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Kid M

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Tudo que Kid M postou

  1. Tem muita "cópia" da T20. A mais próxima no corpo da isca é a da KV, mas ninguém imita o "chocalho" (de som agudo) desenvolvido pela Rebel.
  2. Concordo com você de forma integral ! O problema é muito mais "emocional", onde o ímpeto se sobrepõe à maturidade da avaliação... Essa sim, é a "verdadeira cópia" da Saruna ! Isca excepcional...
  3. Fui dar uma conferida nas iscas mostradas, já que (no passado) cheguei a comprar algumas delas no mercado do AliExpress... Lhes confesso que foram produtos "inferiores" às matrizes originais, mas funcionaram, desde que "tropicalizadas" com troca de garateias e pitões... Dessas que foram indicadas, tentei captar algumas, mas não me pareceu serem fidedignas das originais...
  4. João Paulo, Acredito que tenha feito uma avaliação muito boa, a julgar pelo que postou... Vou fazer algumas observações (dentro do propósito colaborativo) 😞 SIRN = local de grandes peixes, ótimas estruturas de pesca e área um pouco menos pressionado Sua opção pelo Super Açu (Premium) é excelente. Estivemos por lá num passado recente e foi show ! Equipamentos bons, guias atenciosos e conhecedores, "acampamento" (antes do flutuante) sensacional. Gastronomia sem defeitos, bebidas abundantes e serviço próximo de impecável da tripulação. Local que - se fosse pescar - voltaria com a tranquilidade de um grande programa, mesmo com os preços praticados... Barcelos = Seguramente as suas opções (leituras) estão lhe induzindo para operações tradicionais e que funcionam. Ambos os barcos mencionados (Tayaçu e Kalua) têm operações há tempo suficiente para fugir dos locais pressionados. A questão da piscosidade de Barcelos deve-se a enorme área em que os igarapés jorram para os lagos, lagoas e locais de proteção dos alevinos. Acredito também que muito mais que um local de desova, a região deve ter um nível de ph que atraem os cardumes... Também a interligação dos muitos lagos nas proximidades de rios afluentes do Negro, devem colaborar nessas "disponibilidades". Op via João Medeiros = A amplitude de ofertas de operações para todos os gostos/gastos diminui bastante os "riscos" de operações inadequadas, Com uma "grade de ofertas" tão ampla, até mesmo acompanhar as expectativas dos grupos se tornam + um ganho para os que não tem hábito amazônico. Acho que há uma boa possibilidade de ingresso em grupos já formados que detêm boas datas reservadas, mas exclusividade sempre é mais divertido. Com a amplidão das áreas onde o tucunaré se tornou presente, as "apostas" se tornam presentes na busca de algo que se considera um troféu. Bacia do Água Boa / Negro = trata-se de um local que (reza a lenda) que é de "8 ou 80". Não posso ratificar isso, mas já ouvi falar disso sim A existência de insetos (não é água "coca cola/chá") sempre chateia um pouco, mas em condições de rio na caixa, ninguém lembra do mosquito. As notícias que tenho dessa região (não a conheço) informam que as alternativas de mudança de local são em menor número do que na bacia do rio Negro. Entendo que a busca pelas pescarias ditas "perfeitas" começam a se distanciar do nosso cotidiano, não apenas pela pressão de pesca, mas por nossas expectativas. Ou mudamos as nossas exigências do que vamos esperar encontrar, ou teremos mais decepções que alegrias com esses resultados.
