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Guilherme Stival

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Histórico de Reputação

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    Guilherme Stival deu reputação a Kid M em Retorno aos rios Sucunduri e Camaiú !   
    Começo com um agradecimento especial ao João Medeiros (História de Pescador), que viabilizou a nossa ida para a então conhecida Operação Aracú, que hoje passou a se chamar Camaiú Camp (passaram a ser duas Camaiú - Lodge e Camp), por estratégia dos novos proprietários (Vitor vendeu essas operações da Vilanova Amazon para um novo operador).
    Diante da desistência de um grupo que havia reservado o período, houve a possibilidade de (mesmo num grupo menor de apenas 6 integrantes) desfrutarmos esse belo local (tanto no visual, quanto na fartura dos peixes).
     
    Semana anterior a viagem, é tempo de buscar as derradeiras providências com a dificuldade permanente de insônia pelo aguardar da data/momento de embarque ! Éramos 5 da BA e 1 de SP/Rib Preto, com horário de chegada em Manaus por volta das 11:00 h. Limitados pelo peso de embarque no hidroavião (15 kg por pessoa com o tubo...) não houve qualquer problema às 04:30 h nos aeroportos. Dia de sexta feira é sempre pegar o contra fluxo para Brasília, mas o voo estava cheio, principalmente no segundo trecho por outros grupos de pesca embarcados na etapa de Brasília para Manaus. Voos bastante tranquilos (GOL) com aquela "delícia" de serviço de bordo... (me parece uma falta de respeito diante dos custos dessas passagens...)
     
    Com as bagagens retiradas, foi hora de providenciarmos o nosso transfer (também providenciado pelo João Medeiros) que foi uma VAN que nos levou ao hotel (DA VINCE), já conhecido de idas anteriores, para um rápido check in, deixar as tralhas e seguir para o almoço (Tambaqui de banda) que estava sensacional ! Para quem não conhece, fica na praça do Teatro Amazonas.
    Escolher entre uma banda de tambaqui (costela) e uma matrinxã (sem espinhas) feitas num braseiro e acompanhadas com farofa e banana da terra frita, com chopp super gelado era - indiscutivelmente - um dos momentos de muitos agradecimentos...  
    Ainda houve tempo de uma passada pelo sorvete regional (também na mesma praça) e retorno ao hotel, em busca de um ar condicionado, pois o calor manauara é sempre muito intenso, e o suor escorria por todo o corpo...
     
      
     
    Antes de retornar, uma parada (obrigatória) na Sucuri, cada vez melhor estruturada com opções de pesca incríveis... Muito difícil encontrar material que não seja de excelente qualidade e não me refiro apenas às iscas, carretilhas, molinetes e varas, mas na variedade de produtos (camisas e calças UV+, sacolas, chapéus, bonés, facas, alicates, boga grip, etc...). Loja sempre cheia de grupos de pescadores circulando nos diversos ambientes e estandes de apresentação. É sempre um teste de "autoconvencimento" não levar alguma coisa, ainda que seja desnecessário e/ou já estivesse dentre as tralhas dos viajantes  
     
            
     
    Finalmente no hotel e no frescor do quarto, conseguimos finalmente relaxar... A localização do hotel é bastante próxima do Shopping Manauara e dar um circulada por lá é quase uma obrigação de quem está atoa... Felizmente o local tinha bastante gente (sexta à noite), mas dava para circular com tranquilidade. Acabamos indo onde era a Cachaçaria do Dedé, (sob nova direção - bem pior que a anterior...) e depois de uns copos de cerveja e uns beliscos, retornamos para o hotel para o merecido descanso e preparo para seguir adiante na madrugada seguinte. O sono superou as ansiedades / expectativas e não demorou muito para os "alarmes do celular" nos acordarem (ainda escuro) para dar sequência nesse procedimento de check out do hotel e esperar a VAN do transfer (ainda rolou um cafezinho no hotel, com uns pães de queijo recém assados) 
       
    Horário marcado, horário respeitado e rapidamente entramos na VAN com direcionamento ao aeroporto, buscando o local do check in da Rico (fica num local comum ao das companhias comerciais de maior porte - GOL, LATAN e AZUL), para equacionarmos a questão do peso e dos tubos, que terminou sendo bastante simples pela disponibilidade de assentos (éramos 6 + a cozinheira que iria de carona), de modo que não houve problemas até por conta de um "peso extra" de reposição para nossa estadia na Pousada (frutas, pães, bolos, etc...). Já com a claridade do dia, hora de embarcar no hidroavião CARAVAN (sempre excelente) para seguir ao nosso destino. Piloto meio "marrento", mas não foi empecilho para superar 1 h 20' de voo com céu de nuvens sem atrapalhar os "menos corajosos". Observando do alto, as barrancas mostravam que o rio não apenas estava na caixa, mas que o nível das águas estava bastante baixo, o que poderia nos facilitar a encontrar os "bocudos". 
     
