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Kid M recebeu reputação de TiagoAsa em Iscas boas made in aliexpress
Concordo com você de forma integral !
O problema é muito mais "emocional", onde o ímpeto se sobrepõe à maturidade da avaliação...
Essa sim, é a "verdadeira cópia" da Saruna ! Isca excepcional...
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Kid M recebeu reputação de Guilherme Stival em PRIMEIRA VEZ EM SANTA ISABEL DO RIO NEGRO (Rio Jurubaxi)
Guilherme,
Muito boa sua pescaria...
Da que fiz nesse rio, não consegui ter boas lembranças...
Parabéns
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Kid M recebeu reputação de Joao Paulo ML em TOP 10 destinos e operações para buscar os grandes tucunarés açus – quais vocês indicam?
João Paulo,
Acredito que tenha feito uma avaliação muito boa, a julgar pelo que postou...
Vou fazer algumas observações (dentro do propósito colaborativo) 😞
SIRN = local de grandes peixes, ótimas estruturas de pesca e área um pouco menos pressionado
Sua opção pelo Super Açu (Premium) é excelente. Estivemos por lá num passado recente e foi show !
Equipamentos bons, guias atenciosos e conhecedores, "acampamento" (antes do flutuante) sensacional.
Gastronomia sem defeitos, bebidas abundantes e serviço próximo de impecável da tripulação.
Local que - se fosse pescar - voltaria com a tranquilidade de um grande programa, mesmo com os preços praticados...
Barcelos = Seguramente as suas opções (leituras) estão lhe induzindo para operações tradicionais e que funcionam.
Ambos os barcos mencionados (Tayaçu e Kalua) têm operações há tempo suficiente para fugir dos locais pressionados.
A questão da piscosidade de Barcelos deve-se a enorme área em que os igarapés jorram para os lagos, lagoas e locais de proteção dos alevinos.
Acredito também que muito mais que um local de desova, a região deve ter um nível de ph que atraem os cardumes...
Também a interligação dos muitos lagos nas proximidades de rios afluentes do Negro, devem colaborar nessas "disponibilidades".
Op via João Medeiros = A amplitude de ofertas de operações para todos os gostos/gastos diminui bastante os "riscos" de operações inadequadas,
Com uma "grade de ofertas" tão ampla, até mesmo acompanhar as expectativas dos grupos se tornam + um ganho para os que não tem hábito amazônico.
Acho que há uma boa possibilidade de ingresso em grupos já formados que detêm boas datas reservadas, mas exclusividade sempre é mais divertido.
Com a amplidão das áreas onde o tucunaré se tornou presente, as "apostas" se tornam presentes na busca de algo que se considera um troféu.
Bacia do Água Boa / Negro = trata-se de um local que (reza a lenda) que é de "8 ou 80". Não posso ratificar isso, mas já ouvi falar disso sim
A existência de insetos (não é água "coca cola/chá") sempre chateia um pouco, mas em condições de rio na caixa, ninguém lembra do mosquito.
As notícias que tenho dessa região (não a conheço) informam que as alternativas de mudança de local são em menor número do que na bacia do rio Negro.
Entendo que a busca pelas pescarias ditas "perfeitas" começam a se distanciar do nosso cotidiano, não apenas pela pressão de pesca, mas por nossas expectativas. Ou mudamos as nossas exigências do que vamos esperar encontrar, ou teremos mais decepções que alegrias com esses resultados.
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Kid M recebeu reputação de Joao Paulo ML em Indicações opções de viagens com melhor custo benefício para amazônia?
Algumas observações...
Estamos presenciando um "novo tempo" nas programações de pesca, principalmente das turmas que usam "semanas fechadas" com seus grupos.
Já falei sobre isso antes, de modo que não se sintam "provocados" com isso... mas é de se esperar que muitas dezenas de pescadores navegando simultaneamente nos diversos rios que abrigam os grandes troféus, é motivo de mudança do que esperar nessas viagens...
Não bastam apenas as incertezas dos "repiquetes" fora de uma série histórica - parece até se tratar de algo direcionado justo quando se está por lá...
No que pese a incidência de um quantidade inimaginável de operações de pesca saindo de Barcelos, a quantidade de rios que desaguam nessa região do rio negro fazem com que ótimas pescarias se realizem em locais nem tão distantes assim...
Contudo, é necessário estar preparado para curtir o local, a operação, a gastronomia, as brincadeiras com os amigos, para somente então tratar dos "troféus".
Nos dias atuais, "correr atrás" de troféus de 80 cm é algo repetitivo, embora não tenhamos a lembrança do tempo que leva para o "bitelo" chegar nesse porte.
Acredito que seja necessário diminuir as expectativas (muitas delas insufladas pelos operadores / guias de pesca) de encontrar (e embarcar) peixes assim.
Com a idade (ou maturidade), as adaptações nas tralhas são inevitáveis, tornando-as mais leves para gerar a sensação procurada ao fisgar um exemplar...
Para muitos dos atuais pescadores, peixes de porte médio não entram nas estatísticas de captura, só os acima de "tantos centímetros".
Usar tralhas mais leves, permitem que a esperada sensação da adrenalina se faça presente em cada batida, independente de seu porte.
Claro que encontrar o lugar onde o peixe esteja ativo e presente é missão e tarefa dos guias de pesca (ainda que por conta das gorjetas).