  5. Guilherme, Muito boa sua pescaria... Da que fiz nesse rio, não consegui ter boas lembranças... Parabéns
  6. Algumas observações... Estamos presenciando um "novo tempo" nas programações de pesca, principalmente das turmas que usam "semanas fechadas" com seus grupos. Já falei sobre isso antes, de modo que não se sintam "provocados" com isso... mas é de se esperar que muitas dezenas de pescadores navegando simultaneamente nos diversos rios que abrigam os grandes troféus, é motivo de mudança do que esperar nessas viagens... Não bastam apenas as incertezas dos "repiquetes" fora de uma série histórica - parece até se tratar de algo direcionado justo quando se está por lá... No que pese a incidência de um quantidade inimaginável de operações de pesca saindo de Barcelos, a quantidade de rios que desaguam nessa região do rio negro fazem com que ótimas pescarias se realizem em locais nem tão distantes assim... Contudo, é necessário estar preparado para curtir o local, a operação, a gastronomia, as brincadeiras com os amigos, para somente então tratar dos "troféus". Nos dias atuais, "correr atrás" de troféus de 80 cm é algo repetitivo, embora não tenhamos a lembrança do tempo que leva para o "bitelo" chegar nesse porte. Acredito que seja necessário diminuir as expectativas (muitas delas insufladas pelos operadores / guias de pesca) de encontrar (e embarcar) peixes assim. Com a idade (ou maturidade), as adaptações nas tralhas são inevitáveis, tornando-as mais leves para gerar a sensação procurada ao fisgar um exemplar... Para muitos dos atuais pescadores, peixes de porte médio não entram nas estatísticas de captura, só os acima de "tantos centímetros". Usar tralhas mais leves, permitem que a esperada sensação da adrenalina se faça presente em cada batida, independente de seu porte. Claro que encontrar o lugar onde o peixe esteja ativo e presente é missão e tarefa dos guias de pesca (ainda que por conta das gorjetas). Aproveitar o entorno onde se pesca é algo mágico, permitindo aos "bem aventurados" a oportunidade de embarque de peixes que permanecem nas nossas lembranças, independente do seu porte ou peso. Preste atenção que esse é um meio seguro de assegurar dias inesquecíveis onde quer que esteja pescando.
  7. Grande JEF Ter a possibilidade de ler uma postagem sua, já é certeza de um dia de muitas alegrias... Relembro (e como) dos bons tempos da Intrépida, dos contatos via Fórum, e relatos cheios de humor e amizade. Certamente algumas dessas "amizades virtuais" já não mais estão por aqui, mas é impossível não mencionar o "Portuga" (que morava do outro lado da poça), dentre tantos outros... Foram tempos de muitas alegrias, sem qualquer dúvida. Continua "sediado" em Salvador, essa "terra" onde parece que é insuperável (no Carnaval), mas que a realidade do cotidiano é bem diferente... Apareça mais
  8. Apenas como "contra ponto", entendo que muito das dificuldades apontadas (e-commerce), existe mesmo uma forma de descapitalização na grande maioria de pessoas que frequentava a ida nessas lojas e/ou locais. Observem que nas feiras de pesca (nacionais ou internacionais) há público de sobra na visita e convívio nos estandes dos anunciantes. Me parece que estamos falando do "tamanho da escala" onde esses produtos são anunciados / vendidos... No cenário nacional, os tradicionais fabricantes buscam - cada vez mais - antecipar seus lançamentos, seja em iscas e/ou suas cores. Claro que existem as "novidades", até porque é disso que o comprador deseja, mas cada vez mais há restrições na nossa vida cotidiana para "essas visitas físicas". É preciso ampliar o leque de locais (inclusive de lojas virtuais) para atrair o desejo dos compradores - mesmo sem o contato físico com o produto... Por outro lado, quando a "operação" é feita em grande escala com diversos pontos de venda, as atrações crescem, e com elas a maior possibilidade com essa fantasia... Quem já foi a uma das MUITAS lojas da Bass Pro Shop, entenderá ao que me refiro... Nunca é bom perder as referências do passado, principalmente aquelas que nos remetem para situações de enorme saudade. Não preciso nem falar em nomes / marcas, pois os mais "antigos" irão se lembrar das revistas de pesca e suas propagandas que nos incentivavam a obtenção dessas novidades... Hoje é hora de readaptar o foco e (com ou sem saudades) desfrutar daquilo que lhe fez (ou faz) feliz.
