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Alberto Guassu deu reputação a Kid M em Retorno aos rios Sucunduri e Camaiú !
Começo com um agradecimento especial ao João Medeiros (História de Pescador), que viabilizou a nossa ida para a então conhecida Operação Aracú, que hoje passou a se chamar Camaiú Camp (passaram a ser duas Camaiú - Lodge e Camp), por estratégia dos novos proprietários (Vitor vendeu essas operações da Vilanova Amazon para um novo operador).
Diante da desistência de um grupo que havia reservado o período, houve a possibilidade de (mesmo num grupo menor de apenas 6 integrantes) desfrutarmos esse belo local (tanto no visual, quanto na fartura dos peixes).
Semana anterior a viagem, é tempo de buscar as derradeiras providências com a dificuldade permanente de insônia pelo aguardar da data/momento de embarque ! Éramos 5 da BA e 1 de SP/Rib Preto, com horário de chegada em Manaus por volta das 11:00 h. Limitados pelo peso de embarque no hidroavião (15 kg por pessoa com o tubo...) não houve qualquer problema às 04:30 h nos aeroportos. Dia de sexta feira é sempre pegar o contra fluxo para Brasília, mas o voo estava cheio, principalmente no segundo trecho por outros grupos de pesca embarcados na etapa de Brasília para Manaus. Voos bastante tranquilos (GOL) com aquela "delícia" de serviço de bordo... (me parece uma falta de respeito diante dos custos dessas passagens...)
Com as bagagens retiradas, foi hora de providenciarmos o nosso transfer (também providenciado pelo João Medeiros) que foi uma VAN que nos levou ao hotel (DA VINCE), já conhecido de idas anteriores, para um rápido check in, deixar as tralhas e seguir para o almoço (Tambaqui de banda) que estava sensacional ! Para quem não conhece, fica na praça do Teatro Amazonas.
Escolher entre uma banda de tambaqui (costela) e uma matrinxã (sem espinhas) feitas num braseiro e acompanhadas com farofa e banana da terra frita, com chopp super gelado era - indiscutivelmente - um dos momentos de muitos agradecimentos...
Ainda houve tempo de uma passada pelo sorvete regional (também na mesma praça) e retorno ao hotel, em busca de um ar condicionado, pois o calor manauara é sempre muito intenso, e o suor escorria por todo o corpo...
Antes de retornar, uma parada (obrigatória) na Sucuri, cada vez melhor estruturada com opções de pesca incríveis... Muito difícil encontrar material que não seja de excelente qualidade e não me refiro apenas às iscas, carretilhas, molinetes e varas, mas na variedade de produtos (camisas e calças UV+, sacolas, chapéus, bonés, facas, alicates, boga grip, etc...). Loja sempre cheia de grupos de pescadores circulando nos diversos ambientes e estandes de apresentação. É sempre um teste de "autoconvencimento" não levar alguma coisa, ainda que seja desnecessário e/ou já estivesse dentre as tralhas dos viajantes
Finalmente no hotel e no frescor do quarto, conseguimos finalmente relaxar... A localização do hotel é bastante próxima do Shopping Manauara e dar um circulada por lá é quase uma obrigação de quem está atoa... Felizmente o local tinha bastante gente (sexta à noite), mas dava para circular com tranquilidade. Acabamos indo onde era a Cachaçaria do Dedé, (sob nova direção - bem pior que a anterior...) e depois de uns copos de cerveja e uns beliscos, retornamos para o hotel para o merecido descanso e preparo para seguir adiante na madrugada seguinte. O sono superou as ansiedades / expectativas e não demorou muito para os "alarmes do celular" nos acordarem (ainda escuro) para dar sequência nesse procedimento de check out do hotel e esperar a VAN do transfer (ainda rolou um cafezinho no hotel, com uns pães de queijo recém assados)
Horário marcado, horário respeitado e rapidamente entramos na VAN com direcionamento ao aeroporto, buscando o local do check in da Rico (fica num local comum ao das companhias comerciais de maior porte - GOL, LATAN e AZUL), para equacionarmos a questão do peso e dos tubos, que terminou sendo bastante simples pela disponibilidade de assentos (éramos 6 + a cozinheira que iria de carona), de modo que não houve problemas até por conta de um "peso extra" de reposição para nossa estadia na Pousada (frutas, pães, bolos, etc...). Já com a claridade do dia, hora de embarcar no hidroavião CARAVAN (sempre excelente) para seguir ao nosso destino. Piloto meio "marrento", mas não foi empecilho para superar 1 h 20' de voo com céu de nuvens sem atrapalhar os "menos corajosos". Observando do alto, as barrancas mostravam que o rio não apenas estava na caixa, mas que o nível das águas estava bastante baixo, o que poderia nos facilitar a encontrar os "bocudos".
Na chegada um pouco de emoção, pois o avião pareceu ter arremetido na sua tentativa de pouso, quando na verdade se tratava de uma medida normal de aproximação para ver as condições do nível das águas para o pouso com segurança (isso poderia ter sido informado pelo aviador, mas "marrento" é assim mesmo...). A aeronave encostou no cais onde fica a escada de acesso à Pousada, onde a turma que passara a semana por lá (# 01 de 2026) esperava ansiosa para retornar à Manaus. Tive a oportunidade de reencontrar o amigo de outras datas (no passado) Johnny Hoffmann que estava fazendo umas filmagens no local. Esse momento foi uma "festa", com direito a fotos e "promessas" de novos encontros (talvez de caça e pesca...)
O CARAVAN não demorou a levantar voo com sua carga de pescadores felizes pelos dias de pescaria. Subimos as escadas para chegar à Pousada, onde encontramos um café da manhã de assustar, tamanha diversidade e fartura (fato que se repetiu durante todos os dias em que estivemos lá). Pessoal sempre prestimoso (talvez um dos fatores marcantes e merecedores de reconhecimento), logo nos deixou a vontade... A localização da Pousada (para quem não a conhece) é privilegiada ! SHOW
Também nós, mesmo com o "cansaço e ansiedade" da viagem, colocamos as camisas "ouro" confeccionado para este ano !
Claro que os tubos foram abertos, as linhas esticadas nos passadores, bem como o exagero de iscas se revelou nesse primeiro momento (depois passam ser usadas as "matadeiras" e as demais ficam em compasso de espera). O almoço foi servido pouco depois do meio dia, com uma comidinha absolutamente fantástica, que se repetiu por todo o período, constando sempre duas opções de proteínas, saladas, arroz, farofa, macarrão, feijão, purê de batata, etc... sobremesas variadas, além de sucos regionais... Comida para engordar qualquer um ao longo desse período - registro feito, não ficarei me repetindo... (comida na Pousada era pela manhã e à noite, pois o almoço era sempre nas barrancas e praias de areias brancas).
Fomos aconselhados a esperar para sair às 14:30 h, mas pouco depois das 13 h já estávamos nos botes com as duplas pré-estabelecidas (dentre os 6, tínhamos 2 novatos de pesca de rio, que eram "tutorados" nesses primeiros momentos - deu tudo certo). O sol estava ativo, mas no começo de pescaria não tem essa "de calor", permitindo aos nossos guias (Romário, Samuel e Francisco) nos direcionar aos pontos onde foram embarcados os primeiros exemplares, alguns já crescidinhos... O tempo pareceu voar, pois rapidamente o entardecer se mostrou presente nos induzindo ao retorno para as resenhas imperdíveis...
O tratamento gourmet foi uma marca permanente, pois as iscas de pirarucu à milanesa (dentre outras) eram sempre muito disputadas ! Bebidas sempre no ponto certo de serem consumidas, eram constantemente oferecidas pelas pessoas do apoio (foram bem eficientes). Os jantares eram disponibilizados bastante cedo (teve dia de comermos antes das 19 h), propiciando um deitar mais cedo para a recuperação do dia (sempre muito desgastante) e um preparo adequado para o dia seguinte. Quartos são grandes, com uma refrigeração excelente, um chuveiro sensacional na parte da área do sanitário e camas box para conforto grau 10. Também registrar logo que o serviço de lavanderia e arrumação não ficou abaixo dos demais serviços, funcionamento SHOW
No domingo, 1º dia de pescaria em tempo integral, encontramos os peixes comendo forte ! Ataques surpreendentes de exemplares maiores e estruturas de pesca absolutamente convidativas às nossas iscas. Foi muito peixe mesmo ! Começar a pescaria com essa realidade era mais do que esperávamos encontrar... Apareceram alguns exemplares acima dos 60 cm, mas o impressionante mesmo era a força apresentada após serem fisgados ! Pareciam ser peixes enormes, que se revelavam "médios" ao serem embarcados. Não apenas os "pinimas", mas os "pacas" não deixavam de aparecer. Os "borboletas" estavam sumidos e os "popocas" apareceram em alguns momentos / lugares, assim como as "traíras", as "saicangas", alguns "jacundás" e até mesmo pouquíssimas "piranhas", mas podemos dizer que havia uma diversificação do peixes nessa região. Também encontramos alguns "jacarés" boiando ou nas praias de areias, além dos sempre inconvenientes "botos", que predavam a soltura dos embarcados (tivemos que soltá-los nas margens). Almoço dos 3 botes em local pré-agendado com aquele churras feito pelos guias com direito à um descanso nas redes montadas nesses locais. Um registro importante ! Nada de insetos no decorrer da semana !
