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O FTB foi atualizado e otimizado.

Antes, para visualizar todas as nossas salas, era preciso descer a barra de rolagem por muito tempo. Isto dificultava a nossa vida, principalmente a dos novos usuários, que não encontravam as salas/assuntos de interesse.

Agora as salas foram transformadas em "sub salas" e incluídas em grandes fóruns.

Esperamos que tenham gostado. :amigo:

Carlos Dini

Tucunas Brasil Fishing Team
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Histórico de Reputação

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    Carlos Dini recebeu reputação de Valtolino em Carlos Dini-Rio Roosevelt e Aripuana-julho2015   
    Amigos, agora na ultima semana de julho, eu, os amigos Enio, Jose Bento e Andre, partimos para conhecer os rios Roosevelt e Aripuana, seria uma forma de iniciar a temporada amazonica 2 meses antes. Foram meses de conversas e planejamento. 
    Aqui estão somente as fotos da minha maquina fotografica
    Nosso destino inicial foi chegar a maravilhosa cidade de Manaus, para pernoite e no dia seguinte voarmos em voo regional até a cidade de Apui-AM, as aguas do Negro na imagem aerea ainda extremamente altas, mas a Ponta Negra já começa aparecer sua praia. Conforme, rumávamos ao sul o nivel das aguas já era mais baixo, pois a vazante nestes rios começa bem antes.
    Voo no Bandeirantes


    Aeroporto em Apui-AM

    Rodamos então por volta de 100km pela famosa Transamazonica, até chegarmos as margens do rio Aripuana na altura da sua balsa. As imagens são impressionantes, já de cara nos deparamos com um rio lindo e praticamente na caixa, somado a isto o pessoal da pousada nos esperava com as geladeiras abastecidas com aquelas geladas para tirar o pó da viagem...Tome cerveja. 


    Subimos por agua em direção a pousada, que fica na confluência dos Rios Roosevelt e Aripuana. A pousada Amazon Roosevelt dispensa comentarios, seu proprietario o Sr Eduardo não mediu esforços na construção do local, o atendimento é nota mil, um verdadeiro resort no meio da selva. Quartos confortaveis, ar condicionado, uma cozinha sensacional, lavanderia, internet wifi,  muita cerveja e sem perder o contato com a natureza, uma grande passarela rodeada por arvores gigantescas. Nos finais de tarde, enquanto o garçom servia um aperitivo e bebidas, ficávamos apreciando a beleza da mata e a noite o som dos da natureza embala o sono. Sempre gosto de deixar claro, que não ganho nada para fazer estes comentarios, faço porque gostei muito, se fosse contrario tambem diria a verdade da mesma forma.






     
    Após o almoço, fizemos uma pequena pescaria de reconhecimento, subimos o Rio Aripuana e pescamos em seus pedrais, pequenos tucunares e matrinchas deram as caras. a isc mais produtiva foi a valente firestick.
    A pescaria é feita praticamente toda no rio, nas corredeiras e remansos dos pedrais e praias, pois existem poucos lagos.


     
    Segundo dia, descemos o rio Aripuana em direção as corredeiras do Periquitos, imagina um lugar lindo, aguas rasas e rapidas, pedrais, algas verdes e vermelhas davam um colorido a agua, cardumes de matrinchas passavam pelo barco e até alguns cacharas saiam correndo qdo nos aproximavamos. A característica do local é a diversidade, tucunares, matrinchas, jatuaranas, bicudas, cachorras. Pequenos plugs até 10cm foram os mais eficientes. A cena do dia foi usando uma helice do Charles da CCM, em um remanso do pedral, um grande tucunare estoura na isca como fosse um açu, pena que errou mas a imagem fica marcada na cabeça. As bicudas tambem davam um show a parte, na força e nos ataques aos plugs de helices, mas erram demais. Almoço de matrincha assada, um espetaculo, mas o melhor é deitar naquela agua corrente e ficar virando umas geladas, dá até preguiça de voltar pescar... E olha que parar de pescar é duro, mas a agua chama para o banho.


    Minha Primeira Jatuarana









     
    Terceiro dia rumamos a um dos lagos do Rio Guariba(Afluente do Rio Aripuana), esse lago é gigantesco, mas tem sua boca fechada, a pousada, mantem dois barcos já colocados previamente neles. Caminhada pela mata e começamos a pescaria. o peixe estava meio velhaco, com pouca ação de superficie, mas nas twich bait( no meu caso em especificio a brava na MS), apareceram em gde quantidade, principalmente os  popocas e alguns tucunares amarelos. O maior de 4 kgs. Show a parte pelos aruanas, que nessa especie do Madeira tem seu maior porte, peguei um de 78 cm e 9lbs(recorde atula da IGFA de 84cm).







     
    9lbs 78cm




    Por do sol no Rio Guariba

    Quarto dia subimos o Rio Roosevelt em direção a cachoeira do Semauma, só a viagem já vale o passeio, as corredeiras e a cachoeira são fantasticos. Pegamos cachorras, pirarara, tucunas. Neste dia a quantidade de tucunares foi pequena. 
     
    Capela do Semauma, vale uma visita.

    Obvio que banho nas corredeiras é imperdivel.

    Na volta pescamos com tuvira e minhocuçu, nunca vi tanta ação de barbado, na minha vida, é um atras do outro, em sua maioria entre 0,5 a 2kgs, mas com uma vara leve, davam muita briga.









     
     
    Quinto dia resolvemos voltar as corredeiras dos Periquitos, novamente muita ação de tucunas, bicudas, matrinchas e jatuaranas. 


    Barco boiadeiro





    Ultimo dia fomos conhecer o outro lago do Rio Guariba, este de boca franca, da mesma forma que no primeiro eles recusavam as de superficie, mas na meia agua era covardia. Qdo cheguei no 50, parei de contar, foi melhor que no primeiro lago, o maior tb na casa dos 4kgs. No lago inclusive saiu um pequeno caparari. VImos por 3x os pirarucus atacarem cardumes de jaraquis, cena indescritivel. No fim do dia paramos nos barbados e a mesma abundancia de açoes.
    Vale um comentario, a outra dupla, voltou a cachoeira do Semauma e arrebentaram nas cachorras, com exemplares de até 22lbs.


    9lbs


    Pequeno caparari



     
    Por do sol na floresta, indescritivel...

    Mas como tudo que é bom dura pouco e fizemos o caminho inverso.


     
    Fica nosso agradecimentos ao Sr Eduardo e sua esposa, proprietarios da pousada Amazon Roosevelt, e toda sua equipe que não mediu esforços para tornar nossa viagem um sucesso. e todo merito aos guias Rosa e Grima, exímios conhecedores daquelas aguas.
     
    Material utilizado:

    Baitcasting
    -Varas Enzo I 17lbs, Enzo II 20lbs todas 5'6"
    -Carretilhas: Aldebaran MG7, Nova Lubina
    -Linha Multi PP 40lbs
    -Leadre 0,47mm
    -Iscas mais utilizadas helice do CCM, firestick, zigzarinha, bora 10, Inna, Brava.
     
    Couro medio
    -Vara Falcon 30lbs
    -carretilha curado 201 E7
    -Linha multi PPP 50lbs
    -anzol 7/0
     
    Couro pesado
    -Vara shimano 100lbs
    -Carretilha Caluta 700
    -Linha Momo Laiglon 0,9m
    -anzol 10/0
     
    Agradeço tambem a Deus pela vida maravilhosa e pela familia linda que sempre me espera qdo retorno.
     
    Abs a todos
     
    Dini
     
    As aguas do Negro vem secando, em 45 dias estamos lá para tirar os bocudos da agua...
  2. Upvote
    Carlos Dini recebeu reputação de Fabrício Biguá em Carlos Dini-Pescaria bate e volta de tucunarés azuis em Palmas-março-19   
    Amigos, resolvi este fim de semana fazer um esquema bate e volta, sempre tive vontade de pescar no lago de Palmas. Bom dessa pescaria que a maioria das gdes cidades tem voos diários para Palmas e podemos fazer uma pescaria rápida.
    Aliviando a tensão do trabalho

    A represa de Lageado é muito gde e compreende os município de Lageado, Palmas, Porto Nacional. Em suas águas tem como estrela o tucunaré azul, mas tb habitam tucunarés amarelos, corvinas e outras especies.


    Trabalhei até o fim da tarde da sexta feira e a noite já embarcava em Campinas-SP, com destino a Palmas-TO. A 1 da manha já estava na cidade, onde o guia Vitor já me esperava, rodamos 70km e já estávamos na cidade de Porto Nacional de onde seria nossa base.

    Dormida rápida, e as 6 da matina já tomávamos cafe da manha, o guia já nos esperava, e de lá em alguns minutos já navegávamos no lago. A água ainda esta bem turva devido as fortes chuvas. Pegamos diversos peixes, com ação na superfície e nos jigs. Após o almoço, fomos a um pedral submerso, muita ação de peixe no jig pindocando o fundo, ai erramos, saímos para ver outros pontos e largamos o filé, depois das 14 horas foi bem fraco. Mas dia top, alguns peixes bons, o maior 7lbs.



    calor bravo


    a bela represa 

    parceira do almoço


     
    a represa



     
     
     
    A noite fomos a um churrasquinho, muito dez, recomendo.


    Domingo saímos de outra rampa um pouco mais distante. Infelizmente neste ponto a água estava muito barrenta e poucas ações ate as 10 horas da manha. Então o guia conhecia um lago que ligava a represa, mas que por ser um canal estreito tinha aguá limpa, lá rumamos, acertada decisão, peixe bem ativo na superfície. 
    Agua turva



     
     
     
    Pausa para almoçarmos, flutuante recomendadíssimo. Cerveja gelada e muito colírio para os olhos...rsrsrs



    A igreja centenária e histórica de Porto Nacional

    A tarde batemos a região de água barrenta, ai foi bem fraco. pelo menos tinha muita cerveja...


    Gdes amigos, só vcs para me aguentarem

    Fim de tarde no centro do Brasil


    Na segunda-feira o Andrezinho tinha q voltar trabalhar, como meu voo era só as 17 horas, sai pescar sozinho até meio dia. Fomos direto ao pedral do primeiro dia, parecia lambari, embarcamos mais de 40 peixes até meio dia, com 7 peixes acima 50cm e pesos entre 7 e 8 libras, nem mudamos o ponto.
    O tempo amanheceu meio tímido












    Hora de ir embora
    Nada como um bom PF de estrada


     
    Material utilizado:

    Varas- Saint Croix 17 e 20lbs SCIII 5'7" by Waka Custom Rods
    Carretilhas Core51MG, Aldebaram 101MG7, Scorpion 51HG
    Linha-Power Pro 4 fios 40lbs
    Leader-Fluorcarbono 40lbs LineSystem
    Snap-Capela G
    Iscas mais utilizadas- Zigzarinha, Firestick, e jigs(4/0 14g)
     
    Contato do Guia Vitor no Tocantis:
    63-92031159
     
    Agradeço a Deus por esta vida maravilhosa
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Carlos Dini
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
    facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
     
  3. Upvote
    Carlos Dini recebeu reputação de Cristiano Rochinha em Carlos Dini-Pescaria bate e volta de tucunarés azuis em Palmas-março-19   
    Amigos, resolvi este fim de semana fazer um esquema bate e volta, sempre tive vontade de pescar no lago de Palmas. Bom dessa pescaria que a maioria das gdes cidades tem voos diários para Palmas e podemos fazer uma pescaria rápida.
    Aliviando a tensão do trabalho

    A represa de Lageado é muito gde e compreende os município de Lageado, Palmas, Porto Nacional. Em suas águas tem como estrela o tucunaré azul, mas tb habitam tucunarés amarelos, corvinas e outras especies.


    Trabalhei até o fim da tarde da sexta feira e a noite já embarcava em Campinas-SP, com destino a Palmas-TO. A 1 da manha já estava na cidade, onde o guia Vitor já me esperava, rodamos 70km e já estávamos na cidade de Porto Nacional de onde seria nossa base.

    Dormida rápida, e as 6 da matina já tomávamos cafe da manha, o guia já nos esperava, e de lá em alguns minutos já navegávamos no lago. A água ainda esta bem turva devido as fortes chuvas. Pegamos diversos peixes, com ação na superfície e nos jigs. Após o almoço, fomos a um pedral submerso, muita ação de peixe no jig pindocando o fundo, ai erramos, saímos para ver outros pontos e largamos o filé, depois das 14 horas foi bem fraco. Mas dia top, alguns peixes bons, o maior 7lbs.



    calor bravo


    a bela represa 

    parceira do almoço


     
    a represa



     
     
     
    A noite fomos a um churrasquinho, muito dez, recomendo.


    Domingo saímos de outra rampa um pouco mais distante. Infelizmente neste ponto a água estava muito barrenta e poucas ações ate as 10 horas da manha. Então o guia conhecia um lago que ligava a represa, mas que por ser um canal estreito tinha aguá limpa, lá rumamos, acertada decisão, peixe bem ativo na superfície. 
    Agua turva



     
     
     
    Pausa para almoçarmos, flutuante recomendadíssimo. Cerveja gelada e muito colírio para os olhos...rsrsrs



    A igreja centenária e histórica de Porto Nacional

    A tarde batemos a região de água barrenta, ai foi bem fraco. pelo menos tinha muita cerveja...


    Gdes amigos, só vcs para me aguentarem

    Fim de tarde no centro do Brasil


    Na segunda-feira o Andrezinho tinha q voltar trabalhar, como meu voo era só as 17 horas, sai pescar sozinho até meio dia. Fomos direto ao pedral do primeiro dia, parecia lambari, embarcamos mais de 40 peixes até meio dia, com 7 peixes acima 50cm e pesos entre 7 e 8 libras, nem mudamos o ponto.
    O tempo amanheceu meio tímido












    Hora de ir embora
    Nada como um bom PF de estrada


     
    Material utilizado:

    Varas- Saint Croix 17 e 20lbs SCIII 5'7" by Waka Custom Rods
    Carretilhas Core51MG, Aldebaram 101MG7, Scorpion 51HG
    Linha-Power Pro 4 fios 40lbs
    Leader-Fluorcarbono 40lbs LineSystem
    Snap-Capela G
    Iscas mais utilizadas- Zigzarinha, Firestick, e jigs(4/0 14g)
     
    Contato do Guia Vitor no Tocantis:
    63-92031159
     
    Agradeço a Deus por esta vida maravilhosa
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Carlos Dini
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
    facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
     
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    Carlos Dini recebeu reputação de Alexandre Gomes de Almeida em Carlos Dini- Viagem épica atras dos famosos Xaréus GTs na Índia   
    Amigos, agora no fim de fevereiro fui atras de um dos peixes mais emblemáticos da pesca esportiva o Xaréu GT (Giant Trevally). Tudo começou há um ano atras, assistindo videos pelo youtube e vendo os pescadores utilizando varas enormes de baitcasting e com gdes poppers pegando aqueles monstros. Comecei a procurar pela internet e acabai achando uma operação na Índia feita por um Belga, o Capt Guy, iniciamos a troca de emails e em alguns dias estávamos de passagem compradas para que em 12 meses encontrássemos o famosos GTs.
    O GT é o maior representante de sua família, podendo chegar aos 80kgs, frequentam principalmente regiões de recifes nos mares quentes dos oceano Indico e oceano Pacifico Oriental. Come qualquer coisa que caiba na sua boca, até gaivotas que ficarem de bobeira. 
    Nossa opção foi ir aos confins da Índia, no mar de Andaman, na ilha de Havelock, uma ilha entre a Índia e a Tailândia. Em suas águas abundam os GTs, mas também uma infinidade de outros peixes como Groupers, BlueTrevally, atuns Yellowfin, Wahoo, Barracudas, Dogtouth tuna, Olho de boi, tubarões, peixes de bico, e mais uma quantidade incontável e especies.
    A ilha fica entre a India e a costa da Tailandia


     
    Só para juntar o material de pesca foi uma saga, são poucas informações, mas alguns amigos que já haviam ido me ajudaram, basicamente é igual pescar o tucunaré, só que usando uma vara e um molinete para pirarara, e poppers de 20-30cm e 100-200g...rsrsrs

    Dia da Viagem, no aeroporto de Guarulhos, fui ao encontro dos outros dois doidos que aceitaram entrar nesta o mestre Olimpico e o Claudio(famoso Crazy Dantas)

    Pensa num lugar longe, foram 48 horas para ir e mais 48 para voltar. Primeiro trecho foi até Paris, 10 horas de voo, pegar um pouco do inverno.
    Durante o voo, para embalar o sono

    Neste dia um fato interessante, lá depois de umas garrafas de vinho, começou me dar uma baita duma zonzeira, pensei "vou vomitar", culpa da empadinha..rsrsrs, fui no banheiro lavei o rosto, e pensei "o melhor seria deitar no chão, q logo passa", olhei para o chão do banheiro, não tive duvida, deitei lá e coloquei os pés em cima do assento sanitário, fechei os olhos e falei "daqui 15  minutos levanto". Caraca, acordei 2 horas depois, dormindo lá no chão, voltei e contei a historia e foi só risada. Bêbado é uma merda...
    Chegando ao inverno de Paris

    Conexão muito rápida, em 1 hora já estávamos de novo no avião.
    De lá embarcamos para a cidade de Chennay na costa sul da India oriental, mais 10 horas de voo...
    Primeiro contato com a culinária da Índia

    Chegando em Chennay, o contraste com o mundo ocidental é impressionante


    Salgadinho, mais tipico na Índia, a Samossa, feita de batata e recheada com pedaços de batata

    A índia é um pais extremamente militarizado, devido suas fronteiras, para entrar no aeroporto só com bilhete de embarque e vc na hora já é fiscalizado um guarda do exercito de fuzil na mão.
    Em Chennay, esperamos mais algumas horas para pegar uma conexão domestica, para a Ilha de Port Blair, que fica entre a India e a Tailandia, mais 2 horas de voo.

    Chegando em Port Blair, ai começa a sentir o choque cultural, legal que é igualzinho na TV, as pessoas vestidas de trajes típicos, vacas andando no meio da rua, transito caótico. Port Blair, como quase tudo na região foi colonia britânica, hoje é um polo turístico de europeus e indianos de castas mais altas, pois tem praias paradisíacas. Ficamos pouco nesta ilha, pois tínhamos que rapidamente ir ao porto pegar um balsa que nos levaria a uma ilha um pouco mais afastada, a ilha de Havelock.
    Transito em Port Blair


    São mais 2 horas de navegação, a ilha de Havelock, é uma ilha famosa, por quilômetros de praias e recifes desertos, muito procurada por que gosta de mergulho. Na Índia tudo é uma bagunça, lá esquece fila, entra quem vai passando na frente, mas com o Claudio falou "o caos se resolve sozinho", as malas são tiradas da balsa e vão sendo colocadas no meio de uma multidão, não sei como mas no final da tudo certo.
    A balsa


    a Ilha de Havelock

    Só a imagem do porto já paradisíaca

    a simples e bagunçada Havelock


    Nosso transfer

    https://photos.google.com/album/AF1QipO5yRYv9bDpfjks4B0lGxFMjLGSK-EiDAGnxDhV/photo/AF1QipPhGk98RDEOcNF9XIyJKvk_z3nOoSZjlE5NxrrS
    Nosso hotel RhadaChrishnaResort

    Para tornar a chegada mais agradavel

    A janta era algo a parte, achamos um restaturante muito bom, lagosta a 15 dolares

    Duro é acostumar com o sistema americano de pescaria, Full day -8 horas de pesca, e é 8 horas mesmo, não adianta chorar, começa as 8 da manha e termina pontualmente as 16 horas.
    No primeiro dia fomos em direção ao norte do arquipélago, já nos primeiros arremessos embarcamos os primeiros GTs, peixe muito forte, mas briga limpo. Perdemos muito peixe, pois cada arremesso são em torno de 100mts e ele bate normalmente nessa distancia, sua boca é muito dura, e nessa hora tem que sentar o sarrafo, perdemos muito peixes em toda pescaria, por falta de experiencia. Engana-se quem acha que é muita ação, como o guia falava "cast, cast, cast", tem que jogar muito e acreditar para conseguir um "bite".
    primeiro cafe da manha, ansiedade a mil


    A briga é bruta




    o stick, praticamente uma firestick


    cada noite um prato novo-Jack frito

    No segundo dia fomos em direção ao sul até uma outra gde ilha de nome Neil Island(conhecida por diversos resorts), foi nosso dia mais fraco, poucas ações de superficie e no jig o Claudio tirou uma bela Barracuda.
    Comercio local

    Nossa "crew", o guia Rawi(onico que fala ingles", o deckhand Waklo e o capitão Tiger , estes dois só falam Hindi e um dialeto local das ilhas, mas algumas palavara em ingles "cats to the reef- cast both sides- there, GT- thank you- last cast "





    o porto

    Rua principal


    passear de TukTuk


    jantar


    No terceiro dia fizemos, o que eles chamam de "Long Range Trip", saímos as 4 da manha navegamos por 3 horas até uma ilha afastada, de nome Barren Island, onde se encontra o único vulcão ativo da Índia. É simplesmente surreal, você arremessando na ilha e ele jogando cinzas, elas ficavam caindo no barco igual chuva. Lá é o paraíso dos atuns, é um atras do outro, com peso médio de 20-30kgs, com uma hora de pescaria tínhamos pego quase 10, com uma vara quebrada e enjoado deles, pedimos ao guia "no more tunas, just GTs" Dia muito fera, muitas ações de Gts, inclusive, no fim da pescaria, fiz um arremesso, bateu um GT pequeno, que se soltou, logo apareceu por baixo um casal de monstros, um deles acompanhou a isca até o barco, parecia um golfinho de tão gde, o guia estimou em mais de 50kgs. Para terminar fomos atras de outro peixe famoso o DogTouth Tuna, uma mistura de atum com Sororoca, peixe que só existe no oceano Indico e que pode chegar próximo dos 100kgs, pegamos alguns mas só de pequeno porte.
    o Vulcão em atividade, não tem palavras


    Blue Trevally


    Briga com os Tunas



     


    Vara quebrada pela força dos atuns




    O dog Touth Tuna

    Nosso almoço no barco

    A religião em todos os cantos

    jantar-camarão

    No quarto dia circundamos toda ilha principal, novamente muitas ações muitos peixes escapados.


    Trout Group






     
    jantar-carangueijo

    com direito a festa de aniversario

    No quinto dia, fomos a alguns recifes semi submersos mais afastados, dia tb de muita ação e até este momento focávamos principalmente nos gde poppers, ai que o Claudio começa jogar um stick de 21cm e trabalhar com pequenas paradas, fez muita diferença, muitas ações na linha dele.
    a divisão de castas na India é muito interessante, elas não se misturam


    Cafe da manha tipico da India, uma especie de pastel sem recheio, um cuscuz e curry

    Nosso barco






    Os pontos de pesca eram sempre assim de tirar o folego


    jantar-lula

    No sexto dia fomos tb novamente a recifes afastados da ilha, só que desta vez usamos muito mais sticks do que popper, logo no começo da manha embarco meu troféu, um monstro de 30kgs, briga muito violenta, quase arrasta vc para aguá, Este dia foi o mais ativo, fisguei e perdi mais de 10 GTs, ainda não peguei o tempo da ferrada.

    Coral Group





     
    Parada do almoço



     




    Para fechar com chave de ouro no ultimo spot, o Claudio jogava seu stick e gritava"vai Corinthians", particularmente se fosse no Brasil, perigo era de prender o parceiro, pois girto de presidiario,rsrsrs. Mas entre um grito e outro vem a explosão e mais um big GT embarcado. 

    Duro é a hora de cortar o snap

    Pescaria sem precedentes, Phodis é voltar 48hs novamente.


    a balsa na volta


    o BurgerKing mais triste do mundo

    a ultima na India

    Ultima escala, antes do Brasil, lá extraviaram toda minha bagagem, mas dois dias depois chegou, ufa... só de Stella..

    Para quiser conhecer vou deixar o contato do operador:
    Em termos de custos, gastamos 2000,00 euros cada um, 8mil reais, praticamente o custo de uma ida ao Rio Negro. e de vo comorando antecipado fica na casa dos 5mil reais.
    https://www.facebook.com/Andamangamefishing/
    https://www.andaman-gamefishing.com/?fbclid=IwAR3H7EcOpR94nt3X7LoKgs9J1pNsMkknfvMpCFbXz5FjEGDwDQVW7dHY6hQ
    info@andaman-gamefishing.com
     
     
    Equipamento utilizados:


    Carretilhas Stella 14000 modelos PG(para vertical) e XG(para popping)
    Varas Temple Reef e Carpenter de 2,5mts para linha PE6-8
    linhas PE 6 100lbs Ocea Shimano
    Leader 150lbs de monofilamento p Popping e 80lbs de fluorcarbono para jigging
    Metal jigs de 150 a 250g
    Popper e sticks de 100-200g/de 20-30cm
    Garateias 4/0 de gap largo
    Assist hook 7 a 9/0
     
    Quando voltei não via a hora de comer carne...