      
     
    Na chegada um pouco de emoção, pois o avião pareceu ter arremetido na sua tentativa de pouso, quando na verdade se tratava de uma medida normal de aproximação para ver as condições do nível das águas para o pouso com segurança (isso poderia ter sido informado pelo aviador, mas "marrento" é assim mesmo...). A aeronave encostou no cais onde fica a escada de acesso à Pousada, onde a turma que passara a semana por lá (# 01 de 2026) esperava ansiosa para retornar à Manaus. Tive a oportunidade de reencontrar o amigo de outras datas (no passado) Johnny Hoffmann que estava fazendo umas filmagens no local. Esse momento foi uma "festa", com direito a fotos e "promessas" de novos encontros (talvez de caça e pesca...) 
     
      
     
    O CARAVAN não demorou a levantar voo com sua carga de pescadores felizes pelos dias de pescaria. Subimos as escadas para chegar à Pousada, onde encontramos um café da manhã de assustar, tamanha diversidade e fartura (fato que se repetiu durante todos os dias em que estivemos lá). Pessoal sempre prestimoso (talvez um dos fatores marcantes e merecedores de reconhecimento), logo nos deixou a vontade... A localização da Pousada (para quem não a conhece) é privilegiada ! SHOW
    Também nós, mesmo com o "cansaço e ansiedade" da viagem, colocamos as camisas "ouro" confeccionado para este ano !
     
    Claro que os tubos foram abertos, as linhas esticadas nos passadores, bem como o exagero de iscas se revelou nesse primeiro momento (depois passam ser usadas as "matadeiras" e as demais ficam em compasso de espera). O almoço foi servido pouco depois do meio dia, com uma comidinha absolutamente fantástica, que se repetiu por todo o período, constando sempre duas opções de proteínas, saladas, arroz, farofa, macarrão, feijão, purê de batata, etc... sobremesas variadas, além de sucos regionais... Comida para engordar qualquer um ao longo desse período - registro feito, não ficarei me repetindo... (comida na Pousada era pela manhã e à noite, pois o almoço era sempre nas barrancas e praias de areias brancas).
     

     

     
    Fomos aconselhados a esperar para sair às 14:30 h, mas pouco depois das 13 h já estávamos nos botes com as duplas pré-estabelecidas (dentre os 6, tínhamos 2 novatos de pesca de rio, que eram "tutorados" nesses primeiros momentos - deu tudo certo). O sol estava ativo, mas no começo de pescaria não tem essa "de calor", permitindo aos nossos guias (Romário, Samuel e Francisco) nos direcionar aos pontos onde foram embarcados os primeiros exemplares, alguns já crescidinhos... O tempo pareceu voar, pois rapidamente o entardecer se mostrou presente nos induzindo ao retorno para as resenhas imperdíveis...
     
       
     
    O tratamento gourmet foi uma marca permanente, pois as iscas de pirarucu à milanesa (dentre outras) eram sempre muito disputadas ! Bebidas sempre no ponto certo de serem consumidas, eram constantemente oferecidas pelas pessoas do apoio (foram bem eficientes). Os jantares eram disponibilizados bastante cedo (teve dia de comermos antes das 19 h), propiciando um deitar mais cedo para a recuperação do dia (sempre muito desgastante) e um preparo adequado para o dia seguinte. Quartos são grandes, com uma refrigeração excelente, um chuveiro sensacional na parte da área do sanitário e camas box para conforto grau 10. Também registrar logo que o serviço de lavanderia e arrumação não ficou abaixo dos demais serviços, funcionamento SHOW
     
        
      
    No domingo, 1º dia de pescaria em tempo integral, encontramos os peixes comendo forte ! Ataques surpreendentes de exemplares maiores e estruturas de pesca absolutamente convidativas às nossas iscas. Foi muito peixe mesmo ! Começar a pescaria com essa realidade era mais do que esperávamos encontrar... Apareceram alguns exemplares acima dos 60 cm, mas o impressionante mesmo era a força apresentada após serem fisgados ! Pareciam ser peixes enormes, que se revelavam "médios" ao serem embarcados. Não apenas os "pinimas", mas os "pacas" não deixavam de aparecer. Os "borboletas" estavam sumidos e os "popocas" apareceram em alguns momentos / lugares, assim como as "traíras", as "saicangas", alguns "jacundás" e até mesmo pouquíssimas "piranhas", mas podemos dizer que havia uma diversificação do peixes nessa região. Também encontramos alguns "jacarés" boiando ou nas praias de areias, além dos sempre inconvenientes "botos", que predavam a soltura dos embarcados (tivemos que soltá-los nas margens). Almoço dos 3 botes em local pré-agendado com aquele churras feito pelos guias com direito à um descanso nas redes montadas nesses locais. Um registro importante ! Nada de insetos no decorrer da semana !   
     