Aproveitar o entorno onde se pesca é algo mágico, permitindo aos "bem aventurados" a oportunidade de embarque de peixes que permanecem nas nossas lembranças, independente do seu porte ou peso. Preste atenção que esse é um meio seguro de assegurar dias inesquecíveis onde quer que esteja pescando.
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Kid M recebeu reputação de Anderson Caldana em Indicações opções de viagens com melhor custo benefício para amazônia?
Algumas observações...
Estamos presenciando um "novo tempo" nas programações de pesca, principalmente das turmas que usam "semanas fechadas" com seus grupos.
Já falei sobre isso antes, de modo que não se sintam "provocados" com isso... mas é de se esperar que muitas dezenas de pescadores navegando simultaneamente nos diversos rios que abrigam os grandes troféus, é motivo de mudança do que esperar nessas viagens...
Não bastam apenas as incertezas dos "repiquetes" fora de uma série histórica - parece até se tratar de algo direcionado justo quando se está por lá...
No que pese a incidência de um quantidade inimaginável de operações de pesca saindo de Barcelos, a quantidade de rios que desaguam nessa região do rio negro fazem com que ótimas pescarias se realizem em locais nem tão distantes assim...
Contudo, é necessário estar preparado para curtir o local, a operação, a gastronomia, as brincadeiras com os amigos, para somente então tratar dos "troféus".
Nos dias atuais, "correr atrás" de troféus de 80 cm é algo repetitivo, embora não tenhamos a lembrança do tempo que leva para o "bitelo" chegar nesse porte.
Acredito que seja necessário diminuir as expectativas (muitas delas insufladas pelos operadores / guias de pesca) de encontrar (e embarcar) peixes assim.
Com a idade (ou maturidade), as adaptações nas tralhas são inevitáveis, tornando-as mais leves para gerar a sensação procurada ao fisgar um exemplar...
Para muitos dos atuais pescadores, peixes de porte médio não entram nas estatísticas de captura, só os acima de "tantos centímetros".
Usar tralhas mais leves, permitem que a esperada sensação da adrenalina se faça presente em cada batida, independente de seu porte.
Claro que encontrar o lugar onde o peixe esteja ativo e presente é missão e tarefa dos guias de pesca (ainda que por conta das gorjetas).
Aproveitar o entorno onde se pesca é algo mágico, permitindo aos "bem aventurados" a oportunidade de embarque de peixes que permanecem nas nossas lembranças, independente do seu porte ou peso. Preste atenção que esse é um meio seguro de assegurar dias inesquecíveis onde quer que esteja pescando.
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Kid M deu reputação a Matheus Assoni em Lago de Furnas - Fevereiro-2026
Boa noite pescadores!
Aqui vai mais um relato na Represa de Furnas, dessa vez recente, do último final de semana.
Furnas é uma das represas que mais tenho prazer em pescar, água transparente, paisagem fora de série e um dos tucunarés azuis mais bonitos do Brasil fazem ela ser cada vez mais especial pra mim.
Partimos de SP rumo a Carmo do Rio Claro, com chegada na pousda prevista para as 22:00, e uma parada pra jantar em Muzambinho acabou entardecendo a nossa chegada, mas, graças a Deus chegamos bem e já fomos nos instalar no quarto e começar a arrumação das tralhas.
No caminho para a Pousada, vi que haviam postado no Instagram os pescadores nos tablados e que as tilápias estavam encostadas na ceva, e, relembrando o meu início na pescaria, desci ao tablado com uma varinha de 2,70, um pote de bichinho de laranja e já querendo pegar o primeiro da pescaria. kkk
Pesquei das 23:00 ás 02:00 e tive bastante ação, 3 piaus três pintas e uma porção de tilapinhas e lambaris, dessa vez a tilapona levou a melhor na beira do tablado, mas na próxima ela se vê comigo.
Já descansado e pronto pro primeiro dia atrás dos tucunas, nossa pescaria seria com o Leandro Silva, amigo que a pesca nos deu alguns anos atrás e é sempre um prazer poder pescar com ele, conhecimento ímpar da represa, pescador dos bons e a humildade em pessoa.
Nas conversas da semana, sabíamos que seria uma pescaria ralada na busca do big blue, mas com muita ação dos garrotes que estavam espancado as iscas e rendendo boas memórias.
Muita chuva durante a semana e uma previsão que assustava no final de semana, lago subindo muito, mas, a vontade de estar na água sempre fala mais alto.
Primeiro Dia
Café tomado, subimos no barco e bora de carona pro lago.
Começamos a pescaria sem vento e já no primeiro ponto começamos a ter ações dos tricks e meu pai já abriu a contagem bem cedinho.
No mesmo ponto, tivemos mais duas ações de peixes maiores, mas nenhum dos dois acabou engatando, um na Bonnie 95 e outro em uma hélice pequena.
Pela manhã tivemos muita ação e poucos peixes embarcados, mesmo assim, todos do mesmo tamanho do primeiro do dia.
Perto do almoço, o Leandro já havia nos sugerido voltar para almoçar na pousada devido a chuva e de pronto aceitamos, no caminho topamos com ela, e ela não estava para brincadeira.
Na volta do almoço continuamos com as ações de peixes menores, mas que iam dando um dinamismo muito grande, em todos os pontos que parávamos embarcavamos alguns tucuninhas.
Próximo as 16:00 já com uma trégua no vento, o Leandro avistou um chuveirinho a uns 100 metros de onde estávamos pescando, acelerou a velocidade do elétrico e fomos nós atrás dele, próximo ao chuveiro, arremesso bem dado e peixe engatado, o primeiro 50 up em Furnas de 2026.
