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  1. Olá pescador(a), me chamo Silvânio Cruz. Sou do Sudeste de Minas e tenho uma ótima noticia, "Iniciaram os tramites para adotar COTA ZERO no Rio Grande". Este e mais alguns motivos estão nos motivando muito, então iniciei um projeto voltado a Pesca Esportiva na Universidade de Uberaba e gostaria da ajuda de vocês! Quem puder colaborar e responder esta pesquisa ajudaria muito : Clique aqui para responder a Pesquisa. Obs: Não posso dar detalhes do projeto pois isto poderia induzir as resposta de vocês OK!
  2. João Paulo da Silva Gomes

    Minha Primeira Pescaria 100% Pesque e Solte

    Olá meus amigos do FTB Aqui estão algumas fotos que tirei semana passada quando fui à casa de meu irmão, uma fazenda próxima à cidade de Mundo Novo - GO. Lá tem muitas represas, mas como eu tava praticamente a pé e sozinho, não fui a muitas, somente a 03 delas. Apesar do frio e do vento ainda consegui pegar alguns pra fotografar O equipamento é bem singelo perto das máquinas dos amigos aqui, mas tem me atendido bem: TITAN 12000 SHIL E VARA ALBATROZ PRO STAFF 562 com LINHA MULTI 0,24 mm Iscas que mais usei: Zig Zarinha 90 e Magic Stick Com muita alegria eu digo a vocês que soltei 100% dos peixes fisgados, menos uma traíra e um iuiú que minha filhinha pegou comigo e pediu pra levar. rsrsrs Foi muito bom, meus queridos! Levei a minha pequena Eloá de 05 aninhos pra fazer sua primeira pescaria e ela amou e já aprendeu a soltar tbm, LUGAR DE PEIXE É NA ÁGUA. Grande abraço a todos Jesus abençoe.
  3. Tenho visto várias fotos e vídeos de pessoas manuseando de forma errada as tilápias, eu mesmo quando comecei a pescar não sabia como manusear esse peixe, e tenho fotos com tilápias penduradas no alicate de contenção. Nesse vídeo eu explico como manusear corretamente as tilápias até a soltura. As fotos das outras capturas podem ser vistas no Facebook. https://www.facebook.com/RobPescaRS/ Um abraço e até a próxima.
  4. João Paulo da Silva Gomes

    Mudando de Idéia, Consciência....

    Meus queridos, bom dia! Outro dia, assim que entrei aqui no fórum, eu citei a minha situação aqui na nossa cidade e região, que ninguém pratica o pesque e solte. Eu disse que estava tentando mudar a minha mentalidade em relação a isso, juntamente com 02 amigos. Semana passada aconteceu um fato e eu achei que precisava compartilhar com vcs, um outro amigo meu que gosta muito de pescar os tucunas, está acostumado a ir e pegar 20 ou mais a cada pescada. Como eu acompanho bastante o fórum e alguns programas de pesca esportiva, automaticamente minha cabeça está mudando, então semana passada esse amigo postou uma foto e um vídeo em um grupo nosso do "zap" e, por incrível que pareça, em vez de achar legal, de ficar feliz, me deu uma grande tristeza em ver aquele belo tucunaré sendo morto, um exemplar de uns quase 4kg, Azul. Então amigos, gostaria de compartilhar essa experiência com vcs aqui do fórum que já tem a mentalidade formada em relação a esse assunto. Eu e esses 02 amigos que falei anteriormente estamos criando um grupo chamado "TOP TUCUNA" e através dele vamos fazer vídeos soltando as traíras e os tucunas que pegamos por aqui. Não sei se vcs aqui do fórum tem algo assim, mas se tiverem um grupo do "zap" me adicionem, por favor... rsrs João Paulo - 62. 9 8627-4705 Grande abraço a todos
  5. Amigos do fórum estou aqui mais uma vez trabalhando em favor do nosso esporte, a pesque esportiva, gostaria de saber de todos aqueles que puderem participar o que o levou a começar a pescar e soltar o peixe ? Quem ou o que o influenciou? Foi um amigo ou foi vendo nos programas de tv? Estas informações serão usadas para a melhoria do nosso esporte através de uma pesquisa que estou próximo de finalizar e em seguida reverter os dados a nosso favor. Então a todos que puderem contribuir podem ter certeza que estarão contribuindo com todo mundo que ama a pesca esportiva, é de suma importância que a resposta seja a mais sincera possível. Agora vai a minha resposta: O que me fez a começar a prática do pesque e solte foram os programas do Johnny Hoffmann, pois eu queria na época poder pegar grandes peixes como ele, e ele sempre dizia que para ter peixe grande era necessário fazer a soltura principalmente das grandes matrizes, foi ele que me influenciou. Depois eu resolvi saber mais sobre os peixes, reprodução e etc... a parte da biologia por completo. Um Grande abraço a todos!!!
  6. Flaviano pai do Pedro