         
     
    Os retornos nos entardecer eram vistos com um certo alívio (para os braços) depois de tantos arremessos ao longo dos dias. Quem pesca sabe que o condicionamento físico resiste melhor nos inícios das pescarias, mas a cada dia vão enfraquecendo...
    Surpreendentemente, enfrentamos dias de menor presença dos peixes, talvez até por queda de pressão (variação era pouco representativa - estava com um barômetro), mas não chegavam a prejudicar o desempenho de todos no acumulado (felizmente não foi alvo de estatísticas, pois isso gera uma competitividade maior dentre os pescadores, mas creio que embarcávamos - os seis - mais de 150 peixes por dia). Mas a régua esteve presente diversas vezes com as capturas acima dos 60 (o maior embarcado foi de 66 cm). Mas todo mundo pegou peixes maiores (para a região) e pode chamar de "seu troféu" (faz parte). O trabalho dos guias já estava ficando focado nas preferências dos pescadores (temos o hábito de fazer rodízio de botes e dos guias nas nossas pescarias) e com isso, a procura era mais direcionada... ora em lagos, pontas de praias, drops, ressacas, etc...
     
          
      
    Acho interessante mencionar as iscas que deram mais resultado neste período, sendo a efetivamente predileta a T20 osso.
    Grande parte das capturas foi feita em iscas de superfície (zaras), assim como nas poppers, sub-superfícies (corisco osso), alguns embarques na meia água, alguns jigs e plásticos (sempre as preferidas das piranhas). A Zig Zarinha do NN foi bastante eficaz (abaixo contudo da T20). Também iscas com o dorso verde, amarelo e laranja pegaram bem. Mais uma vez as "bravinhas" contribuíram, nos modelos transparentes... Desconheço alguma captura feita com iscas de hélice (curioso...). Adiantando essa questão de equipamento, usamos varas diversas, quase sempre de até 20 lb, mas com as de 17 lb próximas para um rebojo...
    As linhas eram de multifilamento (8x) na sua grande maioria Power Pro, mas tinha gente satisfeita usando a "fisherman's" (está na mídia com promoções para a venda). Quase sempre as linhas eram multi de 30 e 40 lb. Líder só para os mais "teimosos", pois não havia necessidade. Grampos diversos, com preferência nos que podiam ser abertos com os dedos e não de alicate...
                       
    Num dos dias em que o sol estava muito forte e o calor enorme, desejei dar uma parada numa ponta de rio, que na verdade era o entroncamento dos rios Camaiú com o Sucunduri, para tomar um banho e minorar os efeitos do calor. Ainda que distantes, reconheci num outro bote (da Pousada Sucunduri) que se aproximou relativamente próximo a figura do "mestre" Rubinho Almeida Prado, que ali teve uma operação de pesca cuja base era naquele ponto. Na verdade não havia qualquer vestígio de que já existira uma edificação, pois o efeito das cheias acaba levando tudo que encontra pela frente... Infelizmente não houve oportunidade de um encontro, pois ele se retirou rapidamente e passou a pescar de fly num ponto adiante do rio Sucunduri.
    Neste local terminamos nos encontrando (os três botes) para o almoço e descanso nas redes (merecido) - Local é muito belo.
     
    Nas nossas incursões em locais um pouco mais distantes, chegamos a "gastar mais gasolina" numa navegação mais demorada (de 30 à 40 min) para os arredores desta outra Pousada (Sucunduri), também já operando há bastante tempo por lá. Encontramos alguns pontos com bastante ação, sempre de indivíduos fortes e brigadores. Nada de peixes acima dos 65 cm. Também enfrentamos algum desconforto para acessar alguns lagos próximos, pois o nível das águas já estava bem abaixo do que seria um padrão para a época. Puxar barco, subir barranco e ficar só no remo produziram alguns resultados, sempre nas primeiras horas do dia, já que a partir das 10 h, nem passarinho cantava, quanto mais peixe caçando nos arredores...
     
            
     
    Também fomos à Cachoeira, onde já havíamos estado na pescaria anos atrás em que fomos ao Sucunduri, que é sempre um local mágico, quase que um colírio para os olhos com um volume de água expressivo formando uma corredeira rápida e tendo seu piso de areia branca - excelente para um banho (a água era gelada). Almoçamos neste local, sempre um assado acesso na hora com as comidas trazidas da Pousada para essa finalidade. Apenas uma vez comemos tucunaré, pois as costelas de Tambaqui e a Matrinchã, com um acompanhamento (arroz, farofa, vinagrete - além da pimentinha) era sempre uma certeza de ser feliz com aqueles sabores amazônicos. O que impressiona sempre era a qualidade do silêncio que nos envolvia... Incrível
     
            
     