Próximo ao barco o macho que estava com ela veio a acompanhando, era de respeito, se não desse 60, beirava, mas, não deu muita atenção pras iscas que meu pai desceu na cara dele.
já que o macho não engatou, continuamos batendo isca procurando os trofúes de Furnas.
Antes de encerrarmos o dia, ainda tivemos um ataque de cinema de uma traíra que saiu fora d'água para buscar a Firestick e acabou enchartu
Primeiro dia de pesca finalizado com 23 peixes embarcados, sendo 22 na superfície o maior do dia na meia água.
Segundo Dia
No segundo dia, já tinhamos expectativas melhores, apesar da forte chuva que cairia, o vento daria uma trégua ao longo do dia.
Embarcamos logo após o café e o roteiro se manteve muito parecido com o primeiro dia, já no primeiro ponto, alguns "garrotões" deram as caras, mas os peixes maiores ainda estavam tímidos.
Por volta das 10:00 e ainda sem chuva, o Leandro novamente viu um chuveirinho, mas dessa vez mais perto de nós, como já tinha no dia anterior acertado um chuveirinho, deixei a missão com meu pai dessa vez. O arremesso dessa vez não saiu como o esperado, a isca caiu antes da filhoteira, mesmo assim eles vieram atrás da isca rebojando, mas sem de fato grudar nas garateias.
Depois das 10:00 a chuva veio forte, e parece que os peixes ficaram mais ativos do que antes da chuva. Em um praiado limpo, um único tronco no final do ponto nos fazia pensar ter um casal ninhando ali. Chegando mais perto do tronco que estava à uns 5 metros de profundidade, arremessei a Firestick passando dele, e, quando ela alinhou com o tronco, uma pancada, mais uma vez a fêmea veio na minha isca. Meu pai na sequência arremessou a isca dele no mesmo local, e insistiu no stick pra tentar trazer o macho pra superfície. Ele até subiu, mas não engatou na superfície, no erro do ataque, meu pai passou a mão no jig, que nem precisou tocar no fundo pra briga começar. O primeiro 50up do meu pai da viagem.
Depois do casal e da chuva que castigava sem pausa, decidimos voltar a pousada para almoçar, colocar uma roupa seca e descansar algum tempo antes do último turno de pesca.
Já no pós almoço, meu pai de barriga cheia e aquecido, decidiu não voltar para descansar em um local que não se molharia e descansaria (quarto kkk), já que na volta da pescaria, pegaríamos 450km de estrada.
Voltamos do almoço com chuva, mas com esperança de uma tarde melhor de pesca do que havia sido o dia anterior.
Ainda com chuva forte, abrimos a contagem da tarde com mais um trick, que abriria o caminho para alguns maiores na sequência.
A chuva parou, a água espelhou, vimos mais um chuveirinho na margem, mas só estavam espantando a isca, e em cada ataque de tremer as pernas, esse ficou na memória daquela água limpa e aquele pexie investindo na isca.
O Leandro focou na pescaria no domingo a tarde comigo, com uma T20 arremessando mais no bico do barco e eu focando nos maliceiros e cana bravas que recentemente foram encobertos pela água. Em um dos pontos, o peixe reboja na isca do Leandro e ele viu o peixe e disse ser mais um 50tão, insistimos nós dois, um na X80+1 e outro na Vision +1, e, em alguns arremessos ele deu as caras pra nós, pra abençoar a tarde.
Na sequência o vento veio, e sugeri ao Lê que queria bater uma barbeluda em locais mais fundos, ele de pronto aceitou e mudou a estratégia dele, colocou uma firestick e focou os arremessos onde antes, eu estava focado.
Em 10 arremessos, uma nave subiu sutilmente e só sugou a isca dele, acho que nem reparou que tinha se fisgado sozinho, preso por um único anzol da garateia, o Lê mandou bem demais no meio dos maliceiros e trouxe ele pro limpo, mais um peixe embarcado e um dos peixes mais bonitos que já vi em Furnas, colorido, cupinzudo e quadrado.
Mais alguns arrmessos á frente, o Leandro disse ter levantado um peixe muito grande no mesmo ponto na semana anterior, e, eu continuava focado na X80+1 arremessando pro bico do barco e confiante que engataríamos o último antes do retorno pra casa.
Dito e feito, na parada da isca, senti o tranco e a tomada de linha, por preguiça, ainda havia deixado a isca com as garateias originais, mas o local era limpo e folguei um pouco o freio e mais um presente de Furnas pra encerrar mais uma pescaria mágica no lago mais bonito do Brasil.
Já no caminho de volta para a pousada, tivemos de parar para fugir da tempestade que estava formada na direção que iríamos, mas, nada que preocupasse.
Pescaria finalizada com 2 peixes a menos do que o dia anterior, porém, com 4 peixes maiores na galeria e nas lembranças.
Agradecer a Deus pela viagem tranquila e sem nenhuma intercorrência, e um agradecimento mais que especial ao Leandro pela parceria em mais um final de semana. É sempre muto bom pescar com quem sente prazer na pesca, incentivando e motivando o tempo todo esse é e sempre será o resultado de uma pescaria com ele. Já são 8 anos pescando juntos.
E pra finalizar agradecer meu pai por mais uma e ter a sorte de poder viver isso juntos.