Os retornos nos entardecer eram vistos com um certo alívio (para os braços) depois de tantos arremessos ao longo dos dias. Quem pesca sabe que o condicionamento físico resiste melhor nos inícios das pescarias, mas a cada dia vão enfraquecendo...
Surpreendentemente, enfrentamos dias de menor presença dos peixes, talvez até por queda de pressão (variação era pouco representativa - estava com um barômetro), mas não chegavam a prejudicar o desempenho de todos no acumulado (felizmente não foi alvo de estatísticas, pois isso gera uma competitividade maior dentre os pescadores, mas creio que embarcávamos - os seis - mais de 150 peixes por dia). Mas a régua esteve presente diversas vezes com as capturas acima dos 60 (o maior embarcado foi de 66 cm). Mas todo mundo pegou peixes maiores (para a região) e pode chamar de "seu troféu" (faz parte). O trabalho dos guias já estava ficando focado nas preferências dos pescadores (temos o hábito de fazer rodízio de botes e dos guias nas nossas pescarias) e com isso, a procura era mais direcionada... ora em lagos, pontas de praias, drops, ressacas, etc...
Acho interessante mencionar as iscas que deram mais resultado neste período, sendo a efetivamente predileta a T20 osso.
Grande parte das capturas foi feita em iscas de superfície (zaras), assim como nas poppers, sub-superfícies (corisco osso), alguns embarques na meia água, alguns jigs e plásticos (sempre as preferidas das piranhas). A Zig Zarinha do NN foi bastante eficaz (abaixo contudo da T20). Também iscas com o dorso verde, amarelo e laranja pegaram bem. Mais uma vez as "bravinhas" contribuíram, nos modelos transparentes... Desconheço alguma captura feita com iscas de hélice (curioso...). Adiantando essa questão de equipamento, usamos varas diversas, quase sempre de até 20 lb, mas com as de 17 lb próximas para um rebojo...
As linhas eram de multifilamento (8x) na sua grande maioria Power Pro, mas tinha gente satisfeita usando a "fisherman's" (está na mídia com promoções para a venda). Quase sempre as linhas eram multi de 30 e 40 lb. Líder só para os mais "teimosos", pois não havia necessidade. Grampos diversos, com preferência nos que podiam ser abertos com os dedos e não de alicate...
Num dos dias em que o sol estava muito forte e o calor enorme, desejei dar uma parada numa ponta de rio, que na verdade era o entroncamento dos rios Camaiú com o Sucunduri, para tomar um banho e minorar os efeitos do calor. Ainda que distantes, reconheci num outro bote (da Pousada Sucunduri) que se aproximou relativamente próximo a figura do "mestre" Rubinho Almeida Prado, que ali teve uma operação de pesca cuja base era naquele ponto. Na verdade não havia qualquer vestígio de que já existira uma edificação, pois o efeito das cheias acaba levando tudo que encontra pela frente... Infelizmente não houve oportunidade de um encontro, pois ele se retirou rapidamente e passou a pescar de fly num ponto adiante do rio Sucunduri.
Neste local terminamos nos encontrando (os três botes) para o almoço e descanso nas redes (merecido) - Local é muito belo.
Nas nossas incursões em locais um pouco mais distantes, chegamos a "gastar mais gasolina" numa navegação mais demorada (de 30 à 40 min) para os arredores desta outra Pousada (Sucunduri), também já operando há bastante tempo por lá. Encontramos alguns pontos com bastante ação, sempre de indivíduos fortes e brigadores. Nada de peixes acima dos 65 cm. Também enfrentamos algum desconforto para acessar alguns lagos próximos, pois o nível das águas já estava bem abaixo do que seria um padrão para a época. Puxar barco, subir barranco e ficar só no remo produziram alguns resultados, sempre nas primeiras horas do dia, já que a partir das 10 h, nem passarinho cantava, quanto mais peixe caçando nos arredores...
Também fomos à Cachoeira, onde já havíamos estado na pescaria anos atrás em que fomos ao Sucunduri, que é sempre um local mágico, quase que um colírio para os olhos com um volume de água expressivo formando uma corredeira rápida e tendo seu piso de areia branca - excelente para um banho (a água era gelada). Almoçamos neste local, sempre um assado acesso na hora com as comidas trazidas da Pousada para essa finalidade. Apenas uma vez comemos tucunaré, pois as costelas de Tambaqui e a Matrinchã, com um acompanhamento (arroz, farofa, vinagrete - além da pimentinha) era sempre uma certeza de ser feliz com aqueles sabores amazônicos. O que impressiona sempre era a qualidade do silêncio que nos envolvia... Incrível
No penúltimo dia de saída para pesca (qui), estava com um dos meus irmãos atrás de peixe (e quando é que não estamos) e num dia de extremo calor, os peixes pararam de comer, mesmo com troca de iscas e lançamentos mais precisos... O dia que tinha tudo para ser ótimo, ficou mais para razoável, pois peixe sempre se pega (inclusive traíras) para aplacar a vontade da fisgada e embarque para retirada da garateia. Visualizamos uma formação de chuva no horizonte que veio chegando de forma rápida, tomando a visão do horizonte e transformando o que era azul, num cinza cada vez mais chumbo. A ventania que veio junto era violenta, mas até então era apenas vento sem chuva... foi só pensar nisso que a trovoada chegou chegando, com pingos grossos, trovões cada vez mais próximos e raios em abundância... Estávamos relativamente perto da Pousada e não demoramos a nos abrigar (assim como os outros 2 botes - vantagens de se pescar perto da Pousada). O que era ameaça se tornou uma realidade, com raios caindo próximos com trovões ameaçadores e pouca visibilidade do rio à frente, tamanha a cortina de chuva... Presenciamos o eficiente funcionamento do para raios da Pousada num momento em que toda a energia foi desligada (não demorou 5 minutos para voltar a funcionar). Da mesma forma que começou, terminou e ainda tivemos visão da lua no céu...
No último dia (sex), o combinado previamente foi de ser 1/2 turno para dar um descanso aos guias e funcionários que no dia seguinte receberia uma nova turma, desta feita de 16 integrantes (que é o padrão da operação). No turno da tarde teríamos o tempo necessário (confortável) para arrumar as tralhas, tubos, roupas, bagagens, etc... Assim sendo, saí com o outro irmão (tão "fominha" quanto o anterior). Ambos pescam muito bem, mesmo entre provocações e gozações que são a base das duplas. O guia resolveu nos levar para um ponto em que poderíamos encontrar uns peixes de bom tamanho, e nessa crença rasgamos as águas do rio atrás desses pontos... Claro que os grandes não apareceram, mas tivemos muita diversão no embarque dos pinimas de 1 a 1,5 kg, que pareciam ser bem maiores (como já foi dito anteriormente). Aparentemente um bom cardume que nos permitiu ter (levar) uma boa lembrança desse local mágico. O melhor era que os peixes estavam se alimentando na flor d'água e com isso era pancada para todo lado... UMA FESTA ! Confesso que já estava com o braço / ombro detonado e com dor...
Ainda fomos num ponto perto da Pousada, já no nosso retorno (eram uma 11:30 h) pegar uns "pacas" que costumavam aparecer no local (meu irmão pegou 3 deles), mas novamente fomos surpreendidos pela chegada da chuva, desta feita sem os efeitos de trovoada, mas com chuva intensa com gotas que pareciam ser "granizo", tamanho o "estrago" das batidas na pele humana. Mesmo estando próximo (talvez 5 minutos) da Pousada, chegamos completamente encharcados, de forma similar aos dois outros botes... Fim de festa à altura, pois não deixa de ser belo apreciar a força da natureza na sua essência básica que é a renovação dos rios e lagos com um volume impressionante de chuvas. À tarde, céu limpo e uma bonita lua cheia no horizonte.
