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Kid M recebeu reputação de TiagoAsa em Nível do Rio Negro em Barcelos - Temporada 25/26
Já está na hora de darmos início da temporada de 25/26
Me aproveito da postagem do Adalberto, que trás o gráfico da evolução dos níveis do rio Negro em Barcelos.
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Kid M recebeu reputação de Joao Paulo ML em Nem sempre as iscas são para pescar...
Há algum tempo me passou pela cabeça o desejo de compartilhar algumas das práticas que tínhamos nas pescarias dos Mocorongos, "aquele grupo de amigos que também pescava...". Nem sempre se relaciona às pescarias de forma específica, mas de uma grande oportunidade de nos reunirmos anualmente, num planejamento e objetivo mais "ousado"...
Desta feita o objetivo será compartilhar aqui no FTB algumas das ações que sempre geravam uma competitividade entre os mais "fominhas", embora os integrantes (na sua maioria) se respeitassem no final de cada jornada. Por muitas viagens criávamos "brindes" a serem distribuídos e/ou disputados dentro do Grupo que estava numa daquelas "verdadeiras aventuras" na selva amazônica. Íamos desde troféus (pequenos e grandes) á produtos encomendados com exclusividade. Antes que me perguntem, claro que o vestuário do grupo sempre estreava algo novo a cada ano, desde camisetas de algodão "Hering" até as mais recentes (e ótimas) "Faca na Rede" macias e com proteção solar de +50. Bonés, estojos, faquinhas, alicates, etc... eram abundantes...
Inicio a postagem por um conjuntinho de iscas Deconto preparadas especialmente para o ano 2010, na Amazônia. Cada integrante recebeu o seu, e poucos acabaram "batizando-as" naquela pescaria (pescador que se preze é muito colecionador). Importante também resgatar a arte do meu bom amigo Hilton, que trabalhava na mecânica das corridas de F1, mas que relaxava em casa nas pinturas esmeradas de seus trabalhos... (claro que era pescador)
Já esta, uma verdadeira "jóia", foi desenvolvida pelo pessoal da CCM, em conjunto com a Extreme's Jigs (conhecia ambos) e pintada pelo "também Mocorongo" Hilton - que assinava seus trabalhos como Ton's, com esse Martim Pescador alusivo. Essa isca específica acabou ficando comigo pela minha performance nessa pescaria do Grupo 20, com + 11 amigos no total. Acabei dando sorte, pois estava nos locais certos e usando as iscas que os tucunas estavam comendo... Mais importante que o "presente", foi a grande celebração que fizemos nessa ida ao rio Negro (Barcelos / Arirarrá) e adjacências (fomos de Bh Angatu).
Por fim, tenho essas duas iscas da Jennerlure, uma das quais assinada e enviada pelo próprio Jenner Leite por ocasião do meu aniversário. Há tempos atrás - por conta do FTB - passei a ter aproximação com muita gente da área da pesca esportiva, alguns dos quais terminaram se tornando mais que contatos virtuais. O Jenner Leite foi um desses, pois conversávamos bastante sobre pontos de vista e/ou ideias a serem desenvolvidas. Acompanhei toda sua luta em buscar um patamar mais elevado para suas criações, muitas das quais se transformaram em ícones a serem copiados (como é muito comum no meio da pesca, mas já foi pior, com pirataria nos desenvolvimentos que eram feitos pelas empresas maiores, não necessariamente estrangeiras)...
Mas admito ser uma "descortesia" não mencionar tantas outras pessoas (e oportunidades) geradas por esse relacionamento do FTB. Após tanto tempo de Moderação (desde o início com o Fabrício e o Xandego), diversos encontros anuais em BSB, SP e até mesmo na BA, acabaram sendo montadas inúmeras turmas a partir dos contatos do FTB. Nada demais, já que adotamos sempre uma postura de independência às pressões comerciais, tão explícitas naquela época, sob o prisma de não construirmos um "telhado de vidro" para pedras serem lançadas... Posteriormente voltarei ao tema com mais "antiques" para serem compartilhadas.
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Kid M recebeu reputação de Joao Paulo ML em Quem já foi à Barcelos, conhece... (mesmo sem ter se hospedado)
O que se apresenta como uma "construção quadrada na beira do rio", na verdade se trata de um local de muita procura em Barcelos, principalmente na temporada de pesca.
Claro que existem outros locais onde existam Pousadas e/ou pontos de aluguel dentro da cidade...
Contudo, nada supera o retorno das operações de pesca após diversos dias à bordo de suas embarcações.
A estrutura do hotel é bastante simples, mas tem aquilo que se deseja após dias de muito sol e esforço físico.
A utilização efetiva do local acontece no sábado à noite (maioria das vezes), quando as operações aquáticas se concluem.
Também em função da chegada aérea dos novos grupos, que fazem o "leva e trás" com muita eficiência nos aviões Caravans (monomotores excelentes) e Bandeirantes (bimotores mais antigos). Via de regra com grupos de 9 à 12 passageiros.