    No penúltimo dia de saída para pesca (qui), estava com um dos meus irmãos atrás de peixe (e quando é que não estamos) e num dia de extremo calor, os peixes pararam de comer, mesmo com troca de iscas e lançamentos mais precisos... O dia que tinha tudo para ser ótimo, ficou mais para razoável, pois peixe sempre se pega (inclusive traíras) para aplacar a vontade da fisgada e embarque para retirada da garateia. Visualizamos uma formação de chuva no horizonte que veio chegando de forma rápida, tomando a visão do horizonte e transformando o que era azul, num cinza cada vez mais chumbo. A ventania que veio junto era violenta, mas até então era apenas vento sem chuva... foi só pensar nisso que a trovoada chegou chegando, com pingos grossos, trovões cada vez mais próximos e raios em abundância... Estávamos relativamente perto da Pousada e não demoramos a nos abrigar (assim como os outros 2 botes - vantagens de se pescar perto da Pousada). O que era ameaça se tornou uma realidade, com raios caindo próximos com trovões ameaçadores e pouca visibilidade do rio à frente, tamanha a cortina de chuva... Presenciamos o eficiente funcionamento do para raios da Pousada num momento em que toda a energia foi desligada (não demorou 5 minutos para voltar a funcionar). Da mesma forma que começou, terminou e ainda tivemos visão da lua no céu...
     
          
     
    No último dia (sex), o combinado previamente foi de ser 1/2 turno para dar um descanso aos guias e funcionários que no dia seguinte receberia uma nova turma, desta feita de 16 integrantes (que é o padrão da operação). No turno da tarde teríamos o tempo necessário (confortável) para arrumar as tralhas, tubos, roupas, bagagens, etc... Assim sendo, saí com o outro irmão (tão "fominha" quanto o anterior). Ambos pescam muito bem, mesmo entre provocações e gozações que são a base das duplas. O guia resolveu nos levar para um ponto em que poderíamos encontrar uns peixes de bom tamanho, e nessa crença rasgamos as águas do rio atrás desses pontos... Claro que os grandes não apareceram, mas tivemos muita diversão no embarque dos pinimas de 1 a 1,5 kg, que pareciam ser bem maiores (como já foi dito anteriormente). Aparentemente um bom cardume que nos permitiu ter (levar) uma boa lembrança desse local mágico. O melhor era que os peixes estavam se alimentando na flor d'água e com isso era pancada para todo lado... UMA FESTA ! Confesso que já estava com o braço / ombro detonado e com dor...
     
               
     
    Ainda fomos num ponto perto da Pousada, já no nosso retorno (eram uma 11:30 h) pegar uns "pacas" que costumavam aparecer no local (meu irmão pegou 3 deles), mas novamente fomos surpreendidos pela chegada da chuva, desta feita sem os efeitos de trovoada, mas com chuva intensa com gotas que pareciam ser "granizo", tamanho o "estrago" das batidas na pele humana. Mesmo estando próximo (talvez 5 minutos) da Pousada, chegamos completamente encharcados, de forma similar aos dois outros botes... Fim de festa à altura, pois não deixa de ser belo apreciar a força da natureza na sua essência básica que é a renovação dos rios e lagos com um volume impressionante de chuvas. À tarde, céu limpo e uma bonita lua cheia no horizonte.
     
         
     
    Almoço com tranquilidade pelo fato de já termos encerrado o período de pesca e as pessoas da operação já estarem comprometidas nos preparativos dos novos grupos (16 integrantes no total). Isso contudo em nada nos atrapalhou no decorrer da tarde na arrumação de nossas tralhas, principalmente na arrumação das varas dentro dos tubos. Com persistência nas soluções de problemas não esperados (roupas molhadas que não tiveram como secar), chegamos para o jantar (churrasco) com participação de todos da Pousada, criando um momento de agradecimento por tudo aquilo que tivemos nesse período. Hora também de gratificarmos esses funcionários, tanto os guias como o pessoal de suporte (cozinha, lavanderia, arrumação, etc...). Temos um procedimento antigo nas gratificações, acrescendo um valor a mais para aqueles que se destacaram na nossa validação (voto direto e aberto dos 6 integrantes - sem mutreta de "urna eletrônica"...) - mereceu o guia Francisco (foi bem apertado) que também "faturou" um complemento por estar no bote que embarcou o maior peixe da pescaria (66 cm), SHOW
     
           
     
    Dormida tranquila e amanhecer sem problemas (tipo 06 h), para a liberação dos quartos para serem preparados para os que chegariam em questão de poucas horas... A névoa matinal indicava que o dia seria de calor, mas mesmo assim sempre fica aquela expectativa pelo horário da vinda dos dois hidroaviões, pois estávamos com voos marcados em Manaus no início da tarde. Como era de se esperar, a chegada foi precedida pela rasante de um dos aviões para exame do local de pouso (deve ser uma prática obrigatória) que se tornou em pousos tranquilos de quem estava no comando das aeronaves. Diferentemente do Comandante da vinda, estes eram mais expansivos e comunicativos. O grupo recém chegado era basicamente de Santa Catarina, com alguns do Paraná e São Paulo! Claro que estavam animados e foram se deslocando escada acima para o salão da Pousada para o café da manhã que os esperavam. Certamente que houve uma troca de informações (iscas, cores, locais, etc...) dos que partiam com os que chegavam, como é de praxe nessas oportunidades. Como os dois aviões estavam retornando para Manaus, dividimos o grupo, embarcando 3 em cada um dos hidros (simplificou a subida/voo do avião com menor carga/peso). Nessa "confusão" do desembarque / embarque, acabou ficando uma das nossas sacolas, confundidas pelos funcionários como "carga chegando" e não "carga saindo" - mas isso só foi detectado no aeroporto em Manaus. Mais uma vez, o João Medeiros entrou no "tema" e rapidamente montou uma estratégia de recuperação e envio para Salvador dessa sacola "extraviada". Esse é o cara! 
     