Almoço com tranquilidade pelo fato de já termos encerrado o período de pesca e as pessoas da operação já estarem comprometidas nos preparativos dos novos grupos (16 integrantes no total). Isso contudo em nada nos atrapalhou no decorrer da tarde na arrumação de nossas tralhas, principalmente na arrumação das varas dentro dos tubos. Com persistência nas soluções de problemas não esperados (roupas molhadas que não tiveram como secar), chegamos para o jantar (churrasco) com participação de todos da Pousada, criando um momento de agradecimento por tudo aquilo que tivemos nesse período. Hora também de gratificarmos esses funcionários, tanto os guias como o pessoal de suporte (cozinha, lavanderia, arrumação, etc...). Temos um procedimento antigo nas gratificações, acrescendo um valor a mais para aqueles que se destacaram na nossa validação (voto direto e aberto dos 6 integrantes - sem mutreta de "urna eletrônica"...) - mereceu o guia Francisco (foi bem apertado) que também "faturou" um complemento por estar no bote que embarcou o maior peixe da pescaria (66 cm), SHOW
Dormida tranquila e amanhecer sem problemas (tipo 06 h), para a liberação dos quartos para serem preparados para os que chegariam em questão de poucas horas... A névoa matinal indicava que o dia seria de calor, mas mesmo assim sempre fica aquela expectativa pelo horário da vinda dos dois hidroaviões, pois estávamos com voos marcados em Manaus no início da tarde. Como era de se esperar, a chegada foi precedida pela rasante de um dos aviões para exame do local de pouso (deve ser uma prática obrigatória) que se tornou em pousos tranquilos de quem estava no comando das aeronaves. Diferentemente do Comandante da vinda, estes eram mais expansivos e comunicativos. O grupo recém chegado era basicamente de Santa Catarina, com alguns do Paraná e São Paulo! Claro que estavam animados e foram se deslocando escada acima para o salão da Pousada para o café da manhã que os esperavam. Certamente que houve uma troca de informações (iscas, cores, locais, etc...) dos que partiam com os que chegavam, como é de praxe nessas oportunidades. Como os dois aviões estavam retornando para Manaus, dividimos o grupo, embarcando 3 em cada um dos hidros (simplificou a subida/voo do avião com menor carga/peso). Nessa "confusão" do desembarque / embarque, acabou ficando uma das nossas sacolas, confundidas pelos funcionários como "carga chegando" e não "carga saindo" - mas isso só foi detectado no aeroporto em Manaus. Mais uma vez, o João Medeiros entrou no "tema" e rapidamente montou uma estratégia de recuperação e envio para Salvador dessa sacola "extraviada". Esse é o cara!
Como todos os horários foram obedecidos, ficamos no aeroporto esperando a abertura do check in da GOL para nos liberar das bagagens e irmos almoçar por perto (O Laçador é sempre o nosso preferido, pois é um buffet que evita perda de tempo, além de ficar bem próximo do aeroporto). Nessa espera em que estávamos constatamos uma enorme concentração de grupos de pesca, com suas tralhas e tubos circulando pelo aeroporto (quase a maioria retornando) - não havia muitas opções de voos nessa época em Manaus (disseram que a partir de Out passaria haver quase o dobro de ofertas). Nessas "conversinhas" de pescadores, acabamos encontrando o Francisco Cavalcante, retornando para o Piauí, onde reside. Conversa vai, conversa vem, apareceu o nome dos Mocorongos e com ele a minha identificação de Kid M, moderador do FTB. Acabamos tirando uma foto (no celular dele), que espero seja postada. Gente da melhor qualidade ! Lembrei inclusive de tê-los ajudado a montar um grupo no FTB
Recém agregado - Valeu Fco !
Despedimo-nos do irmão que mora em Ribeirão Preto (LATAM) e seguimos para nosso check in que estava (como de costume) um caos ! Filas intermináveis, poucos atendentes e uma algazarra desnecessária, mas além de pescadores tinha um enorme grupo da "melhor idade" fazendo o despacho múltiplo... Fomos os últimos a ser atendidos (mas com assentos pré-marcados, deu para safar de novos aborrecimentos) e o voo para Brasília estava lotado ! Antes que esqueça, não houve tempo para o almoço pretendido! Tivemos que nos contentar com aqueles biscoitinhos da GOL ! O voo foi tranquilo e tínhamos tempo para usufruir da sala VIP (cartão de crédito), mas lá chegando, a fila parecia ser interminável... Conseguimos entrar e disputar um local para nos acomodarmos e beliscar um pouco do que era oferecido (ficamos nos queijos). o voo para Salvador estava relativamente vazio, pois num sábado à noite, tem muito pouca gente saindo de Brasília... Também foi tranquilo e chegamos bem em Salvador.
Impossível deixar de registrar a ansiedade deste Grupo em pensar num destino em 2027 ! Quem sabe isso não ocorrerá ?
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Alberto Guassu deu reputação a Adalberto Magrao em Nível do Rio Negro em Barcelos - Temporada 25/26
Pessoal Voltei ontem da região De Barcelos.
Pousada Paca Açú do Amigo Izaias.
Chegamos com 4 metros a régua. Depois de 8 dias ficou só nos 3,94.
Água ainda tanto alta. ...dentro do mato uns 3 mts em alguns locais. Foi possível entrar em várias lagoas
Para quem vai daqui umas 2 a 3 semanas vai pegar num nível legal. Está baixando muito devagarinho.
Abras a todos
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Alberto Guassu deu reputação a Kid M em E lá se vai mais uma ano...
Como o tempo tem passado rápido (cada vez mais), já é hora de antecipar os votos natalinos.
Nosso ano de pescaria foi (nitidamente) aquém do que esperávamos e não apenas em termos de peixes...
Uma nova seca (maior que a anterior) aconteceu e enlouqueceu todos os planejamentos realizados.
Claro que foi bom, principalmente para os que não foram à Amazônia apenas em busca de troféus.
Da mesma forma que a "busca" pelos pesque & pagues parece ter se expandido (em alguns lugares).
O importante mesmo, é renovar nossos votos e expectativas para o "novo ano" que se aproxima.
Pelas Leis da Natureza, a perda de alguns amigos é sempre sentida, principalmente no nosso meio.
Em nome do Grupo da Moderação do FTB, o desejo maior é que todos nossos usuários sejam felizes.
Algumas coisas - de fato - não são simples, mas outras dependem exclusivamente de nossas atitudes.
Que Papai Noel possa assegurar aquelas "coisas" que lhe irão trazer a alegria que a vida ainda permite.
Muita saúde e alegrias para todos nós, sejamos avôs, pais, filhos ou netos, pois é a felicidade que conta.
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Alberto Guassu recebeu reputação de Marcos Ide em Rio Caurés - 19/10 a 01/11
Topppppppp
Até que enfim alguém conseguiu fazer uma boa semana de pescaria nessa temporada 👏
Parabéns para o grupo!
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Alberto Guassu deu reputação a Vagner em Nível do Rio Negro em Barcelos - Temporada 24/25
Quanta Gente indo e voltando de pescarias , e o relato que bom nada kkk , bora pessoal faz relato ai , esvreve so a data e taca foto pra gente ver
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Alberto Guassu deu reputação a Fernando_Oliveira em Rio Uneiuxi e Negro - Barco Zaltana - Nov 2017
No início de 2017 ficamos sabendo através de um amigo (Raimundo) que um novo conceito de barco para a Amazônia estaria em construção. As informações sobre o projeto e as imagens digitais preparadas para divulgação imediatamente nos levaram a decidir pelo Barco Zaltana. Entramos em contato com o Marcel da operadora Pescaventura, que havia fechado algumas semanas na alta temporada de 2017, especialmente em Novembro, que era o mês que nos interessava. A Pescaventura tinha as 12 vagas que precisávamos e fechamos o pacote.
Como sempre, nossa turma tem algumas "demandas", que foram prontamente atendidas pelo pessoal do Zaltana e da Pescaventura, com uma pequena diferença de preço que, pelas dificuldades logísticas nos pareceram justas. Assim, garantimos que na nossa chegada iríamos embarcar com nossas bebidas de preferência: 72 garrafas de vinhos e champanhes (enviadas de Curitiba) e mais 432 garrafas longneck de cerveja heineken. Garantia de não passar sede!
Embarcamos em Curitiba no dia 03/11/17 com destino a Manaus, onde iríamos pernoitar e encontrar o restante do grupo, que eram 6 clientes das empresas Pescaventura e Alfapesca. Partimos com os seguintes pescadores do grupo ÉNóisNaLInha/Pescadores de Verdade: Osmar, Rogério, Pedro, Zacarias, Luiz Cláudio, Eduardo, Germano, Carlos, Gurlan, João Manoel, Luís Mário e Fernando. Juntaram-se a nós o grupo da Alfapesca com Cristina (grande parceira e pescadora de fly), Kenji (Alfapesca), Pierre, Paulo, Luís Fernando e Dal Cim.
Na chegada a Manaus nós fomos levados de Van pelo Jackson para o Hotel Mercure, depois fomos almoçar no Amazônico, fazer compras na Sucuri e iniciar os trabalhos de bar na Cachaçaria da Dedé do Shopping Manauara.