Estamos falando de um bom ar condicionado, banheiros com água quente, camas confortáveis, TV funcionando, WiFi para contato familiar, e a proximidade a um local que sirva uma boa comida para servir de base para as bebidas derradeiras...
Pois então, o Amazonita entrega uma ótima solução de jantar que são boas pizzas, de tamanho avantajado que fazem sucesso.
Também conseguir ficar num quarto com vista para o rio (Negro) é vantajoso, mesmo sendo sol poente e o calor ser inclemente.
Dependendo da época, aparece alguém tocando uma musiquinha (é raro), mas o forte mesmo são as músicas sertanejas...
Também fica o registro evidente que a imensa maioria dos presentes é de homens, grupos de crianças reunidas e felizes.
E você, já conheceu Barcelos e sabe do que estou falando ?
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Kid M recebeu reputação de Joao Paulo ML em Companheiras na pesca por bastante tempo...
Pois é João Paulo,
Essa situação de "mandar pintar" (customizar, na verdade) já foi uma síndrome enfrentada por muitos "fominhas"...
Usar iscas cuja aparência estimulava "o ataque" do pescador à novas experiências & cores era sempre "o máximo"
No caso do nosso Grupo (Mocorongos), chegamos a preparar essas iscas customizadas como brindes diários de performance.
E para não acharem que era coisa pouca, usamos algumas vezes as Jennerlure (nosso grande parceiro), assim como as da Deconto e Borboleta
Mas as nossas preferências sempre foram as iscas de superfície e/ou de sub superfície, com notória preferência pelas já postadas
Isso mesmo, João Paulo,
Iscas de hélice foram chegando de mansinho e hoje já representam uma enorme maioria de "usuários exclusivos", que só usam elas...
A bem da verdade, as "outras" integram as respectivas caixas de pesca, mas a "crença de que vão dar susto pela explosão do ataque na superfície" supera tudo...
As pinturas consagradas (Haloween, cabeça vermelha, palhacinho, coral, metálicas, etc...) são sempre um colírio para nossos olhos
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Kid M recebeu reputação de Joao Paulo ML em Aproxima-se a temporada de pesca e o nível do Negro...
Depois de dois anos de seca prolongada na região amazônica, aproxima-se a época de começo das operações na bacia do rio Negro, e as expectativas são de muita água na caixa do rio.
Temos um agravante complementar que é um volume de chuva ainda maior que o tradicional para essa época do ano.
Claro que ainda temos muito algum tempo pela frente, porém na bacia do rio Madeira, que esvazia antes da do Negro, as inundações ainda são as principais manchetes divulgadas dentro de um cenário de muita destruição do sustento dos ribeirinhos.
Certamente que a partir de outubro, se não houver algum contratempo, já haverá um cenário mais interessante para os operadores e pescadores que estejam nos afluentes do rio Negro.
Como já tive a experiência de ir pescar nos dois cenários (cheia e seca), acredito que sempre é possível ajustar algo "menos ruim" por conta do deslocamento dos barco hoteis, na busca de melhores volumes de água para a pescaria desejada.
É sempre difícil, chegar na "janela em que os peixes estão vorazes", pois com a antecedência requerida para as reservas realizadas com um ano de antecedência, é sempre uma grande ansiedade a ser superada até a data da viagem chegar.
Espero que os diversos participantes do FTB que se programam para as viagens amazônicas atrás dos grandes troféus, encontrem a satisfação desejadas, que se não for na fartura e/ou qualidade das espécimes encontradas, que seja no convívio dessa região mística de muito encantamento e beleza.
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Kid M recebeu reputação de Joao Paulo ML em Companheiras na pesca por bastante tempo...
Não tem pescador que goste de pescar que não tenha suas preferências pessoais.
Essas preferências atingem todo seu equipamento, desde a ponta da vara até o anzol da isca.
Sempre existirão as "discussões" dos pontos de vista, até por isso fazer parte de um grupo de pescadores.
Tentando ser um pouco menos "radical" com minhas convicções, até pela chegada da maturidade, diria:
1. Equipamento bom é o que embarca o peixe e deixa o pescador satisfeito pelo feito.
2. Inventar adaptações nas iscas originais para que elas se tornem ainda melhores, é a cara de um pescador...
3. Começar uma pescaria com uma mesma isca é mais que uma "esperança" e sim uma "parceria".
O que faz um pescador ter uma "preferência especial" em determinada isca de sua preferência ?
Não é apenas a forma de como trabalha, mas a crença do pescador de que ela é a que serve...
Dessa forma, quase sempre, o tempo em que essas iscas prediletas estão "trabalhando" é bem maior que qualquer uma outra...
Pessoalmente desenvolvi um apreço especial pelas iscas de "sub-superfície", com seus nados erráticos e atração fatal.
Usei muito as Rapala Sub-Walk, as Deconto Birutas, as Borboletas Perversas, dentre outras, mas essas eram especiais.
Importante reconhecer a necessidade de trocar as garateias da Rapala (as antigas VMC) que eram muito frágeis...
