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Edmar Alves

ARGOLAS DAS ISCAS: TIRAR OU NÃO TIRAR?

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Olá pescadores!joia:::

Tem algumas coisas que não entram na minha cabeça....:blush:

A muito tempo tenho observado colegas fazerem algumas modificações em suas tralhas de pesca, ora customizações, ora cambiaras, com a crença e convicção que conseguirão melhores resultados....

O que me deixa inquieto é pensar que teoricamente os fabricantes projetam aquela isca para esse fim, ter os melhores resultados possíveis, mas ainda assim são modificadas aqui ,acolá....seja troca de garateias, pinturas, pintinhas no "rabo" e retirada de argolas (entre outras...):girl_prepare_fish:

Hoje, nesse tópico, queria falar sobre ARGOLAS.:help:

Me pergunto, se a isca vem (Ou não) com argolas de fabrica não seria para obter a ação/nado mais propicio a qual foi projetada?

Por outro lado, a isca é testada em fabrica com snap ou amarrada diretamente na linha?

Ainda, se é com snap então hoje já temos "n" tipos desse acessório no mercado, mais recente um modelo vem fazendo "sucesso" com formato gota deixando a isca mais "solta"....junto coma argola vira uma "engenhoca" que a meu ver dificulta o "controle" do trabalho da isca naquele movimento de ponta de vara e precisão de movimentos ....doeu::

E ai José???? chorei::

 

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Edmar, 

não sou um grande entendedor do assunto, porém, todas as minhas iscas quando compro e vem com argola no pitão eu tiro, simplesmente por ser menos um ponto fraco ou que possa apresentar problema no elo com o peixe

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Na minha humilde opinião, se esta ali a argola (split ring) é por algum motivo, afinal de contas se não fosse necessário a fábrica não precisaria ter um custo a mais colocando este acessório.

Em iscas pequenas, aonde o pitão não esta bem exposto, Fusion shad 60 por exemplo seria meio complicado de colocar o snap direto no pitão, por este motivo eu sempre deixo original.

Caso tenha problemas eu substituo o split ring.

De fato sou iniciante, então não tenho conhecimento suficiente pra ficar fuçando nas iscas e inventando moda. Imagino que o pessoal com mais experiência tenha algo importante pra acrescentar sobre o assunto, tópico interessante vou acompanhar.

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é que varia muito de fabricante para fabricante, não pode levar muito ao pé da letra....pega uma squadminnow 60 que se não me engano vem com uma argola e deixa ela pra ver...pegou tu cunua maiorzinho ou um robalo maiorzinho já era 

se de fato quer deixar a argola, deve-se analisar bem o produto

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Eu entendo que: O split ring no pitão frontal da isca só tem utilidade se não for utilizar snap, ou seja, se for amarrar a linha da carretilha direto na isca.

Já fez o teste de amarrar, com aqueles nós de aperto (qualquer outro menos o nó rapala) direto na isca?

A isca fica presa, não se movimenta direito, não fica legal...

Já fiz pequenas alterações na isca, para otimizar o trabalho que eu gosto...

Por exemplo, a Inna60... retirei o split frontal e usei sem snap (fiz o nó rapala) para a pescaria de robalos na chamadinha...

Com isso a isca ficou com uma melhor flutuabilidade, que para essa modalidade é essencial pro meu gosto de pesca. (trabalho rápido, provocante (kkk))

Vai muito de gosto... Se quer deixar a isca mais lenta na subida, coloca um snap e ela ficará assim... se quer mais rápida, tira o split e amarra direto no pitão...

Isso é de acordo com cada isca...

Outro exemplo, as iscas para os Tucunarés Amazônicos...

Se você comprar uma T20, tirar ela da caixa e já sair arremessando(com ou sem snap, nesse caso), meu amigo, o primeiro Tucunaré Paca de 2kg que entrar, suas garateias vão fica parecendo um arame, de tão retas... 

Normalmente nas iscas importadas, as garateias não suportam nossos peixes "ignorantes"... temos que melhorá-las... 

Abraços,

 

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Bastante opiniões, legal. Como penso, ou melhor o meu entendimento. Porém antes gostaria de mencionar que o snap em formato de gota não é tão recente assim - a Sampo (http://www.samposwivels.com/) já o teve em linha nos anos 90 e a outros que também o comercializavam na segunda metade dos anos 80. Os chineses estão reeditando um clássico. 