     
    Agradeço a Deus por esta vida maravilhosa
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Carlos Dini
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
    facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
     
     
  5. Upvote
    Carlos Dini recebeu reputação de Carlos Diego Train em Carlos Dini- Viagem épica atras dos famosos Xaréus GTs na Índia   
    Amigos, agora no fim de fevereiro fui atras de um dos peixes mais emblemáticos da pesca esportiva o Xaréu GT (Giant Trevally). Tudo começou há um ano atras, assistindo videos pelo youtube e vendo os pescadores utilizando varas enormes de baitcasting e com gdes poppers pegando aqueles monstros. Comecei a procurar pela internet e acabai achando uma operação na Índia feita por um Belga, o Capt Guy, iniciamos a troca de emails e em alguns dias estávamos de passagem compradas para que em 12 meses encontrássemos o famosos GTs.
    O GT é o maior representante de sua família, podendo chegar aos 80kgs, frequentam principalmente regiões de recifes nos mares quentes dos oceano Indico e oceano Pacifico Oriental. Come qualquer coisa que caiba na sua boca, até gaivotas que ficarem de bobeira. 
    Nossa opção foi ir aos confins da Índia, no mar de Andaman, na ilha de Havelock, uma ilha entre a Índia e a Tailândia. Em suas águas abundam os GTs, mas também uma infinidade de outros peixes como Groupers, BlueTrevally, atuns Yellowfin, Wahoo, Barracudas, Dogtouth tuna, Olho de boi, tubarões, peixes de bico, e mais uma quantidade incontável e especies.
    A ilha fica entre a India e a costa da Tailandia


     
    Só para juntar o material de pesca foi uma saga, são poucas informações, mas alguns amigos que já haviam ido me ajudaram, basicamente é igual pescar o tucunaré, só que usando uma vara e um molinete para pirarara, e poppers de 20-30cm e 100-200g...rsrsrs

    Dia da Viagem, no aeroporto de Guarulhos, fui ao encontro dos outros dois doidos que aceitaram entrar nesta o mestre Olimpico e o Claudio(famoso Crazy Dantas)

    Pensa num lugar longe, foram 48 horas para ir e mais 48 para voltar. Primeiro trecho foi até Paris, 10 horas de voo, pegar um pouco do inverno.
    Durante o voo, para embalar o sono

    Neste dia um fato interessante, lá depois de umas garrafas de vinho, começou me dar uma baita duma zonzeira, pensei "vou vomitar", culpa da empadinha..rsrsrs, fui no banheiro lavei o rosto, e pensei "o melhor seria deitar no chão, q logo passa", olhei para o chão do banheiro, não tive duvida, deitei lá e coloquei os pés em cima do assento sanitário, fechei os olhos e falei "daqui 15  minutos levanto". Caraca, acordei 2 horas depois, dormindo lá no chão, voltei e contei a historia e foi só risada. Bêbado é uma merda...
    Chegando ao inverno de Paris

    Conexão muito rápida, em 1 hora já estávamos de novo no avião.
    De lá embarcamos para a cidade de Chennay na costa sul da India oriental, mais 10 horas de voo...
    Primeiro contato com a culinária da Índia

    Chegando em Chennay, o contraste com o mundo ocidental é impressionante


    Salgadinho, mais tipico na Índia, a Samossa, feita de batata e recheada com pedaços de batata

    A índia é um pais extremamente militarizado, devido suas fronteiras, para entrar no aeroporto só com bilhete de embarque e vc na hora já é fiscalizado um guarda do exercito de fuzil na mão.
    Em Chennay, esperamos mais algumas horas para pegar uma conexão domestica, para a Ilha de Port Blair, que fica entre a India e a Tailandia, mais 2 horas de voo.

    Chegando em Port Blair, ai começa a sentir o choque cultural, legal que é igualzinho na TV, as pessoas vestidas de trajes típicos, vacas andando no meio da rua, transito caótico. Port Blair, como quase tudo na região foi colonia britânica, hoje é um polo turístico de europeus e indianos de castas mais altas, pois tem praias paradisíacas. Ficamos pouco nesta ilha, pois tínhamos que rapidamente ir ao porto pegar um balsa que nos levaria a uma ilha um pouco mais afastada, a ilha de Havelock.
    Transito em Port Blair


    São mais 2 horas de navegação, a ilha de Havelock, é uma ilha famosa, por quilômetros de praias e recifes desertos, muito procurada por que gosta de mergulho. Na Índia tudo é uma bagunça, lá esquece fila, entra quem vai passando na frente, mas com o Claudio falou "o caos se resolve sozinho", as malas são tiradas da balsa e vão sendo colocadas no meio de uma multidão, não sei como mas no final da tudo certo.
    A balsa


    a Ilha de Havelock

    Só a imagem do porto já paradisíaca

    a simples e bagunçada Havelock


    Nosso transfer

    https://photos.google.com/album/AF1QipO5yRYv9bDpfjks4B0lGxFMjLGSK-EiDAGnxDhV/photo/AF1QipPhGk98RDEOcNF9XIyJKvk_z3nOoSZjlE5NxrrS
    Nosso hotel RhadaChrishnaResort

    Para tornar a chegada mais agradavel

    A janta era algo a parte, achamos um restaturante muito bom, lagosta a 15 dolares

    Duro é acostumar com o sistema americano de pescaria, Full day -8 horas de pesca, e é 8 horas mesmo, não adianta chorar, começa as 8 da manha e termina pontualmente as 16 horas.
    No primeiro dia fomos em direção ao norte do arquipélago, já nos primeiros arremessos embarcamos os primeiros GTs, peixe muito forte, mas briga limpo. Perdemos muito peixe, pois cada arremesso são em torno de 100mts e ele bate normalmente nessa distancia, sua boca é muito dura, e nessa hora tem que sentar o sarrafo, perdemos muito peixes em toda pescaria, por falta de experiencia. Engana-se quem acha que é muita ação, como o guia falava "cast, cast, cast", tem que jogar muito e acreditar para conseguir um "bite".
    primeiro cafe da manha, ansiedade a mil


    A briga é bruta




    o stick, praticamente uma firestick


    cada noite um prato novo-Jack frito

    No segundo dia fomos em direção ao sul até uma outra gde ilha de nome Neil Island(conhecida por diversos resorts), foi nosso dia mais fraco, poucas ações de superficie e no jig o Claudio tirou uma bela Barracuda.
    Comercio local

    Nossa "crew", o guia Rawi(onico que fala ingles", o deckhand Waklo e o capitão Tiger , estes dois só falam Hindi e um dialeto local das ilhas, mas algumas palavara em ingles "cats to the reef- cast both sides- there, GT- thank you- last cast "





    o porto

    Rua principal


    passear de TukTuk


    jantar


    No terceiro dia fizemos, o que eles chamam de "Long Range Trip", saímos as 4 da manha navegamos por 3 horas até uma ilha afastada, de nome Barren Island, onde se encontra o único vulcão ativo da Índia. É simplesmente surreal, você arremessando na ilha e ele jogando cinzas, elas ficavam caindo no barco igual chuva. Lá é o paraíso dos atuns, é um atras do outro, com peso médio de 20-30kgs, com uma hora de pescaria tínhamos pego quase 10, com uma vara quebrada e enjoado deles, pedimos ao guia "no more tunas, just GTs" Dia muito fera, muitas ações de Gts, inclusive, no fim da pescaria, fiz um arremesso, bateu um GT pequeno, que se soltou, logo apareceu por baixo um casal de monstros, um deles acompanhou a isca até o barco, parecia um golfinho de tão gde, o guia estimou em mais de 50kgs. Para terminar fomos atras de outro peixe famoso o DogTouth Tuna, uma mistura de atum com Sororoca, peixe que só existe no oceano Indico e que pode chegar próximo dos 100kgs, pegamos alguns mas só de pequeno porte.
    o Vulcão em atividade, não tem palavras


    Blue Trevally


    Briga com os Tunas



     


    Vara quebrada pela força dos atuns




    O dog Touth Tuna

    Nosso almoço no barco

    A religião em todos os cantos

    jantar-camarão

    No quarto dia circundamos toda ilha principal, novamente muitas ações muitos peixes escapados.


    Trout Group






     
    jantar-carangueijo

    com direito a festa de aniversario

    No quinto dia, fomos a alguns recifes semi submersos mais afastados, dia tb de muita ação e até este momento focávamos principalmente nos gde poppers, ai que o Claudio começa jogar um stick de 21cm e trabalhar com pequenas paradas, fez muita diferença, muitas ações na linha dele.
    a divisão de castas na India é muito interessante, elas não se misturam


    Cafe da manha tipico da India, uma especie de pastel sem recheio, um cuscuz e curry

    Nosso barco






    Os pontos de pesca eram sempre assim de tirar o folego


    jantar-lula

    No sexto dia fomos tb novamente a recifes afastados da ilha, só que desta vez usamos muito mais sticks do que popper, logo no começo da manha embarco meu troféu, um monstro de 30kgs, briga muito violenta, quase arrasta vc para aguá, Este dia foi o mais ativo, fisguei e perdi mais de 10 GTs, ainda não peguei o tempo da ferrada.

    Coral Group





     
    Parada do almoço



     




    Para fechar com chave de ouro no ultimo spot, o Claudio jogava seu stick e gritava"vai Corinthians", particularmente se fosse no Brasil, perigo era de prender o parceiro, pois girto de presidiario,rsrsrs. Mas entre um grito e outro vem a explosão e mais um big GT embarcado. 

    Duro é a hora de cortar o snap

    Pescaria sem precedentes, Phodis é voltar 48hs novamente.


    a balsa na volta


    o BurgerKing mais triste do mundo

    a ultima na India

    Ultima escala, antes do Brasil, lá extraviaram toda minha bagagem, mas dois dias depois chegou, ufa... só de Stella..

    Para quiser conhecer vou deixar o contato do operador:
    Em termos de custos, gastamos 2000,00 euros cada um, 8mil reais, praticamente o custo de uma ida ao Rio Negro. e de vo comorando antecipado fica na casa dos 5mil reais.
    https://www.facebook.com/Andamangamefishing/
    https://www.andaman-gamefishing.com/?fbclid=IwAR3H7EcOpR94nt3X7LoKgs9J1pNsMkknfvMpCFbXz5FjEGDwDQVW7dHY6hQ
    info@andaman-gamefishing.com
     
     
    Equipamento utilizados:


    Carretilhas Stella 14000 modelos PG(para vertical) e XG(para popping)
    Varas Temple Reef e Carpenter de 2,5mts para linha PE6-8
    linhas PE 6 100lbs Ocea Shimano
    Leader 150lbs de monofilamento p Popping e 80lbs de fluorcarbono para jigging
    Metal jigs de 150 a 250g
    Popper e sticks de 100-200g/de 20-30cm
    Garateias 4/0 de gap largo
    Assist hook 7 a 9/0
     
    Quando voltei não via a hora de comer carne...

     
    Agradeço a Deus por esta vida maravilhosa
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Carlos Dini
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
    facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
     
     
  6. Upvote
    Carlos Dini recebeu reputação de Batista em Carlos Dini- Viagem épica atras dos famosos Xaréus GTs na Índia   
    Amigos, agora no fim de fevereiro fui atras de um dos peixes mais emblemáticos da pesca esportiva o Xaréu GT (Giant Trevally). Tudo começou há um ano atras, assistindo videos pelo youtube e vendo os pescadores utilizando varas enormes de baitcasting e com gdes poppers pegando aqueles monstros. Comecei a procurar pela internet e acabai achando uma operação na Índia feita por um Belga, o Capt Guy, iniciamos a troca de emails e em alguns dias estávamos de passagem compradas para que em 12 meses encontrássemos o famosos GTs.
    O GT é o maior representante de sua família, podendo chegar aos 80kgs, frequentam principalmente regiões de recifes nos mares quentes dos oceano Indico e oceano Pacifico Oriental. Come qualquer coisa que caiba na sua boca, até gaivotas que ficarem de bobeira. 
    Nossa opção foi ir aos confins da Índia, no mar de Andaman, na ilha de Havelock, uma ilha entre a Índia e a Tailândia. Em suas águas abundam os GTs, mas também uma infinidade de outros peixes como Groupers, BlueTrevally, atuns Yellowfin, Wahoo, Barracudas, Dogtouth tuna, Olho de boi, tubarões, peixes de bico, e mais uma quantidade incontável e especies.
    A ilha fica entre a India e a costa da Tailandia


     
    Só para juntar o material de pesca foi uma saga, são poucas informações, mas alguns amigos que já haviam ido me ajudaram, basicamente é igual pescar o tucunaré, só que usando uma vara e um molinete para pirarara, e poppers de 20-30cm e 100-200g...rsrsrs

    Dia da Viagem, no aeroporto de Guarulhos, fui ao encontro dos outros dois doidos que aceitaram entrar nesta o mestre Olimpico e o Claudio(famoso Crazy Dantas)

    Pensa num lugar longe, foram 48 horas para ir e mais 48 para voltar. Primeiro trecho foi até Paris, 10 horas de voo, pegar um pouco do inverno.
    Durante o voo, para embalar o sono

    Neste dia um fato interessante, lá depois de umas garrafas de vinho, começou me dar uma baita duma zonzeira, pensei "vou vomitar", culpa da empadinha..rsrsrs, fui no banheiro lavei o rosto, e pensei "o melhor seria deitar no chão, q logo passa", olhei para o chão do banheiro, não tive duvida, deitei lá e coloquei os pés em cima do assento sanitário, fechei os olhos e falei "daqui 15  minutos levanto". Caraca, acordei 2 horas depois, dormindo lá no chão, voltei e contei a historia e foi só risada. Bêbado é uma merda...
    Chegando ao inverno de Paris

    Conexão muito rápida, em 1 hora já estávamos de novo no avião.
    De lá embarcamos para a cidade de Chennay na costa sul da India oriental, mais 10 horas de voo...
    Primeiro contato com a culinária da Índia

    Chegando em Chennay, o contraste com o mundo ocidental é impressionante


    Salgadinho, mais tipico na Índia, a Samossa, feita de batata e recheada com pedaços de batata

    A índia é um pais extremamente militarizado, devido suas fronteiras, para entrar no aeroporto só com bilhete de embarque e vc na hora já é fiscalizado um guarda do exercito de fuzil na mão.
    Em Chennay, esperamos mais algumas horas para pegar uma conexão domestica, para a Ilha de Port Blair, que fica entre a India e a Tailandia, mais 2 horas de voo.

    Chegando em Port Blair, ai começa a sentir o choque cultural, legal que é igualzinho na TV, as pessoas vestidas de trajes típicos, vacas andando no meio da rua, transito caótico. Port Blair, como quase tudo na região foi colonia britânica, hoje é um polo turístico de europeus e indianos de castas mais altas, pois tem praias paradisíacas. Ficamos pouco nesta ilha, pois tínhamos que rapidamente ir ao porto pegar um balsa que nos levaria a uma ilha um pouco mais afastada, a ilha de Havelock.
    Transito em Port Blair


    São mais 2 horas de navegação, a ilha de Havelock, é uma ilha famosa, por quilômetros de praias e recifes desertos, muito procurada por que gosta de mergulho. Na Índia tudo é uma bagunça, lá esquece fila, entra quem vai passando na frente, mas com o Claudio falou "o caos se resolve sozinho", as malas são tiradas da balsa e vão sendo colocadas no meio de uma multidão, não sei como mas no final da tudo certo.
    A balsa


    a Ilha de Havelock

    Só a imagem do porto já paradisíaca

    a simples e bagunçada Havelock


    Nosso transfer

    https://photos.google.com/album/AF1QipO5yRYv9bDpfjks4B0lGxFMjLGSK-EiDAGnxDhV/photo/AF1QipPhGk98RDEOcNF9XIyJKvk_z3nOoSZjlE5NxrrS
    Nosso hotel RhadaChrishnaResort

    Para tornar a chegada mais agradavel

    A janta era algo a parte, achamos um restaturante muito bom, lagosta a 15 dolares

    Duro é acostumar com o sistema americano de pescaria, Full day -8 horas de pesca, e é 8 horas mesmo, não adianta chorar, começa as 8 da manha e termina pontualmente as 16 horas.
    No primeiro dia fomos em direção ao norte do arquipélago, já nos primeiros arremessos embarcamos os primeiros GTs, peixe muito forte, mas briga limpo. Perdemos muito peixe, pois cada arremesso são em torno de 100mts e ele bate normalmente nessa distancia, sua boca é muito dura, e nessa hora tem que sentar o sarrafo, perdemos muito peixes em toda pescaria, por falta de experiencia. Engana-se quem acha que é muita ação, como o guia falava "cast, cast, cast", tem que jogar muito e acreditar para conseguir um "bite".
    primeiro cafe da manha, ansiedade a mil


    A briga é bruta




    o stick, praticamente uma firestick


    cada noite um prato novo-Jack frito

    No segundo dia fomos em direção ao sul até uma outra gde ilha de nome Neil Island(conhecida por diversos resorts), foi nosso dia mais fraco, poucas ações de superficie e no jig o Claudio tirou uma bela Barracuda.
    Comercio local

    Nossa "crew", o guia Rawi(onico que fala ingles", o deckhand Waklo e o capitão Tiger , estes dois só falam Hindi e um dialeto local das ilhas, mas algumas palavara em ingles "cats to the reef- cast both sides- there, GT- thank you- last cast "





    o porto

    Rua principal


    passear de TukTuk


    jantar


    No terceiro dia fizemos, o que eles chamam de "Long Range Trip", saímos as 4 da manha navegamos por 3 horas até uma ilha afastada, de nome Barren Island, onde se encontra o único vulcão ativo da Índia. É simplesmente surreal, você arremessando na ilha e ele jogando cinzas, elas ficavam caindo no barco igual chuva. Lá é o paraíso dos atuns, é um atras do outro, com peso médio de 20-30kgs, com uma hora de pescaria tínhamos pego quase 10, com uma vara quebrada e enjoado deles, pedimos ao guia "no more tunas, just GTs" Dia muito fera, muitas ações de Gts, inclusive, no fim da pescaria, fiz um arremesso, bateu um GT pequeno, que se soltou, logo apareceu por baixo um casal de monstros, um deles acompanhou a isca até o barco, parecia um golfinho de tão gde, o guia estimou em mais de 50kgs. Para terminar fomos atras de outro peixe famoso o DogTouth Tuna, uma mistura de atum com Sororoca, peixe que só existe no oceano Indico e que pode chegar próximo dos 100kgs, pegamos alguns mas só de pequeno porte.
    o Vulcão em atividade, não tem palavras


    Blue Trevally


    Briga com os Tunas



     


    Vara quebrada pela força dos atuns




    O dog Touth Tuna

    Nosso almoço no barco

    A religião em todos os cantos

    jantar-camarão

    No quarto dia circundamos toda ilha principal, novamente muitas ações muitos peixes escapados.


    Trout Group






     
    jantar-carangueijo

    com direito a festa de aniversario

    No quinto dia, fomos a alguns recifes semi submersos mais afastados, dia tb de muita ação e até este momento focávamos principalmente nos gde poppers, ai que o Claudio começa jogar um stick de 21cm e trabalhar com pequenas paradas, fez muita diferença, muitas ações na linha dele.
    a divisão de castas na India é muito interessante, elas não se misturam


    Cafe da manha tipico da India, uma especie de pastel sem recheio, um cuscuz e curry

    Nosso barco






    Os pontos de pesca eram sempre assim de tirar o folego


    jantar-lula

    No sexto dia fomos tb novamente a recifes afastados da ilha, só que desta vez usamos muito mais sticks do que popper, logo no começo da manha embarco meu troféu, um monstro de 30kgs, briga muito violenta, quase arrasta vc para aguá, Este dia foi o mais ativo, fisguei e perdi mais de 10 GTs, ainda não peguei o tempo da ferrada.

    Coral Group





     
    Parada do almoço



     




    Para fechar com chave de ouro no ultimo spot, o Claudio jogava seu stick e gritava"vai Corinthians", particularmente se fosse no Brasil, perigo era de prender o parceiro, pois girto de presidiario,rsrsrs. Mas entre um grito e outro vem a explosão e mais um big GT embarcado. 

    Duro é a hora de cortar o snap

    Pescaria sem precedentes, Phodis é voltar 48hs novamente.


    a balsa na volta


    o BurgerKing mais triste do mundo

    a ultima na India

    Ultima escala, antes do Brasil, lá extraviaram toda minha bagagem, mas dois dias depois chegou, ufa... só de Stella..

    Para quiser conhecer vou deixar o contato do operador:
    Em termos de custos, gastamos 2000,00 euros cada um, 8mil reais, praticamente o custo de uma ida ao Rio Negro. e de vo comorando antecipado fica na casa dos 5mil reais.
    https://www.facebook.com/Andamangamefishing/
    https://www.andaman-gamefishing.com/?fbclid=IwAR3H7EcOpR94nt3X7LoKgs9J1pNsMkknfvMpCFbXz5FjEGDwDQVW7dHY6hQ
    info@andaman-gamefishing.com
     
     
    Equipamento utilizados:


    Carretilhas Stella 14000 modelos PG(para vertical) e XG(para popping)
    Varas Temple Reef e Carpenter de 2,5mts para linha PE6-8
    linhas PE 6 100lbs Ocea Shimano
    Leader 150lbs de monofilamento p Popping e 80lbs de fluorcarbono para jigging
    Metal jigs de 150 a 250g
    Popper e sticks de 100-200g/de 20-30cm
    Garateias 4/0 de gap largo
    Assist hook 7 a 9/0
     
    Quando voltei não via a hora de comer carne...

     
    Agradeço a Deus por esta vida maravilhosa
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Carlos Dini
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
    facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
     
     
  7. Upvote
    Carlos Dini recebeu reputação de Tassio Ferreira em Carlos Dini- Viagem épica atras dos famosos Xaréus GTs na Índia   
    Amigos, agora no fim de fevereiro fui atras de um dos peixes mais emblemáticos da pesca esportiva o Xaréu GT (Giant Trevally). Tudo começou há um ano atras, assistindo videos pelo youtube e vendo os pescadores utilizando varas enormes de baitcasting e com gdes poppers pegando aqueles monstros. Comecei a procurar pela internet e acabai achando uma operação na Índia feita por um Belga, o Capt Guy, iniciamos a troca de emails e em alguns dias estávamos de passagem compradas para que em 12 meses encontrássemos o famosos GTs.
    O GT é o maior representante de sua família, podendo chegar aos 80kgs, frequentam principalmente regiões de recifes nos mares quentes dos oceano Indico e oceano Pacifico Oriental. Come qualquer coisa que caiba na sua boca, até gaivotas que ficarem de bobeira. 
    Nossa opção foi ir aos confins da Índia, no mar de Andaman, na ilha de Havelock, uma ilha entre a Índia e a Tailândia. Em suas águas abundam os GTs, mas também uma infinidade de outros peixes como Groupers, BlueTrevally, atuns Yellowfin, Wahoo, Barracudas, Dogtouth tuna, Olho de boi, tubarões, peixes de bico, e mais uma quantidade incontável e especies.
    A ilha fica entre a India e a costa da Tailandia


     
    Só para juntar o material de pesca foi uma saga, são poucas informações, mas alguns amigos que já haviam ido me ajudaram, basicamente é igual pescar o tucunaré, só que usando uma vara e um molinete para pirarara, e poppers de 20-30cm e 100-200g...rsrsrs

    Dia da Viagem, no aeroporto de Guarulhos, fui ao encontro dos outros dois doidos que aceitaram entrar nesta o mestre Olimpico e o Claudio(famoso Crazy Dantas)

    Pensa num lugar longe, foram 48 horas para ir e mais 48 para voltar. Primeiro trecho foi até Paris, 10 horas de voo, pegar um pouco do inverno.
    Durante o voo, para embalar o sono

    Neste dia um fato interessante, lá depois de umas garrafas de vinho, começou me dar uma baita duma zonzeira, pensei "vou vomitar", culpa da empadinha..rsrsrs, fui no banheiro lavei o rosto, e pensei "o melhor seria deitar no chão, q logo passa", olhei para o chão do banheiro, não tive duvida, deitei lá e coloquei os pés em cima do assento sanitário, fechei os olhos e falei "daqui 15  minutos levanto". Caraca, acordei 2 horas depois, dormindo lá no chão, voltei e contei a historia e foi só risada. Bêbado é uma merda...
    Chegando ao inverno de Paris

    Conexão muito rápida, em 1 hora já estávamos de novo no avião.
    De lá embarcamos para a cidade de Chennay na costa sul da India oriental, mais 10 horas de voo...
    Primeiro contato com a culinária da Índia

    Chegando em Chennay, o contraste com o mundo ocidental é impressionante


    Salgadinho, mais tipico na Índia, a Samossa, feita de batata e recheada com pedaços de batata

    A índia é um pais extremamente militarizado, devido suas fronteiras, para entrar no aeroporto só com bilhete de embarque e vc na hora já é fiscalizado um guarda do exercito de fuzil na mão.
    Em Chennay, esperamos mais algumas horas para pegar uma conexão domestica, para a Ilha de Port Blair, que fica entre a India e a Tailandia, mais 2 horas de voo.