    Como todos os horários foram obedecidos, ficamos no aeroporto esperando a abertura do check in da GOL para nos liberar das bagagens e irmos almoçar por perto (O Laçador é sempre o nosso preferido, pois é um buffet que evita perda de tempo, além de ficar bem próximo do aeroporto). Nessa espera em que estávamos constatamos uma enorme concentração de grupos de pesca, com suas tralhas e tubos circulando pelo aeroporto (quase a maioria retornando) - não havia muitas opções de voos nessa época em Manaus (disseram que a partir de Out passaria haver quase o dobro de ofertas). Nessas "conversinhas" de pescadores, acabamos encontrando o Francisco Cavalcante, retornando para o Piauí, onde reside. Conversa vai, conversa vem, apareceu o nome dos Mocorongos e com ele a minha identificação de Kid M, moderador do FTB. Acabamos tirando uma foto (no celular dele), que espero seja postada. Gente da melhor qualidade ! Lembrei inclusive de tê-los ajudado a montar um grupo no FTB 
     
       Recém agregado - Valeu Fco !        
     
    Despedimo-nos do irmão que mora em Ribeirão Preto (LATAM) e seguimos para nosso check in que estava (como de costume) um caos ! Filas intermináveis, poucos atendentes e uma algazarra desnecessária, mas além de pescadores tinha um enorme grupo da "melhor idade" fazendo o despacho múltiplo... Fomos os últimos a ser atendidos (mas com assentos pré-marcados, deu para safar de novos aborrecimentos) e o voo para Brasília estava lotado ! Antes que esqueça, não houve tempo para o almoço pretendido! Tivemos que nos contentar com aqueles biscoitinhos da GOL ! O voo foi tranquilo e tínhamos tempo para usufruir da sala VIP (cartão de crédito), mas lá chegando, a fila parecia ser interminável... Conseguimos entrar e disputar um local para nos acomodarmos e beliscar um pouco do que era oferecido (ficamos nos queijos). o voo para Salvador estava relativamente vazio, pois num sábado à noite, tem muito pouca gente saindo de Brasília... Também foi tranquilo e chegamos bem em Salvador. 
     
    Impossível deixar de registrar a ansiedade deste Grupo em pensar num destino em 2027 ! Quem sabe isso não ocorrerá ?            
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    Guilherme Stival recebeu reputação de VitorApolinario em Primeira vez na Amazônia: Pousada das Pedras (Rio Uatumã) na 1ª semana de Outubro – Dicas e expectativas (Seca x Balbina)   
    O grande @Kid M falou tudo mas não custa ressaltar o mais importante; pelas palavras dele: " (...) O que mais importa - sempre - é desfrutar daquilo que normalmente passa desapercebido ! Barulho das águas, canto dos pássaros, hábitos alimentares - a gastronomia regional é fantástica - os momentos de retorno após um dia de pescaria e as "resenhas" no meio das bebidas, risadas & alegria (tudo incluso)."
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    Guilherme Stival recebeu reputação de VitorMorais em Primeira vez na Amazônia: Pousada das Pedras (Rio Uatumã) na 1ª semana de Outubro – Dicas e expectativas (Seca x Balbina)   
    O grande @Kid M falou tudo mas não custa ressaltar o mais importante; pelas palavras dele: " (...) O que mais importa - sempre - é desfrutar daquilo que normalmente passa desapercebido ! Barulho das águas, canto dos pássaros, hábitos alimentares - a gastronomia regional é fantástica - os momentos de retorno após um dia de pescaria e as "resenhas" no meio das bebidas, risadas & alegria (tudo incluso)."
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    Guilherme Stival deu reputação a LucaoCR em CUSTO BENEFÍCIO DE SE PEGAR UM PEIXE NA AMAZÔNIA   
    Não dá pra ir pra Amazônia pensando só nos brutos, um grupo de 12 amigos está essa semana numa operação top3 quando se fala em buscar gigantes. Desses 12, 2 são extremamente experientes, cada um dos dois com alguns 80ups na conta em viagens passadas. Nessa semana, nos 2 primeiros dias tiveram cerca de 10 ações de peixe grande e não embarcaram nenhum, linha estourada, split aberto, garateia aberta, peixe que foi pro pau e escapou. Isso tudo com equipamentos top de linha.