Materiais:
Conjuntos
Evox 12Lbs + Metanium 101
Ishidai 12Lbs + Metanium 101
Evox 14 Lbs + Metanium 101
SLX 14 Lbs + Metanium 151
Iscas mais usadas
Firestick, Bonnie 95, Vision +1, X80 e X80+1.
Para quem não conhece o trabalho do Leandro, abaixo deixo o Instagram dele para que possam prestigiar e conhecer, a experiência de pescar com ele é sempre muito boa.
@leandrosilvaguia
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Kid M recebeu reputação de Tio Jef em Amazônia - Pescaria frustrada (de novo)
Grande JEF
Ter a possibilidade de ler uma postagem sua, já é certeza de um dia de muitas alegrias...
Relembro (e como) dos bons tempos da Intrépida, dos contatos via Fórum, e relatos cheios de humor e amizade.
Certamente algumas dessas "amizades virtuais" já não mais estão por aqui, mas é impossível não mencionar o "Portuga" (que morava do outro lado da poça), dentre tantos outros...
Foram tempos de muitas alegrias, sem qualquer dúvida.
Continua "sediado" em Salvador, essa "terra" onde parece que é insuperável (no Carnaval), mas que a realidade do cotidiano é bem diferente... Apareça mais
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Kid M deu reputação a Cristiano Rochinha em SUGOI CENTRO IRÁ FECHAR
https://www.instagram.com/p/DUTOExyDuFZ/
Mais uma triste notícia pra pesca esportiva brasileira.
A icônica loja Sugoi Big Fish,do centro de SP,irá fechar as portas nesse mês de março.
Nesse mesmo espaço,por anos,a loja Mabel foi um dos maiores pontos de encontros de pescadores de SP.
Assim que a Mabel fechou,a Sugoi assumiu parte de seu protagonismo no mundo da pesca em SP.
Me lembro de quando adolescente,saí várias vezes de ônibus de minha cidade Atibaia,em plenos domingos,apenas pra ir na Sugoi com meu pai e amigos.
Saudosismo.
Mais uma pequena parte da pesca esportiva no Brasil que se encerra.
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Kid M recebeu reputação de Marcelo Terra em Amazônia - Pescaria frustrada (de novo)
Prezado JCK e amigos,
Permaneço "resistindo" na moderação do FTB, mesmo que ausente dos rios e pescarias...
Acredito que meu ciclo de deslocamentos amazônicos já se concluiu, talvez até o das pescarias.
Já faz algum tempo que fui à SIRN (pescaria boa inclusive) e em 2024 me despedi de Barcelos.
Longe de desanimar quem quer que seja, minha decisão não tem outra motivação que não a escolha pessoal.
Com a idade chegando, a priorização de foco na família passou a ser a escolha feita, aproveitando melhor o convívio com os netos. (quem sabe ainda consigo levá-los a conhecer o rio Negro?)
Seus argumentos (e questões) são sempre bem alinhados e conectados a concordância de um ponto de vista ou mesmo a fatos apresentados. O interlocutor precisa ter "bagagem" para debater esses assuntos, principalmente pelo desconhecimento daquilo que ocorre de forma implícita, sem considerar a importância da transparência.
Bater na "classe política" (hoje em dia) é parecido com "chutar cachorro morto" (me desculpem a analogia), onde uma minoria amarga o revés da grande maioria corrupta e inoperante, não apenas no cenário da pesca, mas na grande maioria de setores que poderiam minimizar essas compensações de geração de trabalho e riqueza.
A chegada da idade quase sempre nos remete a revalidações do que efetivamente se torna importante.
Priorizações fazem parte desse cenário, que pode ser abrangente de participações em ações comunitárias.
Esse (FTB) é um local que busca a troca de experiências e retrata alguns itens ligados às pescarias por parte de seus usuários. Não dá muito certo "misturar" debates de coisas mais sérias (pontos de vista) com as postagens voláteis de resultados imediatos. Quase sempre os "temas sérios" perdem o interesse e caem no esquecimento...
É mais que visível que a postagem no FTB vem diminuindo a cada dia, motivada por outas formas de comunicação, ou mesmo pela diminuição da vontade de compartilhar as experiências.
Não há o que fazer (de forma simples) para reverter isso.
Vamos (na verdade, o Fabrício) mantendo a plataforma ativa para os que desejarem pesquisar os registros, principalmente os mais antigos, em busca de informações que ainda possam ser úteis nos dias atuais.
Fico portanto "na vigília" das postagens, moderando de forma discreta (quando isso é possível)...
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Kid M recebeu reputação de LucaoCR em Amazônia - Pescaria frustrada (de novo)
Cristiano,
Apenas apontando alguns pontos que me parecem anteceder esse ponto de vista de "exclusividade de rios".
A questão primordial é sabermos (e aceitarmos) que este é um país de muitas desigualdades, em qualquer dos aspectos avaliados...
Isto posto, vem agora a questão do que é correto nos repasses que chegam aos municípios, e por consequências às populações que por lá vivem.
Dinheiro NUNCA DEIXA DE TER, mas falta um pouco de consequência nas esferas de corrupção e/ou má gestão com o dinheiro público.
A pergunta que fica no ar, é porque estão "privatizando" alguns dos rios, tornando-os locais de gestão dos povos ribeirinhos que lá habitam...
