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Tudo que Kid M postou
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Garimpando alguns exemplares de iscas artificiais
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Iscas e Anzóis
Vagner, Consegui falar com o Zeca, meu conhecido dos tempos da Caterva. Como de hábito, ele foi super gentil e batemos um bom papo... De fato ele está a frente da Jennerlure (desenvolvimento dos modelos e comercialização) Na verdade esse modelo da isca TRex Z90 ainda está em fase final de produção, ficando disponível no mercado em mais algumas semanas. Mas valeu pela sua ajuda em fornecer o contato. -
Garimpando alguns exemplares de iscas artificiais
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Iscas e Anzóis
Vou tentar ! Valeu ! -
Novo FLUTUANTE nos rios Amazônicos...
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Assuntos Gerais (água doce)
Faixa de R$ 25 K a partir de Manaus Nesse valor já incluso o traslado de Manaus até a foz do rio Preto com o rio Negro Na verdade esse transfer será feito com hidro-aviões Caravan (desembarque pescando) Esquema de pagamento de sinal (30%) + parcelas até o embarque. Difícil mesmo será encontrar disponibilidade de datas... Este ( Mocós ) é um grupo formado com a maioria de integrantes oriundos dos Mocorongos. As 14 vagas foram rapidamente preenchidas, com gente na lista de espera... (onde me incluo) Com relação aos valores cobrados (base 2025), importante levar em conta o benefício x custo. Em se tratando de operação (logística, hotelaria, equipamentos, gastronomia, pontos de pesca), é algo difícil de ser superado... -
Novo FLUTUANTE nos rios Amazônicos...
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Assuntos Gerais (água doce)
Promessa é dívida ! Seguem mais algumas imagens do Flutuante Kuula (Operação do Super Açu) Importante destacar que este material ainda é um projeto em 3D que já está sendo preparado para a temporada de 2026, talvez até já no final de 2025... Uma coisa já é certa, as Pré Reservas para 2026 (o sinal que efetiva "a vontade" com "a realidade") estão sendo feitas e "vorazmente" garantidas. -
Garimpando alguns exemplares de iscas artificiais
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Iscas e Anzóis
Arcer, Não é essa ! Essa tem hélice ! Estou na busca da versão Zara com pintura prata metalizada. -
Nova operação do grupo Super Açu nas águas do rio Negro e Preto, na região de SIRN Um espetáculo de investimento realizado, que certamente (apesar do preço) será muito procurado. Depois passo mais imagens do interior... mas essa imagem já é um IMPACTO !
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Alguém saberia informar onde consigo comprar essa isca ? Tenho especial preferência pelas isca Jennerlure, desde os tempo que eram confeccionadas em MG. Meu amigo Jenner chegou a me enviar alguns protótipos de "suas leituras", ainda na fase de protótipos... Perdemos o contato na época em que (salvo engano) ele vendeu sua fábrica / empresa. Essas Z90 sempre foram especiais, principalmente as metálicas, como essa da imagem postada. Agradeço se alguém "me ensinar o caminho das pedras"...