Por fim, algo que aprendi há tempos era de levar pelo menos duas iscas iguais (peso, cor e tamanho) em cada pescaria.
E você, consegue se ver dessa forma que postei ? Cada um tem suas "variantes", mas no final, tudo é bastante parecido...
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Kid M recebeu reputação de Arcer em Companheiras na pesca por bastante tempo...
Não tem pescador que goste de pescar que não tenha suas preferências pessoais.
Essas preferências atingem todo seu equipamento, desde a ponta da vara até o anzol da isca.
Sempre existirão as "discussões" dos pontos de vista, até por isso fazer parte de um grupo de pescadores.
Tentando ser um pouco menos "radical" com minhas convicções, até pela chegada da maturidade, diria:
1. Equipamento bom é o que embarca o peixe e deixa o pescador satisfeito pelo feito.
2. Inventar adaptações nas iscas originais para que elas se tornem ainda melhores, é a cara de um pescador...
3. Começar uma pescaria com uma mesma isca é mais que uma "esperança" e sim uma "parceria".
O que faz um pescador ter uma "preferência especial" em determinada isca de sua preferência ?
Não é apenas a forma de como trabalha, mas a crença do pescador de que ela é a que serve...
Dessa forma, quase sempre, o tempo em que essas iscas prediletas estão "trabalhando" é bem maior que qualquer uma outra...
Pessoalmente desenvolvi um apreço especial pelas iscas de "sub-superfície", com seus nados erráticos e atração fatal.
Usei muito as Rapala Sub-Walk, as Deconto Birutas, as Borboletas Perversas, dentre outras, mas essas eram especiais.
Importante reconhecer a necessidade de trocar as garateias da Rapala (as antigas VMC) que eram muito frágeis...
Por fim, algo que aprendi há tempos era de levar pelo menos duas iscas iguais (peso, cor e tamanho) em cada pescaria.
E você, consegue se ver dessa forma que postei ? Cada um tem suas "variantes", mas no final, tudo é bastante parecido...
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Kid M recebeu reputação de Fabrício Biguá em Pousada Rio Cristalino
João Otavio,
Já estive diversas vezes pescando no Cristalino.
Inicialmente a partir de Luiz Alves (distante), mas depois fui me aproximando e ficando em diversos locais, até chegar ao Asa Branca do Carlinhos do Araguaia.
As lagoas e lagos existentes nessa região de foz com o rio Araguaia já seria o suficiente para garantir a diversão, principalmente com o rio na caixa.
A diversidade é boa, e não raramente se consegue encontrar os "dourados" (são outra espécie) nas corredeiras de águas douradas...
Local de bastante piranhas caju, os cardumes aparecem em maior frequência nas águas mais paradas, e já tive tucunarés fisgados "estraçalhados" no recolhimento.
Mas o visual na região é belíssimo, com muita fauna presente ! Usar um "guia de pesca local" facilita bastante na chegada aos melhores pontos...
Equipamento leve e esportivo é uma quase "obrigatoriedade", já que dificilmente irá encontrar exemplares acima de 5 quilos (mas terá os de 3 kg)
Varas de 17 lb são mais que suficiente (principalmente se for de qualidade), com linha multi de 30 lb (reserva a de 40 lb), lider de 1 m de extensão.
Iscas de tamanho menor (até 10 cm), com ações de superfície, sub-superfície, meia água floating, além de peninhas e shads.
Coloração que sempre funcionou comigo foi a osso, RH (cabeça vermelha), transparente, metalizada para dias de muito sol e águas transparentes.
Iscas que nunca deixam de produzir bons resultados são as Rapala Sub-Walk (7 cm), Lelé, zaras diversas, peninhas branca (pindocar na areia), etc...
Mas não deixe de levar um conjuntinho de pesca de fundo, pois essa região no Araguaia tem muito peixe para ser encontrado...
Época mais adequada é no início do 2º semestre, tipo Agosto e/ou Setembro, quando as águas não secaram os acessos e o peixe começa a comer.
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Kid M recebeu reputação de Joao Paulo ML em Uma pescaria para pescadores exigentes...
Não se tratam de "primeiras viagens", vez que a montagem dessa operação envolveu empresas do vulto da Angatu e Serena, ambas empresas com muita experiência de pescarias na Amazônia.
Também o conjunto de "benefícios" incorporados nessa operação, busca - nitidamente - "fisgar" aqueles que estão atrás de grandes troféus a serem embarcados. Vou transcrever algumas referências da operação para deixar mais clara do que se trata...
"O Rio Mais Exclusivo O rio Curicuriari esta localizado no Noroeste do Amazonas , a menos de 100km da Colômbia e 130km da Venezuela, são mais de 300km de rio totalmente preservados onde somente 96 pescadores podem jogar suas iscas na água por ano".
"Estrutura Um flutuante com baixo calado para poder atravessar mais de 100km de águas rápidas e rochosas com 8 suítes individuais. Barcos de pesca com amplas plataformas e motorização 50hp para pode chegar rápido nos pontos de pesca"
Alguns aspectos adicionais que me parecem interessantes de serem informados !