    Chegando em Port Blair, ai começa a sentir o choque cultural, legal que é igualzinho na TV, as pessoas vestidas de trajes típicos, vacas andando no meio da rua, transito caótico. Port Blair, como quase tudo na região foi colonia britânica, hoje é um polo turístico de europeus e indianos de castas mais altas, pois tem praias paradisíacas. Ficamos pouco nesta ilha, pois tínhamos que rapidamente ir ao porto pegar um balsa que nos levaria a uma ilha um pouco mais afastada, a ilha de Havelock.
    Transito em Port Blair


    São mais 2 horas de navegação, a ilha de Havelock, é uma ilha famosa, por quilômetros de praias e recifes desertos, muito procurada por que gosta de mergulho. Na Índia tudo é uma bagunça, lá esquece fila, entra quem vai passando na frente, mas com o Claudio falou "o caos se resolve sozinho", as malas são tiradas da balsa e vão sendo colocadas no meio de uma multidão, não sei como mas no final da tudo certo.
    A balsa


    a Ilha de Havelock

    Só a imagem do porto já paradisíaca

    a simples e bagunçada Havelock


    Nosso transfer

    https://photos.google.com/album/AF1QipO5yRYv9bDpfjks4B0lGxFMjLGSK-EiDAGnxDhV/photo/AF1QipPhGk98RDEOcNF9XIyJKvk_z3nOoSZjlE5NxrrS
    Nosso hotel RhadaChrishnaResort

    Para tornar a chegada mais agradavel

    A janta era algo a parte, achamos um restaturante muito bom, lagosta a 15 dolares

    Duro é acostumar com o sistema americano de pescaria, Full day -8 horas de pesca, e é 8 horas mesmo, não adianta chorar, começa as 8 da manha e termina pontualmente as 16 horas.
    No primeiro dia fomos em direção ao norte do arquipélago, já nos primeiros arremessos embarcamos os primeiros GTs, peixe muito forte, mas briga limpo. Perdemos muito peixe, pois cada arremesso são em torno de 100mts e ele bate normalmente nessa distancia, sua boca é muito dura, e nessa hora tem que sentar o sarrafo, perdemos muito peixes em toda pescaria, por falta de experiencia. Engana-se quem acha que é muita ação, como o guia falava "cast, cast, cast", tem que jogar muito e acreditar para conseguir um "bite".
    primeiro cafe da manha, ansiedade a mil


    A briga é bruta




    o stick, praticamente uma firestick


    cada noite um prato novo-Jack frito

    No segundo dia fomos em direção ao sul até uma outra gde ilha de nome Neil Island(conhecida por diversos resorts), foi nosso dia mais fraco, poucas ações de superficie e no jig o Claudio tirou uma bela Barracuda.
    Comercio local

    Nossa "crew", o guia Rawi(onico que fala ingles", o deckhand Waklo e o capitão Tiger , estes dois só falam Hindi e um dialeto local das ilhas, mas algumas palavara em ingles "cats to the reef- cast both sides- there, GT- thank you- last cast "





    o porto

    Rua principal


    passear de TukTuk


    jantar


    No terceiro dia fizemos, o que eles chamam de "Long Range Trip", saímos as 4 da manha navegamos por 3 horas até uma ilha afastada, de nome Barren Island, onde se encontra o único vulcão ativo da Índia. É simplesmente surreal, você arremessando na ilha e ele jogando cinzas, elas ficavam caindo no barco igual chuva. Lá é o paraíso dos atuns, é um atras do outro, com peso médio de 20-30kgs, com uma hora de pescaria tínhamos pego quase 10, com uma vara quebrada e enjoado deles, pedimos ao guia "no more tunas, just GTs" Dia muito fera, muitas ações de Gts, inclusive, no fim da pescaria, fiz um arremesso, bateu um GT pequeno, que se soltou, logo apareceu por baixo um casal de monstros, um deles acompanhou a isca até o barco, parecia um golfinho de tão gde, o guia estimou em mais de 50kgs. Para terminar fomos atras de outro peixe famoso o DogTouth Tuna, uma mistura de atum com Sororoca, peixe que só existe no oceano Indico e que pode chegar próximo dos 100kgs, pegamos alguns mas só de pequeno porte.
    o Vulcão em atividade, não tem palavras


    Blue Trevally


    Briga com os Tunas



     


    Vara quebrada pela força dos atuns




    O dog Touth Tuna

    Nosso almoço no barco

    A religião em todos os cantos

    jantar-camarão

    No quarto dia circundamos toda ilha principal, novamente muitas ações muitos peixes escapados.


    Trout Group






     
    jantar-carangueijo

    com direito a festa de aniversario

    No quinto dia, fomos a alguns recifes semi submersos mais afastados, dia tb de muita ação e até este momento focávamos principalmente nos gde poppers, ai que o Claudio começa jogar um stick de 21cm e trabalhar com pequenas paradas, fez muita diferença, muitas ações na linha dele.
    a divisão de castas na India é muito interessante, elas não se misturam


    Cafe da manha tipico da India, uma especie de pastel sem recheio, um cuscuz e curry

    Nosso barco






    Os pontos de pesca eram sempre assim de tirar o folego


    jantar-lula

    No sexto dia fomos tb novamente a recifes afastados da ilha, só que desta vez usamos muito mais sticks do que popper, logo no começo da manha embarco meu troféu, um monstro de 30kgs, briga muito violenta, quase arrasta vc para aguá, Este dia foi o mais ativo, fisguei e perdi mais de 10 GTs, ainda não peguei o tempo da ferrada.

    Coral Group





     
    Parada do almoço



     




    Para fechar com chave de ouro no ultimo spot, o Claudio jogava seu stick e gritava"vai Corinthians", particularmente se fosse no Brasil, perigo era de prender o parceiro, pois girto de presidiario,rsrsrs. Mas entre um grito e outro vem a explosão e mais um big GT embarcado. 

    Duro é a hora de cortar o snap

    Pescaria sem precedentes, Phodis é voltar 48hs novamente.


    a balsa na volta


    o BurgerKing mais triste do mundo

    a ultima na India

    Ultima escala, antes do Brasil, lá extraviaram toda minha bagagem, mas dois dias depois chegou, ufa... só de Stella..

    Para quiser conhecer vou deixar o contato do operador:
    Em termos de custos, gastamos 2000,00 euros cada um, 8mil reais, praticamente o custo de uma ida ao Rio Negro. e de vo comorando antecipado fica na casa dos 5mil reais.
    https://www.facebook.com/Andamangamefishing/
    https://www.andaman-gamefishing.com/?fbclid=IwAR3H7EcOpR94nt3X7LoKgs9J1pNsMkknfvMpCFbXz5FjEGDwDQVW7dHY6hQ
    info@andaman-gamefishing.com
     
     
    Equipamento utilizados:


    Carretilhas Stella 14000 modelos PG(para vertical) e XG(para popping)
    Varas Temple Reef e Carpenter de 2,5mts para linha PE6-8
    linhas PE 6 100lbs Ocea Shimano
    Leader 150lbs de monofilamento p Popping e 80lbs de fluorcarbono para jigging
    Metal jigs de 150 a 250g
    Popper e sticks de 100-200g/de 20-30cm
    Garateias 4/0 de gap largo
    Assist hook 7 a 9/0
     
    Quando voltei não via a hora de comer carne...

     
    Agradeço a Deus por esta vida maravilhosa
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Carlos Dini
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
    facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
     
     
  8. Upvote
    Carlos Dini recebeu reputação de Guto Pinto em Carlos Dini- Viagem épica atras dos famosos Xaréus GTs na Índia   
    Amigos, agora no fim de fevereiro fui atras de um dos peixes mais emblemáticos da pesca esportiva o Xaréu GT (Giant Trevally). Tudo começou há um ano atras, assistindo videos pelo youtube e vendo os pescadores utilizando varas enormes de baitcasting e com gdes poppers pegando aqueles monstros. Comecei a procurar pela internet e acabai achando uma operação na Índia feita por um Belga, o Capt Guy, iniciamos a troca de emails e em alguns dias estávamos de passagem compradas para que em 12 meses encontrássemos o famosos GTs.
    O GT é o maior representante de sua família, podendo chegar aos 80kgs, frequentam principalmente regiões de recifes nos mares quentes dos oceano Indico e oceano Pacifico Oriental. Come qualquer coisa que caiba na sua boca, até gaivotas que ficarem de bobeira. 
    Nossa opção foi ir aos confins da Índia, no mar de Andaman, na ilha de Havelock, uma ilha entre a Índia e a Tailândia. Em suas águas abundam os GTs, mas também uma infinidade de outros peixes como Groupers, BlueTrevally, atuns Yellowfin, Wahoo, Barracudas, Dogtouth tuna, Olho de boi, tubarões, peixes de bico, e mais uma quantidade incontável e especies.
    A ilha fica entre a India e a costa da Tailandia


     
    Só para juntar o material de pesca foi uma saga, são poucas informações, mas alguns amigos que já haviam ido me ajudaram, basicamente é igual pescar o tucunaré, só que usando uma vara e um molinete para pirarara, e poppers de 20-30cm e 100-200g...rsrsrs

    Dia da Viagem, no aeroporto de Guarulhos, fui ao encontro dos outros dois doidos que aceitaram entrar nesta o mestre Olimpico e o Claudio(famoso Crazy Dantas)

    Pensa num lugar longe, foram 48 horas para ir e mais 48 para voltar. Primeiro trecho foi até Paris, 10 horas de voo, pegar um pouco do inverno.
    Durante o voo, para embalar o sono

    Neste dia um fato interessante, lá depois de umas garrafas de vinho, começou me dar uma baita duma zonzeira, pensei "vou vomitar", culpa da empadinha..rsrsrs, fui no banheiro lavei o rosto, e pensei "o melhor seria deitar no chão, q logo passa", olhei para o chão do banheiro, não tive duvida, deitei lá e coloquei os pés em cima do assento sanitário, fechei os olhos e falei "daqui 15  minutos levanto". Caraca, acordei 2 horas depois, dormindo lá no chão, voltei e contei a historia e foi só risada. Bêbado é uma merda...
    Chegando ao inverno de Paris

    Conexão muito rápida, em 1 hora já estávamos de novo no avião.
    De lá embarcamos para a cidade de Chennay na costa sul da India oriental, mais 10 horas de voo...
    Primeiro contato com a culinária da Índia

    Chegando em Chennay, o contraste com o mundo ocidental é impressionante


    Salgadinho, mais tipico na Índia, a Samossa, feita de batata e recheada com pedaços de batata

    A índia é um pais extremamente militarizado, devido suas fronteiras, para entrar no aeroporto só com bilhete de embarque e vc na hora já é fiscalizado um guarda do exercito de fuzil na mão.
    Em Chennay, esperamos mais algumas horas para pegar uma conexão domestica, para a Ilha de Port Blair, que fica entre a India e a Tailandia, mais 2 horas de voo.

    Chegando em Port Blair, ai começa a sentir o choque cultural, legal que é igualzinho na TV, as pessoas vestidas de trajes típicos, vacas andando no meio da rua, transito caótico. Port Blair, como quase tudo na região foi colonia britânica, hoje é um polo turístico de europeus e indianos de castas mais altas, pois tem praias paradisíacas. Ficamos pouco nesta ilha, pois tínhamos que rapidamente ir ao porto pegar um balsa que nos levaria a uma ilha um pouco mais afastada, a ilha de Havelock.
    Transito em Port Blair


    São mais 2 horas de navegação, a ilha de Havelock, é uma ilha famosa, por quilômetros de praias e recifes desertos, muito procurada por que gosta de mergulho. Na Índia tudo é uma bagunça, lá esquece fila, entra quem vai passando na frente, mas com o Claudio falou "o caos se resolve sozinho", as malas são tiradas da balsa e vão sendo colocadas no meio de uma multidão, não sei como mas no final da tudo certo.
    A balsa


    a Ilha de Havelock

    Só a imagem do porto já paradisíaca

    a simples e bagunçada Havelock


    Nosso transfer

    https://photos.google.com/album/AF1QipO5yRYv9bDpfjks4B0lGxFMjLGSK-EiDAGnxDhV/photo/AF1QipPhGk98RDEOcNF9XIyJKvk_z3nOoSZjlE5NxrrS
    Nosso hotel RhadaChrishnaResort

    Para tornar a chegada mais agradavel

    A janta era algo a parte, achamos um restaturante muito bom, lagosta a 15 dolares

    Duro é acostumar com o sistema americano de pescaria, Full day -8 horas de pesca, e é 8 horas mesmo, não adianta chorar, começa as 8 da manha e termina pontualmente as 16 horas.
    No primeiro dia fomos em direção ao norte do arquipélago, já nos primeiros arremessos embarcamos os primeiros GTs, peixe muito forte, mas briga limpo. Perdemos muito peixe, pois cada arremesso são em torno de 100mts e ele bate normalmente nessa distancia, sua boca é muito dura, e nessa hora tem que sentar o sarrafo, perdemos muito peixes em toda pescaria, por falta de experiencia. Engana-se quem acha que é muita ação, como o guia falava "cast, cast, cast", tem que jogar muito e acreditar para conseguir um "bite".
    primeiro cafe da manha, ansiedade a mil


    A briga é bruta




    o stick, praticamente uma firestick


    cada noite um prato novo-Jack frito

    No segundo dia fomos em direção ao sul até uma outra gde ilha de nome Neil Island(conhecida por diversos resorts), foi nosso dia mais fraco, poucas ações de superficie e no jig o Claudio tirou uma bela Barracuda.
    Comercio local

    Nossa "crew", o guia Rawi(onico que fala ingles", o deckhand Waklo e o capitão Tiger , estes dois só falam Hindi e um dialeto local das ilhas, mas algumas palavara em ingles "cats to the reef- cast both sides- there, GT- thank you- last cast "





    o porto

    Rua principal


    passear de TukTuk


    jantar


    No terceiro dia fizemos, o que eles chamam de "Long Range Trip", saímos as 4 da manha navegamos por 3 horas até uma ilha afastada, de nome Barren Island, onde se encontra o único vulcão ativo da Índia. É simplesmente surreal, você arremessando na ilha e ele jogando cinzas, elas ficavam caindo no barco igual chuva. Lá é o paraíso dos atuns, é um atras do outro, com peso médio de 20-30kgs, com uma hora de pescaria tínhamos pego quase 10, com uma vara quebrada e enjoado deles, pedimos ao guia "no more tunas, just GTs" Dia muito fera, muitas ações de Gts, inclusive, no fim da pescaria, fiz um arremesso, bateu um GT pequeno, que se soltou, logo apareceu por baixo um casal de monstros, um deles acompanhou a isca até o barco, parecia um golfinho de tão gde, o guia estimou em mais de 50kgs. Para terminar fomos atras de outro peixe famoso o DogTouth Tuna, uma mistura de atum com Sororoca, peixe que só existe no oceano Indico e que pode chegar próximo dos 100kgs, pegamos alguns mas só de pequeno porte.
    o Vulcão em atividade, não tem palavras


    Blue Trevally


    Briga com os Tunas



     


    Vara quebrada pela força dos atuns




    O dog Touth Tuna

    Nosso almoço no barco

    A religião em todos os cantos

    jantar-camarão

    No quarto dia circundamos toda ilha principal, novamente muitas ações muitos peixes escapados.


    Trout Group






     
    jantar-carangueijo

    com direito a festa de aniversario

    No quinto dia, fomos a alguns recifes semi submersos mais afastados, dia tb de muita ação e até este momento focávamos principalmente nos gde poppers, ai que o Claudio começa jogar um stick de 21cm e trabalhar com pequenas paradas, fez muita diferença, muitas ações na linha dele.
    a divisão de castas na India é muito interessante, elas não se misturam


    Cafe da manha tipico da India, uma especie de pastel sem recheio, um cuscuz e curry

    Nosso barco






    Os pontos de pesca eram sempre assim de tirar o folego


    jantar-lula

    No sexto dia fomos tb novamente a recifes afastados da ilha, só que desta vez usamos muito mais sticks do que popper, logo no começo da manha embarco meu troféu, um monstro de 30kgs, briga muito violenta, quase arrasta vc para aguá, Este dia foi o mais ativo, fisguei e perdi mais de 10 GTs, ainda não peguei o tempo da ferrada.

    Coral Group





     
    Parada do almoço



     




    Para fechar com chave de ouro no ultimo spot, o Claudio jogava seu stick e gritava"vai Corinthians", particularmente se fosse no Brasil, perigo era de prender o parceiro, pois girto de presidiario,rsrsrs. Mas entre um grito e outro vem a explosão e mais um big GT embarcado. 

    Duro é a hora de cortar o snap

    Pescaria sem precedentes, Phodis é voltar 48hs novamente.


    a balsa na volta


    o BurgerKing mais triste do mundo

    a ultima na India

    Ultima escala, antes do Brasil, lá extraviaram toda minha bagagem, mas dois dias depois chegou, ufa... só de Stella..

    Para quiser conhecer vou deixar o contato do operador:
    Em termos de custos, gastamos 2000,00 euros cada um, 8mil reais, praticamente o custo de uma ida ao Rio Negro. e de vo comorando antecipado fica na casa dos 5mil reais.
    https://www.facebook.com/Andamangamefishing/
    https://www.andaman-gamefishing.com/?fbclid=IwAR3H7EcOpR94nt3X7LoKgs9J1pNsMkknfvMpCFbXz5FjEGDwDQVW7dHY6hQ
    info@andaman-gamefishing.com
     
     
    Equipamento utilizados:


    Carretilhas Stella 14000 modelos PG(para vertical) e XG(para popping)
    Varas Temple Reef e Carpenter de 2,5mts para linha PE6-8
    linhas PE 6 100lbs Ocea Shimano
    Leader 150lbs de monofilamento p Popping e 80lbs de fluorcarbono para jigging
    Metal jigs de 150 a 250g
    Popper e sticks de 100-200g/de 20-30cm
    Garateias 4/0 de gap largo
    Assist hook 7 a 9/0
     
    Quando voltei não via a hora de comer carne...

     
    Agradeço a Deus por esta vida maravilhosa
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Carlos Dini
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
    facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
     
     
  9. Upvote
    Carlos Dini recebeu reputação de Francisco Colla em Carlos Dini- Viagem épica atras dos famosos Xaréus GTs na Índia   
    Amigos, agora no fim de fevereiro fui atras de um dos peixes mais emblemáticos da pesca esportiva o Xaréu GT (Giant Trevally). Tudo começou há um ano atras, assistindo videos pelo youtube e vendo os pescadores utilizando varas enormes de baitcasting e com gdes poppers pegando aqueles monstros. Comecei a procurar pela internet e acabai achando uma operação na Índia feita por um Belga, o Capt Guy, iniciamos a troca de emails e em alguns dias estávamos de passagem compradas para que em 12 meses encontrássemos o famosos GTs.
    O GT é o maior representante de sua família, podendo chegar aos 80kgs, frequentam principalmente regiões de recifes nos mares quentes dos oceano Indico e oceano Pacifico Oriental. Come qualquer coisa que caiba na sua boca, até gaivotas que ficarem de bobeira. 
    Nossa opção foi ir aos confins da Índia, no mar de Andaman, na ilha de Havelock, uma ilha entre a Índia e a Tailândia. Em suas águas abundam os GTs, mas também uma infinidade de outros peixes como Groupers, BlueTrevally, atuns Yellowfin, Wahoo, Barracudas, Dogtouth tuna, Olho de boi, tubarões, peixes de bico, e mais uma quantidade incontável e especies.
    A ilha fica entre a India e a costa da Tailandia


     
    Só para juntar o material de pesca foi uma saga, são poucas informações, mas alguns amigos que já haviam ido me ajudaram, basicamente é igual pescar o tucunaré, só que usando uma vara e um molinete para pirarara, e poppers de 20-30cm e 100-200g...rsrsrs

    Dia da Viagem, no aeroporto de Guarulhos, fui ao encontro dos outros dois doidos que aceitaram entrar nesta o mestre Olimpico e o Claudio(famoso Crazy Dantas)

    Pensa num lugar longe, foram 48 horas para ir e mais 48 para voltar. Primeiro trecho foi até Paris, 10 horas de voo, pegar um pouco do inverno.
    Durante o voo, para embalar o sono

    Neste dia um fato interessante, lá depois de umas garrafas de vinho, começou me dar uma baita duma zonzeira, pensei "vou vomitar", culpa da empadinha..rsrsrs, fui no banheiro lavei o rosto, e pensei "o melhor seria deitar no chão, q logo passa", olhei para o chão do banheiro, não tive duvida, deitei lá e coloquei os pés em cima do assento sanitário, fechei os olhos e falei "daqui 15  minutos levanto". Caraca, acordei 2 horas depois, dormindo lá no chão, voltei e contei a historia e foi só risada. Bêbado é uma merda...
    Chegando ao inverno de Paris

    Conexão muito rápida, em 1 hora já estávamos de novo no avião.
    De lá embarcamos para a cidade de Chennay na costa sul da India oriental, mais 10 horas de voo...
    Primeiro contato com a culinária da Índia

    Chegando em Chennay, o contraste com o mundo ocidental é impressionante


    Salgadinho, mais tipico na Índia, a Samossa, feita de batata e recheada com pedaços de batata

    A índia é um pais extremamente militarizado, devido suas fronteiras, para entrar no aeroporto só com bilhete de embarque e vc na hora já é fiscalizado um guarda do exercito de fuzil na mão.
    Em Chennay, esperamos mais algumas horas para pegar uma conexão domestica, para a Ilha de Port Blair, que fica entre a India e a Tailandia, mais 2 horas de voo.

    Chegando em Port Blair, ai começa a sentir o choque cultural, legal que é igualzinho na TV, as pessoas vestidas de trajes típicos, vacas andando no meio da rua, transito caótico. Port Blair, como quase tudo na região foi colonia britânica, hoje é um polo turístico de europeus e indianos de castas mais altas, pois tem praias paradisíacas. Ficamos pouco nesta ilha, pois tínhamos que rapidamente ir ao porto pegar um balsa que nos levaria a uma ilha um pouco mais afastada, a ilha de Havelock.
    Transito em Port Blair


    São mais 2 horas de navegação, a ilha de Havelock, é uma ilha famosa, por quilômetros de praias e recifes desertos, muito procurada por que gosta de mergulho. Na Índia tudo é uma bagunça, lá esquece fila, entra quem vai passando na frente, mas com o Claudio falou "o caos se resolve sozinho", as malas são tiradas da balsa e vão sendo colocadas no meio de uma multidão, não sei como mas no final da tudo certo.
    A balsa


    a Ilha de Havelock

    Só a imagem do porto já paradisíaca

    a simples e bagunçada Havelock


    Nosso transfer

    https://photos.google.com/album/AF1QipO5yRYv9bDpfjks4B0lGxFMjLGSK-EiDAGnxDhV/photo/AF1QipPhGk98RDEOcNF9XIyJKvk_z3nOoSZjlE5NxrrS
    Nosso hotel RhadaChrishnaResort

    Para tornar a chegada mais agradavel

    A janta era algo a parte, achamos um restaturante muito bom, lagosta a 15 dolares

    Duro é acostumar com o sistema americano de pescaria, Full day -8 horas de pesca, e é 8 horas mesmo, não adianta chorar, começa as 8 da manha e termina pontualmente as 16 horas.
    No primeiro dia fomos em direção ao norte do arquipélago, já nos primeiros arremessos embarcamos os primeiros GTs, peixe muito forte, mas briga limpo. Perdemos muito peixe, pois cada arremesso são em torno de 100mts e ele bate normalmente nessa distancia, sua boca é muito dura, e nessa hora tem que sentar o sarrafo, perdemos muito peixes em toda pescaria, por falta de experiencia. Engana-se quem acha que é muita ação, como o guia falava "cast, cast, cast", tem que jogar muito e acreditar para conseguir um "bite".
    primeiro cafe da manha, ansiedade a mil


    A briga é bruta




    o stick, praticamente uma firestick


    cada noite um prato novo-Jack frito

    No segundo dia fomos em direção ao sul até uma outra gde ilha de nome Neil Island(conhecida por diversos resorts), foi nosso dia mais fraco, poucas ações de superficie e no jig o Claudio tirou uma bela Barracuda.
    Comercio local

    Nossa "crew", o guia Rawi(onico que fala ingles", o deckhand Waklo e o capitão Tiger , estes dois só falam Hindi e um dialeto local das ilhas, mas algumas palavara em ingles "cats to the reef- cast both sides- there, GT- thank you- last cast "





    o porto

    Rua principal


    passear de TukTuk


    jantar


    No terceiro dia fizemos, o que eles chamam de "Long Range Trip", saímos as 4 da manha navegamos por 3 horas até uma ilha afastada, de nome Barren Island, onde se encontra o único vulcão ativo da Índia. É simplesmente surreal, você arremessando na ilha e ele jogando cinzas, elas ficavam caindo no barco igual chuva. Lá é o paraíso dos atuns, é um atras do outro, com peso médio de 20-30kgs, com uma hora de pescaria tínhamos pego quase 10, com uma vara quebrada e enjoado deles, pedimos ao guia "no more tunas, just GTs" Dia muito fera, muitas ações de Gts, inclusive, no fim da pescaria, fiz um arremesso, bateu um GT pequeno, que se soltou, logo apareceu por baixo um casal de monstros, um deles acompanhou a isca até o barco, parecia um golfinho de tão gde, o guia estimou em mais de 50kgs. Para terminar fomos atras de outro peixe famoso o DogTouth Tuna, uma mistura de atum com Sororoca, peixe que só existe no oceano Indico e que pode chegar próximo dos 100kgs, pegamos alguns mas só de pequeno porte.
    o Vulcão em atividade, não tem palavras


    Blue Trevally


    Briga com os Tunas



     


    Vara quebrada pela força dos atuns




    O dog Touth Tuna

    Nosso almoço no barco

    A religião em todos os cantos

    jantar-camarão

    No quarto dia circundamos toda ilha principal, novamente muitas ações muitos peixes escapados.