Sempre tive essa mesma visão "deturpada" dessas ações de "áreas silvestres terem donos", até poder comparar situações similares de comunidades ribeirinhas, onde uma passou a ter uma gestão da operação de pesca e a outra, uma maneira de benefício próprio, principalmente dos fornecedores.
Apenas alguns (como você) se permitem a enfrentar um "acampamento" e fazer uma pescaria raiz, com todo ganho de convivência (e dificuldades) a serem superadas (AC, banho quente, comida saudável, bebida gelada, e por aí segue), mas o custo certamente será menor (assim como os segmentos de apoio)
No caso de uma comunidade apoiada por um contrato de gestão (ganho em licitação - ainda que tendenciosa, se for o caso), existem uma série de obrigações a serem cumpridas pelo operador, fiscalizados por órgãos municipais, e a própria comunidade que interage...
Alguns fatos me surpreenderam (e compartilho alguns deles), principalmente por uma dessas "exclusividades" estar entranhada na bacia do rio Negro, em local quase fronteiriço, onde certamente ninguém se interessa ir "para acampar". Para não fazer suposições, quis visitar a comunidade (no que fui atendido) de uns 120 moradores (de recém nascidos à idosos). O conceito de "preservação" certamente era anterior à negociação entre as partes, mas não a distribuição de celulares (todos passaram a ter um e com isso, ter mais independência pessoal, acessando bancos), comunicando-se com outros locais de interesse... (claro que após a instalação da TVLink ser disponibilizada de forma livre para qualquer acesso). Claro que os guias de pesca foram recrutados (e treinados) para um atendimento primoroso e compatível aos custos de ir buscar a emoção desejada. Da mesma forma, os equipamentos são novos e completos nos diversos botes utilizados. Ainda falando da "co-participação", importante lembrar as instalações de placas de energia solar, os conceitos de área sanitária e, pasmem, a visita semanal de uma equipe de suporte médico (com a presença do profissional médico de 15 em 15 dias). A parte da educação também se coloca nesse esquema, pois diariamente as inúmeras crianças da região chegam para ter seu aprendizado cultural. Acho que já está de bom tamanho...
Perdoem-me se atingi alguns que não conseguem ver esses benefícios de gestão coletiva (mesmo que com um operador privado), num local tão esquecido pelos governos municipais e estaduais... Novamente, e os recursos repassados pelo governo federal (instituídos pela constituição) não surgem ou são distribuídos pelos que deles necessitam? É muito dura observar que com um pouquinho de "boa vontade" daria para "consertar", mas será que desejam?
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Kid M recebeu reputação de LucaoCR em Amazônia - Pescaria frustrada (de novo)
Prezado LucaoCR,
Já inicio essa postagem agradecendo-lhe pela observação que postou...
Até então os planos de aposentadoria me acompanham, mas como todos que pescam sabem, não é simples parar...
A redução contudo, é algo que se impõe, principalmente pelo condicionamento físico daqueles que - como eu - já estão próximos "do lucro".
Tenho pensado bastante sobre esse tema (dentre outros) já com um foco mais direcionado a "viver das lembranças" de ótimas temporadas.
Acredito que posso falar em "legado", não apenas no grupo "Mocorongos", pelas oportunidades de convívio e participação de diversos amigos...
O FTB não deixa de ter suas lembranças (quase sempre muito boas), mesmo com enorme redução de minhas postagens mais recentemente.
Continuo com o hábito de "dar uma passada" pelo FTB quase que diariamente, mas agora com mais tolerância e maturidade (talvez).
Pelo lado positivo, estar com meu apelido (Kid M) entrelaçado ao FTB, sempre me geraram oportunidades de conhecer pescadores e mais que isso, pessoas que se tornaram alinhadas num mesmo propósito de acompanhamento da conservação da vida silvestre brasileira.
Pescar & Soltar no seu início foi motivo de muita "resistência" daqueles que pescavam, mas hoje tem uma filosofia entranhada naqueles que nos sucederão.
Ter conversado com esses caras que hoje se tornaram "ícones" da pesca, é algo que deixou um resultado inesquecível...
Não vou nominar essas pessoas pela enorme possibilidade de deixar "alguns de fora", sem serem citados (a idade é cruel nesse quesito)
Ressalvo apenas o incentivador / administrador Fabrício Biguá e o também moderador Xandego, com quem desenvolvi ao longo desse tempo, amizades robustas e verdadeiras, que superaram a rotina de moderação do FTB... Esses caras encarnam o espírito dos Mocorongos, e mais que isso, já fizeram parte de nossos grupo de pesca, e se tornaram sempre presentes nas nossas resenhas... Já estivemos juntos aqui em Salvador (Praia do Forte), Goiânia e Brasília...
Essa não é uma postagem de despedidas, mas uma oportunidade de passar para os que chegaram há menos tempo, que "manter vivo" (ativo) o FTB é algo muito positivo para aqueles que ainda estão "no início" de conhecimento prático das tralhas e das manhas a serem superadas...
Por fim, fica também o reconhecimento (e aplauso) ao LucãoCR pelas considerações postadas sobre a evolução da pesca na bacia do rio Negro.