  9. Prezado JCK e amigos, Permaneço "resistindo" na moderação do FTB, mesmo que ausente dos rios e pescarias... Acredito que meu ciclo de deslocamentos amazônicos já se concluiu, talvez até o das pescarias. Já faz algum tempo que fui à SIRN (pescaria boa inclusive) e em 2024 me despedi de Barcelos. Longe de desanimar quem quer que seja, minha decisão não tem outra motivação que não a escolha pessoal. Com a idade chegando, a priorização de foco na família passou a ser a escolha feita, aproveitando melhor o convívio com os netos. (quem sabe ainda consigo levá-los a conhecer o rio Negro?) Seus argumentos (e questões) são sempre bem alinhados e conectados a concordância de um ponto de vista ou mesmo a fatos apresentados. O interlocutor precisa ter "bagagem" para debater esses assuntos, principalmente pelo desconhecimento daquilo que ocorre de forma implícita, sem considerar a importância da transparência. Bater na "classe política" (hoje em dia) é parecido com "chutar cachorro morto" (me desculpem a analogia), onde uma minoria amarga o revés da grande maioria corrupta e inoperante, não apenas no cenário da pesca, mas na grande maioria de setores que poderiam minimizar essas compensações de geração de trabalho e riqueza. A chegada da idade quase sempre nos remete a revalidações do que efetivamente se torna importante. Priorizações fazem parte desse cenário, que pode ser abrangente de participações em ações comunitárias. Esse (FTB) é um local que busca a troca de experiências e retrata alguns itens ligados às pescarias por parte de seus usuários. Não dá muito certo "misturar" debates de coisas mais sérias (pontos de vista) com as postagens voláteis de resultados imediatos. Quase sempre os "temas sérios" perdem o interesse e caem no esquecimento... É mais que visível que a postagem no FTB vem diminuindo a cada dia, motivada por outas formas de comunicação, ou mesmo pela diminuição da vontade de compartilhar as experiências. Não há o que fazer (de forma simples) para reverter isso. Vamos (na verdade, o Fabrício) mantendo a plataforma ativa para os que desejarem pesquisar os registros, principalmente os mais antigos, em busca de informações que ainda possam ser úteis nos dias atuais. Fico portanto "na vigília" das postagens, moderando de forma discreta (quando isso é possível)...
  10. Prezado amigo Kruel, Você bem sabe que não há qualquer restrição às suas participações aqui no FTB - pelos Moderadores. A questão que sempre me parece haver em "debates" dessa natureza é que não rola o respeito "aos pontos de vista" discordantes. Naturalmente não é para gerar "consenso" (coisa impossível), mas que as formas de interpretação das pessoas sejam lidas e analisadas sem serem avaliadas como "certas ou erradas". Interpretação de leis deveria ser o marco de definição dos fatos e não algo que se "concorda ou descorda". Já fizemos algumas tentativas num passado não muito distante, e - infelizmente - o resultado foi desastroso. Apresentação de fatos (na linha de esclarecimento legal) é algo sempre importante e às vezes interessante. Ruim mesmo é quando existe um posicionamento postado e as "respostas" não relevam essa condição postada. Não há "verdade plena" ! As pessoas interessadas poderiam (deveriam) postar de forma a agregar posicionamentos e não críticas que agregam muito pouco, se é que agregam... Debater pontos de vista é algo edificante, desde que exista um mínimo de educação e respeito para tal.
  11. Prezado amigo Kruel, Obrigado pela manifestação, como sempre alinhada aos princípios legais. Contra fatos, pouco a fazer ! Na observação (e deduções próprias), parece-me que há pouco interesse dos representantes municipais, estaduais e até federais e dar continuidade numa política efetiva nesses assuntos. Diria inclusive que a quantidade de "consertos & ajustes" existentes na nossa realidade termina se tornando uma "justificativa" usada para a manutenção dessa inércia. São tantos problemas socioambientais que existem no país, que fica difícil saber por onde começar... (lá eles). Focando especificamente as regiões ribeirinhas, sempre excessivamente carentes, há poucos alternativas para a fuga extrativista, seja ela de fauna ou flora para aqueles que dependem disso para viver... Não há mérito nisso, mas permite avançar em movimentos mais viáveis de uma participação mais coerente com essas áreas, mesmo que de forma questionável através de parcerias publica privada. Infelizmente a maior parte dessas ações se revestem de uma corrupção intragável, com quase nenhuma transparência e redirecionamento de recursos gerados. Não gostaria (de fato) que "esses cuidados" tenham que ser providos pela parte privada (sempre o questionamento de lucros elevados), mas por ações / projetos que permitam a visibilidade de que é possível SIM, fazer grandes melhorias nisso, principalmente aos ribeirinhos atingidos (sem esquecer que ele passam a ter acesso a uma vida que jamais poderiam ter). Será que as autoridades não enxergam isso, ou melhor, não se importam com isso ? Desculpe pelo desabafo...