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Vamos "organizar" essas "interpretações"... Nos tempos "antigos" (e bota tempo nisso...), as opções de iscas eram bem mais reduzidas que nos dias de hoje. Nas ofertas de comercialização (inclusive no "benefício x custo"), a isca mais "popular" eram as Inna. Produto BBB - inquestionável ! No mercado de iscas importadas (principalmente do Japão), as Maria (dentre elas a "The First") começaram ser ofertadas, mas sempre com custos elevados. Com o "boom" de fabricantes nacionais, alguns já estáveis e competitivas, existiram algumas "remodelações", dentre elas a chegada das Inna Pro-tuned. Um tempo onde não havia essa facilidade atual de compras pela internet, mas basicamente dos donos de lojas de material de pesca. Isso tudo já ficou para trás, pois a China popularizou o "exercício de comprar pela internet" (e as iscas antes incompatíveis em qualidade, se adaptaram a realidade de demanda dos pescadores brasileiros) Quando mencionei que a "The First" (Maria) era "equiparável" às X-Rap (Rapala), me referia (e esse pode ter sido o "problema") a efetividade do sucesso quando usadas (eram indiscutivelmente as iscas que me fizeram fazer pescarias inesquecíveis...). Quanto aos formatos e formas de trabalho, existem algumas "equivalências", mas não há como comparar o conjunto de cada uma dessas iscas (inclusive as Inna). A bem da verdade, as Innas Pro-tuned foram lançadas no mercado para atender um mercado ávido em iscas similares (na forma de trabalho) das The First. Posto a seguir algumas imagens dessas iscas que certamente estão nas caixas de pesca dos que gostam de ter essa possibilidade de pesca (meia água). Isca Inna original Isca Inna Pro tuned
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Amigo Vagner, Pode até "lembrar", mas a The First (MARIA) já foi uma referência de iscas meia água, com versões Floating e Suspending 14 cm - 28 g - Floating - trabalha até 1 m de profundidade - 2 garateias
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Há algum tempo chegou-me a informação de que os já excelentes Caravans iriam ganhar um "irmão mais parrudo" para ampliar o escopo de transporte de pessoas, ainda que a nova aeronave tenha sido desenvolvida para o transporte de carga em acessos regionais (entenda como empresas de logística - Federal, UPS, DHL, etc...). O nome desse bimotor da Cessna é Sky Courier, já em plena operação nos Estados Unidos (carteira de encomendas é enorme...). A ampliação de capacidade de transporte de clientes também se tornou uma possibilidade de atendimento de uso fretado. Não é por acaso que as principais operações de pesca amazônica (Super Açu, Zaltana, Angatu, etc) já estão prestes a oferecer aos seus clientes essa opção de embarque de grupos maiores (quase o dobro da capacidade do Caravan). Agora será apenas uma questão de "ajustes finos" para que essa alternativa possibilite uma melhor forma de "ir e voltar" de um sonho esperado. Não demora a serem criadas novas versões, dentre elas as de hidroaviões que permitirão usar as águas dos rios como pistas de desembarque e embarque - chega de desconforto para chegar no ponto de pesca... 0818cc8a-fcdc-487d-ac6b-37a0388b89cc.MP4
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Pois é, diria se tratar de "uma nova fase"... Então, eram uma forma de "atrair" a leitura, já que os comentários sempre foram "modorrentos" (pouco entusiasmo) Mas funcionou por longos anos, e em várias outras plataformas que frequentei ! Já está assim há algum tempo (ou será que você passou a frequentar menos o nosso FTB) Ta se tornando um homem sério alcançando a maturidade.. Bastante possível que o Arcer tenha abordado o tema de forma mais sensível. Seriedade sempre me acompanhou. mas maturidade é algo que preciso refletir, já que o tempo está passando.
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Nivel do Rio Negro em Barcelos
Kid M respondeu ao tópico de Adalberto Magrao em Assuntos Gerais (água doce)
Ainda é cedo, mas inegavelmente é um cenário bem mais esperançoso. Importante será que a época das chuvas não seja exagerada para possibilitar a cota ficar próxima dos 4 m na temporada. -
6 Piraíbas em um dia! (Com direito a dublê) - Araguaia 2025
Kid M respondeu ao tópico de Adriel De Sousa Silva em Relatos de pescaria (água doce)
Parabéns Ariel ! Não é sempre que se estreia com tantos troféus assim ! Pescar no Araguaia é sempre uma ótima opção. Rio das águas douradas, sempre com muito peixe ! Não sei se não "tropeçou" nos botos que, a exemplo das piranhas, não dão sossego... Mas certamente valeu a pena. -
Não vão "pensar" nada... Na verdade, essas manifestações são vistas como "uma forma de desabafo"... Melhor ir pescar.
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Só acompanhando...