Na manhã de sábado, às 06h00 já estávamos a caminho do aeroporto para embarcarmos em um Bandeirantes e um Caravan da Amazonaves. Voos tranquilos de 2 horas e chegamos a Santa Isabel do Rio Negro, onde nos aguardava a equipe de piloteiros do Zaltana (Côco, Paulista, Aldi, Isaac, Rádio, Bari, Ivan, Gato, Maruca e Nildo).
Seguimos em caminhão "pau de arara" para o porto com grande ansiedade e expectativa por conhecer o nosso barco hotel. Na chegada já ficamos bastante impressionados, pois o barco é imponente em suas dimensões e cores escuras. Realmente um novo conceito para a região: grande e confortável sala de jantar, mesa de jogos, sofás, televisão e imagem via satélite, suítes com duas camas confortáveis e ar condicionado tipo Split, barcos tipo Bass para pesca com motores de 60 Hps, excelente área de convivência no terceiro piso com direito a ducha, bar,...., e o melhor, tudo novo!
A ideia de barco grande parecia ir contra o conceito a muito tempo instalado de barcos estreitos e de pouco calado, mas o calado do Zaltana também é pequeno e as voadeiras do Zaltana, mais velozes, compensam a necessidade de um deslocamento entre pontos de pesca mais distantes (eu medi no GPS a velocidade média real de 45 km/h em nosso barco). A divisão de quartos, barcos e piloteiros é feita por sorteio, não deixando margem para reclamações. As regras do barco e da pescaria também são apresentadas logo na chegada pelo gerente Jeferson e mostram uma preocupação extra com a natureza, como a Cota Zero para comer tucunarés, praticada a bordo e aceita por todos nós.
A equipe do Zaltana ainda contava com o Chef Paulo do “Fish Maria” que estava treinando a equipe de cozinha, o Comandante Guilherme, Imediato Negão, garçons Jairo, Jair e Leonardo, camareira Rose, entre outros.
Em contato com o pessoal da organização já sabíamos que as condições de pesca tinham mudado muito em duas semanas e que o nível do Rio Uneiuxi, que era nossa preferência, havia subido um bocado. O Zaltana partiu a tarde em direção ao Uneiuxi e nós todos fomos preparar tralhas, conhecer nossos piloteiros (alguns já velhos conhecidos) e iniciar os trabalhos de bar.
A Pescaria Às 05h00 da manhã já estávamos acordados e tomando nosso café da manhã, mas tivemos que esperar uma maior claridade e diminuição da neblina para sairmos às 06h00 (uma verdadeira eternidade!). No Zaltana existem duas espécies de concursos. No primeiro, o maior peixe de couro e o maior tucunaré fazem jus a troféus. No segundo, todos os pescadores que capturam tucunarés com pelo menos 20 libras recebem um cobiçado boné preto com a inscrição 20 lb.
O primeiro dia não foi nada fácil, com pouca ação na sub e quase sem ação na superfície e para piorar o dia desabou em chuva durante todo o período da tarde. Mesmo assim, alguns tucunas foram embarcados com a utilização de iscas de sub e jigs (principalmente os confeccionados e vendidos a bordo pelo piloteiro Côco) sendo trabalhados rapidamente ou até no corrico.
No segundo e terceiro dia o sol ardeu, mas a água não parava de subir. Fomos quase até o lago da placa e pedimos providências ao Jeferson, pois a marcação de nível deixada por eles cerca de 10 dias antes estava debaixo de 1,5 metros de água. Ao meu ver tínhamos que voltar para o Negro, mas deixamos a decisão para a equipe do barco, que acabou concordando e retornamos no final da tarde do terceiro dia, com navegação durante toda a noite e manhã do quarto dia para chegarmos ao Rio Negro. Nem por isso deixamos de pegar alguns belos peixes no Uneiuxi. Tendo saído o primeiro boné preto para o João Manoel e alguns belos exemplares de 16 a 18 libras para várias duplas, com destaque para o Kenji, que insistia na superfície e foi recompensado com belas capturas.
Algumas curiosidades neste período ocorreram quando o Pedro largou a vara para pegar uma cerveja, durante o corrico, e bem neste momento (parece que os bichos ficam espreitando) um belo paca de 3 kg puxou levando a vara para a água. O piloteiro Côco não teve dúvida, atirou-se na água recuperando a vara e nadando e recolhendo ao mesmo tempo ainda conseguiu embarcar o peixe.
Outra cena hilária foi quando na famosa pescaria de macaco, o jig passou por cima de um galho e caiu na água, sendo pego por um tucunaré - borboleta, e no recolhimento da linha rigorosamente “o peixe subiu na árvore”.
Os pescadores Pedro e Luiz Cláudio embarcaram dois belos peixes de couro: um filhote e uma Piraíba com 1,40 metros e estimados 45 Kg. Obs: Faltam “secretárias” ou porta-varas nos barcos, para a pescaria de couro, mas fomos informados que em breve este problema será resolvido. Iniciamos o quarto dia pescando no Uneiuxi e após o almoço já estávamos disparando nossos barcos pelas inúmeras opções do Rio Negro. Serviço facilitado pela velocidade dos barcos tipo bass com motores de 60 Hps. Isto nos deu uma certa vantagem sobre os demais barcos, como o Angatu e Amazon Adventure, que também haviam retornado para o Negro. No final do quarto dia estávamos retornando para o Zaltana quando vimos uma luz piscando no meio do Rio. Achei estranho e pedi que o piloteiro Paulista nos levasse lá para verificar. Encontramos uma voadeira do Angatu em pane seca e com dois pescadores da turma Ratoeiras Team a bordo. Barco e pescadores foram rebocados e devolvidos sãos, salvos e quase sóbrios ao Angatu. No quinto e sexto dia no Rio Negro nos deslocamos por todos os lados e a pescaria ficou mais produtiva, foram ainda embarcados alguns belos açus na faixa de 15 a 18 libras (em especial pelo Gurlan, Eduardo, Kenji, Rogério e Luiz Claúdio). Observação: é triste ver a hipocrisia das autoridades que discutem nosso direito de pescar de modo esportivo, mas permitem que pescadores profissionais acampem nos lagos do rio Negro e espalhem suas redes sem nenhuma fiscalização (vimos isto em pelo menos 3 lagos, ente eles o belo lago da Pedra).
Foram diversos Pacas, Açus, Borboletas e Popocas, além de Piraíbas, Filhotes, Pirararas, Bicudas/Cachorro, Piranhas, Traíras e Jacundás que fizeram a nossa semana feliz e nos ajudaram a recarregar as nossas baterias. Também encontramos uma Sucuri enrolada em galho e recolhemos um veado que parecia se afogar (vantagem de ter o vaqueiro Gurlan a bordo para laçar o bicho), mas que tão logo pareceu recuperado foi solto na margem do Rio Negro.
Obrigado a todos pela paciência lendo nosso relato, pela companhia de grandes amigos nesta semana, à nossa família por entender nosso hobby preferido, pelos novos amigos que fizemos nas turmas Pescaventura/Alfapesca e Zaltana, pelas disputas de quem pega mais peixe com o Eduardo, pelas divertidas partidas de truco e cacheta, além das intermináveis seções de piadas capitaneadas pelos amigos Luís Mário e Germano. Graças a Deus todos retornamos em paz e com saúde para nossas famílias e prontos para enfrentar a vida e programar novas pescarias.
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Alberto Guassu deu reputação a Arcer em Vendo 2 carretilhas metanium e 2 varas redai 25 lbs
Uma vez vendi uma bicicletinha aqui, coloquei várias fotos e o valor que eu estava pedindo, um interessado viu as fotos gostou do preço e comprou
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Alberto Guassu deu reputação a Arcer em AJUDA - Qual carretilha comprar?
Bom pra bater umas hélices, só o recolhimento que não é dos melhores 1:1.0 😂
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Alberto Guassu deu reputação a Arcer em AJUDA - Qual carretilha comprar?
Isso daria uma ótima discussão mas não vamos desvirtuar tópico alheio kkkk
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Alberto Guassu deu reputação a Kid M em E lá se vai mais uma ano...
Ainda falta algum tempo para iniciarmos um novo ano, nem por isso é necessário "esperar" para desejar a todos aqueles usuários que permanecem no nosso FTB, que tenham boas expectativas para esse novo ano que se aproxima.
As dificuldades permanecem para quase todos que aqui interagem, não se limitando às temporadas de pesca, mas no nosso dia a dia rotineiro. Importante mesmo (sempre) é ter saúde e determinação para superar as adversidades.
Em nome do Grupo de Moderação do FTB, desejo a vocês o que possa ser o melhor nesse final de ano e que em 2024 venhamos a participar e interagir naquilo que nos reúne neste Fórum, sejam relatos, experiências, amizades, etc...