    Trout Group






     
    jantar-carangueijo

    com direito a festa de aniversario

    No quinto dia, fomos a alguns recifes semi submersos mais afastados, dia tb de muita ação e até este momento focávamos principalmente nos gde poppers, ai que o Claudio começa jogar um stick de 21cm e trabalhar com pequenas paradas, fez muita diferença, muitas ações na linha dele.
    a divisão de castas na India é muito interessante, elas não se misturam


    Cafe da manha tipico da India, uma especie de pastel sem recheio, um cuscuz e curry

    Nosso barco






    Os pontos de pesca eram sempre assim de tirar o folego


    jantar-lula

    No sexto dia fomos tb novamente a recifes afastados da ilha, só que desta vez usamos muito mais sticks do que popper, logo no começo da manha embarco meu troféu, um monstro de 30kgs, briga muito violenta, quase arrasta vc para aguá, Este dia foi o mais ativo, fisguei e perdi mais de 10 GTs, ainda não peguei o tempo da ferrada.

    Coral Group





     
    Parada do almoço



     




    Para fechar com chave de ouro no ultimo spot, o Claudio jogava seu stick e gritava"vai Corinthians", particularmente se fosse no Brasil, perigo era de prender o parceiro, pois girto de presidiario,rsrsrs. Mas entre um grito e outro vem a explosão e mais um big GT embarcado. 

    Duro é a hora de cortar o snap

    Pescaria sem precedentes, Phodis é voltar 48hs novamente.


    a balsa na volta


    o BurgerKing mais triste do mundo

    a ultima na India

    Ultima escala, antes do Brasil, lá extraviaram toda minha bagagem, mas dois dias depois chegou, ufa... só de Stella..

    Para quiser conhecer vou deixar o contato do operador:
    Em termos de custos, gastamos 2000,00 euros cada um, 8mil reais, praticamente o custo de uma ida ao Rio Negro. e de vo comorando antecipado fica na casa dos 5mil reais.
    https://www.facebook.com/Andamangamefishing/
    https://www.andaman-gamefishing.com/?fbclid=IwAR3H7EcOpR94nt3X7LoKgs9J1pNsMkknfvMpCFbXz5FjEGDwDQVW7dHY6hQ
    info@andaman-gamefishing.com
     
     
    Equipamento utilizados:


    Carretilhas Stella 14000 modelos PG(para vertical) e XG(para popping)
    Varas Temple Reef e Carpenter de 2,5mts para linha PE6-8
    linhas PE 6 100lbs Ocea Shimano
    Leader 150lbs de monofilamento p Popping e 80lbs de fluorcarbono para jigging
    Metal jigs de 150 a 250g
    Popper e sticks de 100-200g/de 20-30cm
    Garateias 4/0 de gap largo
    Assist hook 7 a 9/0
     
    Quando voltei não via a hora de comer carne...

     
    Agradeço a Deus por esta vida maravilhosa
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Carlos Dini
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
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    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
     
     
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    Carlos Dini recebeu reputação de Anderson Caldana em Carlos Dini- Viagem épica atras dos famosos Xaréus GTs na Índia   
    Amigos, agora no fim de fevereiro fui atras de um dos peixes mais emblemáticos da pesca esportiva o Xaréu GT (Giant Trevally). Tudo começou há um ano atras, assistindo videos pelo youtube e vendo os pescadores utilizando varas enormes de baitcasting e com gdes poppers pegando aqueles monstros. Comecei a procurar pela internet e acabai achando uma operação na Índia feita por um Belga, o Capt Guy, iniciamos a troca de emails e em alguns dias estávamos de passagem compradas para que em 12 meses encontrássemos o famosos GTs.
    O GT é o maior representante de sua família, podendo chegar aos 80kgs, frequentam principalmente regiões de recifes nos mares quentes dos oceano Indico e oceano Pacifico Oriental. Come qualquer coisa que caiba na sua boca, até gaivotas que ficarem de bobeira. 
    Nossa opção foi ir aos confins da Índia, no mar de Andaman, na ilha de Havelock, uma ilha entre a Índia e a Tailândia. Em suas águas abundam os GTs, mas também uma infinidade de outros peixes como Groupers, BlueTrevally, atuns Yellowfin, Wahoo, Barracudas, Dogtouth tuna, Olho de boi, tubarões, peixes de bico, e mais uma quantidade incontável e especies.
    A ilha fica entre a India e a costa da Tailandia


     
    Só para juntar o material de pesca foi uma saga, são poucas informações, mas alguns amigos que já haviam ido me ajudaram, basicamente é igual pescar o tucunaré, só que usando uma vara e um molinete para pirarara, e poppers de 20-30cm e 100-200g...rsrsrs

    Dia da Viagem, no aeroporto de Guarulhos, fui ao encontro dos outros dois doidos que aceitaram entrar nesta o mestre Olimpico e o Claudio(famoso Crazy Dantas)

    Pensa num lugar longe, foram 48 horas para ir e mais 48 para voltar. Primeiro trecho foi até Paris, 10 horas de voo, pegar um pouco do inverno.
    Durante o voo, para embalar o sono

    Neste dia um fato interessante, lá depois de umas garrafas de vinho, começou me dar uma baita duma zonzeira, pensei "vou vomitar", culpa da empadinha..rsrsrs, fui no banheiro lavei o rosto, e pensei "o melhor seria deitar no chão, q logo passa", olhei para o chão do banheiro, não tive duvida, deitei lá e coloquei os pés em cima do assento sanitário, fechei os olhos e falei "daqui 15  minutos levanto". Caraca, acordei 2 horas depois, dormindo lá no chão, voltei e contei a historia e foi só risada. Bêbado é uma merda...
    Chegando ao inverno de Paris

    Conexão muito rápida, em 1 hora já estávamos de novo no avião.
    De lá embarcamos para a cidade de Chennay na costa sul da India oriental, mais 10 horas de voo...
    Primeiro contato com a culinária da Índia

    Chegando em Chennay, o contraste com o mundo ocidental é impressionante


    Salgadinho, mais tipico na Índia, a Samossa, feita de batata e recheada com pedaços de batata

    A índia é um pais extremamente militarizado, devido suas fronteiras, para entrar no aeroporto só com bilhete de embarque e vc na hora já é fiscalizado um guarda do exercito de fuzil na mão.
    Em Chennay, esperamos mais algumas horas para pegar uma conexão domestica, para a Ilha de Port Blair, que fica entre a India e a Tailandia, mais 2 horas de voo.

    Chegando em Port Blair, ai começa a sentir o choque cultural, legal que é igualzinho na TV, as pessoas vestidas de trajes típicos, vacas andando no meio da rua, transito caótico. Port Blair, como quase tudo na região foi colonia britânica, hoje é um polo turístico de europeus e indianos de castas mais altas, pois tem praias paradisíacas. Ficamos pouco nesta ilha, pois tínhamos que rapidamente ir ao porto pegar um balsa que nos levaria a uma ilha um pouco mais afastada, a ilha de Havelock.
    Transito em Port Blair


    São mais 2 horas de navegação, a ilha de Havelock, é uma ilha famosa, por quilômetros de praias e recifes desertos, muito procurada por que gosta de mergulho. Na Índia tudo é uma bagunça, lá esquece fila, entra quem vai passando na frente, mas com o Claudio falou "o caos se resolve sozinho", as malas são tiradas da balsa e vão sendo colocadas no meio de uma multidão, não sei como mas no final da tudo certo.
    A balsa


    a Ilha de Havelock

    Só a imagem do porto já paradisíaca

    a simples e bagunçada Havelock


    Nosso transfer

    https://photos.google.com/album/AF1QipO5yRYv9bDpfjks4B0lGxFMjLGSK-EiDAGnxDhV/photo/AF1QipPhGk98RDEOcNF9XIyJKvk_z3nOoSZjlE5NxrrS
    Nosso hotel RhadaChrishnaResort

    Para tornar a chegada mais agradavel

    A janta era algo a parte, achamos um restaturante muito bom, lagosta a 15 dolares

    Duro é acostumar com o sistema americano de pescaria, Full day -8 horas de pesca, e é 8 horas mesmo, não adianta chorar, começa as 8 da manha e termina pontualmente as 16 horas.
    No primeiro dia fomos em direção ao norte do arquipélago, já nos primeiros arremessos embarcamos os primeiros GTs, peixe muito forte, mas briga limpo. Perdemos muito peixe, pois cada arremesso são em torno de 100mts e ele bate normalmente nessa distancia, sua boca é muito dura, e nessa hora tem que sentar o sarrafo, perdemos muito peixes em toda pescaria, por falta de experiencia. Engana-se quem acha que é muita ação, como o guia falava "cast, cast, cast", tem que jogar muito e acreditar para conseguir um "bite".
    primeiro cafe da manha, ansiedade a mil


    A briga é bruta




    o stick, praticamente uma firestick


    cada noite um prato novo-Jack frito

    No segundo dia fomos em direção ao sul até uma outra gde ilha de nome Neil Island(conhecida por diversos resorts), foi nosso dia mais fraco, poucas ações de superficie e no jig o Claudio tirou uma bela Barracuda.
    Comercio local

    Nossa "crew", o guia Rawi(onico que fala ingles", o deckhand Waklo e o capitão Tiger , estes dois só falam Hindi e um dialeto local das ilhas, mas algumas palavara em ingles "cats to the reef- cast both sides- there, GT- thank you- last cast "





    o porto

    Rua principal


    passear de TukTuk


    jantar


    No terceiro dia fizemos, o que eles chamam de "Long Range Trip", saímos as 4 da manha navegamos por 3 horas até uma ilha afastada, de nome Barren Island, onde se encontra o único vulcão ativo da Índia. É simplesmente surreal, você arremessando na ilha e ele jogando cinzas, elas ficavam caindo no barco igual chuva. Lá é o paraíso dos atuns, é um atras do outro, com peso médio de 20-30kgs, com uma hora de pescaria tínhamos pego quase 10, com uma vara quebrada e enjoado deles, pedimos ao guia "no more tunas, just GTs" Dia muito fera, muitas ações de Gts, inclusive, no fim da pescaria, fiz um arremesso, bateu um GT pequeno, que se soltou, logo apareceu por baixo um casal de monstros, um deles acompanhou a isca até o barco, parecia um golfinho de tão gde, o guia estimou em mais de 50kgs. Para terminar fomos atras de outro peixe famoso o DogTouth Tuna, uma mistura de atum com Sororoca, peixe que só existe no oceano Indico e que pode chegar próximo dos 100kgs, pegamos alguns mas só de pequeno porte.
    o Vulcão em atividade, não tem palavras


    Blue Trevally


    Briga com os Tunas



     


    Vara quebrada pela força dos atuns




    O dog Touth Tuna

    Nosso almoço no barco

    A religião em todos os cantos

    jantar-camarão

    No quarto dia circundamos toda ilha principal, novamente muitas ações muitos peixes escapados.


    Trout Group






     
    jantar-carangueijo

    com direito a festa de aniversario

    No quinto dia, fomos a alguns recifes semi submersos mais afastados, dia tb de muita ação e até este momento focávamos principalmente nos gde poppers, ai que o Claudio começa jogar um stick de 21cm e trabalhar com pequenas paradas, fez muita diferença, muitas ações na linha dele.
    a divisão de castas na India é muito interessante, elas não se misturam


    Cafe da manha tipico da India, uma especie de pastel sem recheio, um cuscuz e curry

    Nosso barco






    Os pontos de pesca eram sempre assim de tirar o folego


    jantar-lula

    No sexto dia fomos tb novamente a recifes afastados da ilha, só que desta vez usamos muito mais sticks do que popper, logo no começo da manha embarco meu troféu, um monstro de 30kgs, briga muito violenta, quase arrasta vc para aguá, Este dia foi o mais ativo, fisguei e perdi mais de 10 GTs, ainda não peguei o tempo da ferrada.

    Coral Group





     
    Parada do almoço



     




    Para fechar com chave de ouro no ultimo spot, o Claudio jogava seu stick e gritava"vai Corinthians", particularmente se fosse no Brasil, perigo era de prender o parceiro, pois girto de presidiario,rsrsrs. Mas entre um grito e outro vem a explosão e mais um big GT embarcado. 

    Duro é a hora de cortar o snap

    Pescaria sem precedentes, Phodis é voltar 48hs novamente.


    a balsa na volta


    o BurgerKing mais triste do mundo

    a ultima na India

    Ultima escala, antes do Brasil, lá extraviaram toda minha bagagem, mas dois dias depois chegou, ufa... só de Stella..

    Para quiser conhecer vou deixar o contato do operador:
    Em termos de custos, gastamos 2000,00 euros cada um, 8mil reais, praticamente o custo de uma ida ao Rio Negro. e de vo comorando antecipado fica na casa dos 5mil reais.
    https://www.facebook.com/Andamangamefishing/
    https://www.andaman-gamefishing.com/?fbclid=IwAR3H7EcOpR94nt3X7LoKgs9J1pNsMkknfvMpCFbXz5FjEGDwDQVW7dHY6hQ
    info@andaman-gamefishing.com
     
     
    Equipamento utilizados:


    Carretilhas Stella 14000 modelos PG(para vertical) e XG(para popping)
    Varas Temple Reef e Carpenter de 2,5mts para linha PE6-8
    linhas PE 6 100lbs Ocea Shimano
    Leader 150lbs de monofilamento p Popping e 80lbs de fluorcarbono para jigging
    Metal jigs de 150 a 250g
    Popper e sticks de 100-200g/de 20-30cm
    Garateias 4/0 de gap largo
    Assist hook 7 a 9/0
     
    Quando voltei não via a hora de comer carne...

     
    Agradeço a Deus por esta vida maravilhosa
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Carlos Dini
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
    facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
     
     
  11. Upvote
    Carlos Dini recebeu reputação de Cristiano Rochinha em Carlos Dini- Viagem épica atras dos famosos Xaréus GTs na Índia   
    Amigos, agora no fim de fevereiro fui atras de um dos peixes mais emblemáticos da pesca esportiva o Xaréu GT (Giant Trevally). Tudo começou há um ano atras, assistindo videos pelo youtube e vendo os pescadores utilizando varas enormes de baitcasting e com gdes poppers pegando aqueles monstros. Comecei a procurar pela internet e acabai achando uma operação na Índia feita por um Belga, o Capt Guy, iniciamos a troca de emails e em alguns dias estávamos de passagem compradas para que em 12 meses encontrássemos o famosos GTs.
    O GT é o maior representante de sua família, podendo chegar aos 80kgs, frequentam principalmente regiões de recifes nos mares quentes dos oceano Indico e oceano Pacifico Oriental. Come qualquer coisa que caiba na sua boca, até gaivotas que ficarem de bobeira. 
    Nossa opção foi ir aos confins da Índia, no mar de Andaman, na ilha de Havelock, uma ilha entre a Índia e a Tailândia. Em suas águas abundam os GTs, mas também uma infinidade de outros peixes como Groupers, BlueTrevally, atuns Yellowfin, Wahoo, Barracudas, Dogtouth tuna, Olho de boi, tubarões, peixes de bico, e mais uma quantidade incontável e especies.
    A ilha fica entre a India e a costa da Tailandia


     
    Só para juntar o material de pesca foi uma saga, são poucas informações, mas alguns amigos que já haviam ido me ajudaram, basicamente é igual pescar o tucunaré, só que usando uma vara e um molinete para pirarara, e poppers de 20-30cm e 100-200g...rsrsrs

    Dia da Viagem, no aeroporto de Guarulhos, fui ao encontro dos outros dois doidos que aceitaram entrar nesta o mestre Olimpico e o Claudio(famoso Crazy Dantas)

    Pensa num lugar longe, foram 48 horas para ir e mais 48 para voltar. Primeiro trecho foi até Paris, 10 horas de voo, pegar um pouco do inverno.
    Durante o voo, para embalar o sono

    Neste dia um fato interessante, lá depois de umas garrafas de vinho, começou me dar uma baita duma zonzeira, pensei "vou vomitar", culpa da empadinha..rsrsrs, fui no banheiro lavei o rosto, e pensei "o melhor seria deitar no chão, q logo passa", olhei para o chão do banheiro, não tive duvida, deitei lá e coloquei os pés em cima do assento sanitário, fechei os olhos e falei "daqui 15  minutos levanto". Caraca, acordei 2 horas depois, dormindo lá no chão, voltei e contei a historia e foi só risada. Bêbado é uma merda...
    Chegando ao inverno de Paris

    Conexão muito rápida, em 1 hora já estávamos de novo no avião.
    De lá embarcamos para a cidade de Chennay na costa sul da India oriental, mais 10 horas de voo...
    Primeiro contato com a culinária da Índia

    Chegando em Chennay, o contraste com o mundo ocidental é impressionante


    Salgadinho, mais tipico na Índia, a Samossa, feita de batata e recheada com pedaços de batata

    A índia é um pais extremamente militarizado, devido suas fronteiras, para entrar no aeroporto só com bilhete de embarque e vc na hora já é fiscalizado um guarda do exercito de fuzil na mão.
    Em Chennay, esperamos mais algumas horas para pegar uma conexão domestica, para a Ilha de Port Blair, que fica entre a India e a Tailandia, mais 2 horas de voo.

    Chegando em Port Blair, ai começa a sentir o choque cultural, legal que é igualzinho na TV, as pessoas vestidas de trajes típicos, vacas andando no meio da rua, transito caótico. Port Blair, como quase tudo na região foi colonia britânica, hoje é um polo turístico de europeus e indianos de castas mais altas, pois tem praias paradisíacas. Ficamos pouco nesta ilha, pois tínhamos que rapidamente ir ao porto pegar um balsa que nos levaria a uma ilha um pouco mais afastada, a ilha de Havelock.
    Transito em Port Blair


    São mais 2 horas de navegação, a ilha de Havelock, é uma ilha famosa, por quilômetros de praias e recifes desertos, muito procurada por que gosta de mergulho. Na Índia tudo é uma bagunça, lá esquece fila, entra quem vai passando na frente, mas com o Claudio falou "o caos se resolve sozinho", as malas são tiradas da balsa e vão sendo colocadas no meio de uma multidão, não sei como mas no final da tudo certo.
    A balsa


    a Ilha de Havelock

    Só a imagem do porto já paradisíaca

    a simples e bagunçada Havelock


    Nosso transfer

    https://photos.google.com/album/AF1QipO5yRYv9bDpfjks4B0lGxFMjLGSK-EiDAGnxDhV/photo/AF1QipPhGk98RDEOcNF9XIyJKvk_z3nOoSZjlE5NxrrS
    Nosso hotel RhadaChrishnaResort

    Para tornar a chegada mais agradavel

    A janta era algo a parte, achamos um restaturante muito bom, lagosta a 15 dolares

    Duro é acostumar com o sistema americano de pescaria, Full day -8 horas de pesca, e é 8 horas mesmo, não adianta chorar, começa as 8 da manha e termina pontualmente as 16 horas.
    No primeiro dia fomos em direção ao norte do arquipélago, já nos primeiros arremessos embarcamos os primeiros GTs, peixe muito forte, mas briga limpo. Perdemos muito peixe, pois cada arremesso são em torno de 100mts e ele bate normalmente nessa distancia, sua boca é muito dura, e nessa hora tem que sentar o sarrafo, perdemos muito peixes em toda pescaria, por falta de experiencia. Engana-se quem acha que é muita ação, como o guia falava "cast, cast, cast", tem que jogar muito e acreditar para conseguir um "bite".
    primeiro cafe da manha, ansiedade a mil


    A briga é bruta




    o stick, praticamente uma firestick


    cada noite um prato novo-Jack frito

    No segundo dia fomos em direção ao sul até uma outra gde ilha de nome Neil Island(conhecida por diversos resorts), foi nosso dia mais fraco, poucas ações de superficie e no jig o Claudio tirou uma bela Barracuda.
    Comercio local

    Nossa "crew", o guia Rawi(onico que fala ingles", o deckhand Waklo e o capitão Tiger , estes dois só falam Hindi e um dialeto local das ilhas, mas algumas palavara em ingles "cats to the reef- cast both sides- there, GT- thank you- last cast "





    o porto

    Rua principal


    passear de TukTuk


    jantar


    No terceiro dia fizemos, o que eles chamam de "Long Range Trip", saímos as 4 da manha navegamos por 3 horas até uma ilha afastada, de nome Barren Island, onde se encontra o único vulcão ativo da Índia. É simplesmente surreal, você arremessando na ilha e ele jogando cinzas, elas ficavam caindo no barco igual chuva. Lá é o paraíso dos atuns, é um atras do outro, com peso médio de 20-30kgs, com uma hora de pescaria tínhamos pego quase 10, com uma vara quebrada e enjoado deles, pedimos ao guia "no more tunas, just GTs" Dia muito fera, muitas ações de Gts, inclusive, no fim da pescaria, fiz um arremesso, bateu um GT pequeno, que se soltou, logo apareceu por baixo um casal de monstros, um deles acompanhou a isca até o barco, parecia um golfinho de tão gde, o guia estimou em mais de 50kgs. Para terminar fomos atras de outro peixe famoso o DogTouth Tuna, uma mistura de atum com Sororoca, peixe que só existe no oceano Indico e que pode chegar próximo dos 100kgs, pegamos alguns mas só de pequeno porte.
    o Vulcão em atividade, não tem palavras


    Blue Trevally


    Briga com os Tunas



     


    Vara quebrada pela força dos atuns




    O dog Touth Tuna

    Nosso almoço no barco

    A religião em todos os cantos

    jantar-camarão

    No quarto dia circundamos toda ilha principal, novamente muitas ações muitos peixes escapados.


    Trout Group






     
    jantar-carangueijo

    com direito a festa de aniversario

    No quinto dia, fomos a alguns recifes semi submersos mais afastados, dia tb de muita ação e até este momento focávamos principalmente nos gde poppers, ai que o Claudio começa jogar um stick de 21cm e trabalhar com pequenas paradas, fez muita diferença, muitas ações na linha dele.
    a divisão de castas na India é muito interessante, elas não se misturam


    Cafe da manha tipico da India, uma especie de pastel sem recheio, um cuscuz e curry

    Nosso barco






    Os pontos de pesca eram sempre assim de tirar o folego


    jantar-lula

    No sexto dia fomos tb novamente a recifes afastados da ilha, só que desta vez usamos muito mais sticks do que popper, logo no começo da manha embarco meu troféu, um monstro de 30kgs, briga muito violenta, quase arrasta vc para aguá, Este dia foi o mais ativo, fisguei e perdi mais de 10 GTs, ainda não peguei o tempo da ferrada.

    Coral Group





     
    Parada do almoço



     




    Para fechar com chave de ouro no ultimo spot, o Claudio jogava seu stick e gritava"vai Corinthians", particularmente se fosse no Brasil, perigo era de prender o parceiro, pois girto de presidiario,rsrsrs. Mas entre um grito e outro vem a explosão e mais um big GT embarcado. 

    Duro é a hora de cortar o snap

    Pescaria sem precedentes, Phodis é voltar 48hs novamente.


    a balsa na volta


    o BurgerKing mais triste do mundo

    a ultima na India

    Ultima escala, antes do Brasil, lá extraviaram toda minha bagagem, mas dois dias depois chegou, ufa... só de Stella..