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Duvida sobre uso da linha de fluorcarbono como linha principal
Kid M respondeu ao tópico de Parzianello em Assuntos Gerais (água doce)
Guilherme, Não entendi bem a questão do uso de fluorcarbono como linha de pesca. Acho que é um tipo de linha bem mais dura e de difícil manejo quando em grande extensão de arremesso ! Se não quiser usar multi com o lider de fluorcabono, por que não pensar em usar uma linha de mono tradicional? Pesco com molinete (na verdade só com molinete) e não consigo perceber essa dificuldade... A bem da verdade, só uso o fluorcarbono como líder, e mesmo assim com "má vontade". -
Boa tarde Matheus, "Talvez esse seja o futuro" - não há muito o que discordar dessa futura realidade, principalmente pela praticidade de seu transporte. Também não tenho qualquer dúvida que a evolução tecnológica desses acessórios nos fará "perder o receio" de sua utilização. Contudo (sempre tem algo que impede o consenso), não vejo "motivo" de pensar em "refazer" esse material de pesca por conta disso... Comecei a pescar com equipamento de molinete (faz tempo...) e nunca "desapeguei" de continuar usando-os nas minhas pescarias. Claro que chego até em concordar que em algumas pescarias, as carretilhas são muito mais rápidas de serem lançadas, mas nada além disso. Outro aspecto importante (a ser considerado) são os investimentos realizados "ao longo da vida" desse material que se pretende seja desfeito. Todos nós temos nossas preferências, crenças e hábitos que se compatibilizaram com aquilo que nos fizeram ter segurança no pescar. Substituir varas (muitas das quais customizadas para atender meus hábitos pessoais) é algo sempre muito difícil. Dá para fazer, mas é "choroso"... Por menor que seja o "seu quartinho de bagunça", haverá sempre um local para deixar essas "antiguinhas" guardadas, ainda que sejam para ser admiradas. Acredito, finalmente, que estamos nos encaminhando para um "meio termo", onde iremos conviver com as duas opções (inteiriças e em partes). Mais facilidade nas pescarias "menos expressivas" (e próximas), bem como a manutenção das "antigas" nos objetivos de uso em períodos maiores. Claro que se trata apenas de uma opinião com base nesses anos de pescarias pelo nosso País.
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Bom dia Eduardo, Sugiro (à exemplo do que outros já se manifestarem) que faça imagens das iscas (ou "tralhas") que deseja vender, pois será dessa forma que poderemos ajudá-lo. Estabeleça alguns critérios, tipo apenas um mínimo de 5 produtos por encaminhamento (ou algo similar), para acelerar suas vendas. No que depender do FTB, estaremos ajudando... Boa sorte !
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Muitas oportunidades de ir pescar na Bacia Amazônica
Kid M postou um tópico em Assuntos Gerais (água doce)
Essa postagem não trata de algum "merchandise" para o Eduardo Monteiro, pescador que construiu seu caminho através de trabalho, muito trabalho, ao longo de sua vida profissional, que ainda não tive a oportunidade de conhecer. Acho mais que natural que também ele possa ser considerado como um ícone público da pesca esportiva, tal qual outros tantos que conhecemos (Rubinho, Nakamura, Hoffmann, e tantos outros), daí não ter necessidade de bajulação... Certamente também não me predisponho a indicar essa ou aquela operação, mesmo que já tenha conhecido algumas delas (todas tem seus pontos positivos e negativos - faz parte) e que muitas delas montaram parcerias estratégicas nas suas semanas/temporadas de pesca. Se quiserem mais detalhes, segue o link = https://www.80upamazon.com.br/pacotes A postagem pretende voltar a um tema que postei há algum tempo, mencionando a evolução dos pacotes de pesca na região amazônica. A cada ano que passa, observamos uma crescente melhoria no que está sendo