês Preto e Hélio curtindo a ressada da noite anterior...kkkkkk..... E não é q descobrimos umas Termas há 10 minutos da pousada?!?! Quando o nível do rio estava muito alto e não dava pra pescar as piaparas fora da reserva, partíamos pra lá....Top, top, top...Foi a primeira vez q pesquei e curti Caldas Novas juntos...kkkkkk Este trio era demais. Bastava chegar ao lado deles para ninguém parar de rir. Super amigos. O maior peixe da pescaria. 50lbs de ouro. Parabéns Léo... palmas:: palmas:: palmas:: Um 48lbs legítimo...É um mostro... O dourado não tem a velocidade de um tucunaré....mas a mordida do bicho, puts, arrebenta tudo. Bem...e assim terminou a nossa pescaria. Foram 5 dias de muitas risadas, muita prosa boa e de novos amigos. Ainda não tenho as fotos e os vídeos feitos pelo amigo Sérgio Biguá...mas assim q os tiver, posto aqui pra vcs. Ainda tem muita foto top....vídeos fantásticos... Gostaria de agradecer aqui a companhia de cada um do pescadores do grupo...Certamente não esquecerei esta pescaria. LaZona consegue satisfazer todo tipo de pescador...desde os mais fominhas, passando pelos "normais", pelos q estão lá apenas pra beber, para se divertir e para descansar. Um verdadeiro paraíso na terra dos hermanos... Vlw mesmo turma...e até o ano que vem...pois certamente estaremos lá novamente....kkkkk ::fishing
  21. Pessoal, Estamos em um grupo de amigos indo pescar em Passo de la Pátria-AR em Janeiro de 2015, quem estiver afim de embarcar nessa com a gente está convidado. Nossa pescaria será nos dias 26, 27 e 28/01/2015 na pousada El Refúgio del Pescador que terá os serviços oferecidos pelo nosso amigo de Fórum Jack Fish. Tem incluso no pacote acomodação em chalés com ar-condicionado e chuveiro elétrico, café da manhã, almoço e jantar de ótima qualidade, bebidas a vontade (água, refrigerante e cerveja) nas refeições e durante a pescaria, pescaria em 3 pescadores por lancha (opção para 2 pescadores) com piloto local, gasolina livre e iscas vivas. As tralhas de pesca não precisa se preocupar, como são equipamentos específicos para o tipo de pescaria que se faz por lá, o Jack tem equipamentos para empréstimo, tanto varas e carretilhas com iscas artificias, com custo apenas caso danifique ou perca o equipamento. Nossa turma se encontrará em Foz do Iguaçu no dia 24/01/2015 onde aproveitaremos para fazer umas comprinhas no Paraguai, de lá seguimos para a pousada no dia 25 logo após o almoço, com chegada prevista para o começo da noite. Vamos fazer toda a viagem de carro, saindo de São José do Rio Preto, a quem se interessar o valor do pacote de pesca é de R$ 1500,00 para 3 pescadores por barco que pode ser dividido com o último pagamento no máximo até dia 20/12/2014. Observações: - Para garantir a reserva é necessário pelo menos 30% do valor. - No valor informado não está incluso as despesas de viagem até a pousada em Passo de la Pátria. - Essa é uma pescaria entre amigos, hoje temos confirmado 10 pessoas, a lotação máxima da pousada são 18 pessoas. A quem se interessar pode entrar em contato comigo por MP ou através do e-mail jhonas_pedroza@yahoo.com.br Caso queiram entrar em contato direto com o Jack, avisar que é para a turma do Jhonas. Segue algumas fotos da pescaria que fizemos por lá esse ano na mesma época:
  22. Boa tarde Amigos, Estou chegando agora ao site. Sou de Canoas RS e estou meio parado a alguns anos por causa do trabalho. (e excesso dele). Costumava pescar na plataforma de cidreira, na argentina e no litoral de SC. Agora estou me organizando para voltar aos bons tempos de pescaria. Conheci o Forum ao pesquisar pescaria da argentina. O topico do colega Junos de 2010 é um bíblia ! Fantástico ! ( http://www.turmadobigua.com.br/forum/topic/12526-argentina-o-caminho-das-pedras-dos-grandes-dourados/?hl=%2Bgrandes+%2Bdourados) Se alguém tiver dicas atualizadas de bons locais (se possível não muito caros) entre Esquinas e Itaibaté por favor me avisem. Quero ir em julho e levar meus filhos. Abraços a todos e ótimas pescarias ! Alexandre

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O Fórum Turma do Biguá (FTB) surgiu no ano de 2006. Na época os poucos fóruns de pesca que existiam estavam voltados a divulgação de produtos e marcas, ocasião em que o FTB foi criado com a intenção de reunir amigos e grupos de pesca de todo o Brasil sem vinculação a qualquer empresa ou produto..

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