As chegadas do Grupo se dão a partir de São Gabriel da Cachoeira, através voo regional - comercial até Manaus
A estrutura de suporte é tradicional, com AC, gastronomia e bebidas top, botes com motores elétricos e a combustão, etc...
Ao que saiba, são 5 dias integrais de pesca, com piloteiros regionais (indígenas, que controlam o "usofruto" do rio...)
Comunicação via satélite (Star Link) para emergência nunca é demais e bastantes pontos de pesca em 300 km de margens
O preço é dentro do que vem sendo anunciado com antecedência anual, pouquinho mais ou menos às referências.
Positivamente é uma operação onde o investimento é direcionado ao troféu embarcado e o pescador precisa saber disso.
Não é uma postagem "provocativa" (deixo logo postado), mas uma forma de apresentar opções aos usuários da FTB
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Kid M recebeu reputação de Fabrício Biguá em Aproxima-se a temporada de pesca e o nível do Negro...
Depois de dois anos de seca prolongada na região amazônica, aproxima-se a época de começo das operações na bacia do rio Negro, e as expectativas são de muita água na caixa do rio.
Temos um agravante complementar que é um volume de chuva ainda maior que o tradicional para essa época do ano.
Claro que ainda temos muito algum tempo pela frente, porém na bacia do rio Madeira, que esvazia antes da do Negro, as inundações ainda são as principais manchetes divulgadas dentro de um cenário de muita destruição do sustento dos ribeirinhos.
Certamente que a partir de outubro, se não houver algum contratempo, já haverá um cenário mais interessante para os operadores e pescadores que estejam nos afluentes do rio Negro.
Como já tive a experiência de ir pescar nos dois cenários (cheia e seca), acredito que sempre é possível ajustar algo "menos ruim" por conta do deslocamento dos barco hoteis, na busca de melhores volumes de água para a pescaria desejada.
É sempre difícil, chegar na "janela em que os peixes estão vorazes", pois com a antecedência requerida para as reservas realizadas com um ano de antecedência, é sempre uma grande ansiedade a ser superada até a data da viagem chegar.
Espero que os diversos participantes do FTB que se programam para as viagens amazônicas atrás dos grandes troféus, encontrem a satisfação desejadas, que se não for na fartura e/ou qualidade das espécimes encontradas, que seja no convívio dessa região mística de muito encantamento e beleza.
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Kid M recebeu reputação de Guilherme Liotti em Aproxima-se a temporada de pesca e o nível do Negro...
Depois de dois anos de seca prolongada na região amazônica, aproxima-se a época de começo das operações na bacia do rio Negro, e as expectativas são de muita água na caixa do rio.
Temos um agravante complementar que é um volume de chuva ainda maior que o tradicional para essa época do ano.
Claro que ainda temos muito algum tempo pela frente, porém na bacia do rio Madeira, que esvazia antes da do Negro, as inundações ainda são as principais manchetes divulgadas dentro de um cenário de muita destruição do sustento dos ribeirinhos.
Certamente que a partir de outubro, se não houver algum contratempo, já haverá um cenário mais interessante para os operadores e pescadores que estejam nos afluentes do rio Negro.
Como já tive a experiência de ir pescar nos dois cenários (cheia e seca), acredito que sempre é possível ajustar algo "menos ruim" por conta do deslocamento dos barco hoteis, na busca de melhores volumes de água para a pescaria desejada.
É sempre difícil, chegar na "janela em que os peixes estão vorazes", pois com a antecedência requerida para as reservas realizadas com um ano de antecedência, é sempre uma grande ansiedade a ser superada até a data da viagem chegar.
Espero que os diversos participantes do FTB que se programam para as viagens amazônicas atrás dos grandes troféus, encontrem a satisfação desejadas, que se não for na fartura e/ou qualidade das espécimes encontradas, que seja no convívio dessa região mística de muito encantamento e beleza.
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Kid M recebeu reputação de Pedro Dominguete em Novo FLUTUANTE nos rios Amazônicos...
Nova operação do grupo Super Açu nas águas do rio Negro e Preto, na região de SIRN
Um espetáculo de investimento realizado, que certamente (apesar do preço) será muito procurado.
Depois passo mais imagens do interior... mas essa imagem já é um IMPACTO !
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Kid M recebeu reputação de Joao Paulo ML em Novo FLUTUANTE nos rios Amazônicos...
Em nada discordando do que foi postado pelo Alexandre, endosso as ressalvas feitas por ele.
A questão que precisa ser levada em consideração é a frequência que se dispõe para pescarias...
Quando o espaço entre pescarias são atrelados à realizações anuais, é importante que a pesca seja desfrutada ao máximo.
Quem gosta de pescar (e isso é uma realidade), busca - dentro do suas prioridades - uma quantidade maior de oportunidades de jogar suas iscas na água.