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Alberto Guassu deu reputação a Carlos Dini em Carlos Dini-Rio Sucunduri-AracuCamp-abrindo a temporada 80up-ago21
valeu
valeu
voltando a ativa
valeu
show
2022 estamos voltando
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Alberto Guassu deu reputação a Labareda em Barcelos 16 a 27 de outubro 2020
Essa foi minha segunda viagem em busca dos grandes tucunarés do Rio Negro. Da primeira vez, em novembro de 2018, acertei na veia de cara! Pescaria inesquecível com grande quantidade e qualidade de peixes. Daquelas que se leva uma vida inteira para acertar. A contagem final dos guias ficou em mais de 110 tucunarés açu acima de 60 cm numa equipe de 4 pescadores sem contar os popocas, borboletas e outras espécies. Dentre eles, provavelmente o maior tucunaré que verei em minha vida: um açu de 89cm e 26lb fisgado pelo amigo Amâncio.
Ciente de que já tinha feito uma pescaria excepcional da última vez, fui sem grandes expectativas de superar o sucesso de 2018. No entanto, fui mais uma vez abençoado com outra pescaria farta de peixes. Particularmente peguei ainda mais peixes grandes dessa vez. Parece que sou pé quente para encontrar os gigantes. Peguei um 20 up logo na minha segunda pescaria de açus!
Marcamos a data em fevereiro e seguramos a ansiedade até chegar o grande dia. Reservamos com o Ney 10 dias de pescaria: embarcando no dia 16 e desembarcando dia 27/10. Formamos a mesma equipe planejada em 2018: eu, Amâncio, André e Teodoro. Equipe firme que se manteve mesmo com todo o desenrolar da pandemia que acometeu dois dos nossos que resistiram bravamente e se recuperaram a tempo de embarcar para a nossa aventura.
Equipe confirmada, ainda recebemos mais um companheiro advindo de uma das muitas outras operações canceladas por conta da pandemia. Sempre existe o lado bom nas dificuldades. Ganhamos a companhia de um grande pescador que durante a semana se tornou também um grande amigo. O Rogério, com toda sua paixão pela pescaria de açus cruzou o país para se juntar a nós em Manaus.
Na viagem de ida a notícia não era das melhores. Depois de secar forte desde setembro, o Rio Negro e afluentes estavam voltando a subir e a previsão era de mais chuva. Combinamos, então, de subir o máximo possível para buscar locais com bom nível de água.
A estratégia deu certo. Já no primeiro dia à tarde saiu peixe de 70cm. Um paca açu fisgado pelo amigo André que chutou pra longe a fama de pé frio pegando sucessivamente peixes entre 70 e 80cm nos primeiros dias de pesca. No início da pescaria tentamos apelidá-lo de AndrElsa de Arendele (Frozen), mas o apelido não colou. O cara arrebentou!
Alternamos dias bons e dias ruins à medida que avançávamos pelo Rio Negro e diferentes afluentes. De forma geral os peixes não estavam seguindo as iscas para atacar. Normalmente entravam nos primeiros metros de trabalho quando a isca caia bem perto do seu raio de ação. Apesar de o nível da água estar bom, a temperatura estava baixa devido às chuvas recorrentes.
Observamos que as hélices não estavam tão produtivas e alternamos bastante com T20, zaras e, em último caso, iscas de meia água. Sempre preferência pelas iscas de superfície para ver as explosões que ficam marcadas na memória.
A fama de pé frio estava quase recaindo para o Teodoro (Japa), já que nos primeiros dias ele não acertou grandes exemplares, mas logo ele tomou um banho de sal grosso e voltou ao seu normal de pegar belos açus acima de 13lb.
Sorte mesmo tive eu que logo no segundo dia completo de pescaria acertei um animal de 87cm e 21lb. Neste dia, no sorteio, saí para pescar sozinho com o guia Edivan. As ações começaram logo cedo. Saíram alguns exemplares entre 50 e 60 cm. Próximo das 9h, o Edivan indicou uma árvore caída na beira do lago e tocou o elétrico na sua direção. Como estava um pouco distante, resolvi dar uma esticada na linha e joguei minha hallowen próxima a um barranco embaixo do galho de uma árvore. A hélice nem roncou direito e veio a explosão. O peixe saiu debaixo da árvore como um submarino e acertou minha isca com toda força jogando água pra todo lado. Logo firmei a linha e tive dificuldades de confirmar a fisgada, já que o monstro utilizou toda a ação da minha vara de 40lb logo na primeira corrida. Foi difícil segurar o bicho! A essa altura, já com as pernas tremendo, consegui quebrar o queixo dele e com a valiosa ajuda do Edivan, que puxou o barco pro meio do lago, consegui tirar ele do meio dos garranchos. Daí foi só aliviar o freio da carretilha e desfrutar a batalha com o animal. E como tem força o danado! Depois de algumas idas e vindas, quando fomos passar o passaguá na cara do bicho ele ainda tirou forças para uma nova disparada que quase acabou com minha alegria. Ele destruiu o passaguá deixando somente a isca presa na rede. Uma debatida mais forte e ele abriria a garatéia rumo à liberdade. Para azar do peixe o Edivan foi mais rápido e segurou no rabo enquanto eu peguei o alicate de contenção para, enfim, embarcar o troféu. A partir daí, só alegria. Tocamos pra uma praia próxima para tirar fotos e ainda avistei vários outros peixes correndo enquanto encostávamos, mas a essa altura, nada mais importava. Eu queria registrar o momento e devolver o bicho à liberdade. 87cm e 21lb. Que maravilha de peixe!
E não foi só esse 20up que saiu, não! No dia seguinte, o Catarina disse que gostaria de ir a um local onde ele tinha deixado escapar um gigante numa das pescarias passadas. Como o local era distante de onde estávamos, ele organizou uma expedição com o guia Negão para sair bem cedo e voltar só no fim da tarde. Como ninguém mais se habilitou para encarar a missão ele partiu sozinho mesmo.
No fim da tarde, voltou com as histórias das aventuras para vencer um trecho de corredeiras e dos muitos troféus fisgados, dentre eles o sonhado gigante de 20up que ele perseguia desde sua primeira pescaria na Amazônia. Daí eu percebi o quanto fui sortudo em fisgar um desses já na minha segunda empreitada.
Quando cheguei ao barco fiquei sabendo da saga. Depois de mais de 2 horas rio acima e diversos obstáculos, a pescaria começou animada com bons peixes, mas nenhum troféu. Por volta de meio dia, quando chegou ao ponto onde havia deixado escapar um gigante, não deu outra: pancada na isca e briga com o bruto. Novamente o peixe venceu a batalha e escapou. O desânimo abateu o pescador que nem quis almoçar, mas o Negão não se deu por vencido e motivou o Catarina a voltar a buscar seu troféu. Poucos minutos depois a perseverança foi recompensada: um troféu de 82cm e 20lb.
Esse peixe foi o último pesado no boga grip do Catarina. Um ou dois dias depois, num dia muito difícil de achar peixe, eu e Catarina só tivemos um rebojo de peixe bom durante toda a manhã. Já próximo da hora do almoço avistamos a outra equipe com Japa e André e nos aproximamos para descansar um pouco. Enquanto estávamos conversando e tomando umas, bate um cardume ao lado dos nossos barcos. Mais que depressa lancei minha isca na direção dos ataques. Mal bateu na água fisguei dois belos pacas na mesma isca. Os dois próximos de 60cm. Foi aquela farra até a hora de preparar os bichos pra foto. Quando fui deixar um peixe respirar para pegar o outro e posar pra foto, o danado deu um supapo e arrancou o boga da minha mão. Ainda tentei recuperar alcançando o rabo dele, mas com mais uma batida ele se livrou facilmente e foi embora levando o alicate. Prejuízo!
Depois disso o Catarina entrou numa sequência de azar: deixou a vara cair num lugar aonde tinha acabado de avistar um jacaré e, no reflexo, mergulhou atrás. Recuperou o equipamento, mas passou um belo aperto quando lembrou que o jacaré poderia estar à espreita. Não vou esquecer a cara de desespero dele quando submergiu. No outro dia, foi demostrar pro Amâncio como eu havia deixado o peixe levar o alicate e encenou tão bem que perdeu outro boga também! Kkkk.
Apesar da semana chuvosa e da baixa atividade dos peixes, conseguimos superar as dificuldades e obtivemos ótimos resultados na pescaria. Muito açu entre 70 e 80cm, além dos dois troféus acima de 80cm e 20lb. Novamente uma excelente pescaria do ponto de vista de produtividade de peixes e, como sempre, ótimos momentos vividos na companhia de velhos e novos amigos que deixarão belas lembranças e histórias para contar: teve gente perdendo vôo na ida, virando porco espinho, usando ninho de jacaré como banheiro no aperto, novos sinais de zap no truco e por aí vai...