Argolas são para facilitar a amarração, é uma facilidade e não uma necessidade de funcionamento ! Há controvérsias interessantes sobre o tema, do tipo: fica mais fácil de amarrar a linha! Fato, mas um split ring trabalha e se trabalha provoca atrito na linha, ou seja está se criando um ponto de ruptura. Era mais difícil de acontecer quando usávamos mono filamentos, mas com o uso de multi de quatro, oito e até dezesseis fios o rompimento de um dos pequenos fios é suficiente para o problema surgir.  Logo não uso, prefiro um snap que me proporciona conforto e rapidez para a troca de iscas. 

Quando uso split ring - só uso grande em iscas grandes, amazônia nos hélices, não amarro diretamente o multi nele e sim num solid ring - que não trabalha, e esse passo pelo split ring ! Isso me dá mais segurança e a possibilidade de trocar de isca também sem cortar a linha principal - que nesse caso é de multi e não uso líder. 

Argolas ou split rings em garatéias, trocar ou não? Depende do que se vai pescar e da isca que se vai usar ! Se gosta de um nado de uma isca projetada para o Black Bass e se vai usar na amazônia entendo ser necessário a troca. Mas há de se fazer pensando no equilíbrio dessa, senão aquele nado que você tanto deseja desaparece. Ai dá trabalho, precisa pesquisar, ajustar e deixar a seu gosto - isso é uma customização (estamos personalizando o trabalho de forma pessoal em uma isca que nós agrada o trabalho inicial) 

O problema é que muitos querem as iscas importadas e não olham para as iscas produzidas em nosso território que estão prontas para aguentar espécies que só existem em nossas águas (apesar das introduções que acontecem no mundo todo)  Ou seja: "nossos peixes, nossas iscas", pois estás já estão prontas, funcionam e são mais baratas. OK, merchandise ! Não experiência de quem ajuda a desenvolver desde 1994 para marcas brasileiras que fazem iscas artificiais - desculpe mencionar esse final, mas é um fato e faz diferença !

 

Abraço,

Em 12/04/2018 em 14:07, Edmar Alves disse:

Olá pescadores!joia:::

Tem algumas coisas que não entram na minha cabeça....:blush:

A muito tempo tenho observado colegas fazerem algumas modificações em suas tralhas de pesca, ora customizações, ora cambiaras, com a crença e convicção que conseguirão melhores resultados....

O que me deixa inquieto é pensar que teoricamente os fabricantes projetam aquela isca para esse fim, ter os melhores resultados possíveis, mas ainda assim são modificadas aqui ,acolá....seja troca de garateias, pinturas, pintinhas no "rabo" e retirada de argolas (entre outras...):girl_prepare_fish:

Hoje, nesse tópico, queria falar sobre ARGOLAS.:help:

Me pergunto, se a isca vem (Ou não) com argolas de fabrica não seria para obter a ação/nado mais propicio a qual foi projetada?

Por outro lado, a isca é testada em fabrica com snap ou amarrada diretamente na linha?

Ainda, se é com snap então hoje já temos "n" tipos desse acessório no mercado, mais recente um modelo vem fazendo "sucesso" com formato gota deixando a isca mais "solta"....junto coma argola vira uma "engenhoca" que a meu ver dificulta o "controle" do trabalho da isca naquele movimento de ponta de vara e precisão de movimentos ....doeu::

E ai José???? chorei::

 

 

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1 hora atrás, Pepe Melega disse:

Bastante opiniões, legal. Como penso, ou melhor o meu entendimento. Porém antes gostaria de mencionar que o snap em formato de gota não é tão recente assim - a Sampo (http://www.samposwivels.com/) já o teve em linha nos anos 90 e a outros que também o comercializavam na segunda metade dos anos 80. Os chineses estão reeditando um clássico. 