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Kid M deu reputação a LucaoCR em Amazônia - Pescaria frustrada (de novo)
Tomando a liberdade aqui de reviver esse tópico. Tenho costume de pesquisar diversos assuntos no fórum, desde dicas, equipamentos, destinos e também tópicos como esse. Achei interessante demais ler sobre a situação de SIRN, diversos posts aqui do fórum nos permitem entender e traçar a linha do tempo da pesca esportiva por lá, desde os idos de 2004, quando incursões por lá dependiam de expedições como aquela que o @Fabrício Biguá fez e que rendeu - na minha opinião - o melhor post desse fórum, onde dependia-se de contratar um baco regional, capitão, guia, mantimentos, combustível, além de negociar diretamente com as comunidades para ter liberação de subir os afluentes, passando pela época onde alguns operadores montaram operações por lá, dividindo entre si os afluentes que tinham a entrada permitida, até chegar no rodízio que causou tanta discórdia e rendeu esse tópico aqui criado pelo grande @Kid M.
Fato é que um pouco depois disso ordenou-se de maneira mais rígida a pesca esportiva por lá, chegando ao cenário de hoje:
Rio Preto - Super Açú
Ayuanã - Angatu
Uneuixi - Zaltana
Jurubaxi - Kalua
Alto Jurubaxi - River Plate
Além disso, consta em pesquisas que fiz que a River Plate chegou a conseguir autorização para o Alto Uneuixi, mas não chegou até hoje a operar por lá (não sei se eles ainda detém essa autorização). Claro que com isso aconteceu algo que muitos previam: limitando à poucas operações, cada uma com seus rios/trechos exclusivos, os preços pra pescar por lá saíram de 8-10k para algo que gira hoje em torno de 22-35k. Claro que o preço foi afetado também pela inflação e pelo dólar. Uma outra preocupação era que quando os preços subissem, só os gringos acabariam pescando por lá, mas o que se vê hoje é uma grande mescla entre gringos e brasileiros em algumas operações. Temos, claro, casos como o River Plate, que pouco investe em atrair brasileiros e vive praticamente só dos gringos, mas em outras operações o cenário já é diferente. Uma turma de 4 amigos pescou agora em novembro no Kalua dividindo a semana com alguns americanos. A conclusão é que o ordenamento e posterior encarecimento não impediu que nós brasileiros continuássemos a pescar por lá.
Pelo que puder ler em diversos tópicos aqui no fórum, muito reclamava-se de SIRN acerca de semanas incrivelmente improdutivas mesmo com bom nível de água, repiquetes enormes e inesperados, boas pescarias com nível de água lá no alto ou até em meio a repiquetes, além de semanas onde Jurubaxi estava com água lá no alto e o Uneuixi estava seco. Acredito que os mais experientes devem hoje conseguir, com mais informações e mais semanas pescadas por lá, fechar um diagnóstico melhor sobre a pesca em SIRN e seus 4 afluentes próximos à cidade que tem a pesca liberada. Li bastante em outros tópicos que de fato é uma região onde o peixe da sua vida pode sair em qualquer arremesso, seja numa semana de melhor produtividade com o rio seco e sem repiquete, seja com um repiquete ou até numa semana onde não tá pegando nada e a água tá la no alto e que semanas altamente produtivas são realmente raras por lá. Minha primeira semana na Amazônia foi no Zaltana, na última semana de março, nem subimos o Uneuixi, pescamos só no Negro e 5 amigos tiraram peixes acima de 20lbs e 80up, mas nossa turma - com 16 integrantes - não pegou mais do que 200 tucunarés no somatório da semana toda.
Acima da cidade de SIRN e chegando até São Gabriel da Cachoeira o modelo de exclusividade vai sendo replicado. Zaltana colocou o flutuante novo lá pra cima, Curicuriari foi aberto há pouco tempo, assim como o Darahá. Tem ainda aquela extrema exclusividade do operador do Marié, que essa sim parece espantar qualquer brasileiro. Acho que no fim, de SIRN pra cima, encontraram uma maneira de minimamente organizar as coisas. Me preocupa mesmo é o futuro de Barcelos. Tentar replicar um modelo de exclusividade nos moldes de SIRN em Barcelos acarretaria em prejuízo para diversas operações e com provável impacto para as operações de custo mais baixo pois a corda costuma sempre estourar pro lado do mais "fraco".
Para finalizar, fico contente em saber que a aposentadoria do @Kid M - aventada por ele no post inicial desse tópico - até hoje não chegou.
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Kid M deu reputação a Adalberto Magrao em Rumores de que Barcelos se tornará terra indígena ( demarcada)!!
Conversei agora pouco com meu amigo e Guia Izaias da Pousada Paca Açu Fishing.
Ele participou da reunião.
O povo está dividido sem nenhuma definição. Mas a Galera de Barcelos está preocupadissima ......Só resta aguardar.
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Kid M recebeu reputação de VitorMorais em Rumores de que Barcelos se tornará terra indígena ( demarcada)!!
Apenas para dar um pouco mais de ênfase ao que postei acima.
Voltamos a buscar solução desse tema com a "contrapartida" de empresários que operam nesses locais de pesca.
O grande problema (apenas minha opinião de pescador) é que essas operações estão se transformando em algo muito requintado para o que se deseja, ou seja, um período de convívio com amigos, com a natureza e uma forma de relaxar - claro que a pescaria é a ambição de todos, ainda mais com promessas de troféus... A abordagem do declínio da utilização dos "ribeirinhos" e/ou antigos pescadores profissionais, já foi bem enfocada pelo Vitor, mas estamos visualizando a falta de outras oportunidades para esse tipo de "mão de obra" e com isso uma maior pressão de "pescarias ilegais" (não respeitadas as regras de exclusividade e contrapartida dos operadores...)