Para outros, as pescarias podem ter um cunho de uma aventura, onde embarcar o peixe é uma consequência, não necessariamente a razão do sucesso ou fracasso, já que desfrutam de tudo que os envolve nesses dias mágicos (amigos, geladas, comida boa, natureza, botes e piloteiros confiáveis, etc...)
Falar de custos, ou melhor, de benefícios desses investimentos é algo inteiramente pessoal!
Reunir amigos com mesmos objetivos é que resulta em grupos exclusivos, desses que muitos indicam como algo básico para pescar...
Qual o grau de desejo (necessidade) das pessoas em sair do seu cotidiano em busca de algo que lhes traga satisfação de uma pescaria?
Para alguns (e aqui temos diversos...), ir pescar perto de casa é um hábito, quase sempre invejado pelos que não tem essa possibilidade.
Fazer investimentos em pescarias mais frequentes, é uma forma de estabelecer uma distribuição desses bons momentos ao longo do ano (não podem ser caros)
Juntar "essa grana" (ou o equivalente dela) para uma pescaria anual, é (também) uma forma de canalizar toda a ansiedade e expectativa nesta aventura.
Não entro no mérito do valor, pois cada um de nós sabe do que pode (ou não) ser investido nisso, mas lembro que tudo é uma opção das pessoas.
Claro que dinheiro não é para ser "rasgado", daí entender que essas escolhas passam pelas expectativas & demandas desejadas para sua autossatisfação.
Entendo que os pontos de vista dos frequentadores do FTB são múltiplos, e assim devem permanecer, até porque somos diferentes uns dos outros...
Finalizando, acrescentaria que com o passar dos anos (falando de idade), há uma tendência das pescarias desejadas migrarem para "mais conforto"...
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Kid M recebeu reputação de Alexandre Gomes de Almeida em Novo FLUTUANTE nos rios Amazônicos...
Em nada discordando do que foi postado pelo Alexandre, endosso as ressalvas feitas por ele.
A questão que precisa ser levada em consideração é a frequência que se dispõe para pescarias...
Quando o espaço entre pescarias são atrelados à realizações anuais, é importante que a pesca seja desfrutada ao máximo.
Quem gosta de pescar (e isso é uma realidade), busca - dentro do suas prioridades - uma quantidade maior de oportunidades de jogar suas iscas na água.
Para outros, as pescarias podem ter um cunho de uma aventura, onde embarcar o peixe é uma consequência, não necessariamente a razão do sucesso ou fracasso, já que desfrutam de tudo que os envolve nesses dias mágicos (amigos, geladas, comida boa, natureza, botes e piloteiros confiáveis, etc...)
Falar de custos, ou melhor, de benefícios desses investimentos é algo inteiramente pessoal!
Reunir amigos com mesmos objetivos é que resulta em grupos exclusivos, desses que muitos indicam como algo básico para pescar...
Qual o grau de desejo (necessidade) das pessoas em sair do seu cotidiano em busca de algo que lhes traga satisfação de uma pescaria?
Para alguns (e aqui temos diversos...), ir pescar perto de casa é um hábito, quase sempre invejado pelos que não tem essa possibilidade.
Fazer investimentos em pescarias mais frequentes, é uma forma de estabelecer uma distribuição desses bons momentos ao longo do ano (não podem ser caros)
Juntar "essa grana" (ou o equivalente dela) para uma pescaria anual, é (também) uma forma de canalizar toda a ansiedade e expectativa nesta aventura.
Não entro no mérito do valor, pois cada um de nós sabe do que pode (ou não) ser investido nisso, mas lembro que tudo é uma opção das pessoas.
Claro que dinheiro não é para ser "rasgado", daí entender que essas escolhas passam pelas expectativas & demandas desejadas para sua autossatisfação.
Entendo que os pontos de vista dos frequentadores do FTB são múltiplos, e assim devem permanecer, até porque somos diferentes uns dos outros...
Finalizando, acrescentaria que com o passar dos anos (falando de idade), há uma tendência das pescarias desejadas migrarem para "mais conforto"...
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Kid M recebeu reputação de Joao Paulo ML em Novo FLUTUANTE nos rios Amazônicos...
Amigo João Paulo,
Você conseguiu de forma compacta explicitar os fatos como eles são.
Quem está disposto a buscar por algo acima de uma normalidade cada vez mais difícil de ser encontrada no rio Negro com tantas embarcações e/ou operações, precisa "refazer suas contas" para ver com clareza onde quer se aventurar !
Essa exclusividade custa uma grana e somente com o sucesso de temporadas para ter continuidade em novos anos futuros, pode-se resgatar os investimentos realizados... Pode ser que para alguns ditos "mais raízes", o puxar hélices é o básico, mas é preciso que existam os troféus para justificar tamanho esforço.
Tanto em Barcelos como em SIRN existem esses troféus, ainda que cada vez mais escassos pela quantidade de pescadores, mas isso não deve ser (ou funcionar) como justificativa para quem investiu um nota alta para ir se divertir...
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Kid M recebeu reputação de Joao Paulo ML em Novo FLUTUANTE nos rios Amazônicos...