  12. A bem da verdade, o crescimento dos custos cobrados nas operações de pesca tem (em contra partida) uma série de "melhorias" (não necessariamente na pescaria) que terminam gerando um "novo patamar" de "pequenos confortos" que terminam se incorporando no que vem com o pacote... Observe que o diferencial da moeda (U$ e R$) ajuda a fazer com que o valor comprado possa significar ser menor do que era no passado... Claro que são "justificativas", não necessariamente dentro da realidade desejada. Por outro lado, o crescimento vertiginoso dos preços poderá representar "um tiro no pé" dos operadores, seja por conta da concorrência de operações (cada vez maior), seja pela ilusão de que se trata de uma atividade que se perpetua pelo Pesque & Solte nas regiões silvícolas (ledo engano). Por fim, o custo de uma operação para o estrangeiro ficar em torno de U$ 5 K, é melhor enfrentada com uma viagem tropical, com custos diários abaixo de U$ 1 K. Lembrando que "esses caras que vem gastar essa grana" por aqui, não se descapitalizam por conta disso - prova é que tem uns que retornam diversas vezes numa mesma temporada. Com nosso potencial de expectativas e sonhos de melhora de país, fica muito abstrato...
  13. Minha experiência com o Giovani Papa também não foi boa... "Descobrimos" que a semana de pesca contratada (e paga) era um dia depois do deslocamento feito para Porto Velho. Conseguimos contornar a questão dos custos (inclusive do dia parado em Porto Velho) e fazer uma semana de pesca mais curta. Não recomendaria seus serviços de coordenação e venda a pessoas interessadas.
  14. Cristiano, Apenas apontando alguns pontos que me parecem anteceder esse ponto de vista de "exclusividade de rios". A questão primordial é sabermos (e aceitarmos) que este é um país de muitas desigualdades, em qualquer dos aspectos avaliados... Isto posto, vem agora a questão do que é correto nos repasses que chegam aos municípios, e por consequências às populações que por lá vivem. Dinheiro NUNCA DEIXA DE TER, mas falta um pouco de consequência nas esferas de corrupção e/ou má gestão com o dinheiro público. A pergunta que fica no ar, é porque estão "privatizando" alguns dos rios, tornando-os locais de gestão dos povos ribeirinhos que lá habitam... Sempre tive essa mesma visão "deturpada" dessas ações de "áreas silvestres terem donos", até poder comparar situações similares de comunidades ribeirinhas, onde uma passou a ter uma gestão da operação de pesca e a outra, uma maneira de benefício próprio, principalmente dos fornecedores. Apenas alguns (como você) se permitem a enfrentar um "acampamento" e fazer uma pescaria raiz, com todo ganho de convivência (e dificuldades) a serem superadas (AC, banho quente, comida saudável, bebida gelada, e por aí segue), mas o custo certamente será menor (assim como os segmentos de apoio) No caso de uma comunidade apoiada por um contrato de gestão (ganho em licitação - ainda que tendenciosa, se for o caso), existem uma série de obrigações a serem cumpridas pelo operador, fiscalizados por órgãos municipais, e a própria comunidade que interage... Alguns fatos me surpreenderam (e compartilho alguns deles), principalmente por uma dessas "exclusividades" estar entranhada na bacia do rio Negro, em local quase fronteiriço, onde certamente ninguém se interessa ir "para acampar". Para não fazer suposições, quis visitar a comunidade (no que fui atendido) de uns 120 moradores (de recém nascidos à idosos). O conceito de "preservação" certamente era anterior à negociação entre as partes, mas não a distribuição de celulares (todos passaram a ter um e com isso, ter mais independência pessoal, acessando bancos), comunicando-se com outros locais de interesse... (claro que após a instalação da TVLink ser disponibilizada de forma livre para qualquer acesso). Claro que os guias de pesca foram recrutados (e treinados) para um atendimento primoroso e compatível aos custos de ir buscar a emoção desejada. Da mesma forma, os equipamentos são novos e completos nos diversos botes utilizados. Ainda falando da "co-participação", importante lembrar as instalações de placas de energia solar, os conceitos de área sanitária e, pasmem, a visita semanal de uma equipe de suporte médico (com a presença do profissional médico de 15 em 15 dias). A parte da educação também se coloca nesse esquema, pois diariamente as inúmeras crianças da região chegam para ter seu aprendizado cultural. Acho que já está de bom tamanho... Perdoem-me se atingi alguns que não conseguem ver esses benefícios de gestão coletiva (mesmo que com um operador privado), num local tão esquecido pelos governos municipais e estaduais... Novamente, e os recursos repassados pelo governo federal (instituídos pela constituição) não surgem ou são distribuídos pelos que deles necessitam? É muito dura observar que com um pouquinho de "boa vontade" daria para "consertar", mas será que desejam?