Obrigado aos companheiros de pesca André, Amâncio, Rogério e Teodoro e, principalmente, à equipe do Ney Pesca liderada pelo Barata e composta por Pulga, Cristo, Cláudia, Neli, Andres, Edivan, Welington (Gordo) e Valciclei (Negão) que, como de costume, nos atendeu com o maior profissionalismo e cuidado para que tudo corresse bem durante a semana com todas as mordomias possíveis (devo ter engordado uns 5kg nesses dias). Obrigado pela paciência e dedicação de todos. Abraço e até a próxima!
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Alberto Guassu deu reputação a Ricardo Nagatomo em Pescaria Rio Itapara
Amigo, posso lhe dizer que quanto a pousada, atendimento, comida, instalações, guias, quantidade de peixes grandes, pode ir tranquilo.
vale muito a pena, já fui algumas vezes e é fantástico.
Agora sobre previsões, repiquete e etc.
Não tem como saber na verdade, além de todo ano mudar completamente as cheias e secas, o comportamento do peixe também muda de uma hora pra outra, as vezes até sem repiquete.
O jeito é ir com pessoas bacanas, para lugares bacanas e o resto deixar acontecer.
abraço e boa sorte.
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Alberto Guassu deu reputação a Adilson Júnior em Pescaria Rio Itapara
batizado, itapara, batendo o jig na calha da lagoa.
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Alberto Guassu deu reputação a Carlos Dini em Carlos Dini- abrindo a temporada amazonica Camaiu Camp junho2019
Amigos, agora na ultima semana de junho, iniciei a temporada do Alto Rio Camaiu.
Ficamos localizados , no Camaiu Camp do gde amigo Victor Villanova.
Fiz um video relato, com todas as fotos da pescaria.
Material utilizado:
Varas 5'7" 17 a 20lbs
Carretilhas Scorpion 201
Linhas Power pro 4 fios 50lbs
Leader-Fluor Line System 50lbs
Snap Cappela G Amazonas
Iscas mais utlizadas T20 e jigs
Abs
Boa semana a todos
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Alberto Guassu recebeu reputação de Cristiano Rochinha em EDITOR DE VÍDEOS
Hoje em dia ja tem uns pra celular tbm, que se for edição simples ele atende tbm.
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Alberto Guassu recebeu reputação de Cristiano Rochinha em EDITOR DE VÍDEOS
Salve pescador,
Quando eu preciso editar algum eu utilizo o Hitfilm, ele é bem completo e relativamente simples de usar, só não sei se roda no XP.
Segue um tutorial pra iniciantes :
Link pra baixar: https://fxhome.com/hitfilm-express/verify?id=55a868cd66c487d75e9c2160
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Alberto Guassu deu reputação a KabashimaJR em BARCELOS JAN/19 MOSTRANDO A REALIDADE
Bom pessoal, nossa expediçao foi toda planejada a partir de manaus. Saimos de BARCO REGIONAL segunda feira 17:00 e chegamos em barcelos na terça as 17:00, já pulamos pro barco hotel e subimos o rio negro em direçao ao aracá. Ja na quarta 06:00 pescamos por onde paramos e condiçao do Aracá muito seca. Peixe nao tinha estrutura para se esconder nas beiradas(tronco, pauleira estavam de fora), ou seja, peixe se concentrava no meio do lago em maior parte do tempo. Vai o video da viagem e dos dois primeiros dias de pesca. Obrigado pra galera que me acompanha, espalhem pros amigos o link do video!
FOTOS:
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Alberto Guassu deu reputação a Jansen F. irioda em Para os grandes Tucunas!
Para os açus...
Montada especialmente para trabalhar as grandes iscas de hélice.
Utilizamos nesse projeto o blank Redai Custom R1-25F(Fast).
Esse modelo, apesar de extrema potência e resistência possui a ação um pouco menos rápida do que o Redai Custom R1-25EF(Extra-fast), ação essa que geralmente otimiza o desempenho nos arremessos.
Especificações:
-Blank Redai Custom R1-25F.
-Comprimento 5'10".
-Foregrip exclusivo Jansen modelo 3.
-Cortiça portuguesa classe FLOR.
-Reel seat Fuji SK2.
-Tubo exclusivo Jansen para SK2.
-Passadores Fuji Alconite.
-Metais de acabamento exclusivos Jansen.
www.jansencustomrods.com.br
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Alberto Guassu deu reputação a Jansen F. irioda em Para os grandes robalos...
Vara projetada para os grandes robalos na modaidade jighead.
Blank Redai custom R1-17lb, extremamente resistente, muito leve, alta sensibilidade.
Especificações:
-Blank Redai Custom R1-17F.
-Comprimento 6'3".
-Passadores Fuji Torzite.
-Cabo em cortiça portuguesa classe FLOR.
-Foregrip exclusivo Jansen modelo 4.
-Reel seat Fuji SK2.
-Tubo exclusivo Jansen para SK2.
-Metais de acabamento exclusivos Jansen.
-Peso total da vara 90g
www.jansencustomrods.com.br
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Alberto Guassu deu reputação a Carlos Dini em Carlos Dini-Pescarias dos Monstros da Bahia-dez18
Amigos, tenho mudado um pouco o foco e tenho pescado tb nas águas salgadas. Muito legal pela diversidade de peixes que se pega, como tb pela força dos adversários.
Tudo feito em cima da hora, marquei a viagem com 3 dias de antecedência, bom do avião, que torna as coisas muito próximas, trabalhei até as 7 da noite, fui na apresentação do judo do meu filho e as 3 da manha já estava na pousada.
Voando do trabalho para o Judo, logo ele larga isso e começa pescar com o pai...rsrsrs
Do Judo para Viracopos, Para embalar as 2horas de sono no avião
Chegando em salvador a 1 da matina
O litoral Norte, principalmente do Rio Grande do Norte-RN até praticamente o Espirito Santo-ES, além de serem maravilhosos, tem uma característica importante, que é uma plataforma continental bem curta, significa que vc sai de da praia e rapidamente já esta na beira do precipício dos oceanos, com profundidades acima dos 1000mts. Como exemplo em São Paulo, navega-se praticamente 8horas para atingir tal profundidade, e no Nordeste com meia hora já esta no abismo dos mares. Os peixes costumam ficar na borda deste "buraco", pois as correntes que vem de 1000, 2000mts, batem nessa parede e afloram trazendo nutrientes a superfície e com isso, a vida explode.
A pescaria normalmente se faz em dois locais, a principal é a de parede, onde fica bem na divisa entre os 100mts de profundidade e o abismo de 1000mts, ali se encontram os gigantescos olhos de boi, o gde foco da pescaria. A segunda modalidade, eles chamam de "meia-peça", fica em locais rasos (50 a 70mts), rsrrsrsrs, onde existem parcéis de pedra no fundo e ali se encontra uma variedade gigantesca de peixes, pega quase de tudo, e tem alta produtividade.
A pescaria sai da Praia de Itacimirim-BA, distante 60km de Salvador, que praia top, simplesmente linda e fica ao lado da badalada Praia do Forte(6km), mas com grande tranquilidade.
Acordar pela manha com este visual, só no Brasil.
Amizade sempre
A praia de Itacimirim
Carregando os equipamentos para a lancha
dada a largada
O primeiro dia foi ação o dia inteiro, com detalhe para 3 Olhos de boi, pegos nas paredes, muito gdes, que estouraram linhas 100lbs, igual seda, 3x0 para o peixe. Mas pegamos muitos atuns pequenos, guarajubas, Xareus, pitangola(o irmão menor do olho de boi).
a pintura do mar
O irmão pobre do atum , o Bonito
Novas amizades, este é o significado da pescaria
Atum amarelo
Xareu Olho de cavalo
peixe na linha, haja braço
ver se Iemanja leva a oferenda pra casa, nem ela quer...
Troféu do dia Xareu Amarelo de 25lbs
https://www.facebook.com/dini.dini.90260/videos/2251725181783038/
Pitangola
terminando o dia
No fim do dia, fiz merda, bêbado é uma desgraça, estava pescando em pé na proa, e desequilibrei e cai ne proteção de metal do barco, muita dor, resultado 2 costelas trincadas, não conseguia nem respirar, o capitão veio rápido me ajudar, perguntou o que eu queria, falei "me dá uma cerveja". bastante dor a noite toda.
Dia seguinte mesmo com dor resolvi pescar, nada que alcool não resolva.
Pescador raiz, pé na terra.Moço, sou do interior
Material no pescador artesanal
Começar o dia
Embarcando com meu parça, Silvio
O segundo dia, o mar estava mais agitado, o que deixou os peixes mais ativos, em especial os xaréus amarelos, foram mais de 8 peças acima de 10kgs. Já os olhos de boi, desta vez não quiseram aparecer.