Pessoal, vamos lá... (se me permitem)
O objetivo desse tipo de postagem não é criar posicionamentos antagônicos, e sim mostrar realidades existentes.
Alguns de vocês julgaram essa possibilidade como algo absurdamente caro, e certamente assim deve ser.
Para outros (em menor número), essa é uma oportunidade para aqueles que podem se dar ao privilégio desse desfrute.
Lhes confesso que já "experimentei" as duas extremidades focadas (a mais "glamurosa" e a mais "rústica"), ou seja, vi ambos os cenários.
Circunstancialmente (quem sabe talvez em função disso), as pescarias raízes, aquelas de acampar, torcer para os botes e seus motores mais que sofridos não quebrassem, comida ao pé do fogo, dor de barriga no mato, dificuldades para encontrar os pontos de pesca, entre outras situações acontecem (na maior parte da vezes) para gente com espírito jovem e disposta à tudo...
Com o passar dos anos e das frequentes incursões amazônicas, o corpo mais frágil dos aventureiros começa a clamar por "luxos" que podem ser simples, como água quente, cerveja gelada, ar condicionado, cama e não rede, uma comidinha mais bem cuidada, mesmo que seja simples, mais tempo de pesca e menos de deslocamento nos botes, etc...
Antes que existam dúvidas, não estou advogando o que seja efetivamente a opção a ser escolhida, até porque entendo que isso é uma priorização pessoal, mas tão somente apresentando (como já mencionei antes) opções & oportunidades de algo bastante diferenciado, dentro do segmento de pesca na Amazônia...
Lembrar também que já houve (ou há) um tempo em que grande "chatas flutuantes" operavam no Pantanal, com "luxos" assemelhados e próprios para seus clientes. Me parece que com o retorno dos peixes por lá (MT e MS), essas operações da região pantaneira estão voltando - ainda que de maneira tímida...
Concluindo essas observações, lembro que os investimentos em estruturas de suporte à pesca esportiva só acontecessem após o investidor se sentir confiante de que os resultados serão viáveis. Nos dias de hoje, esses empreendimentos são tratados de forma profissional ! Na verdade, como forma de continuidade da operação. São feitas ações complementares de exclusividade de locais de pesca, mas também de corresponsabilidade aos ribeirinhos dessas regiões !
Por fim, no que pese essa argumentação que lhes ofereço, torna-se importante destacar que "só luxa" quem pode, por maior que seja a vontade.
No meu caso pessoal, entendi que distante de ser uma má oportunidade, dispendiosa, etc, não se encaixa naquilo que me permita participar.
Sucesso portanto, aos que irão.
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Kid M deu reputação a Joao Paulo ML em Novo FLUTUANTE nos rios Amazônicos...
Essa operações de SIRN ou mesmo São Gabriel da Cachoeira ou Curicuriari
A logística já é cara; o aéreo (este novo) é cerca de 4 mil reais; para chegar os mantimentos lá já é caro; para ter exclusividade do Rio etc
Logo, o operador, imbuído dessa exclusividade, acaba agregando esse luxo todo
Porém quem for lá terá que acampar para chegar na cabeceira, terá que bater isca do mesmo jeito, será braçal, ou seja vai usufruir desse luxo quando não estiver pescando
Agora já em Barcelos, sem exclusividade de Rio, com um monte de operação, você ter esses mesmos valores de SIRN para ter uma churrascaria dentro da pousada, uma cama gigante que faz massagem, bass boat etc, eu acho um luxo bem desnecessário, aliás até prejudicial, podendo tirar o foco de pescar
A não ser o cara que vai levar família, o foco não é a pescaria em si....
Enfim, o ponto é que eu até encararia uma dessas de SIRN pela real possibilidade de encontrar os gigantes com mais frequência (e nas horas vagas usufruir do luxo) - claro, exclusividade, preservação, águas mais escuras etc; eu sopesaria isso com a necessidade de talvez "pular" um ano para tanto, ou optar por fazer duas pescarias mais baratas pelo preço de uma (Barcelos X SIRN, por exemplo)
Então o "investimento" exorbitante seria pelo peixe em si, sendo o luxo um "plus"
Agora em rios comuns sem exclusividade, não me pega
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Kid M recebeu reputação de Cristiano Rochinha em Novo FLUTUANTE nos rios Amazônicos...
Pessoal, vamos lá... (se me permitem)
O objetivo desse tipo de postagem não é criar posicionamentos antagônicos, e sim mostrar realidades existentes.
Alguns de vocês julgaram essa possibilidade como algo absurdamente caro, e certamente assim deve ser.
Para outros (em menor número), essa é uma oportunidade para aqueles que podem se dar ao privilégio desse desfrute.
Lhes confesso que já "experimentei" as duas extremidades focadas (a mais "glamurosa" e a mais "rústica"), ou seja, vi ambos os cenários.