  15. Prezado LucaoCR, Já inicio essa postagem agradecendo-lhe pela observação que postou... Até então os planos de aposentadoria me acompanham, mas como todos que pescam sabem, não é simples parar... A redução contudo, é algo que se impõe, principalmente pelo condicionamento físico daqueles que - como eu - já estão próximos "do lucro". Tenho pensado bastante sobre esse tema (dentre outros) já com um foco mais direcionado a "viver das lembranças" de ótimas temporadas. Acredito que posso falar em "legado", não apenas no grupo "Mocorongos", pelas oportunidades de convívio e participação de diversos amigos... O FTB não deixa de ter suas lembranças (quase sempre muito boas), mesmo com enorme redução de minhas postagens mais recentemente. Continuo com o hábito de "dar uma passada" pelo FTB quase que diariamente, mas agora com mais tolerância e maturidade (talvez). Pelo lado positivo, estar com meu apelido (Kid M) entrelaçado ao FTB, sempre me geraram oportunidades de conhecer pescadores e mais que isso, pessoas que se tornaram alinhadas num mesmo propósito de acompanhamento da conservação da vida silvestre brasileira. Pescar & Soltar no seu início foi motivo de muita "resistência" daqueles que pescavam, mas hoje tem uma filosofia entranhada naqueles que nos sucederão. Ter conversado com esses caras que hoje se tornaram "ícones" da pesca, é algo que deixou um resultado inesquecível... Não vou nominar essas pessoas pela enorme possibilidade de deixar "alguns de fora", sem serem citados (a idade é cruel nesse quesito) Ressalvo apenas o incentivador / administrador Fabrício Biguá e o também moderador Xandego, com quem desenvolvi ao longo desse tempo, amizades robustas e verdadeiras, que superaram a rotina de moderação do FTB... Esses caras encarnam o espírito dos Mocorongos, e mais que isso, já fizeram parte de nossos grupo de pesca, e se tornaram sempre presentes nas nossas resenhas... Já estivemos juntos aqui em Salvador (Praia do Forte), Goiânia e Brasília... Essa não é uma postagem de despedidas, mas uma oportunidade de passar para os que chegaram há menos tempo, que "manter vivo" (ativo) o FTB é algo muito positivo para aqueles que ainda estão "no início" de conhecimento prático das tralhas e das manhas a serem superadas... Por fim, fica também o reconhecimento (e aplauso) ao LucãoCR pelas considerações postadas sobre a evolução da pesca na bacia do rio Negro.
  16. Comprei essa há bastante tempo (nos EUA) e valeu cada dólar (que não foram poucos...) Na verdade são direcionadas aos pescadores de Fly Fishing, mas são muito confortáveis Claro que são feitas com material de proteção solar (talvez um UV+ diferenciado). Quem usar uma dessas, terá dificuldade de usar outra... Acho que tem à venda no Bass Pro Shop, ou na própria Orvis (a meca do Fly)
  17. Apenas para dar um pouco mais de ênfase ao que postei acima. Voltamos a buscar solução desse tema com a "contrapartida" de empresários que operam nesses locais de pesca. O grande problema (apenas minha opinião de pescador) é que essas operações estão se transformando em algo muito requintado para o que se deseja, ou seja, um período de convívio com amigos, com a natureza e uma forma de relaxar - claro que a pescaria é a ambição de todos, ainda mais com promessas de troféus... A abordagem do declínio da utilização dos "ribeirinhos" e/ou antigos pescadores profissionais, já foi bem enfocada pelo Vitor, mas estamos visualizando a falta de outras oportunidades para esse tipo de "mão de obra" e com isso uma maior pressão de "pescarias ilegais" (não respeitadas as regras de exclusividade e contrapartida dos operadores...)