    Pesca em Santa Catarina, artigo de opinião

    A POLÊMICA E CONTROVERSA PESCA DE SANTA CATARINA Pergunte a qualquer pescador em Santa Catarina como está a pescaria, a resposta será um termo entre ruim e péssimo. Com algumas variantes entre já esteve melhor e pode melhorar. Lastimável, é como se define a pesca em Santa Catarina. Um estado que demonstra tamanho altruísmo em diversos setores e assuntos, uma população com invejável desenvolvimento social, econômico e intelectual, mas que se mantém na contramão das praticas e ideias de sustentabilidade e preservação do meio ambiente, principalmente no que tange a pesca, amadora, artesanal e industrial. Não precisa andar muito para se ver em diversas cidades do estado mangues, o berçário de grande parte da vida marinha, cedendo espaço para o progresso e ganancia da maldita herança açoriana. Vide Avenida Beira Mar Norte e rodovia SC 401 em Florianopolis, a instalação de uma mega marina ou ainda as praças e pavimentações da beira rio em Itajaí, as construções ostensivas de Balneário Camboriú, enfim sem berçário onde a vida marinha poderá se renovar? Percebi há algum tempo que muito além de hobby, a pesca é uma ciência. Inexata e muitas vezes empírica, sem qualquer postulado quando tratamos do pescador, o anzol e o peixe. Mas inequivocamente exata quando se trata exclusivamente do peixe, uma vez que, não se respeitando medidas, cotas e temporadas de reprodução, tem-se uma sensível e gradativa queda das populações de peixes, tamanhos dos exemplares, variedades de espécies e consequentemente, a diminuição da atividade da pesca, em qualquer modalidade, da amadora a profissional. Por isso, dentre outras razões, a importância de fortalecer órgãos de regulamentação e fiscalização já existentes no intuito de conscientizar a pesca e o pescador. Em Santa Catarina, baseando-se na cultura e atitude dos pescadores, focada basicamente na quantidade de peixes pescado, quanto mais, melhor. Incapazes de devolver para água os peixes fora de medida e tampouco respeitam os períodos de reprodução. Aliás, é notável a agressividade até mesmo das tradições no estado. Os catarinenses são ávidos por uma espécie de peixe, a tainha, que é pescada aos milhares no inverno. Esta espécie de peixe não é natural da costa catarinense, e justamente ocorre neste período do ano devido ao seu processo migratório de reprodução. O que instiga ainda mais sua pesca, pois a tainha que é mais valorizada ao paladar dos “barriga verde” é justamente a tainha ovada. Com essa fome, a tragédia é presumível. Não existe qualquer tipo de consciência por parte dos pescadores e/ou consumidores. Eles acreditam veementemente que os peixes, principalmente oceânicos, são inesgotáveis. E sem nenhum tipo de educação, fiscalização e punição seguem com seu processo de esgotamento dos recursos pesqueiros pela costa catarinense. Cena comum por aqui é o pescador e sua tarrafa. Em tempo, corrigindo essa conotação bucólica gerada pelo singular, pescadores e suas tarrafas e redes. Estão em qualquer barra de rio, ponta pedra, trapiches, em cima de pontes, em embarcações e o que é pior, também em manguezais lançando incansavelmente suas tarrafas e estendendo suas redes de pesca e fazendo, o nada seletivo arrasto. Ainda que artesanal, essa pesca merecia um olhar mais apurado dos órgãos regulamentadores e de fiscalização. As tarrafas e redes, mesmo que feitas a mão, geralmente não dão chance ao peixe em qualquer tamanho, de qualquer espécie e em qualquer época. Regulamentar e restringir o uso de tarrafas e redes seria uma saída racional, todavia o mais adequado atualmente seria uma atitude radical como banir o seu uso. Há hoje muitos países pelo mundo e não distante, alguns estados brasileiros já têm a pesca esportiva como considerável item de sua planilha financeira. Como o caso, do Black Bass no norte dos EUA, dos Dourados na Agentina, da grande diversidade