oferecido aos clientes no decorrer do período contratado. Não pensemos tão somente dos confortos de ar refrigerado à bordo, mas botes de pesca com um equipamento disponível que "encobre" os dias mais ingratos de pesca. Processo de comunicação via celular (Star Link) que removeu as últimas barreias de isolamento. Claro que os "pontos de pesca" não se resumem a esse conjunto de imagens postadas, alguns dos quais viáveis a 16 e 18 integrantes, com tudo que tem direito, mas outros que insistem em buscar seus espaços operacionais... Também os locais de pesca passam a ser mais seletivos, com rios exclusivos e uma maior (e melhor) participação dos ribeirinhos, que apresentam a cada temporada uma melhoria visível de comportamento adequado aos que pretendem ser chamados de guias de pesca (e são essenciais para um melhor resultado). Como esquecer do grupo de apoio que prepara as inúmeras refeições, das arrumadeiras, lavadeiras e o "garçom", sempre com um sorriso no rosto e "uma gelada na mão". Tudo muito pujante... Pescarias amazônicas há + de 40 anos atrás, eram desafios permanentes ! Acesso, precariedade dos equipamentos, incertezas do que seria encontrado, material de pesca "obsoleto" (se comparado aos atuais), dormida em redes, incertezas, etc... Por fim, dentro desse mesmo "tema de passado", havia muito peixe a ser embarcado em locais nem tão distantes quanto na atualidade. A bacia do Amazonas sempre foi muito pródiga em viabilizar troféus aos pescadores que por lá andaram... Não se falava em "cm" e sim em "quilos", e os "esverdeados" sempre foram muito brutos, causando alegrias e contentamento suficiente para superar as dificuldades, bem como de começar a preparar uma nova pescaria. -
Isca customizada Mocorongos
Kid M respondeu ao tópico de Guilherme Stival em Assuntos Gerais (água doce)
Será que também errei na data do Grupo 21 - 2007 ? Com certeza a descrição que fiz é de uma outra viagem... (sorry) -
Isca customizada Mocorongos
Kid M respondeu ao tópico de Guilherme Stival em Assuntos Gerais (água doce)
Grande Caranha ! Meus "Relatos" escritos (e impressos) chegam ao G20, que foi no Angatu, saindo em Barcelos... Vou procurar os digitalizados para conferência... *retornarei*, pois gente mais velha tem direito a errar... -
Isca customizada Mocorongos
Kid M respondeu ao tópico de Guilherme Stival em Assuntos Gerais (água doce)
Boa noite Guilherme ! Já havia visto (no Instagran) a conversa do Leo Juliani a respeito disso. Na verdade tentei retornar a ele, mas não tive sucesso - sou ruim de Instagran. Mas enfim, vamos aos fatos, até porque fui eu quem providenciou essa isca. Antes contudo é necessário esclarecer que nas nossas "viagens de pesca", sempre havia "um mimo" diferenciado como brinde aos integrantes. Nosso parceira à época era o Hilton Lelis, que mexia com carros de corrida, mas era também um ótimo customizador de iscas (pinturas) Ele produziu (de forma artesanal) iscas para os Mocorongos por muitas pescarias. Quase que entrava para o Grupo de certa feita. Chegou pelo FTB. A cada ano que passava, mais eram as demandas de boas iscas, sem qualquer exclusividade. Usamos diversas marcas da época, tais como as Jennerlure, KV, Rapala, Rebel, Lori, Borboleta e Moro Deconto. As iscas passaram a ser tão "requintadas", que muitas das vezes sequer eram banhadas, tamanho o "olho gordo" dos seus donos... Essa pescaria foi feita a partir de Porto Velho, com traslado de carro até Humaitá (cidade mais quente que já enfrentei) e embarque num Regional... Pensem em tudo que possa ser considerado como ruim aconteceu nessa nossa viagem para o rio Marmelos, junto de um posto do Ibama. A pescaria foi muito fraca, principalmente pela insistência dos piloteiros em pescar de corrico ! Na verdade os caras eram bem fracos. Muita água para pouco peixe, mas conseguimos pegar uns amarelões que minimizaram a experiência