    Para quiser conhecer vou deixar o contato do operador:
    Em termos de custos, gastamos 2000,00 euros cada um, 8mil reais, praticamente o custo de uma ida ao Rio Negro. e de vo comorando antecipado fica na casa dos 5mil reais.
    https://www.facebook.com/Andamangamefishing/
    https://www.andaman-gamefishing.com/?fbclid=IwAR3H7EcOpR94nt3X7LoKgs9J1pNsMkknfvMpCFbXz5FjEGDwDQVW7dHY6hQ
    info@andaman-gamefishing.com
     
     
    Equipamento utilizados:


    Carretilhas Stella 14000 modelos PG(para vertical) e XG(para popping)
    Varas Temple Reef e Carpenter de 2,5mts para linha PE6-8
    linhas PE 6 100lbs Ocea Shimano
    Leader 150lbs de monofilamento p Popping e 80lbs de fluorcarbono para jigging
    Metal jigs de 150 a 250g
    Popper e sticks de 100-200g/de 20-30cm
    Garateias 4/0 de gap largo
    Assist hook 7 a 9/0
     
    Quando voltei não via a hora de comer carne...

     
    Agradeço a Deus por esta vida maravilhosa
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Carlos Dini
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
    facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
     
     
  12. Thanks
    Carlos Dini recebeu reputação de Fábio Tittoto em Carlos Dini-Encerrando a temporada dos açus-o lagos dos 2mil tucunarés   
    Amigos, resolvi terminar a temporada dos açus em um local que a tempos eu não frequentava o Rio Branco. O Rio Branco corta o estado de Roraima, passando por Boa Vista, Caracaraí e sua foz se faz no Rio Negro na região próxima a famosa pedra do Gavião, abaixo dos rios Xeruini e Caures. Como o próprio nome já diz, é um rio de águas mais barrentas, mas tem algumas lagoas e afluentes de água limpa, como Rio Agua Boa, Catrimani, Itapara, Mata-Mata e muitos outros. Infelizmente as leis de preservação de pesca começam justamente deste rio para cima, então ele sofre demais com a pesca predatória. Nele vivem três especies de tucunarés, os açus, os popocas e os borboletas, como todo rio de águas brancas por motivos de pH, eles são rios de quantidade de peixe mas de menor tamanho, dificilmente você vai encontrar um peixe acima de 8kgs, mas em compensação explodem os pexes de 2-5kgs. Também habitam Pirararas, filhotes, Aruanas brancas e pretas, apaiaris, pirarucus, cachorra, jacunda e muitas outras especies, a diversidade é muito legal.
    O rio Branco

    Recebi o convite do amigo Enio, o gaúcho, para conhecer o barco do também amigo Rogério Bacchi. Grupo composto por 6 pessoas, grupo muito da paz. 
    Esquentando os motores em Viracopos


    Chegamos em Manaus-AM, na sexta feira a noite e logo cedo embarcamos no aeroclube.


    Voo de 1:30h e adentrávamos o estado de Roraima, pousando na comunidade de Santa Maria do Boiaçu, as margens do Rio Branco. 
    Pista de pouso em Santa Maria do Boiaçu

    Trafego aéreo

    Vida mansa na vila


    La chegando, já constatamos que o nível da água realmente estava bem baixo, o que até dificultava nossa navegação.

    Subimos o Rio Branco sentido norte e aportamos na frente do Lago do Curiucu. Este lago de águas limpas, mais parece um rio de tão grande, com motor 40hp aberto leva quase 2 horas para ir do inicio ao fim, o que é impossível nesta época pois tem diversos canais estreitos que dificultam a navegação, alem do lago principal são mais de 10 outros lagos que se comunicam. E todo ponto do lago dá peixe. Foi o local com maior fartura de tucunarés que eu já vi na minha vida, fruto da preservação, na boca do lago mora a família do Sr Francisco, que há mais de 50 anos, junto com seu falecido pai, não permitem a pesca predatória neste lago, chegou me contar que alguns políticos famosos, não vou citar nome, souberam da fartura lago e tentaram dar uma "carteirada" nele, e qdo souberam que era só pesque e solte se negaram a assim fazer, mas tb de imediato foram expulsos do lago.
    Boca do lago Curiucu


    Pescamos mais de 10 especies. E em 6 pescadores, com 6 dias de pesca, pegamos próximo de 2000 peixes. Somente eu e o Enio pegamos 700 tucunarés, sendo 70 de porte. Uma coisa legal deste lago é a fartura de pirarucus, eles explodem ao seu lado o dia inteiro, e muitas vezes nos dão a alegria da fisgada, tivemos três na linha, inclusive um deles explodiu na zara do Enio, dá para acreditar??, este e outro acima de 20 kgs acabaram por escapar, acabamos embarcando somente 1 pequeno. As outras duplas embarcaram mais pirarucus, sendo um deles um monstro. 
    Todo lago tinha peixe, mas os melhores pontos estavam nos lagos mais fechados, e praticamente todo dia arrastávamos o barco por 3horas para entrar e 2 horas para sair, mas valia muito.
    Como peixe de agua branca, é menos agressivo, hélices não faziam muito diferença. Estavam pegando bem em jigs, twichbaits e zaras, o parceiro só quase pescou com uma Reallis pencil 110 e pegou muito peixe, mas muito mesmo, tava já com vontade de dar uma marretada nesta maldita isca...rsrsrs. Eu não estava acertando a zara certa até o penúltimo dia, então peguei mais no jig. Mas de tanta explosão, acabei achando a isca, comecei usar uma Sammy 110, ai tb só na superfície.
    Para não ficar enrolando vamos a fotos:
    Destes pegava as dezenas, tinha que sair do cardume para continuar pescando



    Atacou o paquinha e ficou preso

    Surpresas 


    Os amigos Marcio e Zeca na batalha





    Entrando nos lagos

     
    https://www.facebook.com/dini.dini.90260/videos/2279717175650505/
     




    Choveu quase todos os dias, mas sem repiquete



    Ajudando na reciclagem









    Almoço na beirada, não pode faltar



    Sofrendo


     
    Lago magnifico







    A noite para relaxar










    Brincadeira com as matrinchas, o resultado











    Os amigos Jorge e seu filho



     

    natureza exuberante


    Me enganaram, veio vazia...rsrsrs























    duro de pescar na agua branca





     
     
     
     
     
    O barco é muito bom, nome TupanaX, do amigo Rogerio. Quartos duplos com ar condicionado e banheiro, refeitório climatizado, a cozinha excelente, e muita comida. 

    Eu só tenho a agradecer a turma que tão bem me recebeu. Ao amigo Enio pelo convite e ao dono do barco o Rogério pela hospitalidade e atenção. E a toda equipe do barco pelo fantástico atendimento
    OBS-Fica claro que não preciso e não recebo nenhuma gratificação para falar da pousada ou de qualquer pessoa, falo bem porque realmente gostei.
    Contatos do Rogério-19-989145070
     
    Material utilizado:

    A-Varas
    -SC III 5''7"20lbs by Waka Custom
    -SC III 5'7"17lbs by Waka Custom
    -Falcon Cara 5'7" Peacock Edition
    B-Carretilhas
    -Scorpion 1501 HG
    -Scorpion 1501
    C-Linha Multi PP 50lbs
    D-Leader -Line system 50lbs
    F-Snap Capella G Amazonas
    G-Iscas mais utlizadas-  Sammy110, Reallis pencil, Rapala Sub walk, jig 6/0 15g.
    -Fica um detalhe os jigs , não tenho mais usado ele com o double tail, acho q qdo ele esta velhaco, ele prefere uma isca menor,e a produtividade aumenta, desta forma.


    Agradeço a Deus e minha amada família por esta vida maravilhosa.
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Carlos Dini
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
    facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
  13. Upvote
    Carlos Dini recebeu reputação de Fabrício Biguá em Carlos Dini-Encerrando a temporada dos açus-o lagos dos 2mil tucunarés   
    Amigos, resolvi terminar a temporada dos açus em um local que a tempos eu não frequentava o Rio Branco. O Rio Branco corta o estado de Roraima, passando por Boa Vista, Caracaraí e sua foz se faz no Rio Negro na região próxima a famosa pedra do Gavião, abaixo dos rios Xeruini e Caures. Como o próprio nome já diz, é um rio de águas mais barrentas, mas tem algumas lagoas e afluentes de água limpa, como Rio Agua Boa, Catrimani, Itapara, Mata-Mata e muitos outros. Infelizmente as leis de preservação de pesca começam justamente deste rio para cima, então ele sofre demais com a pesca predatória. Nele vivem três especies de tucunarés, os açus, os popocas e os borboletas, como todo rio de águas brancas por motivos de pH, eles são rios de quantidade de peixe mas de menor tamanho, dificilmente você vai encontrar um peixe acima de 8kgs, mas em compensação explodem os pexes de 2-5kgs. Também habitam Pirararas, filhotes, Aruanas brancas e pretas, apaiaris, pirarucus, cachorra, jacunda e muitas outras especies, a diversidade é muito legal.
    O rio Branco

    Recebi o convite do amigo Enio, o gaúcho, para conhecer o barco do também amigo Rogério Bacchi. Grupo composto por 6 pessoas, grupo muito da paz. 
    Esquentando os motores em Viracopos


    Chegamos em Manaus-AM, na sexta feira a noite e logo cedo embarcamos no aeroclube.


    Voo de 1:30h e adentrávamos o estado de Roraima, pousando na comunidade de Santa Maria do Boiaçu, as margens do Rio Branco. 
    Pista de pouso em Santa Maria do Boiaçu

    Trafego aéreo

    Vida mansa na vila


    La chegando, já constatamos que o nível da água realmente estava bem baixo, o que até dificultava nossa navegação.

    Subimos o Rio Branco sentido norte e aportamos na frente do Lago do Curiucu. Este lago de águas limpas, mais parece um rio de tão grande, com motor 40hp aberto leva quase 2 horas para ir do inicio ao fim, o que é impossível nesta época pois tem diversos canais estreitos que dificultam a navegação, alem do lago principal são mais de 10 outros lagos que se comunicam. E todo ponto do lago dá peixe. Foi o local com maior fartura de tucunarés que eu já vi na minha vida, fruto da preservação, na boca do lago mora a família do Sr Francisco, que há mais de 50 anos, junto com seu falecido pai, não permitem a pesca predatória neste lago, chegou me contar que alguns políticos famosos, não vou citar nome, souberam da fartura lago e tentaram dar uma "carteirada" nele, e qdo souberam que era só pesque e solte se negaram a assim fazer, mas tb de imediato foram expulsos do lago.
    Boca do lago Curiucu


    Pescamos mais de 10 especies. E em 6 pescadores, com 6 dias de pesca, pegamos próximo de 2000 peixes. Somente eu e o Enio pegamos 700 tucunarés, sendo 70 de porte. Uma coisa legal deste lago é a fartura de pirarucus, eles explodem ao seu lado o dia inteiro, e muitas vezes nos dão a alegria da fisgada, tivemos três na linha, inclusive um deles explodiu na zara do Enio, dá para acreditar??, este e outro acima de 20 kgs acabaram por escapar, acabamos embarcando somente 1 pequeno. As outras duplas embarcaram mais pirarucus, sendo um deles um monstro. 
    Todo lago tinha peixe, mas os melhores pontos estavam nos lagos mais fechados, e praticamente todo dia arrastávamos o barco por 3horas para entrar e 2 horas para sair, mas valia muito.
    Como peixe de agua branca, é menos agressivo, hélices não faziam muito diferença. Estavam pegando bem em jigs, twichbaits e zaras, o parceiro só quase pescou com uma Reallis pencil 110 e pegou muito peixe, mas muito mesmo, tava já com vontade de dar uma marretada nesta maldita isca...rsrsrs. Eu não estava acertando a zara certa até o penúltimo dia, então peguei mais no jig. Mas de tanta explosão, acabei achando a isca, comecei usar uma Sammy 110, ai tb só na superfície.
    Para não ficar enrolando vamos a fotos:
    Destes pegava as dezenas, tinha que sair do cardume para continuar pescando



    Atacou o paquinha e ficou preso

    Surpresas 


    Os amigos Marcio e Zeca na batalha





    Entrando nos lagos

     
    https://www.facebook.com/dini.dini.90260/videos/2279717175650505/
     




    Choveu quase todos os dias, mas sem repiquete



    Ajudando na reciclagem









    Almoço na beirada, não pode faltar



    Sofrendo


     
    Lago magnifico







    A noite para relaxar










    Brincadeira com as matrinchas, o resultado











    Os amigos Jorge e seu filho



     

    natureza exuberante


    Me enganaram, veio vazia...rsrsrs























    duro de pescar na agua branca





     
     
     
     
     
    O barco é muito bom, nome TupanaX, do amigo Rogerio. Quartos duplos com ar condicionado e banheiro, refeitório climatizado, a cozinha excelente, e muita comida. 

    Eu só tenho a agradecer a turma que tão bem me recebeu. Ao amigo Enio pelo convite e ao dono do barco o Rogério pela hospitalidade e atenção. E a toda equipe do barco pelo fantástico atendimento
    OBS-Fica claro que não preciso e não recebo nenhuma gratificação para falar da pousada ou de qualquer pessoa, falo bem porque realmente gostei.
    Contatos do Rogério-19-989145070
     
    Material utilizado:

    A-Varas
    -SC III 5''7"20lbs by Waka Custom
    -SC III 5'7"17lbs by Waka Custom
    -Falcon Cara 5'7" Peacock Edition
    B-Carretilhas
    -Scorpion 1501 HG
    -Scorpion 1501
    C-Linha Multi PP 50lbs
    D-Leader -Line system 50lbs
    F-Snap Capella G Amazonas
    G-Iscas mais utlizadas-  Sammy110, Reallis pencil, Rapala Sub walk, jig 6/0 15g.
    -Fica um detalhe os jigs , não tenho mais usado ele com o double tail, acho q qdo ele esta velhaco, ele prefere uma isca menor,e a produtividade aumenta, desta forma.


    Agradeço a Deus e minha amada família por esta vida maravilhosa.
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Carlos Dini
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
    facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
  14. Upvote
    Carlos Dini recebeu reputação de Eder Nascimento em Carlos Dini-Encerrando a temporada dos açus-o lagos dos 2mil tucunarés   
    Amigos, resolvi terminar a temporada dos açus em um local que a tempos eu não frequentava o Rio Branco. O Rio Branco corta o estado de Roraima, passando por Boa Vista, Caracaraí e sua foz se faz no Rio Negro na região próxima a famosa pedra do Gavião, abaixo dos rios Xeruini e Caures. Como o próprio nome já diz, é um rio de águas mais barrentas, mas tem algumas lagoas e afluentes de água limpa, como Rio Agua Boa, Catrimani, Itapara, Mata-Mata e muitos outros. Infelizmente as leis de preservação de pesca começam justamente deste rio para cima, então ele sofre demais com a pesca predatória. Nele vivem três especies de tucunarés, os açus, os popocas e os borboletas, como todo rio de águas brancas por motivos de pH, eles são rios de quantidade de peixe mas de menor tamanho, dificilmente você vai encontrar um peixe acima de 8kgs, mas em compensação explodem os pexes de 2-5kgs. Também habitam Pirararas, filhotes, Aruanas brancas e pretas, apaiaris, pirarucus, cachorra, jacunda e muitas outras especies, a diversidade é muito legal.
    O rio Branco

    Recebi o convite do amigo Enio, o gaúcho, para conhecer o barco do também amigo Rogério Bacchi. Grupo composto por 6 pessoas, grupo muito da paz. 
    Esquentando os motores em Viracopos


    Chegamos em Manaus-AM, na sexta feira a noite e logo cedo embarcamos no aeroclube.


    Voo de 1:30h e adentrávamos o estado de Roraima, pousando na comunidade de Santa Maria do Boiaçu, as margens do Rio Branco. 
    Pista de pouso em Santa Maria do Boiaçu

    Trafego aéreo

    Vida mansa na vila


    La chegando, já constatamos que o nível da água realmente estava bem baixo, o que até dificultava nossa navegação.

    Subimos o Rio Branco sentido norte e aportamos na frente do Lago do Curiucu. Este lago de águas limpas, mais parece um rio de tão grande, com motor 40hp aberto leva quase 2 horas para ir do inicio ao fim, o que é impossível nesta época pois tem diversos canais estreitos que dificultam a navegação, alem do lago principal são mais de 10 outros lagos que se comunicam. E todo ponto do lago dá peixe. Foi o local com maior fartura de tucunarés que eu já vi na minha vida, fruto da preservação, na boca do lago mora a família do Sr Francisco, que há mais de 50 anos, junto com seu falecido pai, não permitem a pesca predatória neste lago, chegou me contar que alguns políticos famosos, não vou citar nome, souberam da fartura lago e tentaram dar uma "carteirada" nele, e qdo souberam que era só pesque e solte se negaram a assim fazer, mas tb de imediato foram expulsos do lago.
    Boca do lago Curiucu


    Pescamos mais de 10 especies. E em 6 pescadores, com 6 dias de pesca, pegamos próximo de 2000 peixes. Somente eu e o Enio pegamos 700 tucunarés, sendo 70 de porte. Uma coisa legal deste lago é a fartura de pirarucus, eles explodem ao seu lado o dia inteiro, e muitas vezes nos dão a alegria da fisgada, tivemos três na linha, inclusive um deles explodiu na zara do Enio, dá para acreditar??, este e outro acima de 20 kgs acabaram por escapar, acabamos embarcando somente 1 pequeno. As outras duplas embarcaram mais pirarucus, sendo um deles um monstro. 
    Todo lago tinha peixe, mas os melhores pontos estavam nos lagos mais fechados, e praticamente todo dia arrastávamos o barco por 3horas para entrar e 2 horas para sair, mas valia muito.
    Como peixe de agua branca, é menos agressivo, hélices não faziam muito diferença. Estavam pegando bem em jigs, twichbaits e zaras, o parceiro só quase pescou com uma Reallis pencil 110 e pegou muito peixe, mas muito mesmo, tava já com vontade de dar uma marretada nesta maldita isca...rsrsrs. Eu não estava acertando a zara certa até o penúltimo dia, então peguei mais no jig. Mas de tanta explosão, acabei achando a isca, comecei usar uma Sammy 110, ai tb só na superfície.
    Para não ficar enrolando vamos a fotos:
    Destes pegava as dezenas, tinha que sair do cardume para continuar pescando



    Atacou o paquinha e ficou preso

    Surpresas 


    Os amigos Marcio e Zeca na batalha





    Entrando nos lagos

     
    https://www.facebook.com/dini.dini.90260/videos/2279717175650505/
     




    Choveu quase todos os dias, mas sem repiquete



    Ajudando na reciclagem









    Almoço na beirada, não pode faltar



    Sofrendo


     
    Lago magnifico







    A noite para relaxar










    Brincadeira com as matrinchas, o resultado











    Os amigos Jorge e seu filho



     

    natureza exuberante


    Me enganaram, veio vazia...rsrsrs























    duro de pescar na agua branca





     
     
     
     
     
    O barco é muito bom, nome TupanaX, do amigo Rogerio. Quartos duplos com ar condicionado e banheiro, refeitório climatizado, a cozinha excelente, e muita comida. 

    Eu só tenho a agradecer a turma que tão bem me recebeu. Ao amigo Enio pelo convite e ao dono do barco o Rogério pela hospitalidade e atenção. E a toda equipe do barco pelo fantástico atendimento
    OBS-Fica claro que não preciso e não recebo nenhuma gratificação para falar da pousada ou de qualquer pessoa, falo bem porque realmente gostei.
    Contatos do Rogério-19-989145070
     
    Material utilizado:

    A-Varas
    -SC III 5''7"20lbs by Waka Custom
    -SC III 5'7"17lbs by Waka Custom
    -Falcon Cara 5'7" Peacock Edition
    B-Carretilhas
    -Scorpion 1501 HG
    -Scorpion 1501
    C-Linha Multi PP 50lbs
    D-Leader -Line system 50lbs
    F-Snap Capella G Amazonas
    G-Iscas mais utlizadas-  Sammy110, Reallis pencil, Rapala Sub walk, jig 6/0 15g.
    -Fica um detalhe os jigs , não tenho mais usado ele com o double tail, acho q qdo ele esta velhaco, ele prefere uma isca menor,e a produtividade aumenta, desta forma.


    Agradeço a Deus e minha amada família por esta vida maravilhosa.
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Carlos Dini
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
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  15. Upvote
    Carlos Dini recebeu reputação de Cristiano Rochinha em Carlos Dini-Encerrando a temporada dos açus-o lagos dos 2mil tucunarés   
    Amigos, resolvi terminar a temporada dos açus em um local que a tempos eu não frequentava o Rio Branco. O Rio Branco corta o estado de Roraima, passando por Boa Vista, Caracaraí e sua foz se faz no Rio Negro na região próxima a famosa pedra do Gavião, abaixo dos rios Xeruini e Caures. Como o próprio nome já diz, é um rio de águas mais barrentas, mas tem algumas lagoas e afluentes de água limpa, como Rio Agua Boa, Catrimani, Itapara, Mata-Mata e muitos outros. Infelizmente as leis de preservação de pesca começam justamente deste rio para cima, então ele sofre demais com a pesca predatória. Nele vivem três especies de tucunarés, os açus, os popocas e os borboletas, como todo rio de águas brancas por motivos de pH, eles são rios de quantidade de peixe mas de menor tamanho, dificilmente você vai encontrar um peixe acima de 8kgs, mas em compensação explodem os pexes de 2-5kgs. Também habitam Pirararas, filhotes, Aruanas brancas e pretas, apaiaris, pirarucus, cachorra, jacunda e muitas outras especies, a diversidade é muito legal.
    O rio Branco

    Recebi o convite do amigo Enio, o gaúcho, para conhecer o barco do também amigo Rogério Bacchi. Grupo composto por 6 pessoas, grupo muito da paz. 
    Esquentando os motores em Viracopos


    Chegamos em Manaus-AM, na sexta feira a noite e logo cedo embarcamos no aeroclube.


    Voo de 1:30h e adentrávamos o estado de Roraima, pousando na comunidade de Santa Maria do Boiaçu, as margens do Rio Branco. 
    Pista de pouso em Santa Maria do Boiaçu

    Trafego aéreo

    Vida mansa na vila


    La chegando, já constatamos que o nível da água realmente estava bem baixo, o que até dificultava nossa navegação.

    Subimos o Rio Branco sentido norte e aportamos na frente do Lago do Curiucu. Este lago de águas limpas, mais parece um rio de tão grande, com motor 40hp aberto leva quase 2 horas para ir do inicio ao fim, o que é impossível nesta época pois tem diversos canais estreitos que dificultam a navegação, alem do lago principal são mais de 10 outros lagos que se comunicam. E todo ponto do lago dá peixe. Foi o local com maior fartura de tucunarés que eu já vi na minha vida, fruto da preservação, na boca do lago mora a família do Sr Francisco, que há mais de 50 anos, junto com seu falecido pai, não permitem a pesca predatória neste lago, chegou me contar que alguns políticos famosos, não vou citar nome, souberam da fartura lago e tentaram dar uma "carteirada" nele, e qdo souberam que era só pesque e solte se negaram a assim fazer, mas tb de imediato foram expulsos do lago.
    Boca do lago Curiucu


    Pescamos mais de 10 especies. E em 6 pescadores, com 6 dias de pesca, pegamos próximo de 2000 peixes. Somente eu e o Enio pegamos 700 tucunarés, sendo 70 de porte. Uma coisa legal deste lago é a fartura de pirarucus, eles explodem ao seu lado o dia inteiro, e muitas vezes nos dão a alegria da fisgada, tivemos três na linha, inclusive um deles explodiu na zara do Enio, dá para acreditar??, este e outro acima de 20 kgs acabaram por escapar, acabamos embarcando somente 1 pequeno. As outras duplas embarcaram mais pirarucus, sendo um deles um monstro. 
    Todo lago tinha peixe, mas os melhores pontos estavam nos lagos mais fechados, e praticamente todo dia arrastávamos o barco por 3horas para entrar e 2 horas para sair, mas valia muito.
    Como peixe de agua branca, é menos agressivo, hélices não faziam muito diferença. Estavam pegando bem em jigs, twichbaits e zaras, o parceiro só quase pescou com uma Reallis pencil 110 e pegou muito peixe, mas muito mesmo, tava já com vontade de dar uma marretada nesta maldita isca...rsrsrs. Eu não estava acertando a zara certa até o penúltimo dia, então peguei mais no jig. Mas de tanta explosão, acabei achando a isca, comecei usar uma Sammy 110, ai tb só na superfície.
    Para não ficar enrolando vamos a fotos:
    Destes pegava as dezenas, tinha que sair do cardume para continuar pescando



    Atacou o paquinha e ficou preso

    Surpresas 


    Os amigos Marcio e Zeca na batalha





    Entrando nos lagos

     
    https://www.facebook.com/dini.dini.90260/videos/2279717175650505/
     




    Choveu quase todos os dias, mas sem repiquete



    Ajudando na reciclagem









    Almoço na beirada, não pode faltar



    Sofrendo


     
    Lago magnifico







    A noite para relaxar










    Brincadeira com as matrinchas, o resultado











    Os amigos Jorge e seu filho



     

    natureza exuberante


    Me enganaram, veio vazia...rsrsrs























    duro de pescar na agua branca





     
     
     
     
     
    O barco é muito bom, nome TupanaX, do amigo Rogerio. Quartos duplos com ar condicionado e banheiro, refeitório climatizado, a cozinha excelente, e muita comida. 