    Depois do terceiro dia veio um repiquente brabo, mesmo assim a turma tirou 3 80ups que foram pegos por pescadores que nunca tinham ido à Amazônia, dois deles sem nenhuma experência com qualquer tipo de pesca, viajaram com apenas um conjunto comprado semanas antes da pescaria.

     
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    Guilherme Stival deu reputação a Guilherme Martins em CUSTO BENEFÍCIO DE SE PEGAR UM PEIXE NA AMAZÔNIA   
    Acho que esse é o sentimento meu amigo. 
    Amazônia é paixão e emoção. Não é sobre custo benefício. 
    Amazônia é sobre sensações…
    Qualquer análise fria vai falar que é melhor ir pra este ou aquele lugar, mas a Amazônia é para os apaixonados. 
    Vou um pouco além ainda…
    Esse público de gente que vive a Amazônia dessa maneira é que faz com que a semana de pesca seja tão especial. 
    É um conjunto de loucos atrás de uma única coisa. Isso une pessoas e propósitos. Isso é especial. 
  6. Thanks
    Guilherme Stival deu reputação a Kid M em CUSTO BENEFÍCIO DE SE PEGAR UM PEIXE NA AMAZÔNIA   
    Guilherme,
    Nada mais verdadeiro do que o que postou ! Peixe é apenas uma possibilidade e assim deve ser tratado !
    Pesco desde 1989 e já vivenciei diversas e inúmeras pescarias, algumas ruins e diversas ótimas...
    Por "pior" que fossem os resultados (não só de peixe, mas de organização), sempre concluímos questionando quando seria a próxima...
    Isso reforça bastante o que indicou. Tive a sorte (ou oportunidade) de sempre coordenar os grupos de pesca onde estive.
    Saber quem faz (ou não) parte do Grupo é o primeiro sinal de que o peixe não é o principal, embora sempre seja um diferencial.
    Ter pessoas com perfis de comportamento que se encaixem num propósito comum, sempre foi o caminho do sucesso...
    Hoje temos listados (cadastrados) 50 nomes/amigos que buscam participar de novas operações, mas nem sempre é possível (claro, né !)
    Privilegiar quem está presente a cada ano é uma forma de permitir que as amizades se tornem cada vez mais fortes e presenciais.
    Falando sobre os "troféus" embarcados, todos deverão ter uma ou duas lembranças que se eternizaram nas suas lembranças...
    Participar da resenha do final de tarde, onde os fatos e comentários fazem a prévia do jantar, chega ser tão disputado que é difícil encerrar o papo...
    Muitos do Grupo já se envolveram com Açús de mais de 80 cm, merecendo a atenção dos demais... e sempre tem os "fominhas" querendo saber "qual a isca" ! 
    Mas o que todos (quase todos) demonstram é poder passar o dia jogando iscas, brincando com os companheiros de bote e "tomando uma gelada".
    Nada revigora mais que "tropeçar" num cardume de "tucunarés paca" caçando na superfície e perder a conta do número de embarcados...
    A "idade" ("senioridade") me permite olhar o passado e me encontrar pescando sem soltar as capturas e poder pensar na minha evolução como pescador
    As áreas de pescaria começam a ficar isoladas pela pressão de muitos pescadores e/ou operações de pesca, mas se soubermos fazer nossa parte, funcionará !
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    Guilherme Stival recebeu reputação de MarcioPaulo em CUSTO BENEFÍCIO DE SE PEGAR UM PEIXE NA AMAZÔNIA   
    Amazônia é pra quem é apaixonado no tucunaré-açú e pela riqueza daquele lugar. Eu depois que conheci nunca mais consegui esquecer. Se tivesse tucunaré-açu em outro lugar com certeza também iria atrás mas não deixaria de pescar na Amazônia. 

    Eu já pesquei em rios perto de Manaus (melhor custoxbenefício) e já pesquei em rio exclusivo (alto custo) e posso afirmar: o que faz a diferença em uma pescaria é a turma e o estado de espírito que o pescador se encontra. Não adianta ter dinheiro sobrando e chegar lá sem respeitar a natureza e os companheiros e/ou sem entender a dimensão do que é a Amazônia. O segredo é ser grato por estar lá...o resto é consequência.

    Sempre vou atrás do peixe mas nunca fico decepcionado quando não acho; sempre procuro aprender na dificuldade e chegar mais preparado na próxima pescaria. 

    Agora em Outubro estou indo pela 7ª vez e sempre faço um esforço financeiro para estar lá e pretendo continuar minha saga até quando Deus permitir.

    A Amazônia educa o pescador.
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    Guilherme Stival recebeu reputação de Guilherme Martins em CUSTO BENEFÍCIO DE SE PEGAR UM PEIXE NA AMAZÔNIA   
    Amazônia é pra quem é apaixonado no tucunaré-açú e pela riqueza daquele lugar. Eu depois que conheci nunca mais consegui esquecer. Se tivesse tucunaré-açu em outro lugar com certeza também iria atrás mas não deixaria de pescar na Amazônia. 