Argolas são para facilitar a amarração, é uma facilidade e não uma necessidade de funcionamento ! A controvérsias interessantes sobre o tema, do tipo: fica mais fácil de amarrar a linha! Fato, mas um split ring trabalha e se trabalha provoca atrito na linha, ou seja está se criando um ponto de ruptura. Era mais difícil de acontecer quando usávamos mono filamentos, mas com o uso de multi de quatro, oito e até dezesseis fios o rompimento de um dos pequenos fios é suficiente para o problema surgir.  Logo não uso, prefiro um snap que me proporciona conforto e rapidez para a troca de iscas. 

Quando uso split ring - só uso grande em iscas grandes, amazônia nos hélices, não amarro diretamente o multi nele e sim num solid ring - que não trabalha, e esse passo pelo split ring ! Isso me dá mais segurança e a possibilidade de trocar de isca também sem cortar a linha principal - que nesse caso é de multi e não uso líder. 

Argolas ou split rings em garatéias, trocar ou não? Depende do que se vai pescar e da isca que se vai usar ! Se gosta de um nado de uma isca projetada para o Black Bass e se vai usar na amazônia entendo ser necessário a troca. Mas há de se fazer pensando no equilíbrio dessa, senão aquele nado que você tanto deseja desaparece. Ai dá trabalho, precisa pesquisar, ajustar e deixar a seu gosto - isso é uma customização (estamos personalizando o trabalho de forma pessoal em uma isca que nós agrada o trabalho inicial) 

O problema é que muitos querem as iscas importadas e não olham para as iscas produzidas em nosso território que estão prontas para aguentar espécies que só existem em nossas águas (apesar das introduções que acontecem no mundo todo)  Ou seja: "nossos peixes, nossas iscas", pois estás já estão prontas, funcionam e são mais baratas. OK, merchandise ! Não experiência de quem ajuda a desenvolver desde 1994 para marcas brasileiras que fazem iscas artificiais - desculpe mencionar esse final, mas é um fato e faz diferença !

 

Abraço,

 

Gosto quando você fala das iscas nacionais. Eu sou bairrista. Gosto e tenho algumas importadas. Mas dou total preferência pras nacionais, alem de gostar muito da eficiência das mesmas.

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Nós pescadores brasileiros compramos muitas iscas (maioria importadas) desenvolvidas para outros tipos de peixe, como o black bass (ou mesmo o robalo), e queremos utilizá-las nas pescarias de tucunarés, traíras, cachorras, bicudas. Para isso, algumas mudanças são necessárias para não se perder o peixe nem a própria isca.

As argolas do pitão dianteiro eu acho que retiro todas rs. Eu vou testando configurações (argolas, garateias) até achar aquela que não afete tanto a flutuabilidade nem o nado da isca.

Quanto ao controle da isca, mesmo que o trabalho (pelo qual a fábrica tanto desenvolveu) seja modificado, nós podemos nos adaptar e tirar bom proveito com as novas características. Inclusive me sinto motivado a obter êxito com as minhas modificações. 

Bacana o tópico. Parabéns!

Abraxxxxxxxx

Sone

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Em 15/04/2018 em 08:26, Pepe Melega disse:

Bastante opiniões, legal. Como penso, ou melhor o meu entendimento. Porém antes gostaria de mencionar que o snap em formato de gota não é tão recente assim - a Sampo (http://www.samposwivels.com/) já o teve em linha nos anos 90 e a outros que também o comercializavam na segunda metade dos anos 80. Os chineses estão reeditando um clássico. 

Argolas são para facilitar a amarração, é uma facilidade e não uma necessidade de funcionamento ! Há controvérsias interessantes sobre o tema, do tipo: fica mais fácil de amarrar a linha! Fato, mas um split ring trabalha e se trabalha provoca atrito na linha, ou seja está se criando um ponto de ruptura. Era mais difícil de acontecer quando usávamos mono filamentos, mas com o uso de multi de quatro, oito e até dezesseis fios o rompimento de um dos pequenos fios é suficiente para o problema surgir.  Logo não uso, prefiro um snap que me proporciona conforto e rapidez para a troca de iscas. 

Quando uso split ring - só uso grande em iscas grandes, amazônia nos hélices, não amarro diretamente o multi nele e sim num solid ring - que não trabalha, e esse passo pelo split ring ! Isso me dá mais segurança e a possibilidade de trocar de isca também sem cortar a linha principal - que nesse caso é de multi e não uso líder. 