de peixes no Panamá, na Costa Rica, dos Robalos no norte e nordeste do Brasil, do Pantanal mato-grossense, da Amazônia, dos Tucunarés da serra da Mesa, de Três Marias, do Lago do Peixe e inúmeros outros lugares e espécies. Claro que isso veio de empenho, disciplina, conscientização e colaboração entre governo e população para o desenvolvimento do turismo de pesca esportiva atraindo para o setor uma expressiva experiência na preservação e respeito ao meio ambiente além de alta lucratividade não só no setor de turismo como em toda economia. Já que existe para essas operações há uma demanda de passagens aéreas e/ou terrestres, translado terrestre, restaurantes e rede de hotéis, alugueis de barcos e motores, contratação de guias de pesca experientes, rede de lojas e profissionais de fornecimento e manutenção de itens específicos de pesca, casas e bares de lazer, etc. O que dizer da pesca esportiva em Santa Catarina? Dizer que ela praticamente inexiste, pois qualquer peixe que entre nos anzóis e garateias dos ditos pescadores esportivos de Santa Catarina serão soltos sim, soltos no óleo quente de suas frigideiras. E medida de peixe nesta hora se torna até uma piadinha para eles, que quando interrogados se aquele peixe, fora da medida, não estaria pequeno para o abate, prontamente respondem: se fosse maior não caberia inteiro em sua frigideira. E se é você quem solta o peixe perto deles, logo lhe nomeiam idiota. Justificam seus atos ostentando o seu alto investimento feito no equipamento de pesca. E dessa forma, grandes matrizes, responsáveis pela manutenção populacional daquela determinada espécie considerada esportiva além de uma promissora fonte turística para o estado terminam por virar janta na casa do desleal pescador esportivo catarinense. Pode se dizer que não fosse pela região do rio Palmital, Baia da Babitonga, especialmente Garuva, arrisco afirmar que o turismo de pesca no estado seria nulo. Frente ao alimento nutritivo e saboroso que é o peixe, não há que se envergonhar em matar um ou outro para se alimentar ou mesmo tomar aquela cerva querida. O que não dá é para fazer essa matança desenfreada que acontece em Santa Catarina. Há quem defenderá os que dependem da pesca para comer. E são estes, tanto os que dependem da pesca para comer quanto os que defendem esta bandeira, que devem ser os primeiro a se conscientizar e difundir ideias e atitudes sustentáveis. Preservar hoje para ter amanhã. Pescador que não deve não teme, pequenas atitudes como pesque e solte podem sim fazer a diferença. Somente permanece o que muda e a mudança começa por você. Grande abraço e boas fisgadas a todos.
  7. Olá amigos do FTB, me chamo Assis Neto (apelido Trairão), tenho 43 anos, sou de Fortaleza-CEARÁ, iniciei na pesca esportiva em 2008, e desde então pratico o pesque e solte com um grupo de amigos, amantes da pesca esportiva. Fundamos um clube aqui em Fortaleza chamado Clube do Tucunaré, sem fins lucrativo e com o único objetivo de juntar a rapazeada (somos 12 pescadores) para pescar pelo menos uma vez por ano fora do nosso estado em busca dos bocudões ao redor do nosso país. Aproveito a oportunidade para parabenizar os fundadores e administradores desse excelente fórum pela iniciativa e dedicação em manter este excelente local para tirarmos nossas dúvidas, compartilharmos nossas experiências e socializar com amigos que tenham a mesma paixão pela pesca esportiva. Grande abraço a todos! Assis Neto
  8. Pessoal, Tenho uma amiga que estuda na Universidade Federal de Goiás e que está fazendo uma pesquisa sobre o comportamento do pescador esportivo no Brasil, caso alguém tenha interesse por favor postar seu email que encaminharei a pesquisa, a qual deve ser preenchida e enviada diretamente ao email que está no arquivo. Obrigado à todos pela cooperação. Quaisquer dúvidas estou à disposição. Nilton
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