Guarajuba
As brigas são de acabar com o braço
Saldo da pescaria muito peixe, muito mesmo, linhas estouradas, e vontade de voltar logo.
Para encerrar a pescaria, uma moqueca baiana, feita com peixe fresco e polvo pego no recife em frente a praia...
Equipamentos
-Varas p jigging para linhas PE 3, 4 e 6-by Waka
-Molinetes-Stella 10000PG, Stella 8000HG, Bioomaster 5000PG, Twin Power 6000PG
-Linhas 8 fios OCEa da Shimano- numeros PE 3 e 5
-Jigs Meia peça 10-150g/ Parede 200-300g
-assist hook de 4/0 a 8/0-marca shout
O guia Peixe-Pescador, é top demais, embarcação super segura, recomendadíssimo.
Tem todos equipamentos para alugar, se o pescador precisar.
Contatos:
https://www.facebook.com/peixe.pescador.3/photos?lst=100008367346061%3A100003223297337%3A1545152266&source_ref=pb_friends_tl
Instagram: @peixe.pescador
tel-071-97316665
Ficamos na Pousada do Ilha do Meio, muito legal, preço justo, e quartos confortáveis, ideal para levar a família.
tel-071-91263096
Agradeço a Deus e minha amada familia por esta vida maravilhosa.
Abs
Boa semana e pescaria a todos
Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
Instagram @pescadini
#pesca_dini
Carlos Dini
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Alberto Guassu deu reputação a Carlos Dini em Carlos Dini- Rio Jufari-nov18- chovendo açus
Amigos, este ano tirei para ir atras dos açus em locais um pouco menos tradicionais.
Agora no mês de novembro, fui conhecer o lendário Rio Jufari.
O rio Jufari, praticamente separa o estado do Amazonas com Roraima, sua foz se situa na margem esquerda do rio Negro, praticamente junto da foz do Rio Branco, assim como os afluentes desta região (Xeruini, Agua Boa) eles tem regime de águas um pouco mais para fim de outubro e podendo estender a seca até mais que nos rios do médio Rio Negro. É um rio extremamente raso, o que impede praticamente a entrada de barcos hotéis, tem águas bem mais transparentes que as águas do rio Negro, muitas vezes eu via os choqueiros e achava que estavam a 50cm de profundidade, mas não, estavam a 2mts de profundidade, tal a transparência das águas. Predomina em sua margens os molongozais, mas tem um poucos de Cabibis e Jaras. Fazia tempo que eu não entrava em um afluente com tantos lagos, é um atras do outro e cada um vara em mais uns três. Neste Rio habitam os tucunarés açus e borboletas, também aruanas e cacharas.
O amigo e operador Victor Vilanova, iniciou este ano sua operação neste Rio. Esta com um esquema top, in e out por Hidroavião.
Peguei o voo da noite de sábado, desabou o mundo em Viracopos, aeroporto fechado, achei que ia perder a pescaria, mas ufa... deu certo
Chuva monstro, repiquete em Campinas-SP
Antes do voo para embalar o sono
Cheguei na madrugada de sabado. e bora dormir algumas horas...
Logo cedo, partimos rumo ao aeroporto para embarcarmos no Hidroavião . O único acesso pois a boca do Rio fica muito seca e pescamos em ponto bem alto do afluente.
O grupo de feras, Jaida Machado(PescaGerais), João Medeiros(redai e Historia de Pescador), Otavio (PescaGerais), Gilson Alcarraz(tio do pijama), Dini(PescaeAlcoolismo), Andrezinho(Richard Rassmussem...), Claudio Alcarraz(ce é loko mano...). Infelizmente o amigo Massa por problemas familiares, não pode ir junto.
Rio Jufar, visto do alto
Quanto mais o Hidro voava para cabeceira, mais seco ficava.
As notícias eram de muitos peixes, e chegando ao Rio era de encher os olhos, Rio na caixa, muito molengo, parecia perfeito.
Chegando ao rio seco.
Rio na caixa
A preocupação ficou no ar pois, falando com a tripulação havia caído fortes chuvas nos dias anteriores.Mas como a vida lá é dura, tomei meu remédio
Um belo almoço nos esperava
O amanhecer do dia
Fiz uma marca e vi que após 12 horas não subiu nem desceu, no primeiro dia, posso descrever como “indescritível”, nunca vi tanto peixe, inicialmente não em tamanho mas sim em quantidade, cada arremesso um peixe, mais de 100 tucunarés por barco. Peixe não conhecia isca.Após o almoço comecei bater hélice, três gdes peixes fisgados, um escapou no pulo, outro arrancou o pitão da cara da isca é o segundo arrancou o pitão traseiro, 3x0 para os gigantes. Os amigos já começaram pegar bons peixes10,12,16,18 Lbs.
Impressionante é a quantidade de vida, borboleta igual a este, batia em quantidade, pegava um, e formava uma bola de peixe, igual no mar, ai era só jogar jig, tinha q mudar o ponto, pois até irritava... E tb show, é a quantidade de forrageiros, nunca vi tanto cara(de todas as especies), aracus, pacus, matrinchas, eram cardumes gigantescos, passando toda hora por baixo do barco, é muita comida para os açus.
Primeiro preju do dia, o cavalo, me deixou só com o pitão da helice
o segundo preju...
o terceiro preju, este para o operador...
O belo por do sol
A noite o mundo desabou, choveu toda noite, amanheceu chovendo, resolvi marcar a praia, 2 horas depois o graveto estava coberto 10cm em 2 horas, nunca vi nada igual. Óbvio q o peixe sentiu, as ações diminuiram, mas mesmo assim muita ação na superfície, considerando o nível da água.
Cada dia subia mais, em 5 dias subiu 1,5mts, o maior repiquete que já peguei.
E tome chuva
O grupo era bom de pescaria, só pescador profissa, com exceção deste autor que só sabe de bebida o resto era fera... Isso driblou a subida da água.
Eu mesmo nunca perdi tanto peixe grande, até o penúltimo dia tinha deixado escapar pelo menos uns dez peixes.
Algumas imagens:
muitos lagos centrais
Almoçar, tinha que ser na chuva mesmo
A beleza do rio Jufari
Os amigos, brigando com um açu
pausa do almoço
nas operações do Vilanova, sempre tem uma carne nos almoço e um arroz feito na hora
Mais chuva, já acordava com a cueca molhada
Remedio da selva
Como estava um pouco difícil, eu cometi uma falha e insisto muito nas jumping minnows e jigs, o que resultou em muita produtividade, mas pouco tamanho. A dupla Gilson e Cláudio, não desistiram das hélices, e toda noite traziam notícias de bons peixes. No penúltimo dia parou de chover, e o repiquete foi diminuindo. No último dia, primeiro dia de sol forte, vi na praia q tinha subido só 2cm, pensei, “ por que não estou batendo hélices???”, resolvi pegar minha “velha” Caribe 7” palhaço, e comecei a metralhar, caraca!!! Foi muita porrada.
Perto da hora do almoço, foco arremessar no meio do lago, e de lá surge o monstro, ele bate 4x , na última sai inteiro fora da água, um monstro com certeza over 20lbs. Jogo novamente, mas pego a fêmea, bem menor... parece que sorte realmente não estava comigo.
Bom mas logo outros bons peixes começaram a aparecer. Fica a vontade de voltar e encontrar o gigante novamente.
Imagens dos amigos
Marcando território, para que os açus se lembrem que eu passei ali...
Valeu como aprendizado, como diria o amigo e gde Pescador Cláudio W (doido, rsrsrs), “Dini, vc está no Rio Negro o seu recorde pode sair no próximo arremesso”. E estando nas "blackwaters" devemos sempre acreditar nas hélices, elas separam os gdes peixes.
Bebado é uma desgraça, bebe todas antes do voo, ai quer mijar no avião.
Antes de sair da minha amada Manaus, passada rápida no restaurante Lenhador para saborear o pato no Tucupi
Com certeza os amigos farão relatos bem mais completos que estes, vocês podem seguir eles em:
http://historiadepescador.com/
http://www.pescagerais.com.br/pesca/
Material utilizado:
A-Varas
-F3 5'7" 20lbs by waka Custom
-SC III 5'7"20lbs by Waka Custom
-Falcon Cara 5´7"
B-Carretilhas
-Scorpion 1501 HG
-Scorpion 1501
C-Linha Multi PP 50lbs
D-Leader -Line system 50lbs
F-Snap Capella G Amazonas
G-Iscas mais utlizadas- T20 cor osso, jig 6/0 15g, caribe 7" e Rip roller 6"
Eu só tenho a agradecer a turma que tão bem me recebeu. Ao operador Victor Vilanova pela hospitalidade e atenção. E a toda equipe do barco pelo fantástico atendimento
OBS-Fica claro que não preciso e não recebo nenhuma gratificação para falar da pousada ou de qualquer pessoa, falo bem porque realmente gostei.