    Eu só tenho a agradecer a turma que tão bem me recebeu. Ao amigo Enio pelo convite e ao dono do barco o Rogério pela hospitalidade e atenção. E a toda equipe do barco pelo fantástico atendimento
    OBS-Fica claro que não preciso e não recebo nenhuma gratificação para falar da pousada ou de qualquer pessoa, falo bem porque realmente gostei.
    Contatos do Rogério-19-989145070
     
    Material utilizado:

    A-Varas
    -SC III 5''7"20lbs by Waka Custom
    -SC III 5'7"17lbs by Waka Custom
    -Falcon Cara 5'7" Peacock Edition
    B-Carretilhas
    -Scorpion 1501 HG
    -Scorpion 1501
    C-Linha Multi PP 50lbs
    D-Leader -Line system 50lbs
    F-Snap Capella G Amazonas
    G-Iscas mais utlizadas-  Sammy110, Reallis pencil, Rapala Sub walk, jig 6/0 15g.
    -Fica um detalhe os jigs , não tenho mais usado ele com o double tail, acho q qdo ele esta velhaco, ele prefere uma isca menor,e a produtividade aumenta, desta forma.


    Agradeço a Deus e minha amada família por esta vida maravilhosa.
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Carlos Dini
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
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    Carlos Dini recebeu reputação de Fabrício Biguá em Carlos Dini-Pescarias dos Monstros da Bahia-dez18   
    Amigos, tenho mudado um pouco o foco e tenho pescado tb nas águas salgadas. Muito legal pela diversidade de peixes que se pega, como tb pela força dos adversários.
    Tudo feito em cima da hora, marquei a viagem com 3 dias de antecedência, bom do avião, que torna as coisas muito próximas, trabalhei até as 7 da noite, fui na apresentação do judo do meu filho e as 3 da manha já estava na pousada.
    Voando do trabalho para o Judo, logo ele larga isso e começa pescar com o pai...rsrsrs

    Do Judo para Viracopos, Para embalar as 2horas de sono no avião


    Chegando em salvador a 1 da matina

    O litoral Norte, principalmente do Rio Grande do Norte-RN até praticamente o Espirito Santo-ES, além de serem maravilhosos, tem uma característica importante, que é uma plataforma continental bem curta, significa que vc sai de da praia e rapidamente já esta na beira do precipício dos oceanos, com profundidades acima dos 1000mts. Como exemplo em São Paulo, navega-se praticamente 8horas para atingir tal profundidade, e no Nordeste com meia hora já esta no abismo dos mares. Os peixes costumam ficar na borda deste "buraco", pois as correntes que vem de 1000, 2000mts, batem nessa parede e afloram trazendo nutrientes a superfície e com isso, a vida explode.

    A pescaria normalmente se faz em dois locais, a principal é a de parede, onde fica bem na divisa entre os 100mts de profundidade e o abismo de 1000mts, ali se encontram os gigantescos olhos de boi, o gde foco da pescaria. A segunda modalidade, eles chamam de "meia-peça", fica em locais rasos (50 a 70mts), rsrrsrsrs, onde existem parcéis de pedra no fundo e ali se encontra uma variedade gigantesca de peixes, pega quase de tudo, e tem alta produtividade.
    A pescaria sai da Praia de Itacimirim-BA, distante 60km de Salvador, que praia top, simplesmente linda e fica ao lado da badalada Praia do Forte(6km), mas com grande tranquilidade.

    Acordar pela manha com este visual, só no Brasil.



    Amizade sempre

    A praia de Itacimirim




    Carregando os equipamentos para a lancha


    dada a largada

    O primeiro dia foi ação o dia inteiro, com detalhe para 3 Olhos de boi, pegos nas paredes, muito gdes, que estouraram linhas 100lbs, igual seda, 3x0 para o peixe. Mas pegamos muitos atuns pequenos, guarajubas, Xareus, pitangola(o irmão menor do olho de boi).
    a pintura do mar

    O irmão pobre do atum , o Bonito

    Novas amizades, este é o significado da pescaria

    Atum amarelo

    Xareu Olho de cavalo

    peixe na linha, haja braço


     
    ver se Iemanja leva a oferenda pra casa, nem ela quer...

    Troféu do dia Xareu Amarelo de 25lbs


    https://www.facebook.com/dini.dini.90260/videos/2251725181783038/
    Pitangola

    terminando o dia

    No fim do dia, fiz merda, bêbado é uma desgraça, estava pescando em pé na proa, e desequilibrei e cai ne proteção de metal do barco, muita dor, resultado 2 costelas trincadas, não conseguia nem respirar, o capitão veio rápido me ajudar, perguntou o que eu queria, falei "me dá uma cerveja". bastante dor a noite toda.
    Dia seguinte mesmo com dor resolvi pescar, nada que alcool não resolva.
    Pescador raiz, pé na terra.Moço, sou do interior


     
    Material no pescador artesanal

    Começar o dia


    Embarcando com meu parça, Silvio

     
    O segundo dia, o mar estava mais agitado, o que deixou os peixes mais ativos, em especial os xaréus amarelos, foram mais de 8 peças acima de 10kgs. Já os olhos de boi, desta vez não quiseram aparecer. 
    Guarajuba





    As brigas são de acabar com o braço


     
    Saldo da pescaria muito peixe, muito mesmo, linhas estouradas, e vontade de voltar logo.
    Para encerrar a pescaria, uma moqueca baiana, feita com peixe fresco e polvo pego no recife em frente a praia...

     
    Equipamentos
    -Varas p jigging para linhas PE 3, 4 e 6-by Waka 
    -Molinetes-Stella 10000PG, Stella 8000HG, Bioomaster 5000PG, Twin Power 6000PG
    -Linhas 8 fios OCEa da Shimano- numeros PE 3 e 5
    -Jigs Meia peça 10-150g/ Parede 200-300g
    -assist hook de 4/0 a 8/0-marca shout

    O guia Peixe-Pescador, é top demais, embarcação super segura, recomendadíssimo.
    Tem todos equipamentos para alugar, se o pescador precisar.
    Contatos:
    https://www.facebook.com/peixe.pescador.3/photos?lst=100008367346061%3A100003223297337%3A1545152266&source_ref=pb_friends_tl
    Instagram: @peixe.pescador
    tel-071-97316665

     
    Ficamos na Pousada do Ilha do Meio, muito legal, preço justo, e quartos confortáveis, ideal para levar a família.
    tel-071-91263096


     
    Agradeço a Deus e minha amada familia por esta vida maravilhosa.
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    Carlos Dini
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    Carlos Dini recebeu reputação de Alberto Guassu em Carlos Dini-Pescarias dos Monstros da Bahia-dez18   
    Amigos, tenho mudado um pouco o foco e tenho pescado tb nas águas salgadas. Muito legal pela diversidade de peixes que se pega, como tb pela força dos adversários.
    Tudo feito em cima da hora, marquei a viagem com 3 dias de antecedência, bom do avião, que torna as coisas muito próximas, trabalhei até as 7 da noite, fui na apresentação do judo do meu filho e as 3 da manha já estava na pousada.
    Voando do trabalho para o Judo, logo ele larga isso e começa pescar com o pai...rsrsrs

    Do Judo para Viracopos, Para embalar as 2horas de sono no avião


    Chegando em salvador a 1 da matina

    O litoral Norte, principalmente do Rio Grande do Norte-RN até praticamente o Espirito Santo-ES, além de serem maravilhosos, tem uma característica importante, que é uma plataforma continental bem curta, significa que vc sai de da praia e rapidamente já esta na beira do precipício dos oceanos, com profundidades acima dos 1000mts. Como exemplo em São Paulo, navega-se praticamente 8horas para atingir tal profundidade, e no Nordeste com meia hora já esta no abismo dos mares. Os peixes costumam ficar na borda deste "buraco", pois as correntes que vem de 1000, 2000mts, batem nessa parede e afloram trazendo nutrientes a superfície e com isso, a vida explode.

    A pescaria normalmente se faz em dois locais, a principal é a de parede, onde fica bem na divisa entre os 100mts de profundidade e o abismo de 1000mts, ali se encontram os gigantescos olhos de boi, o gde foco da pescaria. A segunda modalidade, eles chamam de "meia-peça", fica em locais rasos (50 a 70mts), rsrrsrsrs, onde existem parcéis de pedra no fundo e ali se encontra uma variedade gigantesca de peixes, pega quase de tudo, e tem alta produtividade.
    A pescaria sai da Praia de Itacimirim-BA, distante 60km de Salvador, que praia top, simplesmente linda e fica ao lado da badalada Praia do Forte(6km), mas com grande tranquilidade.

    Acordar pela manha com este visual, só no Brasil.



    Amizade sempre

    A praia de Itacimirim




    Carregando os equipamentos para a lancha


    dada a largada

    O primeiro dia foi ação o dia inteiro, com detalhe para 3 Olhos de boi, pegos nas paredes, muito gdes, que estouraram linhas 100lbs, igual seda, 3x0 para o peixe. Mas pegamos muitos atuns pequenos, guarajubas, Xareus, pitangola(o irmão menor do olho de boi).
    a pintura do mar

    O irmão pobre do atum , o Bonito

    Novas amizades, este é o significado da pescaria

    Atum amarelo

    Xareu Olho de cavalo

    peixe na linha, haja braço


     
    ver se Iemanja leva a oferenda pra casa, nem ela quer...

    Troféu do dia Xareu Amarelo de 25lbs


    https://www.facebook.com/dini.dini.90260/videos/2251725181783038/
    Pitangola

    terminando o dia

    No fim do dia, fiz merda, bêbado é uma desgraça, estava pescando em pé na proa, e desequilibrei e cai ne proteção de metal do barco, muita dor, resultado 2 costelas trincadas, não conseguia nem respirar, o capitão veio rápido me ajudar, perguntou o que eu queria, falei "me dá uma cerveja". bastante dor a noite toda.
    Dia seguinte mesmo com dor resolvi pescar, nada que alcool não resolva.
    Pescador raiz, pé na terra.Moço, sou do interior


     
    Material no pescador artesanal

    Começar o dia


    Embarcando com meu parça, Silvio

     
    O segundo dia, o mar estava mais agitado, o que deixou os peixes mais ativos, em especial os xaréus amarelos, foram mais de 8 peças acima de 10kgs. Já os olhos de boi, desta vez não quiseram aparecer. 
    Guarajuba





    As brigas são de acabar com o braço


     
    Saldo da pescaria muito peixe, muito mesmo, linhas estouradas, e vontade de voltar logo.
    Para encerrar a pescaria, uma moqueca baiana, feita com peixe fresco e polvo pego no recife em frente a praia...

     
    Equipamentos
    -Varas p jigging para linhas PE 3, 4 e 6-by Waka 
    -Molinetes-Stella 10000PG, Stella 8000HG, Bioomaster 5000PG, Twin Power 6000PG
    -Linhas 8 fios OCEa da Shimano- numeros PE 3 e 5
    -Jigs Meia peça 10-150g/ Parede 200-300g
    -assist hook de 4/0 a 8/0-marca shout

    O guia Peixe-Pescador, é top demais, embarcação super segura, recomendadíssimo.
    Tem todos equipamentos para alugar, se o pescador precisar.
    Contatos:
    https://www.facebook.com/peixe.pescador.3/photos?lst=100008367346061%3A100003223297337%3A1545152266&source_ref=pb_friends_tl
    Instagram: @peixe.pescador
    tel-071-97316665

     
    Ficamos na Pousada do Ilha do Meio, muito legal, preço justo, e quartos confortáveis, ideal para levar a família.
    tel-071-91263096


     
    Agradeço a Deus e minha amada familia por esta vida maravilhosa.
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
    facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
     
    Carlos Dini
  18. Upvote
    Carlos Dini recebeu reputação de Cristiano Rochinha em Carlos Dini-Pescarias dos Monstros da Bahia-dez18   
    Amigos, tenho mudado um pouco o foco e tenho pescado tb nas águas salgadas. Muito legal pela diversidade de peixes que se pega, como tb pela força dos adversários.
    Tudo feito em cima da hora, marquei a viagem com 3 dias de antecedência, bom do avião, que torna as coisas muito próximas, trabalhei até as 7 da noite, fui na apresentação do judo do meu filho e as 3 da manha já estava na pousada.
    Voando do trabalho para o Judo, logo ele larga isso e começa pescar com o pai...rsrsrs

    Do Judo para Viracopos, Para embalar as 2horas de sono no avião


    Chegando em salvador a 1 da matina

    O litoral Norte, principalmente do Rio Grande do Norte-RN até praticamente o Espirito Santo-ES, além de serem maravilhosos, tem uma característica importante, que é uma plataforma continental bem curta, significa que vc sai de da praia e rapidamente já esta na beira do precipício dos oceanos, com profundidades acima dos 1000mts. Como exemplo em São Paulo, navega-se praticamente 8horas para atingir tal profundidade, e no Nordeste com meia hora já esta no abismo dos mares. Os peixes costumam ficar na borda deste "buraco", pois as correntes que vem de 1000, 2000mts, batem nessa parede e afloram trazendo nutrientes a superfície e com isso, a vida explode.

    A pescaria normalmente se faz em dois locais, a principal é a de parede, onde fica bem na divisa entre os 100mts de profundidade e o abismo de 1000mts, ali se encontram os gigantescos olhos de boi, o gde foco da pescaria. A segunda modalidade, eles chamam de "meia-peça", fica em locais rasos (50 a 70mts), rsrrsrsrs, onde existem parcéis de pedra no fundo e ali se encontra uma variedade gigantesca de peixes, pega quase de tudo, e tem alta produtividade.
    A pescaria sai da Praia de Itacimirim-BA, distante 60km de Salvador, que praia top, simplesmente linda e fica ao lado da badalada Praia do Forte(6km), mas com grande tranquilidade.

    Acordar pela manha com este visual, só no Brasil.



    Amizade sempre

    A praia de Itacimirim




    Carregando os equipamentos para a lancha


    dada a largada

    O primeiro dia foi ação o dia inteiro, com detalhe para 3 Olhos de boi, pegos nas paredes, muito gdes, que estouraram linhas 100lbs, igual seda, 3x0 para o peixe. Mas pegamos muitos atuns pequenos, guarajubas, Xareus, pitangola(o irmão menor do olho de boi).
    a pintura do mar

    O irmão pobre do atum , o Bonito

    Novas amizades, este é o significado da pescaria

    Atum amarelo

    Xareu Olho de cavalo

    peixe na linha, haja braço


     
    ver se Iemanja leva a oferenda pra casa, nem ela quer...

    Troféu do dia Xareu Amarelo de 25lbs


    https://www.facebook.com/dini.dini.90260/videos/2251725181783038/
    Pitangola

    terminando o dia

    No fim do dia, fiz merda, bêbado é uma desgraça, estava pescando em pé na proa, e desequilibrei e cai ne proteção de metal do barco, muita dor, resultado 2 costelas trincadas, não conseguia nem respirar, o capitão veio rápido me ajudar, perguntou o que eu queria, falei "me dá uma cerveja". bastante dor a noite toda.
    Dia seguinte mesmo com dor resolvi pescar, nada que alcool não resolva.
    Pescador raiz, pé na terra.Moço, sou do interior


     
    Material no pescador artesanal

    Começar o dia


    Embarcando com meu parça, Silvio

     
    O segundo dia, o mar estava mais agitado, o que deixou os peixes mais ativos, em especial os xaréus amarelos, foram mais de 8 peças acima de 10kgs. Já os olhos de boi, desta vez não quiseram aparecer. 
    Guarajuba





    As brigas são de acabar com o braço


     
    Saldo da pescaria muito peixe, muito mesmo, linhas estouradas, e vontade de voltar logo.
    Para encerrar a pescaria, uma moqueca baiana, feita com peixe fresco e polvo pego no recife em frente a praia...

     
    Equipamentos
    -Varas p jigging para linhas PE 3, 4 e 6-by Waka 
    -Molinetes-Stella 10000PG, Stella 8000HG, Bioomaster 5000PG, Twin Power 6000PG
    -Linhas 8 fios OCEa da Shimano- numeros PE 3 e 5
    -Jigs Meia peça 10-150g/ Parede 200-300g
    -assist hook de 4/0 a 8/0-marca shout

    O guia Peixe-Pescador, é top demais, embarcação super segura, recomendadíssimo.
    Tem todos equipamentos para alugar, se o pescador precisar.
    Contatos:
    https://www.facebook.com/peixe.pescador.3/photos?lst=100008367346061%3A100003223297337%3A1545152266&source_ref=pb_friends_tl
    Instagram: @peixe.pescador
    tel-071-97316665

     
    Ficamos na Pousada do Ilha do Meio, muito legal, preço justo, e quartos confortáveis, ideal para levar a família.
    tel-071-91263096


     
    Agradeço a Deus e minha amada familia por esta vida maravilhosa.
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
    facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
     
    Carlos Dini
  19. Like
    Carlos Dini recebeu reputação de Alberto Guassu em Carlos Dini- Rio Jufari-nov18- chovendo açus   
    Amigos, este ano tirei para ir atras dos açus em locais um pouco menos tradicionais.
    Agora no mês de novembro, fui conhecer o lendário Rio Jufari.
    O rio Jufari, praticamente separa o estado do Amazonas com Roraima, sua foz se situa na margem esquerda do rio Negro, praticamente junto da foz do Rio Branco, assim como os afluentes desta região (Xeruini, Agua Boa) eles tem regime de águas um pouco mais para fim de outubro e podendo estender a seca até mais que nos rios do médio Rio Negro. É um rio extremamente raso, o que impede praticamente a entrada de barcos hotéis, tem águas bem mais transparentes que as águas do rio Negro, muitas vezes eu via os choqueiros e achava que estavam a 50cm de profundidade, mas não, estavam a 2mts de profundidade, tal a transparência das águas. Predomina em sua margens os molongozais, mas tem um poucos de Cabibis e Jaras. Fazia tempo que eu não entrava em um afluente com tantos lagos, é um atras do outro e cada um vara em mais uns três. Neste Rio habitam os tucunarés açus e borboletas, também aruanas e cacharas.


    O amigo e operador Victor Vilanova, iniciou este ano sua operação neste Rio. Esta com um esquema top, in e out por Hidroavião.
    Peguei o voo da noite de sábado, desabou o mundo em Viracopos, aeroporto fechado, achei que ia perder a pescaria, mas ufa... deu certo
    Chuva monstro, repiquete em Campinas-SP

    Antes do voo para embalar o sono


    Cheguei na madrugada de sabado. e bora dormir algumas horas...
    Logo cedo, partimos rumo ao aeroporto para embarcarmos no Hidroavião . O único acesso pois a boca do Rio fica muito seca e pescamos em ponto bem alto do afluente.
    O grupo de feras, Jaida Machado(PescaGerais), João Medeiros(redai e Historia de Pescador), Otavio (PescaGerais), Gilson Alcarraz(tio do pijama), Dini(PescaeAlcoolismo), Andrezinho(Richard Rassmussem...), Claudio Alcarraz(ce é loko mano...). Infelizmente o amigo Massa por problemas familiares, não pode ir junto.


    Rio Jufar, visto do alto

    Quanto mais o Hidro voava para cabeceira, mais seco ficava.

    As notícias eram de muitos peixes, e chegando ao Rio era de encher os olhos, Rio na caixa, muito molengo, parecia perfeito.
    Chegando ao rio seco.

    Rio na caixa


    A preocupação ficou no ar pois, falando com a tripulação havia caído fortes chuvas nos dias anteriores.Mas como a vida lá é dura, tomei meu remédio

    Um belo almoço nos esperava

    O amanhecer do dia

    Fiz uma marca e vi que após 12 horas não subiu nem desceu, no primeiro dia, posso descrever como “indescritível”, nunca vi tanto peixe, inicialmente não em tamanho mas sim em quantidade, cada arremesso um peixe, mais de 100 tucunarés por barco. Peixe não conhecia isca.Após o almoço comecei bater hélice, três gdes peixes fisgados, um escapou no pulo, outro arrancou o pitão da cara da isca é o segundo arrancou o pitão traseiro, 3x0 para os gigantes. Os amigos já começaram pegar bons peixes10,12,16,18 Lbs.

    Impressionante é a quantidade de vida, borboleta igual a este, batia em quantidade, pegava um, e formava uma bola de peixe, igual no mar, ai era só jogar jig, tinha q mudar o ponto, pois até irritava... E tb show, é a quantidade de forrageiros, nunca vi tanto cara(de todas as especies), aracus, pacus, matrinchas, eram cardumes gigantescos, passando toda hora por baixo do barco, é muita comida para os açus.


    Primeiro preju do dia, o cavalo, me deixou só com o pitão da helice

    o segundo preju...

    o terceiro preju, este para o operador...

    O belo por do sol

    A noite o mundo desabou, choveu toda noite, amanheceu chovendo, resolvi marcar a praia, 2 horas depois o graveto estava coberto 10cm em 2 horas, nunca vi nada igual. Óbvio q o peixe sentiu, as ações diminuiram, mas mesmo assim muita ação na superfície, considerando o nível da água. 
    Cada dia subia mais, em 5 dias subiu 1,5mts, o maior repiquete que já peguei. 
    E tome chuva


    O grupo era bom de pescaria, só pescador profissa, com exceção deste autor que só sabe de bebida o resto era fera... Isso driblou a subida da água.
    Eu mesmo nunca perdi tanto peixe grande, até o penúltimo dia tinha deixado escapar pelo menos uns dez peixes.
    Algumas imagens:





    muitos lagos centrais


    Almoçar, tinha que ser na chuva mesmo





    A beleza do rio Jufari

    Os amigos, brigando com um açu

    pausa do almoço

    nas operações do Vilanova, sempre tem uma carne nos almoço e um arroz feito na hora

    Mais chuva, já acordava com a cueca molhada

    Remedio da selva






    Como estava um pouco difícil, eu cometi uma falha e insisto muito nas jumping minnows e jigs, o que resultou em muita produtividade, mas pouco tamanho. A dupla Gilson e Cláudio, não desistiram das hélices, e toda noite traziam notícias de bons peixes. No penúltimo dia parou de chover, e o repiquete foi diminuindo. No último dia, primeiro dia de sol forte, vi na praia q tinha subido só 2cm, pensei, “ por que não estou batendo hélices???”, resolvi pegar minha “velha” Caribe 7” palhaço, e comecei a metralhar, caraca!!! Foi muita porrada. 



     



     
    Perto da hora do almoço, foco arremessar no meio do lago, e de lá surge o monstro, ele bate 4x , na última sai inteiro fora da água, um monstro com certeza over 20lbs. Jogo novamente, mas pego a fêmea, bem menor... parece que sorte realmente não estava comigo.




     
    Bom mas logo outros bons peixes começaram a aparecer. Fica a vontade de voltar e encontrar o gigante novamente.


    Imagens dos amigos



    Marcando território, para que os açus se lembrem que eu passei ali...

    Valeu como aprendizado, como diria o amigo  e gde Pescador Cláudio W (doido, rsrsrs), “Dini, vc está no Rio Negro o seu recorde pode sair no próximo arremesso”. E estando nas "blackwaters" devemos sempre acreditar nas hélices, elas separam os gdes peixes.
     
    Bebado é uma desgraça, bebe todas antes do voo, ai quer mijar no avião.