Argolas ou split rings em garatéias, trocar ou não? Depende do que se vai pescar e da isca que se vai usar ! Se gosta de um nado de uma isca projetada para o Black Bass e se vai usar na amazônia entendo ser necessário a troca. Mas há de se fazer pensando no equilíbrio dessa, senão aquele nado que você tanto deseja desaparece. Ai dá trabalho, precisa pesquisar, ajustar e deixar a seu gosto - isso é uma customização (estamos personalizando o trabalho de forma pessoal em uma isca que nós agrada o trabalho inicial) 

O problema é que muitos querem as iscas importadas e não olham para as iscas produzidas em nosso território que estão prontas para aguentar espécies que só existem em nossas águas (apesar das introduções que acontecem no mundo todo)  Ou seja: "nossos peixes, nossas iscas", pois estás já estão prontas, funcionam e são mais baratas. OK, merchandise ! Não experiência de quem ajuda a desenvolver desde 1994 para marcas brasileiras que fazem iscas artificiais - desculpe mencionar esse final, mas é um fato e faz diferença !

 

Abraço,

 

Grande Pepe, se possível, esclareça mais uma dúvida por favor....essas iscas são testadas  na fabrica com ou sem snap?

Qual a montagens feita na fabrica para que se consiga a performance desejada da isca?

Obrigado.

 

 

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Em 16/04/2018 em 11:17, Edmar Alves disse:

Grande Pepe, se possível, esclareça mais uma dúvida por favor....essas iscas são testadas  na fabrica com ou sem snap?

Qual a montagens feita na fabrica para que se consiga a performance desejada da isca?

Obrigado.

 

 

São testadas na pratica de pesca, com nó de loop, com snap e com argola - são feitas para estabelecer um equilíbrio adequado a vários tipos de uso. Ai há o que tiram o máximo dentro de suas caracteristicas e usam snaps pequenos ao extremo - principalmente na pesca dos robalos, ou nó de loop, etc.

Há iscas que a recomendação é um recolhimento lento, ele é equilibrada para um tipo de ação, ai o usuário só recolhe rápido e diz que a isca não presta. Pergunto? Quantos lêem as informações que vêm nas embalagens? Ali estão muita resposta as suas perguntas, por exemplo. O problema é que a isca se adequa ao modo do pescador é boa, mesmo que não pegue peixe, rssssss. Mas as iscas são feitas para simular situações que acontecem na natureza e nessa há peixes rápidos, lentos, que não fogem e sim se retraem e outros que caçam se fazer barulhos e alguns mais escandalosos quando caçam. Nós devemos imitar no trabalho o que de fato acontece e as iscas são projetadas com esse objetivo. 

 

Obs: nas fabricas que já entrei há tanques e há um engate rápido para colocar nas isca e puxar num tanque de teste para conferir a posição adequada do pitão. Ou seja é feita com snap no pitão!

 

Abs

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Entendido mestre.

Esse fato de que a isca é testada com a argola e snap me surpreendeu...

Obrigado pelas informações.

Sobre iscas artificiais de maneira geral tenho buscado ler e aprender mais a cada dia teorias e tentado colocar em pratica.

Aqui no Brasil temos muitos mestres na área...

Ainda assim dentre outras opções, tem um site gringo muito bacana sobre iscas artificias, segue abaixo para quem se interessar:

https://makewoodenlures.com/

 

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Em 17/04/2018 em 11:22, Jorel disse:

Essas argolas que vem no pitão só servem para atrapalhar as trocas rápidas das iscas, pronto faleiseila::

Há situações em que elas são muito úteis. Exemplo Bomber model A - é em minha opinião o crank bait mais versátil que usei até hoje - e é uma das isca que não retiro a argola, pois o ponto de tração ideal é na barbela e muito justo dificultando o uso de trocas rápidas se retirarmos a argola. Ou seja argola é um facilidade que nesse caso resolve muito!

 

IMG_6711.jpg

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14 horas atrás, Jorel disse:

Algumas iscas pode ser útil essa argola no pitão mas não acredito que isso seja regra, como disse acima essa argolinha só atrapalha a troca de iscas rápido, quando estou pescando não preciso olhar pra isca pra efetuar a troca é quase automático o que não acontece quando está com a argola, e pelo menos nas iscas que uso não vejo nenhum prejuízo no nado da isca quando tiro a argola.