O gde Amigo Victor Villanova, montou a operação no alto Jufari, local com pressão de pesca quase zero. OA operação tem camas confortáveis, banheiros e chuveiros privativos, boa comida, , barcos e guias, e o principal, muita cerveja.
Contatos do operador-Victor Vilanova
https://www.facebook.com/victorvilanovamazon
https://www.facebook.com/pages/Camaiú-Camp/1926317310973319?pnref=about.work
https://www.facebook.com/vilanovamazon/?pnref=about.work
(42) 99122-0016
http://www.vilanovamazon.com.br
victorvilanova@me.com
Agradeço a Deus e minha amada familia por esta vida maravilhosa.
Abs
Boa semana e pescaria a todos
Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
Instagram @pescadini
#pesca_dini
Carlos Dini
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Alberto Guassu deu reputação a Fabrício Biguá em [Torresmo Açu] SIRN/2018 - Difícil, mas sempre top!
Torresmo Açu - 2018
Data: Out
Local: Santa Isabel do Rio Negro
Barco: Angatu Açu
Pescadores: Fabrício Biguá, João Biguá, Xandego, Thiaguinho, Ricardo, Denis, Paulo Emi, Raimundão, Edu Camargo, Poiani, Durante, Carpincho, Pinelli, Megda, e os novatos nesta turma, Wallace e Carlinhos.
Mais uma vez resolvemos reunir esta turma fantástica em uma pescaria no Rio Negro. São 6 anos de convivência, excelentes amizades, muita risadas, e todos focados num objetivo só: o de se divertir.
Pesco em SIRN desde 2005. Parei de contar as semanas de pesca quando ultrapassei a 30, isso, em 2014. De lá pra cá foquei totalmente em estar com pessoas melhores q eu.
Os "fissurinhas", COMO EU ERA ANTES, fui deixando de lado, assim como os perfeccionistas, os chatos, os aproveitadores, ou aqueles se preocupam mais com o peixe, q com o colega ou com a boa convivência.
Claro q estou sendo generalista, afinal, graças a Ele, tenho facilmente mais uns 100 amigos q poderiam estar nesta turma e não estão, seja por falta de tempo, oportunidade ou por dinheiro mesmo. Mas esta turma se dá ao trabalho de dispensar os primeiros citados. Esta turma é disparada a melhor q tive a oportunidade de pescar. 😍😍....kkkkk...Para ajudar, este ano pesquei na companhia do meu pai.
Como nos anos anteriores (depois colocarei os links aqui pra baixo), vamos conversando de tudo no decorrer do ano...O q menos conversamos, é da pescaria, afinal, esta turma já é tarimbada demais. Por incrível q pareça, o foco maior é sempre em agradar, é sempre poder ajudar.
Rumamos para SIRN, e, como a maioria de vcs bem sabem, os conflitos envolvendo comunidades ribeirinhas/indígenas, tem atrapalhado em muito a pesca na região. Como fazemos todos os anos, escolhemos um afluente e partimos pro pau. Água 2m acima do nível, fria, e muito pouco peixe na linha. Em alguns períodos, vários do grupo chegavam "dedão" no barco hotel.
E sabe o q era melhor?!?! NINGUÉM, simplesmente ninguém, chegava de cara feia, ou indignado, ou chateado. Todos chegavam rindo, zuando, e tocando o terror...rsrs...Se um peixe grande apenas rebojava em um lago, o amigo chamava outros pescadores para tentar arrancar o bicho lá de dentro. Coisa q nunca vi em outro grupo de pesca (não dessa forma). Chegávamos a pescar em 4, 5 ou 6 voadeiras num mesmo lago, e, várias vezes a última canoa que era a premiada...É sério!!!
Pescamos por 4 dias inteiros em condições totalmente desfavoráveis, mas com todos do grupo querendo ficar no afluente, independente de resultados.
Contrariei um pouco a turma e resolvemos descer para o Negrão, estávamos com 2 novatos no grupo (Carlinhos e o Wallace), q pouco se importavam com os peixes, mas eu queria q os caras conhecessem um pouco do q é Santa Isabel. Descemos na bagaça, e ainda conseguimos pescar por 1 dia inteiro + meio dia, nos lagos próximos a cidade.
A água estava uns 5 graus mais quente e os peixes bem mais ativos. E foi aqui q fizemos a maior parte da pescaria (peixes). Em pouco mais de 1 dia, conseguimos um resultado até q razoável para o nível q encontramos.
E aqui vão as fotos!!!
Xande também acertou a cabeça de um monstro....
E foi aos 45 do segundo tempo, que meu pai, bem desanimado com a pescaria, sugeriu q ficássemos o último meio dia de pescaria no barco hotel. Disse ao coroa que negativo, q pescaria só se acaba, quando acaba...hehee....Cantamos parabéns pra ele e para o Thiaguinho (70 e 40 anos, respectivamente) no café da manhã q foi fizemos na praia, e partimos para a "guerra" naquelas poucas horas q nos restavam.
Chegamos ao último lago possível. Dali pra cima era TI...Bastou o coroa arremessar o já conhecido Pop Queen da Maria (135), quando, no segundo arremesso, o bicho entrou com tudo na isca. Tomou um pouco de linha e enroscou no pau. Fomos nos aproximando vagarosamente do bicho, quando meu pai percebeu q o peixe estava quietinho e de boca aberta, ao lado uma galhada, quando chamou o guia para q o "bogasse". Com a típica destreza daquela turma de guias, o nosso conseguiu bogar o peixe antes dele pensar em tomar linha pela segunda vez. Quando o peixe pensou em correr, já era, já estava dentro do barco...rsrs...Depois postarei o vídeo aqui para vcs verem como foi..
Lindo peixe, belas fotos, e o melhor presente de aniversário q meu pai poderia receber naquele dia.
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Peixe fotografado e devidamente solto.
E foi assim a nossa semana...ou melhor, claro q saíram vários peixes pequenos que não estarei postando para não deixar o relato muito grande.
Outro fator q merece ser compartilhado com todos, foi a nossa pescaria "gourmet"...rsrs...O nosso chef, pescador e amigo Thiaguinho, tem feito algumas viagens nos Angatus para mudar completamente o cardápio do barco. Ele e o nosso cozinheiro Mizaque mandaram muito, mas muito bem. Todos os anos levamos acepipes diversos, mas este ano, puts, tudo foi gourmetizado mesmo...rsrs
Deem uma curtida nestas fotos abaixo. E olha, isso não chegou nem perto do q realmente comemos...🤪
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E assim encerramos a nossa pescaria. Mesmo com água alta, pescaria fraca, saímos mais felizes do que chegamos.
Os serviços do barco, segundo todos os amigos do grupo, melhorou muiiiiitttooooo....Claro q o Thiaguinho teve grande participação nisto, mas o nosso cozinheiro tem aprendido tudo muito facilmente, os nossos guias foram muito bem, camareira moeu dessa vez, o nosso gerente, Jairo, colocou 150 caixas de Heineken pra nossa turma. A partir de 2019, TODAS AS OPERAÇÕES DO ANGATU, contarão com cerveja Heineken, Campari, Smirnoff e Red Label INCLUSO NO PACOTE...E claro, todos os outros funcionários mandaram muito bem. Nosso garçom Alessandro, foi tão bem, mas tão bem, q estará, fora da temporada amazônica, trabalhando com o Carlinhos aqui no Araguaia.
Pescaria finalizada e todos, simplesmente TODOS, já confiram novamente presença em outubro de 2019.
Materiais utilizados:
- Os já conhecidos como matadores por todos vocês.
Agradeço de coração a cada um dos amigos que me confiaram a organização dos pequenos detalhes em nome do grupo. E até 2019.
Vlw turma, e vlw pai...
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Alberto Guassu deu reputação a Custom by Marco em Depois de algum tempo, nos pediram um trançado elaborado
Depois de algum tempo foi nos solicitado um trabalho em linhas um pouco mais elaborado.
Gostamos de fazer, porque esse é o sentido, no mundo todo, de uma vara Custom personalizada
Blank 8/17 lbs 5'8" fast
Componentes Fuji
Passadores Corrozion
Fore grip em carbono Mate
Cabo em Cortiça (AA)
Trabalho em linhas trançado peixe
Peças CBM componentes
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Alberto Guassu recebeu reputação de Eder Nascimento em VILA NOVA AMAZON – RIO SUCUNDURI/CAMAIU – SIMPLESMENTE A EXPERIÊNCIA MAIS ESPETACULAR DE NOSSAS VIDAS.
Show de bola amigo, sucunduri é um rio expetácular, lendo esse relato já dá até vontade de voltar.
Parabéns galera.