    Antes de sair da minha amada Manaus, passada rápida no restaurante Lenhador para saborear o pato no Tucupi

     
    Com certeza os amigos farão relatos bem mais completos que estes, vocês podem seguir eles em:
    http://historiadepescador.com/
    http://www.pescagerais.com.br/pesca/
     
    Material utilizado:

    A-Varas
    -F3 5'7" 20lbs by waka Custom
    -SC III 5'7"20lbs by Waka Custom
    -Falcon Cara 5´7"
    B-Carretilhas
    -Scorpion 1501 HG
    -Scorpion 1501
    C-Linha Multi PP 50lbs
    D-Leader -Line system 50lbs
    F-Snap Capella G Amazonas
    G-Iscas mais utlizadas-  T20 cor osso, jig 6/0 15g, caribe 7" e Rip roller 6"
     
    Eu só tenho a agradecer a turma que tão bem me recebeu. Ao operador Victor Vilanova pela hospitalidade e atenção. E a toda equipe do barco pelo fantástico atendimento
    OBS-Fica claro que não preciso e não recebo nenhuma gratificação para falar da pousada ou de qualquer pessoa, falo bem porque realmente gostei.
    O gde Amigo Victor Villanova, montou a operação no alto Jufari, local com pressão de pesca quase zero. OA operação tem camas confortáveis, banheiros e chuveiros privativos, boa comida, , barcos e guias, e o principal, muita cerveja. 
    Contatos do operador-Victor Vilanova
    https://www.facebook.com/victorvilanovamazon
    https://www.facebook.com/pages/Camaiú-Camp/1926317310973319?pnref=about.work
    https://www.facebook.com/vilanovamazon/?pnref=about.work
    (42) 99122-0016 
    http://www.vilanovamazon.com.br 
    victorvilanova@me.com

     
    Agradeço a Deus e minha amada familia por esta vida maravilhosa.
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
    facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
     
    Carlos Dini
  20. Upvote
    Carlos Dini recebeu reputação de Eder Nascimento em Carlos Dini- Rio Jufari-nov18- chovendo açus   
    Amigos, este ano tirei para ir atras dos açus em locais um pouco menos tradicionais.
    Agora no mês de novembro, fui conhecer o lendário Rio Jufari.
    O rio Jufari, praticamente separa o estado do Amazonas com Roraima, sua foz se situa na margem esquerda do rio Negro, praticamente junto da foz do Rio Branco, assim como os afluentes desta região (Xeruini, Agua Boa) eles tem regime de águas um pouco mais para fim de outubro e podendo estender a seca até mais que nos rios do médio Rio Negro. É um rio extremamente raso, o que impede praticamente a entrada de barcos hotéis, tem águas bem mais transparentes que as águas do rio Negro, muitas vezes eu via os choqueiros e achava que estavam a 50cm de profundidade, mas não, estavam a 2mts de profundidade, tal a transparência das águas. Predomina em sua margens os molongozais, mas tem um poucos de Cabibis e Jaras. Fazia tempo que eu não entrava em um afluente com tantos lagos, é um atras do outro e cada um vara em mais uns três. Neste Rio habitam os tucunarés açus e borboletas, também aruanas e cacharas.


    O amigo e operador Victor Vilanova, iniciou este ano sua operação neste Rio. Esta com um esquema top, in e out por Hidroavião.
    Peguei o voo da noite de sábado, desabou o mundo em Viracopos, aeroporto fechado, achei que ia perder a pescaria, mas ufa... deu certo
    Chuva monstro, repiquete em Campinas-SP

    Antes do voo para embalar o sono


    Cheguei na madrugada de sabado. e bora dormir algumas horas...
    Logo cedo, partimos rumo ao aeroporto para embarcarmos no Hidroavião . O único acesso pois a boca do Rio fica muito seca e pescamos em ponto bem alto do afluente.
    O grupo de feras, Jaida Machado(PescaGerais), João Medeiros(redai e Historia de Pescador), Otavio (PescaGerais), Gilson Alcarraz(tio do pijama), Dini(PescaeAlcoolismo), Andrezinho(Richard Rassmussem...), Claudio Alcarraz(ce é loko mano...). Infelizmente o amigo Massa por problemas familiares, não pode ir junto.


    Rio Jufar, visto do alto

    Quanto mais o Hidro voava para cabeceira, mais seco ficava.

    As notícias eram de muitos peixes, e chegando ao Rio era de encher os olhos, Rio na caixa, muito molengo, parecia perfeito.
    Chegando ao rio seco.

    Rio na caixa


    A preocupação ficou no ar pois, falando com a tripulação havia caído fortes chuvas nos dias anteriores.Mas como a vida lá é dura, tomei meu remédio

    Um belo almoço nos esperava

    O amanhecer do dia

    Fiz uma marca e vi que após 12 horas não subiu nem desceu, no primeiro dia, posso descrever como “indescritível”, nunca vi tanto peixe, inicialmente não em tamanho mas sim em quantidade, cada arremesso um peixe, mais de 100 tucunarés por barco. Peixe não conhecia isca.Após o almoço comecei bater hélice, três gdes peixes fisgados, um escapou no pulo, outro arrancou o pitão da cara da isca é o segundo arrancou o pitão traseiro, 3x0 para os gigantes. Os amigos já começaram pegar bons peixes10,12,16,18 Lbs.

    Impressionante é a quantidade de vida, borboleta igual a este, batia em quantidade, pegava um, e formava uma bola de peixe, igual no mar, ai era só jogar jig, tinha q mudar o ponto, pois até irritava... E tb show, é a quantidade de forrageiros, nunca vi tanto cara(de todas as especies), aracus, pacus, matrinchas, eram cardumes gigantescos, passando toda hora por baixo do barco, é muita comida para os açus.


    Primeiro preju do dia, o cavalo, me deixou só com o pitão da helice

    o segundo preju...

    o terceiro preju, este para o operador...

    O belo por do sol

    A noite o mundo desabou, choveu toda noite, amanheceu chovendo, resolvi marcar a praia, 2 horas depois o graveto estava coberto 10cm em 2 horas, nunca vi nada igual. Óbvio q o peixe sentiu, as ações diminuiram, mas mesmo assim muita ação na superfície, considerando o nível da água. 
    Cada dia subia mais, em 5 dias subiu 1,5mts, o maior repiquete que já peguei. 
    E tome chuva


    O grupo era bom de pescaria, só pescador profissa, com exceção deste autor que só sabe de bebida o resto era fera... Isso driblou a subida da água.
    Eu mesmo nunca perdi tanto peixe grande, até o penúltimo dia tinha deixado escapar pelo menos uns dez peixes.
    Algumas imagens:





    muitos lagos centrais


    Almoçar, tinha que ser na chuva mesmo





    A beleza do rio Jufari

    Os amigos, brigando com um açu

    pausa do almoço

    nas operações do Vilanova, sempre tem uma carne nos almoço e um arroz feito na hora

    Mais chuva, já acordava com a cueca molhada

    Remedio da selva






    Como estava um pouco difícil, eu cometi uma falha e insisto muito nas jumping minnows e jigs, o que resultou em muita produtividade, mas pouco tamanho. A dupla Gilson e Cláudio, não desistiram das hélices, e toda noite traziam notícias de bons peixes. No penúltimo dia parou de chover, e o repiquete foi diminuindo. No último dia, primeiro dia de sol forte, vi na praia q tinha subido só 2cm, pensei, “ por que não estou batendo hélices???”, resolvi pegar minha “velha” Caribe 7” palhaço, e comecei a metralhar, caraca!!! Foi muita porrada. 



     



     
    Perto da hora do almoço, foco arremessar no meio do lago, e de lá surge o monstro, ele bate 4x , na última sai inteiro fora da água, um monstro com certeza over 20lbs. Jogo novamente, mas pego a fêmea, bem menor... parece que sorte realmente não estava comigo.




     
    Bom mas logo outros bons peixes começaram a aparecer. Fica a vontade de voltar e encontrar o gigante novamente.


    Imagens dos amigos



    Marcando território, para que os açus se lembrem que eu passei ali...

    Valeu como aprendizado, como diria o amigo  e gde Pescador Cláudio W (doido, rsrsrs), “Dini, vc está no Rio Negro o seu recorde pode sair no próximo arremesso”. E estando nas "blackwaters" devemos sempre acreditar nas hélices, elas separam os gdes peixes.
     
    Bebado é uma desgraça, bebe todas antes do voo, ai quer mijar no avião.

    Antes de sair da minha amada Manaus, passada rápida no restaurante Lenhador para saborear o pato no Tucupi

     
    Com certeza os amigos farão relatos bem mais completos que estes, vocês podem seguir eles em:
    http://historiadepescador.com/
    http://www.pescagerais.com.br/pesca/
     
    Material utilizado:

    A-Varas
    -F3 5'7" 20lbs by waka Custom
    -SC III 5'7"20lbs by Waka Custom
    -Falcon Cara 5´7"
    B-Carretilhas
    -Scorpion 1501 HG
    -Scorpion 1501
    C-Linha Multi PP 50lbs
    D-Leader -Line system 50lbs
    F-Snap Capella G Amazonas
    G-Iscas mais utlizadas-  T20 cor osso, jig 6/0 15g, caribe 7" e Rip roller 6"
     
    Eu só tenho a agradecer a turma que tão bem me recebeu. Ao operador Victor Vilanova pela hospitalidade e atenção. E a toda equipe do barco pelo fantástico atendimento
    OBS-Fica claro que não preciso e não recebo nenhuma gratificação para falar da pousada ou de qualquer pessoa, falo bem porque realmente gostei.
    O gde Amigo Victor Villanova, montou a operação no alto Jufari, local com pressão de pesca quase zero. OA operação tem camas confortáveis, banheiros e chuveiros privativos, boa comida, , barcos e guias, e o principal, muita cerveja. 
    Contatos do operador-Victor Vilanova
    https://www.facebook.com/victorvilanovamazon
    https://www.facebook.com/pages/Camaiú-Camp/1926317310973319?pnref=about.work
    https://www.facebook.com/vilanovamazon/?pnref=about.work
    (42) 99122-0016 
    http://www.vilanovamazon.com.br 
    victorvilanova@me.com

     
    Agradeço a Deus e minha amada familia por esta vida maravilhosa.
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
    facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
     
    Carlos Dini
  21. Upvote
    Carlos Dini recebeu reputação de Fabrício Biguá em Carlos Dini- Rio Jufari-nov18- chovendo açus   
    Amigos, este ano tirei para ir atras dos açus em locais um pouco menos tradicionais.
    Agora no mês de novembro, fui conhecer o lendário Rio Jufari.
    O rio Jufari, praticamente separa o estado do Amazonas com Roraima, sua foz se situa na margem esquerda do rio Negro, praticamente junto da foz do Rio Branco, assim como os afluentes desta região (Xeruini, Agua Boa) eles tem regime de águas um pouco mais para fim de outubro e podendo estender a seca até mais que nos rios do médio Rio Negro. É um rio extremamente raso, o que impede praticamente a entrada de barcos hotéis, tem águas bem mais transparentes que as águas do rio Negro, muitas vezes eu via os choqueiros e achava que estavam a 50cm de profundidade, mas não, estavam a 2mts de profundidade, tal a transparência das águas. Predomina em sua margens os molongozais, mas tem um poucos de Cabibis e Jaras. Fazia tempo que eu não entrava em um afluente com tantos lagos, é um atras do outro e cada um vara em mais uns três. Neste Rio habitam os tucunarés açus e borboletas, também aruanas e cacharas.


    O amigo e operador Victor Vilanova, iniciou este ano sua operação neste Rio. Esta com um esquema top, in e out por Hidroavião.
    Peguei o voo da noite de sábado, desabou o mundo em Viracopos, aeroporto fechado, achei que ia perder a pescaria, mas ufa... deu certo
    Chuva monstro, repiquete em Campinas-SP

    Antes do voo para embalar o sono


    Cheguei na madrugada de sabado. e bora dormir algumas horas...
    Logo cedo, partimos rumo ao aeroporto para embarcarmos no Hidroavião . O único acesso pois a boca do Rio fica muito seca e pescamos em ponto bem alto do afluente.
    O grupo de feras, Jaida Machado(PescaGerais), João Medeiros(redai e Historia de Pescador), Otavio (PescaGerais), Gilson Alcarraz(tio do pijama), Dini(PescaeAlcoolismo), Andrezinho(Richard Rassmussem...), Claudio Alcarraz(ce é loko mano...). Infelizmente o amigo Massa por problemas familiares, não pode ir junto.


    Rio Jufar, visto do alto

    Quanto mais o Hidro voava para cabeceira, mais seco ficava.

    As notícias eram de muitos peixes, e chegando ao Rio era de encher os olhos, Rio na caixa, muito molengo, parecia perfeito.
    Chegando ao rio seco.

    Rio na caixa


    A preocupação ficou no ar pois, falando com a tripulação havia caído fortes chuvas nos dias anteriores.Mas como a vida lá é dura, tomei meu remédio

    Um belo almoço nos esperava

    O amanhecer do dia

    Fiz uma marca e vi que após 12 horas não subiu nem desceu, no primeiro dia, posso descrever como “indescritível”, nunca vi tanto peixe, inicialmente não em tamanho mas sim em quantidade, cada arremesso um peixe, mais de 100 tucunarés por barco. Peixe não conhecia isca.Após o almoço comecei bater hélice, três gdes peixes fisgados, um escapou no pulo, outro arrancou o pitão da cara da isca é o segundo arrancou o pitão traseiro, 3x0 para os gigantes. Os amigos já começaram pegar bons peixes10,12,16,18 Lbs.

    Impressionante é a quantidade de vida, borboleta igual a este, batia em quantidade, pegava um, e formava uma bola de peixe, igual no mar, ai era só jogar jig, tinha q mudar o ponto, pois até irritava... E tb show, é a quantidade de forrageiros, nunca vi tanto cara(de todas as especies), aracus, pacus, matrinchas, eram cardumes gigantescos, passando toda hora por baixo do barco, é muita comida para os açus.


    Primeiro preju do dia, o cavalo, me deixou só com o pitão da helice

    o segundo preju...

    o terceiro preju, este para o operador...

    O belo por do sol

    A noite o mundo desabou, choveu toda noite, amanheceu chovendo, resolvi marcar a praia, 2 horas depois o graveto estava coberto 10cm em 2 horas, nunca vi nada igual. Óbvio q o peixe sentiu, as ações diminuiram, mas mesmo assim muita ação na superfície, considerando o nível da água. 
    Cada dia subia mais, em 5 dias subiu 1,5mts, o maior repiquete que já peguei. 
    E tome chuva


    O grupo era bom de pescaria, só pescador profissa, com exceção deste autor que só sabe de bebida o resto era fera... Isso driblou a subida da água.
    Eu mesmo nunca perdi tanto peixe grande, até o penúltimo dia tinha deixado escapar pelo menos uns dez peixes.
    Algumas imagens:





    muitos lagos centrais


    Almoçar, tinha que ser na chuva mesmo





    A beleza do rio Jufari

    Os amigos, brigando com um açu

    pausa do almoço

    nas operações do Vilanova, sempre tem uma carne nos almoço e um arroz feito na hora

    Mais chuva, já acordava com a cueca molhada

    Remedio da selva






    Como estava um pouco difícil, eu cometi uma falha e insisto muito nas jumping minnows e jigs, o que resultou em muita produtividade, mas pouco tamanho. A dupla Gilson e Cláudio, não desistiram das hélices, e toda noite traziam notícias de bons peixes. No penúltimo dia parou de chover, e o repiquete foi diminuindo. No último dia, primeiro dia de sol forte, vi na praia q tinha subido só 2cm, pensei, “ por que não estou batendo hélices???”, resolvi pegar minha “velha” Caribe 7” palhaço, e comecei a metralhar, caraca!!! Foi muita porrada. 



     



     
    Perto da hora do almoço, foco arremessar no meio do lago, e de lá surge o monstro, ele bate 4x , na última sai inteiro fora da água, um monstro com certeza over 20lbs. Jogo novamente, mas pego a fêmea, bem menor... parece que sorte realmente não estava comigo.




     
    Bom mas logo outros bons peixes começaram a aparecer. Fica a vontade de voltar e encontrar o gigante novamente.


    Imagens dos amigos



    Marcando território, para que os açus se lembrem que eu passei ali...

    Valeu como aprendizado, como diria o amigo  e gde Pescador Cláudio W (doido, rsrsrs), “Dini, vc está no Rio Negro o seu recorde pode sair no próximo arremesso”. E estando nas "blackwaters" devemos sempre acreditar nas hélices, elas separam os gdes peixes.
     
    Bebado é uma desgraça, bebe todas antes do voo, ai quer mijar no avião.

    Antes de sair da minha amada Manaus, passada rápida no restaurante Lenhador para saborear o pato no Tucupi

     
    Com certeza os amigos farão relatos bem mais completos que estes, vocês podem seguir eles em:
    http://historiadepescador.com/
    http://www.pescagerais.com.br/pesca/
     
    Material utilizado:

    A-Varas
    -F3 5'7" 20lbs by waka Custom
    -SC III 5'7"20lbs by Waka Custom
    -Falcon Cara 5´7"
    B-Carretilhas
    -Scorpion 1501 HG
    -Scorpion 1501
    C-Linha Multi PP 50lbs
    D-Leader -Line system 50lbs
    F-Snap Capella G Amazonas
    G-Iscas mais utlizadas-  T20 cor osso, jig 6/0 15g, caribe 7" e Rip roller 6"
     
    Eu só tenho a agradecer a turma que tão bem me recebeu. Ao operador Victor Vilanova pela hospitalidade e atenção. E a toda equipe do barco pelo fantástico atendimento
    OBS-Fica claro que não preciso e não recebo nenhuma gratificação para falar da pousada ou de qualquer pessoa, falo bem porque realmente gostei.
    O gde Amigo Victor Villanova, montou a operação no alto Jufari, local com pressão de pesca quase zero. OA operação tem camas confortáveis, banheiros e chuveiros privativos, boa comida, , barcos e guias, e o principal, muita cerveja. 
    Contatos do operador-Victor Vilanova
    https://www.facebook.com/victorvilanovamazon
    https://www.facebook.com/pages/Camaiú-Camp/1926317310973319?pnref=about.work
    https://www.facebook.com/vilanovamazon/?pnref=about.work
    (42) 99122-0016 
    http://www.vilanovamazon.com.br 
    victorvilanova@me.com

     
    Agradeço a Deus e minha amada familia por esta vida maravilhosa.
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
    facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
     
    Carlos Dini
  22. Like
    Carlos Dini recebeu reputação de Adalberto Magrao em Carlos Dini- Rio Jufari-nov18- chovendo açus   
    Amigos, este ano tirei para ir atras dos açus em locais um pouco menos tradicionais.
    Agora no mês de novembro, fui conhecer o lendário Rio Jufari.
    O rio Jufari, praticamente separa o estado do Amazonas com Roraima, sua foz se situa na margem esquerda do rio Negro, praticamente junto da foz do Rio Branco, assim como os afluentes desta região (Xeruini, Agua Boa) eles tem regime de águas um pouco mais para fim de outubro e podendo estender a seca até mais que nos rios do médio Rio Negro. É um rio extremamente raso, o que impede praticamente a entrada de barcos hotéis, tem águas bem mais transparentes que as águas do rio Negro, muitas vezes eu via os choqueiros e achava que estavam a 50cm de profundidade, mas não, estavam a 2mts de profundidade, tal a transparência das águas. Predomina em sua margens os molongozais, mas tem um poucos de Cabibis e Jaras. Fazia tempo que eu não entrava em um afluente com tantos lagos, é um atras do outro e cada um vara em mais uns três. Neste Rio habitam os tucunarés açus e borboletas, também aruanas e cacharas.


    O amigo e operador Victor Vilanova, iniciou este ano sua operação neste Rio. Esta com um esquema top, in e out por Hidroavião.
    Peguei o voo da noite de sábado, desabou o mundo em Viracopos, aeroporto fechado, achei que ia perder a pescaria, mas ufa... deu certo
    Chuva monstro, repiquete em Campinas-SP

    Antes do voo para embalar o sono


    Cheguei na madrugada de sabado. e bora dormir algumas horas...
    Logo cedo, partimos rumo ao aeroporto para embarcarmos no Hidroavião . O único acesso pois a boca do Rio fica muito seca e pescamos em ponto bem alto do afluente.
    O grupo de feras, Jaida Machado(PescaGerais), João Medeiros(redai e Historia de Pescador), Otavio (PescaGerais), Gilson Alcarraz(tio do pijama), Dini(PescaeAlcoolismo), Andrezinho(Richard Rassmussem...), Claudio Alcarraz(ce é loko mano...). Infelizmente o amigo Massa por problemas familiares, não pode ir junto.


    Rio Jufar, visto do alto

    Quanto mais o Hidro voava para cabeceira, mais seco ficava.

    As notícias eram de muitos peixes, e chegando ao Rio era de encher os olhos, Rio na caixa, muito molengo, parecia perfeito.
    Chegando ao rio seco.

    Rio na caixa


    A preocupação ficou no ar pois, falando com a tripulação havia caído fortes chuvas nos dias anteriores.Mas como a vida lá é dura, tomei meu remédio

    Um belo almoço nos esperava

    O amanhecer do dia

    Fiz uma marca e vi que após 12 horas não subiu nem desceu, no primeiro dia, posso descrever como “indescritível”, nunca vi tanto peixe, inicialmente não em tamanho mas sim em quantidade, cada arremesso um peixe, mais de 100 tucunarés por barco. Peixe não conhecia isca.Após o almoço comecei bater hélice, três gdes peixes fisgados, um escapou no pulo, outro arrancou o pitão da cara da isca é o segundo arrancou o pitão traseiro, 3x0 para os gigantes. Os amigos já começaram pegar bons peixes10,12,16,18 Lbs.

    Impressionante é a quantidade de vida, borboleta igual a este, batia em quantidade, pegava um, e formava uma bola de peixe, igual no mar, ai era só jogar jig, tinha q mudar o ponto, pois até irritava... E tb show, é a quantidade de forrageiros, nunca vi tanto cara(de todas as especies), aracus, pacus, matrinchas, eram cardumes gigantescos, passando toda hora por baixo do barco, é muita comida para os açus.


    Primeiro preju do dia, o cavalo, me deixou só com o pitão da helice

    o segundo preju...

    o terceiro preju, este para o operador...

    O belo por do sol

    A noite o mundo desabou, choveu toda noite, amanheceu chovendo, resolvi marcar a praia, 2 horas depois o graveto estava coberto 10cm em 2 horas, nunca vi nada igual. Óbvio q o peixe sentiu, as ações diminuiram, mas mesmo assim muita ação na superfície, considerando o nível da água. 
    Cada dia subia mais, em 5 dias subiu 1,5mts, o maior repiquete que já peguei. 
    E tome chuva


    O grupo era bom de pescaria, só pescador profissa, com exceção deste autor que só sabe de bebida o resto era fera... Isso driblou a subida da água.
    Eu mesmo nunca perdi tanto peixe grande, até o penúltimo dia tinha deixado escapar pelo menos uns dez peixes.
    Algumas imagens:





    muitos lagos centrais


    Almoçar, tinha que ser na chuva mesmo





    A beleza do rio Jufari

    Os amigos, brigando com um açu

    pausa do almoço

    nas operações do Vilanova, sempre tem uma carne nos almoço e um arroz feito na hora

    Mais chuva, já acordava com a cueca molhada

    Remedio da selva






    Como estava um pouco difícil, eu cometi uma falha e insisto muito nas jumping minnows e jigs, o que resultou em muita produtividade, mas pouco tamanho. A dupla Gilson e Cláudio, não desistiram das hélices, e toda noite traziam notícias de bons peixes. No penúltimo dia parou de chover, e o repiquete foi diminuindo. No último dia, primeiro dia de sol forte, vi na praia q tinha subido só 2cm, pensei, “ por que não estou batendo hélices???”, resolvi pegar minha “velha” Caribe 7” palhaço, e comecei a metralhar, caraca!!! Foi muita porrada. 



     



     
    Perto da hora do almoço, foco arremessar no meio do lago, e de lá surge o monstro, ele bate 4x , na última sai inteiro fora da água, um monstro com certeza over 20lbs. Jogo novamente, mas pego a fêmea, bem menor... parece que sorte realmente não estava comigo.




     
    Bom mas logo outros bons peixes começaram a aparecer. Fica a vontade de voltar e encontrar o gigante novamente.


    Imagens dos amigos



    Marcando território, para que os açus se lembrem que eu passei ali...

    Valeu como aprendizado, como diria o amigo  e gde Pescador Cláudio W (doido, rsrsrs), “Dini, vc está no Rio Negro o seu recorde pode sair no próximo arremesso”. E estando nas "blackwaters" devemos sempre acreditar nas hélices, elas separam os gdes peixes.
     
    Bebado é uma desgraça, bebe todas antes do voo, ai quer mijar no avião.