nesse local. A isca que preparamos foi essa mesmo, com distribuição aos integrantes (estávamos em oito) de 2 unidades, sendo uma 110 e outra de 90. Por uma gentileza do pessoal fabricante, conseguimos esses modelos sem pintura, podendo assim fazer a customização. Garateias eram 5x Certamente que as minhas estão devidamente guardadas, praticamente aposentadas... felizmente na família, todos gostam de pescaria. As cores escolhidas sempre são em função de alguma homenagem ou gosto da maioria. Por sermos (na essência) tricolores, a homenagem foi feita. Essa resenha foi longe, pois não tínhamos gelo, acabou a comida (compramos um java porco dos ribeirinhos, bem como um tracajá), um único banheiro, nada de AC, e para culminar, as picanhas que havia trazido (Wessel) viraram ensopado nas mãos da cozinheira! Quase a pescaria acaba "em morte"... Lembrei agora o nome do "Comandante", um tal de Cleudinho, devedor com credores presentes em todos os pontos de atracação... -
Isso mesmo - 2007 ! Sei que eram os "primórdios" das idas à Amazônia para nós, pescadores iniciantes... E concordo que a imagem da foto para quem conhece a história, é algo delicioso... Quem sabe o Fabrício não recupera um pouco essa história e posta suas lembranças?
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Durante bastante tempo foi a imagem do Fórum Turma do Biguá, próximo do tempo em que esse espaço foi criado. Acredito que a foto foi tirada pelo Fabrício (ou o Xandego), numa pescaria amazônica., possivelmente no rio Negro. Esse peixe foi pego pelo menino que o segura, com uma "isquinha" que, salvo engano, era um "jig" feito pelos ribeirinhos. Na verdade, não era mais que um pedaço de mono (uns 60 mm) que era lançado com as mãos e recolhido "no braço"... Contrariamente ao que se possa pensar, o menino estava pescando para alimentação da casa onde morava. Quem se lembra dessa imagem dentro do contexto do nosso Fórum ? Muitas saudades de ver essa retratação...
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O tempo faz evoluções nas iscas artificiais...
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Assuntos Gerais (água doce)
Pois é Edmar, o tempo passa para todos ! Uma das coisas muito prazerosas de se relembrar é "presença" dentro daquilo que chamamos de tempo evolutivo... Esclarecendo um pouco mais, a visão de hoje junto do ocorrido tempos atrás (tendo-nos como testemunhas) é algo inexplicavelmente prazeroso. Fazer uma recordação de como eram algumas dessas épocas, é quase que voltar sentir as emoções de uma época de nossas vidas. Aproveitava as idas à São Paulo (cidade) para percorrer as diversas casas de pesca existentes a procura de "novidades" e/ou lançamentos de produtos desejados. Posteriormente fazia comparações das iscas ditas "originais" com suas cópias, sendo estas nacionais ou mesmo estrangeiras, com "olho de especialista"... Transformar algumas dessas "iscas estrangeiras" em "iscas topicalizadas" gerava uma grande expectativa em ver se eram (ou não) medidas adequadas. Coisas do tipo, desde a troca das garateias por outras mais resistentes, até a pintura diferenciada dos modelos a serem testados... Lhes confesso que cheguei a receber diversas de "amigos pescadores inventores" para que fossem testadas na Amazônia, preferencialmente no rio Negro Escrevendo esta postagem, veio a lembrança de grandes papos e troca de opiniões com amigos aqui do FTB, tais como o Jenner (Jennerlure) e Flávio (Extreme jigs). Não posso deixar de falar do grande Marcão (+Bete/Leo) da CBM, amigo pessoal, como de outros tantos que conviveram uma época de enorme saudade. Vendo nos dias de hoje o crescimento e transformação dessas iscas em verdadeiras solidificações de ideias que se transformaram em realidade, dá para se sentir um pouco incluso nessa história, o que - de certa maneira - muito me orgulha e envaidece.