    Eu já pesquei em rios perto de Manaus (melhor custoxbenefício) e já pesquei em rio exclusivo (alto custo) e posso afirmar: o que faz a diferença em uma pescaria é a turma e o estado de espírito que o pescador se encontra. Não adianta ter dinheiro sobrando e chegar lá sem respeitar a natureza e os companheiros e/ou sem entender a dimensão do que é a Amazônia. O segredo é ser grato por estar lá...o resto é consequência.

    Sempre vou atrás do peixe mas nunca fico decepcionado quando não acho; sempre procuro aprender na dificuldade e chegar mais preparado na próxima pescaria. 

    Agora em Outubro estou indo pela 7ª vez e sempre faço um esforço financeiro para estar lá e pretendo continuar minha saga até quando Deus permitir.

    A Amazônia educa o pescador.
  9. Thanks
    Guilherme Stival recebeu reputação de Kid M em CUSTO BENEFÍCIO DE SE PEGAR UM PEIXE NA AMAZÔNIA   
    Amazônia é pra quem é apaixonado no tucunaré-açú e pela riqueza daquele lugar. Eu depois que conheci nunca mais consegui esquecer. Se tivesse tucunaré-açu em outro lugar com certeza também iria atrás mas não deixaria de pescar na Amazônia. 

    Eu já pesquei em rios perto de Manaus (melhor custoxbenefício) e já pesquei em rio exclusivo (alto custo) e posso afirmar: o que faz a diferença em uma pescaria é a turma e o estado de espírito que o pescador se encontra. Não adianta ter dinheiro sobrando e chegar lá sem respeitar a natureza e os companheiros e/ou sem entender a dimensão do que é a Amazônia. O segredo é ser grato por estar lá...o resto é consequência.

    Sempre vou atrás do peixe mas nunca fico decepcionado quando não acho; sempre procuro aprender na dificuldade e chegar mais preparado na próxima pescaria. 

    Agora em Outubro estou indo pela 7ª vez e sempre faço um esforço financeiro para estar lá e pretendo continuar minha saga até quando Deus permitir.

    A Amazônia educa o pescador.
  10. Thanks
    Guilherme Stival recebeu reputação de VitorMorais em CUSTO BENEFÍCIO DE SE PEGAR UM PEIXE NA AMAZÔNIA   
    Amazônia é pra quem é apaixonado no tucunaré-açú e pela riqueza daquele lugar. Eu depois que conheci nunca mais consegui esquecer. Se tivesse tucunaré-açu em outro lugar com certeza também iria atrás mas não deixaria de pescar na Amazônia. 

    Eu já pesquei em rios perto de Manaus (melhor custoxbenefício) e já pesquei em rio exclusivo (alto custo) e posso afirmar: o que faz a diferença em uma pescaria é a turma e o estado de espírito que o pescador se encontra. Não adianta ter dinheiro sobrando e chegar lá sem respeitar a natureza e os companheiros e/ou sem entender a dimensão do que é a Amazônia. O segredo é ser grato por estar lá...o resto é consequência.

    Sempre vou atrás do peixe mas nunca fico decepcionado quando não acho; sempre procuro aprender na dificuldade e chegar mais preparado na próxima pescaria. 

    Agora em Outubro estou indo pela 7ª vez e sempre faço um esforço financeiro para estar lá e pretendo continuar minha saga até quando Deus permitir.

    A Amazônia educa o pescador.
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    Guilherme Stival deu reputação a Francisco Jr em 2 Vagas pesc no Rio Jurubaxi em Nov no Kalua 2.   
    Olá amigos Pescadores.
    Pintaram 2 Vagas.
    a bordo do Kalua II na Reserva do Rio Jurubaxi em SIRN. 
    De 27\11 a 04\12\2026

     

     
    Açus:
      
       
     
      
       
    Qualquer dúvida e interesse mandar MP ou no WathsApp:
    11 973458787.
    Abraço. 
  12. Thanks
    Guilherme Stival deu reputação a Fernando_Oliveira em PRIMEIRA VEZ EM SANTA ISABEL DO RIO NEGRO (Rio Jurubaxi)   
    Excelente @Guilherme Stival. Parabéns para o grupo, pois foram 3 x 80up em condições muito complicadas.
     
    Abraços.
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    Guilherme Stival deu reputação a Willian Furlanetto em PRIMEIRA VEZ EM SANTA ISABEL DO RIO NEGRO (Rio Jurubaxi)   
    Pescaria Top ! 