Circunstancialmente (quem sabe talvez em função disso), as pescarias raízes, aquelas de acampar, torcer para os botes e seus motores mais que sofridos não quebrassem, comida ao pé do fogo, dor de barriga no mato, dificuldades para encontrar os pontos de pesca, entre outras situações acontecem (na maior parte da vezes) para gente com espírito jovem e disposta à tudo...
Com o passar dos anos e das frequentes incursões amazônicas, o corpo mais frágil dos aventureiros começa a clamar por "luxos" que podem ser simples, como água quente, cerveja gelada, ar condicionado, cama e não rede, uma comidinha mais bem cuidada, mesmo que seja simples, mais tempo de pesca e menos de deslocamento nos botes, etc...
Antes que existam dúvidas, não estou advogando o que seja efetivamente a opção a ser escolhida, até porque entendo que isso é uma priorização pessoal, mas tão somente apresentando (como já mencionei antes) opções & oportunidades de algo bastante diferenciado, dentro do segmento de pesca na Amazônia...
Lembrar também que já houve (ou há) um tempo em que grande "chatas flutuantes" operavam no Pantanal, com "luxos" assemelhados e próprios para seus clientes. Me parece que com o retorno dos peixes por lá (MT e MS), essas operações da região pantaneira estão voltando - ainda que de maneira tímida...
Concluindo essas observações, lembro que os investimentos em estruturas de suporte à pesca esportiva só acontecessem após o investidor se sentir confiante de que os resultados serão viáveis. Nos dias de hoje, esses empreendimentos são tratados de forma profissional ! Na verdade, como forma de continuidade da operação. São feitas ações complementares de exclusividade de locais de pesca, mas também de corresponsabilidade aos ribeirinhos dessas regiões !
Por fim, no que pese essa argumentação que lhes ofereço, torna-se importante destacar que "só luxa" quem pode, por maior que seja a vontade.
No meu caso pessoal, entendi que distante de ser uma má oportunidade, dispendiosa, etc, não se encaixa naquilo que me permita participar.
Sucesso portanto, aos que irão.
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Kid M recebeu reputação de Arcer em Iscas artificiais consideradas como "as preferidas"... (cada um tinha as suas)
Não é meu objetivo estabelecer "verdades", longe disso, mas de postar algumas iscas que se tornaram "prediletas" e sempre presentes nas minhas caixas de pesca... mas escolhê-las sempre é difícil !
Começando "pelo início", lá para o final de 1980, já em águas amazônicas, as pescarias eram basicamente de corrico com colheres.
Minhas preferências eram pelas Tony Acceta prateadas e/ou douradas...
Depois chegaram (na minha caixa de iscas) as primeiras Rapalas que tive... "muito toscas" se vistas hoje... e já de meia água, embora fossem floating feitas de "madeira branca = balsa". As garateias se esfacelavam nos trancos dos tucunarés amazônicos...
A etapa seguinte - face o indiscutível sucesso das Rapalas - foi a busca de algo mais adequado para as capturas na superfície.
Hora de "descobrir" as Jumping Minnows da Rebel, cujo sucesso instantâneo foram (e continuam sendo) as T20 (com troca obrigatória das garateias).
As ofertas de diversificação de iscas começavam a surgir em maior quantidade, inclusive as produzidas no Brasil. Incorporamos as iscas "spinning" que eram muito apreciadas, principalmente pelas traíras e tucunarés...
Concluindo essa primeira etapa, também já existiam os "jigs de pena", que ajudavam nas pescarias de "pindocagem", principalmente nos afluentes do rio Araguaia
A cada temporada de pesca, maior se tornava o mostruário de iscas adquiridas, principalmente através dos catálogos do Bass Pro Shopp e do Cabellas (quando ainda eram concorrentes, e não um mesmo grupo), que eram um verdadeiro fascínio com tantas opções, cores, tamanhos, marcas, já com a possibilidade de serem adquiridas e enviadas para endereços fornecidos (claro que pagavam impostos à partir de US 50.00) e chegavam sempre... Mesmo tratando nesse tópico de "iscas", era possível importar qualquer coisa de pesca, inclusive varas inteiriças de 6' ou 6'6", molinetes, carretilhas, linhas mono e depois multifilamento, etc...
Não menos importante fazer referência aos fabricantes brasileiros, que - a exemplo do resto do mundo - tinham iscas em desenvolvimento além de outras copiadas dos concorrentes estrangeiros... mas que se impunham como boas alternativas, principalmente na questão dos custos... (quase como é hoje, com a taxa de cambio praticada)
Continuando em "nominar" as iscas de preferência, vamos dar sequência de diversas opções que muito me ajudaram...
O tópico está "de bom tamanho", embora a escolha das iscas postadas estão restritas às imagens que consegui encontrar, mas todos sabemos que tem muito mais que isso...
E vocês, também tem suas preferidas ?
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Kid M recebeu reputação de Marcelo Pupim em Novo FLUTUANTE nos rios Amazônicos...
Nova operação do grupo Super Açu nas águas do rio Negro e Preto, na região de SIRN
Um espetáculo de investimento realizado, que certamente (apesar do preço) será muito procurado.