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Kid M recebeu reputação de Renato Barreto em Boas Festas... (de novo)
Mesmo com um pouco de antecedência, é preciso aproveitar o momento atual, que é do início de festividades de final do ano.
Acredito que cada um de nós (usuários ou não do FTB) tem suas queixas anuais, independente de serem (ou não) de pescaria.
Nesse próximo ano, que tem Copa do Mundo de Futebol, eleições majoritárias, entre outras "coisas", tem também a continuidade de "sonhos de pescador" para fotografar e exibir um exemplar considerado recorde e que vire seu troféu... 🏆
Será tempo também de não nos esquecermos que a vida é uma sequência de bons e maus momentos e precisamos encará-los.
Nós do FTB estaremos sempre buscando aquilo possa possa interessar nossos usuários, inclusive para que apareçam mais...
Desejamos a todos (usuários ou não do FTB) que este final de 2025 propicie novos planos (ainda melhores) para 2026
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Kid M recebeu reputação de Edmar Alves em Qual a atual situação da pesca esportiva na região do Rio Nhamundá e seus afluentes?
Boa tarde Edmar,
Já pescamos duas vezes na região do Nhamundá.
Em ambas vezes encontramos "fartura", mesmo que esta não se comparasse aos resultados do rio Negro.
Contudo, os peixes Vazorelli - mesmo sem serem aqueles troféus desejados, honraram suas capturas com muita luta.
Nas duas vezes que fomos (uma por Parintins e outra por Terra Nova), usamos os serviços do PESCAMAZON do operador Nelson Laje.
Não sei se ainda opera por lá, pois tinha uma outra operação na ilha do Marajó, onde os objetivos eram os pirarucus...
Apesar do tempo decorrido, o local era pouco pressionado, embora o rio Nhamundá tenha canal com boa profundidade para barcos maiores.
Em ambas as vezes que fomos, o acesso na foz do rio era feito por botes c/motorização de 30 HPs - guias da região.
Embarcamos bastante peixes, mas o destaque foi um Vazorelli de 6 kg que não resistiu a uma isca de meia água...
Logística não é (ou era) boa, mas é uma alternativa a ser mais pesquisada.
Lembrei também que quem tinha uma operação excelente na boca do Nhamundá (acho que o rio era o paracutú - ou algo parecido) era o Marcel Werner (ele é do FTB), que poderá lhe passar dicas e indicações mais adequadas - ele não opera mais por lá, mas deve ter boas informações.
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Kid M recebeu reputação de LucaoCR em Crescimento de oferta no rio Negro
Lucão,
As resistências dessas espécies é mesmo muito grande.
Encrenca certa para o conjunto e o pescador
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Kid M recebeu reputação de LucaoCR em Crescimento de oferta no rio Negro
Lucão,
Entendo assim também, mas essa alternativa de pesca "abaixo de Barcelos" é algo que somente agora parece estar sendo oferecida, possivelmente pela pressão das áreas acima de Barcelos.
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Kid M recebeu reputação de Renato Barreto em Crescimento de oferta no rio Negro
Surpreende-me bastante as informações das operações que se realizam na bacia do rio Negro.
Claro que se trata há muito previsto e anunciado, mas me parece que estamos diante de um "novo Pantanal".
Melhor explicando essa conversa de "pantanal", já que por muito tempo foi a meca das pescarias e sonho de muitos.
É preciso reconhecer que os cenários são parecidos, mas diferentes, face algumas tentativas de proteção ao tucunaré.
Quando se menciona o Pantanal, é preciso lembrar que além da pesca liberada, tinham - também - os pescadores profissionais com diversas indústrias montadas para a comercialização do pescado... claro que ficou "água arrasada"...
Posso estar sendo "alarmista", mas a incidência de pescadores nos aeroportos & cidades ribeirinhas é muito elevada.
Somando isso ao complemento dos que chegam pelo próprio rio Negro em transporte regional, fica ainda "pior"...
Como comparação (nada além disso), Barcelos era a capital mundial dos peixes ornamentais, com uma economia girando em torno dessa atividade que tinha até "grupos rivais" no folclore regional.
O escoamento dessa "matéria prima" era colossal, não importando as enormes perdas dos peixes "exportados" (era muito barato o milhar desses alevinos ou juvenis comercializados).
Hoje é difícil encontrar referências disso, e mais ainda, interesse em reativar o negócio... (certamente por conta de outras alternativas dos compradores)
No caso dos tucunarés da bacia do rio Negro (e arredores), ações de proteção estão sendo implementadas (acabaram as incursões de "barcos geleiras" para transporte do pescado até Manaus - centro consumidor).
A obrigatoriedade do "pesque e solte" (nas espécies protegidas) e a conscientização dos ribeirinhos (incluídos os piloteiros e mão de obra disponível para as operações de pesca) muito tem feito nessa preservação, MAS é preciso lembrar que o tempo de crescimento dos troféus é lento, insuficiente para atender esse imenso grupo de pescadores que se desloca para "aqueles dias maravilhosos".
A economia regional passa por uma adaptação de "novas fontes de renda", seja através de taxação (licenças metropolitanas de pesca), exclusividade em rios secundários através de "contrato" entre as comunidades, operadores e o estado (município).
Já presenciei alguns lugares APÓS essas medidas serem implementadas e se tornarem operacionais, e constato que é uma diferença enorme nos resultados obtidos...
Contudo, a demanda de grupos de pesca aos operadores é algo constante, imperativo, que começa a ser tratado com muita antecedência (falar em 12 meses de antecedência é quase um lugar comum).