É como eu digo é uma facilidade e não uma necessidade, e há situações que funcionam e outras não

 

Em 12/04/2018 em 17:12, Jorel disse:

Eu nunca modifico nada uso exatamente como vem na caixinhaseila::seila::

 

Em 17/04/2018 em 11:22, Jorel disse:

Essas argolas que vem no pitão só servem para atrapalhar as trocas rápidas das iscas, pronto faleiseila::

Agora vc precisa decidir hora afirma que nunca retira e outra que só atrapalha, rssssss. Abraços

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43 minutos atrás, Jorel disse:

Meu caro @Pepe Melega ai vai a lista rs, eu corto barbela, troco garatéias, mexo no peso traseiro dos sticks, pinto as isca, raspo outras, coloco adesivos holográficos, coloco rabinhos nas iscas etc..etc...etc. rs

 

Faixa holográfica 

20180507_180151.jpg

 

Olho maior na T20 o original é muito pequeno esse da mais vida pra isca

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Cor pra isca parecer mais ameaçadora pra fioteira rs

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holográfico + rabinho

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Essa foi tirada as duas esferas traseira pra poder colocar uma garateia mais resistente sem afetar o nado

20180507_180531.jpg

 

Uma Bonnie feita para brilhar rs

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Aqui um grande acerto 

 

Claro que as carretilhas não poderiam ficar pra trás essa Revo Premier tinha um problema como ela é 

larga em cima, na hora da primeira corrida do peixe eu sempre firmava a mão e acabava segurando 

o carretel tirando o trabalho da fricção e consequentemente estourando alguma coisa da montagem,

depois dessa "carenagem" isso não acontece mais e a carretilha ficou com uma pegada mais confortável,

 essas são apenas algumas modificações e com uma boa margem de acertos rs.

Então como vc pode ver eu mexo um pouquinho na traia de pesca kkk

 

 

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Ok, vc gosta de mexer nas coisas, parabéns e sucesso, mas da mesma forma que mencionou os emojis repare no final da minha frase - há, rssssssss - ou seja perco o amigo mas não perco a piada, rssssss

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Prezados,

Já houve um tempo (lá pra trás...) em que "fazer experiências" era algo necessário, pois as iscas artificiais disponíveis (fora as Faria) eram estrangeiras, estas sempre focadas em peixes de ação mais suave que os nossos tropicais. Garateias frágeis era uma constância, e trocá-las exigia um bom esforço pois não havia a multiplicidade de ofertas hoje existentes. Colocar "rabiola", mais peso num dos anzóis, trocar as argolas que prendem as garateias, e buscar um distorcedor para usar com as colheres que não trançasse a linha mono era um sufoco (as de rolamento anda não existiam). Tudo isso virou passado.

A indústria nacional reagiu à pressão de demanda (muito em função de ícones como o Rubinho, Gugu, entre outro - inclusive o próprio Pepe, no que pese seu aspecto de garoto), e a Moro, Deconto, Borboleta, Lurjensen (quantas não foram as vezes que nós pecadores testávamos os modelos para o Jenner Leite), e outras mais... Surgiu também o mercado das réplicas, "pirataria" não da ideia original, mas da isca inteira, algumas delas devidamente "tropicalizadas". A realidade é que ingressamos no mercado mundia de consumo, e com isso, as marcas estrangeiras passaram nos olhar com outra dimensão, não apenas nas iscas, mas no conjunto de pesca. Adeus "Paoli" para muitos dos pescadores...

Nos dias atuais, já me tornei adepto de preservar o trabalho de desenvolvimento das fábricas, se elas nacionais ou estrangeiras. Troca de algumas garateias e argolas (iscas estrangeiras) somente nas pescarias de grandes açus amazônicos. Fora disso, não vejo qualquer necessidade (exceto a T20 e T10 - sempre) de "querer inventar". Contudo, é compreensível a vontade de alguns que pescam, de "ajustarem" suas iscas da forma que julguem ser melhor (não nos esqueçamos que parte do encantamento da pesca esportiva, é a imaginação das situações e dos arremessos realizados). Isso também está valendo...                   

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