  18. Mesmo com um pouco de antecedência, é preciso aproveitar o momento atual, que é do início de festividades de final do ano. Acredito que cada um de nós (usuários ou não do FTB) tem suas queixas anuais, independente de serem (ou não) de pescaria. Nesse próximo ano, que tem Copa do Mundo de Futebol, eleições majoritárias, entre outras "coisas", tem também a continuidade de "sonhos de pescador" para fotografar e exibir um exemplar considerado recorde e que vire seu troféu... 🏆 Será tempo também de não nos esquecermos que a vida é uma sequência de bons e maus momentos e precisamos encará-los. Nós do FTB estaremos sempre buscando aquilo possa possa interessar nossos usuários, inclusive para que apareçam mais... Desejamos a todos (usuários ou não do FTB) que este final de 2025 propicie novos planos (ainda melhores) para 2026
  19. Acredito que isso será "um tiro no pé", caso se confirme. Independente do 'benefício político" de demarcação da "terra indígena", parecem esquecer que o impulso existente em Barcelos foi causado (basicamente) pelo desenvolvimento da pesca esportiva na região. Muito da economia municipal dessa região e alternativa de trabalho (que não é extrativista) é "algo a ser esquecido"... Entendo que "a posse" dos rios e suas exclusividades de "aluguel" é algo absolutamente bizarro e inoportuno. O benefício de algumas "representações indígenas" irá sufocar as já instaladas operações e suas utilizações de população ribeirinha. Certamente que esse movimento - caso avance neste sentido - será o "começo do fim" das possibilidades de pescadores esportivos menos bonificados financeiramente, possam conhecer e usar a região da bacia do rio Negro e afluentes. Correrá o sério risco de imitar o destino da área do Pantanal, onde os investimentos em Pousadas e barco hoteis "quebraram" essas operações.
  20. Lucão, Acredito que o Beto possa lhe sugerir algumas respostas, pois além de morar "no lado de lá", gosta de pescar no mar... Tenho pescado pouco (praticamente nada) e mesmo assim restrito à água doce. Todo o litoral do Ne é muito piscoso, principalmente nas proximidades de foz de rios de água doce. A pesca hoje está muito mais conscientizada e vigiada, daí - talvez - essa fartura de robalos e assemelhados. Já as pescarias em mar aberto, também são muito interessantes com bons resultados no jig. Saídas de Salvador, Guarajuba, Praia do Forte são operações sempre muito disputadas pelos interessados. Para fazer "a média" com a esposa, qualquer desses locais se transformam em ótimas opções. Precisa sim, se for na temporada (verão e férias escolares) fazer reserva com um pouco de antecedência.
  21. Boa tarde Edmar, Já pescamos duas vezes na região do Nhamundá. Em ambas vezes encontramos "fartura", mesmo que esta não se comparasse aos resultados do rio Negro. Contudo, os peixes Vazorelli - mesmo sem serem aqueles troféus desejados, honraram suas capturas com muita luta. Nas duas vezes que fomos (uma por Parintins e outra por Terra Nova), usamos os serviços do PESCAMAZON do operador Nelson Laje. Não sei se ainda opera por lá, pois tinha uma outra operação na ilha do Marajó, onde os objetivos eram os pirarucus... Apesar do tempo decorrido, o local era pouco pressionado, embora o rio Nhamundá tenha canal com boa profundidade para barcos maiores. Em ambas as vezes que fomos, o acesso na foz do rio era feito por botes c/motorização de 30 HPs - guias da região. Embarcamos bastante peixes, mas o destaque foi um Vazorelli de 6 kg que não resistiu a uma isca de meia água... Logística não é (ou era) boa, mas é uma alternativa a ser mais pesquisada. Lembrei também que quem tinha uma operação excelente na boca do Nhamundá (acho que o rio era o paracutú - ou algo parecido) era o Marcel Werner (ele é do FTB), que poderá lhe passar dicas e indicações mais adequadas - ele não opera mais por lá, mas deve ter boas informações.
  22. Pois é Gabriel, Dentro do atual cenário que enfrentamos no dia a dia, melhor mesmo tentarmos ficar focados nas pescarias... Nada contra a manifestação de quem quer que seja, embora esse espaço seja direcionado aos "causos" e "relatos" das nossas pescarias...
  23. Pois é Lucas, Essa é um notícia que tem tudo a ver com a melhora de conhecimento da espécie. Particularmente fico esperançoso que uma ação conjunta entre um operador de renome (Zaltana) com o IBAMA, seja para valer e dar início a outros aspectos... Independentemente das características coletadas através do "tagueamento", o exemplo que isso poderá significar na conscientização da preservação ambiental Sem pretender "me alongar" nesse tema, comparo-o (medidas as proporções) ao conceito de "Pesca & Solte" nos seus primórdios... Esses "passos" de lideranças da pesca esportiva foram importantíssimas para essa sedimentação do conceito até a transformação de uma política de pesca.
  24. Lucão, As resistências dessas espécies é mesmo muito grande. Encrenca certa para o conjunto e o pescador
  25. Concordo Cristiano, não apenas com essa sua afirmativa, como o texto postado.
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