Destinos variados, resultados também variados e o mais importante, o crescimento dos custos necessários para atender às especificações apresentadas na venda do produto.
Outra coisa presente é a capacidade criativa dos inúmeros "ex-pescadores profissionais" em montar suas próprias operações, já com uma "oferta de acessórios" bem inferior aos grupos tradicionais.
Refiro-me ao "bate e volta", as acomodações mais simples, os acampamentos em pontos do rio, além da interligação de toda essa operacionalização ofertada.
Venho observando (essa é minha dedução) que em tempo não tão distante assim, teremos sinais mais evidentes do que essa "superlotação" de botes pescando irá gerar mais frustração do que o próprio "repiquete", que não pode ser controlado, apenas servir de "justificativa" para a diminuição dos resultados esperados para aqueles que esperaram e disponibilizaram "uma grana" para seus sonhos de pesca.
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Kid M recebeu reputação de Beto Caranha em Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Grande Betão, também conhecido como Caranha !
Essas nossas pescarias sempre deixam boas lembranças !
Não me recordo desse "furto", mas que tenha lhe favorecido...
Essa época foi um tempo em que as "sub walk" ainda estavam chegando... (as da Rapala eram imbatíveis)
Voltando ao "tema" das "Big Bates", me considero um "conservador", pois prefiro - sempre - material mais leve.
Abro muitas vezes de ir com "artilharia pesada" para um troféu , em troca de bons peixes pegos no material médio.
Entendo que vai de cada um (nem preciso falar nos fominhas das hélices), mas o que importa é a satisfação de estar pescando.
Peixe sempre será algo secundário num grupo de pesca - mesmo que tentem mudar esse conceito para as capturas...
O melhor do dia é - muitas vezes - a resenha da chegada, onde as brincadeiras & relatos fazem bem ao coração...
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Kid M recebeu reputação de VitorMorais em Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Grande Betão, também conhecido como Caranha !
Essas nossas pescarias sempre deixam boas lembranças !
Não me recordo desse "furto", mas que tenha lhe favorecido...
Essa época foi um tempo em que as "sub walk" ainda estavam chegando... (as da Rapala eram imbatíveis)
Voltando ao "tema" das "Big Bates", me considero um "conservador", pois prefiro - sempre - material mais leve.
Abro muitas vezes de ir com "artilharia pesada" para um troféu , em troca de bons peixes pegos no material médio.
Entendo que vai de cada um (nem preciso falar nos fominhas das hélices), mas o que importa é a satisfação de estar pescando.
Peixe sempre será algo secundário num grupo de pesca - mesmo que tentem mudar esse conceito para as capturas...
O melhor do dia é - muitas vezes - a resenha da chegada, onde as brincadeiras & relatos fazem bem ao coração...
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Kid M recebeu reputação de VitorMorais em Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Para não ficar "no ar", permita-me esclarecer que essas brincadeiras dentro do grupo composto de amigos é algo tão bom (ou melhor) que algumas pescarias (vide o reconhecimento feito pelo Fabrício). Entendo - sempre - que há hora para tudo !
Na verdade, todos que vão pescar e tem tralha a ser levada (esquema dos "empréstimos"), via de regra apostam nas duplicadas (ou triplicadas) daquelas que também são conhecidas como "matadeiras"! Os mais antigos nessas idas e voltas de pescarias distantes, apostam em menor variedade das "desconhecidas" e mais das tradicionais. Mas claro que dependerá sempre da composição nos grupos... (no nosso, não pode levar faca )
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Kid M recebeu reputação de Joao Paulo ML em Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Grande Betão, também conhecido como Caranha !
Essas nossas pescarias sempre deixam boas lembranças !
Não me recordo desse "furto", mas que tenha lhe favorecido...
Essa época foi um tempo em que as "sub walk" ainda estavam chegando... (as da Rapala eram imbatíveis)
Voltando ao "tema" das "Big Bates", me considero um "conservador", pois prefiro - sempre - material mais leve.
Abro muitas vezes de ir com "artilharia pesada" para um troféu , em troca de bons peixes pegos no material médio.
Entendo que vai de cada um (nem preciso falar nos fominhas das hélices), mas o que importa é a satisfação de estar pescando.
Peixe sempre será algo secundário num grupo de pesca - mesmo que tentem mudar esse conceito para as capturas...
O melhor do dia é - muitas vezes - a resenha da chegada, onde as brincadeiras & relatos fazem bem ao coração...
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Kid M recebeu reputação de Joao Paulo ML em Tendência ou Modismo? (Big Baits)
Coisa feia Fabrício,
Logo você, que deveria dar o exemplo...
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Kid M recebeu reputação de Joao Paulo ML em Importação via Ebay! Já era!!!
Boa tarde Vitor,
Já abandonei essas compras internacionais.
Além do preço do dólar estar elevado, tem o crescimento dos preços na moeda em que se vende e produto, e - ainda pior - a aplicação de impostos, alguns dos quais são uma bitributação no produto importado...
Até mesmo as "isquinhas xing lee" que amainavam a ansiedade dos pescadores nos preparos (dificilmente de serem usadas) das tralhas a serem levadas...
Mais grave então, é "desistir" da compra quando chega a tributação (como a que postou), pois os Correios (que estão "quebrados") permanecem cobrando e ameaçando inserção nos "SPC da vida" (enchem o saco até dos mais pacientes).