Depois passo mais imagens do interior... mas essa imagem já é um IMPACTO !
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Kid M recebeu reputação de Marcelo Pupim em Novo FLUTUANTE nos rios Amazônicos...
Promessa é dívida !
Seguem mais algumas imagens do Flutuante Kuula (Operação do Super Açu)
Importante destacar que este material ainda é um projeto em 3D que já está sendo preparado para a temporada de 2026, talvez até já no final de 2025...
Uma coisa já é certa, as Pré Reservas para 2026 (o sinal que efetiva "a vontade" com "a realidade") estão sendo feitas e "vorazmente" garantidas.
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Kid M recebeu reputação de Carlos Diego Train em Novo FLUTUANTE nos rios Amazônicos...
Nova operação do grupo Super Açu nas águas do rio Negro e Preto, na região de SIRN
Um espetáculo de investimento realizado, que certamente (apesar do preço) será muito procurado.
Depois passo mais imagens do interior... mas essa imagem já é um IMPACTO !
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Kid M recebeu reputação de Renato Barreto em Novo FLUTUANTE nos rios Amazônicos...
Nova operação do grupo Super Açu nas águas do rio Negro e Preto, na região de SIRN
Um espetáculo de investimento realizado, que certamente (apesar do preço) será muito procurado.
Depois passo mais imagens do interior... mas essa imagem já é um IMPACTO !
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Kid M recebeu reputação de Edmar Alves em Isca similar a x-rap
Vamos "organizar" essas "interpretações"...
Nos tempos "antigos" (e bota tempo nisso...), as opções de iscas eram bem mais reduzidas que nos dias de hoje.
Nas ofertas de comercialização (inclusive no "benefício x custo"), a isca mais "popular" eram as Inna. Produto BBB - inquestionável !
No mercado de iscas importadas (principalmente do Japão), as Maria (dentre elas a "The First") começaram ser ofertadas, mas sempre com custos elevados.
Com o "boom" de fabricantes nacionais, alguns já estáveis e competitivas, existiram algumas "remodelações", dentre elas a chegada das Inna Pro-tuned.
Um tempo onde não havia essa facilidade atual de compras pela internet, mas basicamente dos donos de lojas de material de pesca.
Isso tudo já ficou para trás, pois a China popularizou o "exercício de comprar pela internet" (e as iscas antes incompatíveis em qualidade, se adaptaram a realidade de demanda dos pescadores brasileiros)
Quando mencionei que a "The First" (Maria) era "equiparável" às X-Rap (Rapala), me referia (e esse pode ter sido o "problema") a efetividade do sucesso quando usadas (eram indiscutivelmente as iscas que me fizeram fazer pescarias inesquecíveis...).
Quanto aos formatos e formas de trabalho, existem algumas "equivalências", mas não há como comparar o conjunto de cada uma dessas iscas (inclusive as Inna).
A bem da verdade, as Innas Pro-tuned foram lançadas no mercado para atender um mercado ávido em iscas similares (na forma de trabalho) das The First.
Posto a seguir algumas imagens dessas iscas que certamente estão nas caixas de pesca dos que gostam de ter essa possibilidade de pesca (meia água).
Isca Inna original
Isca Inna Pro tuned
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Kid M recebeu reputação de Arcer em Isca similar a x-rap
Vamos "organizar" essas "interpretações"...
Nos tempos "antigos" (e bota tempo nisso...), as opções de iscas eram bem mais reduzidas que nos dias de hoje.
Nas ofertas de comercialização (inclusive no "benefício x custo"), a isca mais "popular" eram as Inna. Produto BBB - inquestionável !
No mercado de iscas importadas (principalmente do Japão), as Maria (dentre elas a "The First") começaram ser ofertadas, mas sempre com custos elevados.
Com o "boom" de fabricantes nacionais, alguns já estáveis e competitivas, existiram algumas "remodelações", dentre elas a chegada das Inna Pro-tuned.
Um tempo onde não havia essa facilidade atual de compras pela internet, mas basicamente dos donos de lojas de material de pesca.
Isso tudo já ficou para trás, pois a China popularizou o "exercício de comprar pela internet" (e as iscas antes incompatíveis em qualidade, se adaptaram a realidade de demanda dos pescadores brasileiros)
Quando mencionei que a "The First" (Maria) era "equiparável" às X-Rap (Rapala), me referia (e esse pode ter sido o "problema") a efetividade do sucesso quando usadas (eram indiscutivelmente as iscas que me fizeram fazer pescarias inesquecíveis...).
Quanto aos formatos e formas de trabalho, existem algumas "equivalências", mas não há como comparar o conjunto de cada uma dessas iscas (inclusive as Inna).
A bem da verdade, as Innas Pro-tuned foram lançadas no mercado para atender um mercado ávido em iscas similares (na forma de trabalho) das The First.
Posto a seguir algumas imagens dessas iscas que certamente estão nas caixas de pesca dos que gostam de ter essa possibilidade de pesca (meia água).
Isca Inna original
Isca Inna Pro tuned