    Parabéns pelo post.
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    Guilherme Stival recebeu reputação de Francisco Jr em PRIMEIRA VEZ EM SANTA ISABEL DO RIO NEGRO (Rio Jurubaxi)   
    Obrigato a todos os amigos do Fórum Turma do Biguá, principalmente aos amigos @Eduardo Sone, @Ladislau Tenório e @Francisco Jr pela amizade e parceria! Que seja a primeira pescaria de muitas que ainda vamos fazer juntos 🙌
     
    É muito bom ver que o Fórum continua sendo um espaço para fortalecer amizades e conversar sobre aquilo que nos une! 
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    Guilherme Stival recebeu reputação de Ladislau Tenório em PRIMEIRA VEZ EM SANTA ISABEL DO RIO NEGRO (Rio Jurubaxi)   
    Obrigato a todos os amigos do Fórum Turma do Biguá, principalmente aos amigos @Eduardo Sone, @Ladislau Tenório e @Francisco Jr pela amizade e parceria! Que seja a primeira pescaria de muitas que ainda vamos fazer juntos 🙌
     
    É muito bom ver que o Fórum continua sendo um espaço para fortalecer amizades e conversar sobre aquilo que nos une! 
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    Guilherme Stival deu reputação a Marcelo Pupim em PRIMEIRA VEZ EM SANTA ISABEL DO RIO NEGRO (Rio Jurubaxi)   
    Show de Bola parabéns.
    Estarei em SIRN pela primeira vez este ano.
    Abraços.
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    Guilherme Stival deu reputação a Kid M em PRIMEIRA VEZ EM SANTA ISABEL DO RIO NEGRO (Rio Jurubaxi)   
    Guilherme,
    Muito boa sua pescaria...
    Da que fiz nesse rio, não consegui ter boas lembranças...
    Parabéns 
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    Guilherme Stival deu reputação a João_Medeiros em PRIMEIRA VEZ EM SANTA ISABEL DO RIO NEGRO (Rio Jurubaxi)   
    Parabéns Guilherme! Gigantes tucunas no grupo, mesmo com as adversidades. Abração
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    Guilherme Stival deu reputação a Adalberto Magrao em PRIMEIRA VEZ EM SANTA ISABEL DO RIO NEGRO (Rio Jurubaxi)   
    Show.  @Guilherme Stival, mesmo nas condições mais adversas conseguiram se divertir e sair o trofeu.
    Excelente.
    muito bom
     
    Parabéns...
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    Guilherme Stival deu reputação a Francisco Jr em PRIMEIRA VEZ EM SANTA ISABEL DO RIO NEGRO (Rio Jurubaxi)   
    Top @Guilherme Stival
     
    Prazer em recebê-los na nossa semana a bordo do Kalua 2 na Turma do Chicão.
     
    Obrigado pela grande amizade e parabéns pelo Bruto...
     
    Grande abraço
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    Guilherme Stival deu reputação a Isaias em PRIMEIRA VEZ EM SANTA ISABEL DO RIO NEGRO (Rio Jurubaxi)   
    Bom dia!!
    Pescaria top demais, parabens à todos os integrantes desta aventura!!
     

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    Guilherme Stival deu reputação a Ladislau Tenório em PRIMEIRA VEZ EM SANTA ISABEL DO RIO NEGRO (Rio Jurubaxi)   
    @Guilherme Stival, Pescaria difícil, mas sempre aparecem os brutos!
    Você tem o privilégio de poder pescar com seu Pai, isso é benção de DEUS! Parabéns à dupla!
    Esta turma foi show! Muita animação e resenha!
    Tinha até cantor e mestre da mentira! kkkkk
    Agradecimento ao @Francisco Jr, tudo muito organizado.
    Ao meu amigo @Eduardo Sone. muito obrigado pela parceria, paciência e amizade!
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    Guilherme Stival deu reputação a Francisco Jr em PRIMEIRA VEZ EM SANTA ISABEL DO RIO NEGRO (Rio Jurubaxi)   
    Eu quem agradeço amigo @Ladislau Tenório.
    Foi um prazer em pescar com a Vc e a toda turma sempre vou em busca de fazer o melhor possível. 
    Grande abraço amigo.
     
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    Guilherme Stival deu reputação a Fabrício Biguá em PRIMEIRA VEZ EM SANTA ISABEL DO RIO NEGRO (Rio Jurubaxi)   
    Q massa, Guilherme...
     
    O Jurubaixi é um rio difícil de pescar até com nível baixo, pois é relativamente estreito e cheio de igarapés, lagos internos, centrais, muitas estruturas distintas....e o próprio rio, do Lago do Pirapitinga pra cima é totalmente diferente dali pra baixo.
    Com tudo isso vc ainda arrancou um belíssimo peixe.
    Parabéns pela captura e obrigado por compartilhar sua aventura conosco.
     
    Abs....
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    Guilherme Stival deu reputação a Eduardo Sone em PRIMEIRA VEZ EM SANTA ISABEL DO RIO NEGRO (Rio Jurubaxi)   
    Eu tava lá!! 😂😂😂😂
    Se não é o meu parceiro Ladislau, nem peixe eu teria visto nessa pescaria kkkkkkkkk
    Aguardando o dia do cafezin no barco, Guilherme!
    Abraço pra ti e teu pai!
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