    Antes de sair da minha amada Manaus, passada rápida no restaurante Lenhador para saborear o pato no Tucupi

     
    Com certeza os amigos farão relatos bem mais completos que estes, vocês podem seguir eles em:
    http://historiadepescador.com/
    http://www.pescagerais.com.br/pesca/
     
    Material utilizado:

    A-Varas
    -F3 5'7" 20lbs by waka Custom
    -SC III 5'7"20lbs by Waka Custom
    -Falcon Cara 5´7"
    B-Carretilhas
    -Scorpion 1501 HG
    -Scorpion 1501
    C-Linha Multi PP 50lbs
    D-Leader -Line system 50lbs
    F-Snap Capella G Amazonas
    G-Iscas mais utlizadas-  T20 cor osso, jig 6/0 15g, caribe 7" e Rip roller 6"
     
    Eu só tenho a agradecer a turma que tão bem me recebeu. Ao operador Victor Vilanova pela hospitalidade e atenção. E a toda equipe do barco pelo fantástico atendimento
    OBS-Fica claro que não preciso e não recebo nenhuma gratificação para falar da pousada ou de qualquer pessoa, falo bem porque realmente gostei.
    O gde Amigo Victor Villanova, montou a operação no alto Jufari, local com pressão de pesca quase zero. OA operação tem camas confortáveis, banheiros e chuveiros privativos, boa comida, , barcos e guias, e o principal, muita cerveja. 
    Contatos do operador-Victor Vilanova
    https://www.facebook.com/victorvilanovamazon
    https://www.facebook.com/pages/Camaiú-Camp/1926317310973319?pnref=about.work
    https://www.facebook.com/vilanovamazon/?pnref=about.work
    (42) 99122-0016 
    http://www.vilanovamazon.com.br 
    victorvilanova@me.com

     
    Agradeço a Deus e minha amada familia por esta vida maravilhosa.
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
    facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
     
    Carlos Dini
  23. Upvote
    Carlos Dini recebeu reputação de Carlos Diego Train em Carlos Dini- Rio Jufari-nov18- chovendo açus   
    Amigos, este ano tirei para ir atras dos açus em locais um pouco menos tradicionais.
    Agora no mês de novembro, fui conhecer o lendário Rio Jufari.
    O rio Jufari, praticamente separa o estado do Amazonas com Roraima, sua foz se situa na margem esquerda do rio Negro, praticamente junto da foz do Rio Branco, assim como os afluentes desta região (Xeruini, Agua Boa) eles tem regime de águas um pouco mais para fim de outubro e podendo estender a seca até mais que nos rios do médio Rio Negro. É um rio extremamente raso, o que impede praticamente a entrada de barcos hotéis, tem águas bem mais transparentes que as águas do rio Negro, muitas vezes eu via os choqueiros e achava que estavam a 50cm de profundidade, mas não, estavam a 2mts de profundidade, tal a transparência das águas. Predomina em sua margens os molongozais, mas tem um poucos de Cabibis e Jaras. Fazia tempo que eu não entrava em um afluente com tantos lagos, é um atras do outro e cada um vara em mais uns três. Neste Rio habitam os tucunarés açus e borboletas, também aruanas e cacharas.


    O amigo e operador Victor Vilanova, iniciou este ano sua operação neste Rio. Esta com um esquema top, in e out por Hidroavião.
    Peguei o voo da noite de sábado, desabou o mundo em Viracopos, aeroporto fechado, achei que ia perder a pescaria, mas ufa... deu certo
    Chuva monstro, repiquete em Campinas-SP

    Antes do voo para embalar o sono


    Cheguei na madrugada de sabado. e bora dormir algumas horas...
    Logo cedo, partimos rumo ao aeroporto para embarcarmos no Hidroavião . O único acesso pois a boca do Rio fica muito seca e pescamos em ponto bem alto do afluente.
    O grupo de feras, Jaida Machado(PescaGerais), João Medeiros(redai e Historia de Pescador), Otavio (PescaGerais), Gilson Alcarraz(tio do pijama), Dini(PescaeAlcoolismo), Andrezinho(Richard Rassmussem...), Claudio Alcarraz(ce é loko mano...). Infelizmente o amigo Massa por problemas familiares, não pode ir junto.


    Rio Jufar, visto do alto

    Quanto mais o Hidro voava para cabeceira, mais seco ficava.

    As notícias eram de muitos peixes, e chegando ao Rio era de encher os olhos, Rio na caixa, muito molengo, parecia perfeito.
    Chegando ao rio seco.

    Rio na caixa


    A preocupação ficou no ar pois, falando com a tripulação havia caído fortes chuvas nos dias anteriores.Mas como a vida lá é dura, tomei meu remédio

    Um belo almoço nos esperava

    O amanhecer do dia

    Fiz uma marca e vi que após 12 horas não subiu nem desceu, no primeiro dia, posso descrever como “indescritível”, nunca vi tanto peixe, inicialmente não em tamanho mas sim em quantidade, cada arremesso um peixe, mais de 100 tucunarés por barco. Peixe não conhecia isca.Após o almoço comecei bater hélice, três gdes peixes fisgados, um escapou no pulo, outro arrancou o pitão da cara da isca é o segundo arrancou o pitão traseiro, 3x0 para os gigantes. Os amigos já começaram pegar bons peixes10,12,16,18 Lbs.

    Impressionante é a quantidade de vida, borboleta igual a este, batia em quantidade, pegava um, e formava uma bola de peixe, igual no mar, ai era só jogar jig, tinha q mudar o ponto, pois até irritava... E tb show, é a quantidade de forrageiros, nunca vi tanto cara(de todas as especies), aracus, pacus, matrinchas, eram cardumes gigantescos, passando toda hora por baixo do barco, é muita comida para os açus.


    Primeiro preju do dia, o cavalo, me deixou só com o pitão da helice

    o segundo preju...

    o terceiro preju, este para o operador...

    O belo por do sol

    A noite o mundo desabou, choveu toda noite, amanheceu chovendo, resolvi marcar a praia, 2 horas depois o graveto estava coberto 10cm em 2 horas, nunca vi nada igual. Óbvio q o peixe sentiu, as ações diminuiram, mas mesmo assim muita ação na superfície, considerando o nível da água. 
    Cada dia subia mais, em 5 dias subiu 1,5mts, o maior repiquete que já peguei. 
    E tome chuva


    O grupo era bom de pescaria, só pescador profissa, com exceção deste autor que só sabe de bebida o resto era fera... Isso driblou a subida da água.
    Eu mesmo nunca perdi tanto peixe grande, até o penúltimo dia tinha deixado escapar pelo menos uns dez peixes.
    Algumas imagens:





    muitos lagos centrais


    Almoçar, tinha que ser na chuva mesmo





    A beleza do rio Jufari

    Os amigos, brigando com um açu

    pausa do almoço

    nas operações do Vilanova, sempre tem uma carne nos almoço e um arroz feito na hora

    Mais chuva, já acordava com a cueca molhada

    Remedio da selva






    Como estava um pouco difícil, eu cometi uma falha e insisto muito nas jumping minnows e jigs, o que resultou em muita produtividade, mas pouco tamanho. A dupla Gilson e Cláudio, não desistiram das hélices, e toda noite traziam notícias de bons peixes. No penúltimo dia parou de chover, e o repiquete foi diminuindo. No último dia, primeiro dia de sol forte, vi na praia q tinha subido só 2cm, pensei, “ por que não estou batendo hélices???”, resolvi pegar minha “velha” Caribe 7” palhaço, e comecei a metralhar, caraca!!! Foi muita porrada. 



     



     
    Perto da hora do almoço, foco arremessar no meio do lago, e de lá surge o monstro, ele bate 4x , na última sai inteiro fora da água, um monstro com certeza over 20lbs. Jogo novamente, mas pego a fêmea, bem menor... parece que sorte realmente não estava comigo.




     
    Bom mas logo outros bons peixes começaram a aparecer. Fica a vontade de voltar e encontrar o gigante novamente.


    Imagens dos amigos



    Marcando território, para que os açus se lembrem que eu passei ali...

    Valeu como aprendizado, como diria o amigo  e gde Pescador Cláudio W (doido, rsrsrs), “Dini, vc está no Rio Negro o seu recorde pode sair no próximo arremesso”. E estando nas "blackwaters" devemos sempre acreditar nas hélices, elas separam os gdes peixes.
     
    Bebado é uma desgraça, bebe todas antes do voo, ai quer mijar no avião.

    Antes de sair da minha amada Manaus, passada rápida no restaurante Lenhador para saborear o pato no Tucupi

     
    Com certeza os amigos farão relatos bem mais completos que estes, vocês podem seguir eles em:
    http://historiadepescador.com/
    http://www.pescagerais.com.br/pesca/
     
    Material utilizado:

    A-Varas
    -F3 5'7" 20lbs by waka Custom
    -SC III 5'7"20lbs by Waka Custom
    -Falcon Cara 5´7"
    B-Carretilhas
    -Scorpion 1501 HG
    -Scorpion 1501
    C-Linha Multi PP 50lbs
    D-Leader -Line system 50lbs
    F-Snap Capella G Amazonas
    G-Iscas mais utlizadas-  T20 cor osso, jig 6/0 15g, caribe 7" e Rip roller 6"
     
    Eu só tenho a agradecer a turma que tão bem me recebeu. Ao operador Victor Vilanova pela hospitalidade e atenção. E a toda equipe do barco pelo fantástico atendimento
    OBS-Fica claro que não preciso e não recebo nenhuma gratificação para falar da pousada ou de qualquer pessoa, falo bem porque realmente gostei.
    O gde Amigo Victor Villanova, montou a operação no alto Jufari, local com pressão de pesca quase zero. OA operação tem camas confortáveis, banheiros e chuveiros privativos, boa comida, , barcos e guias, e o principal, muita cerveja. 
    Contatos do operador-Victor Vilanova
    https://www.facebook.com/victorvilanovamazon
    https://www.facebook.com/pages/Camaiú-Camp/1926317310973319?pnref=about.work
    https://www.facebook.com/vilanovamazon/?pnref=about.work
    (42) 99122-0016 
    http://www.vilanovamazon.com.br 
    victorvilanova@me.com

     
    Agradeço a Deus e minha amada familia por esta vida maravilhosa.
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
    facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
     
    Carlos Dini
  24. Upvote
    Carlos Dini recebeu reputação de Fabrício Biguá em Carlos Dini-pescaria de açus no Rio Uatuma-o Retorno de um gde rio   
    Amigos, resolvi este ano fugir um pouco da confusão do médio Rio Negro, que muito me entristece, e resolvi buscar a minha paixão, os tucunarés açus, em outros lugares. Então resolvi voltar a um rio que eu não ia há pelo menos 20 anos o Rio Uatuma, já que noticias de que os peixes estavam voltando graças a medidas de preservação. Um pouco sobre o Rio Uatuma, é um rio que nasce próximo ao estado de Roraima, tem como seus gdes afluentes, o o Rio Abacate, Rio Jatapu, Rio Pitinga. Tem águas limpas, mas não cor de chá. Em seu trajeto são centenas de lagos e igarapés. Teve sua historia muito modificada pela construção da UHE Balbina, que represou uma parte de suas águas. habitam em suas águas, o Tucunaré açu, o Tucunaré popoca, aruanas, apapas, pirararas, barbados, cacharas, interessante que ele possui um divisor natural, de nome cachoeira da Morena, logo abaixo do vertedouro da UHE, deste ponto para baixo habita o tucunaré açu, acima da corredeira habita o Tucunaré vazzoleri. Junto com rios mutuca, Preto do Eva, Tupana, madeirinha, foram o berço da pesca esportiva do tucunaré açu há 40 anos. Infelizmente pela proximidade de Manaus, e o desrespeito pela natureza, estes rio tiveram seus estoques pesqueiros aniquilados. Mas graças aos esforços de boas pessoas, o Rio Uatuma, renasceu, foi criado a RDS do Rio Uatuma, proibindo o abate do tucunaré(somente permitido para consumo local), rapidamente a natureza respondeu e repovoou suas águas.
    Fotos de satélite:
    UHE Balbina

    Rio Uatuma

    O rio Uatuma pode ser acessado de duas formas, pela foz via barco hotel, normalmente saindo da cidade de Itacoatiara-AM(distante 100km de Manaus), ou pela sua cabeceira, com 3 h de viagem de carro, acessa o Porto da cachoeira Morena, de lá são mais 1:30h de navegação, onde existem diversas pousadas.
    A maior parte das vezes eu optava por descer pela cabeceira do rio, na época não havia pousadas, e acampávamos, algumas fotos de 20 anos atras:




    Como eu queria muito voltar nesta região, acabei sendo apresentando para o Guia Cavalinho, cara fera monta toda logística.
    No domingo a noite vindo da pescaria do Rio Mutuca, fui recepcionado pelo motorista do transfer já no porto do Ceasa, de lá rumamos sentido Presidente Figueiredo, são 150km de estrada boa, só os últimos 50km são de terra. chegamos na beira do Rio Uatuma, no Porto da Cachoeira Morena, lá pela 1:30 da manha o guia já nos esperava, de lá tocamos rumo a pousada. De lá foram 1:30 de navegação até a pousada, deu para tirar um cochilo, e bora para água.
    o Amanhecer no Rio Uatuma


    O rio já estava bem seco, e secando forte, em media um palmo por dia, o que deixou os peixes bem arredios, tal que as ações eram mais intensas das 6-8 da mana e no fim da tarde. mas mesmo assim a media era de 30-50 peixes por dia.

    Começar o dia com um cafe da manha da roça

    Primeiro dia ficamos nos arredores da pousada. 10 minutos o primeiro

    e foram aparecendo

    10lbs isca Jumping Minnow t20 cor osso




    a noite, tem que relaxar e subir a pressão

    Tranquilidade da pousada

     
     
    Pedi para fazer a caldeira, eu nunca resisto


    Começar o segundo dia, descemos por volta de 1 hora o rio, peixe bem manhoso




    10lbs isca jig 15g 6/0





    Pintura do fim do dia

    Pimenta no tucupi não pode faltar

    A noite, ligar o ar condicionado para descansar


    Terceiro dia, fomos até o Rio Abacate, infelizmente foi o dia menos produtivo, mas tem peixe demais, ele só não comia.

    Pontos típicos do rio Uatuma

    peixe da panema

    Parada para almoçar





    Quarto dia, resolvemos pescar nos arredores, para aproveitar o raiar do dia, que estavam mais ativos.





    10lbs isca firestick osso

    Rio torrado



    A noite a criançada da pousada brincando de bolinha de gude, como é bom não ter celular e televisão. lembrei dos tempos de criança.

    Bora começar o ultimo dia, pois só pescaria até a hora do almoço





    10lbs jig 15g 6/0


     
     
    A RDS(Reserva de Desenvolvimento Sustentavel) do Rio Uatuma é um  modelo a ser seguido, conta com 2 pontos de fiscalização, um próximo a cabeceira e outro na boca do rio, todo barco, é obrigado a parar se identificar, paga uma taxa de R$50,00(por pessoa), você recebe um recibo, e a voadeira recebe uma bandeira da RDS, então quem esta na reserva só pode pescar se estiver com esta bandeira bem sinalizada, se não é multa. Na volta vc para eles fiscalizam o barco para ver se não tem peixe e vc devolve a bandeira. O dinheiro é revertido em gasolina para fiscalização e projetos de pesquisa de quelônios, tem uma gde base da Universidade lá. Eu achei o preço justo, com fiscalização realmente eficaz, existem varoios pontos de observação. Você não se sente lesado, um modelo a ser seguido nos demais rios amazônicos, não criando um projeto onde só um operador para gringos vai lucrar e sim algo sustentável e acessível a todos.

    Fim da batalha

    Porto da Cachoeira Mortena


    Cachoeira da Morena

    Fiquei 10 dias sem ver uma gota de chuva, mas para fechar a pescaria, um diluvio

     
    O guia Cavalinho é fenomenal, recomendadíssimo. Barco estável motor 40hp tinindo

    Contato do guia:92-993235054/988294248
    OBS-Fica claro que não preciso e não recebo nenhuma gratificação para falar do guia ou da pousada, falo bem porque realmente gostei.
     
    Um detalhe pescaria barata: Vou dar uma ideia do custo
    Diaria completa do Guia Cavalinho: R$300,00(pára até 2 pescadores)
    -não esta incluso combustivel, gelo e bebida)
    -bebida ele compra no supermercado e te dá a nota
    -combustivel, gasta uns 40lts por dia
    Diaria por pessoa com cafe, almoço e janta na Pousada do Donato -R$170,00 por pesssoa(não inclui bebida)
    Transfer ida e volta R$700,00 para até 3 pessoas
     
    A pousada é muito simples, sem luxo nenhum, mas seu Donato e dona Nega que são os donos, são uma simpatia só, quarto simples mas com chuveiro e ar condicionado, boa comida. Não gosta? Vai para um resort.




     
     
    Voltando para Manaus-ramal da Morena

    Visão abaixo da barragem da UHE Balbina


     Já em manus encontro este time ...Dispensa comentarios

     
    Material utilizado:
    A-Varas
    -SC III 5''7"20lbs by Waka Custom
    -SC III 5'7"17lbs by Waka Custom
    -Venator SE 25lbs
    B-Carretilhas
    -Scorpion 1501 HG
    -Scorpion 1501
    C-Linha Multi PP 50lbs
    D-Leader -Line system 50lbs
    F-Snap Capella G Amazonas
    G-Iscas mais utlizadas-  T20 cor osso, jig 6/0 15g.
    -Fica um detalhe os jigs , não tenho mais usado ele com o double tail, acho q qdo ele esta velhaco, ele prefere uma isca menor,e a produtividade aumenta, desta forma.
     
    Agradeço a Deus e minha amada familia por esta vida maravilhosa.
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Carlos Dini
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
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    Instagram  @pescadini
    #pesca_dini
  25. Upvote
    Carlos Dini recebeu reputação de Cristiano Rochinha em Carlos Dini-pescaria de açus no Rio Uatuma-o Retorno de um gde rio   
    Amigos, resolvi este ano fugir um pouco da confusão do médio Rio Negro, que muito me entristece, e resolvi buscar a minha paixão, os tucunarés açus, em outros lugares. Então resolvi voltar a um rio que eu não ia há pelo menos 20 anos o Rio Uatuma, já que noticias de que os peixes estavam voltando graças a medidas de preservação. Um pouco sobre o Rio Uatuma, é um rio que nasce próximo ao estado de Roraima, tem como seus gdes afluentes, o o Rio Abacate, Rio Jatapu, Rio Pitinga. Tem águas limpas, mas não cor de chá. Em seu trajeto são centenas de lagos e igarapés. Teve sua historia muito modificada pela construção da UHE Balbina, que represou uma parte de suas águas. habitam em suas águas, o Tucunaré açu, o Tucunaré popoca, aruanas, apapas, pirararas, barbados, cacharas, interessante que ele possui um divisor natural, de nome cachoeira da Morena, logo abaixo do vertedouro da UHE, deste ponto para baixo habita o tucunaré açu, acima da corredeira habita o Tucunaré vazzoleri. Junto com rios mutuca, Preto do Eva, Tupana, madeirinha, foram o berço da pesca esportiva do tucunaré açu há 40 anos. Infelizmente pela proximidade de Manaus, e o desrespeito pela natureza, estes rio tiveram seus estoques pesqueiros aniquilados. Mas graças aos esforços de boas pessoas, o Rio Uatuma, renasceu, foi criado a RDS do Rio Uatuma, proibindo o abate do tucunaré(somente permitido para consumo local), rapidamente a natureza respondeu e repovoou suas águas.
    Fotos de satélite:
    UHE Balbina

    Rio Uatuma

    O rio Uatuma pode ser acessado de duas formas, pela foz via barco hotel, normalmente saindo da cidade de Itacoatiara-AM(distante 100km de Manaus), ou pela sua cabeceira, com 3 h de viagem de carro, acessa o Porto da cachoeira Morena, de lá são mais 1:30h de navegação, onde existem diversas pousadas.
    A maior parte das vezes eu optava por descer pela cabeceira do rio, na época não havia pousadas, e acampávamos, algumas fotos de 20 anos atras:




    Como eu queria muito voltar nesta região, acabei sendo apresentando para o Guia Cavalinho, cara fera monta toda logística.
    No domingo a noite vindo da pescaria do Rio Mutuca, fui recepcionado pelo motorista do transfer já no porto do Ceasa, de lá rumamos sentido Presidente Figueiredo, são 150km de estrada boa, só os últimos 50km são de terra. chegamos na beira do Rio Uatuma, no Porto da Cachoeira Morena, lá pela 1:30 da manha o guia já nos esperava, de lá tocamos rumo a pousada. De lá foram 1:30 de navegação até a pousada, deu para tirar um cochilo, e bora para água.
    o Amanhecer no Rio Uatuma


    O rio já estava bem seco, e secando forte, em media um palmo por dia, o que deixou os peixes bem arredios, tal que as ações eram mais intensas das 6-8 da mana e no fim da tarde. mas mesmo assim a media era de 30-50 peixes por dia.

    Começar o dia com um cafe da manha da roça

    Primeiro dia ficamos nos arredores da pousada. 10 minutos o primeiro

    e foram aparecendo

    10lbs isca Jumping Minnow t20 cor osso




    a noite, tem que relaxar e subir a pressão

    Tranquilidade da pousada

     
     
    Pedi para fazer a caldeira, eu nunca resisto


    Começar o segundo dia, descemos por volta de 1 hora o rio, peixe bem manhoso




    10lbs isca jig 15g 6/0





    Pintura do fim do dia

    Pimenta no tucupi não pode faltar

    A noite, ligar o ar condicionado para descansar


    Terceiro dia, fomos até o Rio Abacate, infelizmente foi o dia menos produtivo, mas tem peixe demais, ele só não comia.

    Pontos típicos do rio Uatuma

    peixe da panema

    Parada para almoçar





    Quarto dia, resolvemos pescar nos arredores, para aproveitar o raiar do dia, que estavam mais ativos.





    10lbs isca firestick osso

    Rio torrado



    A noite a criançada da pousada brincando de bolinha de gude, como é bom não ter celular e televisão. lembrei dos tempos de criança.

    Bora começar o ultimo dia, pois só pescaria até a hora do almoço





    10lbs jig 15g 6/0


     
     
    A RDS(Reserva de Desenvolvimento Sustentavel) do Rio Uatuma é um  modelo a ser seguido, conta com 2 pontos de fiscalização, um próximo a cabeceira e outro na boca do rio, todo barco, é obrigado a parar se identificar, paga uma taxa de R$50,00(por pessoa), você recebe um recibo, e a voadeira recebe uma bandeira da RDS, então quem esta na reserva só pode pescar se estiver com esta bandeira bem sinalizada, se não é multa. Na volta vc para eles fiscalizam o barco para ver se não tem peixe e vc devolve a bandeira. O dinheiro é revertido em gasolina para fiscalização e projetos de pesquisa de quelônios, tem uma gde base da Universidade lá. Eu achei o preço justo, com fiscalização realmente eficaz, existem varoios pontos de observação. Você não se sente lesado, um modelo a ser seguido nos demais rios amazônicos, não criando um projeto onde só um operador para gringos vai lucrar e sim algo sustentável e acessível a todos.

    Fim da batalha

    Porto da Cachoeira Mortena


    Cachoeira da Morena

    Fiquei 10 dias sem ver uma gota de chuva, mas para fechar a pescaria, um diluvio

     
    O guia Cavalinho é fenomenal, recomendadíssimo. Barco estável motor 40hp tinindo

    Contato do guia:92-993235054/988294248
    OBS-Fica claro que não preciso e não recebo nenhuma gratificação para falar do guia ou da pousada, falo bem porque realmente gostei.
     
    Um detalhe pescaria barata: Vou dar uma ideia do custo
    Diaria completa do Guia Cavalinho: R$300,00(pára até 2 pescadores)
    -não esta incluso combustivel, gelo e bebida)
    -bebida ele compra no supermercado e te dá a nota
    -combustivel, gasta uns 40lts por dia
    Diaria por pessoa com cafe, almoço e janta na Pousada do Donato -R$170,00 por pesssoa(não inclui bebida)
    Transfer ida e volta R$700,00 para até 3 pessoas
     
    A pousada é muito simples, sem luxo nenhum, mas seu Donato e dona Nega que são os donos, são uma simpatia só, quarto simples mas com chuveiro e ar condicionado, boa comida. Não gosta? Vai para um resort.




     
     
    Voltando para Manaus-ramal da Morena

    Visão abaixo da barragem da UHE Balbina


     Já em manus encontro este time ...Dispensa comentarios

     
    Material utilizado:
    A-Varas
    -SC III 5''7"20lbs by Waka Custom
    -SC III 5'7"17lbs by Waka Custom
    -Venator SE 25lbs
    B-Carretilhas
    -Scorpion 1501 HG
    -Scorpion 1501
    C-Linha Multi PP 50lbs
    D-Leader -Line system 50lbs
    F-Snap Capella G Amazonas
    G-Iscas mais utlizadas-  T20 cor osso, jig 6/0 15g.
    -Fica um detalhe os jigs , não tenho mais usado ele com o double tail, acho q qdo ele esta velhaco, ele prefere uma isca menor,e a produtividade aumenta, desta forma.
     
    Agradeço a Deus e minha amada familia por esta vida maravilhosa.
    Abs
    Boa semana e pescaria a todos
     
    Carlos Dini
     
    Para quem quiser acompanhar minhas pescarias:
    facebook https://www.facebook.com/dini.dini.90260
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